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Universidade do Estado do Pará Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Curso de Graduação em Biomedicina Disciplina de Anatomia I

Universidade do Estado do Pará Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Curso de Graduação em

Fabrício Batista Alves

Análise Cinesiológica e biomecânico do chute

Belém

2016

Fabrício Batista Alves

Análise Cinesiológica e biomecânico do chute

Trabalho entregue como parte dos requisitos avaliativos da disciplina Anatomia I, ministrada para a turma de Biomedicina 2015/2 da Universidade do Estado do Pará.

Orientador: Dr. Shirley Nauar

Belém

2016

Análise Cinesiológica e biomecânico do chute

Para executar o chute existem músculos, articulações, ossos e ligamentos envolvidos. Fazendo uma análise visual e sem nenhum conhecimento, percebe-se que se trata de um ato simples, no entanto esse ato é objeto de estudo de vários pesquisadores e cientistas do esporte, para que possa melhorar no atleta esse fundamento que é o mais executado dentro do esporte.

Foi feita uma análise cinesiológica no momento da execução do chute, sendo o plano observado o sagital e o eixo frontal.

Segundo Moreira et al (2004), ocorre na articulação do joelho uma extensão brusca e rápida do joelho realizada pelo músculo quadríceps (reto femoral, vasto medial, vasto lateral e vasto intermédio) seguido de uma flexão de quadril (realizado pelos músculos reto femoral, iliopsoas e tensor da fáscia lata) acompanhada de contração dos músculos abdominais.

O membro apoiado está com o quadril (músculo glúteo máximo e isquiotibiais) e o joelho (músculo quadríceps) em extensão. A articulação do joelho é a de maior contribuição na velocidade final do chute, quando esta realiza a extensão plena.

A abordagem cinesiológica descrita baseia-se na compreensão das ações musculares identificadas pelos seguintes autores: Kendal et al, Marques, Moore e Dalley, Netter, Smith et al, Weineck e Wirdhed (3,6,7,9,11,14 e 15) apud Moreira et al (2004).

Na articulação do quadril do membro anterior é realizada uma semiflexão do quadril pelos músculos reto femoral, tensor da fáscia lata, pectíneo e sartório, adutor curto, adutor longo e porção adutora do músculo adutor magno.

O joelho do membro anterior está encaminhando para extensão. O músculo agonista deste movimento é o quadríceps femoral.

No membro posicionado posteriormente o joelho está em semiflexão, os músculos trabalhados são os isquiotibiais (semitendíneo, semimembranáceo, e bíceps femoral), grácil e poplíteo.

Os antagonistas responsáveis por sustentar o movimento estudado são os isquiotibiais (semitendíneo, semimembranáceo e bíceps femoral) e glúteo máximo.

Na articulação do tornozelo, o tornozelo do membro anterior realiza a fase de apoio do ciclo da marcha. Está em posição neutra (toque de calcanhar), tendendo a dorsiflexão (aplanamento do pé), movimentos realizado pelos músculos gastrocnêmios, sóleo, fibular longo, fibular curto, plantar, tibial posterior, flexor longo do hálux e flexor longo dos dedos).

Na fase de execução, o centro de gravidade do jogador é alterado para a manutenção do equilíbrio.

A abordagem cinesiológica do quadril no membro dominante nesta fase foi descrita como flexão do quadril (retorno da extensão), adução (movimento realizado pelos músculos adutor magno, adutor curto, adutor longo e pectíneo) e rotação interna (realizada pelos músculos glúteo médio, glúteo mínimo, tensor da fáscia lata). O membro apoiado está em semiflexão, em cadeia cinética fechada.

O joelho do membro dominante sofre uma extensão, ainda que incompleta. O membro apoiado continua em semiflexão.

A articulação do tornozelo no membro dominante se mantém em flexão

plantar até que neutra.

o

toque

a bola.

O membro de apoio mantém a sua posição

Por inércia, um corpo em movimento tende a permanecer em movimento, até que uma outra força o faça voltar ao seu estado de repouso. O sistema neuromuscular consegue tirar vantagem de movimentos passivos.

Observando o movimento da análise, ligamentos, tendões, músculos, cápsula articular e ossos tem a função de limitar a execução do movimento protegendo a articulação de não realizar um movimento fora de suas características. Sendo assim, quando se executa o chute no futebol o corpo realiza uma flexão de quadril, essa flexão acontece na própria articulação do quadril, os responsáveis por limitar o movimento do quadril para que o mesmo não execute um movimento além de suas características são: cápsula articular posterior, ligamento isquiofemoral, ligamento da cabeça do fêmur. Para que esse mesmo joelho não realize movimento fora de suas características, os limitadores irão trabalhar para proteger essa articulação. O limitador da articulação do joelho é o ligamento cruzado anterior. O tornozelo é limitado pela cápsula articular, ligamento tibiofibular anterior e posterior. (SCHMIDT, 2013)

Abordando a parte anatômica das articulações mencionadas no movimento estudado, descreve-se as mesmas da seguinte forma. Quadril sinovial, tipo esferoidal e triaxial, joelho sinovial, uniaxial, tipo dobradiça e tornozelo, sinovial, uniaxial e dobradiça. (SCHMIDT, 2013)

REFERÊNCIAS

Caderno de cinesiologia e biomecânica – Universidade Salgado de Oliveira.

LUCENA, R. Futsal e a Iniciação. Rio de Janeiro: Sprint,1994.

MOREIRA, D., GODOY, J.R.P., BRAZ, R. G., MACHADO, G. F. B., SANTOS, H. F. S. Abordagem cinesiológica do chute no futsal e suas implicações clínicas. R. bras. Ci e Mov. 2004; 12(2): 81-85.

SCHMIDT, Ademir; MACHADO, Alessandro A.; RAMOS, Augusto R.; TAVARES,

Eliane L.; SILVA, Kelsen K. A.; JUNIOR, Nivaldo de Morais Souza; DO AMARAL,

Patrício S

Análise cinesiológica e biomecânica de um gesto esportivo. O

.. chute no futebol. Revista Digital. Buenos Aires, Ano 19, Nº 191, Abril de 2014.