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ÁREA DE INTEGRAÇÃO

Construção do Social
A Mente e o Significado

Jorge Barbosa, 2010


Construção  do  Social  
A  Construção  do  Social  

Porque ocupa cada Homem posições sociais diferentes?


As sociedades organizam-se todas do mesmo modo?
Conseguirá o Homem viver sem hierarquização?
A  Construção  do  Social  

Indivíduo  

Sujeito  
Cultura   Histórico  

Sociedade   Comunidade  
A  Construção  do  Social  

CONCEITOS   DEFINIÇÕES  
Refere-­‐se  a  cada  ser  humano.  
Apresenta:    
1.  uma  dimensão  biológica,  designando  o  ser  vivo  caracterizado  pela  
Indivíduo   sua  unidade  orgânica  e  pela  sua  realidade  única,  singular  e  
irrepeHvel,  e  
2.  Uma  dimensão  sociológica,  designando  o  ser  humano  disKnto  de  
todos  os  outros,  em  contraposição  a  um  grupo  ou  sociedade.  
É  o  agente  de  acção  social  significaKvo  para  o  estudo  da  História.    
Podem  sê-­‐lo  todos  os  que,  em  contextos  históricos,  exprimem  as  suas  
especificidades  e  caracterísKcas,  são  líderes  de  lutas  para  
Sujeito  Histórico  
transformações  (ou  permanências))  de  situações  mais  amplas  ou  de  
situações  quoKdianas,  que  actuam  em  grupo  ou  sós,  e  que  produzem  
para  si  ou  para  uma  colecKvidade  
A  Construção  do  Social  

CONCEITOS   DEFINIÇÕES  
Refere-­‐se  a  a  grupos  de  seres  humanos  que  parKlham  as  mesmas  
crenças,  bens  e  ideias  e  que  têm  em  comum:  
1.  Um  mesmo  passado  
Comunidade   2.  Um  mesmo  presente  
3.  Uma  mesma  expectaKva  de  futuro.  
A  consKtuição  das  primeiras  comunidades  está  relacionada  com  a  
acKvidade  da  caça.  
É  um  sistema  de  inter-­‐relações  que  envolve  indivíduos  em  relações  
sociais  estruturadas  (comunidades),  segundo  interesses  comuns,  
segundo  uma  cultura.  
Sociedade  
Para  o  aparecimento  das  primeiras  sociedades,  contribuiu  o  
desenvolvimento  da  agricultura,  da  pastorícia  (economia  produtora),  e  
a  sedentarização.  
A  Construção  do  Social  

CONCEITOS   DEFINIÇÕES  
Compreende:  
1.  O  modo  comum  de  produzir,  desde  a  agricultura  à  indústria  e  
tecnologias  da  informação  
2.  O  comportamento  comum  
3.  O  modo  comum  de:  
a)  Hierarquizar  necessidades  
b)  Hierarquizar  insKtuições  
Cultura  
c)  Hierarquizar  bens  
d)  Hierarquizar  normas  políKcas,  jurídicas,  morais  e  religiosas  

Corresponde  à  nossa  perspecKva  do  que  é  e  deve  ser  o  mundo  e  a  


vida.  
A  Construção  do  Social  

Como dizia Aristóteles, “o Homem é um animal cívico, um animal


político”.

1.  Somos  animais  sociáveis,  mas  não  insDnDvos  


e  automaDcamente  sociais  como,  por  
exemplo,  as  formigas;  
2.  Inventamos  formas  de  sociedade  diversas  
3.  Transformamos  a  sociedade  em  que  
nascemos  e  em  que  nasceram  os  nossos  
pais.  
4.  Não  só  repeDmos  os  gestos  dos  demais  e  
obedecemos  às  normas  do  nosso  grupo  
(como  faz  qualquer  animal  que  se  preze),  
como,  sendo  caso  disso,  desobedecemos,  
revoltamo-­‐nos,  violamos  as  roDnas  e  as  
normas  estabelecidas.  
A  Construção  do  Social  

Como dizia Aristóteles, “o Homem é um animal cívico, um animal


político”.

5.  Mas  não  desobedecemos  por  não  querermos  


obedecer,  mas  
a)  Porque  queremos  melhores  razões  para  
obedecer  do  que  as  que  nos  são  dadas;  
b)  Porque  queremos  chefes  (ou  ser  chefes),  
cujas  ordens  remetam  para  uma  
autoridade  digna  de  respeito.  
A  Construção  do  Social  

A hierarquização social reflecte:


1.  Valores
2.  Práticas, e
3.  Mentalidades
Que têm em conta:
•  O poder económico
•  O poder militar
•  O poder religioso
•  O género
•  A idade...
A  Construção  do  Social  

A estratificação social permite descrever:


1.  Os direitos,
2.  Os deveres, e
3.  Funções

De cada indivíduo ou grupo


na sociedade e época em
que vive.
A  Construção  do  Social  

A estratificação social reflecte, em geral, as desigualdades


sociais, típicas de uma determinada sociedade e época.
A  Construção  do  Social  
A  Construção  do  Social  

Na Antiga Grécia, berço da Democracia Ocidental, praticava-se o


esclavagismo. Só um sexto da população tinha direitos de
cidadania.

Na  Grécia  AnDga:  

1.  Os  escravos,  
2.  As  mulheres,  
3.  Os  estrangeiros  

Não  parKcipavam  nas  decisões  da  Cidade.  


Não  Knham  direitos  de  cidadania.  
Construção  do  Social  
OS  NÃO-­‐CIDADÃOS  NA  ANTIGA  GRÉCIA  
Também  chamados  “metecos”,  não  podiam:  
1.  Possuir  terras  
2.  ParKcipar  na  administração  da  cidade  
Os  Estrangeiros   Dedicavam-­‐se  sobretudo  ao  comércio  e  ao  
artesanato.  
Apesar  de  não  terem  direitos  de  cidadania,  Knham  a  
obrigação  de  pagar  impostos.  
Viviam  na  dependência  do  homem  (primeiro  do  pai  
e,  depois  de  casadas,  do  marido).  
As  Mulheres  
Dedicavam-­‐se  às  lides  domésKcas  e  à  educação  dos  
filhos.  
Sem  liberdade  nem  direitos  políKcos,  executavam,  
além  de  serviços  domésKcos,  a  maioria  dos  
Os  Escravos   trabalhos  pesados.  
Em  Atenas,  eram  protegidos  por  leis  contra  os  
maus-­‐tratos.  
A  Construção  do  Social  

Para Aristóteles, sendo o Homem um ser político e social, é-lhe


natural viver e organizar-se em sociedade.
Para Aristóteles, também a hierarquização homem/mulher ou
senhor/escravo era natural.

Segundo  Aristóteles,  os  seres  humanos  não  são  


naturalmente  iguais,  e  essa  diferença  deve  ser  
preservada.  

Para  ele,  quem  não  é  igual  não  pode  ser  tratado  


de  modo  igual.  
A  Construção  do  Social  

Actualmente, existem ainda, sobretudo na Índia, práticas de


segregação de pessoas em função de crenças na desigualdade
natural entre elas.
É o caso das castas hindus, fundamentadas em crenças
religiosas.

A  ConsDtuição  da  Índia  não  aprova  a  


discriminação  em  função  das  castas,  mas  essa  
práDca  mantém-­‐se  na  Índia  mais  tradicional.  
Os  Párias  –  Os  Intocáveis  
Reportagem  
Exercícios  
Não  se  esqueça  de  fazer  os  
exercícios  no  “moodle”  

Jorge  Barbosa,  2010