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Astronomia

Astronomia <a href=Formação estrelar na Grande Nuvem de Magalhães , uma galáxia irregular . e maias realizaram observações metódicas do céu no- turno . No entanto, a invenção do telescópio permitiu o desenvolvimento da astronomia moderna. Historica- mente, a astronomia incluiu disciplinas tão diversas como astrometria , navegação astronômica , astronomia observa- cional e a elaboração de calendários . Durante o período medieval , seu estudo era obrigatório e estava incluído no Quadrivium que, junto com o Trivium , compunha a me- todologia de ensino das sete Artes liberais . Durante o século XX, o campo da astronomia profissional foi dividido em dois ramos: a astronomia observacional e a astronomia teórica. A primeira está focada na aquisição de dados a partir da observação de objetos celestes, que são então analisados utilizando os princípios básicos da física. Já a segunda é orientada para o desen- volvimento de modelos analíticos que descrevem objetos e fenômenos astronômicos. Os dois campos se comple- mentam, com a astronomia teórica procurando explicar os resultados observacionais, bem com as observações sendo usadas para confirmar (ou não) os resultados teóri- cos. Os astrônomos amadores têm contribuído para muitas e importantes descobertas astronômicas. A astronomia é uma das poucas ciências onde os amadores podem de- sempenhar um papel ativo, especialmente na descoberta e observação de fenômenos transitórios . A Astronomia não deve ser confundida com a astrologia , sistema de crença que afirma que os assuntos humanos estão correlacionados com as posições dos objetos celes- tes. Embora os dois campos compartilhem uma origem comum, atualmente eles estão totalmente distintos . Mosaico da Nebulosa do Caranguejo , remanescente de uma supernova . Astronomia é uma ciência natural que estuda corpos celestes (como estrelas , planetas , cometas , nebulosas , aglomerados de estrelas , galáxias ) e fenômenos que se originam fora da atmosfera da Terra (como a radiação cósmica de fundo em micro-ondas ). Preocupada com a evolução, a física , a química e o movimento de objetos celestes, bem como a formação e o desenvolvimento do universo . A astronomia é uma das mais antigas ciências. Cul- turas pré-históricas deixaram registrados vários arte- fatos astronômicos, como Stonehenge , os montes de Newgrange , os menires . As primeiras civilizações, como os babilônios , gregos , chineses , indianos , iranianos 1 História Ver artigo principal: História da astronomia Inicialmente, a astronomia envolveu somente a observa- ção e a previsão dos movimentos dos objetos no céu que podiam ser vistos a olho nu. O Rigveda refere-se aos 27 asterismos ou nakshatras associados aos movimentos do Sol e também às doze divisões zodiacais do céu. Durante milhares de anos, as pessoas investigaram o espaço e a situação da Terra. No ano 4.000 a.C., os egípcios de- senvolveram um calendário baseado no movimento dos objetos celestes. A observação dos céus levou à previ- são de eventos como os eclipses.Os antigos gregos fize- ram importantes contribuições para a astronomia, entre 1 " id="pdf-obj-0-4" src="pdf-obj-0-4.jpg">
Astronomia <a href=Formação estrelar na Grande Nuvem de Magalhães , uma galáxia irregular . e maias realizaram observações metódicas do céu no- turno . No entanto, a invenção do telescópio permitiu o desenvolvimento da astronomia moderna. Historica- mente, a astronomia incluiu disciplinas tão diversas como astrometria , navegação astronômica , astronomia observa- cional e a elaboração de calendários . Durante o período medieval , seu estudo era obrigatório e estava incluído no Quadrivium que, junto com o Trivium , compunha a me- todologia de ensino das sete Artes liberais . Durante o século XX, o campo da astronomia profissional foi dividido em dois ramos: a astronomia observacional e a astronomia teórica. A primeira está focada na aquisição de dados a partir da observação de objetos celestes, que são então analisados utilizando os princípios básicos da física. Já a segunda é orientada para o desen- volvimento de modelos analíticos que descrevem objetos e fenômenos astronômicos. Os dois campos se comple- mentam, com a astronomia teórica procurando explicar os resultados observacionais, bem com as observações sendo usadas para confirmar (ou não) os resultados teóri- cos. Os astrônomos amadores têm contribuído para muitas e importantes descobertas astronômicas. A astronomia é uma das poucas ciências onde os amadores podem de- sempenhar um papel ativo, especialmente na descoberta e observação de fenômenos transitórios . A Astronomia não deve ser confundida com a astrologia , sistema de crença que afirma que os assuntos humanos estão correlacionados com as posições dos objetos celes- tes. Embora os dois campos compartilhem uma origem comum, atualmente eles estão totalmente distintos . Mosaico da Nebulosa do Caranguejo , remanescente de uma supernova . Astronomia é uma ciência natural que estuda corpos celestes (como estrelas , planetas , cometas , nebulosas , aglomerados de estrelas , galáxias ) e fenômenos que se originam fora da atmosfera da Terra (como a radiação cósmica de fundo em micro-ondas ). Preocupada com a evolução, a física , a química e o movimento de objetos celestes, bem como a formação e o desenvolvimento do universo . A astronomia é uma das mais antigas ciências. Cul- turas pré-históricas deixaram registrados vários arte- fatos astronômicos, como Stonehenge , os montes de Newgrange , os menires . As primeiras civilizações, como os babilônios , gregos , chineses , indianos , iranianos 1 História Ver artigo principal: História da astronomia Inicialmente, a astronomia envolveu somente a observa- ção e a previsão dos movimentos dos objetos no céu que podiam ser vistos a olho nu. O Rigveda refere-se aos 27 asterismos ou nakshatras associados aos movimentos do Sol e também às doze divisões zodiacais do céu. Durante milhares de anos, as pessoas investigaram o espaço e a situação da Terra. No ano 4.000 a.C., os egípcios de- senvolveram um calendário baseado no movimento dos objetos celestes. A observação dos céus levou à previ- são de eventos como os eclipses.Os antigos gregos fize- ram importantes contribuições para a astronomia, entre 1 " id="pdf-obj-0-14" src="pdf-obj-0-14.jpg">

e maias realizaram observações metódicas do céu no- turno. No entanto, a invenção do telescópio permitiu o desenvolvimento da astronomia moderna. Historica- mente, a astronomia incluiu disciplinas tão diversas como astrometria, navegação astronômica, astronomia observa- cional e a elaboração de calendários. Durante o período medieval, seu estudo era obrigatório e estava incluído no Quadrivium que, junto com o Trivium, compunha a me- todologia de ensino das sete Artes liberais. [1]

Durante o século XX, o campo da astronomia profissional foi dividido em dois ramos: a astronomia observacional e a astronomia teórica. [carece de fontes?] A primeira está focada na aquisição de dados a partir da observação de objetos celestes, que são então analisados utilizando os princípios básicos da física. Já a segunda é orientada para o desen- volvimento de modelos analíticos que descrevem objetos e fenômenos astronômicos. Os dois campos se comple- mentam, com a astronomia teórica procurando explicar os resultados observacionais, bem com as observações sendo usadas para confirmar (ou não) os resultados teóri- cos.

Os astrônomos amadores têm contribuído para muitas e importantes descobertas astronômicas. A astronomia é uma das poucas ciências onde os amadores podem de- sempenhar um papel ativo, especialmente na descoberta e observação de fenômenos transitórios [2][3] .

A Astronomia não deve ser confundida com a astrologia, sistema de crença que afirma que os assuntos humanos estão correlacionados com as posições dos objetos celes- tes. Embora os dois campos compartilhem uma origem comum, atualmente eles estão totalmente distintos [4] .

Mosaico da Nebulosa do Caranguejo, remanescente de uma supernova.

A astronomia é uma das mais antigas ciências. Cul- turas pré-históricas deixaram registrados vários arte- fatos astronômicos, como Stonehenge, os montes de Newgrange, os menires. As primeiras civilizações, como os babilônios, gregos, chineses, indianos, iranianos

1 História Ver artigo principal: História da astronomia
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História
Ver artigo principal: História da astronomia

Inicialmente, a astronomia envolveu somente a observa- ção e a previsão dos movimentos dos objetos no céu que podiam ser vistos a olho nu. O Rigveda refere-se aos 27 asterismos ou nakshatras associados aos movimentos do Sol e também às doze divisões zodiacais do céu. Durante milhares de anos, as pessoas investigaram o espaço e a situação da Terra. No ano 4.000 a.C., os egípcios de- senvolveram um calendário baseado no movimento dos objetos celestes. A observação dos céus levou à previ- são de eventos como os eclipses.Os antigos gregos fize- ram importantes contribuições para a astronomia, entre

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2 CAMPOS

elas a definição de magnitude aparente. A Bíblia contém um número de afirmações sobre a posição da Terra no universo e sobre a natureza das estrelas e dos planetas, a maioria das quais são poéticas e não devem ser inter- pretadas literalmente; ver Cosmologia bíblica. Nos anos 500, Aryabhata apresentou um sistema matemático que considerava que a Terra rodava em torno do seu eixo e que os planetas se deslocavam em relação ao Sol.

2 2 CAMPOS elas a definição de <a href=magnitude aparente . A Bíblia contém um número de afirmações sobre a posição da Terra no universo e sobre a natureza das estrelas e dos planetas, a maioria das quais são poéticas e não devem ser inter- pretadas literalmente; ver Cosmologia bíblica . Nos anos 500, Aryabhata apresentou um sistema matemático que considerava que a Terra rodava em torno do seu eixo e que os planetas se deslocavam em relação ao Sol. Astronomia estelar, evolução estelar: A nebulosa planetária de Formiga. A ejecção de gás da estrela moribunda no centro tem padrões simétricos intrigantes diferentes dos padrões caóticos es- perados de uma explosão ordinária. Cientistas usando o Hubble tentam entender como uma estrela esférica pode produzir tais si- metrias proeminentes no gás que ejecta. O estudo da astronomia quase parou durante a Idade Mé- dia , à exceção do trabalho dos astrónomos árabes . No final do século IX , o astrónomo árabe al-Farghani (Abu'l- Abbas Ahmad ibn Muhammad ibn Kathir al-Farghani) escreveu extensivamente sobre o movimento dos corpos celestes. No século XII , os seus trabalhos foram traduzi- dos para o latim , e diz-se que Dante aprendeu astronomia pelos livros de al-Farghani. No final do século X, um observatório enorme foi cons- truído perto de Teerã , Irã , pelo astrônomo al-Khujandi, que observou uma série de trânsitos meridianos do Sol, que permitiu-lhe calcular a obliquidade da eclíptica, tam- bém conhecida como a inclinação do eixo da Terra relati- vamente ao Sol. Como sabe-se hoje, a inclinação da Terra é de aproximadamente 23°34', e al-Khujandi mediu-a como sendo 23°32'19”. Usando esta informação, com- pilou também uma lista das latitudes e das longitudes de cidades principais. Omar Khayyam (Ghiyath al-Din Abu'l-Fath Umar ibn Ibrahim al-Nisaburi al-Khayyami) foi um grande cien- tista, filósofo e poeta persa que viveu de 1048 a 1131 . Compilou muitas tabelas astronômicas e executou uma reforma do calendário que era mais exato do que o Calendário Juliano e se aproximava do Calendário Gre- goriano . Um feito surpreendente era seu cálculo do ano como tendo 365,24219858156 dias, valor esse conside- rando a exatidão até a sexta casa decimal se comparado com os números de hoje, indica que nesses 1000 anos pode ter havido algumas alterações na órbita terrestre. Durante o Renascimento , Copérnico propôs um modelo heliocêntrico do Sistema Solar . No século XIII, o impe- rador Hulagu, neto de Gengis Khan e um protetor das ciências, havia concedido ao conselheiro Nasir El Din Tusi autorização para edificar um observatório conside- rado sem equivalentes na época. Entre os trabalhos de- senvolvidos no observatório de Maragheg e a obra “De Revolutionibus Orbium Caelestium” de Copérnico, há al- gumas semelhanças que levam os historiadores a admitir que este teria tomado conhecimento dos estudos de Tusi, através de cópias de trabalhos deste existentes no Vati- cano. O modelo heliocêntrico do Sistema Solar foi defendido, desenvolvido e corrigido por Galileu Galilei e Johannes Kepler . Kepler foi o primeiro a desenvolver um sistema que descrevesse corretamente os detalhes do movimento dos planetas com o Sol no centro. No entanto, Kepler não compreendeu os princípios por detrás das leis que desco- briu. Estes princípios foram descobertos mais tarde por Isaac Newton , que mostrou que o movimento dos plane- tas se podia explicar pela Lei da gravitação universal e pelas leis da dinâmica. Constatou-se que as estrelas são objetos muito distantes. Com o advento da Espectroscopia provou-se que são si- milares ao nosso próprio Sol, mas com uma grande va- riedade de temperaturas , massas e tamanhos. A existên- cia de nossa galáxia , a Via Láctea , como um grupo sepa- rado das estrelas foi provada somente no século XX , bem como a existência de galáxias “externas”, e logo depois, a expansão do universo dada a recessão da maioria das ga- láxias de nós. A Cosmologia fez avanços enormes durante o século XX, com o modelo do Big Bang fortemente apoi- ado pelas evidências fornecidas pela Astronomia e pela Física, tais como a radiação cósmica de micro-ondas de fundo, a Lei de Hubble e a abundância cosmológica dos elementos. 2 Campos Por ter um objeto de estudo tão vasto, a astronomia é di- vidida em muitas áreas. Uma distinção principal é entre a astronomia teórica e a observacional . Observadores usam vários meios para obter dados sobre diversos fenômenos, que são usados pelos teóricos para criar e testar teorias e modelos, para explicar observações e para prever novos resultados. O observador e o teórico não são necessaria- mente pessoas diferentes e, em vez de dois campos per- feitamente delimitados, há um contínuo de cientistas que põem maior ou menor ênfase na observação ou na teoria. Os campos de estudo podem também ser categorizados quanto: • ao assunto : em geral de acordo com a região do espaço (ex. Astronomia galáctica ) ou aos proble- mas por resolver (tais como formação das estrelas ou cosmologia ). " id="pdf-obj-1-21" src="pdf-obj-1-21.jpg">

Astronomia estelar, evolução estelar: A nebulosa planetária de Formiga. A ejecção de gás da estrela moribunda no centro tem padrões simétricos intrigantes diferentes dos padrões caóticos es- perados de uma explosão ordinária. Cientistas usando o Hubble tentam entender como uma estrela esférica pode produzir tais si- metrias proeminentes no gás que ejecta.

O estudo da astronomia quase parou durante a Idade Mé- dia, à exceção do trabalho dos astrónomos árabes. No final do século IX, o astrónomo árabe al-Farghani (Abu'l- Abbas Ahmad ibn Muhammad ibn Kathir al-Farghani) escreveu extensivamente sobre o movimento dos corpos celestes. No século XII, os seus trabalhos foram traduzi- dos para o latim, e diz-se que Dante aprendeu astronomia pelos livros de al-Farghani.

No final do século X, um observatório enorme foi cons- truído perto de Teerã, Irã, pelo astrônomo al-Khujandi, que observou uma série de trânsitos meridianos do Sol, que permitiu-lhe calcular a obliquidade da eclíptica, tam- bém conhecida como a inclinação do eixo da Terra relati- vamente ao Sol. Como sabe-se hoje, a inclinação da Terra é de aproximadamente 23°34', e al-Khujandi mediu-a como sendo 23°32'19”. Usando esta informação, com- pilou também uma lista das latitudes e das longitudes de cidades principais.

Omar Khayyam (Ghiyath al-Din Abu'l-Fath Umar ibn Ibrahim al-Nisaburi al-Khayyami) foi um grande cien- tista, filósofo e poeta persa que viveu de 1048 a 1131. Compilou muitas tabelas astronômicas e executou uma reforma do calendário que era mais exato do que o Calendário Juliano e se aproximava do Calendário Gre- goriano. Um feito surpreendente era seu cálculo do ano como tendo 365,24219858156 dias, valor esse conside- rando a exatidão até a sexta casa decimal se comparado com os números de hoje, indica que nesses 1000 anos pode ter havido algumas alterações na órbita terrestre.

Durante o Renascimento, Copérnico propôs um modelo heliocêntrico do Sistema Solar. No século XIII, o impe- rador Hulagu, neto de Gengis Khan e um protetor das ciências, havia concedido ao conselheiro Nasir El Din Tusi autorização para edificar um observatório conside- rado sem equivalentes na época. Entre os trabalhos de- senvolvidos no observatório de Maragheg e a obra “De Revolutionibus Orbium Caelestium” de Copérnico, há al- gumas semelhanças que levam os historiadores a admitir que este teria tomado conhecimento dos estudos de Tusi, através de cópias de trabalhos deste existentes no Vati- cano.

O modelo heliocêntrico do Sistema Solar foi defendido, desenvolvido e corrigido por Galileu Galilei e Johannes Kepler. Kepler foi o primeiro a desenvolver um sistema que descrevesse corretamente os detalhes do movimento dos planetas com o Sol no centro. No entanto, Kepler não compreendeu os princípios por detrás das leis que desco- briu. Estes princípios foram descobertos mais tarde por Isaac Newton, que mostrou que o movimento dos plane- tas se podia explicar pela Lei da gravitação universal e pelas leis da dinâmica.

Constatou-se que as estrelas são objetos muito distantes. Com o advento da Espectroscopia provou-se que são si- milares ao nosso próprio Sol, mas com uma grande va- riedade de temperaturas, massas e tamanhos. A existên- cia de nossa galáxia, a Via Láctea, como um grupo sepa- rado das estrelas foi provada somente no século XX, bem como a existência de galáxias “externas”, e logo depois, a expansão do universo dada a recessão da maioria das ga- láxias de nós. A Cosmologia fez avanços enormes durante o século XX, com o modelo do Big Bang fortemente apoi- ado pelas evidências fornecidas pela Astronomia e pela Física, tais como a radiação cósmica de micro-ondas de fundo, a Lei de Hubble e a abundância cosmológica dos elementos.

2

Campos

Por ter um objeto de estudo tão vasto, a astronomia é di- vidida em muitas áreas. Uma distinção principal é entre a astronomia teórica e a observacional. Observadores usam vários meios para obter dados sobre diversos fenômenos, que são usados pelos teóricos para criar e testar teorias e modelos, para explicar observações e para prever novos resultados. O observador e o teórico não são necessaria- mente pessoas diferentes e, em vez de dois campos per- feitamente delimitados, há um contínuo de cientistas que põem maior ou menor ênfase na observação ou na teoria.

Os campos de estudo podem também ser categorizados quanto:

ao assunto: em geral de acordo com a região do espaço (ex. Astronomia galáctica) ou aos proble- mas por resolver (tais como formação das estrelas ou cosmologia).

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Astronomia observacional

3

à forma como se obtém a informação (essenci- almente, que faixa do espectro eletromagnético é usada).

Enquanto a primeira divisão se aplica tanto a observado- res como também a teóricos, a segunda se aplica a ob- servadores, pois os teóricos tentam usar toda informação disponível, em todos os comprimentos de onda, e obser- vadores frequentemente observam em mais de uma faixa do espectro.

  • 2.1 Astronomia observacional

2.1 Astronomia observacional 3 • à forma como se obtém a informação (essenci- almente, que faixaespectro eletromagnético é usada). Enquanto a primeira divisão se aplica tanto a observado- res como também a teóricos, a segunda se aplica a ob- servadores, pois os teóricos tentam usar toda informação disponível, em todos os comprimentos de onda, e obser- vadores frequentemente observam em mais de uma faixa do espectro. 2.1 Astronomia observacional Astronomia extragaláctica: exemplo de lente gravitacional. Esta imagem, captada pelo telescópio espacial Hubble, mostra vários objetos azuis em forma de espiral que, na verdade, são imagens múltiplas de uma mesma galáxia. A imagem original da galá- xia é multiplicada pelo efeito de lente gravitacional causado pelo aglomerado de galáxias elípticas e espirais de cor amarela que aparecem no centro da fotografia. A lente gravitacional deve- se ao campo gravitacional gerado pelo aglomerado, que curva e distorce a luz de objetos mais distantes. Na astronomia, a principal forma de obter informação é através da detecção e análise da luz visível ou outras re- giões da radiação eletromagnética . Mas a informação é adquirida também por raios cósmicos , neutrinos , e, no fu- turo próximo, ondas gravitacionais (veja LIGO e LISA ). Uma divisão tradicional da astronomia é dada pela faixa do espectro eletromagnético observado. Algumas partes do espectro podem ser observadas da superfície da Terra , enquanto outras partes só são observáveis de grandes al- titudes ou no espaço. 2.1.1 Radioastronomia Ver artigo principal: Radioastronomia A radioastronomia estuda a radiação com comprimento de onda maior que aproximadamente 1 milímetro. A radioastronomia é diferente da maioria das outras formas de astronomia observacional pelo fato de as ondas de rá- dio observáveis poderem ser tratadas como ondas ao in- vés de fótons discretos. Com isso, é relativamente mais fácil de medir a amplitude e a fase das ondas de rádio. Apesar de algumas ondas de rádio serem produzidas por objetos astronômicos na forma de radiação térmica , a maior parte das emissões de rádio que são observadas da Terra são vistas na forma de radiação síncrotron , que é produzida quando elétrons ou outras partículas eletrica- mente carregadas descrevem uma trajetória curva em um campo magnético . Adicionalmente, diversas linhas es- pectrais produzidas por gás interestelar , notadamente a linha espectral do hidrogênio de 21 cm, são observáveis no comprimento de onda de rádio. Uma grande variedade de objetos são observáveis no comprimento de onda de rádio, incluindo supernovas , gás interestelar , pulsares e núcleos de galáxias ativas . 2.1.2 Astronomia infravermelha Ver artigo principal: Astronomia infravermelha A astronomia infravermelha lida com a detecção e aná- lise da radiação infravermelha (comprimentos de onda maiores que a luz vermelha). Exceto por comprimentos de onda mais próximas à luz visível, a radiação infraver- melha é na maior parte absorvida pela atmosfera, e a at- mosfera produz emissão infravermelha numa quantidade significante. Consequentemente, observatórios de infra- vermelho precisam estar localizados em lugares altos e secos, ou no espaço. O espectro infravermelho é útil para estudar objetos que são muito frios para emitir luz visível, como os planetas e discos circunstrelares . Comprimentos de onda infra- vermelha maior podem também penetrar nuvens de po- eira que bloqueiam a luz visível, permitindo a observação de estrelas jovens em nuvens moleculares e o centro de galáxias. Algumas moléculas radiam fortemente no in- fravermelho, e isso pode ser usado para estudar a química no espaço, assim como detectar água em cometas. 2.1.3 Astronomia óptica Ver artigo principal: Astronomia óptica Historicamente, a astronomia óptica (também chamada de astronomia da luz visível) é a forma mais antiga da astronomia. Imagens ópticas eram originalmente de- senhadas à mão. No final do século XIX e na maior parte do século XX as imagens eram criadas usando equipamentos fotográficos. Imagens modernas são cria- " id="pdf-obj-2-18" src="pdf-obj-2-18.jpg">

Astronomia extragaláctica: exemplo de lente gravitacional. Esta imagem, captada pelo telescópio espacial Hubble, mostra vários objetos azuis em forma de espiral que, na verdade, são imagens múltiplas de uma mesma galáxia. A imagem original da galá- xia é multiplicada pelo efeito de lente gravitacional causado pelo aglomerado de galáxias elípticas e espirais de cor amarela que aparecem no centro da fotografia. A lente gravitacional deve- se ao campo gravitacional gerado pelo aglomerado, que curva e distorce a luz de objetos mais distantes.

Na astronomia, a principal forma de obter informação é através da detecção e análise da luz visível ou outras re- giões da radiação eletromagnética. Mas a informação é adquirida também por raios cósmicos, neutrinos, e, no fu- turo próximo, ondas gravitacionais (veja LIGO e LISA).

Uma divisão tradicional da astronomia é dada pela faixa do espectro eletromagnético observado. Algumas partes do espectro podem ser observadas da superfície da Terra, enquanto outras partes só são observáveis de grandes al- titudes ou no espaço.

2.1.1 Radioastronomia

2.1 Astronomia observacional 3 • à forma como se obtém a informação (essenci- almente, que faixaespectro eletromagnético é usada). Enquanto a primeira divisão se aplica tanto a observado- res como também a teóricos, a segunda se aplica a ob- servadores, pois os teóricos tentam usar toda informação disponível, em todos os comprimentos de onda, e obser- vadores frequentemente observam em mais de uma faixa do espectro. 2.1 Astronomia observacional Astronomia extragaláctica: exemplo de lente gravitacional. Esta imagem, captada pelo telescópio espacial Hubble, mostra vários objetos azuis em forma de espiral que, na verdade, são imagens múltiplas de uma mesma galáxia. A imagem original da galá- xia é multiplicada pelo efeito de lente gravitacional causado pelo aglomerado de galáxias elípticas e espirais de cor amarela que aparecem no centro da fotografia. A lente gravitacional deve- se ao campo gravitacional gerado pelo aglomerado, que curva e distorce a luz de objetos mais distantes. Na astronomia, a principal forma de obter informação é através da detecção e análise da luz visível ou outras re- giões da radiação eletromagnética . Mas a informação é adquirida também por raios cósmicos , neutrinos , e, no fu- turo próximo, ondas gravitacionais (veja LIGO e LISA ). Uma divisão tradicional da astronomia é dada pela faixa do espectro eletromagnético observado. Algumas partes do espectro podem ser observadas da superfície da Terra , enquanto outras partes só são observáveis de grandes al- titudes ou no espaço. 2.1.1 Radioastronomia Ver artigo principal: Radioastronomia A radioastronomia estuda a radiação com comprimento de onda maior que aproximadamente 1 milímetro. A radioastronomia é diferente da maioria das outras formas de astronomia observacional pelo fato de as ondas de rá- dio observáveis poderem ser tratadas como ondas ao in- vés de fótons discretos. Com isso, é relativamente mais fácil de medir a amplitude e a fase das ondas de rádio. Apesar de algumas ondas de rádio serem produzidas por objetos astronômicos na forma de radiação térmica , a maior parte das emissões de rádio que são observadas da Terra são vistas na forma de radiação síncrotron , que é produzida quando elétrons ou outras partículas eletrica- mente carregadas descrevem uma trajetória curva em um campo magnético . Adicionalmente, diversas linhas es- pectrais produzidas por gás interestelar , notadamente a linha espectral do hidrogênio de 21 cm, são observáveis no comprimento de onda de rádio. Uma grande variedade de objetos são observáveis no comprimento de onda de rádio, incluindo supernovas , gás interestelar , pulsares e núcleos de galáxias ativas . 2.1.2 Astronomia infravermelha Ver artigo principal: Astronomia infravermelha A astronomia infravermelha lida com a detecção e aná- lise da radiação infravermelha (comprimentos de onda maiores que a luz vermelha). Exceto por comprimentos de onda mais próximas à luz visível, a radiação infraver- melha é na maior parte absorvida pela atmosfera, e a at- mosfera produz emissão infravermelha numa quantidade significante. Consequentemente, observatórios de infra- vermelho precisam estar localizados em lugares altos e secos, ou no espaço. O espectro infravermelho é útil para estudar objetos que são muito frios para emitir luz visível, como os planetas e discos circunstrelares . Comprimentos de onda infra- vermelha maior podem também penetrar nuvens de po- eira que bloqueiam a luz visível, permitindo a observação de estrelas jovens em nuvens moleculares e o centro de galáxias. Algumas moléculas radiam fortemente no in- fravermelho, e isso pode ser usado para estudar a química no espaço, assim como detectar água em cometas. 2.1.3 Astronomia óptica Ver artigo principal: Astronomia óptica Historicamente, a astronomia óptica (também chamada de astronomia da luz visível) é a forma mais antiga da astronomia. Imagens ópticas eram originalmente de- senhadas à mão. No final do século XIX e na maior parte do século XX as imagens eram criadas usando equipamentos fotográficos. Imagens modernas são cria- " id="pdf-obj-2-46" src="pdf-obj-2-46.jpg">

Ver artigo principal: Radioastronomia

A radioastronomia estuda a radiação com comprimento de onda maior que aproximadamente 1 milímetro. [5] A radioastronomia é diferente da maioria das outras formas de astronomia observacional pelo fato de as ondas de rá- dio observáveis poderem ser tratadas como ondas ao in- vés de fótons discretos. Com isso, é relativamente mais fácil de medir a amplitude e a fase das ondas de rádio. [5]

Apesar de algumas ondas de rádio serem produzidas por objetos astronômicos na forma de radiação térmica, a maior parte das emissões de rádio que são observadas da Terra são vistas na forma de radiação síncrotron, que é produzida quando elétrons ou outras partículas eletrica- mente carregadas descrevem uma trajetória curva em um campo magnético. [5] Adicionalmente, diversas linhas es- pectrais produzidas por gás interestelar, notadamente a linha espectral do hidrogênio de 21 cm, são observáveis no comprimento de onda de rádio. [5][6]

Uma grande variedade de objetos são observáveis no comprimento de onda de rádio, incluindo supernovas, gás interestelar, pulsares e núcleos de galáxias ativas. [5][6]

A astronomia infravermelha lida com a detecção e aná- lise da radiação infravermelha (comprimentos de onda maiores que a luz vermelha). Exceto por comprimentos de onda mais próximas à luz visível, a radiação infraver- melha é na maior parte absorvida pela atmosfera, e a at- mosfera produz emissão infravermelha numa quantidade significante. Consequentemente, observatórios de infra- vermelho precisam estar localizados em lugares altos e secos, ou no espaço.

O espectro infravermelho é útil para estudar objetos que são muito frios para emitir luz visível, como os planetas e discos circunstrelares. Comprimentos de onda infra- vermelha maior podem também penetrar nuvens de po- eira que bloqueiam a luz visível, permitindo a observação de estrelas jovens em nuvens moleculares e o centro de galáxias. [7] Algumas moléculas radiam fortemente no in- fravermelho, e isso pode ser usado para estudar a química no espaço, assim como detectar água em cometas. [8]

Historicamente, a astronomia óptica (também chamada de astronomia da luz visível) é a forma mais antiga da astronomia. [9] Imagens ópticas eram originalmente de- senhadas à mão. No final do século XIX e na maior

parte do século XX as imagens eram criadas usando equipamentos fotográficos. Imagens modernas são cria-

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2 CAMPOS

das usando detectores digitais, principalmente detectores usando dispositivos de cargas acoplados (CCDs). Apesar da luz visível estender de aproximadamente 4000 Å até 7000 Å (400 nm até 700 nm), [9] o mesmo equipamento usado nesse comprimento de onda é também usado para observar radição de luz visível próxima a ultravioleta e infravermelho.

A astronomia ultravioleta é normalmente usada para se referir a observações no comprimento de onda ultravi- oleta, aproximadamente entre 100 e 3200 Å (10 e 320 nm). [5] A luz nesse comprimento de onda é absorvida pela atmosfera da Terra, então as observações devem ser feitas na atmosfera superior ou no espaço.

A astronomia ultravioleta é mais utilizada para o es- tudo da radiação térmica e linhas de emissão espectral de estrelas azul quente (Estrela OB) que são muito bri- lhantes nessa banda de onda. Isso inclui estrelas azuis em outras galáxias, que têm sido alvos de várias pesquisas nesta área. Outros objetos normalmente observados in- cluem a nebulosa planetária, remanescente de supernova, e núcleos de galáxias ativas. [5] Entretanto, a luz ultravio- leta é facilmente absorvida pela poeira interestelar, e as medições da luz ultravioleta desses objetos precisam ser corrigidas. [5]

A astronomia de raio-X é o estudo de objetos astronômi- cos no comprimento de onda de raio-X. Normalmente os objetos emitem radiação de raio-X como radiação sín- crotron (produzida pela oscilação de elétrons em volta de campos magnéticos), emissão termal de gases fi- nos (chamada de radiação Bremsstrahlung) maiores que 10 7 kelvin, e emissão termal de gases grossos (cha- mada radiação de corpo negro) maiores que 10 7 kelvin. [5] Como os raio-X são absorvidos pela atmosfera terrestre todas as observações devem ser feitas de balões de grande altitude, foguetes, ou naves espaciais.

Fontes de raio-X notáveis incluem binário de raio X, pulsares, remanescentes de supernovas, galáxias elípticas, aglomerados de galáxias e núcleos galácticos ativos. [5]

A astronomia de raios gama é o estudo de objetos as- tronômicos que usam os menores comprimentos de onda do espectro eletromagnético. Os raios gama podem ser observados diretamente por satélites como o observatório de raios Gama Compton ou por telescópios especializa- dos chamados Cherenkov. [5] Os telescópios Cherenkov não detectam os raios gama diretamente mas detectam flasses de luz visível produzidos quando os raios gama são absorvidos pela atmosfera da Terra. [10]

A maioria das fontes emissoras de raio gama são na ver-

dade Erupções de raios gama, objetos que produzem ra-

diação gama apenas por poucos milisegundos a até milha- res de segundos antes de desaparecerem. Apenas 10% das fontes de raio gama são fontes não-transendentes, incluindo pulsares, estrelas de nêutrons, e candidatos a buracos negros como núcleos galácticos ativos. [5]

  • 2.1.7 Campos não baseados no espectro eletromag- nético

Além da radiação eletromagnética outras coisas podem ser observadas da Terra que se originam de grandes dis- tâncias.

Na Astronomia de neutrinos, astrônomos usam labora- tórios especiais subterrâneos como o SAGE, GALLEX e Kamioka II/III para detectar neutrinos. Esses neutri- nos se originam principalmente do Sol, mas também de supernovas. [5]

Raios cósmicos consistindo de partículas de energia muito elevada podem ser observadas chocando-se com a atmosfera da terra. [11] No futuro, detectores de neutrino

poderão ser sensíveis aos neutrinos produzidos quando raios cósmicos atingem a atmosfera da Terra. [5]

Foram construídos alguns observatórios de ondas gra- vitacionais como o Laser Interferometer Gravitatio- nal Observatory (LIGO) mas as ondas gravitacionais são extremamente difíceis de detectar. [12] No final de 2015, pesquisadores do projeto LIGO (Laser Interfero- meter Gravitational-Wave Observatory) observaram “dis- torções no espaço e no tempo” causadas por um par de buracos negros com trinta massas solares em processo de

fusão. [13][14][15][16]

A astronomia planetária tem se beneficiado da obser- vação direta pelos foguetes espaciais e amostras no re- torno das missões. Essas missões incluem fly-by missi- ons com sensores remotos; veículos de aterrissagem que podem realizar experimentos no material da superfície; missões que permitem ver remotamente material enter- rado; e missões de amostra que permitem um exame la- boratorial direto.

Um dos campos mais antigos da astronomia e de todas as ciências, é a medição da posição dos objetos celes-

2.2

Subcampos específicos

5

tiais. Historicamente, o conhecimento preciso da posi- ção do Sol, Lua, planetas e estrelas era essencial para a navegação celestial.

A cuidadosa medição da posição dos planetas levou a um sólido entendimento das perturbações gravitacionais, e a capacidade de determinar as posições passadas e futuras dos planetas com uma grande precisão, um campo co- nhecido como mecânica celestial. Mais recentemente, o monitoramento de Objectos Próximos da Terra vai per- mitir a predição de encontros próximos, e possivelmente colisões, com a Terra. [17]

A medição do paralaxe estelar de estrelas próximas pro- vêm uma linha de base fundamental para a medição de distâncias na astronomia que é usada para medir a es- cala do universo. Medições paralaxe de estrelas próximas provêm uma linha de base absoluta para as propriedades de estrelas mais distantes, porque suas propriedades po- dem ser comparadas. A medição da velocidade radia e o movimento próprio mostra a cinemática desses sistemas através da Via Láctea. Resultados astronômicos também são usados para medir a distribuição de matéria escura na galáxia. [18]

Durante a década de 1990, as técnicas de astrometria para medir as stellar wobble foram usados para detectar planetas extrasolares orbitando a estrelas próximas. [19]

  • 2.2 Subcampos específicos

2.2 Subcampos específicos 5 tiais. Historicamente, o conhecimento preciso da posi- ção do Sol, Lua, planetasnavegação celestial . A cuidadosa medição da posição dos planetas levou a um sólido entendimento das perturbações gravitacionais, e a capacidade de determinar as posições passadas e futuras dos planetas com uma grande precisão, um campo co- nhecido como mecânica celestial . Mais recentemente, o monitoramento de Objectos Próximos da Terra vai per- mitir a predição de encontros próximos, e possivelmente colisões, com a Terra. A medição do paralaxe estelar de estrelas próximas pro- vêm uma linha de base fundamental para a medição de distâncias na astronomia que é usada para medir a es- cala do universo. Medições paralaxe de estrelas próximas provêm uma linha de base absoluta para as propriedades de estrelas mais distantes, porque suas propriedades po- dem ser comparadas. A medição da velocidade radia e o movimento próprio mostra a cinemática desses sistemas através da Via Láctea . Resultados astronômicos também são usados para medir a distribuição de matéria escura na galáxia. Durante a década de 1990, as técnicas de astrometria para medir as stellar wobble foram usados para detectar planetas extrasolares orbitando a estrelas próximas. 2.2 Subcampos específicos Astronomia planetária ou ciências planetárias: um " dust devil " (literalmente, demônio da poeira) marciano. A fotografia foi captada pela NASA Global Surveyor em órbita à volta de Marte . A faixa escura e longa é formada pelos movimentos em espiral da atmosfera marciana (um fenómeno semelhante ao tornado). O " dust devil " (o ponto preto) está a subir a encosta da cratera. Os " dust devils " formam-se quando a atmosfera é aquecida por uma superfície quente e começa a rodar ao mesmo tempo que sobe. As linhas no lado direito da figura são dunas de areia no leito da cratera. sequência principal da classe estrelar G2 V, com idade de aproximadamente 4,6 Gyr. O Sol não é considerado uma estrela variável , mas passa por mudanças periódi- cas em atividades conhecidas como ciclo solar . Isso é uma flutuação de 11 anos nos números de mancha sola- res . Manchas solares são regiões de temperatura abaixo da média que estão associadas a uma intensa atividade magnética. O Sol tem aumentado constantemente de luminosidade no seu curso de vida, aumentando em 40% desde que se tornou uma estrela da sequência principal . O Sol também passa por mudanças periódicas de luminosidade que po- dem ter um impacto significativo na Terra. Por exem- plo, se acredita que o mínimo de Maunder tenha causado a Pequena Idade do Gelo . A superfície externa visível do Sol é chamada fotosfera . Acima dessa camada há uma fina região conhecida como cromosfera . Essa é envolvida por uma região de transi- ção de temperaturas cada vez mais elevadas, e então pela super-quente corona . No centro do Sol está a região do núcleo, um volume com temperatura e pressão suficientes para uma fusão nuclear ocorrer. Acima do núcleo está a zona de radiação , onde o plasma se converte o fluxo de energia através da radia- ção. As camadas externas formam uma zona de convec- ção onde o gás material transporta a energia através do deslocamento físico do gás. Se acredita que essa zona de convecção cria a atividade magnética que gera as man- chas solares. Um vento solar de partículas de plasma corre constante- mente para fora do Sol até que atinge a heliosfera . Esse vento solar interage com a magnetosfera da Terra para criar os cinturões de Van Allen , assim como a aurora onde as linhas dos campos magnéticos da Terra descendem até a atmosfera da Terra . 2.2.2 Ciência planetária Ver artigo principal: Ciência planetáriaCiência planetária : Estuda os planetas . • Planetologia : Estudo dos planetas do Sistema Solar e exoplanetas . 2.2.3 Astronomia estelar 2.2.1 Astronomia solar Ver artigo principal: Astronomia estelar Ver artigo principal: Astronomia solar A uma distância de oito minutos-luz, a estrela mais fre- quentemente estudada é o Sol, uma típica estrela anã da • Astronomia estelar : Estudo das estrelas, em geral. • Formação de estrelas : Estudo das condições e dos processos que conduziram à formação das estrelas " id="pdf-obj-4-46" src="pdf-obj-4-46.jpg">

Astronomia planetária ou ciências planetárias: um "dust devil" (literalmente, demônio da poeira) marciano. A fotografia foi captada pela NASA Global Surveyor em órbita à volta de Marte. A faixa escura e longa é formada pelos movimentos em espiral da atmosfera marciana (um fenómeno semelhante ao tornado). O "dust devil" (o ponto preto) está a subir a encosta da cratera. Os "dust devils" formam-se quando a atmosfera é aquecida por uma superfície quente e começa a rodar ao mesmo tempo que sobe. As linhas no lado direito da figura são dunas de areia no leito da cratera.

sequência principal da classe estrelar G2 V, com idade de aproximadamente 4,6 Gyr. O Sol não é considerado uma estrela variável, mas passa por mudanças periódi- cas em atividades conhecidas como ciclo solar. Isso é uma flutuação de 11 anos nos números de mancha sola- res. Manchas solares são regiões de temperatura abaixo da média que estão associadas a uma intensa atividade magnética. [20]

O Sol tem aumentado constantemente de luminosidade no seu curso de vida, aumentando em 40% desde que se tornou uma estrela da sequência principal. O Sol também passa por mudanças periódicas de luminosidade que po- dem ter um impacto significativo na Terra. [21] Por exem- plo, se acredita que o mínimo de Maunder tenha causado a Pequena Idade do Gelo. [22]

A superfície externa visível do Sol é chamada fotosfera. Acima dessa camada há uma fina região conhecida como cromosfera. Essa é envolvida por uma região de transi- ção de temperaturas cada vez mais elevadas, e então pela super-quente corona.

No centro do Sol está a região do núcleo, um volume com temperatura e pressão suficientes para uma fusão nuclear ocorrer. Acima do núcleo está a zona de radiação, onde o plasma se converte o fluxo de energia através da radia- ção. As camadas externas formam uma zona de convec- ção onde o gás material transporta a energia através do deslocamento físico do gás. Se acredita que essa zona de

convecção cria a atividade magnética que gera as man- chas solares. [20]

Um vento solar de partículas de plasma corre constante- mente para fora do Sol até que atinge a heliosfera. Esse vento solar interage com a magnetosfera da Terra para criar os cinturões de Van Allen, assim como a aurora onde as linhas dos campos magnéticos da Terra descendem até a atmosfera da Terra. [23]

Ciência planetária: Estuda os planetas.

  • 2.2.3 Astronomia estelar

2.2 Subcampos específicos 5 tiais. Historicamente, o conhecimento preciso da posi- ção do Sol, Lua, planetasnavegação celestial . A cuidadosa medição da posição dos planetas levou a um sólido entendimento das perturbações gravitacionais, e a capacidade de determinar as posições passadas e futuras dos planetas com uma grande precisão, um campo co- nhecido como mecânica celestial . Mais recentemente, o monitoramento de Objectos Próximos da Terra vai per- mitir a predição de encontros próximos, e possivelmente colisões, com a Terra. A medição do paralaxe estelar de estrelas próximas pro- vêm uma linha de base fundamental para a medição de distâncias na astronomia que é usada para medir a es- cala do universo. Medições paralaxe de estrelas próximas provêm uma linha de base absoluta para as propriedades de estrelas mais distantes, porque suas propriedades po- dem ser comparadas. A medição da velocidade radia e o movimento próprio mostra a cinemática desses sistemas através da Via Láctea . Resultados astronômicos também são usados para medir a distribuição de matéria escura na galáxia. Durante a década de 1990, as técnicas de astrometria para medir as stellar wobble foram usados para detectar planetas extrasolares orbitando a estrelas próximas. 2.2 Subcampos específicos Astronomia planetária ou ciências planetárias: um " dust devil " (literalmente, demônio da poeira) marciano. A fotografia foi captada pela NASA Global Surveyor em órbita à volta de Marte . A faixa escura e longa é formada pelos movimentos em espiral da atmosfera marciana (um fenómeno semelhante ao tornado). O " dust devil " (o ponto preto) está a subir a encosta da cratera. Os " dust devils " formam-se quando a atmosfera é aquecida por uma superfície quente e começa a rodar ao mesmo tempo que sobe. As linhas no lado direito da figura são dunas de areia no leito da cratera. sequência principal da classe estrelar G2 V, com idade de aproximadamente 4,6 Gyr. O Sol não é considerado uma estrela variável , mas passa por mudanças periódi- cas em atividades conhecidas como ciclo solar . Isso é uma flutuação de 11 anos nos números de mancha sola- res . Manchas solares são regiões de temperatura abaixo da média que estão associadas a uma intensa atividade magnética. O Sol tem aumentado constantemente de luminosidade no seu curso de vida, aumentando em 40% desde que se tornou uma estrela da sequência principal . O Sol também passa por mudanças periódicas de luminosidade que po- dem ter um impacto significativo na Terra. Por exem- plo, se acredita que o mínimo de Maunder tenha causado a Pequena Idade do Gelo . A superfície externa visível do Sol é chamada fotosfera . Acima dessa camada há uma fina região conhecida como cromosfera . Essa é envolvida por uma região de transi- ção de temperaturas cada vez mais elevadas, e então pela super-quente corona . No centro do Sol está a região do núcleo, um volume com temperatura e pressão suficientes para uma fusão nuclear ocorrer. Acima do núcleo está a zona de radiação , onde o plasma se converte o fluxo de energia através da radia- ção. As camadas externas formam uma zona de convec- ção onde o gás material transporta a energia através do deslocamento físico do gás. Se acredita que essa zona de convecção cria a atividade magnética que gera as man- chas solares. Um vento solar de partículas de plasma corre constante- mente para fora do Sol até que atinge a heliosfera . Esse vento solar interage com a magnetosfera da Terra para criar os cinturões de Van Allen , assim como a aurora onde as linhas dos campos magnéticos da Terra descendem até a atmosfera da Terra . 2.2.2 Ciência planetária Ver artigo principal: Ciência planetáriaCiência planetária : Estuda os planetas . • Planetologia : Estudo dos planetas do Sistema Solar e exoplanetas . 2.2.3 Astronomia estelar 2.2.1 Astronomia solar Ver artigo principal: Astronomia estelar Ver artigo principal: Astronomia solar A uma distância de oito minutos-luz, a estrela mais fre- quentemente estudada é o Sol, uma típica estrela anã da • Astronomia estelar : Estudo das estrelas, em geral. • Formação de estrelas : Estudo das condições e dos processos que conduziram à formação das estrelas " id="pdf-obj-4-149" src="pdf-obj-4-149.jpg">

Ver artigo principal: Astronomia solar

A uma distância de oito minutos-luz, a estrela mais fre- quentemente estudada é o Sol, uma típica estrela anã da

Astronomia estelar: Estudo das estrelas, em geral.

Formação de estrelas: Estudo das condições e dos processos que conduziram à formação das estrelas

6

3 ATUAÇÃO PROFISSIONAL

no interior de nuvens do gás, e o próprio processo da formação.

Evolução estelar: Estudo da evolução das estrelas, de sua formação a seu fim como um remanescente estelar.

Formação estelar: Estudo das condições e proces- sos que levam à formação de estrelas no interior de nuvens de gás.

2.2.6 Cosmologia

6 3 ATUAÇÃO PROFISSIONAL no interior de nuvens do gás, e o próprio processo da formação.Evolução estelar : Estudo da evolução das estrelas, de sua formação a seu fim como um remanescente estelar. • Formação estelar : Estudo das condições e proces- sos que levam à formação de estrelas no interior de nuvens de gás. 2.2.6 Cosmologia Ver artigo principal: CosmologiaCosmologia : Estuda a origem e a evolução do uni- verso. 2.3 Astronomia teórica 2.2.4 Astronomia galáctica Ver artigo principal: Astronomia galáctica Sun's Orbit Galactic Core Obscured Norma Scutum-Crux Perseus Sagittarius Local Spur Estrutura dos braços espirais da Via Láctea . • Astronomia galáctica : Estudo da estrutura e compo- nentes de nossa galáxia, seja através de dados relati- vos a objetos de nossa galáxia, seja através do estudo de galáxias próximas, que podem ser observadas em detalhe e que podem ser usadas para comparação com a nossa. • Formação e evolução de galáxias : Estudo da forma- ção das galáxias e sua evolução ao estado atual ob- servado. Tópicos estudados pelos astrônomos teóricos são: dinâmica e evolução estelar ; formação e evolução de galáxias ; estrutura em grande escala da matéria no Universo ; origem dos raios cósmicos ; relatividade geral e cosmologia física , incluindo Cosmologia das cordas e física de astropartículas . 2.4 Campos interdisciplinares A astronomia e astrofísica desenvolveram links sig- nificantes de interdisciplinaridade com outros gran- des campos científicos . Arqueoastronomia é o estudo das antigas e tradicionais astronomias em seus con- textos culturais, utilizando evidências arqueológicas e antropológicas . Astrobiologia é o estudo do advento e evolução os sistemas biológicos no universo, com ênfase particular na possibilidade de vida fora do planeta Terra. O estudo da química encontrada no espaço, incluindo sua formação, interação e destruição, é chamada de Astroquímica . Essas substâncias são normalmente en- contradas em nuvens moleculares , apesar de também te- rem aparecido em estrelas de baixa temperatura, anões marrons, e planetas. Cosmoquímica é o estudo de com- postos químicos encontrados dentro do Sistema Solar , in- cluindo a origem dos elementos e as variações na propor- ção de isótopos. Esses dois campos representam a união de disciplinas de astronomia e química. 3 Atuação profissional 3.1 No Brasil 2.2.5 Astronomia extragaláctica Ver artigo principal: Astronomia extragaláctica Segundo o censo realizado pela Sociedade Astronômica Brasileira , em maio de 2011 havia 340 doutores em As- tronomia atuando como pesquisadores no Brasil . • Astronomia extragaláctica : Estudo de objetos (prin- cipalmente galáxias) fora de nossa galáxia. • Uranografia : Estudos das constelações e asterismos . Nome atual de Uranometria . 3.2 Dia do astrônomo Em 2006 foi instituída, no estado do Rio de Janeiro , a data de 2 de dezembro como o Dia do Astrônomo . A data coincide com o aniversário do imperador Dom Pedro II , que era um conhecido incentivador da Astronomia. " id="pdf-obj-5-19" src="pdf-obj-5-19.jpg">

Ver artigo principal: Cosmologia

Cosmologia: Estuda a origem e a evolução do uni- verso.

  • 2.3 Astronomia teórica

Sun's Orbit Galactic Core Obscured Norma Scutum-Crux Perseus Sagittarius Local Spur
Sun's Orbit
Galactic Core
Obscured
Norma
Scutum-Crux
Perseus
Sagittarius
Local Spur

Estrutura dos braços espirais da Via Láctea.

Astronomia galáctica: Estudo da estrutura e compo- nentes de nossa galáxia, seja através de dados relati- vos a objetos de nossa galáxia, seja através do estudo de galáxias próximas, que podem ser observadas em detalhe e que podem ser usadas para comparação com a nossa.

Formação e evolução de galáxias: Estudo da forma- ção das galáxias e sua evolução ao estado atual ob- servado.

Tópicos estudados pelos astrônomos teóricos são:

  • 2.4 Campos interdisciplinares

A astronomia e astrofísica desenvolveram links sig- nificantes de interdisciplinaridade com outros gran- des campos científicos. Arqueoastronomia é o estudo das antigas e tradicionais astronomias em seus con- textos culturais, utilizando evidências arqueológicas e antropológicas. Astrobiologia é o estudo do advento e evolução os sistemas biológicos no universo, com ênfase particular na possibilidade de vida fora do planeta Terra.

O estudo da química encontrada no espaço, incluindo sua formação, interação e destruição, é chamada de Astroquímica. Essas substâncias são normalmente en- contradas em nuvens moleculares, apesar de também te- rem aparecido em estrelas de baixa temperatura, anões marrons, e planetas. Cosmoquímica é o estudo de com- postos químicos encontrados dentro do Sistema Solar, in- cluindo a origem dos elementos e as variações na propor- ção de isótopos. Esses dois campos representam a união de disciplinas de astronomia e química.

  • 3 Atuação profissional

    • 3.1 No Brasil

Segundo o censo realizado pela Sociedade Astronômica

Brasileira, em maio de 2011 havia 340 doutores em As- tronomia atuando como pesquisadores no Brasil. [24]

Astronomia extragaláctica: Estudo de objetos (prin- cipalmente galáxias) fora de nossa galáxia.

Uranografia: Estudos das constelações e asterismos. Nome atual de Uranometria.

  • 3.2 Dia do astrônomo

Em 2006 foi instituída, no estado do Rio de Janeiro, a data de 2 de dezembro como o Dia do Astrônomo. [25] A data coincide com o aniversário do imperador Dom Pedro II, que era um conhecido incentivador da Astronomia.

7

  • 4 Ferramentas astronômicas

  • 5 Ver também

  • 6 Referências

[1] Janotti, Aldo. Origens da universidade: a singularidade do caso português. EdUSP, 1992, página 199. ISBN 9788531400858 (04/02/2016).

[2] Denis

Russo Burgierman

e

Thereza

Venturoli.

tora Abril: set 1999;

[3] Carolina Cantarino. Profissionais e amadores no universo da astronomia. ComCiência, 10/08/2007;

[4] Albrecht Unsöld, Bodo Baschek e WP Brewer. The New Cosmos: An Introduction to Astronomy and Astrophysics. Berlin, Nova Iorque: Springer, 2001.

[5] A. N. Cox, editor (2000). Allen’s Astrophysical Quantities (New York: Springer-Verlag). ISBN 0-387-98746-0.

[12] G. A. Tammann, F. K. Thielemann, D. Trautmann (2003). «Opening new windows in observing the Uni- verse». Europhysics News. Consultado em 22 de agosto de 2006.

[13] Castelvecchi, Davide; Witze, Witze (11 de fevereiro de 2016). «Einstein’s gravitational waves found at last». Na- ture News [S.l.: s.n.] doi:10.1038/nature.2016.19361. Consultado em 21 de fevereiro de 2016-02-1.

[14] B. P. Abbott et al.

(LIGO Scientific Collaboration

and Virgo Collaboration) (2016). «Observation of Gravitational Waves from a Binary Black Hole Mer- ger». Physical Review Letters [S.l.: s.n.] 116 (6).

[16] Overbye, Dennis (11 February 2016). «Physicists Detect Gravitational Waves, Proving Einstein Right». New York Times [S.l.: s.n.] Consultado em 11 February 2016.

[17] Calvert, James B. (28 de março de 2003). «Celestial Me- chanics». University of Denver. Consultado em 21 de agosto de 2006.

[18] «Hall of Precision Astrometry». University of Virginia Department of Astronomy. Consultado em 10 de agosto de 2006.

[19] Wolszczan, A.; Frail, D. A. (1992). «A planetary sys- tem around the millisecond pulsar PSR1257+12». Nature [S.l.: s.n.] 355: 145 – 147. doi:10.1038/355145a0.

[20]

Johansson, Sverker (27 de julho de 2003). «The So- lar FAQ». Talk.Origins Archive. Consultado em 11 de agosto de 2006.

[21] Lerner, K. Lee; Lerner, Brenda Wilmoth.

(2006).

«Environmental issues : essential primary sources."». Thomson Gale. Consultado em 11 de setembro de 2006.

[22] Pogge, Richard W. (1997). «The Once & Future Sun» (lecture notes). New Vistas in Astronomy. Consultado em 3 de fevereiro de 2010.

[6]

F. H. Shu (1982). The Physical Universe (Mill Valley, Ca-

9.

[23] Stern, D. P.; Peredo, M. (28 de setembro de 2004). «The Exploration of the Earth’s Magnetosphere». NASA. Con-

lifornia: University Science Books). ISBN 0-935702-05-

sultado em 22 de agosto de 2006.

[7]

Staff (11 de setembro de 2013). «Why infrared astronomy is a hot topic» ESA [S.l.] Consultado em 11 de agosto de

[24] «Censo de Astrônomos». Sociedade Astronômica Brasi- leira. Consultado em 6 de junho de 2011.

2008.

[25]

Estado do Rio de Janeiro (30 de agosto de 2006). «Lei Nº 4.835». Consultado em 22 de janeiro de 2012.

[8] «Infrared Spectroscopy - An Overview» NASA/IPAC [S.l.] Consultado em 11 de agosto de 2008.

[9] P. Moore (1997). Philip’s Atlas of the Universe (Great Britain: George Philis Limited). ISBN 0-540-07465-9.

[10] Penston, Margaret J. (14 de agosto de 2002). «The elec- tromagnetic spectrum». Particle Physics and Astronomy Research Council. Consultado em 17 de agosto de 2006.

  • 7 Ligações externas

[11] Cosmic Rays publicado em “HyperPhysics” (2013)

8

8 FONTES DOS TEXTOS E IMAGENS, CONTRIBUIDORES E LICENÇAS

  • 8 Fontes dos textos e imagens, contribuidores e licenças

    • 8.1 Texto

Astronomia Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Astronomia?oldid=47021122 Contribuidores: Rob Hooft, JoaoMiranda, Hooft- Bot~ptwiki, Amorim Parga, Jorge~ptwiki, Robbot, Luis Dantas, TheBrainer, JMGM, Manuel Anastácio, Harshmellow, Muriel Got- trop, Mschlindwein, Hgamboa, Rui Silva, Rui Malheiro, Lugusto, Krishna~ptwiki, Gbiten, Adrian Nicolaiev, Diego UFCG~ptwiki, E2m, E2mb0t, Afren, Chico, LeonardoRob0t, Sr X, Jic, Lusitana, Ligia, Campani, Whooligan, Ntavares, Nuno Tavares, Get It, Marinaldo da Silva Leão, RCesar, RobotQuistnix, Rei-artur, Leslie, Sturm, Marcelo-Silva, Ricardo Carneiro Pires, 333~ptwiki, João Carvalho, Danilo- prates, Agil, Giro720, OS2Warp, 555, Manuel de Sousa, Severino666, Zwobot, Asmactic, Belegurth, Fasouzafreitas, YurikBot, Porantim, Wilson simão, FlaBot, SallesNeto BR, Denniss, Hemerson Brandão, Luís Felipe Braga, Helder Ribeiro, MalafayaBot, Arges, Gabrielt4e, Chlewbot, Leonardo.stabile, Xandi, LijeBot, DrLutz, Eisdur, Extremophile, Aavalente92, Pirolito, Dpc01, João Sousa, He7d3r, Reynaldo, Vigia, Patrick-77, FSogumo, Master, Marcelo Victor, Yanguas, Michelbvp, Paranoid ndroid, Thijs!bot, Rei-bot, Escarbot, RoboServien, Ademirfer, Daimore, BOT-Superzerocool, Garavello, JAnDbot, Alchimista, Pilha, MarceloB, Delemon, Bisbis, Angeloshimabuko, Com- monsDelinker, Gustavo Dantas, Augusto Reynaldo Caetano Shereiber, Py4nf, Alex Ventura, Eric Duff, Rjclaudio, Idioma-bot, EuTuga, Luckas Blade, TXiKiBoT, Tumnus, Aibot, VolkovBot, SieBot, Francisco Leandro, Synthebot, Apophis~ptwiki, Lechatjaune, Leozinhoow, S3o3b3e3l, Teles, Lin Li Qu, Mário Henrique, AlleborgoBot, Cursocf, GOE2, Victor Andrade, Yudi Wakizaka, Gerakibot, PipepBot, Ch- ronus, Fim 10, Alessa77, Auréola, Arthemius x, Heiligenfeld, Beria, Georgez, RadiX, Ebalter, Nathan bsoft, Pietro Roveri, !Silent, Vitor Mazuco, Maurício I, Louperibot, Numbo3-bot, Luckas-bot, LinkFA-Bot, Speakhits, HerculeBot, Masili, Ptbotgourou, Saytron, Eamaral, Salebot, Yonidebot, ArthurBot, DSisyphBot, Feen, Mobyduck, Novycentuz, B.Lameira, Xqbot, Lépton, GhalyBot, Gean, Almabot, Ru- binbot, Onjacktallcuca, RibotBOT, Litrix Linuxer, Jeffpascon, Barbara0406, RedBot, Pedromachadoluiz, OnlyJonny, TobeBot, Murilo oliveira1, Marcos Elias de Oliveira Júnior, KamikazeBot, HVL, Ripchip Bot, Viniciusmc, Jolielegal, Henrique Siaci, P. S. F. Freitas, Bruninhor, Aleph Bot, EmausBot, ZéroBot, Cocu, Érico, Canis Major, Danilomath, AlfaBetaGama~ptwiki, Nelson Teixeira, Escrita, ChuispastonBot, Stuckkey, WikitanvirBot, Tschis, Bruno Meireles, Alvaro Azevedo Moura, Colaborador Z, WikiGT, MerlIwBot, DAE- DON, Antero de Quintal, Aleth Bot, PauloEduardo, Generalnascimento, Luizpuodzius, Marcric, HiW-Bot, Rockyfjv, Zoldyick, Erickrf, Victormedei, Dexbot, FrancisAkio, Leon saudanha, Prima.philosophia, Önni, Legobot, EVinente, Caçador de Palavras, Jordeň, Athena in Wonderland, Nakinn, Fisicape, Vítor, RodrigoAndradet, Sr azul, Gabriel Vianna1, Sorriso17, Leandrus7, Rakklelzkek e Anónimo: 306

  • 8.2 Imagens

Ficheiro:Ant_Nebula.jpg Fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/54/Ant_Nebula.jpg Licença: Public domain Contribuidores: http://hubblesite.org/newscenter/newsdesk/archive/releases/2001/05/image/a (http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Ant. nebula.arp.600pix.jpg) Artista original: NASA, ESA & the Hubble Heritage Team (STScI/AURA).

Acknowledgment: R. Sahai (Jet Propulsion Lab), B. Balick (University of Washington

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