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Ah! minha Dinamene! Assim deixaste

Ah! minha Dinamene! Assim deixaste Quem não deixara nunca de querer-te! Ah! Ninfa minha, já não posso ver-te, Tão asinha esta vida desprezaste!

Como já pera sempre te apartaste De quem tão longe estava de perder-te? Puderam estas ondas defender-te Que não visses quem tanto magoaste?

Nem falar-te somente a dura Morte

Me deixou, que tão cedo o negro manto Em teus olhos deitado consentiste!

Oh mar! oh céu! oh minha escura sorte! Que pena sentirei que valha tanto,

Que inda tenha por pouco viver triste?

Luís de Camões

Rubens - “The toilet of Vénus”

Rubens - “The toilet of Vénus”

Rubens - “The toilet of Vénus” A obra é talhada essencialmente por duas figuras, sobre um

Rubens - “The toilet of Vénus”

A obra é talhada essencialmente por duas figuras, sobre um fundo escuro. A mesa é posta para dar posição ao cupido, uma vez que este é mais pequeno e em cima a mesa fica com a mesma altura que o outro elemento (Vénus). A mesa é o único elemento, juntamente com o espelho, que nos dá a noção de perspectiva na obra.

Todo o quadro é marcado por uma sucessão de linhas rectas paralelas, que sobem da esquerda para a direita dando-lhe um certo ritmo, quebrado principalmente pelos antebraços da figura.

Os quadrados Sendo o quadrado um símbolo de estabilidade, podemos verificar que esta composição é mais

Os quadrados

Sendo o quadrado um símbolo de estabilidade, podemos verificar que esta composição é mais uma composição dinâmica do que propriamente estável. Uma vez que a existência destes é quase nula,

sendo os únicos quadrados observáveis os da mesa onde Cupido está

em cima. Podemos observar a forma como os elementos são dispostos no quadro a através das linha linhas traçadas a vermelho, que nos dá o centro geométrico do quadro e os seus quadrantes. E das linhas traçadas a azul que nos mostra linhas auxiliares traçadas a partir das cabeças as figuras, em cima, e com as mesmas distâncias em baixo. Estas linhas mostram-nos claramente a intenção do pintor em colocar a figura de Cupido centrado no quadro. (como

mostra as setas verdes)

Os Triângulos Podemos observar que a composição é basicamente desenvolvida através de triângulos, pela quantidade que

Os Triângulos

Podemos observar que a composição é basicamente

desenvolvida através de triângulos, pela quantidade que nos é

possível traçar. Sendo os principais aqueles que estão traçados a vermelho, onde se destaca claramente o triângulo e grandes dimensões onde está inserida a figura de Vénus. Estes triângulos são responsáveis por um grande dinamismo da

composição.

Os Círculos Podemos traçar uma quantidade considerável círculos nesta composição, sendo que se destaca como sendo

Os Círculos

Podemos traçar uma quantidade considerável círculos nesta composição, sendo que se destaca como sendo um os mais importantes o traçado a cor vermelha. É a partir deste circulo que toda a composição se desenvolve.

O Movimento Todo o quadro é marcado por uma sucessão de linhas rectas paralelas, que sobem

O Movimento

Todo o quadro é marcado por uma sucessão de linhas rectas paralelas, que sobem da esquerda para a direita, sendo travadas principalmente pelos antebraços da figura.

Podemos ver uma espécie de zig-zag de linhas que sobem o quadro, serpenteando e marcando um movimento ritmado. Este movimento pode também ser observado no manto que Vénus segura com a mão direita.

O Centro É um quadro que tem muitos centros, sendo o centro fundamental a mão que

O Centro

É um quadro que tem muitos centros, sendo o centro fundamental a mão que está ao peito. Por esta ter uma grande expressividade e mesmo pelo seu posicionamento, que parece transmitir que ela está a mostrar-se e ao

mesmo tempo a esconder-se.

Para alem disso a outra mão, a cabeça e o joelho, podem ser vistos como

outros centros. Nenhum dos centros da composição coincide com o centro geométrico, (que está marcado com uma bola a azul), sendo assim podemos dizer que estamos perante uma clara intenção do autor criar uma certa tensão, principalmente com o centro significativo do cotovelo de Vénus.

O Equilíbrio Pode dizer-se que esta composição esta em equilíbrio compensado. Uma vez que a figura

O Equilíbrio

Pode dizer-se que esta composição esta em equilíbrio compensado. Uma vez que a figura de Vénus é a figura com maior peso, e está ligeiramente puxada para a esquerda ficando assim em desequilíbrio em relação à figura de Cupido, mais pequeno.

O espelho é o elemento que permite equilibrar toda a composição, por ser um elemento muito forte que se destaca, vindo assim contrabalançar e a compensar juntamente com a figura de Cupido o peso da figura de Vénus. Se o artista retira-se o espelho composição, como mostra a figura acima, ela ficava claramente desequilibrada.

O fundo também é ligeiramente mais claro do lado esquerdo, talvez para ajudar a equilibrar a composição, contrastando assim com os claros de Vénus, que tem um peso bastante maior.

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