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<a href=NOTÍCIAS ESPORTES ENTRETENIMENTO BLOGS MENU HOME CULTURA PLÁSTICAS › ARTES PLÁSTICAS JC PREMIUM Exposição O Tempo em Camadas mostra a fotografia de Eustáquio Neves como processo O premiado fotógrafo e vídeoartista mineiro trilha um caminho híbrido de criação Publicado em 23/02/2016, às 09h11 Trabalhos falam de problemas enraizados na história do Brasil, como o racismo e preconceito Foto: Divulgação Do JC Online Eustáquio Neves, como indica o título de suas recentes palestras realizadas em outubro do ano passado, busca a imagem expandida. Em seu trabalho, o fotógrafo e videoartista trilha um processo de criação híbrido que procura o “além das bordas”. Promove colagens, experimenta suportes, embaralha poesia, memória e história. A exposição O Tempo em Camadas , inaugurada hoje, às 19h30, no Centro Capibaribe de Imagem (CCI), apresenta parte de sua extensa obra, em curso desde o final dos anos 1980. Nascido em Juatuba, interior de Minas Gerais, Eustáquio deixou o município aos 13 anos. Formou­se em química em 1980, daí aprendeu a técnica fotográfica como autodidata e tornou­se um dos fotógrafos mais aclamados da atualidade. Recebeu o Prêmio Nacional de Fotografia da Funarte (1997), o Grande Prêmio J.P. Morgan de Fotografia (1999), o Prêmio Residência Videobrasil WBK Vrije Academie, da Holanda (2007), entre outros. A mostra do CCI reúne 16 obras de três diferentes séries: Objetivação do Corpo (1999), Máscara de Punição (2004) e Dead Horse (2008) – esta última, um trabalho inédito feito durante residência em Daan Haag, na Holanda. Em comum, as imagens tensionam questões acerca da memória e identidade afro­ brasileira, tocando com verve crítica a diluição do corpo e as ruínas de ranços sociais e cicatrizes da escravidão. ÚLTIMAS NOTÍCIAS MUNDO México lança estratégia para ajudar imigrantes do país nos EUA 22h57 MUNDO Denúncias de violência sexual aumentam 88% no carnaval deste ano 22h26 ESPORTES Greve de jogadores suspende jogos de abertura do Campeonato Argentino 22h04 POLÍTICA Aposentado do TRF5, diretor da FDR entra com ação para receber auxílio­moradia 21h53 CIDADES Dois jovens sofrem tentativa de homicídio em Tamandaré 21h49 MUNDO May pede unidade e minimiza proposta de independência da Escócia 21h23 MAIS NOTÍCIAS Máscara de Tortura, por exemplo, refere­se ao instrumento de tortura usado para castigar negros durante o período de escravidão. Já Objetivação do Corpo é uma divagação sobre violência. O corpo negro feminino aparece em desgaste, numa ligação dual entre o belo e os destroços. “A matriz, a premissa do corpo é premente em toda a obra de Eustáquio. São imagens que, Edições anteriores Assine o JC OFERTAS Maria Bethânia no Recife Comemorando 50 anos de carreira, a artista volta ao Recife para lançar o novo álbum. Compre Aqui Moderninha Wifi A maquininha sem aluguel que aceita as principais bandeiras! PEÇA JÁ A SUA Fábio Jr e José Augusto Dia 08/04, você viverá uma experiência do mais puro romantismo. Única apresentação no Cabanga Iate Clube. Compre Aqui " id="pdf-obj-0-2" src="pdf-obj-0-2.jpg">
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Exposição O Tempo em Camadas mostra a fotografia de Eustáquio Neves como processo

O premiado fotógrafo e vídeoartista mineiro trilha um caminho híbrido de criação

Publicado em 23/02/2016, às 09h11

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Trabalhos falam de problemas enraizados na história do Brasil, como o racismo e preconceito

Foto: Divulgação

Eustáquio Neves, como indica o título de suas recentes palestras realizadas em outubro do ano passado, busca a imagem expandida. Em seu trabalho, o fotógrafo e videoartista trilha um processo de criação híbrido que procura o “além das bordas”. Promove colagens, experimenta suportes, embaralha poesia, memória e história. A exposição O Tempo em Camadas, inaugurada hoje, às 19h30, no Centro Capibaribe de Imagem (CCI), apresenta parte de sua extensa obra, em curso desde o final dos anos 1980.

Nascido em Juatuba, interior de Minas Gerais, Eustáquio deixou o município aos 13 anos. Formou­se em química em 1980, daí aprendeu a técnica fotográfica como autodidata e tornou­se um dos fotógrafos mais aclamados da atualidade. Recebeu o Prêmio Nacional de Fotografia da Funarte (1997), o Grande Prêmio J.P. Morgan de Fotografia (1999), o Prêmio Residência Videobrasil WBK Vrije Academie, da Holanda (2007), entre outros.

A mostra do CCI reúne 16 obras de três diferentes séries: Objetivação do Corpo (1999), Máscara de Punição (2004) e Dead Horse (2008) – esta última, um trabalho inédito feito durante residência em Daan Haag, na Holanda. Em comum, as imagens tensionam questões acerca da memória e identidade afro­ brasileira, tocando com verve crítica a diluição do corpo e as ruínas de ranços sociais e cicatrizes da escravidão.

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Máscara de Tortura, por exemplo, refere­se ao instrumento de tortura usado para castigar negros durante o período de escravidão. Já Objetivação do Corpo é uma divagação sobre violência. O corpo negro feminino aparece em desgaste, numa

ligação dual entre o belo e os destroços. “A matriz, a premissa do corpo é premente em toda a obra de Eustáquio. São imagens que,

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<a href=NOTÍCIAS ESPORTES ENTRETENIMENTO BLOGS MENU HOME CULTURA PLÁSTICAS › ARTES PLÁSTICAS JC PREMIUM Exposição O Tempo em Camadas mostra a fotografia de Eustáquio Neves como processo O premiado fotógrafo e vídeoartista mineiro trilha um caminho híbrido de criação Publicado em 23/02/2016, às 09h11 Trabalhos falam de problemas enraizados na história do Brasil, como o racismo e preconceito Foto: Divulgação Do JC Online Eustáquio Neves, como indica o título de suas recentes palestras realizadas em outubro do ano passado, busca a imagem expandida. Em seu trabalho, o fotógrafo e videoartista trilha um processo de criação híbrido que procura o “além das bordas”. Promove colagens, experimenta suportes, embaralha poesia, memória e história. A exposição O Tempo em Camadas , inaugurada hoje, às 19h30, no Centro Capibaribe de Imagem (CCI), apresenta parte de sua extensa obra, em curso desde o final dos anos 1980. Nascido em Juatuba, interior de Minas Gerais, Eustáquio deixou o município aos 13 anos. Formou­se em química em 1980, daí aprendeu a técnica fotográfica como autodidata e tornou­se um dos fotógrafos mais aclamados da atualidade. Recebeu o Prêmio Nacional de Fotografia da Funarte (1997), o Grande Prêmio J.P. Morgan de Fotografia (1999), o Prêmio Residência Videobrasil WBK Vrije Academie, da Holanda (2007), entre outros. A mostra do CCI reúne 16 obras de três diferentes séries: Objetivação do Corpo (1999), Máscara de Punição (2004) e Dead Horse (2008) – esta última, um trabalho inédito feito durante residência em Daan Haag, na Holanda. Em comum, as imagens tensionam questões acerca da memória e identidade afro­ brasileira, tocando com verve crítica a diluição do corpo e as ruínas de ranços sociais e cicatrizes da escravidão. ÚLTIMAS NOTÍCIAS MUNDO México lança estratégia para ajudar imigrantes do país nos EUA 22h57 MUNDO Denúncias de violência sexual aumentam 88% no carnaval deste ano 22h26 ESPORTES Greve de jogadores suspende jogos de abertura do Campeonato Argentino 22h04 POLÍTICA Aposentado do TRF5, diretor da FDR entra com ação para receber auxílio­moradia 21h53 CIDADES Dois jovens sofrem tentativa de homicídio em Tamandaré 21h49 MUNDO May pede unidade e minimiza proposta de independência da Escócia 21h23 MAIS NOTÍCIAS Máscara de Tortura, por exemplo, refere­se ao instrumento de tortura usado para castigar negros durante o período de escravidão. Já Objetivação do Corpo é uma divagação sobre violência. O corpo negro feminino aparece em desgaste, numa ligação dual entre o belo e os destroços. “A matriz, a premissa do corpo é premente em toda a obra de Eustáquio. São imagens que, Edições anteriores Assine o JC OFERTAS Maria Bethânia no Recife Comemorando 50 anos de carreira, a artista volta ao Recife para lançar o novo álbum. Compre Aqui Moderninha Wifi A maquininha sem aluguel que aceita as principais bandeiras! PEÇA JÁ A SUA Fábio Jr e José Augusto Dia 08/04, você viverá uma experiência do mais puro romantismo. Única apresentação no Cabanga Iate Clube. Compre Aqui " id="pdf-obj-0-126" src="pdf-obj-0-126.jpg">
<a href=NOTÍCIAS ESPORTES ENTRETENIMENTO BLOGS MENU HOME CULTURA PLÁSTICAS › ARTES PLÁSTICAS JC PREMIUM Exposição O Tempo em Camadas mostra a fotografia de Eustáquio Neves como processo O premiado fotógrafo e vídeoartista mineiro trilha um caminho híbrido de criação Publicado em 23/02/2016, às 09h11 Trabalhos falam de problemas enraizados na história do Brasil, como o racismo e preconceito Foto: Divulgação Do JC Online Eustáquio Neves, como indica o título de suas recentes palestras realizadas em outubro do ano passado, busca a imagem expandida. Em seu trabalho, o fotógrafo e videoartista trilha um processo de criação híbrido que procura o “além das bordas”. Promove colagens, experimenta suportes, embaralha poesia, memória e história. A exposição O Tempo em Camadas , inaugurada hoje, às 19h30, no Centro Capibaribe de Imagem (CCI), apresenta parte de sua extensa obra, em curso desde o final dos anos 1980. Nascido em Juatuba, interior de Minas Gerais, Eustáquio deixou o município aos 13 anos. Formou­se em química em 1980, daí aprendeu a técnica fotográfica como autodidata e tornou­se um dos fotógrafos mais aclamados da atualidade. Recebeu o Prêmio Nacional de Fotografia da Funarte (1997), o Grande Prêmio J.P. Morgan de Fotografia (1999), o Prêmio Residência Videobrasil WBK Vrije Academie, da Holanda (2007), entre outros. A mostra do CCI reúne 16 obras de três diferentes séries: Objetivação do Corpo (1999), Máscara de Punição (2004) e Dead Horse (2008) – esta última, um trabalho inédito feito durante residência em Daan Haag, na Holanda. Em comum, as imagens tensionam questões acerca da memória e identidade afro­ brasileira, tocando com verve crítica a diluição do corpo e as ruínas de ranços sociais e cicatrizes da escravidão. ÚLTIMAS NOTÍCIAS MUNDO México lança estratégia para ajudar imigrantes do país nos EUA 22h57 MUNDO Denúncias de violência sexual aumentam 88% no carnaval deste ano 22h26 ESPORTES Greve de jogadores suspende jogos de abertura do Campeonato Argentino 22h04 POLÍTICA Aposentado do TRF5, diretor da FDR entra com ação para receber auxílio­moradia 21h53 CIDADES Dois jovens sofrem tentativa de homicídio em Tamandaré 21h49 MUNDO May pede unidade e minimiza proposta de independência da Escócia 21h23 MAIS NOTÍCIAS Máscara de Tortura, por exemplo, refere­se ao instrumento de tortura usado para castigar negros durante o período de escravidão. Já Objetivação do Corpo é uma divagação sobre violência. O corpo negro feminino aparece em desgaste, numa ligação dual entre o belo e os destroços. “A matriz, a premissa do corpo é premente em toda a obra de Eustáquio. São imagens que, Edições anteriores Assine o JC OFERTAS Maria Bethânia no Recife Comemorando 50 anos de carreira, a artista volta ao Recife para lançar o novo álbum. Compre Aqui Moderninha Wifi A maquininha sem aluguel que aceita as principais bandeiras! PEÇA JÁ A SUA Fábio Jr e José Augusto Dia 08/04, você viverá uma experiência do mais puro romantismo. Única apresentação no Cabanga Iate Clube. Compre Aqui " id="pdf-obj-0-132" src="pdf-obj-0-132.jpg">

por trás do deslumbre e sedução, há uma crítica forte”, afirma a curadora pernambucana Georgia Quintas. O tema é expresso também nas séries icônicas Arturos (1993­1995), sobre o sincretismo religioso, e Futebol (1997).

por trás do deslumbre e sedução, há uma crítica forte”, afirma a curadora pernambucana Georgia Quintas.Djavan no Classic Hall Um dos mais prolíficos compositores da MPB, volta ao Classic Hall no dia 20/05 com a turnê Vidas pra Contar, IMPERDÍVEL GALERIA DE IMAGENS Fotografia da série Objetivação do Corpo, que lida com o corpo feminino “Os trabalhos falam de problemas enraizados na história do Brasil, que são o racismo e o preconceito. Mas não é uma arte política, incisiva, no sentido panfletário. Ela não se presta a um discurso contemporâneo. É diluída no imaginário, uma situação da memória, quase como um inventário”, analisa Georgia. “É mais uma arte poética, que é sensível ao invisível”, define. Em sua técnica, Eustáquio compõe diversas camadas, as quais mixam diferentes plataformas, entre fotografia, riscos, desenhos, colagens, pequenos escritos datilografados. O artista dedicou anos à pesquisa do fotossensível, às experimentações pela imagem fotográfica analógica. Mas não se trata, porém, de uma exaltação ao virtuosismo. É um modo de trazer ao centro o exercício do experimento. “O trabalho enfatiza a apropriação da linguagem fotográfica para, a partir daí, extrair algo novo, mesclando isso com outros suportes”, diz Georgia. Ela propõe: “A técnica não é um fim, mas, sim, esse desassossego em multiplicar imagens – não em reproduzir”. Nesse sentido, as imagens desdobram outras narrativas em si mesmas. As cores, texturas e atmosferas são difusas e potencializam as camadas – documentos históricos, pequenos desenhos, etc. Ou, como descreve o próprio Eustáquio, provocam uma “situação de narrativa em espiral”. O interesse não está na figura fixada, na captura do instante ou na representação objetiva. Pelo contrário, Eustáquio é o artista que anseia a ressonância e o devir, aberto ao fluxo contínuo de novas imagens e conceitos. “As imagens se contaminam, se entrelaçam e criam redes”, observa a curadora. Ela aponta que a criação enquanto processo é um tema central na mostra. No caso de Eustáquio, há uma particularidade do laboratório de revelação. É uma fase que demanda habilidade minuciosa para operá­la. Inclui demarcações precisas no papel sensível para as várias impressões que virão, o uso de vários negativos, restos de imagens, escrita e desenho sobre o papel, refotografar – tudo feito em silêncio para ouvir o “som do ambiente”. ESPECIAIS JC RANKING DO DIA + LIDAS + COMENTADAS 1 Polícia prende mais um suspeito do ataque a bancos no Cabo 2 Sanduíche de frango da Subway não tem tanto frango assim; entenda 3 'PM deu resposta que todos nós esperamos', diz Gioia sobre ataque no Cabo 4 Asa Branca, o hino nordestino, completa 70 anos hoje 5 Polícia prende segundo acusado de roubar empresário em Joana Bezerra CHARGE DO DIA AUTOR: MIGUEL A crise que adoece Além dos índices econômicos ruins, a recessão iniciada em 2014 no Brasil cria uma população mais doente, vítima do estresse causado pela falta de perspectivas. A pressão gera problemas psicológicos e físicos, que exigem atenção. Agreste seco A seca colocou de joelhos uma região inteira. Fez o Agreste sertanejar. Os cinco anos consecutivos sem chuva em Pernambuco ganharam aqui a dimensão de uma tragédia. Silenciosa e diária. #PeloCaminhar Mais do que mobilidade, caminhar também é apropriar­se da cidade. Mas o caminhar está difícil. A mobilidade a pé necessita de uma infraestrutura própria, decente, que eleve o pedestre ao posto maior. Por isso o JC lança a discussão #PeloCaminhar. MAIS ESPECIAIS MAIS CHARGES “Em todo trabalho, a premissa maior é o processo que se constrói ao longo dos anos. O tempo como grande gestor, o tempo que decanta a obra. A exposição não tem como objetivo sintetizar em retrospectiva o trabalho de Eustáquio. A ideia é articular o exercício do gesto de experimentar, toda a construção poética da criação”, comenta Georgia, que tem como tema de sua pesquisa de pós­ doutorado o processo criativo do artista, analisando também a arte de Eustáquio Neves. Para entrar em contato com a materialização desse processo, a exposição dispõe também de rascunhos, matrizes, negativos, e esboços da fase de pré­produção. " id="pdf-obj-1-8" src="pdf-obj-1-8.jpg">

GALERIA DE IMAGENS

Fotografia da série Objetivação do Corpo, que lida com o corpo feminino

por trás do deslumbre e sedução, há uma crítica forte”, afirma a curadora pernambucana Georgia Quintas.Djavan no Classic Hall Um dos mais prolíficos compositores da MPB, volta ao Classic Hall no dia 20/05 com a turnê Vidas pra Contar, IMPERDÍVEL GALERIA DE IMAGENS Fotografia da série Objetivação do Corpo, que lida com o corpo feminino “Os trabalhos falam de problemas enraizados na história do Brasil, que são o racismo e o preconceito. Mas não é uma arte política, incisiva, no sentido panfletário. Ela não se presta a um discurso contemporâneo. É diluída no imaginário, uma situação da memória, quase como um inventário”, analisa Georgia. “É mais uma arte poética, que é sensível ao invisível”, define. Em sua técnica, Eustáquio compõe diversas camadas, as quais mixam diferentes plataformas, entre fotografia, riscos, desenhos, colagens, pequenos escritos datilografados. O artista dedicou anos à pesquisa do fotossensível, às experimentações pela imagem fotográfica analógica. Mas não se trata, porém, de uma exaltação ao virtuosismo. É um modo de trazer ao centro o exercício do experimento. “O trabalho enfatiza a apropriação da linguagem fotográfica para, a partir daí, extrair algo novo, mesclando isso com outros suportes”, diz Georgia. Ela propõe: “A técnica não é um fim, mas, sim, esse desassossego em multiplicar imagens – não em reproduzir”. Nesse sentido, as imagens desdobram outras narrativas em si mesmas. As cores, texturas e atmosferas são difusas e potencializam as camadas – documentos históricos, pequenos desenhos, etc. Ou, como descreve o próprio Eustáquio, provocam uma “situação de narrativa em espiral”. O interesse não está na figura fixada, na captura do instante ou na representação objetiva. Pelo contrário, Eustáquio é o artista que anseia a ressonância e o devir, aberto ao fluxo contínuo de novas imagens e conceitos. “As imagens se contaminam, se entrelaçam e criam redes”, observa a curadora. Ela aponta que a criação enquanto processo é um tema central na mostra. No caso de Eustáquio, há uma particularidade do laboratório de revelação. É uma fase que demanda habilidade minuciosa para operá­la. Inclui demarcações precisas no papel sensível para as várias impressões que virão, o uso de vários negativos, restos de imagens, escrita e desenho sobre o papel, refotografar – tudo feito em silêncio para ouvir o “som do ambiente”. ESPECIAIS JC RANKING DO DIA + LIDAS + COMENTADAS 1 Polícia prende mais um suspeito do ataque a bancos no Cabo 2 Sanduíche de frango da Subway não tem tanto frango assim; entenda 3 'PM deu resposta que todos nós esperamos', diz Gioia sobre ataque no Cabo 4 Asa Branca, o hino nordestino, completa 70 anos hoje 5 Polícia prende segundo acusado de roubar empresário em Joana Bezerra CHARGE DO DIA AUTOR: MIGUEL A crise que adoece Além dos índices econômicos ruins, a recessão iniciada em 2014 no Brasil cria uma população mais doente, vítima do estresse causado pela falta de perspectivas. A pressão gera problemas psicológicos e físicos, que exigem atenção. Agreste seco A seca colocou de joelhos uma região inteira. Fez o Agreste sertanejar. Os cinco anos consecutivos sem chuva em Pernambuco ganharam aqui a dimensão de uma tragédia. Silenciosa e diária. #PeloCaminhar Mais do que mobilidade, caminhar também é apropriar­se da cidade. Mas o caminhar está difícil. A mobilidade a pé necessita de uma infraestrutura própria, decente, que eleve o pedestre ao posto maior. Por isso o JC lança a discussão #PeloCaminhar. MAIS ESPECIAIS MAIS CHARGES “Em todo trabalho, a premissa maior é o processo que se constrói ao longo dos anos. O tempo como grande gestor, o tempo que decanta a obra. A exposição não tem como objetivo sintetizar em retrospectiva o trabalho de Eustáquio. A ideia é articular o exercício do gesto de experimentar, toda a construção poética da criação”, comenta Georgia, que tem como tema de sua pesquisa de pós­ doutorado o processo criativo do artista, analisando também a arte de Eustáquio Neves. Para entrar em contato com a materialização desse processo, a exposição dispõe também de rascunhos, matrizes, negativos, e esboços da fase de pré­produção. " id="pdf-obj-1-18" src="pdf-obj-1-18.jpg">

“Os trabalhos falam de problemas enraizados na história do Brasil, que são o racismo e o preconceito. Mas não é uma arte política, incisiva, no sentido panfletário. Ela não se presta a um discurso contemporâneo. É diluída no imaginário, uma situação da memória, quase como um inventário”, analisa Georgia. “É mais uma arte poética, que é sensível ao invisível”, define.

Em sua técnica, Eustáquio compõe diversas camadas, as quais mixam diferentes plataformas, entre fotografia, riscos, desenhos, colagens, pequenos escritos datilografados. O artista dedicou anos à pesquisa do fotossensível, às experimentações pela imagem fotográfica analógica. Mas não se trata, porém, de uma exaltação ao virtuosismo. É um modo de trazer ao centro o exercício do experimento. “O trabalho enfatiza a apropriação da linguagem fotográfica para, a partir daí, extrair algo novo, mesclando isso com outros suportes”, diz Georgia. Ela propõe: “A técnica não é um fim, mas, sim, esse desassossego em multiplicar imagens – não em reproduzir”.

Nesse sentido, as imagens desdobram outras narrativas em si mesmas. As cores, texturas e atmosferas são difusas e potencializam as camadas – documentos históricos, pequenos desenhos, etc. Ou, como descreve o próprio Eustáquio, provocam uma “situação de narrativa em espiral”. O interesse não está na figura fixada, na captura do instante ou na representação objetiva. Pelo contrário, Eustáquio é o artista que anseia a ressonância e o devir, aberto ao fluxo contínuo de novas imagens e conceitos. “As imagens se contaminam, se entrelaçam e criam redes”, observa a curadora.

Ela aponta que a criação enquanto processo é um tema central na mostra. No caso de Eustáquio, há uma particularidade do laboratório de revelação. É uma fase que demanda habilidade minuciosa para operá­la. Inclui demarcações precisas no papel sensível para as várias impressões que virão, o uso de vários negativos, restos de imagens, escrita e desenho sobre o papel, refotografar – tudo feito em silêncio para ouvir o “som do ambiente”.

ESPECIAIS JC

RANKING DO DIA

+ LIDAS + COMENTADAS

CHARGE DO DIA

por trás do deslumbre e sedução, há uma crítica forte”, afirma a curadora pernambucana Georgia Quintas.Djavan no Classic Hall Um dos mais prolíficos compositores da MPB, volta ao Classic Hall no dia 20/05 com a turnê Vidas pra Contar, IMPERDÍVEL GALERIA DE IMAGENS Fotografia da série Objetivação do Corpo, que lida com o corpo feminino “Os trabalhos falam de problemas enraizados na história do Brasil, que são o racismo e o preconceito. Mas não é uma arte política, incisiva, no sentido panfletário. Ela não se presta a um discurso contemporâneo. É diluída no imaginário, uma situação da memória, quase como um inventário”, analisa Georgia. “É mais uma arte poética, que é sensível ao invisível”, define. Em sua técnica, Eustáquio compõe diversas camadas, as quais mixam diferentes plataformas, entre fotografia, riscos, desenhos, colagens, pequenos escritos datilografados. O artista dedicou anos à pesquisa do fotossensível, às experimentações pela imagem fotográfica analógica. Mas não se trata, porém, de uma exaltação ao virtuosismo. É um modo de trazer ao centro o exercício do experimento. “O trabalho enfatiza a apropriação da linguagem fotográfica para, a partir daí, extrair algo novo, mesclando isso com outros suportes”, diz Georgia. Ela propõe: “A técnica não é um fim, mas, sim, esse desassossego em multiplicar imagens – não em reproduzir”. Nesse sentido, as imagens desdobram outras narrativas em si mesmas. As cores, texturas e atmosferas são difusas e potencializam as camadas – documentos históricos, pequenos desenhos, etc. Ou, como descreve o próprio Eustáquio, provocam uma “situação de narrativa em espiral”. O interesse não está na figura fixada, na captura do instante ou na representação objetiva. Pelo contrário, Eustáquio é o artista que anseia a ressonância e o devir, aberto ao fluxo contínuo de novas imagens e conceitos. “As imagens se contaminam, se entrelaçam e criam redes”, observa a curadora. Ela aponta que a criação enquanto processo é um tema central na mostra. No caso de Eustáquio, há uma particularidade do laboratório de revelação. É uma fase que demanda habilidade minuciosa para operá­la. Inclui demarcações precisas no papel sensível para as várias impressões que virão, o uso de vários negativos, restos de imagens, escrita e desenho sobre o papel, refotografar – tudo feito em silêncio para ouvir o “som do ambiente”. ESPECIAIS JC RANKING DO DIA + LIDAS + COMENTADAS 1 Polícia prende mais um suspeito do ataque a bancos no Cabo 2 Sanduíche de frango da Subway não tem tanto frango assim; entenda 3 'PM deu resposta que todos nós esperamos', diz Gioia sobre ataque no Cabo 4 Asa Branca, o hino nordestino, completa 70 anos hoje 5 Polícia prende segundo acusado de roubar empresário em Joana Bezerra CHARGE DO DIA AUTOR: MIGUEL A crise que adoece Além dos índices econômicos ruins, a recessão iniciada em 2014 no Brasil cria uma população mais doente, vítima do estresse causado pela falta de perspectivas. A pressão gera problemas psicológicos e físicos, que exigem atenção. Agreste seco A seca colocou de joelhos uma região inteira. Fez o Agreste sertanejar. Os cinco anos consecutivos sem chuva em Pernambuco ganharam aqui a dimensão de uma tragédia. Silenciosa e diária. #PeloCaminhar Mais do que mobilidade, caminhar também é apropriar­se da cidade. Mas o caminhar está difícil. A mobilidade a pé necessita de uma infraestrutura própria, decente, que eleve o pedestre ao posto maior. Por isso o JC lança a discussão #PeloCaminhar. MAIS ESPECIAIS MAIS CHARGES “Em todo trabalho, a premissa maior é o processo que se constrói ao longo dos anos. O tempo como grande gestor, o tempo que decanta a obra. A exposição não tem como objetivo sintetizar em retrospectiva o trabalho de Eustáquio. A ideia é articular o exercício do gesto de experimentar, toda a construção poética da criação”, comenta Georgia, que tem como tema de sua pesquisa de pós­ doutorado o processo criativo do artista, analisando também a arte de Eustáquio Neves. Para entrar em contato com a materialização desse processo, a exposição dispõe também de rascunhos, matrizes, negativos, e esboços da fase de pré­produção. " id="pdf-obj-1-67" src="pdf-obj-1-67.jpg">
por trás do deslumbre e sedução, há uma crítica forte”, afirma a curadora pernambucana Georgia Quintas.Djavan no Classic Hall Um dos mais prolíficos compositores da MPB, volta ao Classic Hall no dia 20/05 com a turnê Vidas pra Contar, IMPERDÍVEL GALERIA DE IMAGENS Fotografia da série Objetivação do Corpo, que lida com o corpo feminino “Os trabalhos falam de problemas enraizados na história do Brasil, que são o racismo e o preconceito. Mas não é uma arte política, incisiva, no sentido panfletário. Ela não se presta a um discurso contemporâneo. É diluída no imaginário, uma situação da memória, quase como um inventário”, analisa Georgia. “É mais uma arte poética, que é sensível ao invisível”, define. Em sua técnica, Eustáquio compõe diversas camadas, as quais mixam diferentes plataformas, entre fotografia, riscos, desenhos, colagens, pequenos escritos datilografados. O artista dedicou anos à pesquisa do fotossensível, às experimentações pela imagem fotográfica analógica. Mas não se trata, porém, de uma exaltação ao virtuosismo. É um modo de trazer ao centro o exercício do experimento. “O trabalho enfatiza a apropriação da linguagem fotográfica para, a partir daí, extrair algo novo, mesclando isso com outros suportes”, diz Georgia. Ela propõe: “A técnica não é um fim, mas, sim, esse desassossego em multiplicar imagens – não em reproduzir”. Nesse sentido, as imagens desdobram outras narrativas em si mesmas. As cores, texturas e atmosferas são difusas e potencializam as camadas – documentos históricos, pequenos desenhos, etc. Ou, como descreve o próprio Eustáquio, provocam uma “situação de narrativa em espiral”. O interesse não está na figura fixada, na captura do instante ou na representação objetiva. Pelo contrário, Eustáquio é o artista que anseia a ressonância e o devir, aberto ao fluxo contínuo de novas imagens e conceitos. “As imagens se contaminam, se entrelaçam e criam redes”, observa a curadora. Ela aponta que a criação enquanto processo é um tema central na mostra. No caso de Eustáquio, há uma particularidade do laboratório de revelação. É uma fase que demanda habilidade minuciosa para operá­la. Inclui demarcações precisas no papel sensível para as várias impressões que virão, o uso de vários negativos, restos de imagens, escrita e desenho sobre o papel, refotografar – tudo feito em silêncio para ouvir o “som do ambiente”. ESPECIAIS JC RANKING DO DIA + LIDAS + COMENTADAS 1 Polícia prende mais um suspeito do ataque a bancos no Cabo 2 Sanduíche de frango da Subway não tem tanto frango assim; entenda 3 'PM deu resposta que todos nós esperamos', diz Gioia sobre ataque no Cabo 4 Asa Branca, o hino nordestino, completa 70 anos hoje 5 Polícia prende segundo acusado de roubar empresário em Joana Bezerra CHARGE DO DIA AUTOR: MIGUEL A crise que adoece Além dos índices econômicos ruins, a recessão iniciada em 2014 no Brasil cria uma população mais doente, vítima do estresse causado pela falta de perspectivas. A pressão gera problemas psicológicos e físicos, que exigem atenção. Agreste seco A seca colocou de joelhos uma região inteira. Fez o Agreste sertanejar. Os cinco anos consecutivos sem chuva em Pernambuco ganharam aqui a dimensão de uma tragédia. Silenciosa e diária. #PeloCaminhar Mais do que mobilidade, caminhar também é apropriar­se da cidade. Mas o caminhar está difícil. A mobilidade a pé necessita de uma infraestrutura própria, decente, que eleve o pedestre ao posto maior. Por isso o JC lança a discussão #PeloCaminhar. MAIS ESPECIAIS MAIS CHARGES “Em todo trabalho, a premissa maior é o processo que se constrói ao longo dos anos. O tempo como grande gestor, o tempo que decanta a obra. A exposição não tem como objetivo sintetizar em retrospectiva o trabalho de Eustáquio. A ideia é articular o exercício do gesto de experimentar, toda a construção poética da criação”, comenta Georgia, que tem como tema de sua pesquisa de pós­ doutorado o processo criativo do artista, analisando também a arte de Eustáquio Neves. Para entrar em contato com a materialização desse processo, a exposição dispõe também de rascunhos, matrizes, negativos, e esboços da fase de pré­produção. " id="pdf-obj-1-71" src="pdf-obj-1-71.jpg">

Além dos índices econômicos ruins, a recessão iniciada em 2014 no Brasil cria uma população mais doente, vítima do estresse causado pela falta de perspectivas. A pressão gera problemas

psicológicos e físicos, que

exigem atenção.

por trás do deslumbre e sedução, há uma crítica forte”, afirma a curadora pernambucana Georgia Quintas.Djavan no Classic Hall Um dos mais prolíficos compositores da MPB, volta ao Classic Hall no dia 20/05 com a turnê Vidas pra Contar, IMPERDÍVEL GALERIA DE IMAGENS Fotografia da série Objetivação do Corpo, que lida com o corpo feminino “Os trabalhos falam de problemas enraizados na história do Brasil, que são o racismo e o preconceito. Mas não é uma arte política, incisiva, no sentido panfletário. Ela não se presta a um discurso contemporâneo. É diluída no imaginário, uma situação da memória, quase como um inventário”, analisa Georgia. “É mais uma arte poética, que é sensível ao invisível”, define. Em sua técnica, Eustáquio compõe diversas camadas, as quais mixam diferentes plataformas, entre fotografia, riscos, desenhos, colagens, pequenos escritos datilografados. O artista dedicou anos à pesquisa do fotossensível, às experimentações pela imagem fotográfica analógica. Mas não se trata, porém, de uma exaltação ao virtuosismo. É um modo de trazer ao centro o exercício do experimento. “O trabalho enfatiza a apropriação da linguagem fotográfica para, a partir daí, extrair algo novo, mesclando isso com outros suportes”, diz Georgia. Ela propõe: “A técnica não é um fim, mas, sim, esse desassossego em multiplicar imagens – não em reproduzir”. Nesse sentido, as imagens desdobram outras narrativas em si mesmas. As cores, texturas e atmosferas são difusas e potencializam as camadas – documentos históricos, pequenos desenhos, etc. Ou, como descreve o próprio Eustáquio, provocam uma “situação de narrativa em espiral”. O interesse não está na figura fixada, na captura do instante ou na representação objetiva. Pelo contrário, Eustáquio é o artista que anseia a ressonância e o devir, aberto ao fluxo contínuo de novas imagens e conceitos. “As imagens se contaminam, se entrelaçam e criam redes”, observa a curadora. Ela aponta que a criação enquanto processo é um tema central na mostra. No caso de Eustáquio, há uma particularidade do laboratório de revelação. É uma fase que demanda habilidade minuciosa para operá­la. Inclui demarcações precisas no papel sensível para as várias impressões que virão, o uso de vários negativos, restos de imagens, escrita e desenho sobre o papel, refotografar – tudo feito em silêncio para ouvir o “som do ambiente”. ESPECIAIS JC RANKING DO DIA + LIDAS + COMENTADAS 1 Polícia prende mais um suspeito do ataque a bancos no Cabo 2 Sanduíche de frango da Subway não tem tanto frango assim; entenda 3 'PM deu resposta que todos nós esperamos', diz Gioia sobre ataque no Cabo 4 Asa Branca, o hino nordestino, completa 70 anos hoje 5 Polícia prende segundo acusado de roubar empresário em Joana Bezerra CHARGE DO DIA AUTOR: MIGUEL A crise que adoece Além dos índices econômicos ruins, a recessão iniciada em 2014 no Brasil cria uma população mais doente, vítima do estresse causado pela falta de perspectivas. A pressão gera problemas psicológicos e físicos, que exigem atenção. Agreste seco A seca colocou de joelhos uma região inteira. Fez o Agreste sertanejar. Os cinco anos consecutivos sem chuva em Pernambuco ganharam aqui a dimensão de uma tragédia. Silenciosa e diária. #PeloCaminhar Mais do que mobilidade, caminhar também é apropriar­se da cidade. Mas o caminhar está difícil. A mobilidade a pé necessita de uma infraestrutura própria, decente, que eleve o pedestre ao posto maior. Por isso o JC lança a discussão #PeloCaminhar. MAIS ESPECIAIS MAIS CHARGES “Em todo trabalho, a premissa maior é o processo que se constrói ao longo dos anos. O tempo como grande gestor, o tempo que decanta a obra. A exposição não tem como objetivo sintetizar em retrospectiva o trabalho de Eustáquio. A ideia é articular o exercício do gesto de experimentar, toda a construção poética da criação”, comenta Georgia, que tem como tema de sua pesquisa de pós­ doutorado o processo criativo do artista, analisando também a arte de Eustáquio Neves. Para entrar em contato com a materialização desse processo, a exposição dispõe também de rascunhos, matrizes, negativos, e esboços da fase de pré­produção. " id="pdf-obj-1-81" src="pdf-obj-1-81.jpg">

A seca colocou de joelhos

uma região inteira. Fez o Agreste sertanejar. Os cinco anos consecutivos sem

chuva em Pernambuco ganharam aqui a dimensão de uma tragédia. Silenciosa e diária.

por trás do deslumbre e sedução, há uma crítica forte”, afirma a curadora pernambucana Georgia Quintas.Djavan no Classic Hall Um dos mais prolíficos compositores da MPB, volta ao Classic Hall no dia 20/05 com a turnê Vidas pra Contar, IMPERDÍVEL GALERIA DE IMAGENS Fotografia da série Objetivação do Corpo, que lida com o corpo feminino “Os trabalhos falam de problemas enraizados na história do Brasil, que são o racismo e o preconceito. Mas não é uma arte política, incisiva, no sentido panfletário. Ela não se presta a um discurso contemporâneo. É diluída no imaginário, uma situação da memória, quase como um inventário”, analisa Georgia. “É mais uma arte poética, que é sensível ao invisível”, define. Em sua técnica, Eustáquio compõe diversas camadas, as quais mixam diferentes plataformas, entre fotografia, riscos, desenhos, colagens, pequenos escritos datilografados. O artista dedicou anos à pesquisa do fotossensível, às experimentações pela imagem fotográfica analógica. Mas não se trata, porém, de uma exaltação ao virtuosismo. É um modo de trazer ao centro o exercício do experimento. “O trabalho enfatiza a apropriação da linguagem fotográfica para, a partir daí, extrair algo novo, mesclando isso com outros suportes”, diz Georgia. Ela propõe: “A técnica não é um fim, mas, sim, esse desassossego em multiplicar imagens – não em reproduzir”. Nesse sentido, as imagens desdobram outras narrativas em si mesmas. As cores, texturas e atmosferas são difusas e potencializam as camadas – documentos históricos, pequenos desenhos, etc. Ou, como descreve o próprio Eustáquio, provocam uma “situação de narrativa em espiral”. O interesse não está na figura fixada, na captura do instante ou na representação objetiva. Pelo contrário, Eustáquio é o artista que anseia a ressonância e o devir, aberto ao fluxo contínuo de novas imagens e conceitos. “As imagens se contaminam, se entrelaçam e criam redes”, observa a curadora. Ela aponta que a criação enquanto processo é um tema central na mostra. No caso de Eustáquio, há uma particularidade do laboratório de revelação. É uma fase que demanda habilidade minuciosa para operá­la. Inclui demarcações precisas no papel sensível para as várias impressões que virão, o uso de vários negativos, restos de imagens, escrita e desenho sobre o papel, refotografar – tudo feito em silêncio para ouvir o “som do ambiente”. ESPECIAIS JC RANKING DO DIA + LIDAS + COMENTADAS 1 Polícia prende mais um suspeito do ataque a bancos no Cabo 2 Sanduíche de frango da Subway não tem tanto frango assim; entenda 3 'PM deu resposta que todos nós esperamos', diz Gioia sobre ataque no Cabo 4 Asa Branca, o hino nordestino, completa 70 anos hoje 5 Polícia prende segundo acusado de roubar empresário em Joana Bezerra CHARGE DO DIA AUTOR: MIGUEL A crise que adoece Além dos índices econômicos ruins, a recessão iniciada em 2014 no Brasil cria uma população mais doente, vítima do estresse causado pela falta de perspectivas. A pressão gera problemas psicológicos e físicos, que exigem atenção. Agreste seco A seca colocou de joelhos uma região inteira. Fez o Agreste sertanejar. Os cinco anos consecutivos sem chuva em Pernambuco ganharam aqui a dimensão de uma tragédia. Silenciosa e diária. #PeloCaminhar Mais do que mobilidade, caminhar também é apropriar­se da cidade. Mas o caminhar está difícil. A mobilidade a pé necessita de uma infraestrutura própria, decente, que eleve o pedestre ao posto maior. Por isso o JC lança a discussão #PeloCaminhar. MAIS ESPECIAIS MAIS CHARGES “Em todo trabalho, a premissa maior é o processo que se constrói ao longo dos anos. O tempo como grande gestor, o tempo que decanta a obra. A exposição não tem como objetivo sintetizar em retrospectiva o trabalho de Eustáquio. A ideia é articular o exercício do gesto de experimentar, toda a construção poética da criação”, comenta Georgia, que tem como tema de sua pesquisa de pós­ doutorado o processo criativo do artista, analisando também a arte de Eustáquio Neves. Para entrar em contato com a materialização desse processo, a exposição dispõe também de rascunhos, matrizes, negativos, e esboços da fase de pré­produção. " id="pdf-obj-1-91" src="pdf-obj-1-91.jpg">

Mais do que mobilidade,

caminhar também é apropriar­se da cidade. Mas o caminhar está difícil. A mobilidade a pé necessita de uma infraestrutura própria, decente, que eleve o pedestre ao posto maior. Por isso o JC lança a discussão #PeloCaminhar.

“Em todo trabalho, a premissa maior é o processo que se constrói ao longo dos anos. O tempo como grande gestor, o tempo que decanta a obra. A exposição não tem como objetivo sintetizar em retrospectiva o trabalho de Eustáquio. A ideia é articular o exercício do gesto de experimentar, toda a construção poética da criação”, comenta Georgia, que tem como tema de sua pesquisa de pós­ doutorado o processo criativo do artista, analisando também a arte de Eustáquio Neves.

Para entrar em contato com a materialização desse processo, a exposição dispõe também de rascunhos, matrizes, negativos, e esboços da fase de pré­produção.

Inédito

Em 2007, Eustáquio foi premiado pelo Programa Videobrasil de Residências no 16º Festival Internacional de Arte Eletrônica Sesc Videobrasil, reconhecimento que o levou a passar, em 2008, uma temporada de seis semanas de criação e estudos na WBK Vrije Academie, sediada em Haia, na Holanda.

Nessa residência, o mineiro desenvolveu o Dead Horse, vídeo e série fotográfica. O projeto terá suas imagens expostas hoje pela primeira vez. São oito fotos que relacionam os primórdios do cinema com o estado atual da produção cinematográfica, tendo como inspiração um videoinstalação do cineasta inglês Peter Greenaway (diretor de O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante, entre outros). A partir desse referencial, abre uma discussão sobre as noções de movimento na fotografia.

Serviço

Exposição O Tempo em Camadas, de Eustáquio Neves Hoje, às 19h30 no Capibaribe Centro da Imagem Na Rua da Aurora, 533, Boa Vista. Entrada gratuita Informações: 81 3032­2500. Em cartaz até 24 de março

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Inédito Em 2007, Eustáquio foi premiado pelo Programa Videobrasil de Residências no 16º Festival Internacional deFotografia Eustáquio Neves COMENTAR Nome E­mail Comentário digite o código Resposta ENVIAR Desejo ser notificado de comentários de outros internautas sobre este tópico. MAIS JC LOCALIZAÇÃO Assine JC Rua da Fundição, 257 Santo Amaro, Recife ­ PE JC TV CEP: 50040­100 JC Imagem assinejc.com.br Gráfica JC Voz do leitor (81) 3413­6100 Opinião Comercial JC SIGA­NOS " id="pdf-obj-2-43" src="pdf-obj-2-43.jpg">

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