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DOENÇAS E PRAGAS DO PINHEIRO BRAVO Edmundo Sousa, Helena Bragança, Eugénio Diogo, Lurdes Inácio, Luis

DOENÇAS E PRAGAS DO PINHEIRO BRAVO

Edmundo Sousa, Helena Bragança, Eugénio Diogo, Lurdes Inácio, Luis Bonifácio, Pedro Naves Instituto
Edmundo
Sousa,
Helena
Bragança,
Eugénio
Diogo,
Lurdes
Inácio,
Luis
Bonifácio,
Pedro
Naves
Instituto Nacional Investigação Agrária e Veterinária, I.P,
Av. República, Quinta do Marquês
2780-159 Oeiras PORTUGAL
edmundo.sousa@iniav.pt

O pinheiro bravo é a espécie de pinheiro mais importante em Portugal em termos de área plantada e valor econômico.

Em 1995 era espécie dominante enquanto em 2010 passou a ser o eucalipto (dominado pela espécie Eucalyptus globulus com 812 mil ha) que estava em terceiro lugar.

A área total pinheiro‐bravo diminui 263 mil ha entre 1995 e

2010.

Atualmente ocupa mais de 714 000 ha, o que representa 23% da área florestal nacional.

Seus principais produtos são fabricados de madeira, paletes,

placas, e resina, que em conjunto representam cerca de 306 milhões de euros de exportações

de madeira, paletes, placas, e resina, que em conjunto representam cerca de 306 milhões de euros
de madeira, paletes, placas, e resina, que em conjunto representam cerca de 306 milhões de euros
Árvores com baixa vitalidade, no período de 1988 a 2004, nas espécies mais representadas em

Árvores com baixa vitalidade, no período de 1988 a 2004, nas espécies mais representadas em Portugal Continental

No Relatório “State of Europe’s

Forests, 2011”, Portugal registava a maior proporção de floresta danificada por agentes bióticos no espaço europeu 20% da área florestal.

bióticos no espaço europeu – 20% da área florestal. EUCALIPTO PINHEIRO BRAVO SOBREIRO /AZINHEIRA PINHEIRO MANSO
bióticos no espaço europeu – 20% da área florestal. EUCALIPTO PINHEIRO BRAVO SOBREIRO /AZINHEIRA PINHEIRO MANSO

EUCALIPTO

PINHEIRO BRAVO
PINHEIRO BRAVO
no espaço europeu – 20% da área florestal. EUCALIPTO PINHEIRO BRAVO SOBREIRO /AZINHEIRA PINHEIRO MANSO CASTANHEIRO

SOBREIRO /AZINHEIRA

PINHEIRO MANSO
PINHEIRO MANSO
CASTANHEIRO
CASTANHEIRO

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável? Risco de introdução de novas espécies • O aumento

Risco de introdução de novas espécies

Risco de introdução de novas espécies • O aumento da circulação de produtos florestais, de derivados

O aumento da circulação de produtos florestais, de derivados ou, de plantas

A migração natural em função das alterações climáticas

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável? Anoplophora chinensis Agrilus planipennis Dryocosmus
Anoplophora chinensis Agrilus planipennis Dryocosmus kuriphilus Enaphalodes rufulus

Anoplophora chinensis

Anoplophora chinensis Agrilus planipennis Dryocosmus kuriphilus Enaphalodes rufulus

Agrilus planipennis

Anoplophora chinensis Agrilus planipennis Dryocosmus kuriphilus Enaphalodes rufulus

Dryocosmus

kuriphilus
kuriphilus

Enaphalodes rufulus

EUROPA (EPPO Setembro 2011)

PRAGAS 18 espécies introduzidas recentemente 16 espécies em risco de entrarem

DOENÇAS 4 espécies introduzidas recentemente

13 espécies em risco de entrarem (fungos e bactérias)

Pinheiro bravo

Leptoglossus occidentalis

Bursaphelenchys xylophilus Fusarium circinatum

Fusarium circinatum Eutypella parasitica Bursaphelenchus xylophilus

Fusarium circinatum

Fusarium circinatum Eutypella parasitica Bursaphelenchus xylophilus

Eutypella parasitica

Fusarium circinatum Eutypella parasitica Bursaphelenchus xylophilus

Bursaphelenchus

xylophilus

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Que Sintomas Associados?

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Que Sintomas Associados? Copa seca Raminhos secos Manchas de resina Morte da
UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Que Sintomas Associados? Copa seca Raminhos secos Manchas de resina Morte da
UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Que Sintomas Associados? Copa seca Raminhos secos Manchas de resina Morte da
Copa seca
Copa seca

Raminhos

secos

Que Sintomas Associados? Copa seca Raminhos secos Manchas de resina Morte da árvore Descoloração das
Que Sintomas Associados? Copa seca Raminhos secos Manchas de resina Morte da árvore Descoloração das

Manchas de resina

Morte da árvore

seca Raminhos secos Manchas de resina Morte da árvore Descoloração das agulhas Azulamento da madeira Manchas

Descoloração

das agulhas

de resina Morte da árvore Descoloração das agulhas Azulamento da madeira Manchas ou pontuações nas
Azulamento da madeira
Azulamento da
madeira

Manchas ou pontuações nas folhas/agulhas Descolorações de diferentes tipos Morte das árvores jovens Desfolhas parciais ou completas Destruição dos gomos anuais Fissuras, fendilhamento ou desprendimento da casca Quebra de ramos e raminhos Microfilia ou murchidão das folhas/agulhas Morte das árvores Zonas necrosadas na casca Formação de exsudados ao longo do tronco e ramos Má conformação

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável? Galerias em estrela Câmaras com fibras Orifícios
UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável? Galerias em estrela Câmaras com fibras Orifícios

Galerias

em

estrela

Qual o Fator Responsável? Galerias em estrela Câmaras com fibras Orifícios Folhas roídas Micélio

Câmaras

com

fibras

Galerias em estrela Câmaras com fibras Orifícios Folhas roídas Micélio pêlo de rato Ninho

Orifícios

Galerias em estrela Câmaras com fibras Orifícios Folhas roídas Micélio pêlo de rato Ninho sedoso Manchas

Folhas roídas

estrela Câmaras com fibras Orifícios Folhas roídas Micélio pêlo de rato Ninho sedoso Manchas brancas cerosas

Micélio pêlo de rato

fibras Orifícios Folhas roídas Micélio pêlo de rato Ninho sedoso Manchas brancas cerosas Insetos Galerias no

Ninho sedoso

Folhas roídas Micélio pêlo de rato Ninho sedoso Manchas brancas cerosas Insetos Galerias no lenho ou

Manchas brancas cerosas

Insetos Galerias no lenho ou na zona subcortical Presença de serrim Orifícios na casca e na madeira Folhas roídas, esqueletizadas ou com galerias Presença de insetos adultos, larvas, ovos, ninfas ou pupas Presença de abrigos de proteção (ninhos, folhas enroladas) Fungos Presença de micélio Existência de frutificações (p. ex. carpóforos, cirros de esporos ou pontuações) Existência de estromas Existência de estruturas de resistência (p. ex. rizomorfos ou esclerotos)

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável? AGENTE NOCIVO Patogénios As doenças foliares reduzem a
AGENTE NOCIVO Patogénios
AGENTE NOCIVO Patogénios
AGENTE NOCIVO Patogénios
AGENTE NOCIVO Patogénios
AGENTE NOCIVO

AGENTE NOCIVO

AGENTE NOCIVO Patogénios
AGENTE NOCIVO Patogénios
AGENTE NOCIVO Patogénios
AGENTE NOCIVO Patogénios

Patogénios

AGENTE NOCIVO Patogénios

As doenças foliares reduzem a

área foliar actividade

e

diminuem

a

fotossintética,

afectando o crescimento reprodução (Enfraquecem árvores adultas)

e

a

as

As doenças do tronco e da raiz, danificam o sistema vascular de árvores (Enfraquecimento ou Morte de árvores)

Fungos Bactérias Vírus Nemátodes
Fungos
Bactérias
Vírus
Nemátodes

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado

Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro

Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos Danos/Sintomas Encurvamento dos
Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos Danos/Sintomas Encurvamento dos
Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas

Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros

abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros (Foto cedida por Ana Maria Perez
abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros (Foto cedida por Ana Maria Perez
abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros (Foto cedida por Ana Maria Perez
abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros (Foto cedida por Ana Maria Perez

(Foto cedida por Ana Maria Perez Sierra, IAM Universidad Politécnica de Valencia)

A maior parte das infeções é devida aos conídios

que se desenvolvem em ramos de árvores afetadas ou em ramos mortos e são transportados pelo vento ou por insetos.

A forma perfeita (ascósporos) nunca foi observada na natureza.

A longa distância a doença é transmitida pelo transporte de plantas ou sementes infetadas.

Humidade e temperaturas elevadas favorecem a infeção bem com feridas que podem ser provocadas por insetos,

pelo homem ou por outros fatores naturais .

O fungo também pode infetar as sementes, quer internamente, quer à superfície.

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado

Fusarium circinatum

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos
Cancro resinoso do Pinheiro
Cancro resinoso do Pinheiro
Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas

Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros

Afeta um grande número de espécies de pinheiros e Pseudotsuga menziesii.

1946 First report (USA)
1946 First report (USA)

2001 First report in Europe

European and Mediterranean Plant Protection Organization (EPPO A2)

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado

Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro

Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos Danos/Sintomas Encurvamento dos
Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos Danos/Sintomas Encurvamento dos
Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas

Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros

abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros Primeira ocorrência em Portugal – 2009
Primeira ocorrência em Portugal – 2009 BRAGANÇA H., E. DIOGO, F. MONIZ, P. AMARO 2009.
Primeira ocorrência em Portugal – 2009
BRAGANÇA H., E. DIOGO, F. MONIZ, P. AMARO 2009. First Report
of Pitch Canker on Pines Caused by Fusarium circinatum in
Portugal. Plant Disease 93 (10): 1097.

P. pinea

P. radiata

P. pinaster

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado

Fusarium circinatum

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos
Cancro resinoso do Pinheiro
Cancro resinoso do Pinheiro
Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas

Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros

abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros Prospeção de F. circinatum : •
abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros Prospeção de F. circinatum : •

Prospeção de F. circinatum :

Em todos os viveiros florestais (em Set/Out)

≥ 1,000 plântulas = 60 plantas recolhidas ≤ 1,000 plântulas = 25 plantas recolhidas

(prioridade para plantas sintomáticas)

Nos fornecedores de sementes

400 sementes por lote

Nas áreas de maior risco Nos 5 Km ao redor dos viveiros

Nas árvores sintomáticas

Nos povoamentos de pinheiro (grelha do inventário florestal nacional) e zona tampão do NMP

Nas árvores sintomáticas

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado

Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro

Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos Danos/Sintomas Encurvamento dos
Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos Danos/Sintomas Encurvamento dos
Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas

Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros

Prospeção de F. circinatum :

(ICNF)

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado

Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro

Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos Danos/Sintomas Encurvamento dos
Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos Danos/Sintomas Encurvamento dos
Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas

Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros

Prospeção de F. circinatum :

   

Viveiros/Povoamentos

   
 

Plantas

  Plantas Sementes  

Sementes

 
 

ICNF (Coordenação e Implementação)

 
 
 
 
 

INIAV

   

UTAD

   

U C

LAB

LAB

LAB

 
 
     
 
     
 

Resultados

Resultados

Resultados Resultados
 

ICNF

   
 
 

DGAV (autoridade fitossanitária nacional)

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado

Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro

Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos Danos/Sintomas Encurvamento dos
Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos Danos/Sintomas Encurvamento dos
Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas

Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros

Protocol EPPO - Bulletin

39(3):298309

Meio de

cultura

PDA

Prospeção de F. circinatum :

LAB

Plantas

Sementes

Bulletin 39(3):298 – 309 Meio de cultura PDA Prospeção de F. circinatum : LAB Plantas Sementes
Bulletin 39(3):298 – 309 Meio de cultura PDA Prospeção de F. circinatum : LAB Plantas Sementes

meio DCPA

Bulletin 39(3):298 – 309 Meio de cultura PDA Prospeção de F. circinatum : LAB Plantas Sementes
Bulletin 39(3):298 – 309 Meio de cultura PDA Prospeção de F. circinatum : LAB Plantas Sementes
Bulletin 39(3):298 – 309 Meio de cultura PDA Prospeção de F. circinatum : LAB Plantas Sementes

Meio PDA

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado

Fusarium circinatum

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos
Cancro resinoso do Pinheiro
Cancro resinoso do Pinheiro
Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas

Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros

Prospeção de F. circinatum :

ramos; Presença de cancros Prospeção de F. circinatum : Repicada em SNA Protocol EPPO - Bulletin

Repicada

em SNA

de cancros Prospeção de F. circinatum : Repicada em SNA Protocol EPPO - Bulletin 39(3):298 –
de cancros Prospeção de F. circinatum : Repicada em SNA Protocol EPPO - Bulletin 39(3):298 –

Protocol EPPO - Bulletin

39(3):298309

Repicada em SNA Protocol EPPO - Bulletin 39(3):298 – 309 Examinada após 10 dias • Presença

Examinada após 10 dias

Presença de macro e microconídios

hifas enroladas estéreis

conidióforos polifialides

Ausência de clamidósporos

conidióforos polifialides • Ausência de clamidósporos • Amplificação da região IGS rDNA (PCR convencional ou

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado

Fusarium circinatum

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Fungos Fusarium circinatum Cancro resinoso do Pinheiro Orgão atacado Tronco/Ramos
Cancro resinoso do Pinheiro
Cancro resinoso do Pinheiro
Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos

Orgão atacado Tronco/Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas

Encurvamento dos ápices em viveiro; Exsudações abundantes de resina no tronco e ramos; Presença de cancros

Prospeção de F. circinatum :

 

Viveiristas e comerciantes de plantas com casos positivos

Amostras

Nº de plantas destruídas

Ano

positivas

2009

7

13

800.000

2010

4

10

214.000

2011

3

4

111.000

2012

0

0

0

2013

2

2

52.000

2014

4

6

170.000

Total

20

35

1.347.000

Viveiros

ficam de

quarentena

por dois anos

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros fungos que podem causar estragos

FITOSSANITÁRIO Outros fungos que podem causar estragos Diplodia sapinea (= Sphaeropsis sapinea ; Diplodia pinea

Diplodia sapinea (= Sphaeropsis sapinea; Diplodia pinea)

Diplodia sapinea (= Sphaeropsis sapinea ; Diplodia pinea )
Diplodia sapinea (= Sphaeropsis sapinea ; Diplodia pinea )
Diplodia sapinea (= Sphaeropsis sapinea ; Diplodia pinea )

Lophodermium seditiosum

Lophodermium seditiosum
Lophodermium seditiosum
Lophodermium seditiosum

Dothistroma septosporum (doença dos anéis vermelhos)

Dothistroma septosporum (doença dos anéis vermelhos)
Dothistroma septosporum (doença dos anéis vermelhos)
Dothistroma septosporum (doença dos anéis vermelhos)

Ophiostoma spp. (Azulado da Madeira)

Ophiostoma spp. (Azulado da Madeira)
Ophiostoma spp. (Azulado da Madeira)

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros fungos que podem causar estragos

FITOSSANITÁRIO Outros fungos que podem causar estragos Heterobasidion annosum (= Fomes annosum ) Rhizina

Heterobasidion annosum (= Fomes annosum)

Heterobasidion annosum (= Fomes annosum )
Heterobasidion annosum (= Fomes annosum )
Heterobasidion annosum (= Fomes annosum )

Rhizina inflata

 
Rhizina inflata  
Rhizina inflata  
Rhizina inflata  

Cytospora sp.

 
Cytospora sp .  
Cytospora sp .  
Cytospora sp .  

Armillaria

ostoyae

(Podridão

Armillaria ostoyae (Podridão
Armillaria ostoyae (Podridão
Armillaria ostoyae (Podridão

agárica)

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros fungos que podem causar estragos

FITOSSANITÁRIO Outros fungos que podem causar estragos Coleosporium sp . (Ferrugem) Phomopsis sp. Thyriopsis

Coleosporium sp. (Ferrugem)

Phomopsis sp.

Thyriopsis halepensis

Leptostroma sp.

Botrytis cinerea

sp. Thyriopsis halepensis Leptostroma sp . Botrytis cinerea Cyclaneusma s p. Pestalotiopsis sp. Truncatella sp .
sp. Thyriopsis halepensis Leptostroma sp . Botrytis cinerea Cyclaneusma s p. Pestalotiopsis sp. Truncatella sp .
sp. Thyriopsis halepensis Leptostroma sp . Botrytis cinerea Cyclaneusma s p. Pestalotiopsis sp. Truncatella sp .

Cyclaneusma sp.

Pestalotiopsis sp.

Truncatella sp.

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável? AGENTE NOCIVO Comem as folhas ou agulhas (Mortalidade nas

AGENTE NOCIVO

FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável? AGENTE NOCIVO Comem as folhas ou agulhas (Mortalidade nas árvores jovens

Comem as folhas ou agulhas (Mortalidade nas árvores jovens Enfraquecem as árvores adultas)

Desfolhadores

Comem as folhas ou agulhas (Mortalidade nas árvores jovens Enfraquecem as árvores adultas) Desfolhadores Insectos
Comem as folhas ou agulhas (Mortalidade nas árvores jovens Enfraquecem as árvores adultas) Desfolhadores Insectos

Insectos

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos desfolhadores

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos desfolhadores Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro
UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos desfolhadores Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro

Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro

Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro Danos/Sintomas Ninhos nas agulhas; fios de seda; agulhas
Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro Danos/Sintomas Ninhos nas agulhas; fios de seda; agulhas
Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro Danos/Sintomas Ninhos nas agulhas; fios de seda; agulhas
Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro Danos/Sintomas Ninhos nas agulhas; fios de seda; agulhas
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas

Ninhos nas agulhas; fios de seda; agulhas secas; desfolha na copa.

pityocampa Processionária do Pinheiro Danos/Sintomas Ninhos nas agulhas; fios de seda; agulhas secas; desfolha na copa.
pityocampa Processionária do Pinheiro Danos/Sintomas Ninhos nas agulhas; fios de seda; agulhas secas; desfolha na copa.
pityocampa Processionária do Pinheiro Danos/Sintomas Ninhos nas agulhas; fios de seda; agulhas secas; desfolha na copa.
pityocampa Processionária do Pinheiro Danos/Sintomas Ninhos nas agulhas; fios de seda; agulhas secas; desfolha na copa.
pityocampa Processionária do Pinheiro Danos/Sintomas Ninhos nas agulhas; fios de seda; agulhas secas; desfolha na copa.

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos desfolhadores

Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro
Taumethopoea pityocampa
Processionária do Pinheiro
Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro ç JanJan JanJan FevFev FevFev Mar Mar Mar Mar
ç JanJan JanJan FevFev FevFev Mar Mar Mar Mar AbrAbr AbrAbr MaiMai MaiMai JunJun JunJun
ç
JanJan
JanJan
FevFev
FevFev
Mar
Mar
Mar
Mar
AbrAbr
AbrAbr
MaiMai
MaiMai
JunJun
JunJun
JulJul
JulJul
AgoAgo
AgoAgo
SetSet
SetSet
OutOut
OutOut
NovNov
NovNov
DezDez
DezDez
Lagartas em procissão
Lagartas em
procissão
Diapausa das pupas
Pupas no solo
Diapausa
das pupas
DiapausadasPupas
Pupasno solo
DiapausadasPupas
Borboletas
Borboletas
Posturas
Posturas
Lagartas em ninhos
Lagartas
Lagartas em ninhos
em ninhos
Lagartas em ninhos
Lagartas em ninhos
Lagartas em ninhos
de Inverno
temporários
temporários
de Inverno
Lagarta
s
1º instar
4º instar
Pêlos Urticantes
Procissão
Agente
AgenteAgente
Agente

Posturas nas agulhas

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos desfolhadores

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos desfolhadores Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro Como

Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro

Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro Como consequência das alterações climáticas, a
Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro Como consequência das alterações climáticas, a
Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro Como consequência das alterações climáticas, a

Como consequência das alterações climáticas, a processionária do

pinheiro PODE ALTERAR O SEU CICLO

Em 1997, na Mata Nacional de Leiria, foi detetada uma população de verão (PV) com o desenvolvimento larval de Junho a Setembro e pupas de setembro a maio. As lagartas podem desenvolver-se a temperaturas e

radiação solar elevadas e atingir a fase final em metade do tempo

necessário para uma PI.

A população de verão da Mata de Leiria exibe diferenças fenotípicas e genéticas da população de inverno e as duas populações estão reprodutivamente isoladas no tempo

Mais tarde, em 2009, o mesmo comportamento foi observado no Norte de Portugal, em árvores isoladas.

Taumethopoea pityocampa Processionária do Pinheiro
Taumethopoea pityocampa
Processionária do Pinheiro
Meios de luta
Meios de
luta
Insecto Lepidoptera; Thaumetopoeidae
Insecto
Lepidoptera; Thaumetopoeidae
Luta química
Luta química
Luta química Diflubenzurão; Bacillus thuringiensis ;

Diflubenzurão; Bacillus thuringiensis;

Luta biotécnica
Luta biotécnica
Luta biotécnica Armadilhas com atrativos (feromonas sexuais) Colocação de Cintas
Luta biotécnica Armadilhas com atrativos (feromonas sexuais) Colocação de Cintas

Armadilhas com atrativos (feromonas sexuais)

Colocação de Cintas

Luta cultural
Luta cultural
Luta cultural Destruição de ninhos

Destruição de ninhos

Luta genética
Luta genética

Plantação

de

povoamentos

mistos

ou

bordaduras com espécies não-hospedeiras

Evitar desbastes intensivos nas plantações

de pinheiros jovens (5 a 15 anos)

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável? AGENTE NOCIVO Comem as folhas ou agulhas (Mortalidade nas

AGENTE NOCIVO

FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável? AGENTE NOCIVO Comem as folhas ou agulhas (Mortalidade nas árvores

Comem as folhas ou agulhas

(Mortalidade nas árvores jovens Enfraquecem as árvores adultas)

Desfolhadores

jovens Enfraquecem as árvores adultas) Desfolhadores Insectos Escavam galerias no floema ou xilema da árvore
jovens Enfraquecem as árvores adultas) Desfolhadores Insectos Escavam galerias no floema ou xilema da árvore

Insectos

Escavam galerias no floema ou xilema da árvore onde se alimentam durante todo o seu ciclo de vida (Morte da árvore)

Xilófagos e sub-corticiais

ou xilema da árvore onde se alimentam durante todo o seu ciclo de vida (Morte da

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais

PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais Inseto Árvore DISPERSÃO Voo Paragem VIGOR INICIAL
Inseto Árvore DISPERSÃO Voo Paragem VIGOR INICIAL SELECÇÃO Instalação inicial CAPACIDADE DE DEFESA
Inseto
Árvore
DISPERSÃO
Voo
Paragem
VIGOR INICIAL
SELECÇÃO
Instalação
inicial
CAPACIDADE
DE DEFESA
AGREGAÇÃO
Invasão
CAPACIDADE DE
RESISTÊNCIA
massiva
ESTABELECIMENTO
Desenvolvimento

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais

PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais Orgão atacado: Tronco Ramos Danos/Sintomas Orthotomicus
Orgão atacado: Tronco Ramos
Orgão atacado:
Tronco
Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas
Orthotomicus erosus Bóstrico pequeno
Orthotomicus erosus
Bóstrico pequeno
Ramos Danos/Sintomas Orthotomicus erosus Bóstrico pequeno Serrim no tronco e ramos; galerias no entre casco;
Ramos Danos/Sintomas Orthotomicus erosus Bóstrico pequeno Serrim no tronco e ramos; galerias no entre casco;
Ramos Danos/Sintomas Orthotomicus erosus Bóstrico pequeno Serrim no tronco e ramos; galerias no entre casco;

Serrim no tronco e ramos; galerias no entre casco; descoloração na copa.

e ramos; galerias no entre casco; descoloração na copa. Ocorrência no povoamento Sintomas /Indícios J F
e ramos; galerias no entre casco; descoloração na copa. Ocorrência no povoamento Sintomas /Indícios J F
Ocorrência no povoamento Sintomas /Indícios J F M A M J Jl A S O
Ocorrência no povoamento
Sintomas /Indícios
J
F
M
A
M J
Jl
A
S
O
N
D
quase nula
pouco provável
Inverno
Primavera
Verão
Outono
provável
muito provável
serrim amarelo/laranja
no tronco
galerias no estrecasco
plantação
jovem
adulto
decrépito
descoloração da copa
(die-back)

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais

PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais Ips sexdentatus Bóstrico grande Orgão atacado: Tronco
Ips sexdentatus Bóstrico grande
Ips sexdentatus
Bóstrico grande
Orgão atacado: Tronco
Orgão atacado:
Tronco
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas
Bóstrico grande Orgão atacado: Tronco Danos/Sintomas Resina e serrim no tronco; galerias no entre casco; copa
Bóstrico grande Orgão atacado: Tronco Danos/Sintomas Resina e serrim no tronco; galerias no entre casco; copa

Resina e serrim no tronco; galerias no entre casco; copa descolorida, queda de agulhas.

galerias no entre casco; copa descolorida, queda de agulhas. Ocorrência no povoamento Sintomas /Indícios J F
galerias no entre casco; copa descolorida, queda de agulhas. Ocorrência no povoamento Sintomas /Indícios J F
galerias no entre casco; copa descolorida, queda de agulhas. Ocorrência no povoamento Sintomas /Indícios J F
Ocorrência no povoamento Sintomas /Indícios J F M A M J Jl A S O
Ocorrência no povoamento
Sintomas /Indícios
J
F
M
A
M
J
Jl
A
S
O
N
D
quase nula
pouco provável
Inverno
Primavera
Verão
Outono
provável
muito provável
serrim amarelo/laranja
no tronco
galerias no
estrecasco
plantação
jovem
adulto
decrépito
descoloração da copa
(die-back)
Orthotomicus erosus Bóstrico pequeno
Orthotomicus erosus
Bóstrico pequeno
Ips sexdentatus Bóstrico grande
Ips sexdentatus
Bóstrico grande
Meios de luta
Meios de
luta
Luta química
Luta química
Luta química Não aplicável

Não aplicável

Luta química Não aplicável
Luta biotécnica
Luta biotécnica
Luta biotécnica Armadilhas com atrativos Bóstrico grande - Ipsenol; Ipsdienol; Bóstrico pequeno - methyl -butenol

Armadilhas com atrativos Bóstrico grande - Ipsenol; Ipsdienol; Bóstrico pequeno - methyl -butenol

Luta cultural
Luta cultural
Luta cultural Limpezas sanitárias, descasque do material
Luta cultural Limpezas sanitárias, descasque do material

Limpezas sanitárias, descasque do material

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais

PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais Tomicus piniperda e T. destruens Hilésina Orgão atacado:
Tomicus piniperda e T. destruens Hilésina
Tomicus piniperda e T. destruens
Hilésina
Orgão atacado: Tronco
Orgão atacado:
Tronco
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas

Pontas secas nos raminhos; Resina e serrim no tronco; nódulos de resina na casca; galerias no entre casco; copa descolorida, queda de agulhas.

galerias no entre casco; copa descolorida, queda de agulhas. Mais recentemente, foi demonstrado que T. destruens
galerias no entre casco; copa descolorida, queda de agulhas. Mais recentemente, foi demonstrado que T. destruens
galerias no entre casco; copa descolorida, queda de agulhas. Mais recentemente, foi demonstrado que T. destruens
galerias no entre casco; copa descolorida, queda de agulhas. Mais recentemente, foi demonstrado que T. destruens

Mais recentemente, foi demonstrado que T. destruens estava amplamente distribuído no país, enquanto a T. piniperda estava presente principalmente no Norte de Portugal. As duas espécies estreitamente relacionadas são morfologicamente indistintas e por esta razão os ataques passados de T. destruens poderiam ter sido atribuídos a T. piniperda devido a erros de identificação.

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais

PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais Tomicus piniperda e T. destruens Hilésina No entanto, as
Tomicus piniperda e T. destruens Hilésina
Tomicus piniperda e T. destruens
Hilésina

No entanto, as

duas espécies diferem no seu ciclo biológico. O período de vôo de T. destruens

ocorre no

outono, enquanto para T. piniperda é no início da primavera.

biológico. O período de vôo de T. destruens ocorre no outono, enquanto para T. piniperda é
Tomicus piniperda e T. destruens Hilésina
Tomicus piniperda e T. destruens
Hilésina
Meios de luta
Meios de
luta
Luta química
Luta química
Luta química Não aplicável
Luta química Não aplicável

Não aplicável

Luta biotécnica
Luta biotécnica
Luta biotécnica Armadilhas com atrativos T. piniperda - trans - verbenol T. destruens - não são

Armadilhas com atrativos T. piniperda - trans - verbenol T. destruens - não são conhecidas feromonas

Luta cultural
Luta cultural
Luta cultural Limpezas sanitárias e desramas Montagem de armadilhas-toros
Luta cultural Limpezas sanitárias e desramas Montagem de armadilhas-toros

Limpezas sanitárias e desramas

Montagem de armadilhas-toros

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais

PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais Pissodes castaneus Gorgulho pequeno Orgão atacado: Tronco
Pissodes castaneus Gorgulho pequeno
Pissodes castaneus
Gorgulho pequeno
e sub-corticais Pissodes castaneus Gorgulho pequeno Orgão atacado: Tronco /ramos Plantações e árvores
e sub-corticais Pissodes castaneus Gorgulho pequeno Orgão atacado: Tronco /ramos Plantações e árvores
Orgão atacado: Tronco /ramos Plantações e árvores jovens
Orgão atacado:
Tronco /ramos
Plantações e árvores jovens
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas

Resina e serrim no tronco e ramos; galerias no entre casco; morte de ramos e copa.

e ramos; galerias no entre casco; morte de ramos e copa. Ocorrência no povoamento Sintomas /Indícios
e ramos; galerias no entre casco; morte de ramos e copa. Ocorrência no povoamento Sintomas /Indícios
Ocorrência no povoamento Sintomas /Indícios J F M A M J Jl A S O
Ocorrência no povoamento
Sintomas /Indícios
J
F
M
A
M
J
Jl
A
S
O
N
D
quase nula
pouco provável
Inverno
Primavera
Verão
Outono
provável
muito provável
galerias no entrecasco novelos de fibras no tronco exsudação de resina descoloração da copa (die-back)

galerias no

entrecasco

novelos de fibras no tronco

exsudação de resina

descoloração da

copa (die-back)

jovem

adulto

decrépito

plantação
plantação
no tronco exsudação de resina descoloração da copa (die-back) jovem adulto decrépito plantação
COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais M. galloprovincialis 4/4 3/4

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais

PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais M. galloprovincialis 4/4 3/4 2/4 1/4 4/4
M. galloprovincialis
M. galloprovincialis
M. galloprovincialis 4/4 3/4 2/4 1/4 4/4 3/4 2/4 1/4 P. castaneus O.erosus I. sexdentatus

4/4

3/4

2/4

1/4

4/4

3/4

2/4

1/4

P. castaneus
P. castaneus
O.erosus
O.erosus
I. sexdentatus
I. sexdentatus
Tomicus spp.
Tomicus spp.
1/4 P. castaneus O.erosus I. sexdentatus Tomicus spp. 1 0 0 , 1 0 , 2

1

0

0,1 0,2

O.erosus I. sexdentatus Tomicus spp. 1 0 0 , 1 0 , 2 0,9 0,8 0,7
O.erosus I. sexdentatus Tomicus spp. 1 0 0 , 1 0 , 2 0,9 0,8 0,7
O.erosus I. sexdentatus Tomicus spp. 1 0 0 , 1 0 , 2 0,9 0,8 0,7
O.erosus I. sexdentatus Tomicus spp. 1 0 0 , 1 0 , 2 0,9 0,8 0,7
O.erosus I. sexdentatus Tomicus spp. 1 0 0 , 1 0 , 2 0,9 0,8 0,7
O.erosus I. sexdentatus Tomicus spp. 1 0 0 , 1 0 , 2 0,9 0,8 0,7
O.erosus I. sexdentatus Tomicus spp. 1 0 0 , 1 0 , 2 0,9 0,8 0,7

0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1

0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais

PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Orgão atacado Tronco Ramos
Orgão atacado
Tronco
Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas
do pinheiro Orgão atacado Tronco Ramos Danos/Sintomas Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.

Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.

Bursaphelenchus xylophilus Doença da murchidão dos pinheiros Monochamus Pinus pinaster galloprovincialis
Bursaphelenchus
xylophilus
Doença da
murchidão dos
pinheiros
Monochamus
Pinus pinaster
galloprovincialis

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais

PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Orgão atacado Tronco Ramos
Orgão atacado
Tronco
Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas
do pinheiro Orgão atacado Tronco Ramos Danos/Sintomas Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.
do pinheiro Orgão atacado Tronco Ramos Danos/Sintomas Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.
do pinheiro Orgão atacado Tronco Ramos Danos/Sintomas Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.
do pinheiro Orgão atacado Tronco Ramos Danos/Sintomas Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.

Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.

Organismo Quarentena (OEPP) Fortes restrições à circulação do material lenhoso Decisão Comissão 2012/535/UE
Organismo Quarentena (OEPP)
Fortes restrições à circulação do material
lenhoso
Decisão Comissão 2012/535/UE

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais

PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Orgão atacado Tronco Ramos
Orgão atacado
Tronco
Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas
do pinheiro Orgão atacado Tronco Ramos Danos/Sintomas Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.

Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.

Entre 1999 e 2014, 653 freguesias foram reconhecidas pelo facto de ter sido detetada a presença de NMP.

reconhecidas pelo facto de ter sido detetada a presença de NMP. 2001 2006/2007 Cenário de Contenção
2001 2006/2007 Cenário de Contenção 2008 - 2013
2001
2006/2007
Cenário
de
Contenção
2008 - 2013

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais

PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Orgão atacado Tronco Ramos
Orgão atacado
Tronco
Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas
do pinheiro Orgão atacado Tronco Ramos Danos/Sintomas Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros. 1

Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.

Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros. 1 – Prospeção de zonas com alto risco:

1 Prospeção de zonas com alto risco:

Proximidade de zonas com casos positivos

do NMP ou de incêndios florestais

Outros locais com árvores sintomáticas

2 Monitorização anual baseada no Inventário Florestal Nacional (IFN) (uma grelha de 2x2 km para Portugal onde

2.170 parcelas têm ocupação por resinosas)

3 Na ZT prospeção e amostragem de todas as resinosas

com sintomas de declínio, com exceção das que se encontram totalmente afetadas por incêndios florestais.

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais

PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Insetos xilófagos e sub-corticais Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Orgão atacado Tronco Ramos
Orgão atacado
Tronco
Ramos
Danos/Sintomas
Danos/Sintomas
do pinheiro Orgão atacado Tronco Ramos Danos/Sintomas Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros. Os

Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros.

Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros. Os sintomas não são específicos, pelo que a
Inseto secundário que não causava danos nos pinheiros. Os sintomas não são específicos, pelo que a

Os sintomas não são específicos, pelo que a presença do

NMP apenas pode ser comprovada através da colheita de uma amostra de madeira para análise laboratorial.

Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Insecto Coleoptera; Cerambycidae
Insecto
Coleoptera; Cerambycidae
Meios de luta
Meios de
luta
Luta cultural
Luta cultural
Luta cultural Abate de árvores com sintomas e destruição ou tratamento do material em locais autorizados

Abate de árvores com sintomas e destruição ou tratamento do material em locais autorizados

(eliminação dos estádios imaturos no hospedeiro dentro

da madeira)

dos estádios imaturos no hospedeiro dentro da madeira) Parte superior da copa < 20 cm >

Parte superior da copa

< 20 cm > 20 cm
< 20 cm
> 20 cm

Parte

média da

copa

copa < 20 cm > 20 cm Parte média da copa Parte inferior da copa Os

Parte inferior

da copa

Os insectos não colonizam esta parte

Tronco

principal

Base

Zona de elevado risco:

Todos os componentes devem ser destruídos

de elevado risco: Todos os componentes devem ser destruídos Zona de baixo risco: O NMP pode

Zona de baixo risco:

O NMP pode estar presente mas não havendo vectores não há risco de

transferência

Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Meios de luta
Meios de
luta
Insecto Coleoptera; Cerambycidae
Insecto
Coleoptera; Cerambycidae
Luta cultural
Luta cultural
Luta cultural Abate de árvores com sintomas e destruição ou tratamento do material em locais autorizados

Abate de árvores com sintomas e destruição ou tratamento do material em locais autorizados

(eliminação dos estádios imaturos no hospedeiro dentro

da madeira)

ou tratamento do material em locais autorizados (eliminação dos estádios imaturos no hospedeiro dentro da madeira)
ou tratamento do material em locais autorizados (eliminação dos estádios imaturos no hospedeiro dentro da madeira)
ou tratamento do material em locais autorizados (eliminação dos estádios imaturos no hospedeiro dentro da madeira)
ou tratamento do material em locais autorizados (eliminação dos estádios imaturos no hospedeiro dentro da madeira)
ou tratamento do material em locais autorizados (eliminação dos estádios imaturos no hospedeiro dentro da madeira)
ou tratamento do material em locais autorizados (eliminação dos estádios imaturos no hospedeiro dentro da madeira)
Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Meios de luta
Meios de
luta
Insecto Coleoptera; Cerambycidae
Insecto
Coleoptera; Cerambycidae

PREVENIR O APARECIMENTO DE NOVOS POVOAMENTOS AFETADOS

NATURAL

- Inseto Vector

DE NOVOS POVOAMENTOS AFETADOS NATURAL - Inseto Vector Monochamus galloprovincialis ARTIFICIAL Sobrantes Mad Serr.

Monochamus

galloprovincialis

ARTIFICIAL

Sobrantes
Sobrantes
Mad Serr.
Mad Serr.

- Transporte

Paletes
Paletes
Rolaria
Rolaria

Risco = NMP + Insecto vector

Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Meios de luta
Meios de
luta
Insecto Coleoptera; Cerambycidae
Insecto
Coleoptera; Cerambycidae

PREVENIR A DISPERSÃO NATURAL DO INSETO

Luta Biotécnica
Luta Biotécnica
Luta Biotécnica Armadilhas iscadas com GALLOPROTECT 2D plus

Armadilhas iscadas com GALLOPROTECT 2D plus

DISPERSÃO NATURAL DO INSETO Luta Biotécnica Armadilhas iscadas com GALLOPROTECT 2D plus Período de Voo Inseto
DISPERSÃO NATURAL DO INSETO Luta Biotécnica Armadilhas iscadas com GALLOPROTECT 2D plus Período de Voo Inseto

Período de Voo Inseto Vetor

Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Meios de luta
Meios de
luta
Insecto Coleoptera; Cerambycidae
Insecto
Coleoptera; Cerambycidae

PREVENIR A DISPERSÃO NATURAL DO INSETO

Luta Química
Luta Química
Luta Química Injeção do tronco de pinheiros saudáveis (benzoato de emamectina)

Injeção do tronco de pinheiros saudáveis (benzoato de emamectina)

EB tem um efeito preventivo contra a DMP (NMP e vetor) e contra os escolitídeos;

EB é difundido nos pinheiros saudáveis a uma concentração efetiva e mantêm-se nos ramos por longos períodos de tempo ( 4-5 anos);

Efeito significativo na alteração do comportamento alimentar do inseto vetor assim como na sua longevidade (0,064 g/cm) dose;

significativo na alteração do comportamento alimentar do inseto vetor assim como na sua longevidade (0,064 g/cm)
significativo na alteração do comportamento alimentar do inseto vetor assim como na sua longevidade (0,064 g/cm)
significativo na alteração do comportamento alimentar do inseto vetor assim como na sua longevidade (0,064 g/cm)
Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Meios de luta
Meios de
luta
Insecto Coleoptera; Cerambycidae
Insecto
Coleoptera; Cerambycidae

PREVENIR A DISPERSÃO ARTIFICIAL DO INSETO

Tratamento da madeira
Tratamento da madeira
Tratamento da madeira T r a t a m e n t o t é r

Tratamento térmico (30 minutos a 56 ºC)

DO INSETO Tratamento da madeira T r a t a m e n t o t
Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Meios de luta
Meios de
luta
Insecto Coleoptera; Cerambycidae
Insecto
Coleoptera; Cerambycidae

PREVENIR A DISPERSÃO ARTIFICIAL DO INSETO

Tratamento da madeira
Tratamento da madeira
Tratamento da madeira Fumigação (tratamento químico) (30 minutos a 56 ºC)

Fumigação (tratamento químico) (30 minutos a 56 ºC)

Brometo de metilo foi banido na UE e em muitos outros países do mundo (Protocolo de Montreal)

e em muitos outros países do mundo (Protocolo de Montreal) Estudos no INIAV contribuíram para a
e em muitos outros países do mundo (Protocolo de Montreal) Estudos no INIAV contribuíram para a

Estudos no INIAV contribuíram para a submissão em Julho 2013

de uma revisão no esquema de fumigação para a inclusão

do Fluoreto de Sulfurilo na ISPM N° 15.

TEMPERATURE

DOSAGE

EXPOSURE

RANGE

Below 20°C

3,200 g-h/m 3

24h

20°C - 29.9°C

3,000 g-h/m 3

48

h

Above 30°C

1,400 g-h/m 3

24

h

Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Meios de luta
Meios de
luta
Insecto Coleoptera; Cerambycidae
Insecto
Coleoptera; Cerambycidae

PREVENIR A DISPERSÃO ARTIFICIAL DO INSETO

Tratamento da casca
Tratamento da casca
Tratamento da casca T r a t a m e n t o t é r

Tratamento térmico (30 minutos a 80 ºC)

Um equipamento industrial, baseado em vapor quente foi construído

industrial, baseado em vapor quente foi construído Fonseca, L.; Santos, J.; Nestler, H.; Verdasca, J.;
industrial, baseado em vapor quente foi construído Fonseca, L.; Santos, J.; Nestler, H.; Verdasca, J.;

Fonseca, L.; Santos, J.; Nestler, H.; Verdasca, J.; Oliveira, R.; Abrantes, I.; Serra, C. Coniferous bark hot steam treatment for the elimination of the pinewood nematode. In: IUFRO 2013: International Conference on Pine Wilt Disease, Book of Abstracts, Braunschweig, Germany, 15-18 October, 2013, p.

Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Meios de luta
Meios de
luta
Insecto Coleoptera; Cerambycidae
Insecto
Coleoptera; Cerambycidae

PREVENIR A DISPERSÃO ARTIFICIAL DO INSETO

Transporte de madeira
Transporte de madeira
Transporte de madeira Rede inseticida para o transporte ( 100 mg alpha-cipermetrina/m 2 )

Rede inseticida para o transporte (100 mg alpha-cipermetrina/m 2 )

para o transporte ( 100 mg alpha-cipermetrina/m 2 ) Estudos no INIAV contribuíram para a apresentação

Estudos no INIAV contribuíram para a apresentação de uma solução no transporte de madeira infectada

2 ) Estudos no INIAV contribuíram para a apresentação de uma solução no transporte de madeira
2 ) Estudos no INIAV contribuíram para a apresentação de uma solução no transporte de madeira
2 ) Estudos no INIAV contribuíram para a apresentação de uma solução no transporte de madeira
2 ) Estudos no INIAV contribuíram para a apresentação de uma solução no transporte de madeira
Monochamus galloprovincialis Longicórnio do pinheiro
Monochamus galloprovincialis
Longicórnio do pinheiro
Meios de luta
Meios de
luta
Insecto Coleoptera; Cerambycidae
Insecto
Coleoptera; Cerambycidae
Luta genética
Luta genética
Luta genética Criar resistência/tolerância nos hospedeiros ao NMP

Criar resistência/tolerância nos hospedeiros ao NMP

Identificação de individuos de P.

pinaster tolerantes ao NMP

Identificação dos locus de resistência ao NMP

Porque são algumas espécies de pinheiros menos susceptíveis? Obter híbridos (Pinus pinaster x Pinus sp.)
Porque são algumas espécies de
pinheiros menos susceptíveis?
Obter híbridos (Pinus pinaster x
Pinus sp.) com
resistência
caracteristicas
de

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros insetos que podem causar estragos

FITOSSANITÁRIO Outros insetos que podem causar estragos Neodiprion pini (Hymenoptera, Diprionidae) Danos nas

Neodiprion pini (Hymenoptera, Diprionidae)

Neodiprion pini (Hymenoptera, Diprionidae) Danos nas agulhas Pineus pini (Hemiptera: Adelgidae) Afídeo lanígero do

Danos

nas

agulhas

Pineus pini (Hemiptera: Adelgidae)

Afídeo lanígero do pinheiro

pini (Hemiptera: Adelgidae) Afídeo lanígero do pinheiro Cinara maritimae (Hemiptera: Lachinidae) Leucaspis pini e
pini (Hemiptera: Adelgidae) Afídeo lanígero do pinheiro Cinara maritimae (Hemiptera: Lachinidae) Leucaspis pini e
pini (Hemiptera: Adelgidae) Afídeo lanígero do pinheiro Cinara maritimae (Hemiptera: Lachinidae) Leucaspis pini e

Cinara maritimae (Hemiptera: Lachinidae)

do pinheiro Cinara maritimae (Hemiptera: Lachinidae) Leucaspis pini e L. pussila (Hemiptera: Diaspididade)

Leucaspis pini e L. pussila (Hemiptera: Diaspididade)

Cochonilhas brancas do pinheiro

maritimae (Hemiptera: Lachinidae) Leucaspis pini e L. pussila (Hemiptera: Diaspididade) Cochonilhas brancas do pinheiro
maritimae (Hemiptera: Lachinidae) Leucaspis pini e L. pussila (Hemiptera: Diaspididade) Cochonilhas brancas do pinheiro
maritimae (Hemiptera: Lachinidae) Leucaspis pini e L. pussila (Hemiptera: Diaspididade) Cochonilhas brancas do pinheiro

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros insetos que podem causar estragos

FITOSSANITÁRIO Outros insetos que podem causar estragos Pissodes validirostris (Coleoptera: Curculionidae)
Pissodes validirostris (Coleoptera: Curculionidae) Gorgulho das pinhas Dioryctria mendacella (Lepidoptera: Pyralidae)
Pissodes validirostris (Coleoptera: Curculionidae) Gorgulho das pinhas Dioryctria mendacella (Lepidoptera: Pyralidae)
Pissodes validirostris
Pissodes validirostris
Pissodes validirostris (Coleoptera: Curculionidae) Gorgulho das pinhas Dioryctria mendacella (Lepidoptera: Pyralidae)
Pissodes validirostris (Coleoptera: Curculionidae) Gorgulho das pinhas Dioryctria mendacella (Lepidoptera: Pyralidae)
Pissodes validirostris (Coleoptera: Curculionidae) Gorgulho das pinhas Dioryctria mendacella (Lepidoptera: Pyralidae)

(Coleoptera: Curculionidae)

Pissodes validirostris (Coleoptera: Curculionidae) Gorgulho das pinhas Dioryctria mendacella (Lepidoptera: Pyralidae)
Gorgulho das pinhas
Gorgulho das pinhas
(Coleoptera: Curculionidae) Gorgulho das pinhas Dioryctria mendacella (Lepidoptera: Pyralidae) Danos nas
(Coleoptera: Curculionidae) Gorgulho das pinhas Dioryctria mendacella (Lepidoptera: Pyralidae) Danos nas
(Coleoptera: Curculionidae) Gorgulho das pinhas Dioryctria mendacella (Lepidoptera: Pyralidae) Danos nas
(Coleoptera: Curculionidae) Gorgulho das pinhas Dioryctria mendacella (Lepidoptera: Pyralidae) Danos nas
Dioryctria mendacella
Dioryctria mendacella
Curculionidae) Gorgulho das pinhas Dioryctria mendacella (Lepidoptera: Pyralidae) Danos nas pinhas Lagarta das pinhas

(Lepidoptera: Pyralidae)

Danos

nas

pinhas

mendacella (Lepidoptera: Pyralidae) Danos nas pinhas Lagarta das pinhas Leptoglossus occidentalis (Hemiptera;
Lagarta das pinhas
Lagarta das pinhas
(Lepidoptera: Pyralidae) Danos nas pinhas Lagarta das pinhas Leptoglossus occidentalis (Hemiptera; Coreidae) Inseto
(Lepidoptera: Pyralidae) Danos nas pinhas Lagarta das pinhas Leptoglossus occidentalis (Hemiptera; Coreidae) Inseto
Leptoglossus occidentalis
Leptoglossus occidentalis

(Hemiptera; Coreidae)

Pyralidae) Danos nas pinhas Lagarta das pinhas Leptoglossus occidentalis (Hemiptera; Coreidae) Inseto sugador das pinhas
Inseto sugador das pinhas
Inseto sugador das pinhas
nas pinhas Lagarta das pinhas Leptoglossus occidentalis (Hemiptera; Coreidae) Inseto sugador das pinhas

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros insetos que podem causar estragos

FITOSSANITÁRIO Outros insetos que podem causar estragos Pityogenes bidentatus (Coleoptera: Curculionidae)

Pityogenes bidentatus

(Coleoptera: Curculionidae)

Bóstrico bidentado

bidentatus (Coleoptera: Curculionidae) Bóstrico bidentado Rhyacionia buoliana (Lepidoptera:Tortricidae) Torcedoura
bidentatus (Coleoptera: Curculionidae) Bóstrico bidentado Rhyacionia buoliana (Lepidoptera:Tortricidae) Torcedoura

Rhyacionia buoliana

(Lepidoptera:Tortricidae)

Torcedoura

Rhyacionia buoliana (Lepidoptera:Tortricidae) Torcedoura Danos no tronco/ ramos e raminhos Dioryctria sylvestrella
Rhyacionia buoliana (Lepidoptera:Tortricidae) Torcedoura Danos no tronco/ ramos e raminhos Dioryctria sylvestrella
Rhyacionia buoliana (Lepidoptera:Tortricidae) Torcedoura Danos no tronco/ ramos e raminhos Dioryctria sylvestrella

Danos no

tronco/

ramos e

raminhos

Dioryctria sylvestrella

(Lepidoptera: Pyralidae)

Piral do tronco

Dioryctria sylvestrella (Lepidoptera: Pyralidae) Piral do tronco Petrova resinella (Lepidoptera:Tortricidae) Resineira
Dioryctria sylvestrella (Lepidoptera: Pyralidae) Piral do tronco Petrova resinella (Lepidoptera:Tortricidae) Resineira

Petrova resinella

(Lepidoptera:Tortricidae)

Resineira

Dioryctria sylvestrella (Lepidoptera: Pyralidae) Piral do tronco Petrova resinella (Lepidoptera:Tortricidae) Resineira
Dioryctria sylvestrella (Lepidoptera: Pyralidae) Piral do tronco Petrova resinella (Lepidoptera:Tortricidae) Resineira
Dioryctria sylvestrella (Lepidoptera: Pyralidae) Piral do tronco Petrova resinella (Lepidoptera:Tortricidae) Resineira

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Outros insetos que podem causar estragos

FITOSSANITÁRIO Outros insetos que podem causar estragos Danos no tronco/ ramos e raminhos Matsucoccus

Danos no

tronco/

ramos e

raminhos

Danos no tronco/ ramos e raminhos Matsucoccus feytaudi (Hemiptera: Matsucoccidae)
Danos no tronco/ ramos e raminhos Matsucoccus feytaudi (Hemiptera: Matsucoccidae)
Danos no tronco/ ramos e raminhos Matsucoccus feytaudi (Hemiptera: Matsucoccidae)

Matsucoccus feytaudi

(Hemiptera: Matsucoccidae)

Presente em Portugal, Espanha, France e Itália na Europa, em Marrocos e Argélia no Norte de África

Exclusivo de P pinaster, seu único hospedeiro, e ataca apenas árvores

com mais de 10 anos

Em ataques intensos, ocorre exsudação de resina no tronco e amarelecmento das agulhas dos ramos inferiores.

Árvores ficam mais susceptíveis ao ataque de outros agentes de

declínio

COMO IDENTIFICAR UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável?

UM PROBLEMA FITOSSANITÁRIO Qual o Fator Responsável? Tipo de floresta Alterações Gestão climáticas
Tipo de floresta Alterações Gestão climáticas florestal Pragas Ambiente Doenças Poluição Incêndios
Tipo de floresta
Alterações
Gestão
climáticas
florestal
Pragas
Ambiente
Doenças
Poluição
Incêndios florestais
Livre circulação de
plantas e produtos

COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DA REGIÃO

COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DA REGIÃO
COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DA REGIÃO
COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DA REGIÃO
COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DA REGIÃO
COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DA REGIÃO

COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DA REGIÃO

COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DA REGIÃO Muitos problemas fitossanitários podem ser detectados, não

Muitos problemas fitossanitários podem ser detectados, não só nas árvores

ardidas como também nas árvores que ficaram nas bordaduras destes

incêndios que começam a secar mais tarde.

ardidas como também nas árvores que ficaram nas bordaduras destes incêndios que começam a secar mais

COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DO POVOAMENTO

COMO PROTEGER O PINHAL ? AO NÍVEL DO POVOAMENTO Nascedio/Novedio Bastio Fustadio Alto fuste Pov. decrépito

Nascedio/Novedio

Bastio

Fustadio

Alto fuste

Pov. decrépito

processionária sub-corticais xilófagos sugadores insectos das pinhas
processionária
sub-corticais
xilófagos
sugadores
insectos das pinhas

COMO PROTEGER O PINHAL ?

COMO PROTEGER O PINHAL ?
COMO PROTEGER O PINHAL ?
DOENÇAS E PRAGAS DO PINHEIRO BRAVO OBRIGADO edmundo.sousa@iniav.pt

DOENÇAS E PRAGAS DO PINHEIRO BRAVO

OBRIGADO edmundo.sousa@iniav.pt
OBRIGADO
edmundo.sousa@iniav.pt