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As Grandes Civilizações e a Origem da Humanidade Um estudo particular Fevereiro/2014 mmKnight As Grandes Civilizações

As Grandes Civilizações e a Origem da Humanidade Um estudo particular

As Grandes Civilizações e a Origem da Humanidade Um estudo particular Fevereiro/2014 mmKnight As Grandes Civilizações

Fevereiro/2014

mmKnight

As Grandes Civilizações e a Origem da Humanidade Página 1 de 44

Agradecimentos A.’.G.’.D.’.G.’.A.’.D.’.U.’ . Que me deu forças e clareou minhas memórias para que pudesse desenvolver este

Agradecimentos

A.’.G.’.D.’.G.’.A.’.D.’.U.’. Que me deu forças e clareou minhas memórias para que pudesse desenvolver este trabalho, dentro das minhas forças e do melhor de mim.

Aos meus pais

Que além do meu carinho e amor tem a minha eterna

gratidão por me conduzirem dentro dos princípios que eu acredito e sigo com fé.

Aos meus filhos Thiago e Fernando

Por me darem a permissão e a alegria de poder ser vosso pai, com companheirismo, liberdade e com todo amor do

meu coração.

Aos meus QQ.’.AA.’.IIr.’.

Que a cada dia inspiram-me a conhecer mais e trabalhar

sempre pelos bons princípios que os mistérios de nossa

amada Ord.‘. nos conduz.

Aos meus caríssimos amigos e amigas

Que me dão todas as alegrias de tê-los com suas

personalidades diversas e assim, poder senti-los com parte de um todo, que me completam a cada dia.

A quem ler, estes meus escritos, deixo-vos o meu forte e sincero T.‘.F.‘.A.‘. e a quem não ler, meu muito obrigado por tê-lo consigo, pois a oportunidade não lhe faltará.

mm Knight

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As Grandes Civilizações e a Origem da Humanidade Um estudo particular Conceituação e particularidades que envolvem

As Grandes Civilizações e a Origem da Humanidade

Um estudo particular

Conceituação e particularidades que envolvem as relações com antigas

civilizações e outras entidades que foram classificadas como deuses

Resumo

antigos

mm Knight

As relações entre as civilizações e as origens da humanidade tem sido objeto de estudo durante séculos e nas ultimas décadas tem ganhado forma substancial onde o tema, por mais intrigante que seja, apresenta um interessantíssimo e inexplicável mistério. Entretanto, os antigos desenvolveram artefatos, que praticamente não tinham a mesma

tecnologia de hoje, mas tão avançados que nossa arrogante presunção contemporânea

não consegue simplesmente aceitar tal condição: a da intervenção de uma inteligência superior não identifica, ou sequer definida. Este trabalho tem por objetivo entender quais os fundamentos com essas interligações e conexões que nossa tecnologia atual não consegue acompanhar com o raciocínio que o mundo antigo tinha como seus parâmetros para suas estruturas sociais e religiosas e distinguir cada elemento que completa essa maravilhosa e intrigante lacuna que faz parte da grande e fascinante história da humanidade.

Abstract

The relations between civilizations and the origins of mankind has been studied for centuries, and in recent decades has gained substantially where the theme, which is more intriguing, presents an interesting and inexplicable mystery. However, old developed artifacts, which had virtually no the same technology today, but so advanced that our contemporary arrogant presumption can not simply accept such a condition: the intervention of a superior intelligence has not identified or even defined. This study aims to understand the grounds on which these linkages and connections that our current technology can not keep up with the reasoning that the ancient world had as its parameters to their social and religious structures and distinguish each element that completes this wonderful and intriguing gap is part of a large and fascinating history of mankind.

São Bernardo do Campo SP, fevereiro de 2014

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Introdução Diante de um tema tão extenso e muitas vezes não tanto difundido, talvez pela complexidade

Introdução

Diante de um tema tão extenso e muitas vezes não tanto difundido, talvez pela complexidade das informações e ou mesmo até pelas questões religiosas, resolvi desenvolver este trabalho sem entretanto abordar as diversas polêmicas que este assunto agrega por sua própria natureza.

Comecei pelo básico, tentando expor de forma ordenada, a concepção primordial do que hoje chamamos de universo conhecido, tendo em vista que, a própria física quântica, apresenta formalmente outras teorias com complexidade maiores quanto à sua percepção e estão em plena atividade no mundo cientifico, tais como a Teoria do Universo Paraleloou ainda a “Teoria dos Multiversos.

Não vou entrar nesta questão mais aprofundada, mas aqui, entretanto, por ser um trabalho simples e de cunho pessoal, estarei apenas abordando as origens do que

conhecemos e assim onde estamos locados no espaço conhecido e essa abordagem tem

um significado perante este trabalho: Estamos em um planeta, que por sua vez participa de um sistema de planetas com uma estrela sendo sua maior fonte de energia e que mantém a vida em uma zona confortável para prosperar organismos de qualquer espécie, dentro das condições que hoje conhecemos como ideias: a presença de água.

Em sequencia logica, depois de citar a formação do universo, menciono a Constelação

de Órion, por ter relações diretas com antigas civilizações .

Tenho assim que mencionar, o Egito antigo e suas grandes atuações para a humanidade, as referências bíblicas e consigui chegar até ao principal objetivo deste trabalho:

Questionar as origens da humanidade, baseados em fatos e menções comumente aceitas ou até questionadas pelas comunidades cientificas e religiosas do planeta como um

todo.

Nas questiono jamais as fundamentações e crenças religiosas, mas apresento indícios que até mesmo as religiões colaboraram para que tais manifestações de dúvidas surgissem entre as mentes que pensam e buscam respostas impossíveis para questões altamente intrigantes, quanto à nossa origem, e atém quem sabe, talvez o nosso destino.

Assim, os primeiros dois capítulos deste trabalho, apresento uma conotação bem direta quanto as pesquisas cientificas e suas informações disponíveis e amplamente divulgadas, e os demais capítulos, apresento uma abordagem mais informal porém não tanto descomplicada em relação às indagações que este trabalho tem por objeto

Importante: Não se trata de um trabalho cientifico e longe de mim ter esse objetivo

e sim, um esforço pessoal meu apenas e tão somente, que produzi, comentei e apresentei opiniões pessoais minhas e aqui compartilho a quem houver interesse.

mmKnight

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Capitulo I – A origem do universo Seção I – Considerações gerais A origem da humanidade

Capitulo I A origem do universo Seção I Considerações gerais

A origem da humanidade sempre causou curiosidade tanto científica quanto religiosa, em busca do conhecimento das coisas, fatos e eventos que catalizaram no surgimento da raça humana ou das civilizações as que temos conhecimento de sua existência e suas características principais. Tudo que existe hoje no planeta que habitamos tem suas mais variadas formas de concepção e formação e coexistência, seja orgânico ou não .

Entretanto, até aos dias atuais, existe e perdura a mais questionável de todas as dúvidas

e que durante bilhões de anos tem transformado o aspecto que nosso planeta tem seu

lugar definido: O universo que conhecemos e assim sempre teremos sua principal indagação: qual sua origem.

  • 1. A origem científica

Os eventos que causaram a origem do universo, sua formação e constituição do que

assim o conhecemos na forma que é hoje tenham sido objetos de admiração,

veneração e pesquisa quanto suas origens, natureza, comportamento e composição, em quase todas as grandes civilizações, sejam ocidentais ou orientais e na maioria das culturas encontra-se evidenciado o que classifico com um tratado não intencional que os povos antigos firmaram entre as estrela na busca do seu entendimento.

Importante mencionar que tais civilizações, mesmo sem um contato entre povos e

culturas, tiveram sua própria cosmologia do modo que lhes foram conceitualmente aceitos e assim a questão da origem humana prevalece. Com as bênçãos dos deuses e desmitificado pela ciência atual.

Hoje, podemos observar a abóboda celeste de forma mais crítica e com mais

elementos que identifiquem seus corpos celestes, mas esta situação de pleno

discernimento é recente em relação às antigas civilizações e culturas.

Mas a história da cosmologia (a estrutura do universo) e da cosmogonia (a origem do universo) não começou e tão pouco estacionou neste patamar.

  • 2. A origem Bíblica Temos a referencia que vem do Antigo Testamento Judaico-Cristão, que define com a Terra era posicionada em relação ao universo junto ao firmamento. O livro do Gênesis narra, também, que o universo teve um começo:

"No princípio

Deus criou

os céus

e

a

Terra.

A

Terra,

porém, estava informe e vazia; as trevas cobriam o abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. Deus disse: 'Faça-se a luz'. E a luz foi feita. Deus viu que a luz era boa, e separou a luz das trevas. Deus chamou à luz DIA, e às trevas NOITE. Houve uma tarde e uma manhã: foi o primeiro dia".

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Figura 1: Representação Bíblica da Terra Seção II - A Teoria do Universo em Expansão e
Figura 1: Representação Bíblica da Terra Seção II - A Teoria do Universo em Expansão e

Figura 1: Representação Bíblica da Terra

Seção II - A Teoria do Universo em Expansão e Teoria do Big Bang

O astrônomo americano Edwin Hubble realizou estudos para definir qual a taxa de aproximação e distanciamento entre nós e uma galáxia onde definiu-se que quanto mais distante estiver a galáxia, maior será a sua velocidade de afastamento. Eis a Lei de Hubble.

Figura 1: Representação Bíblica da Terra Seção II - A Teoria do Universo em Expansão e

Figura 2: Lei de Huble

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Assim, Hubble concretizou a ― Teoria do Universo em Expansão ” e por estar em expansão

Assim, Hubble concretizou a Teoria do Universo em Expansãoe por estar em expansão presume-se que houve inicialmente uma explosão sem precedentes e imensuráveis surgindo, portanto a Teoria do Big Bang(ou da Grande Explosão), onde a Lei de Hubble é a confirmação deste evento. Existem considerações que tal evento ocorreu há aproximadamente 13,7 bilhões de anos.

A partir deste fato cientifico, o astrônomo George Gamow apontou a possibilidade de haver indícios do Big Bang ainda em forma detectável e em condições de colher informações sobre este evento e em pesquisas, foram localizadas radiações denominadas “radiações cósmicas de fundo” e ondas que vinham até as estações receptoras de todas as direções.

Foi confirmado assim a Teoria do Big Bang. Outras confirmações vieram posteriormente e entre elas dá-se o conceito de que o o Big Bang não aconteceu simplesmente e sim uma expansão interna do seu núcleo original que liberou imensa

quantidade de energia.

Seção III Aspecto Quantitativo

Após essa breve explicação, temos por pesquisas, uma ideia aproximada da quantidade de galáxias que provavelmente o universo pode conter e estima-se que o universo

contém 100 000 000 000 (cem bilhões) de galáxias e que cada galáxia tenha 100 bilhões

de estrelas, com vários tipos classificados quanto ao tamanho, composição, energia liberada, vida útil.

Assim, Hubble concretizou a ― Teoria do Universo em Expansão ” e por estar em expansão

Figura 3 Tipos de estrelas

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Nota: As estrelas se formam no interior de nuvens gigantes densas e muito frias compostas por

Nota: As estrelas se formam no interior de nuvens gigantes densas e muito frias compostas por gases (principalmente hidrogênio) e por poeira cósmica, e ainda existem dúvidas sobre o processo dessa formação.

Partindo-se do principio que cada galáxia contém 100 bilhões de estrelas, podemos considerar que em suas órbitas existem planetas cuja quantidade pode variar de acordo

com o processo evolutivo de cada sistema planetário. E se existem planetas, podemos

também considerar que dentre suas órbitas podem existir uma ou mais órbitas que

possam abrigar formas de vida, desde as unicelulares até aos organismos mais complexos. Importante ressaltar que a forma de vida que mais comumente é aceita e de modo que conhecemos são as que dependem de água para sua subsistência. Considere que á molécula básica da água é composta por elementos que tem em relativa abundância no universo, um deles é o hidrogênio em maior quantidade e formador até

das estrelas, e o segundo é o oxigênio.

Mesmo assim, para quem acredita que esta explicação é ampla, pelo contrário, é muito restrita, pois a agua abriga organismo que aceitamos e conhecemos, mas não conhecemos outras formas de vida que possamos contestar o corroborar com suas existências.

Lógica: se existem em cada galáxia, 100 bilhões de estrelas e assim, formam seu respectivo sistema de planetas, e cada uma dessas estrelas, tenha um planeta localizado em órbita habitável, não necessariamente nas formas de vida que a conhecemos, então são 100 bilhões de planetas, no mínimo com vida, teoricamente. E não é

correto portanto, presumir que apenas a Terra tem vida

inteligente.

Seção IV A Constelação de Orion

Faço uma referência especial à Constelação de Órion, pois a mesma sempre foi o objeto principal das especulações e buscas das antigas e mais remotas questões já enfrentadas pela humanidade no que se refere aos conceitos de origem da raça humana, onde sua maior e mais conhecida referência para a cultura da humanidade está na construção das “Pirâmides de Gizé”, cuja formação está alinhada diretamente com o chamada “Cinturão de Órion”. E assim considerei que região cósmica deste objeto inicial é uma das mais fascinantes que que se tem conhecimentos para o estudo de formação de

estrelas no ponto de vista científico/cosmológico e contem uma enorme variedade de pequenas nebulosas em sua formação.

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1. A Mitologia de Órion Na mitologia grega, Órion era um “ gigante ” caçador, filho
  • 1. A Mitologia de Órion

Na mitologia grega, Órion era um gigantecaçador, filho de Netuno e favorito de

Diana, com quem quase se casou. O irmão de Diana, Apolo, por sua vez, se aborrecia com tal aproximação entre os dois, chegando a censurar diversas vezes sem nunca obter resultado. Certo dia Apolo teve a oportunidade de se ver livre de

seus aborrecimentos: percebendo que Órion ―caminhava‖ pelo mar apenas com a

cabeça fora d‘água desafiou sua irmã, outra exímia caçadora, a acertar o alvo que distante se movia. Impecável em sua pontaria ela atingiu em cheio seu amado, cujo corpo já moribundo foi conduzido à praia pelas ondas do mar. Percebendo a

fatalidade que havia cometido, Diana, em meio às lágrimas, colocou Órion entre as

estrelas: o gigante trajado com um cinto, uma pele de leão, armado de uma espada e de sua clava, acompanhado por Sírius, seu cão e com as Plêiades fugindo do caçador.

Nota:

Quando

mencionei

“gigante”

não

foi

aleatoriamente. Por enquanto, vou restringir a este fato que terá conexão futura com o que vou mencionar sobre os “Annunaki”.

  • 2. A Composição da Constelação de Órion

A Constelação de Órion formada por Alfa de Órion (Betelgeuse), , representa o ombro direito de Órion, temos em seguida Gama de Órion (Bellatrix) como o ombro

esquerdo, Kapa de Órion (Saiph) é o joelho. A última estrela do trapézio é

justamente a que está oposta a Betelgeuse, a Beta de Órion (Rigel), uma estrela que

também se destaca, representando o pé direito de Órion.

Possui três estrelas que forma o cinturão de Órion e são facilmente identificáveis no céu pelo brilho e por estarem alinhadas, conhos nomes são: Mintaka, Alnilan e

Alnitaka

1. A Mitologia de Órion Na mitologia grega, Órion era um “ gigante ” caçador, filho

Figura 4 A Constelação de Orion

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Também fazem parte do complexo de Órion: M42 ou a Grande nebulosa - Este ninho de

Também fazem parte do complexo de Órion:

M42 ou a Grande nebulosa - Este ninho de estrelas é considerado como uma das mais belas panorâmicas celestes que se podem contemplar. Também é conhecida como nebulosa de Orion e pode observar-se a olho nú. M43 - É uma pequena parcela de nebulosidade a norte do corpo principal da grande nebulosa. É a parte mais brilhante de uma núvem de gás que cobre a constelação de Orion; IC 434 ou Nebulosa Cabeça de cavalo - Também é conhecida como Barnard 33, e trata-se de uma nebulosa escura, contra um fundo brumoso e difuso. É difícil de observar; NGC 2169 - É um pequeno grupo, brilhante e aberto, de cerca de trinta estrelas.

Importante: Recentemente, foram descobertos novos objetos na

Constelação de Órion que são novas formações de estrelas entre

as protoestrelas já encontradas até agora, o que ajuda os astrônomos a aproximarem-se mais do momento em que uma estrela começa a se formar.

Recentemente, foi descoberto, por um equipe de astrônomos a existência de estrelas velozes posicionadas próximas à ―espada de Orion‖ e registrou-se a existência de um buraco negro com massa 200 vezes maior que a massa do Sol, resultante da implosão de uma supernova.

Conhecida cientificamente como Nebulosa M42 ou NGC 1976, É uma das nebulosas mais brilhantes, e pode ser observada a simples vista sobre o céu noturno. Fica a aproximadamente 1.270 anos-luz da Terra, e possui um diâmetro

aproximado de 24 anos-luz.

  • 3. Distâncias entre a Terra e Órion Para entender bem o que vou mencionar aqui, precisa-se compreender o que é ano-luz:

Ano-luz é uma unidade de comprimento utilizada em astronomia e corresponde à distância percorrida pela

luz em um ano, no vácuo

Em inglês, costuma-se abreviá-

.. lo por "ly", ou "light-year". Corretamente explicando, ano-luz é uma medida de comprimento, com valor aproximado de 10 trilhões de quilômetros conforme a definição da União Astronômica Internacional (UAI).

Nota:

A

luz

desloca-se

a

uma

velocidade

de

aproximadamente 300 mil quilômetros por segundo e nada viaja mais rápido do que ela.

Em resumo: é o espaço percorrido pela luz em um ano.

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Para se calcular o valor de 1 ano-luz em quilômetros é necessário saber que a velocidade

Para se calcular o valor de 1 ano-luz em quilômetros é necessário saber que a velocidade da luz no vácuo é de 299 792 458 metros por segundo (m/s) e que o tempo utilizado na definição é o chamado Ano Gregoriano Médio com 365,2425 dias. Assim temos que o ano-luz vale 9 460 536 207 068 016 metros; ou também 63.241,07710 UA(unidade astronômica).

A medida ‗‘Ano-luz‘‘ geralmente é usada para mensurar distâncias de estrelas e outras distâncias na escala intergaláctica, especialmente nas publicações populares ou não especializadas na área de ciência.

A nebulosa de Orion, uma região de formação estelar visivel a olho nu como uma pequena nebulosidade acima das chamadas popularmente de Três Marias(Mintaka, Alnilan e Alnitaka), na constelação de Orion, está a 1.500 anos-luz da Terra. Portanto, nós vemos a nebulosa de Orion como ela era há 1500 anos. Qualquer evento que tenha acontecido nebulosa de Órion daquela época para cá não pode ser observado por ninguém, pois a luz desses eventos não pode ainda nos alcançar.

Capitulo II O Genoma Humano Seção I - O conceito Geral do Projeto Genoma Humano

Abordei aqui o tema Genoma Humano para poder melhor exemplificar em outros capítulos deste trabalho, o que as diversas teorias justificam para a formação da espécie

humana e quais as fundamentações que houveram para que fossem geradas teorias

diversas sobre este assunto.

  • 1. O histórico Iniciado formalmente em 1990, O Projeto Genoma Humano (PGH) foi coordenado por 13 anos pelo Departamento de Energia do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos. O projeto originalmente foi planejado para ser

completado em 15 anos, mas o desenvolvimento da tecnologia acelerou seu final para 2003, once o conceito maior da sua aplicação seria identificar todos os genes responsáveis por nossas características normais e patológicas.

  • 2. As principais abordagens do PGH Os resultados a longo prazo certamente irão revolucionar a medicina, principalmente na área de prevenção. Será possível analisar milhares de genes ao mesmo tempo e as pessoas poderão saber se têm predisposição aumentada para certas doenças, como diabete, câncer, hipertensão ou doença de Alzheimer, e tratar-se antes do aparecimento dos sintomas. As vacinas de DNA poderão eliminar doenças como a tuberculose ou a Aids. Os remédios serão receitados de acordo com o perfil genético de cada um, evitando-se assim os efeitos colaterais.

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Paralelamente a esses avanços, inúmeras questões éticas já estão sendo discutidas e outras irão surgir. Mas,

Paralelamente a esses avanços, inúmeras questões éticas já estão sendo discutidas e outras irão surgir. Mas, por enquanto, as implicações éticas, legais e sociais dos conhecimentos gerados pelo PGH em relação às características normais e patológicas e sua integração na clínica médica têm sido discutidas no ambiente acadêmico. Na prática, entretanto, já estão sendo desenvolvidos testes genéticos para a escolha do sexo de futuros bebês e bancos de DNA da população.

Paralelamente a esses avanços, inúmeras questões éticas já estão sendo discutidas e outras irão surgir. Mas,

Figura 5 Cromossomo Humano

  • 3. As principais metas do Projeto Genoma Humano

i.

identificar todos os genes humanos;

ii. determinar a sequência dos cerca de 3,2 bilhões de pares de bases

 

que compõem o genoma do Homo sapiens;

iii.

armazenar a informação em bancos de dados;

iv.

desenvolver ferramentas de análise dos dados,

v.

transferir a tecnologia relacionada ao Projeto para o setor privado;

vi. colocar em discussão os problemas éticos, legais e sociais que pudessem surgir com o Projeto.

Essa primeira visão do genoma humano produziu uma enorme quantidade de informação e mostrou algumas surpresas. Muito ainda permanece para ser entendido nesse mar de informação, como concluído pelos cientistas envolvidos nesses estudos

―..quanto

mais aprendemos sobre o genoma humano, mais há para ser explorado.‖ A

seguir, alguns resultados obtidos na primeira publicação da sequência:

o genoma humano contem 3,2 bilhões de nucleotídeos

a função de cerca de 50% dos genes descobertos é desconhecida

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 a sequência do genoma humano é 99,9% exatamente a mesma em todas as pessoas; Importante:

a sequência do genoma humano é 99,9% exatamente a mesma em todas as pessoas;

Importante: Algumas sequências gênicas específicas foram associadas com numerosas doenças e disfunções, incluindo câncer de mama, doenças musculares, surdez e cegueira.

  • 4. Objetivos específicos

O principal objetivo do Projeto Genoma Humano:

Identificar todas as sequências do DNA para todos os genes humanos.

Outros objetivos importantes incluíam o

sequênciamento de genomas de organismos modelos para auxiliar a

interpretar a sequência do DNA humano,

melhorar a capacidade computacional para dar suporte a futuras pesquisas de

aplicação comercial, explorar o funcionamento dos genes por meio de comparações entre

camundongo e humanos, estudar a variabilidade humana, e treinar cientistas para trabalhar com genômica.

Programas que identificam e estudam essas implicações tem sido parte integrante do Projeto Genoma Humano e tem se tornado um modelo para programas de bioética em todo o mundo.

5. Particularidades sobre o Projeto Genoma

O Projeto Genoma Humano: um legado permanente Em junho de 2000, com muita pompa e excitamento, os cientistas anunciaram o término do primeiro rascunho do genoma humano. As primeiras análises dos detalhes foram publicados em fevereiro

de 2001 nas revistas Science e Nature. As sequências de ótima qualidade foram completadas em abril de 2003, marcando o final do Projeto Genoma Humano 2 anos antes do prazo inicialmente estipulado. A data coincidiu com o aniversário de

50 anos da publicação da estrutura do DNA por Watson e Crick que deu início a

era da biologia molecular.

Disponível para os cientistas de todo o mundo, as sequências do genoma humano constituem uma magnífica fonte de informação biológica que servirá de base para a

pesquisa e descoberta de uma miríade de aplicações práticas. A sequência por si só

já está tendo impacto para a descoberta de genes associados a doenças. Centenas de outros Projetos Genoma de micróbios, plantas e animais tem sido completados com o Projeto Genoma Humano, e esses dados agora disponíveis permite comparações detalhadas entre os organismos, incluindo os seres humanos.

Muitos outros projetos genoma estão em desenvolvimento ou planejados por causa

do valor da sequência de DNA, da tremenda capacidade de sequênciamento

atualmente disponível, e da melhora continuada da tecnologia. Os projetos de

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seqüenciamento de muitos microorganismos, bem como do chimpanzé, porco, ovelha, gato doméstico, estão sendo ou já

seqüenciamento de muitos microorganismos, bem como do chimpanzé, porco, ovelha, gato doméstico, estão sendo ou já foram completados.

Além do sequênciamento, áreas de pesquisas têm como foco a identificação de importantes elementos na sequência de DNA responsáveis pela regulação celular e que fornecem a base para a variabilidade humana. Talvez o desafio mais atemorizante seja começar a compreender como as partes da célula genes, proteínas, e muitas outras moléculas trabalham juntas para criar organismos vivos complexos. Estudos futuros desse tesouro de dados fornecerão uma

compreensão mais profunda do processo molecular que define a vida e terá um

enorme impacto no modo como nós nos vemos como fazendo parte dele.

O DNA está na base de quase todos os aspectos da saúde humana, tanto no estado saudável como no caso de doenças e disfunções. A obtenção de um quadro detalhado de como os genes e outras sequências de DNA trabalham juntos e

interagem com fatores ambientais levarão a descoberta de vias envolvidas nos

processos normais e na patogênese das doenças. Tais conhecimentos terão um profundo impacto no modo como as doenças são diagnosticadas, tratadas e prevenidas e trarão mudanças revolucionárias na prática clínica e na saúde pública. Alguns desses desenvolvimentos transformadores são descritos a seguir.

seqüenciamento de muitos microorganismos, bem como do chimpanzé, porco, ovelha, gato doméstico, estão sendo ou já

Figura 6 - Cromossomo

  • 6. O Projeto Genoma e as Origens da Humanidade

O profº Chang é apenas um dos muitos cientistas que acreditam ter descoberto as origens extraterrestres da Humanidade. Chang explica que o DNA é um programa

que consiste em duas “versões” (ou de dois conjuntos de informações): um

códigomaster e um código básico. O código master possivelmente não tem origem terrena. Os genes conhecidos, por si mesmos, não explicam completamente a evolução. Mais cedo ou mais tarde, a humanidade deverá ser informada de que

toda a vida na Terra tem um código genético herdado (ou “plantado” por ) de seus “primos” extraterrestres e que a evolução não ocorreu do jeito que se acreditava até então. Além do material genético, é também possível que os extraterrestre estejam aqui mesmo, acompanhando de perto o desenvolvimento da raça humana e disseminando mais intensamente suas “sementes estelares” (star-seeds). Estes seres, “infiltrados”, que estão sendo chamados de star-people ou star-children, são descritos pelos escritores Brad e Francie Steiger como indivíduos cujas almas

deveriam ou poderiam estar encarnadas em mundos de outros sistemas solares, mas

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que vieram à Terra, nascendo em famílias humanas, para empregar seus esforços em auxiliar no processo

que vieram à Terra, nascendo em famílias humanas, para empregar seus esforços em auxiliar no processo de evolução da Humanidade. Pessoas que alegam ter contactado estes seres, consideram-nos benevolentes ou “do bem”. Entre os “contactados” alguns são conhecidos nos meios científicos: George Adamski,

Orfeo Angeluci, George Van Tassel, Howard Menger, Paul Villa, Billy meier, Alex

Collier. Freqüentemente, os encontros entre humanos e “infiltrados” são

comprovados por evidências físicas, como fotografias e filmes, além dos testemunhos.

que vieram à Terra, nascendo em famílias humanas, para empregar seus esforços em auxiliar no processo

Figura 7 Mapeamento de DNA

Capitulo III Confrontando a História Seção I - O Egito Antigo

  • 1. A correspondência Cronológica

A História do Egito corresponde a uma das mais longas histórias de um território do

mundo. Ao final do período paleolítico, o clima árido do Norte da África tornou-se cada vez mais quente e seco, forçando as populações da área a se concentrarem ao longo do Vale do Nilo, e desde caçadores e coletores nômades até os homens

modernos começaram a viver na região até o final do Pleistoceno Médio, cerca de

120 mil anos atrás, o Nilo tem sido a salvação do Egito.1 A planície fértil do Nilo,

deu aos homens a oportunidade de desenvolver uma economia agrícola sedentária e uma sociedade mais sofisticada e centralizada que se tornou um marco na história da civilização humana.

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Por volta de 5500 a.C., pequenas tribos que viviam no vale do Nilo haviam se desenvolvido

Por volta de 5500 a.C., pequenas tribos que viviam no vale do Nilo haviam se desenvolvido em uma série de culturas demonstrando o firme controle da agricultura e pecuária, e são identificáveis pela sua cerâmica e objetos pessoais, como pentes, pulseiras e colares. No Norte as culturas que mais se destacaram foram a cultura Faium A que começou a tecer e a cultura El-Omari, já que foi nela que surgiram os cemitérios. E no sul do Egito, a Badariana, era conhecida por sua cerâmica de alta qualidade, ferramentas de pedra e seu uso de cobre.

Por volta de 5500 a.C., pequenas tribos que viviam no vale do Nilo haviam se desenvolvido

Figura 8 O Antigo Egito

No século III a.C., o sacerdote Manetão agrupou uma linha do tempo dos faraós de

Menés aos do seu tempo em 30 dinastias, um sistema ainda em uso hoje.12 Ele

escolheu para começar a sua história oficial o rei chamado Meni (em grego, Menés)

que se acredita que foi o unificador dos reinos do Alto e Baixo Egito (c. de 3100 a.C.).13 A transição para um estado unificado realmente aconteceu de forma mais gradual do que os escritores egípcios nos querem fazer crer, e não há registro contemporâneo de Menés. Alguns estudiosos acreditam agora que, no entanto, que o

mítico faraó Menés pode realmente ter sido o faraó Narmer, que é retratado vestindo

trajes reais sobre a cerimonial Paleta de Narmer em um ato simbólico de unificação,14 ou então o faraó Hórus Aha.

Impressionante avanço na arquitetura, arte e tecnologia foram feitos durante o Império Antigo, alimentado pelo aumento da produtividade agrícola possível graças a uma administração central bem desenvolvida.19 Sob a direção do vizir, os impostos arrecadados pelos funcionários do Estado, coordenados projetos de irrigação para melhorar o rendimento da cultura, camponeses recrutados para trabalhar em projetos de construção, e o estabelecimento de um sistema de justiça

pode manter a ordem e a paz.20 Com o excedente dos recursos disponibilizados por uma economia produtiva e estável, o Estado foi capaz de patrocinar a construção de monumentos colossais e à excepcional comissão de obras de arte para as oficinas

reais.

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O Império Antigo é caracterizado por um crescente comércio com o Líbano, Palestina, Mesopotâmia e Punt,

O Império Antigo é caracterizado por um crescente comércio com o Líbano, Palestina, Mesopotâmia e Punt, assim como por expedições comerciais para exploração mineral nas minas do Sinai e Mar Vermelho (Deserto Oriental) e por campanhas militares contra núbios e líbios.21 Com suas campanhas militares e comerciais o Egito além de criam acampamentos estratégicos também adquiriu ouro, cobre, turquesa, madeira de cedro, mirra, malaquita e electrum.21 Sob Sahuré, com o crescente comércio, foi criada a primeira frota marítima egípcia.

  • 2. A tecnologia do antigo Egito

Em 3000 a.C, já se estabelecera a metalurgia, a tecelagem e a cerâmica, assim como o uso da roda em veículos de transporte (adaptado da roda do ceramista). A

agricultura, com suas técnicas de irrigação, domesticação de animais, preparação e preservação de alimentos, foi essencial para o surgimento de cidades. Além disso, a escrita surgiu em torno de 3500 a.C.

Tais desenvolvimentos técnicos implicam uma ciência? À medida que não envolvem uma teorização consciente, não. No entanto, tais desenvolvimentos certamente envolvem uma grande capacidade de observação e de aprendizado, que são essenciais na ciência.

De caráter eminentemente prático, as descobertas científicas dos egípcios

direcionavam-se para a Matemática e Geometria. Desenvolveram técnicas usadas

para demarcar as propriedades, além de medir áreas de triângulos, retângulos,

hexágonos e o volume de cilindros e pirâmides.

O Império Antigo é caracterizado por um crescente comércio com o Líbano, Palestina, Mesopotâmia e Punt,

Figura 9 - Hieróglifos

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A organização de um calendário foi necessária para determinar o início da cheia e das vazantes

A organização de um calendário foi necessária para determinar o início da cheia e das vazantes do rio Nilo. Pelo calendário egípcio, o ano era dividido em 365 dias e havia três estações: cheia, inverno e verão.

A ciência e tecnologia do Egito Antigo era muito avançada para a época. Tot, sob a forma de um íbis, inventou a astrologia e a matemática - o deus da sabedoria e da magia. Em relação a Tot, os egípcios se dedicavam somente às aplicações práticas da matemática, nunca a conceitos abstratos. O conhecimento foi dado pelos deuses para resolver os problemas do mundo real dos engenheiros, cobradores de impostos

e militares oficiais. Os deuses até influenciaram suas habilidades sofisticadas em

topografia e agricultura. Já que a constelação de Órion estava relacionada com Osíris (deus dos mortos), a orientação dos templos e pirâmides necessitavam de medições precisas. Tinha-se grande cuidado com as flores, frutas, verduras e legumes usados em rituais, como sustento dos mortos (tumbas) e em estética.

Muitos acreditavam que as árvores eram a casa de seres sobrenaturais ou deuses

muito amados , importantes e especiais.

A organização de um calendário foi necessária para determinar o início da cheia e das vazantes
  • 3. A grande pirâmide

Figura 10 Arte Egípicia

A Grande Pirâmide, na verdade, compõe um conjunto de construções que nomeiam as chamadas Pirâmides de Gizé. Sendo somente ela reconhecida como uma maravilha, foi uma obra encomendada pelo faraó Quéops, que pretendeu utilizar aquele grandioso projeto para abrigar o seu sarcófago e todas as outras preciosidades que deveria carregar em sua outra existência. Até a construção da torre Eiffel, no

século XIX, a pirâmide desse faraó deteve o posto de mais alta construção do

mundo.

As Grandes Civilizações e a Origem da Humanidade Página 18 de 44

Um dos mistérios ainda não completamente resolvidos sobre a pirâmide de Gizé diz respeito à sua

Um dos mistérios ainda não completamente resolvidos sobre a pirâmide de Gizé diz respeito à sua própria construção. Como os egípcios levantavam aqueles pesados blocos de pedra que, em média, pesavam cerca de três toneladas? Para responder essa questão, os cientistas trabalham com duas teorias. A primeira sugere que cada pedra era deslocada com o uso de embarcações ao longo do rio Nilo. Outra teoria cogita que os blocos tivessem sido construídos pelos próprios egípcios com o uso de um tipo de cimento.

Para que o encaixe das pedras fosse executado, acredita-se em três possibilidades

que explicam o manejo das pedras na construção. Uma primeira teoria diz que os

blocos eram arrastados por meio de uma rampa próxima à base da pirâmide. Outra explicação trabalha com a hipótese de que as paredes externas da pirâmide possuíssem rampas que levavam os blocos às partes mais altas. Recentemente, o arquiteto Jean-Paul Houdini cogitou que os blocos mais elevados tivessem sido carregados com rampas internas.

Um dos mistérios ainda não completamente resolvidos sobre a pirâmide de Gizé diz respeito à sua

Figura 11 A grande Pirâmide

O conhecimento sobre a estrutura interna da Grande Pirâmide ainda atordoa vários pesquisadores e egiptólogos fascinados pelo objeto. Até hoje, foram descobertas apenas três câmaras no interior da construção: a Câmara Real, que abrigava os restos do faraó; a Câmara Secreta; e a Câmara da Rainha. Para descobrir outros

compartimentos na pirâmide, os cientistas teriam que ser obrigados a utilizar

explosivos que poderiam comprometer a estrutura da mesma.

Entre outras peculiaridades, podemos ainda citar que a Grande Pirâmide de Gizé era originalmente toda revestida com pedra calcária polida. Esse acabamento deu um

―efeito visual‖ para a construção do faraó Quéops: a pirâmide brilhava quando

exposta ao sol. Infelizmente, boa parte do revestimento brilhante foi roubado há

mais de 600 anos. Além disso, os construtores criaram várias câmaras e corredores

inúteis para dificultar um possível saque dos bens do faraó.

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Para garantir que todos os caprichos do faraó fossem devidamente cumpridos durante a execução do projeto,

Para garantir que todos os caprichos do faraó fossem devidamente cumpridos durante a execução do projeto, existia um corpo de funcionários designado para cuidar dos recursos e trabalhadores ligados à tumba. Segundo alguns historiadores, o processo de construção da pirâmide não só reafirmava a supremacia político- religiosa do faraó, mas também servia para mobilizar diversos indivíduos que moravam em diferentes regiões do Egito.

Originalmente, a Grande Pirâmide foi coberta por pedras de revestimento que

formaram uma superfície externa lisa, o que se vê hoje é a estrutura central

subjacente.3 Algumas das pedras de revestimento ainda são visíveis, uma vez que a estrutura do objecto ainda pode ser visto em torno da base. Existem diversas diferentes teorias científicas e alternativas sobre técnicas da construção da Grande Pirâmide. As hipóteses mais aceitas são de construção baseada na idéia de que ela foi construída movendo enormes pedras de uma pedreira e arrastando e levantando-

os no lugar.4

Estima-se ter necessitado de uma força de trabalho de cerca de 100 mil pessoas ao longo de 20 anos, estes homens eram livres.

Entre as pirâmides, a de Quéops sobressai como uma das criações mais espetaculares e geniais da história da arquitetura. A pirâmide figurou na lista das

estruturas mais altas do mundo construídas pelo homem por mais de 3800 anos.

Assim como nas outras pirâmides, a de Quéops orienta os quatro pontos cardeais, limitando o Delta geometricamente com o prolongamento das duas diagonais e dividindo-o em duas iguais seguindo o eixo da pirâmide, ou seja: medindo a vara egípcia 0,525 metros, o lado da base da pirâmide tem 440 varas e a sua altura atinge

as 280 varas.

Estas consideráveis amplitudes têm dado lugar a especulações matemáticas bastante complexas, pois é reconhecido que terão relação com o posterior desenvolvimento das matemáticas Pitagóricas.

Por outro lado, a orientação da pirâmide permitia que os raios luminosos da estrela

Sírio, ao passar pelo meridiano, penetrassem na câmara existente no seu núcleo por meio de um conduto, no momento em que se anunciava o princípio do ano egípcio e o início das inundações do rio Nilo, como a luz da estrela Polar entrava pelos condutos do norte.

Este monumento marca o auge da época de tais construções, tanto no que se refere

ao tamanho quanto à complexidade da estrutura. Tendo uma superfície que cobre

quase 53 mil metros quadrados, é sem dúvida um dos monumentos mais polêmicos de toda a Antiguidade.

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3.1 O interior da Grande Pirâmide A entrada original para a Grande Pirâmide é de 17

3.1 O interior da Grande Pirâmide

A entrada original para a Grande Pirâmide é de 17 metros verticalmente acima do nível do solo e 7,29 metros a leste da linha central da pirâmide. O interior da Pirâmide envolve ainda:

i.

Entrada original, na face Norte;

ii.

Acesso atual, mandado abrir por Al-Mamun;

iii.

Blocos de granito, selando o acesso à passagem superior;

iv.

Passagem descendente até à Câmara subterrânea;

v.

Câmara subterrânea;

vi.

Passagem ascendente de acesso à Grande Galeria;

vii.

Câmara da Rainha;

viii.

Passagem horizontal para a Câmara da Rainha;

ix.

Grande Galeria;

x.

Câmara do Rei e Canais de ventilação;

xi.

Passagem horizontal para a Câmara do Rei;

xii. Passagem que comunica a Grande Galeria com a Câmara subterrânea.

3.1 O interior da Grande Pirâmide A entrada original para a Grande Pirâmide é de 17

Figura 12 O interior da Grande Pirâmide

  • 4. As dimensões das grandes pirâmides

Originalmente, a Grande Pirâmide foi coberta por pedras de revestimento que

formaram uma superfície externa lisa, o que se vê hoje é a estrutura central subjacente.3 Algumas das pedras de revestimento ainda são visíveis, uma vez que a

estrutura do objecto ainda pode ser visto em torno da base. Existem diversas

diferentes teorias científicas e alternativas sobre técnicas da construção da Grande Pirâmide. As hipóteses mais aceitas são de construção baseada na idéia de que ela foi construída movendo enormes pedras de uma pedreira e arrastando e levantando-

os no lugar.

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Estima-se ter necessitado de uma força de trabalho de cerca de 100 mil pessoas ao longo

Estima-se ter necessitado de uma força de trabalho de cerca de 100 mil pessoas ao longo de 20 anos, estes homens eram livres.

Entre as pirâmides, a de Quéops sobressai como uma das criações mais espetaculares e geniais da história da arquitetura. A pirâmide figurou na lista das estruturas mais altas do mundo construídas pelo homem por mais de 3800 anos.

Assim como nas outras pirâmides, a de Quéops orienta os quatro pontos cardeais, limitando o Delta geometricamente com o prolongamento das duas diagonais e

dividindo-o em duas iguais seguindo o eixo da pirâmide, ou seja: medindo a vara

egípcia 0,525 metros, o lado da base da pirâmide tem 440 varas e a sua altura atinge as 280 varas.

Estas consideráveis amplitudes têm dado lugar a especulações matemáticas bastante

complexas, pois é reconhecido que terão relação com o posterior desenvolvimento

das matemáticas Pitagóricas.

Por outro lado, a orientação da pirâmide permitia que os raios luminosos da estrela Sírio, ao passar pelo meridiano, penetrassem na câmara existente no seu núcleo por meio de um conduto, no momento em que se anunciava o princípio do ano egípcio e o início das inundações do rio Nilo, como a luz da estrela Polar entrava pelos condutos do norte.

Este monumento marca o auge da época de tais construções, tanto no que se refere ao tamanho quanto à complexidade da estrutura. Tendo uma superfície que cobre quase 53 mil metros quadrados, é sem dúvida um dos monumentos mais polêmicos de toda a Antiguidade.

  • 5. Os mistérios das Grandes Piramides

Depois de séculos de estudo e pesquisa, muito pouco se descobriu sobre os objetivos reais e os motivos para a construção das pirâmides egípcias. As pirâmides

guardam segredos importantes para o planeta Terra, que até agora não podiam ser compartilhados.

Parece que isto exigiria um nível suficientemente elevado de vibração coletiva da humanidade e, consequentemente, uma maior expansão da consciência, para um entendimento completo. É evidente que muitas pirâmides foram construídas como túmulos, mas existem algumas, e entre elas, a mais importante, do nosso ponto de vista, em que não foi encontrado nenhum sarcófago.

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Figura 13 – Posição da Pirâmide em relação à abobada celeste Há muitas hipóteses, mas existem,
Figura 13 – Posição da Pirâmide em relação à abobada celeste Há muitas hipóteses, mas existem,

Figura 13 Posição da Pirâmide em relação à abobada celeste

Há muitas hipóteses, mas existem, também, muitas perguntas, muitos mistérios sobre a real função das pirâmides mais importantes. Começando pela imensa massa

de dados que os projetistas elaboraram, as técnicas de construção, até o tipo de

anergia para ser usada, dos materiais, máquinas, guindastes, andaimes utilizados.

Restam, porém, algumas questões fundamentais: quem construiu as pirâmides eram simplesmente humanas ou outras mentes teriam influenciado ou colaborado na

construção? Engajar-se em uma tarefa assim tão trabalhosa

...

com qual objetivo?

A arqueologia oficial acredita que a Grande Pirâmide de Quéops, por exemplo, fosse

uma tumba. Na realidade, não há evidências de que este era o seu objetivo. Nunca

foi encontrado nenhum vestígio de sepultamento dentro. De acordo com a teoria de um pesquisador italiano, na verdade, esta pirâmide era uma espécie de refúgio para um objeto considerado importante, o Zed. Logo, parece evidente a hipótese de que a construção destes enormes monumentos tivessem alguma outra motivação. De acordo com fontes antigas, de fato, as pirâmides foram construídas para preservar e repassar toda a bagagem de conhecimento de astronomia, matemática e geografia que estavam em posse dos antigos povos egipcios, gravada em pedras, em termos de proporções e dimensões. Do ponto de vista matemático, o estudo das pirâmides, especialmente da Grande Pirâmide, mostra notáveis propriedades geométricas, bem como índices numéricos que merecem atenção.

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Capitulo III – A Civilização Suméria Seçao I - As mitologias e suas lendas fundamentadas Em

Capitulo III A Civilização Suméria Seçao I - As mitologias e suas lendas fundamentadas

Em verdade, temos uma grande fonte de informação ancestral que menciona quanto à

origem da humanidade, não da forma que foi propagada ao longo dos séculos, mas em um conceito totalmente passivo de interpretações diversas, e claro, eu não pretendo demonstrar neste trabalho sua veracidade, mas apresentar indícios arqueológicos que

pesquisei em fontes fidedignas e uma dessas maiores fontes arqueológicas encontra-se

entre os achados da civilização suméria e tal etnia, se assim posso chamar, foram os precursores do povo Mesopotâmio, localizados entre os rios Tigre e Eufrates, que nascem nas montanhas da Turquia e desembocam no Golfo Pérsico. Região essa que compreende hoje o Iraque.

Capitulo III – A Civilização Suméria Seçao I - As mitologias e suas lendas fundamentadas Em

Figura 14 Localização da Suméria

Os relatos das civilizações antigas estão repletos de referências à seres de tamanho gigantesco, força descomunal e portadores de tecnologias avançadíssimas, participando direta ou indiretamente nas sociedades humanas. Devido às suas potencialidades, eles foram sistematicamente considerados divindades: Os nefilins da mitologia hebraica, o panteão egípcio, os deuses do Olimpo, cíclopes e titãs da mitologia greco-romana; os

suras, asuras e devas da mitologia hindu; os guerreiros do Valhalla da mitologia

escandinava não eram outros senão os Anunnaki. Gigantes astronautas de tempos imemoriais.

  • 1. A Mitologia sumeriana

Anu era o deus acádico do céu, mais tarde também cultuado por Assírios e

Babilónios, sendo o correspondente semita do deus An da mitologia suméria.

Senhor das constelações, rei dos espíritos e dos demônios, Anu habitava as mais altas regiões celestiais. Era tido também como juiz dos homens e dos deuses, tendo criado as estrelas do céu para o servirem como seus soldados, encarregadas de perseguir e punir os criminosos.

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Anu era o pai dos Anunnaki (também chamados Anunnaku). Iconograficamente, Anu surge por vezes representado como

Anu era o pai dos Anunnaki (também chamados Anunnaku). Iconograficamente, Anu surge por vezes representado como um chacal. No entanto, o seu traço distintivo mais frequente é a tiara divina, engalanada com dois pares de cornos (a importância dos deuses acádicos era medida pelo número de pares de cornos que ornamentavam as suas tiaras). O mais importante de todos os deuses era Anú. Anu é o pai dos deuses da Suméria (Nefilim-Anunnaki)-(genêsis 6, salmo 82).

Os sumérios enalteciam as façanhas de Gilgamesh, também chamado "O

Esquecido". Também um “gigante”, Gilgamesh enfrentou bravamente o touro

Gutanama, auxiliado por seu companheiro Enkidu. Resistiu ao assédio da deusa

Ishtar e atravessou o mundo conhecido em busca de Utnapishtim, o único sobrevivente do Grande Dilúvio.

Anu era o pai dos Anunnaki (também chamados Anunnaku). Iconograficamente, Anu surge por vezes representado como

Figura 15 Deus Annu

  • 2. A tecnologia sumeriana Particularmente, os sumérios, sempre foram pragmáticos ao explicar de onde eles vieram, porque estavam aqui e porque agiam como agiam. E sem sombra de dúvida, as gritantes marcas das atividades desses seres estão, definitivamente, espalhadas pelo mundo. Em monumentos, monolitos e ruínas milenares espalhadas pelos continentes e mesmo no fundo dos oceanos e certamente na estrutura genética dos seres humanos (gens recessivos), desafiando à nossa medíocre compreensão. Não admitir tal verdade é uma tolice, que pode ter um custo muito alto para a humanidade!

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“ As referências sumerianas indicam que os deuses Enki e Ninti eram brilhantes cientistas e dominavam

As referências sumerianas indicam que os deuses Enki e Ninti eram brilhantes cientistas e dominavam plenamente a ciência da manipulação genética, se referindo à ela como a ciência da "Árvore da Vida". Sitchin revela uma curiosidade interessante: A palavra "mãe" se originou de MAMI, um dos epítetos suméricos de NINTI, a Senhora da Vida.

Os sumérios contavam com técnicas avançadas e próprias de medicina,

arquitetura, engenharia e hidráulica, baseados em magníficos conhecimentos em

matemática, química, física e astronomia. Desenvolveram a agricultura com técnicas de irrigação e drenagem de solo, construção de canais, diques e reservatórios; Possuiam um sistema próprio de leis que eram baseados nos costumes adquiridos ao longo dos tempos; suas práticas comerciais e mercantis eram extremamente ágeis e contavam também com a escrita cuneiforme

(atribuída aos fenícios), possuima unidade política e reserva religiosa

particularmente organizada. Ainda lhes foram atribuídos a responsabilidade da primeira biblioteca que se tem registro, sendo encontrados tabuas de argila (cerca de 60.000 tabuas) com inscrições cuneiformes tratando diretamente sobre a origem da humanidade.

Os estudiosos do legado sumério, têm se questionado como seria possível que

uma civilização tão antiga tivesse informações tão precisas sobre astronomia,

numa época onde supostamente não havia equipamentos tecnológicos? A resposta está no trabalho de Zecharia Sitchin. O conhecimento sumério, sobre o sistema solar, só poderia ser obtido por meio de uma fonte externa.

As placas sumérias tem informações precisas sobre os planetas do sistema solar.

O mais impresionante são os dados sobre Plutão (planeta que só foi descoberto

em 1930). Eles sabiam o tamanho de Plutão, sua composição química e orgânica e afirmavam que Plutão era na verdade um satélite de Saturno que se "desprendeu" e ganhou uma nova órbita. A questão é delicadíssima. De um lado

temos escritos de milhares de anos sobre a formação da Terra, com informações precisas e riquezas de detalhes, traduzidos pelo maior especialista em civilização

suméria e de outro lado temos a discreta confirmação dessas informações pela

maior agência espacial do mundo.

“ As referências sumerianas indicam que os deuses Enki e Ninti eram brilhantes cientistas e dominavam

Figura 16 Placa sumeriana

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Capitulo V – A referência cristã Seção I – Demonstrações da Bíblia Cristã-Judaica . Na Bíblia

Capitulo V A referência cristã Seção I Demonstrações da Bíblia Cristã-Judaica

.

Na Bíblia poderiam estar relacionados com aqueles a quem os Hebreus chamaram de NefilimNephalque sugere uma queda, descida ou aterrisagem. ou Nephalim( génesis 6 ) que é uma forma plural (im) da palavra

Gera-se uma incógnita onde sugere que os anunnaki, seriam os mesmos nefilimdo Gênesis e Salmo 82, ou os mesmos deuses antigos, e assim não vou questionar sobre

hipóteses ou suposições sem fundamentos.

Entretanto, a Bíblia tem citações claras sobre tais seres e não apenas uma vez.

"Com amplo entendimento ele o aperfeiçoara ...

Para ele dera o Conhecer ... A vida eterna não lhe concedeu." Gênesis

"Esses Nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houveram na antigüidade." Gênesis 6.4

"Antes haviam habitado nela os Emins, povo

grande e numeroso, e alto como os Anaquins; eles

também são considerados Refains como os Anaquins; mas os moabitas lhes chamam Emins."

Deuteronômio 2.10-11

"Porque só Ogue, rei de Basã, ficou de resto dos refains; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos amonitas? O seu comprimento é de nove côvados [4 metros], e de quatro côvados [1,78 metros] a sua largura, segundo o côvado em uso." Deutoronômio 3.11

"Também vimos ali os Nefilins, isto é, os filhos de Anaque e éramos aos vossos olhos como gafanhotos." Números 13.33

"Então saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Goliah, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo [2,89 metros]." Samuel

17.4

No início de Ezequiel, o profeta escreveu sobre a aproximação de quatro rostos vindos de cima. Em realidade, os 'quatro' referem-se às estruturas de aterrissagem da nave.

Blumrich ficou chocado quando leu o relato no Velho Testamento sobre 'pernas retas‘ de 'metal polido‘ com ‗pés redondos'.

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Nota: “A NASA projetou as pernas metálicas retas e pés redondos do veículo lunar. A famosa

Nota: “A NASA projetou as pernas metálicas retas e pés redondos do veículo lunar. A famosa citação de Ezequiel é 'uma roda dentro de uma roda'. Quando o veículo tocou o chão, Ezequiel viu rodas. Esta é a cronologia exata do que aconteceria com um veículo moderno. O artefato pousou, transformou-se em um

veículo que tem rodas e então rolou pelo solo. Ezequiel só estava familiarizado com rodas de carroças simples que não mudavam de direção. Mas o profeta descreveu rodas

que mudavam para todas as direções, o que era completamente estranho para Ezequiel.

  • 1. O monte Hermon

“O Monte Hérmon, em hebraico: , transl. Har Hermon, "montanha sagrada"; é uma montanha localizada na porção terminal sul da cordilheira do Antilíbano, na fronteira Líbano-Síria. Com 2.814 metros de altitude, o seu pico está quase sempre coberto de neve, enquanto as terras ao redor queimam pelo sol de verão. A característica principal do Monte Hermom, é que ele mantêm-se coberto do meio para cima o ano inteiro, apresentando-se branco, e à noite ele libera um orvalho que rega a terra aos seus pés, e os montes mais baixos da cadeia de Sião,

proporcionando fertilidade contínua. Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Monte_Hérmon

Nota: “A NASA projetou as pernas metálicas retas e pés redondos do veículo lunar. A famosa

Figura 17 Mapa Monte Hermon

O monte Hermon por sua vez, destaca-se por sua magnitude, de tão alto, há neve em seu cume o tempo todo, e é de lá, que após que vem o orvalho santo junto com as bênçãos; A neve derretida, forma os rios e os lençóis de água, e por sua importância é que no salmo 133, destaca de forma tão bela.

Quando o Salmo 133, sugere ―

...

que

os irmãos vivam em união

...

estamos traçando

um programa de convivência amena e construtiva, e se voltarmos no tempo,

veremos que a palavra ―irmão‖ se revela uma necessidade entre os homens e era

As Grandes Civilizações e a Origem da Humanidade Página 28 de 44

mesmo. Com toques divinos, não menor necessidade que temos dela hoje, basta que encaremos o panorama

mesmo. Com toques divinos, não menor necessidade que temos dela hoje, basta que encaremos o panorama humano dos nossos dias atormentados pelas divergências e alimentados pelo ódio mais profundo.

mesmo. Com toques divinos, não menor necessidade que temos dela hoje, basta que encaremos o panorama

Figura 18 Dimensões do Tem. Hermon

  • 2. O Salmo 133 Bíblico

mesmo. Com toques divinos, não menor necessidade que temos dela hoje, basta que encaremos o panorama

“Oh ! Quão bom e agradável vivermos

unidos os irmãos ! É como o óleo precioso sobre a

cabeça, o qual desce para a barba, a barba de

Aarão, e desce para a gola de suas vestes. É como

o orvalho do Hermon, que desce sobre os montes de Sião. Ali ordena o senhor a sua benção e a

vida para sempre”. Bíblia Sagrada - Salmo 133

i.

Os irmãos: sugere a convivência amena e construtiva;

ii.

Aarão: O membro destacado da tribo de Levi, irmão mais velho

iii.

de Moisés; O óleo: a unção sagrada;

iv.

A barba: símbolo de austeridade moral;

v.

As vestes: litúrgico e ritualístico, dos que tinham por missão

vi.

exercitar atos religiosos; O orvalho: que desce das alturas para florir de viço as plantas;

vii.

O Monte Sião: um refúgio seguro e inabalável;

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viii. A benção: possui força própria e potencialidade energética; Ou seja, se vivermos em união a

viii.

A benção: possui força própria e potencialidade energética;

Ou seja, se vivermos em união a qualidade de vida, a saúde, a prosperidade estarão sempre presentes em nossas vidas. Assim preconiza o salmo 133 em sua visão semita e bíblica.

Entretanto, o Monte Hermon, que também significa o monte do acordo/aliança

abriga uma das mais intrigantes histórias sobre os chamados anjos caídos, onde

os duzentos principais grigori, onde:

"(

...

)

olharam as filhas dos homens e acharam que

estas eram agradáveis aos seus olhos as desejaram."

Neste lugar eles fizeram um acordo entre eles. Todos eles sairiam e tomariam

para si as filhas dos homens, todas as que desejassem, e se fossem punidos por

isso, todos aceitariam o castigo por igual.

Os sete santos vigias foram depois enviados por Deus para castigar e tentar reorganizar o caos que os nephilim, filhos dos grigori com as filhas dos homens, causaram na terra. Na verdade os Nephilins eram os filhos que nasceram da união entre os humanos e os anjos rebelados.

Fato: “Em 1947 um menino árabe que cuidava de suas ovelhas, acidentalmente descobriu uma caverna antiga perto do Mar Morto, no que se revelou uma coleção inestimável de rolos de

pergaminhos antigos que logo foram conhecidos

como os Pergaminhos do Mar Morto ou os Textos

de Qumran.

Quando os estudiosos finalmente tornaram público seu conteúdo, o documento confirmava que seres celestiais dos céus haviam pousado no planeta Terra. Mais

do que isso, contava como estes seres haviam se acasalado com as mulheres da

Terra e estas gerado gigantes.‖

Segundo os livros de Enoque estes santos vigias eram liderados por Miguel. Entre os seus seis companheiros, todos eles Arcanjos, estava Rafael, Gabriel, Uriel e Sariel. Estes santos vigias são mencionados varias vezes na Bíblia e em

outros livros de Enoque e Jubileus. Na Bíblia são chamados de os sete anjos do

apocalipse (Apocalipse) ou simplesmente vigias (Jeremias 31:6 | Daniel 4:17 |

Miqueias 7:14)

“Sucedeu

que,

quando

os

homens

começaram

a

multiplicar-se sobre a terra, e lhes nasceram filhas, viram os

filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e

tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.'' ''Havia

naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os

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filhos de Deus tiveram relações sexuais com as filhas dos homens e delas geraram filhos; estes

filhos de Deus tiveram relações sexuais com as filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na

antiguidade; eles foram os heróis do passado, homens famosos„.” “Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e

que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má

continuamente. “Então disse Deus a Noé: O fim de toda carne é

chegado perante mim; porque a terra está cheia da violência dos

homens; eis que os destruirei juntamente com a terra

Destruirei

... da face da terra o homem que criei, tanto o homem como o

animal, os répteis e as aves do céu; Faze para ti uma arca de

madeira ...

em

Os dias de Noé

De acordo com o Livro de Enoque, uma das palavras perdida de Deus, que é encontrado entre os Manuscritos do Mar Morto, diz que os anjos veio pela primeira vez à Terra, foram os "anjos caídos". Aqui, desceu dos céus no Monte

Hermon (que significa "lugar proibido" e, atualmente, localizado entre as

fronteiras de Israel, Líbano e Síria).

Existem lugares na Terra que têm forças incríveis que são invisíveis, com

campos magnéticos muito fortes, com vórtices, etc

...

Na numerologia, o número

33 representa a máxima expressão da consciência. Monte Hermon está localizado no norte paralelo 33, que está a uma latitude de 33 ° ao norte do

Equador terrestre. Se seguirmos o paralelo 33, até o ponto exato oposto do

globo, ou seja, a antítese do Monte Hermon, gostaríamos de colocar exatamente no ponto exato onde o mais famoso UFO conhecido abandonou o caso Roswell, cidade de Novo México (EUA).

  • 3. A importância Histórica do Monte Hermon

Dizem os historiadores que a região sempre foi disputada pelos povos que lá viveram. Os amoritas a dominaram do 3º ao 2º milênio antes da nossa era, quando

foram derrotados pelos arameus. Posteriormente denominada Bashan, foi uma área disputada pelo reino de Israel e o dos arameus, a partir do ano 800 a.E.C. A partir

daí, se seguiram constantes trocas de poder: assírios, babilônios, persas. No século

V a.E.C, a região volta a ser povoada pelos judeus que retornavam do exílio da

Babilônia.

Esta área foi disputada por judeus, cristãos e muçulmanos durante milhares de anos. Em suas encostas são os restos de antigos templos, um dedicado ao deus Baal semita. De acordo com o sinóptico Evagenlios (referem-se a três dos evangelhos

canônicos, o Evangelho de São Mateus, e Lucas S.Marcos, entre os quais há fortes

afinidades) foi no Monte onde transfiguração de Jesus ocorreu. Um evento onde Jesus transformou a aparecer em um estado alterado e resplandecente, em que ele foi visto conversando com Moisés e Elias. Este Monte é também o lugar onde desembarcaram os 200 anjos caídos.

Alexandre, o Grande, conquistou as montanhas no século IV antes desta era,

mantendo-as sob controle helenístico até sua captura pelos romanos. É quando

As Grandes Civilizações e a Origem da Humanidade Página 31 de 44

passa a ser chamada de Golã. Os gregos costumavam referir-se às redondezas como "Gaulanistis", termo usado

passa a ser chamada de Golã. Os gregos costumavam referir-se às redondezas como "Gaulanistis", termo usado pelos romanos, daí o nome Golã. A 1ª. Revolta Judaica contra as forças de Roma aconteceu de 66 a 73 da Era Comum, quando um grupo de judeus ocupou a colina de Gamla. Estes foram derrotados e a cidade, destruída. O local tornou-se conhecido como "A Massada do Golã".

Durante o reinado dos romanos, chegaram os gassânidas, em 250 da E.C. e construíram sua capital em Jabiyah. Dividido o Império Romano, em 391, as Colinas do Golã ficaram sob influência bizantina e controle dos gassânidas. Depois

vieram os sassânidas e mais tarde os árabes muçulmanos, sob domínio omíada,

iniciando um novo capítulo na história local.

Os druzos começaram a chegar ao norte do Golã e arredores do Monte Hermon a partir do século XV, seguidos um século depois pelos turcos otomanos, que lá permaneceram até o final da 1ª Guerra Mundial. Em 1880, um grupo de pioneiros

sionistas fundou um núcleo judaico denominado Ramataniya, que desapareceria em

apenas um ano. Finda a 1ª. Guerra, em 1920 o destino do Golã é definido por um acordo entre França e Grã-Bretanha, que concedia aos primeiros o controle sobre a maior parte do território. Isto ocorreu somente em 1924, um ano após os ingleses assumirem o mandato sobre a então Palestina. Ainda pelo mesmo tratado, uma pequena parcela do território passou da Síria para a Palestina. Assim, a França estendia seu mandato sobre a Síria. Ao término deste, em 1944, este último país fica

com o controle da área.

Capitulo IX Os Anunnaki Seção I O significado

Como podemos observar abaixo, a etimologia da palavra de origem sumeriana, pode apresentar interpretações diversas e assim, com clareza exata do seu significado verdadeiro pode até estar perdida ao longo dos milênios que sucederam desde de sua utilização principal e de acordo com seu verdadeiro significado.

ANUNNAKI, ANU-NA-KI

ANUNNAKI

An = forma reduzida de "anachnu", que significa NÓS Nu = também significa "céu" Naki = limpo, puro Significado: “Nós somos puros” Ki = Terra Ampliando o significado para: "Nós do céu, na Terra", ou ainda

"Puros do

Céu na Terra
Céu na Terra

, ou ainda:

“Os do Céu que Estão Na Terra”, ou “Aqueles que Vieram do Céu para a Terra”

(também transcrito como: Anunna, Anunnaku, Ananaki e outras variações)

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Seção II – A controversa definição Os Anunnaki são um grupo de divindades sumérias, acádias e

Seção II A controversa definição

Os Anunnaki são um grupo de divindades sumérias, acádias e babilônicas. O nome é alternativamente escrito "a-nuna", "a-nuna-ke-ne, ou "a-nun-na", ou seja, algo no sentido de "aqueles de sangue real" ou "prole do príncipe". Sua relação com o grupo de deuses conhecido como Igigi não é clara - às vezes os nomes são usados como sinônimos, mas, no mito do dilúvio de Atrahasis, têm de trabalhar para os Anunnaki, rebelando-se após 40 dias e substituídos com a criação dos seres humanos .

Trata-se de uma palavra original do período babilônico antigo como um nome

designado para identificar seus deuses, sendo um total de dez "grandes deuses" e geralmente usado para se referir aos deuses provenientes do céu coletivamente.

No épico de criação, dizem que há 300 lgigu do céu.".

  • 1. O mito

Os Anunnaki aparecem no mito da criação babilônico, Enuma Elish. Na versão final ampliada, Marduque, após a criação da humanidade, divide o Anunnaki e atribui-os

aos seus postos apropriados, trezentos no céu, trezentos sobre a terra. Em agradecimento, os Anunnaki, os "Grandes Deuses", construíram Esagila, a

esplêndida: "Eles ergueram a cabeça de Esagila igualando-a a Apsu. Tendo construído um palco torre tão elevado quanto Apsu, puseram em cima dele uma

morada para Marduque, Enlil e Ea." Então, eles construíram seus próprios

santuários.

Seção II – A controversa definição Os Anunnaki são um grupo de divindades sumérias, acádias e

Figura 19 Os Annunaki

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De acordo com o posterior mito babilônico, os Anunnaki eram filhos de Anu e Ki, irmão

De acordo com o posterior mito babilônico, os Anunnaki eram filhos de Anu e Ki, irmão e irmã deuses, eles mesmos filhos de Anshar e Kishar (Eixo-do-Céu e Eixo- da-Terra, os pólos Celestiais), que por sua vez, foram os filhos de Lahamu e Lahmu ("os enlameados"), nomes dados aos guardiões do templo de Eridu Abzu, o local em que a criação foi pensada para ocorrer. Finalmente, Lahamu e Lahmu foram os filhos de Tiamat(Deusa do Oceano) e Abzu (apsû) (Deus das águas).

Os Sumérios creditavam todo seu conhecimento aos Anunnaki. cientistas, à interferir no ritmo evolutivo do tipo humanóide simiesco que habitava o planeta. E através de experiências de engenharia genética, foi obtido o protótipo do ―Homo

Sapiens‖, chamado pelos sumérios de ADAPA/ADAMU, o “homem primordial” ou “raça primordial”. A ciência atual, considera a teoria da evolução como sendo a explicação mais provável para essas mutações, contudo os textos sumérios são

interpretados por alguns como o ―elo perdido‖ entre o evolucionismo e o

criacionismo! Os Anunnaki teriam elevado o homem da terra ao nível ‗civilizado‘,

erguendo poderosas civilizações na Mesopotâmia, América Central, Ásia e no

Mediterrâneo. As provas de sua passagem pela Terra estariam espalhadas por vários lugares. Construções megalíticas, de arquitetura inusitada e perfeição matemática, como o complexo de Gizé, no Egito; os complexos piramidais de Tiahuanaco e Sacsyahuaman, na América Central; as recém descobertas ruínas submersas de

Yonaguni, Japão; entre outras. Segundo os sumérios, a cada 3.600 anos o planeta NIBIRU, completa um período orbital em torno do sol e durante sua aproximação

da Terra, diversos cataclismas se sucedem. Os Anunnaki, então aproveitariam essa

―janela‖ cósmica, para retornarem à Terra.

Seção II - Annunaki e a Teoria da Construção do DNA Humano

O mistério do DNA: uma sequência indecifrada de genes guarda o segredo da origem da espécie humana. O Projeto Genoma foi além do esperado e os cientistas estão perplexos com a descoberta de material genético que não pertence ao planeta Terra. A descoberta confere um tom a mais de credibilidade às hipóteses da origem humana como resultado de colonização da Terra realizada por viajantes cósmicos, que vieram ―dos céus‖, como nos relatos mitológicos de culturas antigas de todo o mundo.

Cientistas que estão trabalhando do projeto Human Genome(Projeto Genoma) ficaram perplexos diante de uma descoberta: eles acreditam que 97% das hamadas ―sequências não-codificadas‖ do DNA humano correspondem a uma porção de herança genética proveniente de formas de vida extraterrestre! Essas sequências não-codificadas são

comuns a todos os organismos vivos da Terra, do mofo, aos peixes e aos homens. No

DNA humano, as sequências constituem grande parte do total do genoma, informa o profº Sam Chang, líder da equipe. Chamadas ―junk DNA‖ (DNA-lixo porque, a princípio, pareciam não servir para nada), as seqüências foram descobertas há anos atrás

e sua função permanece um mistério. O fato é que a maior parte do DNA humano é

―extraterrestre‖.

As sequências foram analisadas por programadores de computador, matemáticos e outros estudiosos. Com os resultados o profº Chang concluiu que o ―DNA-lixo‖ foi

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criado por algum tipo ―programador alienígena‖. Essa parcela de código genético é determinante de atributos, muitas

criado por algum tipo ―programador alienígena‖. Essa parcela de código genético é

determinante de atributos, muitas vezes indesejados, como a imunidade de um organismo às drogas anti-cancer. Os cientistas estão admitindo a hipótese de que uma grandiosa forma de vida alienígena está envolvida na criação de novas formas de vida em vários planetas; a Terra é apenas um deles. Não se sabe com que propósito tal experiência foi e/ou está sendo feita: se é apenas um projeto científico já concluído, em acompanhamento, uma preparação dos planetas para uma colonização ou ainda, um compromisso de espalhar a vida por todo o universo.

criado por algum tipo ―programador alienígena‖. Essa parcela de código genético é determinante de atributos, muitas

Figura 20 Annunaki e o DNA Humano

Segundo um raciocínio com base em padrões humanos, os ―programadores

extraterrestres‖, provavelmente, trabalham em muitos projetos voltados para a produção de diferentes estruturas biológicas em vários planetas. Devem estar tentando soluções para inúmeros problemas.

Seção III - Neflins, realidade ou mito

A questão da origem do planeta Terra e da humanidade é, de fato, extremamente delicada, porque ameaça completamente o mainstream social moderno (pelo menos nas sociedades ocidentais). A humanidade é guiada pela ciência e/ou pela religião. Pelo empirismo ou pela fé. Entretanto, tanto um como o outro se tornaram instrumentos de poder para grupos poderosos interessados em dominar as grandes massas populares.

Sistematicamente, os dois extremos têm ocultado ou distorcido, ao longo da historia,

informações sobre a origem do homem no planeta. No campo científico, homens como

Charles Darwin induziram a humanidade à acreditar que o homem evoluiu progressivamente e naturalmente de um tipo de antropóide. Essas afirmações foram

baseadas nas observações e pressuposições de Darwin, que em suas viagens de estudos pelo mundo, desenvolveu a idéia de que um processo de seleção natural era responsável pelas mutações das diversas espécies de animais, para se adaptarem as mudanças

geofísicas sofridas pela Terra no passado. Até aí tudo coerente, porém Darwin,

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precipitadamente concluiu que os seres poderiam sofrer qualquer transformação para se adaptarem. Atualmente o Darwinismo também

precipitadamente concluiu que os seres poderiam sofrer qualquer transformação para se adaptarem.

Atualmente o Darwinismo também tem sido chamado de "teoria da origem inferior das espécies". A antítese ao "evolucionismo" de Darwin é a "teoria da origem superior das espécies", uma variação da teoria criacionista, baseada nas descobertas de fósseis humanos descomunais e ruínas de construções megalíticas, encontrados em várias partes do mundo. O pesquisador suiço Erich Von Däniken foi um dos primeiros

defensores modernos, da teoria da origem superior e dedicado boa parte de sua vida ao

estudo das civilizações antigas, como os sumérios, babilônios, hindus, incas, maias e

astecas, Däniken é pioneiro na abordagem técnica sobre a influência de seres extraterrestres no desenvolvimento da vida na Terra.

À despeito de inúmeras difamações e ataques sofridos, escreveu diversos livros, entre os quais o clássico "Eram os Deuses Astronautas?", enfatizando sistematicamente que as

mutações fisiológicas, além do fator "inteligência", foram introduzidos no hominídeo

ancestral, via engenharia genética, resultando no homo-sapiens.

E todo o processo civilizatório foi igualmente, introduzido pelos mesmos seres, supostamente superiores, gradativamente. Däniken, através de seminários e palestras,

foi o primeiro pesquisador a confrontar o sistema e expor publicamente essa linha de pensamento. Seus trabalhos, muito ricos em detalhes, são referências obrigatórias para

quem estuda esse assunto, sendo, inclusive mencionados por Sitchin.

Segundo os sumérios, essa raça de extraterrestres eram os Anunnaki (Os Do Céu Que estão Na Terra), que mais tarde foram chamados de Elohim (Senhores do Céu). Humanóides gigantes vindos do planeta Nibiru e que devido à problemas no seu ecossistema, decidiram iniciar um processo de colonização no nosso planeta, por volta

de 450 mil anos atrás. A primeira expedição Anunnaki, liderada pelo mega-cientista

ENKI (Senhor da Terra) , aterrisou na região do Golfo Pérsico, onde estabeleceu a

primeira base de operações: ERIDU (Lar Longínquo Construído).

O plano original era extrair ouro do mar, o que de fato foi feito, mas à medida que esse processo foi ficando inviável, a única alternativa foi extrair o minério do sudeste da

África, que já havia sido explorada por ENKI. Sem perda de tempo ele partiu p/ o

continente africano, c/ uma equipe e ergueu o complexo ABZU. O ouro obtido nas minas da região iria ser transportado em embarcações até a Mesopotâmia, para derretimento e refinamento.

Em seguida os lingotes eram enviados, através de uma nave de carga até uma outra nave que ficava orbitando a Terra, aguardando a chegada periódica de uma nave-mãe que

levava o precioso metal para Nibiru, para ser usado como partículas suspensas, na atmosfera, a fim de conter o avanço de um fenômeno semelhante ao efeito estufa.

A ampliação das atividades de mineração, trouxe uma segunda expedição liderada pelo comandante ENLIL (Senhor do Comando), meio-irmão de ENKI e logo os Anunnaki ergueram um gigantesco complexo logístico nas imediações do Monte Ararat. ENKI e

ENLIL eram filhos do governante de Nibiru, ANU (Senhor das Alturas) e rivais, devido

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ao fato de que, mesmo sendo primogênito, ENKI não era o primeiro na linha de sucessão

ao fato de que, mesmo sendo primogênito, ENKI não era o primeiro na linha de sucessão do trono nibiruano, mas sim ENLIL.

Posteriormente uma terceira missão foi enviada, liderada pela médica-geneticista NINTI (Senhora da Vida), meia-irmã dos dois líderes, acirrando a disputa entre eles. Contudo, ao longo do trabalho dos Anunnaki, que já eram aproximadamente 600 na Terra, além

de mais 300 em órbita, uma série de conflitos culminaram em um motim, durante uma inspeção de rotina, nas minas africanas. Os Anunnaki, astronautas e cientistas, improvisados como operários mineradores, reclamavam das tarefas designadas.

Pressionado, ENLIL informou a ANU sobre a revolta e se dispôs à abandonar o

comando da missão e retornar ao seu planeta.

Uma corte marcial foi instaurada e ANU, tendo vindo à Terra, exigia que os líderes do motim se revelassem. Ouvindo os depoimentos, ANU concluiu que o trabalho era realmente muito duro e as reivindicações dos Anunnaki eram justas. Mas como

interromper a mineração do ouro? O equilíbrio do ecossistema de Nibiru dependia do

metal. ENKI, imediatamente ofereceu uma solução genial. Ele informou que no sudeste africano, vagava um ser que poderia ser treinado para executar o trabalho de mineração

e desde que a "marca dos Anunnaki" (DNA) pudesse ser colocada nele. ENKI se referia à uma espécie de hominídeo que tinha evoluído naturalmente na Terra, mas que ainda estava num nível evolucionário extremamente distante do atingido pelos habitantes de Nibiru, não obstante ENKI sabia que esse primata, assim como todos os seres da Terra,

possuíam material genético compatível com os de Nibiru, porque aqui a vida teria se

iniciado com esporos orgânicos trazidos de lá, após a colisão com Tiamat. Esse tipo de

fenômeno, denominado de Panspermia Cósmica, segundo cientistas de vanguarda, é comum nas galáxias, podendo ocorrer de forma acidental ou dirigida, como fizeram os Anunnaki.

ao fato de que, mesmo sendo primogênito, ENKI não era o primeiro na linha de sucessão

Figura 21 Annunaki e Neflins

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É neste ponto que a pesquisa a respeito dos Nefilins se finda e desemboca para os

É neste ponto que a pesquisa a respeito dos Nefilins se finda e desemboca para os Anunnakis, os deuses sumérios extra-terrenos; o livro de Enoque (Enoch);o calendário Maia e o fim dos tempos.

"Iahweh

tomou o homem e o colocou no Jardim

do Éden para cultivar e guardar". Gênesis

A característica de longevidade do relógio biológico dos Anunnaki, onde 1 ano corresponde à 3.600 anos terráqueos, não foi inicialmente introduzida no material

genético da primeira geração de humanos, que envelhecia rapidamente e tinha vida

curta, o que levou ENKI a aperfeiçoar a manipulação genética dos híbridos, usando seu próprio esperma. Ele e NINTI desenvolveram um outro "modelo perfeito" de terráqueo, um macho que foi o primeiro representante da raça adâmica.

O ADAMU ou ADAPA (Aquele Nascido na Terra) possuía alto grau de inteligência e longevidade maior. Em princípio, os primeiros híbridos machos e fêmeas eram estéreis e foram gerados no útero de NINTI - Mitlologia

Sumeriana

À despeito das quimeras, o projeto do homo-sapiens foi bem sucedido, mas a primeira

geração de híbridos não procriava, então ENKI decidiu criar clones modificados, utilizando o DNA mitocondrial de sua esposa NINKI (Senhora da Terra) combinado com o DNA do tecido retirado de ADAMU, criou uma fêmea apta para procriação. Sendo assim "Adão e Eva", do livro do Gênesis, receberam o "fruto do conhecimento", ou seja foram iniciados no conhecimento sobre procriação, além de outros assuntos.

Sitchin diz ainda, que o mito da "serpente tentadora" do Éden, se refere ao termo

"Nahash" (Portador do Conhecimento), um dos muitos epítetos de ENKI, que enalteciam suas habilidades científicas. O brilhante Anunnaki possuía um cajado de metal, em forma de haste circundado por duas serpentes, em referência a dupla hélice do DNA humano. Esse símbolo, o Caduceu, foi adotado pela Medicina em todas as épocas.

Os textos do Antigo Testamento falam que os homens das primeiras gerações adâmicas,

viviam centenas de anos e em alguns casos quase atingiam a idade de 1000 anos, como

exemplo, Matusalém, Noé e Enoque, que foram alguns dos principais patriarcas pre- diluvianos. A primeira grande civilização pós-diluviana, a sumérica, dominava o

complexo sistema matemático elaborado pelos Anunnaki, p/ aplicação na Terra, onde o dígito 1 correspondia à 60 unidades (o atual sistema cronográfico onde 1 h. = 60 min. =

3.600 seg. é baseado nesse modelo), portanto o ciclo de vida dos primeiros homens

adâmicos, seguindo esse padrão, poderia ter durado alguns milhares de anos. Essa característica genética foi mantida até as primeiras dinastias egípcias, quando então começou a se deteriorar, porque o próprio relógio biológico dos Anunnaki ficou debilitado pela vida neste planeta.

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Ao longo dos milênios as gerações de humanos, deixavam de ser apenas trabalhadores ou escravos nas

Ao longo dos milênios as gerações de humanos, deixavam de ser apenas trabalhadores ou escravos nas minas. Eventualmente aprendiam novas tarefas e logo cozinhavam, dançavam, tocavam músicas, eram instruídos em todas as ciências e até construíam "casas" para os "deuses", que eles chamavam de "templos". Logo o objetivo central da missão, foi desaparecendo e os Anunnaki pareciam se agradar daquela excelente vida na Terra.

Porém, como havia poucas mulheres nibiruanas na Terra, muitos Anunnaki se sentiram atraídos pelas fêmeas humanas e começaram à tomá-las por suas mulheres: "Quando os

filhos dos deuses viram que as filhas dos homens eram bonitas, as tomaram como

esposas". Desse cruzamento nasceram os híbridos gigantes, os chamados nefilins, anakins, refains ou titãs. Sitchin afirma que, segundo os sumérios, a estatura média dos Anunnaki é de 3,5 a 4m atingindo até 7m e que seus descendentes titãs mantiveram esse nível.

O fato é que em alguns milênios eles acabaram organizando os homens em centros

urbanos e os instruíam em todos os seguimentos possíveis, gerando então poderosas civilizações. Däniken, em seus estudos, cogita a possibilidade das lendárias civilizações da Lemúria e Atlântida, terem sido as primeiras erguidas por esses seres, que conviviam com a humanidade, e foram adorados como deuses e semi-deuses.

"Viu

o Senhor

que era grande

a

maldade do

homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. E disse o Senhor: Destruirei da face da terra o homem que criei, tanto o homem como

o animal, os répteis e as aves do céu; porque me arrependo de os haver feito." Gênesis 6:1, 7.

As civilizações reerguidas na Mesopotâmia, fizeram várias citações aos Anunnaki e a

mais peculiar é a que deu base para a referência bíblica dos "Nefilins, os anjos caídos! Aqueles que desceram dos céus para cruzarem com as mulheres dos homens!" Zecharia

Sitchin relata que na sua juventude, durante uma aula de hebraico, sobre o capítulo VI

do livro do Gênesis, ousadamente questionou seu professor sobre o termo "gigantes" ser o significado da palavra Nefilim. Sitchin enfaticamente afirmou que mesmo derivando da raiz "nefal" (queda), o significado real seria "aqueles que foram lançados" ou "aqueles que aterrisaram na Terra". Nos anos que se seguirarm, à medida que aprendia a língua, a história e a arqueologia do antigo Oriente Médio, os Nefilins tornaram-se uma

obsessão. Os achados arqueológicos e a decifração dos textos sumérios, babilônicos,

assírios, hitititas, cananitas e outros textos antigos e contos épicos foram

progressivamente confirmando a precisão das referências bíblicas à reinos, cidades, governos e culturas na antiguidade. Não havia mais dúvidas de que os Nefilins foram os visitantes da Terra, vindos do céu, num passado distante.

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Nota: Escritos como os Livros de Enoch, o Testamento de Abraão e o Apocalipse de Elias

Nota: Escritos como os Livros de Enoch, o Testamento de Abraão e o Apocalipse de Elias descrevem as funções dos anjos chamados Uriel, Raguel, Sariel, Jeremiel e outros que prestam serviços com Gabriel, Miguel e Rafael. Escritos cristãos não-canônicos, especialmente os textos de Nag Hammadi, continuam e estendem-se sobre esta tendência.

Capitulo X A Teoria dos Astronautas Antigos Seção I O objeto desta teoria

A Teoria dos Astronautas antigos é uma Teoria usada para descrever a crença de que seres ou criaturas extraterrestres visitaram a Terra Milênios atrás, e que as civilizações do passado de alguma forma teriam interagido com o tal contato. A teoria afirma que, para essas civilizações, esses seres que desciam dos céus eram os deuses que de alguma forma teria recebido as preces dos filhos e que tal contato está relacionado com a origem ou desenvolvimento do Homem e da cultura humana. Esta teoria foi

popularizada por autores como Erich von Däniken e Zecharia Sitchin. Muitas das

provas apresentadas pelos defensores desta teoria são artefatos arqueológicos, monumentos megalipticos, lendas, mitos e histórias que são interpretados de acordo com a mesma. Essa Teoria pode ser considerada uma variação da Teoria do Paleocontato. Carl Sagan, I. S. Shklovskii e Hermann Oberth foram alguns dos cientistas de renome que consideraram seriamente esta possibilidade.

Os defensores da Teoria dos Astronautas antigos afirmam que os humanos são descendentes ou que são criações de seres que visitaram a Terra milênios atrás. Uma teoria relacionada defende que esse seres nos deram muito do conhecimento, da cultura

e da religião. A religão especialmente foi um grande modelo para o desenvolvimento da humanidade, pois esses seres apesar de tudo, ensinaram o Homem a amar o próximo, a

sua família, e o seu lar. Os Astronautas antigos teriam atuado como uma "cultura-mãe".

O conceito do Paleocontato aparece em diversas histórias e filmes de ficção científica, a destacar 2001: Uma Odisséia no Espaço.

Muitos autores aproveitam as antigas mitologias para defenderem seus pontos-de-vista, baseando as suas teorias no princípio básico de que quase todos os antigos mitos da

criação descrevem um deus ou deuses que teriam descido dos "céus" à Terra para criar o

homem. Esses mitos detalham aventuras extraordinárias desses deuses que seriam na

verdade tecnologias modernas, vistos a partir da perspectiva dos terrenos de mentes primitivas.

Por exemplo, máquinas voadoras constantemente aparecem em textos antigos. Um

exemplo clássico são os vimanas, máquinas voadoras encontradas na literatura da Índia

em que as histórias vão desde fantásticas batalhas aéreas empregando armamento

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diverso, inclusive bombas, a leigos descrevendo simples informações técnicas, procedimentos de vôo e vôos da imaginação3Ezequiel bíblico, o Livro de Enoque apócrifo, e incontáveis relatos antigos que vão da China ao Peru. As provas materiais incluem a descoberta de antigos "aeromodelos" no Egito e América do Sul, que apresentam uma certa semelhança com aviões e planadores modernos . Provavelmente, os itens de provas circunstanciais mais famosos são as linhas de Nazca do Peru; enormes e incontáveis desenhos no solo que só podem ser vistos de grandes alturas. Mais embasamento a esta teoria vem do que se supõe serem discos voadores na arte medieval e renascentista. Objetos nas pinturas que não podem ser explicados com relevância à obra em questão são constantemente interpretados como discos voadores. Isto auxilia na defesa da teoria dos astronautas antigos ao demonstrar que os criadores do homem podem retornar para acompanhar sua criação através do tempo. Outro embasamento artístico à teoria dos astronautas antigos são a spinturas de cavernas paleolíticas. Vondjina na Austrália e Val Camonica na Itália demonstram uma semelhança com os astronautas atuais. Os defensores da teorias dos astronautas antigos afirmam que algumas semelhanças coincidentes tais como cabeças em forma de globo, ou seres usando capacetes espaciais, provam que o homem primitivo foi visitado por uma raça extraterrestre. As Grandes Civilizações e a Origem da Humanidade Página 41 de 44 " id="pdf-obj-40-2" src="pdf-obj-40-2.jpg">

diverso, inclusive bombas, a leigos descrevendo simples informações técnicas, procedimentos de vôo e vôos da imaginação3

No Velho Testamento bíblico, Deus é descrito como tendo vários atributos que

poderiam ser interpretados como sendo foguetes avançados ou outros veículos aéreos. Ele é descrito como tendo um "corpo" superior de metal 4 (que também pode ser interpretado como um tipo de coroa), aparecendo numa coluna de fumaça e/ou fogo5 e soando como uma trompa 6 . Estas descrições retratam o Deus dos antigos hebreus como não apenas tendo as características de uma máquina voadora, mas também

bastante claramente descrevendo Deus como uma presença física 7 , não uma abstração.

Este Deus acompanha os hebreus e faz chover relâmpagos e pedras sobre Seus inimigos a partir de sua posição no céu. Contudo, poeticamente, as descrições de Deus também apresentaram-no como tendo asas protetoras e braços alongados nos Salmos, características contrárias às teorias de quaisquer manifestações mecânicas da parte de

Deus. Além disso, as características da Arca da Aliança e o Urim e Thummim tem sido

identificados como sendo de tecnologia avançada, talvez de origem não terrena.

Outros exemplos

incluem

as

descrições

bastante

detalhadas

no

Livro

de Ezequiel bíblico, o Livro de Enoque apócrifo, e incontáveis relatos antigos que vão

da China ao Peru.

As provas materiais incluem a descoberta de antigos "aeromodelos" no Egito e América

do Sul, que apresentam uma certa semelhança com aviões e planadores modernos. 12 Provavelmente, os itens de provas circunstanciais mais famosos são as linhas de Nazca do Peru; enormes e incontáveis desenhos no solo que só podem ser vistos de grandes alturas. Mais embasamento a esta teoria vem do que se supõe serem discos voadores na arte medieval e renascentista. Objetos nas pinturas que não

podem ser explicados com relevância à obra em questão são constantemente

interpretados como discos voadores. Isto auxilia na defesa da teoria dos astronautas antigos ao demonstrar que os criadores do homem podem retornar para acompanhar sua criação através do tempo. Outro embasamento artístico à teoria dos astronautas antigos são aspinturas de cavernas paleolíticas.

Vondjina na Austrália e Val Camonica na Itália demonstram uma semelhança com os astronautas atuais. Os defensores da teorias dos astronautas antigos afirmam que algumas semelhanças coincidentes tais como cabeças em forma de globo, ou seres usando capacetes espaciais, provam que o homem primitivo foi visitado por uma raça extraterrestre.

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Conclusão Sejam os Annunakis ou Neflins, independente da origem, é notória a corroboração entre a religião

Conclusão

Sejam os Annunakis ou Neflins, independente da origem, é notória a corroboração entre a religião e a história que se tem registrada sobre estes eventos que podem modificar alguns, dos principais conceitos que a humanidade tem adotado nos últimos dois milênios.

Existe a participação ativa da religião afirmando a divindade destes seres e em

contrapartida, existem registros documentados que afirmam e citam os nomes e as

origens supostas, onde determina-se ―aqueles que vêm dos céus‖ (eis a que refiro-me como suposta origem> os céus) para as divindades que outrora fizeram parte ativa da concepção da humanidade como a conhecemos.

De um lado temos a criação bíblica onde justifica a divindade de uma entidade que tudo

criou sem maiores detalhes e especificamente sobre a evolução humana, considerando

que existem provas cientificas das existência da ancestralidade com base na Teoria da Evolução das Espécies, firmada pro Charles Darwin.

De outro, temos as explanações registradas por povos e civilizações antigas sobre as

visitas ou mesmo até uma instalação definitiva de seres que trocaram genes ou qualquer tipo de informação genética que acabou em aprimorar o que conhecemos hoje como

homo sapiens.

Temos assim, indícios das tecnologias aplicadas e ensinadas aos descentes bem como não se pode descartar o Divino, em sua concepção maior voltada ao Filho do Homem que hoje temos em nossas raízes mais profundas, o Cristianismo

Conclusão Sejam os Annunakis ou Neflins, independente da origem, é notória a corroboração entre a religião

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Sobre alguns autores citados 1. Erich von Daniken Erich Anton Peter von Däniken (Zofingen, 14 de

Sobre alguns autores citados

  • 1. Erich von Daniken

Erich Anton Peter von Däniken (Zofingen, 14 de abril de 1935) nascido na Suíca ficou conhecido por difundir suas ideias quanto a suposta, prefiro assim dizer cautelosamente, manipulação de seres superiores na cultura e no desenvolvimento humano. Foi o grande responsável por difundir a ideia de que

os chamados deuses mitológicos, ou não, eram na realidade seres que adotaram a

Terra na tentativa de evoluir a espécie humana e agregar conhecimentos tecnológicos a esta espécie que ―geneticamente‖ foram desenvolvidas ou até mesmo, aperfeiçoadas desde os tempos pré-históricos

  • 2. Carl Seagan Carl Edward Sagan (Nova Iorque, 9 de novembro de 1934 Seattle, 20 de dezembro de 1996) foi um cientista, astrobiólogo, astrônomo, astrofísico,

cosmólogo, escritor e divulgador científico norte-americano2 . Sagan é autor de mais de 600 publicações científicas3 , e também autor de mais de 20 livros de ciência e ficção científica. Foi durante a vida um grande defensor do ceticismo e do uso do método científico, promoveu a busca por inteligência extraterrestre

através do projeto SETI e instituiu o envio de mensagens a bordo de sondas

espaciais, destinados a informar possíveis civilizações extraterrestres sobre a existência humana. Mediante suas observações da atmosfera de Vênus, foi um dos primeiros cientistas a estudar o efeito estufa em escala planetária. Também fundou a organização não-governamental Sociedade Planetária e foi pioneiro no ramo da ciência exobiologia.

  • 3. Zecharia Sitchin Zecharia Sitchin (Bacu, 11 de julho de 1920 Nova Iorque, 9 de outubro de 2010)1 foi um autor de livros defendendo uma versão da teoria dos astronautas antigos para a origem da humanidade. Ele atribui a criação da antiga cultura suméria aos "anunnaki" (ou "nefilim"), uma raça extraterrestre nativa de um planeta chamado Nibiru, que se encontraria nos confins do Sistema Solar. Ele afirma que a mitologia suméria é a evidência disto, embora suas especulações sejam descartadas pela maioria dos cientistas2 , historiadores e arqueólogos convencionais, que discordam de sua tradução dos textos antigos e de sua interpretação da física

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Bibliografia 1. A origem do universo e do homem, João E. Steiner, Scielo; 2. Wikipedia, ahttp://osnefilins.tripod.com/ 5. Projeto Genoma Humano e Ética, MAYANA ZATZ, Scielo; 6. Declaração Internacional sobre os Dados Genéticos Humanos, UNESCO - Divisão de Ética das Ciências e Tecnologias – Paris – França; 7. A Biblia Sagrada; 8. O livro de Enoch; Sobre o autor As Grandes Civilizações e a Origem da Humanidade Página 44 de 44 " id="pdf-obj-43-2" src="pdf-obj-43-2.jpg">

Bibliografia

  • 1. A origem do universo e do homem, João E. Steiner, Scielo;

  • 2. Wikipedia, a enciclopédia livre;

  • 3. Annunakis -

  • 4. Os Neflins - TRIPOD em; http://osnefilins.tripod.com/

  • 5. Projeto Genoma Humano e Ética, MAYANA ZATZ, Scielo;

  • 6. Declaração Internacional sobre os Dados Genéticos Humanos, UNESCO - Divisão de Ética das Ciências e Tecnologias Paris França;

  • 7. A Biblia Sagrada;

  • 8. O livro de Enoch;

Sobre o autor

Bibliografia 1. A origem do universo e do homem, João E. Steiner, Scielo; 2. Wikipedia, ahttp://osnefilins.tripod.com/ 5. Projeto Genoma Humano e Ética, MAYANA ZATZ, Scielo; 6. Declaração Internacional sobre os Dados Genéticos Humanos, UNESCO - Divisão de Ética das Ciências e Tecnologias – Paris – França; 7. A Biblia Sagrada; 8. O livro de Enoch; Sobre o autor As Grandes Civilizações e a Origem da Humanidade Página 44 de 44 " id="pdf-obj-43-31" src="pdf-obj-43-31.jpg">

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