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CONTINUAÇÃO DOS APONTAMENTOS DE 8º ANO

1.3 - PERTURBAÇÕES NO EQUILÍBRIO DOS ECOSSISTEMAS

Nos ecossistemas, as comunidades alteram, constantemente as condições


ambientais, podendo tornar o ambiente menos favorável para algumas
populações. Em consequência dessas alterações, estas populações
podem ir sendo ordenadamente substituídas por outras que se adaptam
melhor às novas condições.

Causas das perturbações no equilíbrio dos ecossistemas

As catástrofes provocadas pela intervenção do Homem podem ser


decisivas na modificação dos ecossistemas, provocando muitas vezes
desequilíbrios ou até rupturas, o mesmo acontecendo quando ocorrem
catástrofes naturais.

Catástrofes naturais são acidentes que ocorrem sem a intervenção do


Homem.

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Sismos e Vulcões: tremores de terra e erupções vulcânicas podem, pela
sua violência, alterar os ecossistemas, incluindo a população humana.
Constituem um dos mais evidentes riscos naturais.

Figura A Figura B
A - Anualmente os sismos causam milhares de mortes e prejuízos
materiais incalculáveis.
B – As erupções vulcânicas encontram-se entre as catástrofes naturais
mais impressionantes

Medidas de protecção das populações

Além das regras que cada um deve cumprir em caso de sismo, existem
normas a implementar pelas autoridades, com o objectivo de proteger as
populações, como, por exemplo, a proibição de construir em locais de
grande risco ou a obrigação de se adoptarem técnicas de construção
anti-sísmica.

Tempestades: Perturbações da atmosfera, caracterizadas por chuva


intensa, vento e trovoada, podendo ocorrer a formação de tufões,
tornados e furacões.

Tufão

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Inundações: Grande quantidade de água acumulada pode causar graves
danos, como, por exemplo, chuvas diluvianas e subida do nível das
águas dos grandes rios, que, transpondo as margens têm grande poder
destrutivo.

Em Agosto de 2002, a Europa confrontou-se com chuvas torrenciais e


inundações, nunca vistas nesta época do ano.
O responsável por esta situação, segundo os cientistas foi o El Niño.

Medidas de protecção das populações (tempestades e inundações)

Entre as medidas que permitem minimizar o risco de ocorrência de


inundações, destacam-se as seguintes:
- Melhoria do planeamento do desenvolvimento urbano, evitando-se a
construção de habitações, estradas e outras infra-estruturas em locais
de risco.
- A conservação da vegetação natural e a reflorestação das zonas onde foi
destruída. A presença da vegetação facilita a infiltração das águas,
evitando a escorrência.
- A regularização dos rios através da construção de diques e barragens.
- A implementação de serviços de vigilância e de alerta das populações.

Incêndios: Provocados por descargas eléctricas de trovoadas e


combustões espontâneas, afectam todo o ecossistema.
Os incêndios provocam prejuízos importantes, tanto humanos (perdas de
vida), como ambientais (danos na fauna e na flora, destruição de
habitats, poluição da atmosfera, entre outros) e mesmo económicos.

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Medidas de protecção das populações

O combate ao flagelo dos incêndios inclui diversas medidas:


- Ordenamento das florestas, evitando monoculturas e preferindo espécies
mais resistentes ao fogo (por exemplo, os choupos)
- Limpeza de matas e florestas, removendo os detritos vegetais.
- Manutenção de faixas livres de vegetação na proximidade de habitações,
estradas e caminhos-de-ferro.
- Reforço da vigilância da floresta.
- Construção de pequenas barragens.
- Investimento no desenvolvimento das técnicas de vigilância e de combate
aos incêndios.
- Adopção de atitudes de prevenção.

Secas: Diminuição da água das chuvas, da qual resulta, por exemplo, a


desertificação.

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Fig. A - Solo ácido em resultado da escassez da água Fig. B Abastecimento
de água à população
Medidas de protecção das populações

Como os fenómenos de seca estão relacionados com o clima à escala


mundial, a diminuição da sua ocorrência passará, obrigatoriamente, por
uma acção conjunta de todos os países.
O combate á desertificação pode ser feito, por exemplo, através de uma boa
gestão dos recursos hídricos, da protecção dos solos da erosão e da
adequação da cobertura vegetal ás condições do clima da região.

No nosso planeta ocorrem, também acidentes com a intervenção do


Homem.

Terrorismo: Acções violentas praticadas por grupos organizados contra


governos ou classes dominantes, com consequências nefastas nas
populações.
Explosões: Situações violentas provocadas, por exemplo, pelo
rebentamento de materiais de várias naturezas, como, por exemplo,
bombas atómicas ou outras.
Guerra: Conflitos armados entre facções contrárias que geram sofrimento e
morte.
Poluição: Degradação do meio ambiente provocada por agentes que
perturbam o equilíbrio natural dos ecossistemas. Esses agentes, que, em
determinada concentração, afectam o meio ambiente, chamam-se
poluentes. São exemplos de substâncias poluentes:
Petróleo – Dá origem muitas vezes às marés negras.
CFC (Clorofluorcarbonetos) – Provocam a destruição da camada de ozono.
Dióxido de Enxofre – Substância que, na atmosfera, provoca as chuvas
ácidas.

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Dióxido de Carbono – Gás da atmosfera, cujo aumento é responsável pelo
aquecimento global.

Outras situações provocadas elo Homem

Desflorestação: Eliminação de vastas áreas florestais; é responsável por


modificações climáticas e pelo desaparecimento de habitats,
conduzindo, deste modo, ao desaparecimento de muitas espécies
animais e vegetais.
As florestas são fundamentais na manutenção do equilíbrio dinâmico do
nosso planeta. Suportam a biodiversidade, evitam a erosão,
contribuem para o armazenamento de água no solo, regularizam
os cursos de água e mantêm a qualidade do ar, equilibrando o
efeito de estufa e, consequentemente o clima a nível mundial.
Toda a destruição da floresta é devida sobretudo, à agricultura, à
abertura de estradas, à exploração de minérios, á criação de
novos aglomerados populacionais, e aos fogos florestais.

Exploração excessiva dos recursos naturais: Quando o Homem explora


até à exaustão os recursos disponíveis, surgem desequilíbrios que
podem levar até ao colapso das sociedades humanas. A gestão dos
recursos naturais deve ser racional e muito equilibrada, para que possa
conduzir a um desenvolvimento sustentável.

Introdução de espécies exóticas: Introdução de espécies que não


pertencem originariamente a uma determinada área, podendo causar
desequilíbrios nos ecossistemas. Algumas das espécies não conseguem
sobreviver no novo ambiente, outras reproduzem-se, tornando-se
invasoras e causando prejuízos nos ecossistemas. Não tendo inimigos
naturais nos territórios colonizados, podem transmitir doenças,
destruindo habitats. É necessário evitar a introdução não estudada de
novas espécies po proceder a uma ponderação prévia de cada caso.

Comércio ilegal de plantas e animais: Pode levar à perda da diversidade


pela diminuição de espécies e até à extinção de algumas. É necessária
uma vigilância apertada no sentido do cumprimento da lei.

Poluição

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