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A electricidade

Trabalho feito por :João Costa


Eduardo Gonçalves
A electricidade

Trabalho feito por :João Costa


Eduardo Gonçalves
Ano lectivo: 2008-2009
Professor: Prof. Carlos Borges
Turma: 9ºB1 CEF Pré Impressão

Introdução


Introdução –
Este trabalho está feito para informar o publico para que serve a electrici-
dade, o que é a electricidade, história de iluminação e lâmpadas.
Também tem como objectivo informar sobre o consumo, a duração da
lâmpadas e os preços ao fim dos anos.
Também falamos sobre o átomo.


Indice de titulos
Introdução – 4
O QUE É A ELECTRICIDADE? 7
“Átomo “?! 10
História da Iluminação 11
Iluminação 12
Lâmpadas 14
Lâmpadas incandescentes 14
Lâmpadas de halogéneo 15
Normais 16
Compactas 17
Bibliografia 20


O QUE É A
ELECTRICIDADE?


O QUE É A ELECTRICIDADE?
Fala-se tanto de electricidade, mas afinal isso é o quê?
Não é assim tão fácil de explicar. Durante muitos milhares de anos nin-
guém pensava em electricidade, nem se sabia que ela existia, apesar de as
trovoadas serem devidas à electricidade.
Quando os fenómenos eléctricos começaram a ser observados com aten-
ção, muitas pessoas curiosas (hoje chamamos a essas pessoas “cientis-
tas”) tentaram compreender o que estavam a ver e a que era devida a
electricidade.
Muitas dessas pessoas arranjaram explicações (hoje chamamos a essas
explicações “teorias”) para a electricidade. Algumas dessas explicações
não tinham “pés nem cabeça”, mas a compreensão da Natureza é assim
mesmo.
Vamos lá então! O que acontece com a electricidade é que as coisas que
a gente vê, as madeiras, as pedras, o açúcar, as plantas, os animais, en-
fim, tudo, pode ser dividido em pedaços mais pequenos. Estes pedaços
mais pequenos podem dividir-se noutros ainda mais pequenos e assim
por diante.
Dividir tudo dessa maneira, daqui a pouco não fica nada... Até quando é
possível dividir as coisas?
Até chegar ao “átomo”!A electricidade é vital na vida moderna é desne-
cessário ressaltar sua importância, quer propiciando conforto aos nossos
lares, quer actuando como consumo nos diversos segmentos da economia.
Por outro lado o uso da electricidade exige do consumidor a aplicação de
algumas precauções em virtude do risco que a electricidade representa,
muitos não sabem, desconhecem ou desconsideram este risco. Os aciden-
tes ocorridos com electricidade, no lar e no trabalho, são os que ocorrem
com maior frequência e comprovadamente os que trazem as mais graves
consequências. As normas de segurança estabelecem que pessoas devem
ser informadas sobre os riscos a que se expõem, assim como conhecer os
seus efeitos e as medidas de segurança aplicáveis.


As actividades com electricidade apresentam os seguintes riscos a seus
usuários:
• Choque Eléctrico
• Danos económicos (incêndio, explosões, etc.)
No dia a dia, seja no lar ou na indústria a maior preocupação sem dúvida
é com o choque eléctrico, visto que este é o tipo de acidente que ocorre
com maior frequência. Incêndios e explosões causados pela electricidade
são sinistros que ocorrem com menor frequência. É importante alertar
que os riscos do choque eléctrico e os seus efeitos estão directamente li-
gados aos valores das tensões (Voltagens) da instalação, e é bom lembrar
que apenas altas tensões provocam grandes lesões. Mas por um outro
lado existem mais pessoas expostas à baixa tensão do que às altas tensões
e que leigos normalmente não se expõem às altas, proporcionalmente
podemos considerar que as baixas tensões são as mais perigosas. O maior
risco no trabalho com a electricidade é o contacto directo, que pode ser
definido como o ocorrido quando uma pessoa tem acesso a alguma parte
energizada de uma instalação, provocando uma passagem de corrente
através do corpo, uma vez que este é condutor e fecha um curto-circuito
entre a massa e a terra. O que torna a electricidade mais perigosa do que
outros riscos físicos como o calor, o frio e o ruído é que ela só é sentida
pelo organismo quando o mesmo está sob sua dação. Para quantificar
melhor os riscos e a gravidade do problema apresentamos alguns dados
estatísticos:
• 43% dos acidentes ocorrem na residência
• 30% nas empresas
• 27% não foram especificados.

Perigo da electricidade


Átomo


“Átomo “?!
Não procures vê-lo porque não és capaz. Podes imaginar que é uma
bolinha pequenina, mas mesmo muito pequenina.Mas ainda é possível
descobrir dentro desta bolinha outras bolinhas mais pequenas. Estas bo-
linhas não são todas iguais. Algumas estão muito juntinhas e não se me-
xem, como se estivessem com frio. Todas juntas chamam-se o “núcleo”
do átomo. Se observares o desenho vês este núcleo no meio do átomo.
Um átomo

As outras bolinhas estão sempre a girar, como num carrossel.Ora, voltan-


do às bolinhas, estas que andam sempre a girar chamam-se “electrões”.
Pois é, já estás a ver que é um nome parecido com “electricidade”. Pois
são estes electrões, sempre em movimento, que provocam os efeitos a
que chamamos electricidade. Exemplos? Então, vamos lá, a luz das lâm-
padas, o calor dos aquecedores e por aí fora. Conheces muitos outros
exemplos.

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História da Iluminação
Todas as formas utilizadas até 100 anos atrás dependiam da combustão
de combustíveis sólidos ou líquidos. As lâmpadas de óleo na Mesopotâ-
mia datam de 8000 AC e as velas foram empregadas pela primeira vez
no Egipto antigo. Na idade média, utilizava-se a tocha constituída por
fibras torcidas impregnadas com material inflamável. O primeiro avanço
foi a lâmpada de Argand, com um pavio tubular e uma chaminé de vidro,
fornecia uma luz mais intensa e constante. As de óleo foram aperfeiçoa-
das continuamente até o início do século 20. As de parafina eram ampla-
mente utilizadas em zonas rurais. A iluminação a gás de uso comum em
áreas urbanas por volta do século 19 era encontrada nas casas, fábricas e
ruas. A lâmpada eléctrica incandescente foi inventada independentemen-
te por Swan e Edson por volta de 1870, iniciando a era da iluminação
moderna. A indústria de geração e distribuição de electricidade surgiu
inicialmente para fornecer energia necessária à iluminação eléctrica. O
desenvolvimento dos filamentos de tungsténio no início do século 20 foi
um processo importante que permitiu que as lâmpadas funcionassem em
temperaturas mais elevadas, emitindo portanto uma luz mais branca e
mais intensa com o mesmo consumo de energia.

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Iluminação
A iluminação numa casa é responsável por cerca de 10 a 15% do consu-
mo de electricidade total da habitação, o que corresponde a uma emissão
anual de 450 g de CO2 equivalente (450 000 000 000 g).
A escolha da iluminação correcta para cada divisão, tendo em conta o
tipo de actividades que se realizam em cada espaço, é muito importante
para um maior conforto e um consumo mais racional de energia, tradu-
zindo-se numa redução da factura da energia.
O uso de lâmpadas tecnologicamente mais eficientes permite poupar di-
nheiro, por consumir menos energia, e ao poupar energia está a preservar
o ambiente.
A mudança do tipo de lâmpadas utilizadas é cada vez menos restringida,
graças à adaptação das “novas” lâmpadas ao sistema das incandescentes.
Actualmente é obrigatório a presença da etiqueta de eficiência energética
nas embalagens das lâmpadas, como forma de distinguir as lâmpadas que
são mais eficientes, do ponto de vista energético, das que são menos efi-
cientes. É também muito importante reparar na sua classificação quando
têm a designação de ecológicas/económicas, pois existem no mercado
lâmpadas com esta designação que têm uma baixa eficiência energéti-
ca (classe D ou menos).É preciso ter também em atenção a potência de
lâmpadas que é indicada para os candeeiros.É preferível utilizar menos
lâmpadas, mas com mais potência: uma lâmpada de 100 Watts consome
a mesma energia que 4 de 25 Watts, mas produz aproximadamente o
dobro da luz, no entanto a melhor opção é a utilização de uma lâmpa-
da fluorescente compacta que com uma menor potência atinge o mesmo
grau de iluminação.São quatro os principais tipos de lâmpadas para uso
doméstico:

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Lâmpadas

13
Lâmpadas

A escolha da iluminação correcta para cada divisão, tendo em con-


ta o tipo de actividades que se realizam em cada espaço, é mui-
to importante para um maior conforto e um consumo mais racio-
nal de energia, traduzindo-se numa redução da factura da energia.
A utilização de lâmpadas mais eficientes é cada vez menos restringida,
pois existe uma variedade cada vez maior de lâmpadas fluorescentes com-
pactas que têm o mesmo sistema de rosca das lâmpadas incandescentes.

Lâmpadas incandescentes

Lâpadas incadescentes
Este tipo de lâmpadas é o mais utilizado na iluminação interior, em prati-
camente todas as divisões da casa, sendo no entanto o tipo de iluminação
com menos eficiência luminosa e com o menor tempo de vida média
(cerca de 1 000 horas), sendo também as de menor custo.
A sua menor eficiência em relação aos restantes tipos de lâmpadas deve-
se a ela converter a maior parte da electricidade (90 a 95%) em calor e só
uma percentagem muito reduzida (5 a 10%) ser convertida em luz. Daí
que passado muito pouco tempo de termos uma lâmpada destas acesa ela
ficar bastante quente.

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Estas lâmpadas são indicadas para locais em que a iluminação é neces-
sária por curtos períodos de tempo, permitindo-lhes ter um período de
vida mais longo devido ao menor desgaste do filamento causado pelo ca-
lor gerado na lâmpada, e não justificando o investimento numa lâmpada
mais cara.

Lâmpadas de halogéneo

Lâmpada de Halogénio
Estas lâmpadas têm um funcionamento semelhante às incandescentes,
no entanto têm a capacidade de recuperar o calor libertado pela lâmpada,
reduzindo a necessidade de electricidade para manter a sua iluminação,
traduzindo-se numa produção de mais luz com a mesma potência e com o
dobro da duração (cerca de 2 500 horas). Estas lâmpadas produzem uma
claridade constante.
São mais pequenas que as incandescentes e são usadas especialmente em
instalações com projectores de diversos tipos. A luz oriunda destas lâm-
padas distingue-se pelo seu brilho e cores mais vivas e intensas.

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Lâmpadas fluorescentes

Lampada fluorescentes
Estas são sem dúvida as lâmpadas mais económicas: emitem aproxima-
damente a mesma luz que uma lâmpada incandescente convencional,
gastando menos 80 por cento de energia.

Normais
As lâmpadas fluorescentes funcionam de modo diferente das incandes-
centes: precisam de um arrancador para funcionar e são lâmpadas de
descarga de gás, pelo que a corrente eléctrica passa através de um gás e
não de um filamento (como nas incandescentes).
Estas lâmpadas são muito utilizadas pois proporcionam uma boa ilumi-
nação, com pouca potência e baixo consumo energético, sendo as mais
adequadas para locais com necessidades de longa iluminação. O seu uso
é muito vulgar nas cozinhas, mas o seu uso noutras divisões (sala, por
exemplo) não se faz por razões estéticas.
Estas lâmpadas têm uma elevada eficácia e um período de vida muito
elevado (cerca de 12 000 horas), podendo proporcionar economias de
energia até 85 por cento, dependendo do modelo e da potência.

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Compactas

Estas lâmpadas têm uma instalação compatível com os casquilhos tradi-


cionais usados para as lâmpadas incandescentes.
São especialmente recomendadas quando se necessita de utilização con-
tínua por períodos de tempo superiores a pelo menos 1 hora. Mas actual-
mente também já estão preparadas para um elevado número de manobras
acender/apagar. Comparação entre lâmpadas incandescentes e fluores-
centes compactas
Para se perceber bem a diferença de consumo entre uma lâmpada in-
candescente, tão comum nas nossas casas, e uma fluorescente compacta,
muito mais económica, apresentamos aqui uma comparação do uso de
um ou outro tipo num período de 5 anos, para 2 lâmpadas que fornecem
a mesma luz (fluxo luminoso).

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Incandescente Fluorescente compacta

Potência 100 W 18 W

Fluxo Luminoso 1360 lm 1 200 lm

Tempo de vida 1 000 H 10 000 H

Horas de utilização diária 4 4

Preço da lâmpada 0.72 € 6.48 €


Consumo de electricidade em
730 kWh 131.4 kWh
5 anos

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Custo
70.44 € 12.68 €
(kWh a 0.0965 €)
Numero de lâmpadas 8 1

Tabela sobre os Volts


necessárias nos 5 anos (com mais 700 horas de uso) (ainda com mais 2 700 horas de uso)
Custo com preço das
76.2 € 19.16 €
lâmpadas
Como podemos observar, não só o consumo de electricidade de uma lâm-
pada incandescente é muito maior, mas a quantidade destas lâmpadas que
terá que comprar neste período de tempo, custará praticamente o mesmo
que uma única lâmpada fluorescente compacta. Para além disso, ao fim
dos 5 anos, a lâmpada fluorescente ainda vai durar mais de 2 anos, en-
quanto que a oitava lâmpada incandescente não chega a durar um ano.

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Bibliografia
Wikiopédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal

Site
Cabrita, Jorge Castilho Outubro 2007 “O que é a electricidade”
http://elektron.no.sapo.pt/infantil/infelectricidade.htm Consultado
em Março de 2009

Fernandes, António Julho 2007 “O que é a electricidade” http://


afinstalacoeselectricas.blogspot.com/2007/07/imagens-ihst-elec-
tricidade.html consultado em Março de 2009

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