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A Cadeia Evolutiva da Indústria da Música: Da era analógica à digital Priscila Cembranel (UNIVALI) priscila_cembranel@yahoo.com.br

A Cadeia Evolutiva da Indústria da Música: Da era analógica à digital

Priscila Cembranel (UNIVALI) priscila_cembranel@yahoo.com.br Annibal José Scavarda (UNISINOS) annibal@esp.puc-rio.br Rafael Pereira Ocampo Moré (UNIVALI) rafamore@gmail.com

Resumo:

O presente estudo busca desenvolver o histórico da cadeia da indústria fonográfica traçando um paralelo histórico que aborda a era analógica e a era digital. Através de um ensaio teórico objetiva-se descrever o desenvolvimento e a evolução da indústria fonográfica, o surgimento

das diferentes mídias e abordar a era digital baseando-se no compartilhamento de músicas na internet e redes sociais. Conclui-se que as grandes gravadoras e as gravadoras independentes tiveram seus papéis modificados ao longo da história reinventando-se e dando espaço a um artista cada dia mais independente e capaz de gerir sua própria carreira. A era do compartilhamento (legal ou ilegal) de músicas na internet modificou a postura de artistas e gravadoras onde a fonte de renda parte principalmente dos shows, das atividades de marketing e publicidade, das turnês e megaeventos do que propriamente da venda de discos.

Palavras-chave: Indústria fonográfica; Era analógica da música; Era digital da música; Evolução da economia da Indústria da Música.

The Evolutionary Chain Music Industry: From Analog to Digital Era

Summary:

This study seeks to develop the historical chain of the music industry by drawing a historical parallel that addresses the analogue era and the digital age. Through a theoretical paper aims to describe the development and evolution of the music industry, the emergence of different media and addressing the digital era based on sharing music on the Internet and social networks. We conclude that the major labels and independent labels had their roles changed throughout history reinventing them and making room for an artist increasingly independent and able to manage your own career. The era of sharing (legal or illegal) music from the internet has changed the attitude of artists and labels where the source of income mainly part of the shows, marketing activities and advertising, and the mega touring than actually selling records.

Keywords: Phonographic Industry, the song was analog, digital age of music; evolution of the economy of the Music Industry.

1 Introdução

A cadeia produtiva da música compreende fornecedores de serviços, insumos, máquinas e equipamentos. Existem também os aspectos de produção, processamento, armazenamento, distribuição e comercialização, além dos serviços de apoio – as tecnologias e aspectos legais para chegar ao consumidor. São muitos os atores sociais ligados à produção, distribuição e consumo da música. Sua construção pode ser feita em escalas (locais, nacionais e internacionais) e seus protagonistas podem estar envolvidos na definição de regras e normais impessoais e pré-estabelecidas. (JANOTTI JR. e PIRES, 2011; HERSHMANN,

2007)

O surgimento da música como atividade econômica acontece ainda na Idade Média, em especial pela igreja para o desenvolvimento e expansão do cristianismo na era medieval. Com o Renascimento, surgiram as práticas de reis europeus de patrocinarem artistas, dentre eles diversos músicos. (GENES, CRAVEIRO e PROENÇA, 2012) No período pós-Renascimento iniciou-se a fase de grandes óperas e espetáculos acompanhados por orquestras. A música passou a ser um cenário para todos e não somente destinada às altas classes sociais tornando-se mais popular com a comercialização de partituras que acabou trazendo fama e reconhecimento aos compositores. (BLANNING, 2001; GENES, CRAVEIRO e PROENÇA, 2012) No século, XIX, a comercialização expandiu-se devido ao apelo das temáticas cotidianas nas músicas folclóricas e populares que elucidavam as trocas culturais entre diferentes grupos sociais. A ampliação da comunicação logo trouxe o consumo de teatros acompanhados de música e as operetas na Europa. Ao mesmo tempo, nos Estados Unidos surgem novos ritmos influenciados pela cultura africana. Surgiram muitos fenômenos musicais com recorde de vendas de partituras no início de século XX. Surgem grandes musicais, os espetáculos da Broadway contribuindo para a popularização de músicas que eram adaptadas e tocadas em todos os países. A música deixa de ter limitação geográfica sendo impulsionada ainda mais pela indústria fonográfica, rádio e cinema. (JANOTTI JR. e PIRES, 2011; HERSHMANN, 2007)

Este ensaio teórico tem como finalidade o estudo e a argumentação da história da música traçando sua cadeia produtiva e algumas pssibilidades para o futuro dos artistas que não mais dependem das grandes gravadoras. É traçado o histórico da cadeia da música da era analógica até a era digital dando ênfase ao posicionamento das gravadoras e dos artistas frente a esse novo desafio no mercado: manter-se diante da autogestão de carreiras e do uso das redes sociais e da internet para distribuição de suas músicas.

2 A Indústria Fonográfica: A Era Analógica

A gravação e a reprodução de sons na era analógica são obtidas por meio de equipamentos mecânicos ou elétricos capazes de reproduzir e gravar ondas sonoras (voz, efeitos sonoros e música). A gravação analógica realiza-se por meio de um microfone de diafragma capaz de detectar alterações na pressão atmosférica gravando-as como ondas sonoras em equipamento próprio. (FOWLER, 1967) A primeira invenção a gravar sons em um meio de armazenamento foi o vibroscópio que se utilizava de cilindros para criar a representação gráfica analógica de ondas acústicas, inventado por Thomas Young no século XIX. Com algumas melhorias, criado por Édouard- Léon Scott de Martinville, surge em 1857 o fonoautógrafo. O equipamento registrava sons em cilindros de vidro, papel ou madeira com uma cobertura de fuligem, no entanto, sem capacidade de reprodução. (PICCINO, 2003) O fonógrafo, marco inicial da indústria fonográfica, foi criado por Thomar Edison em 1877. O equipamento possuía um bocal para recepção do som que era reproduzido sempre que acionado. Embora uma oportunidade de negócio para a época (a empresa chama-se Edison Speaking Phonograph Company), a comercialização não era viável para a maioria da população. Assim, em 1887 Emil Berliner desenvolve o gramofone. O invento possibilitava a produção em série de discos planos o que atingiria mais consumidores. O mercado foi dominado durante duas décadas por três grandes empresas: a Big Three/Edison’s National Phonograph Company, Columbia e Victor Talking Machine Company. (BLANNING, 2001) Com a Crise de 29 e a perda do poder aquisitivo da população, houve a popularização das rádios, que utilizava em suas programações as músicas antes exclusividade apenas de quem adquiria discos. O rádio tornou-se uma oportunidade de negócio ao utilizar anúncios durante as transmissões. Com o sucesso do rádio muitas empresas da indústria fonográfica foram compradas pelas novas empresas de radiodifusão. (JANOTTI JR. e PIRES, 2011)

Em 1949, são lançados os discos de vinil de 7” (Extended Play ou EP) e os discos de vinil de 12” (Long Play ou LP), ambos com 8 e 20 minutos de execução por lado, respectivamente. Na década de 60, impulsionadas pelo Rock and Roll as gravadoras se reestabelecem no mercado impulsionadas pelos shows, megaeventos e concertos. O estabelecimento deste novo modelo de negócio, a realização de shows ao ar livre para multidões em arenas esportivas com auxílio de patrocínios. A indústria fonográfica tornava-se também uma indústria de entretenimento. A indústria fonográfica teve seu apogeu nas décadas de 70 e 80 com as canções e performances de Michael Jackson. (GENES, CRAVEIRO e PROENÇA, 2012) O lançamento do Walkman em 1979, primeiro aparelho portátil para reprodução de áudio, a popularização das rádios e das próprias fitas cassete trouxe uma nova modificação: a era da minimalização dos reprodutores de áudio dando fim a era analógica da indústria fonográfica. (LOW END MAC, 2006)

3 A indústria da música: Era Digital

A gravação e a reprodução sonora digital permitem o armazenamento e a transmissão da música através de uma variedade maior de meios de comunicação, com o diferencial da digitalização das ondas sonoras. A melhoria da qualidade é perceptível ao ouvido humano devido a uma menor interferência eletromagnética e de ruídos na reprodução, além de ser uma mídia menos sensível ao manuseio e a deterioração mecânica. (FOWLER, 1967) A era digital surgiu em 1979, por meio de uma parceria entre a Philips e a Sony que criaram uma mídia com tecnologia baseada na leitura ótica: o Compact Disc ou CD que fez surgir no mercado várias gravadoras. Os primeiros CD’s lançados não tiveram vendas representativas, mas isso logo se modificou. A popularidade da nova mídia fez com que mais gravadoras surgissem e que as existentes se reinventassem. Para dar mobilidade a essa nova tecnologia digital, surge em 1984 o Discman, lançado pela Sony, para que o cliente ouvisse música em qualquer lugar (NEWSCENTER PHILIPS, 2007). O Compact Disc tornou-se uma tecnologia mais barata que o disco de vinil e com qualidade superior para mixagens e edições de faixas ou álbuns. Os CD’s passaram a ser utilizados não somente para a gravação de músicas, mas também para dados, softwares. Sua evolução resultou em mídias com maiores capacidades de armazenamento. (IMMINK, 1998) Com a invenção do MP3, os CD’s começam a perder espaço no final do século XX. O formato de música cerca de 90% menor que as faixas digitais de áudio se caracterizava pela

sua compressão, tornando viável a transferência de músicas na internet acelerando o processo de transferência de arquivos. Em 1998 surgem os primeiros tocadores de MP3 portáteis, que utilizavam memória flash. (PRESTES FILHO, 2004, CNET, 2005). Com a melhoria da internet e os investimentos em tecnologias mais modernas como a fibra ótica, inicia-se o compartilhamento em massa de arquivos na internet. Surge em 1999 a Napster, um grande marco no compartilhamento de músicas. O programa era capaz de conectar usuários de qualquer lugar do mundo através de uma rede facilitando a troca de músicas online, considerado o mais importante desde a invenção do navegador web. Todos os usuários poderiam ter acesso a um número ilimitado de músicas, dependente somente de quantos usuários estivessem usando o sistema. Devido a ausência de remuneração, a indústria da música logo sentiu-se ameaçada e depois de diversos embates judiciais, a Napster encerra suas atividades em 2001 (SHIRK, 2010). O Napster utilizava a arquitetura peer-to-peer (par-a-par ou ponto-a-ponto ou P2P) onde a redes de computadores se organizam por pontos ou nós que funcionam tanto como cliente quanto como servidor permitindo o compartilhamento de serviços e dados sem a obrigatoriedade de um servidor central. Utilizando a mesma tecnologia da extinta Napster, muitos programas alternativos surgiram dando continuidade ao compartilhamento de arquivos gratuitamente. (LUA et al., 2005) Em 2001, surge uma nova estrutura que permite o download de arquivos indexados em sites. O protocolo partilha o que já foi descarregado melhorando o desempenho e aumento a taxa de transferência, mesmo com um grande número de usuários descarregando o arquivo simultaneamente. (BERGMAN, 2004) A evolução das receitas de música digital respeitando os direitos autorais inclui assinaturas de licenciamento, o streaming, vendas online e mobile. Essa nova forma de negócio enfraquece a indústria fonográfica tradicional e adapta-se a era digital de música para todos, garantindo conteúdo a um clique de distância. (IFPI, 2010)

3 A Cadeia Produtiva da Música

Após a evolução do fonógrafo, a popularização das gravadoras, a popularização do rádio, a cadeia da música se abre para a indústria do entretenimento ganhando novos meios de distribuição e consumo, onde a televisão passa a ser meio de disseminação de programas musicais e apresentações de artistas conhecidos. A partir dessa evolução muitos meios são

influenciados pela cadeia da música, como pode ser observado na Figura 1. (GENES, CRAVEIRO e PROENÇA, 2012)

influenciados pela cadeia da música, como pode ser observado na Figura 1. (GENES, CRAVEIRO e PROENÇA,

Figura 1: Subcadeias e serviços influenciados pela indústria da música. Fonte: adaptado de Prestes Filho (2004).

O ciclo de produção da música passa por cinco etapas: a pré-produção, a produção, a distribuição, a comercialização e o consumo (Figura 2). Na pré-produção os elementos musicais como timbre, intensidade, altura, duração, densidade, a melodia, o ritmo e a harmonia são questões importantes, do mesmo modo que os equipamentos de som e gravação, as matérias-primas para os instrumentos e equipamentos. A disponibilidade de suporte, assistência técnica e ensino e a formação de plateias. Na produção entram os agentes regulamentadores, os selos de identificação dos direitos da gravadora, o lançamento, os projetos especiais e o catálogo. (PRESTES FILHO, 2004) A distribuição compreende os trabalhos de logística (o caminho percorrido da produtora até o cliente), as ações de marketing e de publicidade para a venda e influenciada pelas novas tecnologias os sites ou programas para a troca e compartilhamento de arquivos. (SOBRAL, 2010) A comercialização é realizada pelas gravadoras, mas também influenciada pela tecnologia é realizada através da divulgação na televisão, rádio, internet, espetáculos, megaeventos, mídia impressa (em parceria com revistas direcionadas a determinados públicos, por exemplo) e pelas lojas. O consumo pode ser doméstico ou público. A execução

pública deve pagar pelos direitos autorais ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD) e os impostos ao governo (PRESTES FILHO, 2004).

pública deve pagar pelos direitos autorais ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD) e os

Figura 2: A cadeia produtiva da música. Fonte: adaptado de Prestes Filho (2004).

A cadeia produtiva da música necessita a partir do compartilhamento via internet de vantagem competitiva descobrindo de que modo as estratégias podem influenciar o posicionamento e impactar o desempenho de mercado para a identificação de grupos estratégicos. O estabelecimento de vínculos onde tais decisões estratégicas levem em conta o enfoque mais vantajoso. Dentre as estratégias destaca-se o enfoque de direcionadores de custos (PORTER, 1990; PINHO e SILVA, 2001).

4 Conclusões

A cadeia produtiva é a rede de inter-relações entre os atores de um sistema que possibilita a identificação do fluxo de bens e serviço de acordo com os setores envolvidos indo desde a matéria prima até o consumidor final. São muitas as mudanças ocorridas na cadeia da música que são influenciadas principalmente pelo mercado e pelas tecnologias que vão surgindo (PRESTES FILHO, 2004). As tecnologias que foram surgindo ao longo dos anos alteraram a cadeia produtiva da música, dando sentidos diferenciados às relações na cadeia de valor da música. As Majors ou grandes gravadoras passaram a deixar para as Indies (ou independentes) muitas de suas funções, como a procura e o lançamento de artistas que são posteriormente contratados pelas Majors, quando já há algum sucesso. Ainda assim existem as produções na era da internet, feitas e divulgadas pelo próprio artista. (MENEZES, 2003).

Quando os artistas tinhas as grandes gravadoras como gestoras de suas carreiras, as decisões eram tomadas a favor da música com apelo da massa. Por outro lado a autogestao proporcionada pelas novas tecnologias e pelo compartilhamento de informações na internet dão liberdade ao artista de administrar sua carreira sem o vínculo com uma gravadora. (KIKKO, 2012) A discussão sobre os direitos autorais é inerente ao surgimento das tecnologias de compartilhamento online. O surgimento de sites que vendem faixas e albuns de artistas se torna forte a medida que os sites que compartilhamento gratuitos saem do ar, no entanto esse controle é praticamente impossível. Aliados a idéia de extinguir o compartilhamento de músicas online gratuitamente surge, como iniciativa das gravadoras, a venda de músicas digitais, como o Itunes e o Spotify. (KIKKO, 2012) A concentração de investimentos no entretenimento para as massas e o pagamento de uma margem pelas atividades que gerem lucro dos artistas às gravadoras enfraquece o mercado de venda de músicas digitais. Dando espaço ao movimento de artistas que gerenciam suas carreiras através do uso das redes sociais e internet como meio de comunicação com o público. A diversidade de artistas e gêneros musicais faz com que a maior fonte de renda deixe de ser a venda de álbuns, mas passe a ser a divulgação de seu trabalho e a gestão de sua própria imagem através da internet, das turnês, atividades de merchandising e as redes sociais. (GENES, CRAVEIRO e PROENÇA, 2012; KIKKO, 2012)

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