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INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS

31/08/2016

Circuitos de Corrente Alternada Definições gerais
Circuitos de Corrente Alternada
Definições gerais
Nos circuitos de corrente contínua, a resistência elétrica é a única oposição 2 a passagem da
Nos circuitos de corrente contínua, a resistência elétrica é a única oposição
2
a passagem da corrente elétrica. Em corrente alternada, a reatância
indutiva ( nos circuitos que contém bobinas) e a reatância capacitiva ( nos
circuitos que contém capacitores), também se opõem a passagem da
corrente elétrica. Assim, num circuito de corrente alternada, a corrente
elétrica (razão entre tensão/corrente) depende de todas essas oposições
e, neste caso, recebe o nome de Impedância.
A impedância de um circuito é composta de três componentes:
• : componente resistiva da impedância ou simplesmente resistência (R);
• : componente capacitiva da impedância ou reatância capacitiva ( );
• : componente indutiva da impedância ou reatância indutiva ( );
Profª Margareth N. Silva
31/08/2016

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31/08/2016

FASOR 3 Um fasor tem representação gráfica semelhante a um vetor, mas em geral refere-se a
FASOR
3
Um fasor tem representação gráfica semelhante a um vetor, mas em
geral refere-se a grandezas que variam no tempo como as ondas
senoidais. O comprimento de um fasor representa sua magnitude, e o
ângulo θ representa sua posição angular relativa ao eixo horizontal
tomado como referência. Os ângulos positivos são medidos no sentido
anti-horário a partir da referência (0º) e os ângulos negativos são
medidos no sentido horário a partir da referência.
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Figura: Exemplo de fasores: magnitude e direção.
Uma outra grandeza importante na descrição de circuitos de corrente alternada é a 4 frequência das
Uma outra grandeza importante na descrição de circuitos de corrente alternada é a
4
frequência das tensões e correntes do circuito. A frequência linear é medida em Hertz (Hz)
e é igual ao número de ciclos por segundo; seu símbolo é usualmente f. A frequência
angular é medida em rad / s e é igual a taxa de variação da fase da corrente; seu símbolo
é normalmente ϖ .
A Figura , a seguir, mostra um fasor de magnitude |A| que gira com velocidade angular ω.
A relação entre as duas é:
ω= 2.π.f
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f= frequência

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REPRESENTAÇÃO FASORIAL DE UMA ONDA 5 SENOIDAL E COSSENOIDAL Um ciclo completo de uma senóide pode
REPRESENTAÇÃO FASORIAL DE UMA ONDA
5
SENOIDAL E COSSENOIDAL
Um ciclo completo de uma senóide pode ser representado pela rotação de um fasor que
gira 360º. O valor instantâneo da onda senoidal em qualquer ponto da senóide é igual à
distância vertical da extremidade do fasor ao eixo horizontal, isto é, a projeção do fasor no
eixo vertical.
Figura :Onda senoidal representada por fasor em movimento
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SISTEMA DE NÚMEROS COMPLEXOS 6 Os números complexos permitem operações matemáticas com fasores e são úteis
SISTEMA DE NÚMEROS COMPLEXOS
6
Os números complexos permitem operações matemáticas com fasores e são úteis na análise de
circuitos CA.
Os números complexos são formados pelos números reais e pelos números imaginários.
{Conjunto dos Complexos} = {Reais} + {Imaginários}
Os números imaginários são distinguidos dos números reais pelo uso do operador j ou i.
A representação de um número complexo é dada pela soma algébrica da componente real, ± a, e
da componente imaginária, ± jb.
Se a parte real de um número complexo é zero, o número complexo torna-se puramente
imaginário: y= ± jb". Se a parte imaginária do número complexo é nula, o número torna-se
puramente real: y= ±a.
Na matemática o operador i é usado invés do j, mas em circuitos elétricos o i pode ser confundido
com o valor instantâneo da corrente, por isso o j tem preferência.
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OPERADOR J 7 O operador j é denominado operador complexo e é definido como: O operador
OPERADOR J
7
O operador j é denominado operador complexo e é definido como:
O operador +j ao multiplicar uma grandeza real move no sentido anti-horário a grandeza localizada
no eixo real para o eixo imaginário, rotacionando-a de +90º. De modo semelhante, multiplicando a
grandeza real por –j, a grandeza gira de -90º, sentido horário. Assim, j é considerado um operador
rotacional.
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A notação complexa 8 Na análise de circuitos de corrente alternada, é bastante útil usar o
A notação complexa
8
Na análise de circuitos de corrente alternada, é bastante útil usar o formalismo da impedância
complexa, que usa as propriedades das exponenciais imaginárias para simplificar a análise de
problemas que envolvem valores (tensões e correntes) que variam senoidalmente. A grande
vantagem é que as equações diferenciais lineares transformam-se facilmente em equações
ordinárias. Em todos os casos, o valor de fato das tensões e correntes (valor que pode ser medido
em um experimento) é a parte real do número complexo.
Na notação complexa, tensão e corrente alternadas senoidais são expressas como:
=
e
=
Vo e Io podem assumir valores complexos.
O conceito de impedância também pode ser generalizado na notação complexa, como sendo a
razão entre os valores complexos da tensão e da corrente. O resultado é em geral um número
complexo, cujo módulo é igual à impedância real (razão entre os valores de pico) e o argumento é
igual à diferença de fase entre a corrente e a tensão (positivo se a tensão for adiantada com
relação à corrente).
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9 No caso de um resistor, a tensão e a corrente estão em fase, logo a
9
No caso de um resistor, a tensão e a corrente estão em fase, logo a impedância complexa é um
número real, igual à impedância real:
=
No caso do capacitor, a corrente é adiantada de 90º em relação à tensão, logo a impedância
complexa está no eixo imaginário negativo. Seu módulo é dado pela próxima equação. Portanto:
=
= −
No caso do indutor, a corrente é atrasada de 90º em relação à tensão, logo a impedância complexa
está no eixo imaginário positivo, com módulo dado pela próxima equação. Portanto:
=
=
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ANÁLISE DE REDES 10 Em alguns casos, um circuito não pode ser resolvido através de associações
ANÁLISE DE REDES
10
Em alguns casos, um circuito não pode ser resolvido através de associações em série e paralelo.
Nessas situações geralmente são necessárias outras leis, além da lei de Ohm, para sua resolução.
Estas leis adicionais são as leis de Kirchhoff, as quais propiciam uma maneira geral e sistemática de
análise de circuitos. Elas são duas, a saber:
Primeira lei de Kirchhoff ou lei das Correntes (KCL)
Segunda lei de Kirchhoff ou lei das Tensões (KVL)
Nó - é um ponto onde um ou mais elementos de um circuito tem uma conexão comum.
Ramo - é um caminho único contendo um elemento simples e que conecta um nó a outro nó
qualquer.
Malha é um trecho de circuito que forma uma trajetória eletricamente fechada.
Corrente que sai do nó é negativa.
Corrente que entra no nó é positiva.
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11 Circuito elétrico com dois nós 1. dois nós: B e F 2. três ramos: BAEF,
11
Circuito elétrico com dois nós
1.
dois nós: B e F
2.
três ramos: BAEF, BDF e BCGF
3.
três malhas: ABDFEA, BCGFDB e ABCGFEA
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PRIMEIRA LEI DE KIRCHHOFF OU LEI DAS CORRENTES 12 A divisão de corrente, em uma rede
PRIMEIRA LEI DE KIRCHHOFF OU LEI DAS CORRENTES
12
A divisão de corrente, em uma rede paralela, segue uma regra denominada LEI DAS
CORRENTES DE KIRCHHOFF ( primeira lei), que estabelece o seguinte: A soma algébrica das
correntes entrando e deixando qualquer junção (nodo) é igual a zero.
+
+
… +
=
Onde:
, ,
. , "ã$ %"
$&& ' "
' &%'($ ( )*%'($ % +,'çã$.
O circuito apresentado é conhecido mais comumente como DIVISOR DE CORRENTE uma vez
que a corrente fornecida pela fonte é dividida entre os ramos que compõe o circuito.
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O número de equações independentes que se pode obter com a aplicação da lei das correntes
O número de equações independentes que se pode obter com a aplicação da lei das correntes de
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Kirchhoff em um circuito elétrico é igual ao número de nós menos um.
Se na equação do nó , isolamos de um lado da igualdade as correntes que chegam no nó (nesse
caso . / ) e do outro lado as correntes que saem do mesmo nó ( nesse caso apenas 0 ),
temos:
Observando o resultado da equação, não podemos concluir que a soma das correntes que
entram no nó é igual a soma das correntes que saem dele. Essa é uma outra forma de se
interpretar a primeira Lei de Kirchhoff.
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SEGUNDA LEI DE KIRCHHOFF OU LEI DAS TENSÕES 14 A lei de Kirchhoff das tensões é
SEGUNDA LEI DE KIRCHHOFF OU LEI DAS TENSÕES
14
A lei de Kirchhoff das tensões é aplicada nas malhas.
Ela já foi usada no estudo dos circuitos de resistores em série, onde a soma das quedas de tensão
nos resistores é igual á f.e.m. da fonte.
Se no circuito existe mais de uma fonte de f.e.m. deve-se determinar a resultante das mesmas, ou
seja, somá-las considerando os seus sentidos relativos.
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Como a tensão em um resistor pode ser calculada pela Lei de Ohms, temos: 15 Entenda-se
Como a tensão em um resistor pode ser calculada pela Lei de Ohms, temos:
15
Entenda-se que, na fonte de f.e.m., uma forma de energia não elétrica é convertida para elétrica
cedendo energia para as cargas, ou seja, colocando as cargas em um potencial mais elevado. Nas
quedas de tensão as cargas se dirigem para um potencial mais baixo havendo o consumo da
energia das cargas convertendo-a para uma forma de energia não elétrica, por exemplo, calor, luz,
etc. Assim, ao percorrer uma malha fechada, percebe-se que toda a energia entregue às cargas
num trecho do circuito elétrico é dissipada num outro trecho. A tensão, por definição, está
associada à energia cedida às cargas ou retirada das mesmas durante o seu movimento. Daí é
obtido o enunciado da Segunda Lei de Kirchhoff:
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Para a aplicação da lei de Kirchhoff das tensões, faz-se necessário adotar alguns procedimentos 16 que
Para a aplicação da lei de Kirchhoff das tensões, faz-se necessário adotar alguns procedimentos
16
que são descritos a seguir:
Atribuir sentidos arbitrários para as correntes em todos os ramos;
Polarizar as fontes de f.e.m. com positivo sempre na placa maior da fonte:
Polarizar as quedas de tensão nos resistores usando a convenção de elemento passivo e sentido
convencional de corrente elétrica. Isto equivale a colocar a polaridade positiva da queda de tensão
no resistor no terminal por onde a corrente entra no mesmo:
Montar a equação percorrendo a malha e somando algebricamente as tensões. O sinal da tensão
corresponde ao sinal da polaridade pela qual se ingressa no componente, independentemente do
sentido da corrente elétrica.
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De acordo com o circuito apresentado na figura abaixo, ao se aplicar a lei das tensões
De acordo com o circuito apresentado na figura abaixo, ao se aplicar a lei das tensões de
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Kirchhoff às malhas ABDFEA e BCGFDB, no sentido horário, obtém-se:
3
Profª
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No circuito da figura anterior, existe ainda mais uma malha (a malha externa ABCGFEA). Nesta 18
No circuito da figura anterior, existe ainda mais uma malha (a malha externa ABCGFEA). Nesta
18
malha poderia ser aplicada também a lei das tensões de Kirchhoff. Entretanto, como no caso da
lei das correntes, a equação resultante seria dependente das duas já obtidas. Portanto, esta
equação seria inútil.
Supondo-se que, no circuito da figura anterior, fossem conhecidos os valores de todas as
f.e.m.s das fontes de tensão e todas as resistências, restariam como incógnitas as três
correntes. Para resolver um sistema de equações lineares com três incógnitas são necessárias
três equações. Uma equação já foi obtida com a aplicação da lei da correntes de Kirchhoff.
Portanto, são necessárias mais duas, que podem ser obtidas pela aplicação da lei das tensões
de Kirchhoff.
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Em síntese, pode-se concluir que, em um circuito elétrico com r ramos e n nós, tem-se
Em síntese, pode-se concluir que, em um circuito elétrico com r ramos e n nós, tem-se r correntes,
19
uma em cada ramo. A lei das correntes de Kirchhoff fornece
a lei das tensões de Kirchhoff deve fornecer
possa ser resolvido.
equações e, portanto,
equações para que o problema
Por exemplo, no circuito da figura anterior, tem-se r = 3, n = 2.
Se r = 3, o número de correntes é 3. O número de equações fornecidas pela lei das correntes é
e o número de equações fornecidas pela lei das tensões é
conforme discutido anteriormente.
,
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RESUMO PARA APLICAÇÃO DAS LEIS DE KIRCHHOFF 20 1. Identificar os nós, ramos e malhas do
RESUMO PARA APLICAÇÃO DAS LEIS DE KIRCHHOFF
20
1.
Identificar os nós, ramos e malhas do circuito elétrico;
2.
Atribuir para cada ramo do circuito um sentido para a corrente elétrica;
3.
Polarizar as fontes de tensão;
4.
Polarizar as quedas de tensão nos resistores de de acordo com o sentido adotado para a
corrente;
5.
Havendo
nós, aplicar a
1ª Lei de
Kirchhoff, obtendo-se 2 3. equações 2 3. = ' − 1;
6.
Se o número de equações ainda não for suficiente para resolver o circuito, aplicar a 2 lei de
Kirchhoff, onde o nº de equações é dado por 2 3/ =
& − ' + 1
;
7.
Escolher um ponto de partida e adotar um sentido de percurso para analisar a(s) malha(s).
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EXEMPLO 1 21 Calcule o sentido e o módulo da corrente elétrica no circuito da figura
EXEMPLO 1
21
Calcule o sentido e o módulo da corrente elétrica no circuito da figura abaixo:
1- Escolhe-se um sentido para a corrente elétrica no circuito.
2- Polarizam-se as quedas de tensão nos resistores (polaridade positiva no terminal por
onde a corrente entra) e as f.e.m.s das fontes (o terminal maior é o positivo).
3- Percorre-se a malha, somando algebricamente as tensões (o sinal da tensão
corresponde ao sinal da polaridade da tensão encontrada na entrada do componente).
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Estas etapas estão mostradas na figura a seguir e na equação abaixo. 22 O sinal negativo
Estas etapas estão mostradas na figura a seguir e na equação abaixo.
22
O sinal negativo que aparece para o valor da corrente I significa que o sentido escolhido para ela
está invertido. Neste exemplo, o sentido correto da corrente elétrica I é para baixo e não para
cima como foi arbitrado no início da resolução.
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EXEMPLO II 23 No circuito da figura ao lado, calcule os valores das corrente s I1,
EXEMPLO II
23
No circuito da figura ao lado, calcule os valores das corrente
s I1, I2 e I3 a partir dos valores das f.e.m.s e das
resistências elétricas usando as leis de Kirchhoff.
1. O circuito possui 2 nós, 3 ramos e 3 malhas
2. Os sentidos de corrente e polaridades foram arbitrados conforme figura a seguir.
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3. Aplicando-se a Lei de Kirchhoff das correntes tem-se apenas uma equação, obtida em relação 24
3. Aplicando-se a Lei de Kirchhoff das correntes tem-se apenas uma equação, obtida em relação
24
aos nós, pois nos dois nós a equação será a mesma
6
+
7
8
=
4. Aplicando-se a lei de Kirchhoff das tensões, tem-se duas equação obtidas pelas malhas:
5. Fica-se então com três equação e três incógnitas, o que nos permite encontrar o valor de cada
uma das correntes. Então, simplificando-se as equações e colocando-as na forma de um sistema,
obtém-se:
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6. Existem vários métodos para se resolver um sistema de equações. Nesse caso foi usado o
6. Existem vários métodos para se resolver um sistema de equações. Nesse caso foi usado o
25
método da substituição:
Da segunda equação obtém-se:
Substituindo-se o valor de 6 na terceira equação obtém-se:
Então substituindo-se os valores de 6 7 na primeira equação, obtém-se:
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TÉCNICA DE ANÁLISE DE MALHAS 26 Partindo das Leis de Kirchhoff, várias técnicas foram desenvolvidas com
TÉCNICA DE ANÁLISE DE MALHAS
26
Partindo das Leis de Kirchhoff, várias técnicas foram desenvolvidas com o objetivo de facilitar a
resolução de circuitos elétricos. Uma das mais conhecidas é a Técnica de Análise de Malhas que
será estudada nesta seção.
Consideremos então o circuito da figura abaixo, em que foi atribuída uma corrente em cada ramo.
Pela aplicação da Lei de Kirchhoff das correntes temos:
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Isolando-se 0 : 27 Logo, podemos indicar as correntes no circuito desprezando-se a existência de 0
Isolando-se 0 :
27
Logo, podemos indicar as correntes no circuito desprezando-se a existência de 0
pois esta pode
ser escrita como
. Então as correntes no circuito ficam como na figura a seguir.
Considerando agora, o mesmo circuito com uma ligeira modificação, utilizaremos correntes de
malha.
Definimos correntes de malha como a corrente que flui apenas no perímetro de uma malha. A
corrente de malha é indicada por uma seta curva que quase fecha em si mesma sem cortar
nenhum ramo.
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Por conveniência, as correntes de malha são colocadas sempre no sentido horário e, a lei de
Por conveniência, as correntes de malha são colocadas sempre no sentido horário e, a lei de
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Kirchhoff das tensões, também é aplicada nesse mesmo sentido.
Utilizando-se essa técnica, não é necessário a aplicação da lei de Kirchhoff das correntes, o que
simplifica a resolução do circuito.
Portanto, as correntes de malha são indicadas no circuito analisado conforme a figura abaixo.
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Conforme foi comentado anteriormente, para resolver o circuito e encontrar o valor das correntes, 29 basta
Conforme foi comentado anteriormente, para resolver o circuito e encontrar o valor das correntes,
29
basta aplicar a lei de Kircchoff das tensões às malhas da figura anterior.
Como no ramos central passam duas correntes de malha, o valor real da corrente que circula
nesse ramo é a diferença entre as correntes de malha. Então as equações das malhas fica assim:
Simplificando-se a equação resulta em:
Após simplificação fica-se com:
Então, para encontrar o valor das correntes, deve-se resolver o seguinte sistema de equações:
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O método da soma ´e um dos mais simples para se resolver sistemas com duas equações,
O método da soma ´e um dos mais simples para se resolver sistemas com duas equações,
30
porém só é possível sua utilização quando as equações são dispostas de forma que, ao subtrair
ou somar os polinômios das equações, todas as incógnitas, exceto uma, se anulam.
Muitas vezes ´e necessário multiplicar uma das equações por algum valor de modo que essa
situação ocorra. Esse ´e o caso do sistema de equações deste exemplo. Então devemos
multiplicar a segunda equação por 3, ficando com:
Então, somando-se as duas equações do sistema, tem-se:
Substituindo-se o valor de IB na primeira equação temos:
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A corrente de malha : corresponde à corrente . do circuito da figura abaixo. Enquanto a
A corrente de malha : corresponde à corrente . do circuito da figura abaixo. Enquanto a
31
corrente ; , corresponde à corrente / . Porém para obtermos a corrente 0 ( que passa no ramo
central) é necessário subtrair as duas correntes, ou seja: (que passa no ramo central).
Como o valor de : é maior do que ; , então o sentido correto da corrente 0 é o próprio sentido
de : .
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Exercícios 32 1. No circuito abaixo determinar as correntes nos ramos, seus verdadeiros sentidos e quais
Exercícios
32
1. No circuito abaixo determinar as correntes nos ramos, seus verdadeiros sentidos e quais
elementos são geradores e receptores.
http://www.fisicaexe.com.br/fisica1/eletromagnetismo/kirchhoff/exekirchhoff.html
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Solução 33 1. A cada ramo do circuito atribuímos, aleatoriamente, um sentido de corrente. No ramo
Solução
33
1.
A cada ramo do circuito atribuímos, aleatoriamente, um sentido de corrente. No ramo EFAB
temos a corrente < 6 no sentido horário, no ramo BE a corrente < 7 de B para E e no ramo
EDCB a corrente < 8 no sentido anti-horário.
2.
Para cada malha do circuito atribuímos um sentido, também aleatório, para se percorrer a
malha. Malha α (ABEFA) sentido horário e malha β (BCDEB) também sentido horário. Vemos
todos estes elementos na figura 1 abaixo.
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• Aplicando a Lei dos Nós 34 As correntes < 6 e < 8 chegam no
• Aplicando a Lei dos Nós
34
As correntes < 6 e < 8 chegam no nó B e a corrente < 7 sai dele < 7 = < 6 + < 8
• Aplicando a Lei das Malhas Para a malha α a partir do ponto A no sentindo escolhido,
esquecendo a malha β, (figura 2 abaixo), temos
= 0
substituindo os valores do problema, temos
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Para a malha β a partir do ponto B no sentindo escolhido, esquecendo a malha α,
Para a malha β a partir do ponto B no sentindo escolhido, esquecendo a malha α, (figura 3
abaixo), temos
35
substituindo os valores
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As equações (I), (II) e (III) formam um sistema de três equações a três incógnitas (<
As equações (I), (II) e (III) formam um sistema de três equações a três incógnitas (< 6 , < 7 e < 8 )
36
isolando o valor de < 6 na segunda equação, temos
( ?)
(?)
isolando o valor de < 7 na terceira equação, temos
substituindo as expressões (IV) e (V) na primeira equação, obtemos
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o Mínimo Múltiplo Comum (M.M.C.) entre 1, 2 e 4 é 4, então 37 substituindo o
o Mínimo Múltiplo Comum (M.M.C.) entre 1, 2 e 4 é 4, então
37
substituindo o valor (VI) encontrado acima nas expressões (IV) e (V) encontramos os valores de i 1
e < 8 respectivamente
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Como o valor das correntes < 7 e < 8 são negativas, isto indica que seus
Como o valor das correntes < 7 e < 8 são negativas, isto indica que seus verdadeiros sentidos são
contrários àqueles escolhidos na figura
1. Os valores das
correntes são < 6 =1 A, < 7 =2 A e < 8 =3 A e
38
seus sentidos estão mostrados na figura 4.
Os elementos @ 6 e @ 7 são geradores, pois as correntes têm sentido de (-) para (+) e o elemento
@ 8 é um receptor, o sentido da corrente é de (+) para (-).
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2. Duas pilhas cujas f.e.m. e resistências internas são respectivamente E 1 = 20 V, E
2. Duas pilhas cujas f.e.m. e resistências internas são respectivamente E 1 = 20 V, E 2 = 10 V e r 1 =
39
0,5 Ω, r 2 = 0,2 Ω são ligadas por fios de resistência desprezível a um resistor R = 1 Ω segundo o
esquema indicado na figura. Determinar as intensidades das correntes nos diferentes trechos do
circuito:
http://www.fisicaexe.com.br/fisica1/eletromagnetismo/kirchhoff/exekirchhoff.html
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• 40 • A cada ramo do circuito atribuímos, aleatoriamente, um sentido de corrente. No ramo
40
A cada ramo do circuito atribuímos, aleatoriamente, um sentido de corrente. No ramo EFAB
temos a corrente < 6 no sentido horário, no ramo BE a corrente < 8 indo de B para E e no
ramo EDCB a corrente < 7 no sentido anti-horário.
Para cada malha do circuito atribuímos um sentido, também aleatório, para se percorrer a
malha. Malha  (ABEFA) sentido horário e malha  (BCDEB) também sentido horário.
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• Aplicando a Lei dos nós ) 0 = ) . + ) / (I) 41
Aplicando a Lei dos nós
) 0
= ) .
+ ) /
(I)
41
Aplicando a Lei das malhas
Malha ABEFA
R ) 0 + & . ) . − A . = 0
substituindo os valores do problema, temos
(III)
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Malha BCDEB A / − R ) 0 − & / ) / = 0 (IV)
Malha BCDEB
A / − R ) 0 −
& / ) / = 0 (IV)
42
Substituindo os valores
(V)
As equações (I), (III) e (V) formam um sistema de três equações a três incógnitas (i 1, i 2 e i 3)
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isolando o valor de < 6 na segunda equação, temos (VI) 43 isolando o valor de
isolando o valor de < 6 na segunda equação, temos
(VI)
43
isolando o valor de < 7 na terceira equação, temos
(VII)
substituindo as expressões (VI) e (VII) na primeira equação obtemos
Escrevendo na expressão acima
fica
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substituindo o valor encontrado acima nas expressões (VI) e (VII) encontramos os valores de < 6
substituindo o valor encontrado acima nas expressões (VI) e (VII) encontramos os valores de < 6 e
44
< 7 respectivamente
Como o valor da corrente < 7 é negativo, isto indica que seu verdadeiro sentido é contrário ao
escolhido na figura 1. Os valores das correntes são < 6 =17,5 A, < 7 =6,25 A e < 8 =11,25 A e seus
sentidos estão mostrados na figura 4.
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3. No circuito abaixo determinar as correntes nos ramos, seus verdadeiros sentidos. 45 http://www.fisicaexe.com.br/fisica1/eletromagnetismo/kirchhoff/exekirchhoff.html Profª Margareth
3. No circuito abaixo determinar as correntes nos ramos, seus verdadeiros sentidos.
45
http://www.fisicaexe.com.br/fisica1/eletromagnetismo/kirchhoff/exekirchhoff.html
Profª Margareth N. Silva
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• A cada ramo do circuito atribuímos, aleatoriamente, um sentido de corrente. No ramo GHAB 46
A cada ramo do circuito atribuímos, aleatoriamente, um sentido de corrente. No ramo GHAB
46
temos a corrente < 6 no sentido horário, no ramo BC a corrente < 7 indo de B para C, no ramo
CDEF a corrente < 8 no sentido horário, no ramo CF a corrente < C indo de C para F, no ramo
FG a corrente < D indo de F para G e no ramo BG a corrente < E indo de B para G.
Para cada malha do circuito atribuímos um sentido, também aleatório, para se percorrer a
malha. Malha α (GHABG), malha β (BCFGB) e malha γ (CDEFC) todas percorridas no
sentido horário (figura 1)
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• Aplicando a Lei dos Nós A corrente < 6 chega ao nó B e as
• Aplicando a Lei dos Nós A corrente < 6 chega ao nó B e as correntes < 7 e < E saem dele
47
A corrente < 7 chega ao nó C e as correntes < 8 e < C saem dele
As correntes < 8 e < C chegam ao nó F e a corrente < D sai dele
• Aplicando a Lei das Malhas Para a malha α a partir do ponto A no sentindo escolhido,
esquecendo as malhas β e γ (figura 2), temos
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48 substituindo os valores do problema fica Para a malha β a partir do ponto B
48
substituindo os valores do problema fica
Para a malha β a partir do ponto B no sentindo escolhido, esquecendo as malhas α e γ
(figura 3), temos
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49 substituindo os valores Para a malha γ a partir do ponto C no sentindo escolhido,
49
substituindo os valores
Para a malha γ a partir do ponto C no sentindo escolhido, esquecendo as malhas α e β
(figura 4), temos
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50 substituindo os valores Substituindo os valores de < 6 e < 8 em (I), (II)
50
substituindo os valores
Substituindo os valores de < 6 e < 8 em (I), (II) e (III), temos com as equações (I), (II), (III) e (IV)
um sistema de quatro equações a quatro incógnitas (< 7 , C 6 , < D e < E )
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isolando o valor de < C na segunda equação, temos 51 substituindo (V) na terceira equação,
isolando o valor de < C na segunda equação, temos
51
substituindo (V) na terceira equação, obtemos
substituindo (VI) na quarta equação, temos
Assim pela expressão (VI) também temos
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Substituindo o valor de < 7 na expressão (V), obtemos 52 Substituindo o valor de <
Substituindo o valor de < 7 na expressão (V), obtemos
52
Substituindo o valor de < 7 na primeira equação, obtemos
Como o valor das correntes < 7 , < C e < D são negativos, isto indica que seus verdadeiros
sentidos são contrários ao escolhido na figura 1. Os valores das correntes são < 6 =10 A, < 7 =10 A,
< 8 =10 A, < C =20 A, < D =10 A, e < E =20 A e seus sentidos estão
mostrados na figura 5.
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4. No circuito abaixo determinar as correntes nos ramos e seus verdadeiros sentidos. 53 http://www.fisicaexe.com.br/fisica1/eletromagnetismo/kirchhoff/exekirchhoff.html Profª
4. No circuito abaixo determinar as correntes nos ramos e seus verdadeiros sentidos.
53
http://www.fisicaexe.com.br/fisica1/eletromagnetismo/kirchhoff/exekirchhoff.html
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• A cada ramo do circuito atribuímos, aleatoriamente, um sentido de corrente. No ramo GHAB 54
A cada ramo do circuito atribuímos, aleatoriamente, um sentido de corrente. No ramo GHAB
54
temos a corrente < 6 no sentido horário, no ramo BC a corrente < 8 indo de B para C, no ramo
CDEF a corrente < C no sentido horário, no ramo CF a corrente < D indo de C para F, no ramo
FG a corrente < E
indo de F para G e no ramo BG a corrente < 8
indo de B para G.
Para cada malha do circuito atribuímos um sentido, também aleatório, para se percorrer a
malha. Malha α (GHABG), malha β (BCFGB) e malha γ (CDEFC) todas percorridas no
sentido horário (figura 1)
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• Aplicando a Lei dos Nós A corrente < 6 chega ao nó B e as
• Aplicando a Lei dos Nós A corrente < 6 chega ao nó B e as correntes < 7 e < 8 saem dele
55
A corrente < 7 chega ao nó C e as correntes < C e < D saem dele
As correntes < C e < D chegam ao nó F e a corrente < E sai dele
• Aplicando a Lei das Malhas Para a malha α a partir do ponto A no sentindo escolhido,
esquecendo as malhas β e γ (figura 2), temos
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56 substituindo os valores do problema fica Para a malha β a partir do ponto B
56
substituindo os valores do problema fica
Para a malha β a partir do ponto B no sentindo escolhido, esquecendo as malhas α e γ
(figura 3), temos
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substituindo os valores 57 Para a malha γ a partir do ponto C no sentindo escolhido,
substituindo os valores
57
Para a malha γ a partir do ponto C no sentindo escolhido, esquecendo as malhas α e β (figura
4), temos
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substituindo os valores 58 Com as equações (I), (II), (III), (IV), (V) e (VI) temos um
substituindo os valores
58
Com as equações (I), (II), (III), (IV), (V) e (VI) temos um sistema de seis equações a seis
incógnitas (< 6 , < 7 , < 8 , < C , < D e < E )
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escrevendo o sistema como 59 este sistema pode ser representado pela matriz a seguir, onde os
escrevendo o sistema como
59
este sistema pode ser representado pela matriz a seguir, onde os valores a esquerda da
linha tracejada representam a matriz dos coeficientes das correntes e os valores a direita
representam o vetor dos termos independentes
Continua em
http://www.fisicaexe.com.br/fisica1/eletromagnetismo/kirchhoff/kirchhoff5_nm.pdf
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EXERCICIOS PROPOSTOS 60 1. Calcule o valor da corrente I no circuito da figura abaixo −67
EXERCICIOS PROPOSTOS
60
1. Calcule o valor da corrente I no circuito da figura abaixo
−67 + 6 + 6D + D + E + F − F + 66 =
−6D + D =
D = 6D
6D
=
= , 8G
D
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2. Calcule o valor da resistência do resistor R3 no circuito da figura abaixo. 61 8
2. Calcule o valor da resistência do resistor R3 no circuito da figura abaixo.
61
8 + , DHC + CH6 − C + C 8 =
8 + 7 + C − C + C 8 =
C 8 = C
C
8 =
= 6Ω
C
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3. Calcule os valores das correntes I2 e I3 e do resistor R2, no circuito da
3. Calcule os valores das correntes I2 e I3 e do resistor R2, no circuito da figura abaixo, sabendo
62
que a intensidade da corrente I1 vale 0,2A.
A
B
C
F
E
D
I JK
GL@MG
DH , 7 + 7 7
− 8 =
→ 7 7 =2V
8
I JK L O@L
→ +D − D 8
− 7 7 =
+D − D 8
− 7 =
=
= , EG
8
D
6 + 8 = 7
→ 7 = , 7 + , E = , FG
7
7 =
,F = 7, DΩ
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4. Calcule os valores das correntes I1 e I2 no circuito da figura abaixo 63 A
4. Calcule os valores das correntes I1 e I2 no circuito da figura abaixo
63
A
B
C
F
E
D
=
Q
6 = QG
I JK L O@L
→ 7D 7
+ 8 + 6D 7
− 6 HQ =
6
C 7
= E
E
= 6, DG
7
= C
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DIVISOR DE CORRENTE 64 = R H R = R 6 H 7 6 + R
DIVISOR DE CORRENTE
64
= R H
R
=
R
6 H 7
6 +
R
=
= H
6
=
= H
7
7
6
6
7
7
R
< 6
T U H U V<V WU V XWV
=
= H
R
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65 6 H 7 + 7 6 H 7 R 6 7 = = < V
65
6 H 7
+ 7
6 H 7
R
6
7
=
= < V H
=
= < V H
= < V H
< 6
6
6
6
6
+ 7
H 6
6
+ 7
6 H 7
+ 7
6 H 7
R
6
6
=
= < V H
=
= < V H
= < V H
< 7
6
+ 7
H 7
6
+ 7
7
7
7
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DIVISOR DE TENSÃO 66 Lei de Ohm tem imediata aplicação na análise, no cálculo e no
DIVISOR DE TENSÃO
66
Lei de Ohm tem imediata aplicação na análise, no cálculo e no projeto de circuitos divisores de
tensão.
+
+
-
-
+ 7
R = 6
YWXW =
=
6 + 7
R
= 6 H = H
6
6
6
+ 7
7
= 7 H = H
6
7
+ 7
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67 7 H R Z = H Z V R = 7 + 6 + R
67
7 H
R
Z
=
H Z V
R =
7
+
6
+ R
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TEOREMA DE THEVENIN 68 O teorema de Thevenin é usado para simplificar e resolver um circuito
TEOREMA DE THEVENIN
68
O teorema de Thevenin é usado para simplificar e resolver um circuito e tem o enunciado:
“Qualquer rede linear, constituída por impedâncias e fontes, se olhada por qualquer desses
dois pontos, pode ser substituída por uma impedância equivalente em série com uma fonte
de tensão equivalente".
De acordo com este teorema, qualquer circuito CC linear, independente de sua complexidade,
pode ser substituído por seu equivalente Thevenin.
IMPEDÂNCIA
THEVENIN
TENSÃO
TERMINAIS
THEVENIN
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PROCEDIMENTO PARA CIRCUITO EQUIVALENTE DE THEVENIN 69 Exemplo: Procedimento: 1- Desligue as seções do circuito consideradas
PROCEDIMENTO PARA CIRCUITO EQUIVALENTE DE
THEVENIN
69
Exemplo:
Procedimento:
1- Desligue as seções do circuito consideradas como carga.
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2- Por medida ou cálculo determine a tensão que apareceria entre os terminais da carga, com
2- Por medida ou cálculo determine a tensão que apareceria entre os terminais da carga, com
carga desligada (terminais X e Y). Esta tensão de circuito aberto é chamada de fonte de tensão
70
Thevenin (
).
3- Substitua cada fonte do circuito por sua impedância interna. (Uma fonte de tensão constante, tal
como uma bateria é substituída por um curto, enquanto uma fonte de corrente constante é
substituída por um circuito aberto, conforme figura abaixo).
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4- Por medida ou cálculo determine a impedância (resistência) que a carga verá, olhando para o
4- Por medida ou cálculo determine a impedância (resistência) que a carga verá, olhando para o
71
interior da rede, através dos terminais de carga ( X e Y). Esta é a impedância equivalente de
Thevenin (
).
5- Desenhe o circuito equivalente consistindo de
e
em série, ligados através da fonte
.
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EXEMPLO 72 Considere a figura do circuito abaixo: O problema consiste em achar os valores de
EXEMPLO
72
Considere a figura do circuito abaixo:
O problema consiste em achar os valores de
e
.
[\
Solução:
O método das malhas é longa e trabalhosa. A solução pelo circuito equivalente de Thevenin é
mais simples.
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1- Desligue a carga como mostrado na figura abaixo: 73 2- Calcule , a tensão sem
1- Desligue a carga como mostrado na figura abaixo:
73
2- Calcule
, a tensão sem carga (circuito aberto) entre os terminais E e D. Esta tensão é a
mesma que aparece sobre
. Desde que 110 V são aplicados a
e
em série, a tensão em
é três quintos de 110V, ou seja, 66V.
3- Substitua a fonte por sua impedância interna. Neste caso a fonte é uma bateria (fonte de
tensão constante) e é substituída por um curto circuito como na figura abaixo.
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31/08/2016
Este curto, elimina tanto a bateria como também , resultando no circuito mostrado na figura 74
Este curto, elimina tanto a bateria como também
, resultando no circuito mostrado na figura
74
abaixo.
G
F
E
B
C
D
Nota: A resistência interna de uma bateria de lanterna é aproximadamente 0,005Ω. Logo a resistência interna de uma bateria é
normalmente considerada nula.
4- Determine a resistência (
) que a carga veria olhando para dentro do circuito pelos terminais E
e D. Observe que em C, existem dois percursos separados entre os terminais E e D. Um destes
percursos é através de
e o outro através de
, indicando que os dois estão em paralelo. Desde
que
e
estão em paralelo a resistência
será:
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5- Desenhe o circuito equivalente e coloque a resistência de carga conforme figura abaixo, incluindo os
5- Desenhe o circuito equivalente e coloque a resistência de carga conforme figura abaixo, incluindo
os valores obtidos para
e
.
75
Usando a lei de Ohm, determine a corrente e a tensão na carga.
A equação abaixo (divisor de tensão) fornecerá a tensão sobre a carga com um pequeno cálculo.
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TEOREMA DE NORTON 76 Anos depois da publicação dos trabalhos de Thévenin, em 1926, o engenheiro
TEOREMA DE NORTON
76
Anos depois da publicação dos trabalhos de Thévenin, em 1926, o engenheiro americano E. L.
Norton propôs uma alternativa ao circuito equivalente de Thévenin, usando uma fonte de corrente e
um resistor para obter um efeito equivalente sobre um dado par de terminais.
Qualquer rede linear, composta de impedâncias e fontes, quando vista através de quaisquer dois
de seus pontos, pode ser substituída por uma impedância equivalente em paralelo com uma fonte
de corrente equivalente. Este circuito equivalente é mostrado na figura abaixo.
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A resistência equivalente do circuito equivalente de Norton é idêntica à resistência equivalente 77 do circuito
A resistência equivalente do circuito equivalente de Norton é idêntica à resistência equivalente
77
do circuito equivalente de Thévenin, sempre que ambos os teoremas sejam aplicados aos
mesmos terminais de um mesmo circuito.
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PROCEDIMENTO PARA CIRCUITO EQUIVALENTE DE NORTON 78 Procedimento: 1. Desconecte a seção do circuito considerada como
PROCEDIMENTO PARA CIRCUITO EQUIVALENTE DE
NORTON
78
Procedimento:
1.
Desconecte a seção do circuito considerada como carga =
Circuito original com = removido
2.
Por medida ou cálculo determine a corrente entre dois
terminais através do fio entre dois terminais da carga
(A e B na figura ao lado). Esta corrente de curto-circuito é a
fonte de corrente Norton ( ] ).
Ache a corrente do curto-circuito
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3. Remova o curto dos terminais. Substitua cada fonte da rede 79 pela sua impedância interna
3.
Remova o curto dos terminais. Substitua cada fonte da rede
79
pela sua impedância interna (a bateria da figura a seguir é
substituída por um curto).
Substitua a fonte por sua impedância interna “R”
4.
Por medida
ou cálculo
determine a
impedância
]
= [\
olhando o interior da rede (da mesma forma que o equivalente
Thevenin.
5.
Desenhe o circuito equivalente consistindo de = , [\ e a fonte ] ,
Todos em paralelo (figura ao lado), e então resolva o circuito para as
Quantidades desejadas.
Desenhe o circuito equivalente
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Como um auxílio para aplicação do teorema de Norton, uma equação do divisor de corrente pode
Como um auxílio para aplicação do teorema de Norton, uma equação do divisor de corrente
pode ser estabelecida, a qual nos fornecerá a corrente de carga em consideração. Usando a
80
notação do circuito equivalente Norton a equação é:
A corrente através do curto ] na figura (B) é de 3 A, desde que o curto efetivamente coloca
= . diretamente através da fonte. Com ] igual a 3 A e [\ igual a 10Ω, a corrente na carga é:
Se fosse desejado obter-se o circuito equivalente Thevenin, A [\ poderá ser facilmente
determinada. Os circuitos equivalentes Thevenin e Norton são intimamente relacionados, de tal
forma que:
Logo, se um dos circuitos for conhecido, é simples a conversão de um para outro. Normalmente
o circuito equivalente Norton é usado quando a corrente de carga é desejada, e o circuito
equivalente Thevenin é usado quando a tensão na carga é requerida.
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COMPARAÇÃO THEVENIN E NORTON 81 Profª Margareth N. Silva 31/08/2016
COMPARAÇÃO THEVENIN E NORTON
81
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COMPARAÇÃO THEVENIN E NORTON 82 Profª Margareth N. Silva 31/08/2016
COMPARAÇÃO THEVENIN E NORTON
82
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EXEMPLO 1 83 1) Execute as transformações de fontes indicada nas figuras a seguir. A fonte
EXEMPLO 1
83
1) Execute as transformações de fontes indicada nas figuras a
seguir.
A fonte de tensão pode ser transformada em uma fonte de corrente
_
/a
`
R P =R S = 14Ω. A corrente da nova fonte é
) ^
=
=
= 2d
.b
`
A fonte transformada aparece do lado direito da figura (a).
(a)
_
/a
`
A corrente da nova fonte é
) ^
=
=
= 2d
.b
`
Começando pela fonte de corrente da figura (b), temos
= ^
= = e
= 12Ω. A fonte de tensão é
f ^
= ) ^ = e
= 2*
12
= 24?
(b)
A fonte transformada aparece do lado direito da figura (b). Observe que o sinal positivo da tensão
f ^ da nova fonte está no terminal de abaixo, já que o sentido da corrente na fonte de corrente é
para baixo.
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31/08/2016
EXERCÍCIO 84 Determine a corrente i da figura abaixo depois de reduzir o circuito à direita
EXERCÍCIO
84
Determine a corrente i da figura abaixo depois de
reduzir o circuito à direita dos terminais a-b à sua
forma mais simples usando as transformações de
fontes.
Solução
O primeiro passo é transformar a fonte de tensão de
3V em série com uma resistência de 30Ω em uma
fonte de corrente em paralelo com uma resistência.
Em primeiro lugar, observamos que R P = R S = 30Ω.
A corrente da fonte é
8
Z h
=
=
= , 6G
< h
8
i
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31/08/2016

Combinando as duas resistências em paralelo 85 da figura (a), temos R P2 = 12Ω, como
Combinando as duas resistências em paralelo
85
da figura (a), temos R P2 = 12Ω, como mostra a
figura (b).
A fonte de 0,1A em paralelo com resistência de
12Ω pode ser transformada em uma fonte de
tensão em série com uma resistência R S2 de
12Ω, como mostra a figura (c). O valor v, da
tensão da fonte pode ser determinado usando a
equação a seguir
Z h
= < h h
= , 6
H
67
= 6, 7
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31/08/2016
Transformações de fontes não alteram as correntes e tensões n os outros componentes do circuito. 86
Transformações de fontes não alteram as correntes e tensões n os outros componentes do circuito.
86
Assim, a corrente i da figura abaixo é igual à corrente (i) da figura (c). A corrente (i) pode ser
determinada aplicando LKT á malha da figura ao lado, o que nos dá
8, F
< =
= , 77CG
6j
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EXERCÍCIOS PROPOSTOS “INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS – RICHARD C. DORF/ JAMES A. SVOBODA – 8ª ED.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
“INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS – RICHARD C. DORF/ JAMES A. SVOBODA – 8ª ED.
87
5.2-1 Determine, usando uma transformação de fonte, o valor de R e i S para que os circuitos das
figuras (a) e (b) sejam equivalentes.
Z h
67
< h
=
=
= 6, 7G
= 10Ω
i
6
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31/08/2016
5.2-2 Determine, usando uma transformação de fonte, o valor de R e i, para que os
5.2-2 Determine, usando uma transformação de fonte, o valor de R e i, para que os circuitos das
88
figuras sejam equivalentes
−67
Z h
= 10Ω
=
=
= −6, 7G
< h
6
i
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31/08/2016

5.4-1 Determine o valor de Rt e v OC para que o circuito da figura (b)
5.4-1 Determine o valor de Rt e v OC para que o circuito da figura (b) seja o circuito equivalente
89
de Thévenin do circuito da figura (a). R: R t = 8Ω e v OC = 2V.
7
3
H 6
i
=
8 H8 = 7
=
+ 6 + 6 = 8Ω
3
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31/08/2016
5.5-1 Determine o valor de Rt e iSC para que o circuito da figura E 5.5-1b
5.5-1 Determine o valor de Rt e iSC para que o circuito da figura E 5.5-1b seja o circuito
90
equivalente de Norton do circuito da figura E 5.5-1a.
=
E
8 + E H 8 = 7
8 H E
=
+ E = FΩ
Z
8 + E
7
=
F = , 7DG
h
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31/08/2016

INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS

31/08/2016

EXERCÍCIO RESOLVIDO 91 Calcular a corrente em R4, indicando o seu sentido, no circuito da figura,
EXERCÍCIO RESOLVIDO
91
Calcular a corrente em R4, indicando o
seu sentido, no circuito da figura, utilizando
os seguintes métodos:
a.
Método das malhas;
b.
Teorema de Thévenin;
c.
Teorema de Norton.
Profª
Margareth N. Silva
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MÉTODO DAS MALHAS 92 x 2 Profª Margareth N. Silva 31/08/2016
MÉTODO DAS MALHAS
92
x 2
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MÉTODO THEVÉNIN 93 Calculando , a tensão sem carga (circuito aberto) entre os terminais E e
MÉTODO THEVÉNIN
93
Calculando
, a tensão sem carga (circuito aberto) entre os terminais E e D, concluímos que esta
tensão é a mesma que aparece sobre
. Desde que 100 V são aplicados a
e
em série, a
tensão em
é quatro quintos de 100V, ou seja, 80V.
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MÉTODO NORTON 94 Nota: I N sofre oposição do resistor 5Ω Profª Margareth N. Silva 31/08/2016
MÉTODO NORTON
94
Nota: I N sofre oposição do resistor 5Ω
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FONTES DEPENDENTES E INDEPENDENTES DE TENSÃO E CORRENTE 95 Existem fontes reais, chamadas independentes, e fontes
FONTES DEPENDENTES E INDEPENDENTES DE
TENSÃO E CORRENTE
95
Existem fontes reais, chamadas independentes, e fontes utilizadas em modelos elétricos
simplificados de circuitos, as fontes dependentes ou controladas.
Fonte de tensão ou corrente independente
As características da fonte são independentes do circuito ao
qual são aplicadas (mesmo que a fonte esteja isolada).
Fontes de tensão ou corrente dependente ou controlada
As características da fonte são determinadas (ou controladas)
por uma tensão ou corrente no circuito em que se encontra.
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http://eletronicaifpb.6te.net/files/AC5_Fontes_Dependentes.pdf
EXEMPLO 96 Qual é o valor de H se ele dissipa 108 Watts? i=0 I. Calcular
EXEMPLO
96
Qual é o valor de H se ele dissipa 108 Watts?
i=0
I.
Calcular Z W
E
Z
=
= C H F
= 8n
R
https://www.youtube.com/watch?v=l4_igZK863U
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97 I 7 i = H i = i = H 7 = 7 H Z
97
I
7
i
=
H
i =
i = H 7
= 7 H Z = 7 H 8 = EG
i H = H 7 = H H 7 = H HE 7 = 8E H
6
F
H =
= 8Ω
8E
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EXEMPLO 98 Circuito com fonte de tensão controlada a tensão. Lei de Kirchhoff das tensões: -
EXEMPLO
98
Circuito com fonte de tensão controlada a tensão.
Lei de Kirchhoff das tensões: - 6 - v1 + 3v1 + 6i = 0
Lei de Ohm: v1 = -2i
- 6 + 2i + 3⋅(-2i) + 6i = 0
2i = 6
i = 3 A
Circuito com fonte de corrente controlada a
corrente.
Lei de Kirchhoff das correntes:
Lei de Ohm:
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31/08/2016

EXEMPLO 99 Calcule ) . e ) / . f . = 4 * ) .
EXEMPLO
99
Calcule ) . e ) / .
f .
= 4 * ) .
= 4 * 3 = 12?
3 * f .
= 3 * 12 = 36?
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31/08/2016
CIRCUITOS EQUIVALENTES DE THEVÉNIN E FONTES DEPENDENTES 100 Nos circuitos com fontes independentes e dependentes não
CIRCUITOS EQUIVALENTES DE THEVÉNIN
E FONTES DEPENDENTES
100
Nos circuitos com fontes independentes e dependentes não é possível determinar R t através de uma
simples redução do circuito usando combinações de resistores em série e paralelo. Neste caso, o
método para determinar R t é o seguinte:
Determinar a tensão de circuito aberto Z WY (método Thevénin);
Determinar a corrente de curto-circuito < VY (método Norton), com os terminais a-b ligados por um
curto-circuito;
Z WY
Calcular o valor de R t através da equação =
< VY
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EXEMPLO 101 = Aberto Curto = GpH pH = H + 8 H + G 8
EXEMPLO
101
=
Aberto
Curto
=
GpH
pH
= H
+ 8 H
+ G
8
GpH
+ GpH
GpH
=
+
GpH
F GpH
F
7
6
8
6
6
GpH
= GpH H
GpH
= GpH H
GpH
= GpH
F + F +
7
=
GpH
pH
= 6Ω
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EXERCÍCIOS RESOLVIDOS “INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS – RICHARD C. DORF/ JAMES A. SVOBODA – 8ª ED.
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
“INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS – RICHARD C. DORF/ JAMES A. SVOBODA – 8ª ED.
102
5.4-1 Determine o valor de R t e v OC para que o circuito da figura (b) seja o circuito equivalente
de Thévenin do circuito da figura (a). R: R t = 8Ω e v OC = 2V.
E H 8
7
=
8 H 8 = 7
=
E + 8 + E = 8Ω
Z WY
= Z
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31/08/2016

5.4-2 Determine o valor de R t e v OC para que o circuito da figura
5.4-2 Determine o valor de R t e v OC para que o circuito da figura (b) seja o circuito equivalente
de Thévenin do circuito da figura (a). R: R t = 3Ω e v OC = -6V.
103
+7< − E<
− 67 =
−C<
− 67
=
−C<
= 67
67
=
−C = −8G
<
= 7<
= 7 H
−8
= −E
Z WY
= 8Ω
Profª
Margareth N. Silva
31/08/2016
5.5-3 Determine o circuito equivalente de Norton à esquerda dos terminais a-b do circuito da figura
5.5-3 Determine o circuito equivalente de Norton à esquerda dos terminais a-b do circuito da
figura 5.5-8.
104
Figura 5.5-8 Circuito do Exemplo 5.5-3
Em primeiro lugar, determinamos a corrente de curto-circuito i SC usando o circuito da figura 5.5-9.
Observe que v ab = 0 quando os terminais estão em curto-circuito. Assim
Figura 5.5-9 Circuito da Figura 5.5-8 com um curto-circuito nos terminais a-b
D
=
D = 6 XG
= −6 < = −6 XG
Do lado direito do circuito
< h
< h
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Para calcular R t , precisamos conhecer v oC = v ab na figura 5.5-8, onde
Para calcular R t , precisamos conhecer v oC = v ab na figura 5.5-8, onde i é a corrente na malha da
−D + D < + Z
=
105
esquerda. Aplicando LKT à malha da esquerda, obtemos
Aplicando LKT à malha da direita, temos
= −7D
6 <
= −7D <
Z
−Z
E, portanto,
< =
250
Substituindo i por seu valor na equação da malha da esquerda, temos:
−Z
D
+ Z
= D
7D
−D
Assim:
= −D
e
Z
=
Z
< h
=
− , 6 = D Ω
A figura 5.5-10 mostra o circuito equivalente de Norton.
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31/08/2016
EXEMPLO (Circuito Ponte) 106 “Thevenize” o circuito ponte da figura abaixo e resolva para a tensão
EXEMPLO (Circuito Ponte)
106
“Thevenize” o circuito ponte da figura abaixo e resolva para a tensão elétrica na carga A
= 6
@
Y
= FΩ
7
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Procedimento 107 1. Remova o resistor de carga = Q, DΩ . O circuito agora é
Procedimento
107
1. Remova o resistor de carga
= Q, DΩ
. O circuito agora é igual ao da figura (a) abaixo, que
pode ser redesenhado como na figura (b).
figura (a)
figura (b)
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31/08/2016
108 2. Resolva para tensão de circuito aberto entre os terminais da carga, . Use a
108
2. Resolva para tensão de circuito aberto entre
os terminais da carga,
. Use a equação de
@ K
divisor de tensão, mas encontre a resistência
equivalente primeiro:
8
+ C
7
=
R6
+ C
s
8 r
7
7
F + 67
=
= 6 Ω
R6
7
F + 67
3. Ache a tensão, através da resistência
equivalente (de s para t), com a equação de
t
divisor de tensão.
@
H R
6 H 6
=
=
= 7D
@ V
@ V
8 + 8
6
+ R
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31/08/2016

109 = @ 4. A tensão através de 6 será: @ 6 − @ V =
109
= @
4.
A tensão através de
6
será:
@ 6
− @ V
= 6 − 7D = jD
@ 6
5.
Ache a tensão, através da resistência
equivalente (de s para t), com a equação de
divisor de tensão.
s
H 7
7D H F
@ V
=
=
@ 7
C
+ 7
67 + F = 6
6.
A tensão de Thevénin
é a tensão de
@ K
circuito aberto entre os pontos (x) e (y).
t
=
@ K
@ 6
+ @ 7
= jD + 6 = FD
@ K
Profª Margareth N. Silva
31/08/2016
7. Encontre a impedância olhando da carga para dentro dos K 110 Terminais (x) e (y).
7.
Encontre a impedância
olhando da carga para dentro dos
K
110
Terminais (x) e (y).
8.
Substitua a bateria por um curto, conforme figura ao lado.
9.
Mudando a posição de = . para baixo, o circuito pode ser redesenhado como figura abaixo.
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31/08/2016

10. Encontre a K (através dos terminais x e y), R1 em paralelo com R3, depois
10.
Encontre a
K
(através dos terminais x e y), R1 em paralelo com R3, depois em serie com R2
111
e o resultado em paralelo com R4.
11.
Desenhe o circuito equivalente e use a equação de divisor de tensão para encontrar a tensão na
carga.
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31/08/2016
TEOREMA DA MÁXIMA TRANSFERÊNCIA DE POTÊNCIA. 112 Esse teorema trata fundamentalmente da transferência de energia entre
TEOREMA DA MÁXIMA TRANSFERÊNCIA DE POTÊNCIA.
112
Esse teorema trata fundamentalmente da transferência de energia entre a fonte (baterias, geradores)
e a carga do circuito (resistores).
O problema genérico de transferência de potência pode ser discutido em termos de eficiência (no
caso de sistema de distribuição de energia elétrica) ou de eficácia (no caso de transmissão de
informação).
Uma dada fonte de força eletromotriz (fem), com uma resistência interna, não fornece a mesma
potência ou energia para cargas diferentes. Somente quando a impedância da fonte é igual à da
carga, será transferida máxima potência para a carga. Em circuitos de comunicação, que operam
com sinais relativamente fracos, faz-se necessário o casamento da impedância da carga com a da
fonte de potência para que haja máxima transferência de potência.
De acordo com o Teorema de máxima transferência de potência, a potência transferida
por uma fonte a uma carga é máxima quando a resistência da carga, R L , é igual à
resistência de Thevénin da fonte R 1 .
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31/08/2016

113 Figura 5.6-4 Circuito equivalente de Thévenin,. A tensão Thévenin está representada pelo símbolo f ^
113
Figura 5.6-4 Circuito equivalente de Thévenin,. A tensão Thévenin está representada pelo símbolo f ^ .
< =
A corrente i pode ser determinada usando-se o princípio de divisor de corrente
Z V
+
7
Assim a potência p é
T =
< 7
=
Z V
+
H
=
Usando o método dos cálculos é possível demonstrar que a potência é máxima para
/
/
Z h
Z
h
Assim, a potência máxima fornecida à carga é
=
T X H =
7
7
4= [
Profª Margareth N.
Silva
31/08/2016
114
Figura 5.6-4 Circuito equivalente de Norton, representando o circuito da fonte, e um resistor de carga = . A corrente de Norton está
representada pelo símbolo ^ .
A corrente i pode ser determinada usando-se o princípio de divisor de corrente
< =
+
H < h
7
Assim a potência p é
T =
< 7
=
+
H < h
H
=
Usando o método dos cálculos é possível demonstrar que a potência é máxima para
/
< h
Assim, a potência máxima fornecida à carga é
T X H =
4
Profª Margareth N. Silva
31/08/2016

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31/08/2016

CONDIÇÕES DE MÁXIMA TRANSFERÊNCIA DE 115 POTÊNCIA Para um gerador, que fornece alimentação através de uma
CONDIÇÕES DE MÁXIMA TRANSFERÊNCIA DE
115
POTÊNCIA
Para um gerador, que fornece alimentação através de uma rede, suprir a máxima potência a
uma impedância , ligada entre os terminais (a, b), deve satisfazer às seguintes condições,
especificadas para os casos que se seguem:
I.
Quando o ângulo de fase de não é determinado, deve ser igual ao conjugado da
impedância vista para dentro da rede, olhando pelos terminais (a, b).
II.
Quando o ângulo de fase de é fixo, então o valor absoluto (módulo) de e devem
ser iguais. A figura abaixo mostra que qualquer rede, consistindo de dois ou mais geradores
suprindo potência para outra rede, pode ser reduzida a um circuito equivalente Thévenin,
contendo um único gerador A [\ em série com uma impedância st (neste caso igual a ) e
com a .
Profª
Margareth N. Silva
31/08/2016
PRINCIPAIS PONTOS DA MÁXIMA TRANSFERÊNCIA DE POTÊNCIA 116 I. Quando Z ab é puramente resistiva, Z
PRINCIPAIS PONTOS DA MÁXIMA
TRANSFERÊNCIA DE POTÊNCIA
116
I. Quando Z ab é puramente resistiva, Z R deve ser inteiramente resistiva e igual a Z ab , para
que ocorra a máxima transferência de potência. Desta forma:
Z ab = R ab = Z R = R R
II. Quando Z ab é complexo Z ab = R ab - j X ab , Z R deve ser o conjugado de Z ab , ou seja
Z R = R R + j X R , onde R R = R ab e X R = X ab , para que haja máxima transferência de potência.
III. Quando não é possível variar Z R , simultaneamente através da componente resistiva e da
componente reativa, a transferência de potência ocorrerá quando o valor absoluto de Z ab e Z R
forem iguais. Matematicamente, a melhor transferência de potência ocorre quando =
.
Profª Margareth N. Silva
31/08/2016

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31/08/2016

EXEMPLO 117 Determine a resistência de carga R L para a qual a potência fornecida à
EXEMPLO
117
Determine a resistência de carga R L para a qual a potência fornecida à carga no circuito da figura
abaixo é máxima. Determine também o valor dessa potência máxima.
Para determinar o circuito equivalente de Thévenin do
circuito à esquerda dos terminais a-b, supomos que o
resistor de carga foi desligado do circuito. A tensão de
Thévenin f [ é dada por
A resistência de Thévenin é
Profª
Margareth N. Silva
31/08/2016
A figura abaixo mostra o circuito equivalente de Thévenin ligado ao resistor de carga. A 118
A figura abaixo mostra o circuito equivalente de Thévenin ligado ao resistor de carga. A
118
transferência de potência é máxima para R L = R T = 25Ω.
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EXERCÍCIOS PROPOSTOS “INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS – RICHARD C. DORF/ JAMES A. SVOBODA – 8ª ED.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
“INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS – RICHARD C. DORF/ JAMES A. SVOBODA – 8ª ED.
119
5.6-1 Determine a potência máxima que pode ser fornecida a R L no circuito da figura abaixo usando
um circuito equivalente de Thévenin. R: 9W, para R L = 4Ω.
E
E H 8
=
H 6F = 67
A resistência de Thévenin é
Z
= E + 8 + 7 = CΩ
8 +
E
A figura abaixo mostra o circuito equivalente de Thévenin ligado ao resistor de carga. A
transferência de potência é máxima para R L = R T = 4Ω.
7
Z 7
67
=
i X H =
12V
C H
C H C = Qu
Profª Margareth N. Silva
31/08/2016
EXERCÍCIOS PROPOSTOS “INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS – RICHARD C. DORF/ JAMES A. SVOBODA – 8ª ED.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
“INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS – RICHARD C. DORF/ JAMES A. SVOBODA – 8ª ED.
120
5.6-1 Determine a potência máxima que pode ser fornecida a R L no circuito da figura abaixo usando
um circuito equivalente de Norton. R: 175W, para R L = 28Ω.
=
6D H 8
6D + 8 + 8 = DDΩ
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121 + + Z WY Z WY - - Z WY Z WY + = D,
121
+
+
Z WY
Z WY
-
-
Z WY
Z WY
+
= D, E
8
6D
EH Z WY = FC
→ Z WY
= 6C
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31/08/2016
55Ω 122 140V 6C < = Z V + = DD + 7 / 7 Z
55Ω
122
140V
6C
< =
Z V
+
=
DD +
7
/
7
Z h
DDH6C
Z V
+
=
T = < 7
=
H
T X H =
7
7
(7 H DD) 7 = 6jDu
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31/08/2016

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123 168V < = Z V + 7 T = < 7 = Z V +
123
168V
< =
Z V
+
7
T = < 7
=
Z V
+
H
/
Z h
6C 7
= CH7F = 6jDu
T X H =
7
7
Profª Margareth N. Silva
31/08/2016
124 Circuitos Resistivos, Capacitivos ou Indutivos Praticamente é impossível obter circuitos de corrente alternada com características
124
Circuitos Resistivos, Capacitivos ou Indutivos
Praticamente é impossível obter circuitos de corrente alternada com características puramente
resistivas, indutivas ou capacitivas . Mesmo assim é didático tratar esses casos ideais, para se ter
uma ideia de seu comportamento. Neste caso, o tratamento pode ser feito através de equações
diferenciais simples. As características previstas individualmente são mantidas quando tratarmos de
circuitos que contenham combinações desses elementos.
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31/08/2016

Circuito Puramente Resistivo 125 Vamos, agora, estudar um resistor submetido a uma fonte de tensão alternada
Circuito Puramente Resistivo
125
Vamos, agora, estudar um resistor submetido a uma fonte de tensão alternada da forma
V = cos(ϖϖϖϖt + θθθθ )
A corrente que flui através do resistor pode ser calculada utilizando-se a lei de Ohm:
=
=
vwx( + y) =
YWV( + y)
Profª Margareth N. Silva
31/08/2016
Neste caso, observamos que tensão e corrente variam cossenoidalmente no tempo, e não existe 126 {
Neste caso, observamos que tensão e corrente variam cossenoidalmente no tempo, e não existe
126
{ |
diferença de fase entre ambas. A amplitude da corrente, z , é dada simplesmente por
. A
potência instantânea dissipada no resistor é dada por:
V = cos(ϖϖϖϖt + θθθθ )
=
vwx( + y)
7
i
= =
cos(ϖϖϖϖt + θθθθ ) ....
vwx( + y) =
. YWV 7 (
+ y)
O valor médio da potência dissipada em um ou mais períodos completos é dado por:
Ä
7
7
1
6
=
. YWV 7 ( + y)} =
i X }
~
7
z
Na equação anterior, T representa um ou mais períodos completos. Vemos, dessa equação, que
a potência média é diferente de zero para qualquer valor ω, isto é, independentemente da
frequência um resistor sempre dissipa a mesma potência elétrica em um circuito onde tensão e
corrente variam no tempo.
Profª Margareth N. Silva
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127 A impedância do circuito, em módulo, é dada pela razão entres os valores de pico
127
A impedância do circuito, em módulo, é dada pela razão entres os valores de pico da tensão (Vo)
e da corrente (Io):
=
=
Portanto, neste caso a impedância é simplesmente a resistência do circuito.
Profª Margareth N. Silva
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Circuito Puramente Capacitivo 128 Capacitores são dispositivos que armazenam energia elétrica na forma de campo elétrico,
Circuito Puramente Capacitivo
128
Capacitores são dispositivos que armazenam energia elétrica na forma de campo elétrico,
gerado pelas cargas armazenadas em suas armaduras. Forma-se então uma ddp (diferença
de potencial) entre as armaduras. Esta ddp muda, sempre que a quantidade de cargas
armazenadas é alterada. Esse movimento de cargas, para dentro e para fora das armaduras do
capacitor pode constituir uma corrente elétrica.
Quando ligamos uma fonte de tensão a um capacitor,
como no circuito ao lado, a armadura ligada ao polo
negativo da fonte eletriza-se negativamente por contato:
os elétrons livres se dirigem do polo negativo para a
placa, carregando-a. Surge então um campo elétrico ao
redor dela, que repele os elétrons livres da outra placa,
os quais se deslocam para o polo positivo da fonte. Essa
placa, portanto, começa a se carregar positivamente por
indução.
Profª Margareth N. Silva
31/08/2016

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31/08/2016

Observa-se então que assim que se aplica tensão sobre o capacitor, circula uma corrente de valor
Observa-se então que assim que se aplica tensão sobre o capacitor, circula uma corrente de valor
129
elevado, para carregá-lo. Portanto, no instante inicial, a tensão sobre o capacitor é nula e a
corrente é máxima, atuando o capacitor como se fosse um curto-circuito. Com o passar do tempo
essa corrente de carga vai decrescendo (a carga acumulada nas placas tende a repelir as outras
que continuam chegando) à medida que a tensão vai crescendo.
Observamos então um efeito dual ao do indutor: o capacitor se opõe à variação abrupta de
tensão, atrasando esta em relação à corrente. Assim que o capacitor se carrega, a corrente cai a
zero, comportando-se o componente como um circuito aberto.
Profª Margareth N. Silva
31/08/2016
Para corrente alternada, entretanto, como existe uma constante troca de polaridade, se consegue 130 manter uma
Para corrente alternada, entretanto, como existe uma constante troca de polaridade, se consegue
130
manter uma corrente fluindo ora num sentido ora no outro. Por isso dizemos que o capacitor
permite a circulação de corrente alternada.
A placa superior, na figura (a) começa a se carregar positivamente enquanto a inferior se
carrega negativamente. Se pudéssemos inverter a
polaridade da fonte antes do capacitor carregar-se
totalmente, este descarregaria e começaria a
carregar-se ao contrário, figura (b).
Se essa troca continuar sendo feita de forma bem rápida, constataremos uma corrente alternada
fluindo pelo circuito. Quanto maior for o poder de retenção de carga do capacitor e quanto mais
rápida for a troca de polaridade, mais intensa será a corrente.
Assim, aplicando-se uma fonte de tensão alternada ao capacitor, uma corrente fluirá e sua
intensidade será diretamente proporcional à capacitância do capacitor e à frequência do sinal
aplicado.
http://www.cos.ufrj.br/~alberto/CEFET/Eletronica-2B-2012-01/CAPACITORES.pdf
Profª Margareth N. Silva
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CAPACITOR (CARACTERÍSTICAS) 131 Existe uma interdependência entre a variação da tensão e a corrente que atravessa
CAPACITOR (CARACTERÍSTICAS)
131
Existe uma interdependência entre a variação da tensão e a corrente que atravessa o capacitor.
Essa relação pode ser expressa por:
onde:
i
corrente instantânea
I
=
C *   V t  
V
variação de tensão
t
intervalo de tempo
V/t
variação de tensão num intervalo de tempo
1
- Quanto mais rapidamente variar a tensão sobre o capacitor, maior será a corrente que o
atravessa.
2
- Para variações de tensão num intervalo de tempo extremamente pequeno, a corrente através do
capacitor tende a infinito. Como na prática não é possível obter-se correntes infinitas, concluímos
que a tensão nos terminais do capacitor não pode variar instantaneamente, pois se a variação de
tempo for = 0, ou seja, denominador = 0, a corrente tenderá a infinito.
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31/08/2016
Na figura abaixo mostramos um capacitor submetido a uma diferença de potencial V da forma 132
Na figura abaixo mostramos um capacitor submetido a uma diferença de potencial V da forma
132
V = cos(ϖϖϖϖt + θθθθ ).
A carga acumulada no capacitor é
Q = Å . cos(ϖϖϖϖt + θθθθ ), onde Å =
.
.
A corrente I que flui através do circuito pode ser calculada da seguinte forma:
π
=
=
−ϖ. . .
V< ( + y) =
....
cos(ϖt + θ +
)
7
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INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS

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Neste caso, observamos que tensão e corrente variam no tempo, mas estão fora de fase por
Neste caso, observamos que tensão e corrente variam no tempo, mas estão fora de fase por um
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ângulo de 90° ( É U }). Em um circuito puramente capacitivo a corrente é adiantada em relação à
7
tensão (ou seja, o pico de corrente ocorre antes do pico de tensão) e tem amplitude dada por
Io = ϖϖϖϖ. C. Vo. Note que esse comportamento é de fato esperado, pois assim que o capacitor
descarregado é ligado no circuito a corrente é máxima e a tensão é mínima (pois o capacitor está
descarregado) e à medida que o tempo passa a corrente diminui e a tensão aumenta (a carga vai
se acumulando nas placas do capacitor) e depois de um certo tempo a corrente é zero e a tensão é
máxima (capacitor carregado). A potência dissipada neste circuito é dada por:
V = cos(ϖϖϖϖt + θθθθ ).
= −ϖϖϖϖ
. .
. V< ( + y)
7
i
= . = − .
. vwx
+ y
. xÑÖ
+ y
A potência média é:
6
Ä
6
6
Ä
7
7
= .
.
Ü
xÑÖ
+ y
. YWV 7 ( + y)} =
.
.
. Ü
xÑÖ
7 + 7y
} =
i X }
Ç
z
7
Ç
z
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A potência média dissipada em um circuito puramente capacitivo é sempre nula, para qualquer valor 134
A potência média dissipada em um circuito puramente capacitivo é sempre nula, para qualquer valor
134
de ϖ. Em outras palavras, um capacitor não dissipa potência; ele armazena energia (em forma de
energia eletrostática) durante uma parte do ciclo para fornecê-la durante a outra parte, de modo que
o fluxo médio é nulo.
A impedância do circuito, em módulo, é dada pela razão entre os valores máximos de tensão (Vo) e
de corrente (Io), ou seja:
6
=
=
=
A impedância capacitiva (ou reatância capacitiva) é inversamente proporcional à frequência da
tensão alternada. No limite de tensão contínua, vai a infinito, o que significa que não há corrente. De
fato, quando um capacitor é ligado a uma fonte de tensão contínua, ele se carrega (usualmente de
forma rápida) até a tensão da fonte e a corrente deixa de circular.
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INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS

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Exercícios 135 01-(PUC-MG) Se dobrarmos a carga acumulada nas placas de um capacitor, a diferença de
Exercícios
135
01-(PUC-MG) Se dobrarmos a carga acumulada nas placas de um capacitor, a diferença de
potencial entre suas placas ficará:
a)
inalterada.
b)
multiplicada por quatro.
c)
multiplicada por dois.
d)
dividida por quatro.
e)
dividida por dois.
C=Q/U — como a capacitância C é constante para cada capacitor — se dobrar Q, U
também deverá dobrar
http://fisicaevestibular.com.br/novo/eletricidade/eletrodinamica/capacitores-condensadores/resolucao-comentada-dos-exercicios-de-vestibulares-sobre-capacitores/
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Circuito Puramente Indutivo Na figura mostramos um indutor submetido a uma força eletromotriz V da forma
Circuito Puramente Indutivo
Na figura mostramos um indutor submetido a uma força eletromotriz V da forma
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V = . cos(ϖϖϖϖt + θθθθ ).
A diferença de potencial sobre um indutor pode ser escrita como:
}J
=
= . cos( t + θ).
}
θ
A corrente I que flui através do circuito pode ser calculada da seguinte forma:
â
π
=
= cos(át + à )dt =
. V< ( + y) + =
....
cos(ϖt + θ−
)+C
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â

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A tensão e a corrente variam periodicamente no tempo, e estão fora de fase por um
A tensão e a corrente variam periodicamente no tempo, e estão fora de fase por um ângulo de 90°.
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Entretanto, no caso do circuito puramente indutivo a corrente é atrasada em relação à tensão. Esse
resultado pode ser compreendido qualitativamente se lembrarmos que a força contra eletromotriz no
indutor é proporcional a taxa de variação da corrente no tempo (lei de Faraday-Lenz). Quando o
indutor é ligado ao circuito ele se comporta como um curto-circuito (estamos desprezando o efeito
resistivo) e a corrente tende a aumentar rapidamente (máxima taxa de variação) e imediatamente
aparece uma tensão nos terminais do indutor (força contra-eletromomotriz) de modo a impedir que a
corrente se estabeleça. À medida que o tempo passa a forma eletromotriz da fonte faz com que a
corrente vai se estabelecendo de forma mais lenta e a tensão no indutor vai diminuindo até que a
corrente atinja um valor que equilíbrio e a tensão nos terminais do indutor seja nula. O pico de
máxima tensão no indutor ocorre antes da máxima corrente e, portanto, a tensão está adiantada em
relação a corrente. Como no caso do circuito puramente capacitivo, a potência média dissipada no
circuito é nula para qualquer valor de ϖϖϖϖ. O indutor armazena energia (em forma magnética) durante
uma parte do ciclo e fornece essa energia na outra parte do ciclo.
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A impedância do circuito é, em módulo, a razão entre Vo e Io, ou seja:
A impedância do circuito é, em módulo, a razão entre Vo e Io, ou seja: = =
=
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A impedância de um circuito puramente indutivo cresce com a frequência, e vai a zero em circuitos
de corrente contínua. De fato, como nesses circuitos a corrente não varia, a tensão sobre o indutor é
nula.
Um indutor real (bobina) é composto por muitas voltas de fios enrolados e possui, além da
indutância, uma resistência. Assim, costuma-se dizer que na prática toda indutância vem sempre
acompanhada de uma resistência. Porém essa afirmação não é totalmente verdadeira, já que hoje
existem materiais que em baixa temperaturas podem atingir o estado supercondutor e ter resistência
elétrica nula. Em outras palavras uma bobina feita de um material supercondutor é um indutor puro,
ou seja, converte energia elétrica em energia magnética da forma mais eficiente possível. Isso pode
parecer a princípio uma idealização sem muita aplicação, mas, de fato, nos equipamentos de
ressonância magnética nuclear, comuns em hospitais hoje em dia, a geração do alto campo
magnético necessário ao experimento (ou exame clínico, no caso) é feita através de um solenóide
feito de material supercondutor, justamente para aproveitar essa máxima eficiência na conversão de
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energia elétrica em energia magnética.

INTRODUÇÃO AOS CIRCUITOS ELÉTRICOS

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Propriedades dos componentes reativos 139 Observa-se, na tabela acima, a semelhança entre os dois componentes: o
Propriedades dos componentes reativos
139
Observa-se, na tabela acima, a semelhança entre os dois componentes: o que é corrente em um, é
tensão no outro; o que é DC (corrente contínua) em um, é AC (corrente alternada) no outro; o que é
série em um é paralelo no outro etc. Caracterizando, desta forma, o conceito de dualidade entre
esses componentes que são chamados elementos duais.
Um melhor entendimento do indutor repousa em bases sólidas de eletromagnetismo. Já o
conhecimento do capacitor exige bons conhecimentos de eletrostática.
http://www.cos.ufrj.br/~alberto/CEFET/Eletronica-2B-2012-01/CAPACITORES.pdf
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Circuitos Elétricos I EMENTA 1. Variáveis de Circuitos envolvendo Equações Diferenciais e Integrais para Tensão, Corrente,
Circuitos Elétricos I
EMENTA
1.
Variáveis de Circuitos envolvendo Equações Diferenciais e Integrais para Tensão, Corrente,
Potência e Energia
2.
Leis de Kirchhoff: KVL e KCL
3.
Circuitos Série , Paralelo e Misto
4.
Divisores de Tensão e Corrente; Técnica de Análise de Circuitos
5.
Análise Nodal e Malhas, Teoremas de Thevenin e Norton
6.
Teorema da Máxima Transferência de Potência
7.
Capacitores e Indutores
8.
Circuitos de 1ª Ordem e 2ª Ordem Série e Paralelo
9.
Análise em regime permanente
10.
Potencia em análise Senoidal
11.
Análise Fasorial de Circuitos com RLC, RC e RL
12.
Resolução de circuitos de 1ª e 2ª Ordem com fasores
13.
Transformadas de Laplace
14.Resolução de Circuitos com Transformadas de Laplace. Exercícios e Aplicações