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Universidade Federal de Itajubá

Instituto de Engenharia Mecânica

Universidade Federal de Itajubá Instituto de Engenharia Mecânica Turbinas a Gás Estado da Arte e Tecnologia

Turbinas a Gás

Estado da Arte e Tecnologia

Universidade Federal de Itajubá Instituto de Engenharia Mecânica Turbinas a Gás Estado da Arte e Tecnologia

Prof. Dr. Marco Antonio R. Nascimento Prof. Dr. Electo Silva Lora

1.2. Aplicações Principais Geração de eletricidade (Centrais Termelétricas) Industria petroquímica Plataformas marítimas Cogeração e geração distribuida

1.2. Aplicações Principais

Geração de eletricidade (Centrais Termelétricas)

Industria petroquímica

Plataformas marítimas

Cogeração e geração distribuida

Combustível

Combustível Gás natural Diesel Nafta Óleo combustível Gás de biomassa gaseificada Resíduo 3

Gás natural Diesel Nafta Óleo combustível Gás de biomassa gaseificada Resíduo

Ciclo regenerativo

Ciclo regenerativo 4
Ciclo regenerativo 4

Ciclo com intercooler

Ciclo com intercooler LMS100 da GE (desenho esquemático). 5
Ciclo com intercooler LMS100 da GE (desenho esquemático). 5

LMS100 da GE (desenho esquemático).

Ciclo com intercooler

Ciclo com intercooler LMS100 da GE 6
Ciclo com intercooler LMS100 da GE 6

LMS100 da GE

Ciclo com intercooler

Ciclo com intercooler LMS100 Ar-ar intercooler. 7
Ciclo com intercooler LMS100 Ar-ar intercooler. 7

LMS100 Ar-ar intercooler.

Ciclo com intercooler

Ciclo com intercooler LMS100 Ar- Água Intercooler 8
Ciclo com intercooler LMS100 Ar- Água Intercooler 8

LMS100 Ar- Água Intercooler

Ciclo com intercooler, regeneração e Umidificação 9

Ciclo com intercooler, regeneração e Umidificação

Ciclo com intercooler, regeneração e Umidificação 9
Ciclo com intercooler, regeneração e Umidificação Eficiência térmica versus razão de pressão para diferentes ciclos. 10

Ciclo com intercooler, regeneração e Umidificação

Ciclo com intercooler, regeneração e Umidificação Eficiência térmica versus razão de pressão para diferentes ciclos. 10

Eficiência térmica versus razão de pressão para diferentes ciclos.

Avanços Tecnológicos

Avanços Tecnológicos Tecnologia dos materiais Novos revestimentos Novos esquemas de resfriamento Aumento da razão de pressão

Tecnologia dos materiais Novos revestimentos Novos esquemas de resfriamento

Aumento da razão de pressão e temperatura

Resultado: Aumento da eficiência do ciclo simples de 15% para 45%

Avanços Tecnológicos

Avanços Tecnológicos Tecnologia dos materiais a) Temperatura dos materiais próximo de 850 °C b) Tipo de

Tecnologia dos materiais a)Temperatura dos materiais próximo de 850 °C b) Tipo de estrutura do material

Avanços Tecnológicos

Avanços Tecnológicos Novos revestimentos •Barreira térmica : isolamento com redução de temperatura de 50-150°C •Difusão :

Novos revestimentos

•Barreira térmica: isolamento com redução de temperatura de 50-150°C

•Difusão: resistência a oxidação e corrosão.

•Plasma sprayed: Aumenta ainda mais a resistência a oxidação e corrosão

Avanços Tecnológicos Novos revestimentos •Barreira térmica : isolamento com redução de temperatura de 50-150°C •Difusão :

Corrosão

Avanços Tecnológicos Novos revestimentos •Barreira térmica : isolamento com redução de temperatura de 50-150°C •Difusão :

Avanços Tecnológicos

Avanços Tecnológicos Novas tecnologias de resfriamento 1426 °C 14

Novas tecnologias de resfriamento

1426 °C
1426 °C

Avanços Tecnológicos

Avanços Tecnológicos Novas tecnologias de resfriamento 15

Novas tecnologias de resfriamento

Avanços Tecnológicos Novas tecnologias de resfriamento 15

Avanços Tecnológicos

Avanços Tecnológicos Aumento da temperatura razão de pressão e 16

Aumento

da

temperatura

razão

de

pressão

e

Avanços Tecnológicos Aumento da temperatura razão de pressão e 16

Avanços Tecnológicos

Avanços Tecnológicos Aumento da razão de pressão e temperatura 17

Aumento

da

razão

de

pressão

e

temperatura

Avanços Tecnológicos Aumento da razão de pressão e temperatura 17

17

Avanços Tecnológicos

Avanços Tecnológicos 18
Avanços Tecnológicos 18
Avanços Tecnológicos 18
Indicadores Econômicos da TG 19
Indicadores Econômicos da TG
Indicadores Econômicos da TG
Eficiências Típicas de Geração 20

Eficiências Típicas de Geração

Eficiências Típicas de Geração 20
Indicadores da Operação 21
Indicadores da Operação 21
Indicadores da Operação
21
Eficiência x Confiabilidade • Aumento na eficiência e queda na confiabilidade. • 1996 a 2000 –

Eficiência x Confiabilidade

Aumento na eficiência e queda na confiabilidade.

1996 a 2000 – A eficiência térmica teve um acréscimo de 10% e a confiabilidade reduziu de 10%.

Cada 1% de queda na confiabilidade precisaria um acréscimo na eficiência cerca de 2 a 3%.

Critérios Básicos de Operação • Alta eficiência Térmica • Alta disponibilidade e confiabilidade • Facilidade da

Critérios Básicos de Operação

Alta eficiência Térmica Alta disponibilidade e confiabilidade Facilidade da operação

Facilidade de instalação e de comissionamento

Conformidade com os padrões ambientais

Incorporação dos sistemas auxiliares e de controle

Flexibilidade em serviços e combustível

Tipos de Turbinas a Gás • Frame Heavy Duty : grande capacidade de geração de 3MW

Tipos de Turbinas a Gás

Frame Heavy Duty : grande capacidade de geração de 3MW a 480MW em ciclo simples com eficiência de 30 a 46%

Tipos de Turbinas a Gás • Frame Heavy Duty : grande capacidade de geração de 3MW
Tipos de Turbinas a Gás • Aeroderivativa : Capacidade de geração de 2,5MW a 50MW em

Tipos de Turbinas a Gás

Aeroderivativa : Capacidade de geração de 2,5MW a 50MW em ciclo simples com eficiência de 35 a 45%.

Tipos de Turbinas a Gás • Aeroderivativa : Capacidade de geração de 2,5MW a 50MW em
Tipos de Turbinas a Gás • Tipo industrial : Capacidade de geração de 2,5MW a 15MW

Tipos de Turbinas a Gás

Tipo industrial : Capacidade de geração de 2,5MW a 15MW em ciclo simples com eficiência abaixo de 30%.

Tipos de Turbinas a Gás • Tipo industrial : Capacidade de geração de 2,5MW a 15MW
Tipos de Turbinas a Gás • Turbina a gás pequena : capacidade de 0,5MW a 2,5MW

Tipos de Turbinas a Gás

Turbina a gás pequena: capacidade de 0,5MW a 2,5MW em ciclo simples com eficiência de 15 a 25%

Tipos de Turbinas a Gás • Turbina a gás pequena : capacidade de 0,5MW a 2,5MW
Tipos de Turbinas a Gás • Micro turbina : capacidade de 20kW a 350kW 28

Tipos de Turbinas a Gás

Micro turbina: capacidade de 20kW a

350kW

Tipos de Turbinas a Gás • Micro turbina : capacidade de 20kW a 350kW 28
Instrumentação e Controle • Pirômetros : Controle da temperatura do material • Acelerômetros : controle da

Instrumentação e Controle

Pirômetros: Controle da temperatura do material

Acelerômetros: controle da alta freqüência de excitação das palhetas.

Sensor de pressão dinâmica: Preve com antecedência problemas no compressor (tip stall e surge) e combustor (instabilidade)

Monitoramento do estado técnico e do desempenho: estende a vida, diagnostica problemas, aumenta os intervalos entre overhauls.

Custos do Ciclo de Vida CTECC 30

Custos do Ciclo de Vida CTECC

Custos do Ciclo de Vida CTECC 30

UNIFEI

UNIFEI Desenvolvimento Desenvolvimento de de a a G G á á s s Turbinas 31

Desenvolvimento

Desenvolvimento de

de

Turbinas aa GGááss

Turbinas

Laboratório de Simulação de Processos e Sistemas Térmicos

Laboratório de Simulação de Processos e Sistemas Térmicos Softwares disponíveis: •Gatecycle •Thermoflex •CFX •Star CD •Chem-Kim
Laboratório de Simulação de Processos e Sistemas Térmicos Softwares disponíveis: •Gatecycle •Thermoflex •CFX •Star CD •Chem-Kim

Softwares

disponíveis:

•Gatecycle •Thermoflex •CFX •Star CD •Chem-Kim •ISSC AERMOD •EES •PROSA

Laboratório de Simulação de Processos e Sistemas Térmicos

Laboratório de Simulação de Processos e Sistemas Térmicos Esquema térmico de uma central de ciclo combinado

Esquema térmico de uma central de ciclo combinado elaborado no Gate Cycle.

Laboratório de Simulação de Processos e Sistemas Térmicos Esquema térmico de uma central de ciclo combinado

Laboratório de Simulação de Processos e Sistemas Térmicos

Laboratório de Simulação de Processos e Sistemas Térmicos MODEL: LIQD CASE: LIQD POW ER: 0.03 HR:

MODEL:

LIQD

 

CASE:

LIQD

POW ER:

0.03

HR:

13757.7

EFF:

26.17

234.65

Esquema térmico da microturbina

CAPSTONE elaborado no Gate Cycle.

28.966

Exhaust gas Power(kW ) 101.32 P T 15.00 102.50 P T 494.80 142.31 723.55 0.34 W
Exhaust gas
Power(kW )
101.32
P T
15.00
102.50
P
T 494.80
142.31
723.55
0.34 W
H -
0.56
S6
C1
EX1
S8
0.35 W H 506.06
HX1
Ra/c
S7
TIT
S2
S3
S1
S4
CMB1
DUCT1
S5
96000
RPM

P o w er vs. Fuel flow

100% D 50% B D 100% B D 0. 0028 0. 0023 0. 0018 0. 0013
100% D
50% B D
100% B D
0. 0028
0. 0023
0. 0018
0. 0013
0. 0008
Fuel fl ow (kg/ s)
27
22
17
12
7

Pow e r (kW )

E fficiency co mp ariso n

17 5 15 10 30 25 20 E ffi ci ency (% ) 15 100% BG
17
5
15
10
30
25
20
E ffi ci ency (% )
15
100% BG
19
21
23
25
27
50% BG
100% NG

Pow e r (kW )

Programa para Projeto de Compressor Centrifugo 35

Programa para Projeto de Compressor Centrifugo

Programa para Projeto de Compressor Centrifugo 35
Programa para Projeto de Turbina Radial 36

Programa para Projeto de Turbina Radial

Programa para Projeto de Turbina Radial 36

Programas para Projetos de Câmara de Combustão em Turbinas a Gás

Programas para Projetos de Câmara de Combustão em Turbinas a Gás 37
Programas para Projetos de Câmara de Combustão em Turbinas a Gás 37

37

Programas para Projetos de Câmara de Combustão em Turbinas a Gás

Programas para Projetos de Câmara de Combustão em Turbinas a Gás 38
Programas para Projetos de Câmara de Combustão em Turbinas a Gás 38

38

Programas para Projetos de Câmara de Combustão em Turbinas a Gás

Programas para Projetos de Câmara de Combustão em Turbinas a Gás 39
Programas para Projetos de Câmara de Combustão em Turbinas a Gás 39

Programas para Projetos de Câmara de Combustão em Turbinas a Gás

Programas para Projetos de Câmara de Combustão em Turbinas a Gás 40
Programas para Projetos de Câmara de Combustão em Turbinas a Gás 40
Análise Refinada de Projetos de Câmara de Combustão com CFX Iso superfícies de temperat ura a

Análise Refinada de Projetos de Câmara de Combustão com CFX

Análise Refinada de Projetos de Câmara de Combustão com CFX Iso superfícies de temperat ura a

Iso superfícies de temperatura a partir do injetor

Condições de Cálculo:

•Modelo de escoamento turbulento RNG k-e •Modelo de combustão Flamelet ( Combustão à duas etapas do metano). •Modelo de radiação Transfer Discrete. •Modelo de emissão de NOX térmico e prompt.

Análise Refinada de Projetos de Câmara de Combustão com CFX Iso superfícies de temperat ura a

Campo de Temperatura

Análise Refinada de Projetos de Câmara de Combustão com CFX Iso superfícies de temperat ura a

Campo de Velocidade

Análise Refinada de Projetos de Câmara de Combustão com CFX Iso superfícies de temperat ura a

Campo de Pressão

Estudo de Modelos de Controle – Modo Conectado à Rede 42

Estudo de Modelos de Controle – Modo Conectado à Rede

Estudo de Modelos de Controle – Modo Conectado à Rede 42

Estudo de Modelos de Controle – Modo Carga Isolada

Estudo de Modelos de Controle – Modo Carga Isolada 43
Estudo de Modelos de Controle – Modo Carga Isolada 43

Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa

Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa 44
Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa 44
Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa 44

Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa

Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa Avaliação experimental de um sist ema de

Avaliação experimental de um sistema de microturbinas a gás para a geração de eletricidade utilizando Gás Natural

28 26 24 22 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 0
28
26
24
22
20
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20
22
24
26
Potência Gerada [kW]
Eficiência (PCI) [%]
Óxidos de Nitrogênio (NOx) Monóxido de Carbono (CO) 150 900 Desem penho nas Condições Locais 135
Óxidos de Nitrogênio (NOx)
Monóxido de Carbono (CO)
150
900
Desem penho nas Condições Locais
135
Potência Máxima: 25 kW
NO X : 7 ppm v@15% O 2
810
120
CO: 5 ppmv@15% O 2
720
105
630
90
540
75
450
60
360
45
270
30
180
15
90
0
0
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20
22
24
26
NO X [ppmv@15%O 2 ]
CO [ppmv@15%O 2 ]

Potência [kW]

Vaz ão Corrigida d e Combustível [kg/h]

Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa

Vaz ão Corrigida d e Combustível [kg/h] Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa

Avaliação experimental de um sistema de microturbinas a gás para a geração de eletricidade utilizando biodiesel e misturas com diesel

12 DF100 BD5 BD10 10 BD15 BD20 8 BD25 BD30 BD50 6 BD75 B D100 4
12
DF100
BD5
BD10
10
BD15
BD20
8
BD25
BD30
BD50
6
BD75
B D100
4
2
0
0
5
10
15
20
25
30

Testes com

Biodiesel!!

 

60

Potê ncia Cor r igida [k W]

 

50

40

30

 

NO [ppm]

 

20

10

DF100 BD5 BD10 BD15 BD20 BD25 BD30 BD50 BD75 BD100 0 0 5000 10000 15000 20000
DF100
BD5
BD10
BD15
BD20
BD25
BD30
BD50
BD75
BD100
0
0
5000
10000
15000
20000
25000
-10

30000

Potê ncia Cor r igida (P*√Θ/δ ) [W]

Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa

Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa Gás pobre Gás Natural Misturador Biomassa Eletricidade
Gás pobre
Gás pobre
Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa Gás pobre Gás Natural Misturador Biomassa Eletricidade
Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa Gás pobre Gás Natural Misturador Biomassa Eletricidade

Gás

Natural

Misturador

Biomassa

Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa Gás pobre Gás Natural Misturador Biomassa Eletricidade

Eletricidade

Sistema integrado Gaseificador/Microturbina

Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa

Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa Aquecedor de água e chiller de absorção

Aquecedor de água e chiller de absorção

Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa Aquecedor de água e chiller de absorção
Laboratório de Turbinas a Gás e Gaseificação de Biomassa Aquecedor de água e chiller de absorção

Publicação

Publicação Coordenadores: Electo Silva Lora Marco Antônio Rosa de Nascimento EDITORA INTERCIENCIA 2004 49

Coordenadores:

Electo Silva Lora Marco Antônio Rosa de Nascimento

EDITORA INTERCIENCIA 2004

Publicação Coordenadores: Electo Silva Lora Marco Antônio Rosa de Nascimento EDITORA INTERCIENCIA 2004 49

Cursos

Cursos • Pós-graduação (Mestrado e Doutorado): linha de pesquisa em turbinas a gás desde 1994, com

Pós-graduação (Mestrado e Doutorado): linha de pesquisa em turbinas a gás desde 1994, com mais de onze publicações de trabalhos teóricos e experimentais em revistas indexadas e congressos internacionais.

Cursos de curta duração (40 horas): Turbinas a Gás:

Fundamentos, Tecnologias, Operação e Manutenção. Centrais Termelétricas. Turbinas a Gás e Ciclo Combinado. Operação de Centrais Temelétricas, Cogeração e Geração Distribuida.

Modelo de Negócios Proposto Empresa Nacional Fabricante de Turbinas V. ou Maquinário pesado $$ P&D Universidade

Modelo de Negócios Proposto

Empresa Nacional Fabricante de Turbinas V. ou Maquinário pesado $$
Empresa
Nacional
Fabricante
de Turbinas V. ou
Maquinário
pesado
$$
Empresa Nacional Fabricante de Turbinas V. ou Maquinário pesado $$

P&D

Universidade
Universidade

Royalties

Modelo de Negócios Proposto Empresa Nacional Fabricante de Turbinas V. ou Maquinário pesado $$ P&D Universidade
Modelo de Negócios Proposto Empresa Nacional Fabricante de Turbinas V. ou Maquinário pesado $$ P&D Universidade

Know-how

Turbinas

O&M

Empresa de petróleo
Empresa
de petróleo

Diagnostico

Monitoramento

Sócio estrangeiro Projeto e fabricação

Fabricação peças de reposição

51

Faixa de potência e aplicações das TGs possíveis de serem projetadas e fabricadas Faixa 2-25MW Geração

Faixa de potência e aplicações das TGs possíveis de serem projetadas e fabricadas

Faixa 2-25MW Geração Industrial (Refinarias e petroquímica) e em plataformas. Bombeamento do gás Cogeração com gás natural.

Gaseificação de biomassa e uso direto.

Qual seria o interesse de uma Empresa de Petróleo?

Qual seria o interesse de uma Empresa de Petróleo? Grande usuário deste equipamento. Interesse em redução

Grande usuário deste equipamento.

Interesse em redução de custos de investimento e manutenção

Ausência de fabricantes nacionais e de empresas de manutenção.

No caso da Petrobrás: Negócios em geração térmica, cogeração, gás natural e petroquímica.

O alto custo dos equipamentos importados inviabiliza muitos projetos. Implementação de sistemas BIG/GT no país Contribuição ao desenvolvimento científico e tecnológico nacional. Independência tecnológica.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE

ITAJUBÁ

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Site: www.nest.unifei.edu.br E-mail: marcoantonio@unifei.edu.br electo@unifei.edu.br

FIM