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So Luiz Gonzaga, 16 de junho de 2006.

Ensaio sobre o outro

Juliano Gustavo dos Santos Ozga-Julik

Se por acaso, ou por vontade prpria, certo elemento, indivduo, pessoa, unidade
est diante de grande nmero de pessoas, de uma massa, conjunto, aglomerado e deseja
fazer-se diferente, nico, singular de todo um conjunto que a caracterstica desse
grupo, ser anti, oposto, contrrio, tendo em conscincia ou inconscincia que esta massa
uma totalidade de partes; a partir do momentum que o elemento que deseja o
diferente, ser diferente passar a exteriorizar suas ideias em relao ao seu oposto
(massa, conjunto de partes) ele tambm far parte de outra massa, conjunto, grupo de
elementos, porm com uma perspectiva, anlise, objetivo diferente do grupo anterior,
que este mesmo no queria para si prprio, isso uma questo lgica.

O anti, o contra, o contrrio, o oposto, o negativo uma questo de polaridade


de um conjunto de perspectiva de uma harmonia maior. De qual lado voc se depara
diante do fato Na polaridade negativa, neutra ou positiva (sem atributos ticos ou
morais). Sendo assim, procurar-se- necessrio analisar o fato sobre vrios ngulos,
estados, lugares, posies dentro do conjunto harmnico total, contando e nunca
esquecendo a mudana que haver em cada estado de anlise, ou seja, vrios ngulos
permitem uma concluso dinmica e mais abrangente dentro do conjunto harmnico.