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M ODULO ´ 01: INTRODU¸C AO ˜ AO ESTUDO DE CIRCUITOS ELETR ONICOS ˆ DE POT
M ODULO ´ 01:
INTRODU¸C AO ˜ AO ESTUDO DE CIRCUITOS ELETR ONICOS ˆ DE
POT ENCIA ˆ
Pedro Machado de Almeida

Pedro Gomes Barbosa

N´ucleo de Automa¸c˜ao e Eletrˆonica de Potˆencia Universidade Federal de Juiz de Fora Juiz de Fora, MG, 36.036-900 Brasil

e-mail: pedro.machado@ufjf.edu.br

Novembro de 2015

M ODULO ´ 01: INTRODU¸C AO ˜ AO ESTUDO DE CIRCUITOS ELETR ONICOS ˆ DE POT

Breve hist´orico

  • 1948 Inven¸c˜ao do transistor bipolar de sil´ıcio (BJT) por Bardeen,

Bratain e Shockley nos laborat´orios da Bell (Bell Telephone Labora-

tory);

  • 1958 Lan¸camento comercial do SCR (do inglˆes, Silicon Controlled

Rectifier) pela GE (General Electric Company );

Pode-se dizer que esta data marca o nascimento da ELETR ONICA ˆ DE

POT ENCIA. ˆ

Depois de 1958 outros tipos de dispositivos semicondutores de potˆencia

e t´ecnicas de convers˜ao de energia el´etrica tem sido desenvolvidas e

propostas na literatura.

Breve hist´orico 1948 → Inven¸c˜ao do transistor bipolar de sil´ıcio (BJT) por Bardeen, Bratain e Shockley

Defini¸c˜oes e coment´arios

A Eletrˆonica de Potˆencia envolve o estudo de circuitos eletrˆonicos que

processam energia el´etrica de uma forma para outra.

Esses circuitos eletrˆonicos utilizam os dispositivos semicondutores de

potˆencia como interruptores (chaves) para processar a energia el´etrica

em seus terminais;

A energia el´etrica ´e processada modulando os sinais de tens˜ao e corrente

nos terminais de entrada e sa´ıda desses circuitos eletrˆonicos;

A aplica¸c˜ao de circuitos Eletrˆonicos de Potˆencia envolvem aplica¸c˜oes

desde do uso de conversores de alta potˆencia at´e aplica¸c˜oes do nosso

cotidiano como fontes de alimenta¸c˜ao, etc.

Defini¸c˜oes e coment´arios A Eletrˆonica de Potˆencia envolve o estudo de circuitos eletrˆonicos que processam energia

Processamento Eletrˆonico da Energia

O conversor chaveado ´e o“c´erebro”do sistema de processamento, per-

mitindo a convers˜ao de n´ıveis de tens˜oes e correntes com alta eficiˆencia,

efic´acia e precis˜ao.

Conversor Eletrônico
Conversor
Eletrônico

entrada

Processamento Eletrˆonico da Energia O conversor chaveado ´e o“c´erebro”do sistema de processamento, per- mitindo a convers˜ao
Processamento Eletrˆonico da Energia O conversor chaveado ´e o“c´erebro”do sistema de processamento, per- mitindo a convers˜ao

Potência de

Potência de

saída

Processamento Eletrˆonico da Energia O conversor chaveado ´e o“c´erebro”do sistema de processamento, per- mitindo a convers˜ao

Controle

Figura 1:

Esquema de processamento eletrˆonico da energia.

Processamento Eletrˆonico da Energia O conversor chaveado ´e o“c´erebro”do sistema de processamento, per- mitindo a convers˜ao

Convers˜ao eletromecˆanica x Convers˜ao eletrˆonica

CORRENTE

ALTERNADA

(CA)

v

a

v

b

v

c

Figura 2:

i a I cc + i CORRENTE b V cc CONTINUA i c (CC) MOTOR GERADOR
i
a
I cc
+
i
CORRENTE
b
V cc
CONTINUA
i
c
(CC)
MOTOR
GERADOR
DE
DE CORRENTE
~
INDUCAO ,
CONTINUA
´
Esquema de convers˜ao CA → CC eletromecˆanica.

Convers˜ao eletromecˆanica x Convers˜ao eletrˆonica

CORRENTE

ALTERNADA

(CA)

v

a

v

b

v

c

Figura 2:

i a I cc + i CORRENTE b V cc CONTINUA i c (CC) MOTOR GERADOR
i
a
I cc
+
i
CORRENTE
b
V cc
CONTINUA
i
c
(CC)
MOTOR
GERADOR
DE
DE CORRENTE
~
INDUCAO ,
CONTINUA
´
Esquema de convers˜ao CA → CC eletromecˆanica.
+ T T T 1 3 5 Alternada (CA) Corrente V V Ed Corrente (CC) Continua
+
T
T
T
1
3
5
Alternada (CA) Corrente
V
V
Ed
Corrente (CC) Continua
a b
V
c
T
T
T
4
6
2

Eficiˆencia do processo de convers˜ao

A eficiˆencia ´e inversamente proporcional as perdas.

Convers˜ao eletromecˆanica:

Perdas el´etricas (motor e gerador);

Perdas magn´eticas (motor e gerador);

Perdas mecˆanicas (atrito, ventila¸c˜ao e acoplamento mecˆanico).

Convers˜ao eletrˆonica ou est´atica:

Perdas por condu¸c˜ao (interruptores semicondutores);

Perdas de chaveamento (interruptores semicondutores).

Eficiˆencia do processo de convers˜ao A eficiˆencia ´e inversamente proporcional as perdas. Convers˜ao eletromecˆanica : Perdas

Diagrama de blocos de um sistema eletrˆonico de convers˜ao

de energia

Os conversores funcionam como um circuito de interface entre a fonte

e a carga.

v i i i v i o o Eletronico Conversor Fonte Carga Sinais de Controle CONTROLES
v
i
i
i
v
i
o
o
Eletronico Conversor
Fonte
Carga
Sinais de
Controle
CONTROLES
Sinal de (s)
referência(s)
tensão
corrente

Figura 4:

Exemplo de uma unidade est´atica de processamento de energia.

Diagrama de blocos de um sistema eletrˆonico de convers˜ao de energia Os conversores funcionam como um

Classifica¸c˜ao dos conversores quanto ao n´umero de est´agios

Entrada Fonte
Entrada
Fonte
Saida ´ Conversor Carga
Saida ´
Conversor
Carga

Figura 5:

Conversor eletrˆonico de um est´agio.

Classifica¸c˜ao dos conversores quanto ao n´umero de est´agios Entrada Fonte Saida ´ Conversor Carga Figura 5:

Classifica¸c˜ao dos conversores quanto ao n´umero de est´agios

Entrada Fonte
Entrada
Fonte
Saida ´ Conversor Carga
Saida ´
Conversor
Carga

Figura 5:

Conversor eletrˆonico de um est´agio.

Entrada Saida ´ Conversor Conversor # 1 # 2 Fonte Armazenador de Elemento energia Carga
Entrada
Saida ´
Conversor
Conversor
# 1
# 2
Fonte
Armazenador de Elemento energia
Carga

Figura 6:

Conversor eletrˆonico de dois est´agios.

Classifica¸c˜ao dos conversores quanto ao n´umero de est´agios Entrada Fonte Saida ´ Conversor Carga Figura 5:

Classifica¸c˜ao dos conversores est´aticos em rela¸c˜ao a

entrada e a sa´ıda

Entrada CA Sa´ıda CC

  • 1. O conversor CA/CC produz uma tens˜ao CC na sa´ıda a partir de uma tens˜ao CA na entrada;

  • 2. A potˆencia ativa ´e transferida da fonte CA para a carga CC;

  • 3. O conversor CA/CC ´e denominado RETIFICADOR

Entrada CC Sa´ıda CA

  • 1. O conversor CC/CA produz uma tens˜ao CA na sa´ıda a partir de uma tens˜ao CC na entrada;

  • 2. A potˆencia ativa ´e transferida da fonte CC para a carga CA;

  • 3. O conversor CC/CA ´e denominado INVERSOR.

Classifica¸c˜ao dos conversores est´aticos em rela¸c˜ao a entrada e a sa´ıda Entrada CA → Sa´ıda CC

(Continua¸c˜ao)

Entrada CC Sa´ıda CC

  • 1. O conversor CC/CC produz uma tens˜ao CC na sa´ıda a partir de uma tens˜ao CC na entrada;

  • 2. O conversor CC/CC ´e util ´ quando a carga requer uma tens˜ao ou corrente CC (regulada) por´em a fonte possui um valor CC diferente.

Entrada CA Sa´ıda CA

  • 1. O conversor CA/CA produz uma tens˜ao CA na sa´ıda a partir de uma tens˜ao CA na entrada;

  • 2. Este conversor pode ser usado para mudar a amplitude ou a frequˆencia de um sinal CA;

  • 3. Existem dois tipos principais de conversores CA/CA: os GRADADORES e os CICLOCONVERSOR.

(Continua¸c˜ao) Entrada CC → Sa´ıda CC 1. O conversor CC/CC produz uma tens˜ao CC na sa´ıda

Conversores CC−CC

Cicloconversores

Choppers

Gradadores

Retificadores

LCI e PWM

CC
CC
CC
CC
  • onda quadrada e PWM

Inversores

Figura 7:

Representa¸c˜ao gr´afica da classifica¸c˜ao dos conversores est´aticos.

Conversores CC−CC Cicloconversores Choppers Gradadores Retificadores LCI e PWM CC CC onda quadrada e PWM Inversores

Classifica¸c˜ao dos conversores est´aticos quanto ao tipo de

comuta¸c˜ao

Conversores comutados pela linha,

Conversores autocomutados (do inglˆes, self-commutated),

Conversores ressonantes;

Conversores quasi-ressonantes.

Classifica¸c˜ao dos conversores est´aticos quanto ao tipo de comuta¸c˜ao Conversores comutados pela linha , Conversores autocomutados

Aplica¸c˜oes de conversores eletrˆonicos

Figura 8: Aplica¸c˜oes de conversores de potˆencia
Figura 8:
Aplica¸c˜oes de conversores de potˆencia

Alguns exemplos de aplica¸c˜ao de circuitos eletrˆonicos de

potˆencia

  • 1. Fontes CC chaveadas:

fontes ininterruptas de energia (UPS- Uninterruptible Power Supplies),

fonte para sistemas de comunica¸c˜ao,

carregadores de baterias, etc.

  • 2. Sistemas de conserva¸c˜ao de energia:

reatores eletrˆonicos,

controle de vaz˜ao e press˜ao, etc.

  • 3. Sistemas de controle e automa¸c˜ao industrial:

acionamentos de motores de velocidade vari´avel (ASD - Adjustable

Speed Drives),

controle de posi¸c˜ao,

acionamento de bra¸cos de robˆos, etc.

Alguns exemplos de aplica¸c˜ao de circuitos eletrˆonicos de potˆencia 1. Fontes CC chaveadas: fontes ininterruptas de
  • 4. Sistemas de transportes e carga:

trens, metrˆos e carros el´etricos,

guindastes e pontes rolantes, etc.

  • 5. Aplica¸c˜oes industriais:

laminadores,

aquecimento indutivo,

fornos a arco el´etrico, etc.

  • 6. Aplica¸c˜oes em sistemas de potˆencia:

transmiss˜ao de corrente cont´ınua em alta tens˜ao CCAT (HVDC - High

Voltage Direct Current),

Compensadores est´aticos (SVC - Static Var Compensator),

Filtros ativos de potˆencia (FAP), etc.

4. Sistemas de transportes e carga: trens, metrˆos e carros el´etricos, guindastes e pontes rolantes, etc.

Ve´ıculo El´etrico - Tesla Model S

Ve´ıculo El´etrico - Tesla Model S Figura 9: Ve´ıculo El´etrico - Tesla Model S

Figura 9:

Ve´ıculo El´etrico - Tesla Model S

Ve´ıculo El´etrico - Tesla Model S Figura 9: Ve´ıculo El´etrico - Tesla Model S

Ve´ıculo El´etrico - Tesla Model S

Fun¸c˜oes da eletrˆonica de potˆencia

  • 1. Converter a tens˜ao CC da bateria para uma tens˜ao CA vari´avel para acionar o motor.

Bateria 240 V ;

Tens˜ao CA com amplitude e frequˆencia vari´avel;

Motor CA propulsiona o carro;

At´e 330 kW - Acelera¸c˜ao;

At´e 60 kW - Frenagem regenerativa;

  • 2. Controle do carregamento da bateria

Interface com a rede el´etrica - 240 V , 60 Hz , 1φ, 100 A;

Controlar a corrente drenada para ser senoidal com fator de potˆencia uni-

t´ario;

Controle do carregamento da bateria para maximizar a vida util ´ da bateria.

Ve´ıculo El´etrico - Tesla Model S Fun¸c˜oes da eletrˆonica de potˆencia 1. Converter a tens˜ao CC

Turbina e´olica com velocidade vari´avel

Figura 10: Turbina e´olica com velocidade vari´avel
Figura 10:
Turbina e´olica com velocidade vari´avel

Turbina e´olica com velocidade vari´avel

Gerador produz tens˜oes CA n˜ao controladas: frequˆencia e amplitude

variam com a velocidade do vento;

Concession´arias fornecem tens˜oes CA com frequˆencia constante;

Conversores eletrˆonicos de potˆencia mudam a frequˆencia e a tens˜ao e

ainda possuem fun¸c˜oes ancilares

Cicloconversores;

Sistemas com link CC: retificador, conversor CC-CC, inversor

Turbina e´olica com velocidade vari´avel Gerador produz tens˜oes CA n˜ao controladas : frequˆencia e amplitude variam
Aproveitamento de Energia E´olica DFIG Gearbox Grid AC AC DC DC Reduced-capacity converter
Aproveitamento de Energia E´olica
DFIG
Gearbox
Grid
AC
AC
DC
DC
Reduced-capacity converter
(a) AC AC DC DC Grid Gearbox Full-capacity converter SCIG WRSG (b) PMSG
(a)
AC
AC
DC
DC
Grid
Gearbox
Full-capacity converter
SCIG
WRSG
(b)
PMSG

Figura 11:

Configura¸c˜oes de geradores/conversores para o aproveitamento da energia e´olica.

Aproveitamento de Energia E´olica DFIG Gearbox Grid AC AC DC DC Reduced-capacity converter (a) AC AC

Aproveitamento de Energia E´olica

7~8 MW

D 164 m 5 MW D 124 m 2 MW D 80 m 600 kW 500
D 164 m
5 MW
D 124 m
2 MW
D 80 m
600 kW
500 kW
D 50 m
D 40 m
100 kW
50 kW
D 20 m
D 15 m
1980
1985
1990
1995
2000
2005
2012
Rating:
Power
≈ 0%
10%
30%
100%
Electronics
Rotor
Rotor
Full generator
Role:
Soft starter
resistance
power
power
Figura 12:
Evolu¸c˜ao no tamanho das turbinas e´olicas e o impacto dos conversores nos ultimos
´

30 anos (´area hachurada indica a potˆencia processada pelos conversores).

Aproveitamento de Energia E´olica 7~ 8 M W D 164 m 5 MW D 124 m
Sistemas solares fotovoltaicos Figura 13: Planta solar fotovoltaica.
Sistemas solares fotovoltaicos
Figura 13:
Planta solar fotovoltaica.
Sistemas solares fotovoltaicos Figura 14: Pain´eis solares fotovoltaicos instalados no telhado.
Sistemas solares fotovoltaicos
Figura 14:
Pain´eis solares fotovoltaicos instalados no telhado.

Sistemas solares fotovoltaicos conectados `a rede

Sistemas conectados `a rede: inversor converte a energia com caracte-

r´ıstica CC dos pain´eis para CA com as caracter´ıstica da rede a qual est´a

conectado; Conversor trifásico Rede CA CC Filtro CA Transformador de conexão Figura 15: Diagrama de blocos
conectado;
Conversor trifásico
Rede CA
CC
Filtro
CA
Transformador
de conexão
Figura 15:
Diagrama de blocos de um sistema PV conectado `a rede de unico
´
est´agio.

Sistemas solares fotovoltaicos isolados

Sistemas isolados: Conversores CC-CC fazem a interface entre os pai-

n´eis e o banco de baterias ou carga. Dynamical v v Load pv o optimizer Current
n´eis e o banco de baterias ou carga.
Dynamical
v
v
Load
pv
o
optimizer
Current
sensor
Voltage
sensor
Driving sig nal

Figura 16:

Diagrama de blocos de um sistema PV isolado.

Sistemas solares fotovoltaicos isolados Sistemas isolados : Conversores CC-CC fazem a interface entre os pai- n´eis

Fontes de Alimenta¸c˜ao

Inverter Display backlighting Microprocessor Buck converter Power management Boost Disk Lithium converter drive battery
Inverter
Display
backlighting
Microprocessor
Buck
converter
Power
management
Boost
Disk
Lithium
converter
drive
battery

Charger

PWM

Rectifier

Fontes de Alimenta¸c˜ao Inverter Display backlighting Microprocessor Buck converter Power management Boost Disk Lithium converter drive
Fontes de Alimenta¸c˜ao Inverter Display backlighting Microprocessor Buck converter Power management Boost Disk Lithium converter drive

i ac (t)

v ac (t)

ac line input 85–265 Vrms

Figura 17:

Fonte de alimenta¸c˜ao de um laptop.

Fontes de Alimenta¸c˜ao Inverter Display backlighting Microprocessor Buck converter Power management Boost Disk Lithium converter drive

High Voltage Direct Current

Figura 18: Aplica¸c˜oes do HVDC.
Figura 18:
Aplica¸c˜oes do HVDC.

High Voltage Direct Current

High Voltage Direct Current Figura 19: Compara¸c˜ao de custo entre transmiss˜ao CA e CC.

Figura 19:

Compara¸c˜ao de custo entre transmiss˜ao CA e CC.

High Voltage Direct Current Figura 19: Compara¸c˜ao de custo entre transmiss˜ao CA e CC.

High Voltage Direct Current

Figura 20: Compara¸c˜ao entre transmiss˜ao em CC e CA com rela¸c˜ao aos impactos ambientais.
Figura 20:
Compara¸c˜ao entre transmiss˜ao em CC e CA com rela¸c˜ao aos impactos ambientais.

High Voltage Direct Current

underground cable 53 km overhead lines 516 km subsea cable 54 km 3.6 million households German
underground cable
53 km
overhead lines
516 km
subsea cable
54 km
3.6 million households German
to meet enough the electricity needs of
1,400 MW
The NordLink project aims to increase energy security in
Supports 2050
to the Norway, opposite and direction. hydroelectric power to be transmitted in
and integration Norway solar and power of Germany renewable produced and energy. contributes in Germany It will allow to to the be surplus transmitted increased wind
cable system
525 kV
Germany
Norway
Wilster
Tonstad
EU targets Climate
to by lower 80-95% CO 2 emissions

Figura 21:

Aplica¸c˜ao do HVDC na transmiss˜ao de energia submarina.

High Voltage Direct Current underground cable 53 km overhead lines 516 km subsea cable 54 km

High-Voltage Direct Current

High-Voltage Direct Current Figura 22: Aplica¸c˜ao do HVDC na integra¸c˜ao de parques e´olicos offshore.

Figura 22:

Aplica¸c˜ao do HVDC na integra¸c˜ao de parques e´olicos offshore.

High-Voltage Direct Current Figura 22: Aplica¸c˜ao do HVDC na integra¸c˜ao de parques e´olicos offshore.

High-Voltage Direct Current

L (a) (b)
L
(a)
(b)
Aplica¸c˜oes da eletrˆonica de potˆencia no SEP HVDC FACTS HVDC FACTS FACTS Power electronic converter
Aplica¸c˜oes da eletrˆonica de potˆencia no SEP
HVDC
FACTS
HVDC
FACTS
FACTS
Power electronic converter

PEC

Redes Inteligentes - Smart grids

Figura 25: Smart grids.
Figura 25:
Smart grids.
Natureza interdisciplinar da Eletrˆonica de Potˆencia Teoria de Controle Física do Teoria de Estado−sólido ´ Circuitos
Natureza interdisciplinar da Eletrˆonica de Potˆencia
Teoria de
Controle
Física do
Teoria de
Estado−sólido
´
Circuitos
Processamento de
Sinais
Simulação
Eletrônica de
Digital
Potência
Eletrônica
Máquinas
Elétricas
Sistemas de
Eletromagnetismo
Potência

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito

Resistor Capacitor Magn´eticos

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito Capacitor Magn´eticos Semicondutores Regi˜ao linear Regi˜ao n˜ao-linear Figura 26:
Semicondutores Regi˜ao linear Regi˜ao n˜ao-linear
Semicondutores
Regi˜ao linear
Regi˜ao n˜ao-linear

Figura 26:

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito Capacitor Magn´eticos Semicondutores Regi˜ao linear Regi˜ao n˜ao-linear Figura 26:

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito

Processamento de sinais:

Resistor Capacitor Magn´eticos

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito Processamento de sinais: Capacitor Magn´eticos Semicondutores Regi˜ao linear Regi˜ao
Semicondutores Regi˜ao linear Regi˜ao n˜ao-linear
Semicondutores
Regi˜ao linear
Regi˜ao n˜ao-linear

Figura 27:

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito Processamento de sinais: Capacitor Magn´eticos Semicondutores Regi˜ao linear Regi˜ao

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito

Processamento de sinais: Evitar componentes magn´eticos!

Resistor Capacitor Magn´eticos

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito Processamento de sinais: Evitar componentes magn´eticos! Capacitor Magn´eticos Semicondutores
Semicondutores Regi˜ao linear Regi˜ao n˜ao-linear
Semicondutores
Regi˜ao linear
Regi˜ao n˜ao-linear

Figura 27:

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito Processamento de sinais: Evitar componentes magn´eticos! Capacitor Magn´eticos Semicondutores

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito

Processamento de energia:

Resistor Capacitor Magn´eticos

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito Processamento de energia: Capacitor Magn´eticos Semicondutores Regi˜ao linear Regi˜ao
Semicondutores Regi˜ao linear Regi˜ao n˜ao-linear
Semicondutores
Regi˜ao linear
Regi˜ao n˜ao-linear

Figura 28:

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito Processamento de energia: Capacitor Magn´eticos Semicondutores Regi˜ao linear Regi˜ao

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito

Processamento de energia: Evitar componentes com perdas!

Resistor Capacitor Magn´eticos

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito Processamento de energia: Evitar componentes com perdas! Capacitor Magn´eticos

Semicondutores

Regi˜ao linear Regi˜ao n˜ao-linear
Regi˜ao linear
Regi˜ao n˜ao-linear

Figura 28:

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito

Elementos dispon´ıvies para o projeto do circuito Processamento de energia: Evitar componentes com perdas! Capacitor Magn´eticos

Conceitos envolvendo de Eletrˆonica de Potˆencia

Deseja-se alimentar uma carga resistiva R L com uma tens˜ao de

V o = 3 V

a partir de uma fonte CC de V CC = 9 V .

Conceitos envolvendo de Eletrˆonica de Potˆencia Deseja-se alimentar uma carga resistiva R com uma tens˜ao de

Conceitos envolvendo de Eletrˆonica de Potˆencia

Deseja-se alimentar uma carga resistiva R L com uma tens˜ao de

V o = 3 V

a partir de uma fonte CC de V CC = 9 V . R S i
a partir de uma fonte CC de V CC = 9 V .
R S
i
L
+
+
+
V
V cc
o
R L

Figura 29:

Divisor de tens˜ao usado para alimentar a carga R L

com uma tens˜ao de 3 V .

Conceitos envolvendo de Eletrˆonica de Potˆencia Deseja-se alimentar uma carga resistiva R com uma tens˜ao de

Para que a ddp nos terminais da carga seja igual a 3 V

deve-se

obedecer:

V o =

R L

R S V CC

R L +

3 V

=

R L

R S 9 V

R L +

(1)

Para que a ddp nos terminais da carga seja igual a 3 V deve-se obedecer: V

Para que a ddp nos terminais da carga seja igual a 3 V

deve-se

obedecer:

V o =

R L

R S V CC

R L +

3 V

=

R L

R S 9 V

R L +

Resolvendo (1) tem-se:

R S = 2R L

(1)

(2)

Para que a ddp nos terminais da carga seja igual a 3 V deve-se obedecer: V

Para que a ddp nos terminais da carga seja igual a 3 V

deve-se

obedecer:

V o =

R L

R S V CC

R L +

3 V

=

R L

R S 9 V

R L +

Resolvendo (1) tem-se:

R S = 2R L

(1)

(2)

Neste caso, as potˆencias fornecida pela fonte e dissipadas nas

resistˆencias R S e R L s˜ao:

     

     

P fonte = V fonte I fonte =

2

V

CC

(R L +R S ) =

V

2

CC

3R L

P

R

S

=

  • 2 = (

  • V S

R S

  • 2 2V

  • 3 =

CC

9R L

V CC ) 2

2

2R L

= 0,67 × P fonte

P

R

L

=

2

  • V o

R L

= (

  • 1 V CC ) 2

  • 3 =

R L

V

2

CC

9R L

= 0,33 × P fonte

(3)

Para que a ddp nos terminais da carga seja igual a 3 V deve-se obedecer: V

Fonte linear

Vcc

v i ce e + − + + controle V o − Vo, ref −
v
i
ce
e
+
+
+
controle
V
o
Vo, ref

R L

(a)

Fonte linear V cc v i ce e + − + + controle V o −

Fonte linear

Vcc

v i ce e + − + + controle V o − Vo, ref −
v
i
ce
e
+
+
+
controle
V
o
Vo, ref

R L

(a)

v d
v
d
V CC
V CC
V

V

o

V o
Fonte linear V cc v i ce e + − + + controle V o −

t

  • I Q

i e Ponto de operacao ´ ~ v Q v ce
i
e
Ponto de operacao ´ ~
v Q
v
ce

(b)

(c)

Figura 30:

(a) Exemplo de fonte CC linear; (b) forma de onda da tens˜ao de sa´ıda; (c) curvas

caracter´ısticas do transistor bipolar.

Fonte linear V cc v i ce e + − + + controle V o −

Para que a ddp nos terminais da carga seja igual a 3 V

deve-se ter

uma tens˜ao entre coletor e emissor no transistor de:

2

V ce =

3

V R L =

V

CC

= 6 V

1

3 V CC = 3 V

(4)

Neste caso, as potˆencias fornecida pela fonte e dissipadas no

transistor e na resistˆencia R L s˜ao:

 

  

P fonte = V fonte I fonte = V CC I L

P BJT = V ce I L = 2 3 V CC I L = 0,67 × P fonte

1

P R L = V R L I L = 3 V CC I L = 0,33 × P fonte

(5)

Para que a ddp nos terminais da carga seja igual a 3 V deve-se ter uma

Fonte Chaveada

Vcc

v sw i sw + − + + controle V o − Vo, ref −
v
sw
i
sw
+
+
+
controle
V
o
Vo, ref

R L

  • I Q

i

e Ponto de operacao ~ ´ v Q v ce
e
Ponto de operacao ~
´
v Q
v
ce

Fonte Chaveada

Vcc

v sw i sw + − + + controle V o − Vo, ref −
v
sw
i
sw
+
+
+
controle
V
o
Vo, ref

R L

  • I Q

i

e Ponto de operacao ~ ´ Corte v Q v ce
e
Ponto de operacao ~
´
Corte
v Q
v
ce

Fonte Chaveada

Vcc

v sw i sw + − + + controle V o − Vo, ref −
v
sw
i
sw
+
+
+
controle
V
o
Vo, ref

R L

  • I Q

i

e Ponto de operacao ~ ´ v Q v ce Satura¸c˜ao
e
Ponto de operacao ~
´
v Q
v
ce
Satura¸c˜ao

Fonte chaveada

Vcc

v sw i sw + − + + controle V o − Vo, ref −
v
sw
i
sw
+
+
+
controle
V
o
Vo, ref

R L

(a)

v o V o
v
o
V
o
ton toff T = (1/f ) s s
ton
toff
T = (1/f
)
s
s

t

V (oi)h

0 1 2 3 ordem do harmonico ^ (f / f ) s
0
1
2
3
ordem do harmonico ^ (f / f )
s

(b)

(c)

Figura 31:

(a) Exemplo de fonte CC chaveada; (b) forma de onda da tens˜ao de sa´ıda (c)

espectro harmˆonico da tens˜ao de sa´ıda.

Fonte chaveada V cc v sw i sw + − + + controle V o −

Chave Ideal

i + v − Figura 32: Chave Ideal.
i
+
v
Figura 32:
Chave Ideal.

Chave aberta

i(t) = 0

p(t) = v(t) × i(t) = 0

Chave Ideal i + v − Figura 32: Chave Ideal. Chave aberta i ( t )
Chave Ideal i + v − Figura 32: Chave Ideal.
Chave Ideal
i
+
v
Figura 32:
Chave Ideal.

Chave fechada

v(t) = 0

p(t) = v(t) × i(t) = 0

Chave Ideal i + v − Figura 32: Chave Ideal. Chave fechada v ( t )

Chave Ideal

Chave aberta

+

v

Figura 32:

i
i

i(t) = 0

p(t) = v(t) × i(t) = 0

Chave fechada

v(t) = 0

Chave Ideal.

p(t) = v(t) × i(t) = 0

Chave ideal n˜ao dissipa potˆencia!

Chave Ideal Chave aberta + v − Figura 32: i i ( t ) = 0

A tens˜ao CC m´edia na carga pode ser calculada por:

 
  • 1 T S T S

0

 

T 1 S t on

0

   

T S

  • 0 dt = T t S V CC

on

(6)

V o =

v o dt =

v o dt +

  • 1 T S

t

on

No exemplo da Figura 31 para obter 3 V

nos terminais da carga

deve-se ter:

 
 

t on = T S

3

(7)

A tens˜ao CC m´edia na carga pode ser calculada por: 1 T S T S 0

No caso ideal, assumindo V SW ,on = 0 V durante o per´ıodo que inter-

ruptor est´a fechado, isto ´e, t on = (1/3)T S :

 

 

   

I

L

=

V CC V SW ,on

R

L

=

9 0

R L

9

R L

P SW ,on = t on

T s

L = 0 W

9

R

(8)

E ainda, considerando R SW ,o = durante o per´ıodo que interruptor

est´a aberto, ou seja, t o = (2/3)T S :

 

 

    

I

L

=

V

CC

=

R L + R SW ,off

9

= 0 A

P SW ,off

= t off R SW ,off I

T s

2

L

=

2

3

T s

T s

R SW ,o (0 A) 2 = 0 W

(9)
(9)

Neste caso, as potˆencias fornecida pela fonte e dissipadas no interruptor

e na resistˆencia R L s˜ao:

 

 

 

      

            

P fonte =

1

3 T s

T s

2

t on

T s

V fonte I fonte = t on

T s

2

V

CC

R L

=

9

R L

V CC t on

T s

I L

=

P SW = P SW ,on + P SW ,off = 0 W

P R L

=

2

V

o

R L

=

t on

T s

V CC 2

R L

=

1 2 (9) 2

3

R L

=

9

R L

(10)

Neste caso, as potˆencias fornecida pela fonte e dissipadas no interruptor e na resistˆencia R s˜ao:

Exemplo real

  • 1 Considere o MOSFET IRF640 de canal N. Esse dispositivo uma tens˜ao m´axima entre os terminais de dreno (D) e fonte (S) de V DS max´

= 200 V

e pode conduzir uma corrente de dreno m´axima de I D = 18 A.

Sem a utiliza¸c˜ao de dissipadores e considerando a opera¸c˜ao desse dispo-

sitivo semicondutor na regi˜ao ativa, este MOSFET n˜ao pode processar

mais que 2,0 W de potˆencia.

Figura 33:

TO-220AB

S D G
S
D
G

G

D

Exemplo real 1 Considere o MOSFET IRF640 de canal N. Esse dispositivo uma tens˜ao m´axima entre

S

N-Channel MOSFET

Fotografia e s´ımbolo do MOSFET IRF640.

Exemplo real 1 Considere o MOSFET IRF640 de canal N. Esse dispositivo uma tens˜ao m´axima entre

Exemplo real

  • 1 Considere o MOSFET IRF640 de canal N. Esse dispositivo uma tens˜ao m´axima entre os terminais de dreno (D) e fonte (S) de V DS max´

= 200 V

e pode conduzir uma corrente de dreno m´axima de I D = 18 A.

Sem a utiliza¸c˜ao de dissipadores e considerando a opera¸c˜ao desse dispo-

sitivo semicondutor na regi˜ao ativa, este MOSFET n˜ao pode processar

mais que 2,0 W de potˆencia.

Por´em, em circuitos chaveados esse dispositivo pode processar at´e 18 A

de corrente de dreno, ou seja, 18 A × 200 V = 3,6 kW de potˆencia

processada.

Figura 33:

TO-220AB

S D G
S
D
G

G

D

Exemplo real 1 Considere o MOSFET IRF640 de canal N. Esse dispositivo uma tens˜ao m´axima entre

S

N-Channel MOSFET

Fotografia e s´ımbolo do MOSFET IRF640.

Exemplo real 1 Considere o MOSFET IRF640 de canal N. Esse dispositivo uma tens˜ao m´axima entre