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Licenciatura em Educação Ano letivo 2015/2016 ANIMAÇÃO E EXPRESSÕES ARTÍSTICAS E-fólio B Ermelinda Maria Santos Claro

Licenciatura em Educação

Ano letivo 2015/2016

ANIMAÇÃO E EXPRESSÕES ARTÍSTICAS

E-fólio B

Ermelinda Maria Santos Claro Estudante nº 1102076

16.maio.2016

REFLEXÃO Pretende-se com este e-folio fazer uma reflexão e síntese sobre os temas 3. Escola e

REFLEXÃO

REFLEXÃO Pretende-se com este e-folio fazer uma reflexão e síntese sobre os temas 3. Escola e

Pretende-se com este e-folio fazer uma reflexão e síntese sobre os temas 3. Escola e Território Educativo e Cultural e 4. Animação e Comunidade, tendo em consideração a minha apreciação sobre a diversidade dos recursos disponibilizados nesta Unidade Curricular, a minha própria contribuição para o estudo na comunidade virtual de aprendizagens, a contribuição de outros artenautas desta comunidade virtual de aprendizagens, incluindo o artenauta Amílcar Martins e realçar aspetos de síntese que eu considere serem mais pertinentes, fecundos e válidos para a minha formação pessoal, cultural e artística de artenauta. Em suma, o que é pretendido é que se faça uma retroação e reflexão sobre a minha experiência enquanto artenauta aprendiz da Unidade Curricular de Animação e Expressões Artísticas. Vou começar por definir retroação como sendo a ação de incidir sobre factos passados (Martins, 2002). Segundo Robert Lafon (1969) citado por Martins (2002) é um feedback, isto é, “um retornar a uma experiência anterior (…) a uma informação anterior, abrindo-se assim o caminho para a sua compreensão ou análise, e mesmo para a preparação de um ajustamento posterior da pessoa”. Também, Gisèle Barret a entende “como um meio de expressão e de comunicação que é apoiada no vivido e na experiência” (citada por Martins, 2002, p.186) ou “como meio de acesso ao vivido subjetivo propondo uma ‘escuta formativa’ focada na experiência”, segundo Diane Saint-Jacques e Brigitte de Souza (também, citadas por Martins, 2002, p.186). Já, para o animador de atividades expressivas, Francine Chainé, a retroação alimenta e dinamiza a capacidade para “relançar o jogo e retornar à ação” (Martins, 2002). André Paré, interessado nos benefícios da retroação escrita, enfatiza o retorno à experiência pessoal de forma a contactar essa realidade, enformando-a e permitindo “à pessoa reformular a sua própria experiência, através do questionamento” (Martins, 2002, p.186). A retroação escrita pode ser feita através de um dispositivo chamado jornal de bordo, que é “um documento que se baseia na retroação e na escuta formativa” (Martins, 2002, p186). Inicio, então, o meu jornal de bordo. De acordo com o PUC, de 10 de abril até 8 de maio, os temas 3 e 4 foram disponibilizados, pelo professor Amílcar, para estudo.

Para cada tema é formulada uma questão sobre a qual deveria debruçar-me, como guia para o
Para cada tema é formulada uma questão sobre a qual deveria debruçar-me, como guia para o

Para cada tema é formulada uma questão sobre a qual deveria debruçar-me, como guia para o meu estudo, tendo em conta os recursos disponibilizados e a interação com os colegas e com o professor no fórum:

Em que contextos, com que meios e com que grupos populacionais eu preparo (se preparam) os (meus) projetos de animação? (Tema 3) Com que fundamentos e guias teórico-concetuais eu preparo (se preparam) os (meus) projetos de animação? (Tema 4) Para o estudo foi disponibilizado um conjunto de recursos relevantes ligado a “boas práticas educativas e artísticas”, nomeadamente textos, fotos, áudio e vídeos. Estes recursos foram fundamentais para a compreensão dos conteúdos da UC de Animação e Expressões Artísticas e os mesmos não se tornaram maçadores devido a esta diversidade de recursos didáticos. Foi muito importante para mim ter tido acesso a materiais com esta diversidade, pois, só assim, consegui “ouver” as reações dos participantes nas atividades de animação, e compreender que o mundo da Animação e das Expressões Artísticas tem uma componente lúdico-pedagógica.

Após “ouver” o conjunto de vídeos colocados na plataforma, constato que os projetos de animação podem acontecer nos mais variados contextos, como escolas, centros de dia, lares da 3ª idade, infantários/creches, hospitais, pré-escolas, centros culturais e até na rua. Os projetos de animação são preparados tendo em conta o público-alvo, ou seja, estão direcionados para todos grupos populacionais desde os bebés até aos adultos idosos dependendo da instituição em que estão inseridos. No que concerne aos meios utilizados para animar qualquer um dos grupos populacionais, estes podem ser através do teatro, da dança, da música, de contos e histórias através dos contadores de estórias/histórias, da leitura e animação de leitura, da declamação de poesia, e muitos outros desde que não falte a imaginação.

A animação é uma intervenção de índole social que visa favorecer e desenvolver a comunicação, a socialização e a criatividade, através de meios e de uma linguagem que estimula a fantasia e o prazer de participar. O projeto de animação tem como finalidade animar o respetivo público-alvo fornecendo-lhes momentos em que a diversão, a aprendizagem, o convívio, a descoberta de novas atividades ajudam na socialização, no desenvolvimento e na comunicação de todos. Estes projetos, sendo direcionados para as crianças, visam preparar as mesmas para o percurso da sua vida. Caso sejam vocacionados para os adultos mais idosos, muitas vezes parte integrante dos lares e centros de dia, visam ajudar estes, a lidar com a velhice de forma mais autónoma, ativa e feliz.

A animação, também, acontece em espaços de educação não formal, enquanto manifestação de criatividade espontânea na
A animação, também, acontece em espaços de educação não formal, enquanto manifestação de criatividade espontânea na

A animação, também, acontece em espaços de educação não formal, enquanto manifestação de criatividade espontânea na ocupação do tempo livre e no assumir de comportamentos sãos através da expressão artística. São frações de tempo em que o individuo se liberta, se afirma na sua criatividade e no seu autoconhecimento através da arte. Apesar da minha contribuição no fórum ter sido nula ao longo do período de estudo devido a problemas de saúde, tive o cuidado de ler as contribuições dos colegas artenautas e do artenauta Amílcar. Sou de opinião que foram relevantes e pertinentes e que me ajudaram a perceber melhor alguns conceitos e temáticas, bem como ter conhecimento de toda uma panóplia de atividades de animação que são feitas noutras realidades e que eu, por falta de conhecimento, não as denominaria como atividades de animação. Posso dar como exemplo o momento de animação noturna que aconteceu nas ruas de Beja, que eu nunca consideraria como um momento de animação cultural (Palavras Andarilhas, Cristina Taquelim). Tendo em conta que a minha participação no fórum é avaliada como parte integrante do e- fólio B, à medida que fui elaborando o mesmo, fui contribuindo com o meu ponto de vista, relativamente aos recursos disponibilizados. A minha formação de base não está ligada à educação, nem à animação e expressão artística, por isso, todos os aspetos focados nesta UC são importantes para mim. Exemplificando, adoro ler para mim e para o meu filho e, ao ler gosto muito de “dar largas à imaginação”, gosto de entoar as frases tendo em conta a pontuação, tento interagir com o meu filho, que gosta de ouvir estórias/histórias, mas é muito imaginativo e criativo, por isso ler por ler é uma “seca” para ele. Há que animar a leitura! Fico feliz por partilhar que, precisamente, no seu último ano da pré-escola, a educadora tinha um método de ensino não muito convencional. Ligada às Artes, ela ensinava os conceitos básicos inerentes aquele ano de ensino, através de atividades artísticas, de expressão plástica, da música, da dança… Como diz Eric Carle, nada é impossível, tudo pode ser feito desde que haja imaginação, liberdade e criatividade. E, no caso das crianças, isso é flagrante, pois na imaginação delas tudo o que para nós é “anormal”, sem qualquer nexo, para elas faz todo o sentido. Para elas, a diferença é o que tem valor, é o que transmite as suas emoções, sejam os animais terem cores berrantes e estranhas, sejam os animais falarem.

BIBLIOGRAFIA MARTINS, A. (2002). Didáctica das Expressões . Lisboa. Universidade Aberta. Vídeos disponíveis na plataforma da
BIBLIOGRAFIA MARTINS, A. (2002). Didáctica das Expressões . Lisboa. Universidade Aberta. Vídeos disponíveis na plataforma da

BIBLIOGRAFIA

MARTINS, A. (2002). Didáctica das Expressões. Lisboa. Universidade Aberta.

Vídeos disponíveis na plataforma da Universidade Aberta, desta Unidade Curricular:

ARANEGUI, M

CARLE, E

(2012). ESTALeiro – La Creatividad Llama a la Creatividad. DVD 22’30’’

..

.. (n.d.). The Artist who Painted a Blue Horse. DVD 3’45’’

MARTINS, A. (autor), ANTUNES, E. (realizadora) e RIBEIRO, T. (tecnóloga). (2008). Arte e Educação: A Magia da Palavra 1 – Margarida Botelho. Lisboa: Universidade Aberta. DVD 2’08’’

MARTINS, A. (autor), ANTUNES, E. (realizadora) e RIBEIRO, T. (tecnóloga). (2008). Arte e Educação: A Magia da Palavra 2 – educadora contadora de estórias. Lisboa:

Universidade Aberta. DVD 1’14’’

MARTINS, A. (autor), ANTUNES, E. (realizadora) e RIBEIRO, T. (tecnóloga). (2008). Arte e Educação: A Magia da Palavra 3 – Palavras Andarilhas – Cristina Taquelim. Lisboa:

Universidade Aberta. DVD 2’04’’

MARTINS, A. (autor), ANTUNES, E. (realizadora) e RIBEIRO, T. (tecnóloga). (2008). Arte e Educação: A Magia da Palavra 4 – Boniface Ofogo 1. Lisboa: Universidade Aberta. DVD 0’26’’

MARTINS, A. (autor). (2007). II Encontro Internacional de Narração Oral – Boniface Ofogo

  • 2. Lisboa: Teatro Municipal de Almada. DVD 3’48’’

MARTINS, A. (autor). (2007). II Encontro Internacional de Narração Oral – Boniface Ofogo

  • 3. Lisboa: Teatro Municipal de Almada. DVD 2’28’’

MARTINS, A. (autor). (2008). Palavras Andarilhas – Rodolfo Castro. Beja. DVD 0’39’’

MARTINS, A. (autor). (2010). Amílcar Martins conta a estória “A que Sabe a Lua”. Angra do Heroísmo: Biblioteca Pública e Arquivo Regional. DVD 6’17’’

MARTINS, A. (autor). (n.d.). Dia dos Avós. Angra do Heroísmo: Biblioteca Pública e Arquivo Regional. Ficheiro AUDIO