Anda di halaman 1dari 32

Roberto Simões

Presidente em exercício do Conselho Deliberativo Nacional

Diretoria Executiva do Sebrae

Paulo Tarciso Okamotto


Diretor- Presidente

Carlos Alberto dos Santos


Diretor Técnico

José Cláudio dos Santos


Diretor de Administração e Finanças

Unidade de Gestão Estratégica


Unidade de Gestão Orçamentária e Contabilidade
Coordenação e Elaboração

Aprovada pelo CDN em / / .

1
Sumário

1. Orientações Estratégicas ............................................................................ 3

2. Sistemática de Elaboração do Plano Plurianual para o período


2011/2013 e do Orçamento 2011 ............................................................... 5
2.1. Princípios e Premissas ........................................................................................ 5
2.2. Processo de Planejamento, Orçamento e Gestão ............................................. 6
2.2.1. Referências ................................................................................................................. 6
2.2.2. Etapas da elaboração ................................................................................................. 7
2.3. Conceitos e Procedimentos para a Revisão dos Planos Plurianuais .............. 8
2.3.1. Fase 1: Avaliação do desempenho do Sebrae/NA e Sebrae/UF................................ 8
2.3.2. Fase 2: Atualização de Metas para Resultados Institucionais.................................... 9
2.3.3. Fase 3: Atualização de Metas Mobilizadoras............................................................ 10
2.3.4. Fase 4: Previsão e Alocação Estratégica de Recursos ............................................ 11
2.3.5 Fase 5: Ajustes na Carteira de Programas, Projetos, Atividades e Inversões
Financeiras .................................................................................................................. 11
2.3.6. Fase 6: Análise de Contribuição Estratégica da Carteira de Projetos ...................... 14
2.3.7. Fase 7: Classificação dos projetos em relação à Intensidade de Gestão ................ 15
2.3.8. Fase 8: Orçamento 2011........................................................................................... 15
2.3.9. Fase 9: Consolidação do Plano Plurianual 2011/2013 ............................................. 15

3. Recursos e Limites de Aplicação ............................................................. 16


3.1. Cenário Plurianual de Recursos Orçamentários ............................................. 16
3.1.1. Estimativa das Receitas de Contribuição Social e Critérios de Distribuição ............ 16
3.1.2 Estimativa de Superávit Financeiro ............................................................................ 17
3.2. Limites de Aplicação de Recursos ................................................................... 17
3.2.1. Focando os Objetivos Estratégicos ........................................................................... 17
3.2.2. Focando o Público-alvo ............................................................................................. 18
3.2.3. Focando os Grupos de Despesas ............................................................................. 18
3.2.4. Focando a Contribuição Social ................................................................................. 19
3.3. Incorporação, Redução e Movimentação de Recursos e Metas de
Atendimento no PPA ................................................................................................ 20
3.4. Liberação de Recursos...................................................................................... 21
3.5. Disposições Finais ............................................................................................ 21

4. Metas de Atendimento ............................................................................... 22

5. Calendário ................................................................................................... 23

ANEXOS .......................................................................................................... 24
2
1. Orientações Estratégicas
O Plano Plurianual 2011/2013 do Sistema Sebrae se orienta pela visão de futuro para 2015 de “Ser
excelência no desenvolvimento das MPE, contribuindo para a construção de um Brasil mais justo,
competitivo e sustentável”.

Os Objetivos Estratégicos, listados abaixo, foram criados no processo de desenvolvimento do


direcionamento estratégico do Sistema Sebrae para o horizonte 2009/ 2015 de forma a orientar a atuação
de todos os agentes para o cumprimento da missão institucional de “Promover a competitividade e o
desenvolvimento sustentável das micro e pequenas empresas e fomentar o empreendedorismo”.

Objetivos Estratégicos relacionados à missão

M1 – Promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável das MPE

M2 – Fomentar o empreendedorismo

Objetivos Estratégicos relacionados às partes interessadas

C1 – Ser reconhecido como líder na articulação e gestão de iniciativas que


elevem a competitividade das MPE e fomentem o empreendedorismo

C2 – Ser reconhecido como importante instituição indutora do desenvolvimento


do país

Objetivos Estratégicos relacionados à processos

P1 - Promover a inovação nas MPE.

P2 - Fortalecer a cooperação entre as MPE.

P3 - Potencializar a conquista e ampliação de mercados.

P4 - Orientar e capacitar em gestão, tecnologia e processos.

P5 - Ampliar a visibilidade institucional e fortalecer a imagem do Sebrae.

P6 - Ter excelência e transparência na aplicação dos recursos.

P7 - Promover a cultura do empreendedorismo.

P8 - Articular e fortalecer redes de parceiros em prol da MPE.

P9 - Contribuir para o desenvolvimento territorial e de sistemas produtivos locais,


com foco na MPE.

3
P10 - Estimular a ampliação do acesso a serviços financeiros.

P11 - Articular, propor e apoiar a implementação de políticas públicas.

P12 - Ter excelência em gestão focada em resultados.

P13 - Fortalecer mecanismos que potencializem a atuação integrada do Sistema.

Objetivos Estratégicos relacionados a pessoas, organização e tecnologias

A1 - Desenvolver competências e reter talentos internos e externos.

A2 - Ter um ambiente de trabalho integrado que promova a cultura de resultados


e a qualidade de vida.

A3 - Desenvolver e implantar a gestão do conhecimento sobre e para as MPE.

A4 - Aprimorar a utilização das tecnologias de informação e comunicação para


dinamizar a gestão do Sebrae.

4
2. Sistemática de Elaboração do Plano Plurianual para o período
2011/2013 e do Orçamento 2011
O processo de planejamento caracteriza-se como uma atividade contínua e sistematizada, cujo objetivo é
implementar a estratégia definida para a organização, expressa no documento Direcionamento Estratégico
do Sistema Sebrae 2009-2015.

O Plano Plurianual é o instrumento que reflete e sistematiza a estratégia do Sistema Sebrae na forma de
programas, projetos e ações, sendo fundamental, portanto, assegurar a sua qualidade mediante:
• A participação efetiva dos conselheiros, dirigentes e dos técnicos;
• A integração das equipes das unidades do Sistema Sebrae;
• A interação efetiva com os parceiros do Sistema Sebrae; e
• A coerência e a continuidade da atuação orientada para resultados, expressa no PPA vigente.

A revisão do planejamento, por sua vez, é um processo periódico que visa atualizar e ajustar o PPA por
meio de avaliações e correções de rota. O processo de revisão atual terá como objeto o Plano Plurianual
2010/2012, considerando o novo horizonte de 2011/2013. Dessa forma, ele toma como princípio as
estratégias presentes no PPA 2010/2012 e concentra o esforço na revisão das questões táticas.

2.1. Princípios e Premissas

Assim como o Plano Plurianual 2010/2012, a sua revisão para o horizonte 2011/2013 e a elaboração do
Orçamento 2011 devem focar em resultados, observar os princípios da transparência, simplicidade e
flexibilidade, e considerar as seguintes premissas:
• O planejamento antecede e orienta o orçamento:
• A revisão do planejamento e elaboração do orçamento são processos integrados, e
ocorrem em momentos distintos e sucessivos. Primeiramente, são realizados os ajustes,
que terão como produto os Planos Plurianuais do Sebrae/NA e de todos os Sebrae/UF, os
quais orientam a elaboração dos respectivos orçamentos anuais.
• O horizonte de planejamento é plurianual:
• A revisão do planejamento do Sistema Sebrae terá horizonte de tempo trienal, pois o
alcance de resultados finalísticos e institucionais tendem a produzir efeitos mais
expressivos a médio e longo prazo, requerendo continuidade e tempo necessários à
implementação das ações planejadas.
• Os recursos são dimensionados e alocados a partir de estratégias de atuação explícitas:
• A formulação da estratégia de atuação do Sebrae/NA e de cada Sebrae/UF, coerente
com a realidade local e compatível com o Direcionamento Estratégico do Sistema Sebrae,
é a base para orientar a alocação de recursos.
• Parcerias são articuladas para agregar competências e recursos:
• Parcerias com instituições públicas, privadas e do terceiro setor devem ser articuladas no
sentido de ampliar a capacidade de alcançar resultados, agregando recursos, financeiros
e não-financeiros, aos projetos e atividades constantes do Plano Plurianual.
5
• Avaliação sistemática do alcance dos objetivos estratégicos para aperfeiçoar a atuação do
Sistema Sebrae:
• A avaliação dos objetivos estratégicos do Plano Plurianual e dos resultados dos projetos é
realizada para indicar medidas corretivas e preventivas, medir a eficácia e efetividade da
atuação do Sistema Sebrae e propiciar uma aprendizagem contínua e sistemática.

2.2. Processo de Planejamento, Orçamento e Gestão

2.2.1. Referências

A elaboração do Plano Plurianual 2011/2013 tem como referência os seguintes documentos:


• Direcionamento Estratégico do Sistema Sebrae 2009/2015;
• Diretrizes para Elaboração do Plano Plurianual 2011/2013 e do Orçamento 2011;
• Cenário Plurianual de Recursos 2011/2013;
• Plano Plurianual vigente (PPA 2010/2012);
• Manual de Procedimentos para Elaboração e Gestão do Plano Plurianual;
• Manual de Elaboração e Gestão de Projetos Orientados para Resultados;
• Instruções para a Elaboração do Orçamento;
• Modelo de Atendimento Sebrae;
• Orientações para o Estabelecimento das Metas dos Indicadores de Resultados Institucionais;
• Guia referencial para projetos com foco no mercado; e
• Manual de Gestão das Metas Mobilizadoras.

A elaboração do Plano Plurianual 2011/2013 e Orçamento 2011 serão realizados no Sistema de Gestão
Estratégica - SGE.

6
2.2.2. Etapas da elaboração

O processo de revisão do Plano Plurianual 2010/2012 para o período 2011/2013 e a elaboração do


Orçamento 2011 começou com a elaboração deste documento de Diretrizes e com a definição das
instruções de orçamento, conforme indicado na figura a seguir:

Etapa 1
CDN Direx NA Sebrae
Cenário de
Recursos
• Ajusta Diretrizes • Def ine • Ajusta PPA e
instruções de elabora
Orçamento Orçamento
• Elabora
Orientações
para Sebrae UF

Estudos e
Pesquisas

Etapa 4 Etapa 3 Etapa 2


CDE e CDN Sebrae Sebrae UF

• Aprova PPA e • Valida ajuste do • Ajusta PPA e


Orçamento PPA e elabora
Orçamento Orçamento
Análise do
Desempenho
do Sistema
Sebrae

As quatro etapas seguintes, descritas abaixo, darão continuidade ao trabalho e concentrarão a maior parte
do esforço de elaboração do PPA 2011/2013:

Etapa 1 Revisão do PPA do Sebrae/NA: preparação da proposta de revisão do Plano Plurianual do


Sebrae/NA, que deverá conter as principais premissas consideradas (Estratégia de Atuação e
previsão de recursos) e os ajustes realizados na carteira de projetos e atividades, além do
Orçamento 2011, incluindo o detalhamento dos recursos financeiros, das metas físicas e das
unidades responsáveis para cada ação dos projetos e das atividades relacionados ao exercício
de 2011.

Etapa 2 Revisão do PPA do Sebrae/UF: preparação das propostas de revisão dos Planos Plurianuais
dos Sebrae/UF, que deverão conter as principais premissas consideradas (Estratégia de
Atuação e previsão de recursos) e os ajustes realizados na carteira de projetos e atividades,
além do Orçamento 2011, incluindo o detalhamento dos recursos financeiros, das metas físicas
e das unidades responsáveis para cada ação dos projetos e das atividades relacionados ao
exercício de 2011.

Etapa 3 Validação: validação conjunta da Direx de cada Sebrae/UF com a Direx do Sebrae/NA dos
respectivos Planos Plurianuais e Orçamentos, visando assegurar sua consistência, coerência e
alinhamento com as orientações estratégicas e com os limites de aplicação de recursos.
7
Etapa 4 Aprovação: apreciação e deliberação dos respectivos Planos Plurianuais, juntamente com os
Orçamentos anuais, pelos Conselhos Deliberativos Estaduais (CDE) e pelo Conselho
Deliberativo Nacional (CDN).

Os Planos Plurianuais 2011/2013 e os Orçamentos 2011 de cada Sebrae serão submetidos aos respectivos
CDE e, de forma consolidada, ao CDN, de modo que os Planos e Orçamentos sejam examinados e
aprovados em conjunto.

2.3. Conceitos e Procedimentos para a Revisão dos Planos


Plurianuais

A revisão dos Planos Plurianuais do Sistema Sebrae compreende nove fases específicas. Tanto o
Sebrae/NA quanto os Sebrae/UF utilizarão o mesmo processo, descrito a seguir, na revisão de seus
respectivos PPA. Um ponto importante a ser observado este ano é que o PPA do Sebrae/NA deverá ser
elaborado de forma antecipada aos dos Sebrae/UF, de forma a permitir a orientação do PPA dos
Sebrae/UF. As fases de revisão são:

1. Avaliação do desempenho do Sebrae/NA e Sebrae/UF;


2. Atualização de Metas para Resultados Institucionais;
3. Atualização de Metas Mobilizadoras;
4. Previsão e Alocação Estratégica de Recursos;
5. Ajustes na Carteira de Projetos, Atividades e Inversões Financeiras;
6. Análise da contribuição estratégica da Carteira de Projetos;
7. Classificação dos projetos quanto à Intensidade de Gestão;
8. Orçamento 2011; e
9. Consolidação do Plano Plurianual 2011/2013.

2.3.1. Fase 1: Avaliação do desempenho do Sebrae/NA e Sebrae/UF

Por se tratar de uma revisão do PPA vigente (PPA 2010/2012); a Estratégia de Atuação dos Sebrae deverá
ser considerada como premissa direcionadora de todo o trabalho. Em síntese, as estratégias do Sebrae/NA
e dos Sebraes/UF não deverão ser alteradas, focando o esforço de revisão nos aspectos táticos do plano.
Quaisquer alterações que o Sebrae/NA e os Sebrae/UF julgarem necessárias em qualquer aspecto de sua
Estratégia de Atuação deverão ser adequadamente justificadas.

Assim, o processo de revisão do planejamento tem início com uma avaliação dos resultados obtidos com a
aplicação da estratégia atual, devendo indicar, a partir desta análise, o desempenho na transformação dos
Objetivos Estratégicos e das Prioridades Estratégicas do Sebrae local em resultados.

De maneira geral, deverá ser efetuada uma análise de contribuição estratégica da carteira de projetos
presente no Plano Plurianual 2010/2012, para verificar o grau de contribuição aos Objetivos Estratégicos do
Sistema Sebrae e do Sebrae/UF, bem como uma avaliação de como foi o desempenho do Sebrae/UF no
atingimento das metas de resultados dos indicadores estabelecidos.
8
O resultado esperado é a identificação de eventuais lacunas e desequilíbrios na carteira de projetos e
atividades em relação à estratégia determinada no PPA, assim como de projetos que não estejam
enquadrados aos conceitos GEOR, de forma que ajustes possam ser feitos no sentido de torná-la, além de
aderente à missão e à estratégia do Sistema Sebrae, adequada às necessidades das MPE atendidas pelo
Sebrae local.

2.3.2. Fase 2: Atualização de Metas para Resultados Institucionais

A avaliação da contribuição de cada Sebrae/UF para o cumprimento da Missão e alcance da Visão é


realizada periodicamente por meio da análise da evolução dos indicadores de Resultados Institucionais
vinculados aos Objetivos Estratégicos, no âmbito das perspectivas de cumprimento da missão e partes
interessadas, para os quais devem ser atualizadas as metas anuais nos Planos Plurianuais para o período
2011/2013:

• Taxa de sobrevivência das MPE atendidas pelo SEBRAE: é a relação entre o número de MPE
atendidas, que possuem entre dois e quatro anos de operação, existentes ao final de um período
de tempo determinado, apurado junto àquelas existentes no início do período. Para efeito de
acompanhamento do Sistema e definição das metas, deve-se considerar a taxa de sobrevivência
das empresas com até dois anos de atividade;
• Taxa de MPE atendidas pelo SEBRAE: é a relação entre o número de MPE atendidas pelo
Sebrae e o número de MPE existentes no País/UF, em um determinado período de tempo;
• Participação das MPE na economia do País: indicador em desenvolvimento;
• Índice de contribuição do Sebrae para a criação de MPE: é a relação existente entre o
número de MPE cuja abertura teve alguma contribuição do Sistema Sebrae, e o total de MPE,
em um determinado período de tempo;
• Imagem do Sebrae junto às MPE e empreendedores: é a relação entre o total de valores
atribuídos pelos empreendedores aos traços positivos e o total de valores atribuídos aos traços
negativos da imagem do Sistema Sebrae, em um período de tempo determinado.
• Imagem do Sebrae junto à Sociedade: é a relação entre o total de valores atribuídos pela
sociedade aos traços positivos e o total de valores atribuídos aos traços negativos da imagem do
Sistema Sebrae, em período de tempo determinado.

9
2.3.3. Fase 3: Atualização de Metas Mobilizadoras

As Metas Mobilizadoras foram criadas no PPA 2010/2012 com a finalidade de especificar, quantificar,
indicar o foco, as áreas e projetos prioritários que todos os colaboradores, dirigentes e parceiros do Sistema
SEBRAE concentrarão seus esforços. Cada uma delas está relacionada a um conjunto de metas para o
horizonte de planejamento conforme indicado a seguir:

Metas *
Meta Mobilizadora Indicadores
2010 2011 * 2012 *

Meta 1
Número de MPE atendidas e
Ampliar o número de empresas 700.000 (1.000.000) (1.400.000)
registradas no Siacweb.
atendidas pelo Sistema Sebrae.

Meta 2
Número de empreendedores
Contribuir para a formalização de 1.000.000 - -
individuais formalizados.
empreendedores individuais.

Meta 3
Contribuir para ampliação da Número de empresas atendidas
quantidade de empresas atendidas pelo SEBRAE com soluções 17.000 (24.000) (30.000)
pelo Sebrae com soluções específicas específicas de inovação.
de inovação.

Meta 4
Número de pequenas empresas
Ampliar o número de pequenas atendidas pelo Sistema Sebrae e 30.000 (40.000) (50.000)
empresas atendidas pelo Sistema registradas no Siacweb.
Sebrae.

Meta 5
Número de municípios com a Lei
Ampliar o número de municípios com a 1.700 (2.300) (2.800)
Geral regulamentada.
Lei Geral regulamentada

* Valores definidos para o PPA 2010/2012.


Ainda que os indicadores das Metas Mobilizadoras não venham a ser alterados no âmbito desta revisão,
seus valores para os anos de 2011 e 2012 deverão ser atualizados de acordo com o documento Manual de
Gestão das Metas Mobilizadoras, mencionado do subitem 2.2.1. Referências.

10
2.3.4. Fase 4: Previsão e Alocação Estratégica de Recursos

A previsão do cenário de recursos local para a revisão do Plano Plurianual toma por base as informações do
PPA vigente, a estimativa de recursos a serem transferidos pelo Sebrae/NA ao Sebrae/UF, e as metas de
obtenção de recursos, diretamente pelos Sebrae/UF e Sebrae/NA, ou através de investimentos diretos de
parceiros.
Nessa análise deve constar a identificação de oportunidades e medidas de redução de custos para o
próximo ano, tendo como pressuposto o desafio gerencial de “fazer mais e melhor, com menos recursos e
maior agilidade”.

2.3.5 Fase 5: Ajustes na Carteira de Programas, Projetos, Atividades e Inversões Financeiras

Esta fase concentra o núcleo do processo de revisão. O Plano Plurianual vigente (2010/2012) está
estruturado em programas, projetos, atividades e inversões financeiras.
• Programa compreende um conjunto de projetos relacionados entre si, onde:
• Exista sinergia entre os projetos, amplificando resultados; e
• Haja um ganho para o gerenciamento e a tomada de decisão.
• Programa Estruturante é um conjunto integrado de projetos estratégicos, de caráter inovador e
com impacto significativo na realização da visão 2015 do Sistema SEBRAE, que contribuam
fortemente para um dos Objetivos Estratégicos prioritários, e com os resultados do Sistema
Sebrae. Os projetos que compõem um programa estruturante são geridos conforme a
metodologia GEOR.
• Projeto é o conjunto de ações inter-relacionadas, coordenadas e orientadas para o alcance de
resultados, com prazo e recursos definidos. Deve ser desenvolvido com base na interação
efetiva com os principais parceiros e clientes. No caso de projetos voltados ao cliente final, não
devem se restringir a um trabalho isolado e restrito ao âmbito interno do Sistema Sebrae.
• Atividade é o conjunto de ações permanentes relacionadas à gestão do Sistema Sebrae, que
contribuam para a melhoria do desempenho da Instituição.
• Inversão Financeira é o conjunto de ações relacionadas, ao lastro para operações de crédito,
Fundo de Aval para Micro e Pequenas Empresas - FAMPE e outras inversões financeiras.

Tipologias

A carteira de projetos, atividades e inversões financeiras, segundo as diferentes naturezas de atuação do


Sistema Sebrae, observam a seguinte tipologia:
• Projetos
• Finalístico;
• Conhecimento e Tecnologia;
• Articulação Institucional; e
• Gestão Interna.

11
• Atividades
• Conhecimento e Tecnologia;
• Articulação Institucional;
• Suporte a Negócios; e
• Gestão Interna.
• Inversões financeiras
• Inversão financeira.

Estruturação e gerenciamento de projetos

De acordo com as lacunas identificadas na etapa de avaliação do desempenho do Sebrae/NA e dos


Sebrae/UF, deverão ser indicados novos projetos (Finalístico, de Conhecimento e Tecnologia, Articulação
Institucional e Gestão Interna) a serem estruturados e gerenciados conforme o Manual de Elaboração e
Gestão de Projetos Orientados para Resultados, assim como projetos a serem reestruturados e projetos
que serão descontinuados, observando os seguintes critérios:
• Avaliação da continuidade dos projetos que se encontram estruturados e em andamento –
projetos que estejam em andamento devem ser analisados e verificados os ajustes necessários
de acordo com os resultados esperados;
• Os novos projetos e os projetos reestruturados devem estar vinculados aos Objetivos
Estratégicos Prioritários;
• Da mesma forma, devem estar diretamente vinculados às prioridades estratégicas da Unidade da
Federação;
• Para serem acrescentados ou reestruturados, os projetos devem ter relevância de acordo com o
seu porte financeiro; e
• Devem ser projetos inovadores ou devem complementar uma carteira na qual já haja projetos
inovadores.

Na estruturação dos novos projetos, o Sebrae/UF deverá utilizar-se, preferencialmente, dos produtos e
serviços já existentes no Sistema Sebrae e da sinergia com projetos já existentes na carteira atual. Esse
procedimento busca evitar a duplicação de esforços e desperdício de recursos.
Na etapa de Validação do PPA, cada Sebrae/UF deverá negociar o conjunto de projetos finalísticos
indicados junto à Direx do Sebrae/NA e, se for o caso, ajustá-los.

Atividades de Suporte a Negócios

Assim como os projetos, as atividades serão alvo do processo da elaboração do PPA 2011/2013.
Entretanto, por se tratarem de ações com foco nas operações internas ao Sebrae, só devem ser
acrescentadas e ajustadas aquelas atividades que sejam necessárias à execução dos novos projetos ou
cuja necessidade foi identificada ao longo da implantação do primeiro ano do plano.
Nesse sentido, a revisão segue a mesma tipologia adotada no PPA vigente (2010/2012), de forma que as
seguintes atividades de suporte a negócios devem ser obrigatoriamente contempladas na revisão, com
denominações padronizadas:
12
• Suporte Operacional Relacionado a Negócios
• Remuneração de Recursos Humanos Relacionada a Negócios
• Suporte Operacional – Gestão de Viagens Sebrae/NA
A atividade Suporte Operacional Relacionado a Negócios contempla as ações cujas despesas tenham
vinculação direta com a atuação do Sistema Sebrae nas tipologias Finalístico, Conhecimento e Tecnologia e
Articulação Institucional, e também as despesas das unidades (escritórios, agências) situadas fora do
edifício sede do Sebrae/UF.
A atividade Remuneração de Recursos Humanos Relacionada a Negócios contempla as despesas com
remuneração de pessoal, salários, encargos e benefícios que tenham vinculação direta com a atuação do
Sistema Sebrae nas tipologias Finalístico, Conhecimento e Tecnologia e Articulação Institucional. Quando
as despesas com remuneração de pessoal, encargos e benefícios sociais forem vinculadas exclusivamente
a projetos, sem a necessidade de rateio ou outro critério similar, devem ser previstas e executadas em
ações do próprio projeto.
A atividade Suporte Operacional – Gestão de Viagens – Sebrae/NA contempla as ações cujas despesas
de viagens (diárias e passagens) tenham vinculação com eventos patrocinados pelas unidades do
Sebrae/NA. Quando as despesas com viagens (diárias e passagens) forem vinculadas exclusivamente a
projetos, sem a necessidade de rateio ou outro critério similar, devem ser previstas e executadas em ações
do próprio projeto.
As seguintes atividades de gestão interna devem ser obrigatoriamente contempladas no PPA, com
denominações padronizadas:
• Custeio Administrativo
• Custeio Administrativo – Gestão de Viagens Sebrae/NA
• Gestão da Administração Financeira
• Remuneração de Recursos Humanos – Custeio Administrativo
A atividade Custeio Administrativo contempla as ações relacionadas ao custeio administrativo, cujas
despesas não tenham vinculação direta com a atuação do Sistema Sebrae nas tipologias Finalístico,
Conhecimento e Tecnologia, Articulação Institucional, Suporte a Negócios e Inversão Financeira.
As despesas de manutenção das áreas ligadas à gestão institucional tais como: Conselho Deliberativo,
Diretoria Executiva, Planejamento, Orçamento, Jurídico, Auditoria, Contabilidade, Manutenção de
Equipamentos/Sistemas de Informática, e, ainda, despesas bancárias (cadastro, tarifas bancárias, encargos
s/financiamento e empréstimo, comissões s/operações com cartão de crédito, e outras similares) deverão
compor a tipologia Gestão Interna, na função Custeio Administrativo.
A atividade Custeio Administrativo – Gestão de Viagens – Sebrae/NA contempla as ações cujas
despesas de viagens (diárias e passagens) tenham vinculação com eventos patrocinados pelas unidades
do Sebrae/NA. Quando as despesas com viagens (diárias e passagens) forem vinculadas exclusivamente a
projetos, sem a necessidade de rateio ou outro critério similar, devem ser previstas e executadas em ações
do próprio projeto.
As despesas com impostos e tributos (CPMF, ISS, IOF, IR, Encargos financeiros, PIS, Contribuições
Sociais, e outros similares) deverão compor a tipologia Gestão Interna, como atividade padronizada
denominada Gestão da Administração Financeira, na função Administração Financeira.
A atividade Remuneração de Recursos Humanos – Custeio Administrativo contempla as despesas com
remuneração de pessoal, salários, encargos e benefícios que não tenham vinculação direta com a atuação
do Sistema Sebrae nas tipologias Finalístico, Conhecimento e Tecnologia, Articulação Institucional, Suporte
a Negócios e Inversão Financeira.

13
Inversões Financeiras

As Inversões Financeiras serão incluídas no PPA 2011/2013 para contemplar, o FAMPE e outras ações do
mesmo gênero, conforme a especificidade de cada Sebrae/UF e do Sebrae/NA.
Pontos de Atenção

Com o intuito de assegurar a adequação e consistência dos planos de trabalhos revisados, ressaltam-se
algumas orientações que deverão ser consideradas pelo estado:
• Analisar os novos projetos da Carteira de projetos finalísticos de intensidade de gestão alta e
moderada quanto a:
• Incluir apenas os projetos que mais se vinculam às Prioridades UF;
• Incluir os de maior relevância financeira;
• Incluir aqueles de conteúdo inovador ou que complementem uma carteira inovadora; e
• Compor, junto com a carteira vigente, 70% do total de recursos (orçamentários + investimento
de parceiros) aplicados a projetos finalísticos.
• Verificar a relação custo/benefício entre o valor investido nos novos projetos finalísticos e a
quantidade de empreendimentos formais e informais beneficiados;
• Rigor na análise de consistência metodológica dos novos projetos e atividades;
• Atentar para que todos os tipos de atendimentos do Sebrae, coletivo ou individual, sejam
realizados por meio de projeto finalístico. Excepcionam-se apenas os casos de experiências
pilotos que poderão ser desenvolvidas por meio de projetos de conhecimento e tecnologia.
• Projetos Finalísticos Coletivos com foco em mercado: todos os novos projetos finalísticos
coletivos com foco em mercado deverão contemplar estratégias e ações que possibilitem que os
mesmos sejam construídos e estruturados com foco em mercado;
• Projetos Finalísticos com foco em inovação: os novos projetos finalísticos com foco em inovação
deverão contemplar estratégias e ações que possibilitem que os mesmos sejam construídos e
estruturados com foco em inovação; e
• Alavancagem de parceiros: intensificar esforços no aumento das parcerias e valores alocados
por parceiros.

2.3.6. Fase 6: Análise de Contribuição Estratégica da Carteira de Projetos

Concluída a estruturação dos projetos e das atividades, deverá ser efetuada a análise de contribuição
estratégica da carteira de projetos, para verificar o grau de contribuição aos Objetivos Estratégicos do
Sistema Sebrae e do Sebrae/UF, bem como uma avaliação sobre a capacidade do Sebrae/UF de atingir as
metas de resultados dos indicadores estabelecidos.
Como se trata de um ajuste realizado sobre uma carteira existente, espera-se que a nova carteira resolva
eventuais lacunas e desequilíbrios identificados na Fase 1: Avaliação do desempenho do Sebrae/NA e
Sebrae/UF.

14
Também deverá ser feita uma avaliação do relacionamento da carteira de projetos com as prioridades de
atuação do Sebrae/UF. Devem ser definidas medidas para melhorar a carteira de projetos no horizonte de
tempo do PPA, cabendo à Diretoria Executiva de cada Sebrae examinar e apontar as medidas de gestão da
carteira de projetos.

2.3.7. Fase 7: Classificação dos projetos em relação à Intensidade de Gestão

Concluída a fase de análise da consistência estratégica da Carteira de Projetos, o Sebrae/UF deverá


classificar os novos projetos de sua carteira segundo o grau de Intensidade de Gestão:
• Intensidade Alta;
• Intensidade Moderada;
• Intensidade Básica.
Os projetos com graus de Intensidade de Gestão Alta e Moderada serão estruturados e gerenciados na
forma do Manual de Estruturação e Gestão de Projetos Orientados para Resultados. Os projetos com
Intensidade de Gestão Básica serão estruturados e gerenciados de forma simplificada.

2.3.8. Fase 8: Orçamento 2011

Com intuito de agilizar o processo de validação do PPA, o orçamento da nova carteira de projetos e de
atividades deverá ser elaborado pelo Sebrae/NA e pelos Sebrae/UF logo em seguida ao término da
formulação do planejamento.

Dessa forma, quando o Plano Plurianual 2011/2013 for enviado para a validação junto à Diretoria Executiva
do Sebrae/NA, tanto a carteira de projetos e de atividades quanto seu orçamento poderão ser realizados
simultaneamente.

2.3.9. Fase 9: Consolidação do Plano Plurianual 2011/2013

Os Planos Plurianuais 2011/2013 e o Orçamentos 2011 dos Sebrae/UF, a serem validados junto à Diretoria
Executiva do Sebrae/NA, devem ser organizados com o seguinte conjunto de informações:
• Cenário Plurianual de Recursos Orçamentários, anual e para o triênio;
• Demonstrativo de Origem e Aplicação de Recursos, anual e para o triênio;
• Análise de Contribuição Estratégica da Carteira de Projetos, anual e para o triênio;
• Medidas de Gestão da Carteira de Projetos:
• Atentar para apresentar medidas de gestão sintéticas e que enfatizem apenas questões
críticas que afetem o desempenho do estado e dependam de orientações do corpo diretivo.
• Justificativa para alterações na Estratégia de Atuação, nas Prioridades e nas Metas
Mobilizadoras, caso elas ocorram; e
• Descrição das principais mudanças em relação ao PPA anterior. Explicitação dos projetos novos
e dos projetos descontinuados assim como do montante de recursos dedicados aos projetos
continuados e para os novos projetos.
15
3. Recursos e Limites de Aplicação

Os recursos estimados no Plano Plurianual do Sistema Sebrae compreendem:


• Receitas auferidas pelo Sebrae/NA;
• Receitas auferidas pelos Sebrae/UF;
• Investimentos alocados por parceiros.

3.1. Cenário Plurianual de Recursos Orçamentários

A construção do Cenário Plurianual de Recursos Orçamentários do Sistema Sebrae é peça fundamental do


processo de elaboração do Plano Plurianual e visa estimar as disponibilidades de recursos financeiros para
a execução das despesas com investimentos e custeio da programação do Sistema Sebrae no período
2011/2013.
O Cenário Plurianual de Recursos Orçamentários do Sebrae/NA é composto de receitas auferidas pelo
Sebrae/NA.
O Cenário Plurianual de Recursos Orçamentários do Sebrae/UF é composto de:
• Receitas transferidas pelo Sebrae/NA;
• Receitas auferidas pelo Sebrae/UF.

As receitas oriundas de transferências do Sebrae/NA que compõem o Cenário de Recursos dos Sebrae/UF
são:
• Contribuição Social Ordinária do exercício e do excesso de arrecadação do exercício anterior1;
• Contribuição Social do Sebrae/NA (CSN);
• Convênios com o Sebrae/NA.

A Contribuição Social do Sebrae/NA (CSN) contemplará recursos do orçamento do Sebrae/NA, a serem


repassados aos Sebrae/UF na execução de ações de projetos de interesse do Sebrae/NA, e para cobrir
despesas de viagens na participação em eventos patrocinados pelas unidades do Sebrae/NA.

3.1.1. Estimativa das Receitas de Contribuição Social e Critérios de Distribuição

A estimativa e a distribuição das receitas de Contribuição Social para o período 2011/2013, constante nos
Anexos I, II, III e IV foram elaboradas com base em parâmetros e critérios abaixo descritos:
• Arrecadação efetiva de janeiro a abril de 2010;

1 Considera-se excesso de arrecadação a diferença positiva entre a receita arrecadada e a previsão de receita de Contribuição Social do exercício.
Sua distribuição aos estados observará os mesmo critérios e índices utilizados para os recursos do exercício.
16
• Previsão de maio a dezembro de 2010 com base na média aritmética da arrecadação efetiva de
janeiro a abril de 2010; e
• Crescimento linear de 10% ao ano para o período de 2011 a 2013.

A distribuição de Receita de Contribuição Social para o período 2011/2013 obedecerá à forma prevista no
art. 11, da Lei nº 8.154/90, que alterou a Lei n. º 8.029/90, no Decreto nº 99.570/90 e nos atos normativos
vigentes no Sebrae.
A participação de cada Sebrae/UF na distribuição da Contribuição Social Ordinária não poderá ser inferior a
1,5% (um e meio por cento) do total destinado aos Sebrae/UF. Os ajustes necessários ocorrerão pela
“Complementação da Programação Operacional Sebrae/UF”.

3.1.2 Estimativa de Superávit Financeiro

A estimativa de superávit financeiro no PPA 2011/2013 deverá ser feita e, após a confirmação do valor real
de superávit no balanço de encerramento do exercício pela Auditoria Externa, este deverá ser ajustado para
ser destinado a projetos e atividades.
Havendo aplicação financeira de longo prazo, esta não deverá ser objeto de programação no PPA
2011/2013, devendo ser demonstrada no balanço patrimonial de cada Sebrae2.

3.2. Limites de Aplicação de Recursos

Os limites e condições de alocação dos recursos orçamentários para o período 2011/2013 foram
estabelecidos com relação a:
• Objetivos Estratégicos;
• Público-alvo;
• Grupos de Despesas;
• Contribuição Social.

3.2.1. Focando os Objetivos Estratégicos

Ficam estabelecidos os seguintes limites e condições de aplicação dos recursos orçamentários para a
consecução dos Objetivos Estratégicos do Sistema Sebrae:
• O mínimo de 20% (vinte por cento), nos anos de 2011, 2012 e 2013, do total das aplicações em
projetos e atividades, deve ser alocado em ações vinculadas à classificação “Fomento à
Inovação”, “Difusão Tecnológica”, “Prestação de Serviços Tecnológicos”, “Gestão da Inovação e
Tecnologia”, “Infra-estrutura Tecnológica”, e “Capacitação Tecnológica”, para atender ao objetivo
estratégico “Promover a Inovação nas MPE”. Esse percentual, no Sebrae/NA e nos Sebrae/UF,
decorrerá do total de aplicações em projetos e atividades, deduzindo-se as originadas na
tipologia Gestão Interna.

2 Na apresentação da proposta orçamentária deverá ser informado ao Sebrae/NA o montante e o prazo da aplicação financeira de longo prazo.
17
• O mínimo de 2% (dois por cento) e máximo de 6% (seis por cento) do valor total das respectivas
folhas de pagamento (salários, encargos e benefícios) de cada Sebrae/UF e do Sebrae/NA, deve
ser alocado em ações de capacitação do quadro efetivo de cada Sebrae/UF e do Sebrae/NA,
vinculadas à classificação “Capacitação de Recursos Humanos”, para atender ao Objetivo
Estratégico “Desenvolver Competências e Reter Talentos Internos e Externos”. O investimento
em capacitação de terceiros não deverá ser alocado nessa atividade.
• O mínimo de 2% (dois por cento) do valor Contribuição Social Ordinária deve ser alocado em
ações vinculadas à classificação “Tecnologias da Informação e Comunicação” para atender ao
objetivo estratégico “Aprimorar a Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação para
Dinamizar a Gestão do Sistema Sebrae e o Atendimento ao Público Externo”.
• O mínimo de 70% (setenta por cento) do total dos recursos do PPA para projetos finalísticos
(recursos orçamentários mais os decorrentes da alavancagem de parceiros), deve ser alocado
em projetos finalísticos a serem estruturados e gerenciados conforme a metodologia GEOR, para
atender ao objetivo estratégico “Ter excelência em gestão focada em resultados”.

3.2.2. Focando o Público-alvo

• O mínimo de 60% (sessenta por cento) do total dos recursos orçamentários destinados a
projetos finalísticos deve ser alocado em projetos finalísticos coletivos, cujo padrão de
organização do público-alvo seja “Coletivo”.

3.2.3. Focando os Grupos de Despesas

Ficam estabelecidos os seguintes limites e recomendações para a aplicação dos recursos orçamentários
nos respectivos grupos de despesas:

• Pessoal, Encargos e Benefícios:


• Máximo de 55% (cinqüenta e cinco por cento) sobre a soma da Contribuição Social Ordinária
e das Receitas Próprias dos Sebrae/UF, no exercício.
 Máximo de 15% (quinze por cento) sobre a soma da Contribuição Social Ordinária do
Sebrae/NA e das Receitas Próprias do Sebrae/NA, no exercício.

• Divulgação, Anúncio, Publicidade e Propaganda (despesas com divulgação de produtos,


serviços e ações de natureza institucional):
• Máximo de 3,5% (três e meio por cento) para os Sebrae/UF, do valor total das receitas
previstas no Cenário de Recursos, excluindo-se as de Exercícios Anteriores. Na apuração da
execução orçamentária será considerado como limite o valor estabelecido na previsão
orçamentária do exercício.

18
• Máximo de 5,5% (cinco e meio por cento) para o Sebrae/NA, do valor total das receitas
previstas no Cenário de Recursos, excluindo-se as de Receitas de Exercícios Anteriores. Na
apuração da execução orçamentária será considerado como limite o valor estabelecido na
previsão orçamentária do exercício.

• Bens Móveis (despesas com aquisição de móveis, máquinas e equipamentos):


• É permitida a utilização das receitas decorrentes da alienação de bens móveis; e no máximo
3% (três por cento) do total das receitas do exercício, excluindo-se as de Contribuição Social
do Sebrae/NA e as de Exercícios Anteriores, e os investimentos em infraestrutura de
informação e comunicação. Havendo necessidade de investimentos que exija a superação do
limite fixado, o Sebrae/UF deverá apresentar à Diretoria Executiva do Sebrae/NA proposta
aprovada pelo respectivo CDE. O acréscimo ocorrido nesse exercício será compensado por
redução equivalente nos exercícios seguintes, dentro do período do PPA em vigor.

• Bens Imóveis:

• As aplicações em aquisição, construção ou reforma, com ampliação da área útil de bens


imóveis operacionais, ficam condicionadas à prévia aprovação da Diretoria do Sebrae/NA e do
CDN, conforme previsto na Resolução CDN 194/09.

• Contribuição Social Ordinária no custeio administrativo:

• A participação da Contribuição Social Ordinária para custeio administrativo, incluindo-se os


gastos com a manutenção dos Conselhos, deverão se limitar ao valor estabelecido para estas
despesas, na forma da Lei nº 8.154, de 28/12/1990, conforme especificado nos anexos deste
Documento. O valor que exceder esse limite deverá ser suportado por receitas Próprias e
deverá ser inferior ao previsto, nessa natureza de receita, no cenário de recursos do PPA e
Orçamento.

3.2.4. Focando a Contribuição Social

• Os Sebrae/UF, individualmente, deverão captar o mínimo de 10% (dez por cento) de recursos
próprios em relação ao total dos recursos da Contribuição Social Ordinária. Esses recursos deverão
ser obtidos mediante a geração de receitas de Empresas Beneficiadas e de receitas de Convênios
com o Sebrae/NA e com parceiros externos, que sejam executados no Sebrae/UF.

19
3.3. Incorporação, Redução e Movimentação de Recursos e Metas
de Atendimento no PPA

Durante o processo de execução do PPA é permitida a incorporação e/ou redução dos recursos e metas de
atendimento aprovados para o exercício.
• Quando a variação no valor total dos recursos aprovados para o exercício, excluindo recursos de
transferência do Sebrae/NA para projetos não previstos anteriormente no PPA do Sebrae/UF, for
superior a 15% (quinze por cento), o Sebrae/UF deve submeter o PPA ajustado à aprovação do
respectivo CDE e do CDN.
• Quando houver redução das metas de atendimento aprovadas para o exercício, o Sebrae/UF
deve repactuar o seu PPA com a Direx do Sebrae/NA.

Durante o processo de execução do PPA é permitida a movimentação de recursos decorrentes de criação,


extinção e redimensionamento de projetos e atividades, excluindo recursos de transferência do Sebrae/NA
para projetos não previstos anteriormente no PPA do Sebrae/UF.
• Quando a soma das movimentações de recursos em projetos e atividades indicar acréscimo
superior a 20% (vinte por cento) do valor total dos recursos orçamentários de projetos e
atividades aprovados para o exercício, o Sebrae/UF deve repactuar o seu PPA com a Direx do
Sebrae/NA.
• Quando a soma das movimentações de recursos em projetos indicar redução maior que 20%
(vinte por cento) do valor total dos recursos orçamentários de projetos aprovados para o
exercício, o Sebrae/UF deve repactuar o seu PPA com a Direx do Sebrae/NA.
• Quando a soma das movimentações de recursos em projetos finalísticos selecionados para a
GEOR indicar redução maior que 5% (cinco por cento) do valor total dos recursos orçamentários
de projetos aprovados para o exercício, o Sebrae/UF deve repactuar o seu PPA com a Direx do
Sebrae/NA.

O Sebrae/UF pode constituir Fundo de Reserva para viabilizar a movimentação de recursos decorrentes de:
• Extinção e redimensionamento de projetos e atividades; e
• Incorporação de novos recursos ao Orçamento.

Até 10% (dez por cento) do total das aplicações previstas no ano poderá ser destinada ao Fundo de
Reserva para os anos 2011, 2012 e 2013 do PPA.
Os recursos do Fundo de Reserva se destinam à criação e redimensionamento de projetos e atividades e
são identificados pela diferença entre Receita e Despesa do PPA.
A ampliação do total de recursos alocados em Gestão Interna (projetos e atividades) está limitada à
incorporação de novos recursos ao Orçamento.
As situações não previstas serão decididas pela Diretoria do Sebrae/NA, em acordo com o CDN.

20
3.4. Liberação de Recursos

A liberação dos recursos da Contribuição Social Ordinária aos Sebrae/UF, nos meses de janeiro e fevereiro,
será integral e de acordo com a programação anual de liberação dos recursos do Sebrae/NA.

A partir do mês de março, a liberação estará condicionada à execução física e orçamentária da despesa3
em relação aos recursos de Contribuição Social Ordinária recebidos no exercício, conforme critérios a
serem estabelecidos pela Direx do Sebrae/NA, em Instrução Normativa relativa à execução orçamentária.

3.5. Disposições Finais

É vedada a transferência de recursos para entidades parceiras, destinada a aplicações em bens móveis e
imóveis.

Os investimentos de parceiros (alavancagem) deverão ser objetos de pactuação, por ocasião da


estruturação do projeto, após aprovação do PPA e Orçamento, com registro no Sistema de Gestão
Estratégica – SGE.

3 Considera-se execução orçamentária da despesa os registros efetuados pela Contabilidade, relativamente aos serviços prestados e bens
recebidos. A base de avaliação da execução será o “mês fechado” pela Contabilidade.
21
4. Metas de Atendimento
O Modelo de Atendimento do Sebrae aos seus clientes, cujos conceitos estão descritos no Manual de
Procedimentos para a Elaboração e Gestão do Plano Plurianual, se dará por meio de dois pilares: o
atendimento à distância e o atendimento presencial.

No planejamento, serão previstas as metas para os indicadores relativos ao número de clientes a serem
atendidos e atingidos, presencialmente e à distância, vinculados aos projetos e atividades.

• Número de empreendimentos formais;


• Número de empreendimentos informais;
• Número de pessoas físicas; e
• Número de pessoas atingidas.

No contexto do Sebrae, consideram-se empreendimentos formais todas aquelas que possuam CNPJ, e
também os artesãos, os vendedores ambulantes e os produtores rurais que tenham os registros próprios de
sua atividade. Por outro lado, são considerados como empreendimentos informais todos os
empreendimentos/ atividades desenvolvidos nas áreas rural, da indústria, do comércio e serviços, sem
CNPJ ou que não apresentem registros próprios à sua atividade. A ação do SEBRAE, voltada ao
atendimento de empreendimentos informais, fundamenta-se na criação de ambiente adequado à
formalização, como também, na indução desses estabelecimentos, para o mundo dos negócios legalmente
formalizados.

No orçamento, serão previstas as metas para os seguintes indicadores relativos ao número de ações de
atendimento a serem efetuados, presencialmente e à distância, vinculados aos projetos:

• Número de consultorias;
• Número de cursos (turmas);
• Número de eventos;
• Número de feiras;
• Número de expositores;
• Número de informações;
• Número de missões/caravanas;
• Número de rodadas de negócios;
• Número de palestras, oficinas e seminários.

22
5. Calendário

No processo elaboração do PPA 2011-2013 e a elaboração do Orçamento 2011, serão observadas as


seguintes datas:
• Início do processo de elaboração do PPA e Orçamento – 02 de agosto
• Conclusão do PPA e Orçamento do Sebrae/NA – até 24 de agosto
• Disponibilização do PPA e Orçamento dos Sebra/UF para o Sebrae/NA – até 16 de setembro
• Validação do PPA junto à Direx do Sebrae/NA – de 17 a 30 de setembro
• Disponibilização de eventuais ajustes do PPA e Orçamento no SGE – até 7 de outubro
• Envio formal ao Sebrae/NA do PPA e Orçamento, com a respectiva aprovação pelo CDE – até
30 de outubro.
• Aprovação pelo CDN do PPA e Orçamento do Sistema – 25 de novembro
• Envio aos Sebrae/UF do PPA e Orçamento do Sistema na forma aprovada pelo CDN – 30 de
novembro
• Envio ao MDIC – 30 de novembro

23
ANEXOS

Cenário de Recursos
2011 / 2012 / 2013

24
EFETIVAÇÃO E PREVISÃO DA RECEITA DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
PPA 2011 2012 2013 ANEXO I
R$1,00

Previsão para o PPA 2011 / 2012 / 2013


(*) 2010
2010
2006 2007 2008 2009 Efetivado 2 0 1 1 2 0 1 2 2 0 1 3
MESES Previsto no PPA
Efetivado Efetivado Efetivado Efetivado Jan/Abr e 2010 + 2011 + 2012 +
2010/11/12
Previsto Mai/Dez Crescimento Crescimento Crescimento
10% a.a. 10% a.a. 10% a.a.
JANEIRO 79.305.015 92.245.465 109.479.825 125.517.353 141.229.739 128.717.641 155.084.614 170.593.076 187.652.383
FEVEREIRO 81.494.671 102.036.078 111.120.833 123.431.680 139.802.559 128.717.641 155.084.614 170.593.076 187.652.383
MARÇO 77.238.913 99.197.768 114.009.028 127.191.622 139.700.870 128.717.641 155.084.614 170.593.076 187.652.383
ABRIL 79.648.341 101.056.690 113.457.017 121.829.335 143.210.884 128.717.641 155.084.614 170.593.076 187.652.383
MAIO 83.815.296 100.361.413 116.105.517 130.557.416 140.986.013 128.717.641 155.084.614 170.593.076 187.652.383
JUNHO 82.022.935 99.848.101 121.171.536 128.069.535 140.986.013 128.717.641 155.084.614 170.593.076 187.652.383
JULHO 85.585.189 107.535.832 117.974.129 125.304.530 140.986.013 128.717.641 155.084.614 170.593.076 187.652.383
AGOSTO 84.338.354 105.241.677 124.978.025 132.556.380 140.986.013 128.717.641 155.084.614 170.593.076 187.652.383
SETEMBRO 90.010.036 106.491.023 123.706.323 130.378.034 140.986.013 128.717.641 155.084.614 170.593.076 187.652.383
OUTUBRO 88.820.898 105.036.242 123.283.328 131.263.270 140.986.013 128.717.641 155.084.614 170.593.076 187.652.383
NOVEMBRO 90.222.693 107.368.017 126.084.996 137.524.623 140.986.013 128.717.641 155.084.614 170.593.076 187.652.383
DEZEMBRO 161.485.838 193.296.563 209.062.675 240.383.920 253.774.857 229.712.954 279.152.243 307.067.167 337.773.783
TOTAL 1.083.988.180 1.319.714.869 1.510.433.232 1.654.007.698 1.804.621.000 1.645.607.000 1.985.083.000 2.183.591.000 2.401.950.000
(*) Média receita efetivada de janeiro a abril de 2010 -----------------------------------------> 140.986.013
(*) Previsão para 2010
- Arrecadação efetiva de JAN a ABR
- Arrecadação MAI a NOV = Média da arrecadação de JAN a ABR
- Arrecadação DEZ = Arrecadação de NOV x 1,8
Previsão de Dezembro 2010, 2011, 2012 e 2013 = Previsão de Novembro + 80%

25
RECEITA DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
CONSOLIDAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS
PPA 2011

Anexo II
DISTRIBUIÇÃO LEGAL ( Lei nº 8154 / 90 ) PLANO DE APLICAÇÃO CDN TOTAL CSO TOTAL GERAL
UNIDADE DA PARTICI- COMPLEMENTO PARTICI- PARTICI-
PROGRAMAÇÃO
FEDERAÇÃO ADMINISTRAÇÃO SUBTOTAL PAÇÃO EQUALIZAÇÃO PROGRAMAÇÃO SUBTOTAL VALOR PAÇÃO TOTAL PAÇÃO
OPERACIONAL
% OPERACIONAL % %

REGIÃO NORTE 52.730.711 17.338.052 70.068.763 7,96 59.441.327 36.236.127 95.677.454 165.746.217 13,04 165.746.217 13,04

ACRE 2.150.837 2.246.083 4.396.920 0,50 7.210.194 7.457.127 14.667.321 19.064.241 1,50 19.064.241 1,50
AMAPÁ 1.994.413 2.244.127 4.238.540 0,48 7.063.546 7.762.155 14.825.701 19.064.241 1,50 19.064.241 1,50
AMAZONAS 14.445.806 2.924.183 17.369.989 1,97 10.876.394 2.660.230 13.536.624 30.906.613 2,43 30.906.613 2,43
PARÁ 22.290.497 2.878.429 25.168.926 2,86 10.876.394 3.473.079 14.349.473 39.518.399 3,11 39.518.399 3,11
RONDÔNIA 6.131.842 2.478.764 8.610.606 0,98 8.554.467 1.899.168 10.453.635 19.064.241 1,50 19.064.241 1,50
RORAIMA 1.462.569 2.232.786 3.695.355 0,42 6.916.898 8.451.988 15.368.886 19.064.241 1,50 19.064.241 1,50
TOCANTINS 4.254.747 2.333.680 6.588.427 0,75 7.943.434 4.532.380 12.475.814 19.064.241 1,50 19.064.241 1,50

REGIÃO NORDESTE 167.640.180 25.370.888 193.011.068 21,91 89.381.960 30.247.805 119.629.765 312.640.833 24,61 312.640.833 24,61

ALAGOAS 9.362.009 2.463.904 11.825.913 1,34 10.069.830 2.364.649 12.434.479 24.260.392 1,91 24.260.392 1,91
BAHIA 47.302.781 3.913.568 51.216.349 5,82 6.916.898 6.625.944 13.542.842 64.759.191 5,10 64.759.191 5,10
CEARÁ 26.271.502 3.054.015 29.325.517 3,33 10.876.394 4.162.768 15.039.162 44.364.679 3,49 44.364.679 3,49
MARANHÃO 17.324.018 2.604.295 19.928.313 2,26 10.876.394 3.239.077 14.115.471 34.043.784 2,68 34.043.784 2,68
PARAÍBA 11.309.494 2.533.122 13.842.616 1,57 10.876.394 2.672.546 13.548.940 27.391.556 2,16 27.391.556 2,16
PERNAMBUCO 29.775.411 3.351.222 33.126.633 3,76 10.876.394 4.704.667 15.581.061 48.707.694 3,83 48.707.694 3,83
PIAUÍ 9.150.836 2.445.133 11.595.969 1,32 9.972.064 2.278.438 12.250.502 23.846.471 1,88 23.846.471 1,88
RIO GRANDE DO NORTE 10.558.656 2.587.479 13.146.135 1,49 9.972.064 2.290.754 12.262.818 25.408.953 2,00 25.408.953 2,00
SERGIPE 6.585.473 2.418.150 9.003.623 1,02 8.945.528 1.908.962 10.854.490 19.858.113 1,56 19.858.113 1,56

26
CONSOLIDAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS
PPA 2011

Anexo II (continuação)
DISTRIBUIÇÃO LEGAL ( Lei nº 8154 / 90 ) PLANO DE APLICAÇÃO CDN TOTAL CSO TOTAL GERAL
UNIDADE DA PARTICI- COMPLEMENTO PARTICI- PARTICI-
PROGRAMAÇÃO
FEDERAÇÃO ADMINISTRAÇÃO SUBTOTAL PAÇÃO EQUALIZAÇÃO PROGRAMAÇÃO SUBTOTAL VALOR PAÇÃO TOTAL PAÇÃO
OPERACIONAL
% OPERACIONAL % %

REGIÃO SUDESTE 382.716.102 30.437.956 413.154.058 46,95 24.710.190 50.408.904 75.119.094 488.273.152 38,42 488.273.152 38,42

ESPÍRITO SANTO 18.575.414 3.317.591 21.893.005 2,49 10.876.394 3.128.234 14.004.628 35.897.633 2,82 35.897.633 2,82
MINAS GERAIS 79.275.957 6.008.875 85.284.832 9,69 6.916.898 10.333.025 17.249.923 102.534.755 8,07 102.534.755 8,07
RIO DE JANEIRO 65.479.313 5.451.221 70.930.534 8,06 6.916.898 9.557.124 16.474.022 87.404.556 6,88 87.404.556 6,88
SÃO PAULO 219.385.418 15.660.269 235.045.687 26,71 - 27.390.521 27.390.521 262.436.208 20,65 262.436.208 20,65

REGIÃO SUL 116.372.037 12.493.889 128.865.926 14,65 28.669.686 18.252.137 46.921.823 175.787.749 13,83 175.787.749 13,83

PARANÁ 41.045.799 4.095.021 45.140.820 5,13 10.876.394 6.478.154 17.354.548 62.495.368 4,92 62.495.368 4,92
RIO GRANDE DO SUL 48.186.580 4.762.171 52.948.751 6,02 6.916.898 7.414.161 14.331.059 67.279.810 5,29 67.279.810 5,29
SANTA CATARINA 27.139.658 3.636.697 30.776.355 3,50 10.876.394 4.359.822 15.236.216 46.012.571 3,62 46.012.571 3,62

REGIÃO CENTRO OESTE 62.663.672 12.124.553 74.788.225 8,50 42.210.181 11.503.035 53.713.216 128.501.441 10,10 128.501.441 10,10

DISTRITO FEDERAL 12.185.472 2.858.485 15.043.957 1,71 10.118.712 2.315.386 12.434.098 27.478.055 2,16 27.478.055 2,16
GOIÁS 23.635.748 3.325.412 26.961.160 3,06 10.876.394 3.854.871 14.731.265 41.692.425 3,28 41.692.425 3,28
MATO GROSSO 14.743.013 3.033.680 17.776.693 2,02 10.656.422 2.623.283 13.279.705 31.056.398 2,44 31.056.398 2,44
MATO GROSSO DO SUL 12.099.439 2.906.976 15.006.415 1,71 10.558.653 2.709.495 13.268.148 28.274.563 2,22 28.274.563 2,22

SEBRAE / UF 782.122.702 97.765.338 879.888.040 45,00 244.413.344 146.648.008 391.061.352 1.270.949.392 65,00 1.270.949.392 65,00
SEBRAE / NA 977.653.377 97.765.338 1.075.418.715 55,00 586.592.026 - 586.592.026 684.357.363 35,00 684.357.363 35,00
TOTAL LIQUIDO 1.759.776.079 195.530.676 1.955.306.755 100,00 831.005.370 146.648.008 977.653.378 1.955.306.755 100,00 1.955.306.755 100,00
TAXA INSS /////////// 29.776.245 29.776.245 1,50 /////////// /////////// /////////// 29.776.245 1,50 29.776.245 1,50
TOTAL BRUTO 1.759.776.079 225.306.921 1.985.083.000 100,00 1.417.597.396 146.648.008 977.653.378 1.985.083.000 100,00 1.985.083.000 100,00

27
RECEITA DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
CONSOLIDAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS
PPA 2012

Anexo III
DISTRIBUIÇÃO LEGAL ( Lei nº 8154 / 90 ) PLANO DE APLICAÇÃO CDN TOTAL CSO TOTAL GERAL
UNIDADE DA PARTICI- COMPLEMENTO PARTICI- PARTICI-
PROGRAMAÇÃO
FEDERAÇÃO ADMINISTRAÇÃO SUBTOTAL PAÇÃO EQUALIZAÇÃO PROGRAMAÇÃO SUBTOTAL VALOR PAÇÃO TOTAL PAÇÃO
OPERACIONAL
% OPERACIONAL % %

REGIÃO NORTE 58.003.776 19.071.855 77.075.631 7,96 65.385.449 39.859.733 105.245.182 182.320.813 13,04 182.320.813 13,04

ACRE 2.365.921 2.470.690 4.836.611 0,50 7.931.212 8.202.839 16.134.051 20.970.662 1,50 20.970.662 1,50
AMAPÁ 2.193.854 2.468.540 4.662.394 0,48 7.769.899 8.538.369 16.308.268 20.970.662 1,50 20.970.662 1,50
AMAZONAS 15.890.385 3.216.601 19.106.986 1,97 11.964.032 2.926.253 14.890.285 33.997.271 2,43 33.997.271 2,43
PARÁ 24.519.543 3.166.271 27.685.814 2,86 11.964.032 3.820.386 15.784.418 43.470.232 3,11 43.470.232 3,11
RONDÔNIA 6.745.025 2.726.640 9.471.665 0,98 9.409.912 2.089.085 11.498.997 20.970.662 1,50 20.970.662 1,50
RORAIMA 1.608.826 2.456.065 4.064.891 0,42 7.608.586 9.297.185 16.905.771 20.970.662 1,50 20.970.662 1,50
TOCANTINS 4.680.222 2.567.048 7.247.270 0,75 8.737.776 4.985.616 13.723.392 20.970.662 1,50 20.970.662 1,50

REGIÃO NORDESTE 184.404.173 27.907.972 212.312.145 21,91 98.320.143 33.272.583 131.592.726 343.904.871 24,61 343.904.871 24,61

ALAGOAS 10.298.208 2.710.294 13.008.502 1,34 11.076.811 2.601.114 13.677.925 26.686.427 1,91 26.686.427 1,91
BAHIA 52.033.052 4.304.924 56.337.976 5,82 7.608.586 7.288.538 14.897.124 71.235.100 5,10 71.235.100 5,10
CEARÁ 28.898.648 3.359.416 32.258.064 3,33 11.964.032 4.579.044 16.543.076 48.801.140 3,49 48.801.140 3,49
MARANHÃO 19.056.417 2.864.724 21.921.141 2,26 11.964.032 3.562.984 15.527.016 37.448.157 2,68 37.448.157 2,68
PARAÍBA 12.440.442 2.786.433 15.226.875 1,57 11.964.032 2.939.801 14.903.833 30.130.708 2,16 30.130.708 2,16
PERNAMBUCO 32.752.948 3.686.344 36.439.292 3,76 11.964.032 5.175.133 17.139.165 53.578.457 3,83 53.578.457 3,83
PIAUÍ 10.065.918 2.689.646 12.755.564 1,32 10.969.269 2.506.282 13.475.551 26.231.115 1,88 26.231.115 1,88
RIO GRANDE DO NORTE 11.614.521 2.846.227 14.460.748 1,49 10.969.269 2.519.829 13.489.098 27.949.846 2,00 27.949.846 2,00
SERGIPE 7.244.019 2.659.964 9.903.983 1,02 9.840.080 2.099.858 11.939.938 21.843.921 1,56 21.843.921 1,56

28
RECEITA DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
CONSOLIDAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS
PPA 2012

Anexo III (continuação)


DISTRIBUIÇÃO LEGAL ( Lei nº 8154 / 90 ) PLANO DE APLICAÇÃO CDN TOTAL CSO TOTAL GERAL
UNIDADE DA PARTICI- COMPLEMENTO PARTICI- PARTICI-
PROGRAMAÇÃO
FEDERAÇÃO ADMINISTRAÇÃO SUBTOTAL PAÇÃO EQUALIZAÇÃO PROGRAMAÇÃO SUBTOTAL VALOR PAÇÃO TOTAL PAÇÃO
OPERACIONAL
% OPERACIONAL % %

REGIÃO SUDESTE 420.987.655 33.481.747 454.469.402 46,95 27.181.204 55.449.787 82.630.991 537.100.393 38,42 537.100.393 38,42

ESPÍRITO SANTO 20.432.953 3.649.349 24.082.302 2,49 11.964.032 3.441.057 15.405.089 39.487.391 2,82 39.487.391 2,82
MINAS GERAIS 87.203.541 6.609.761 93.813.302 9,69 7.608.586 11.366.326 18.974.912 112.788.214 8,07 112.788.214 8,07
RIO DE JANEIRO 72.027.234 5.996.343 78.023.577 8,06 7.608.586 10.512.835 18.121.421 96.144.998 6,88 96.144.998 6,88
SÃO PAULO 241.323.927 17.226.294 258.550.221 26,71 - 30.129.569 30.129.569 288.679.790 20,65 288.679.790 20,65

REGIÃO SUL 128.009.222 13.743.276 141.752.498 14,65 31.536.650 20.077.348 51.613.998 193.366.496 13,83 193.366.496 13,83

PARANÁ 45.150.373 4.504.522 49.654.895 5,13 11.964.032 7.125.968 19.090.000 68.744.895 4,92 68.744.895 4,92
RIO GRANDE DO SUL 53.005.230 5.238.388 58.243.618 6,02 7.608.586 8.155.576 15.764.162 74.007.780 5,29 74.007.780 5,29
SANTA CATARINA 29.853.619 4.000.366 33.853.985 3,50 11.964.032 4.795.804 16.759.836 50.613.821 3,62 50.613.821 3,62

REGIÃO CENTRO OESTE 68.930.028 13.337.007 82.267.035 8,50 46.431.196 12.653.337 59.084.533 141.351.568 10,12 141.351.568 10,12

DISTRITO FEDERAL 13.404.017 3.144.333 16.548.350 1,71 11.130.582 2.546.924 13.677.506 30.225.856 2,16 30.225.856 2,16
GOIÁS 25.999.319 3.657.953 29.657.272 3,06 11.964.032 4.240.358 16.204.390 45.861.662 3,28 45.861.662 3,28
MATO GROSSO 16.217.312 3.337.048 19.554.360 2,02 11.722.062 2.885.611 14.607.673 34.162.033 2,44 34.162.033 2,44
MATO GROSSO DO SUL 13.309.380 3.197.673 16.507.053 1,71 11.614.520 2.980.444 14.594.964 31.102.017 2,24 31.102.017 2,24

SEBRAE / UF 860.334.854 107.541.857 967.876.711 45,00 268.854.642 161.312.788 430.167.430 1.398.044.141 65,00 1.398.044.141 65,00
SEBRAE / NA 1.075.418.567 107.541.857 1.182.960.424 55,00 612.988.584 - 612.988.584 752.792.994 35,00 752.792.994 35,00
TOTAL LIQUIDO 1.935.753.421 215.083.714 2.150.837.135 100,00 881.843.226 161.312.788 1.043.156.014 2.150.837.135 100,00 2.150.837.135 100,00
TAXA INSS /////////// 32.753.865 32.753.865 1,50 /////////// /////////// /////////// 32.753.865 1,50 32.753.865 1,50
TOTAL BRUTO 1.935.753.421 247.837.579 2.183.591.000 100,00 1.494.831.810 161.312.788 1.043.156.014 2.183.591.000 100,00 2.183.591.000 100,00

29
RECEITA DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
CONSOLIDAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS
PPA 2013

Anexo IV
DISTRIBUIÇÃO LEGAL ( Lei nº 8154 / 90 ) PLANO DE APLICAÇÃO CDN TOTAL CSO TOTAL GERAL
UNIDADE DA PARTICI- COMPLEMENTO PARTICI- PARTICI-
PROGRAMAÇÃO
FEDERAÇÃO ADMINISTRAÇÃO SUBTOTAL PAÇÃO EQUALIZAÇÃO PROGRAMAÇÃO SUBTOTAL VALOR PAÇÃO TOTAL PAÇÃO
OPERACIONAL
% OPERACIONAL % %

REGIÃO NORTE 63.804.152 20.979.041 84.783.193 7,96 71.923.991 43.845.701 115.769.692 200.552.885 13,04 200.552.885 13,04

ACRE 2.602.513 2.717.760 5.320.273 0,50 8.724.333 9.023.121 17.747.454 23.067.727 1,50 23.067.727 1,50
AMAPÁ 2.413.239 2.715.394 5.128.633 0,48 8.546.889 9.392.205 17.939.094 23.067.727 1,50 23.067.727 1,50
AMAZONAS 17.479.423 3.538.261 21.017.684 1,97 13.160.434 3.218.878 16.379.312 37.396.996 2,43 37.396.996 2,43
PARÁ 26.971.497 3.482.898 30.454.395 2,86 13.160.434 4.202.425 17.362.859 47.817.254 3,11 47.817.254 3,11
RONDÔNIA 7.419.527 2.999.304 10.418.831 0,98 10.350.903 2.297.993 12.648.896 23.067.727 1,50 23.067.727 1,50
RORAIMA 1.769.709 2.701.671 4.471.380 0,42 8.369.445 10.226.902 18.596.347 23.067.727 1,50 23.067.727 1,50
TOCANTINS 5.148.244 2.823.753 7.971.997 0,75 9.611.553 5.484.177 15.095.730 23.067.727 1,50 23.067.727 1,50

REGIÃO NORDESTE 202.844.582 30.698.769 233.543.351 21,91 108.152.152 36.599.840 144.751.992 378.295.343 24,61 378.295.343 24,61

ALAGOAS 11.328.029 2.981.323 14.309.352 1,34 12.184.492 2.861.225 15.045.717 29.355.069 1,91 29.355.069 1,91
BAHIA 57.236.355 4.735.417 61.971.772 5,82 8.369.445 8.017.392 16.386.837 78.358.609 5,10 78.358.609 5,10
CEARÁ 31.788.511 3.695.358 35.483.869 3,33 13.160.434 5.036.949 18.197.383 53.681.252 3,49 53.681.252 3,49
MARANHÃO 20.962.058 3.151.196 24.113.254 2,26 13.160.434 3.919.282 17.079.716 41.192.970 2,68 41.192.970 2,68
PARAÍBA 13.684.486 3.065.077 16.749.563 1,57 13.160.434 3.233.781 16.394.215 33.143.778 2,16 33.143.778 2,16
PERNAMBUCO 36.028.241 4.054.978 40.083.219 3,76 13.160.434 5.692.646 18.853.080 58.936.299 3,83 58.936.299 3,83
PIAUÍ 11.072.509 2.958.610 14.031.119 1,32 12.066.196 2.756.910 14.823.106 28.854.225 1,88 28.854.225 1,88
RIO GRANDE DO NORTE 12.775.972 3.130.849 15.906.821 1,49 12.066.196 2.771.812 14.838.008 30.744.829 2,00 30.744.829 2,00
SERGIPE 7.968.421 2.925.961 10.894.382 1,02 10.824.087 2.309.843 13.133.930 24.028.312 1,56 24.028.312 1,56

30
RECEITA DE CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
CONSOLIDAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS
PPA 2013

Anexo IV (continuação)
DISTRIBUIÇÃO LEGAL ( Lei nº 8154 / 90 ) PLANO DE APLICAÇÃO CDN TOTAL CSO TOTAL GERAL
UNIDADE DA PARTICI- COMPLEMENTO PARTICI- PARTICI-
PROGRAMAÇÃO
FEDERAÇÃO ADMINISTRAÇÃO SUBTOTAL PAÇÃO EQUALIZAÇÃO PROGRAMAÇÃO SUBTOTAL VALOR PAÇÃO TOTAL PAÇÃO
OPERACIONAL
% OPERACIONAL % %

REGIÃO SUDESTE 463.086.400 36.829.921 499.916.321 46,95 29.899.324 60.994.766 90.894.090 590.810.411 38,42 590.810.411 38,42

ESPÍRITO SANTO 22.476.247 4.014.284 26.490.531 2,49 13.160.434 3.785.163 16.945.597 43.436.128 2,82 43.436.128 2,82
MINAS GERAIS 95.923.891 7.270.738 103.194.629 9,69 8.369.445 12.502.958 20.872.403 124.067.032 8,07 124.067.032 8,07
RIO DE JANEIRO 79.229.954 6.595.977 85.825.931 8,06 8.369.445 11.564.119 19.933.564 105.759.495 6,88 105.759.495 6,88
SÃO PAULO 265.456.308 18.948.922 284.405.230 26,71 - 33.142.526 33.142.526 317.547.756 20,65 317.547.756 20,65

REGIÃO SUL 140.810.139 15.117.602 155.927.741 14,65 34.690.313 22.085.082 56.775.395 212.703.136 13,83 212.703.136 13,83

PARANÁ 49.665.408 4.954.974 54.620.382 5,13 13.160.434 7.838.565 20.998.999 75.619.381 4,92 75.619.381 4,92
RIO GRANDE DO SUL 58.305.751 5.762.226 64.067.977 6,02 8.369.445 8.971.133 17.340.578 81.408.555 5,29 81.408.555 5,29
SANTA CATARINA 32.838.980 4.400.402 37.239.382 3,50 13.160.434 5.275.384 18.435.818 55.675.200 3,62 55.675.200 3,62

REGIÃO CENTRO OESTE 75.823.027 14.670.708 90.493.735 8,50 51.074.314 13.918.669 64.992.983 155.486.718 10,12 155.486.718 10,12

DISTRITO FEDERAL 14.744.418 3.458.766 18.203.184 1,71 12.243.640 2.801.616 15.045.256 33.248.440 2,16 33.248.440 2,16
GOIÁS 28.599.250 4.023.748 32.622.998 3,06 13.160.434 4.664.393 17.824.827 50.447.825 3,28 50.447.825 3,28
MATO GROSSO 17.839.042 3.670.753 21.509.795 2,02 12.894.268 3.174.172 16.068.440 37.578.235 2,44 37.578.235 2,44
MATO GROSSO DO SUL 14.640.317 3.517.441 18.157.758 1,71 12.775.972 3.278.488 16.054.460 34.212.218 2,24 34.212.218 2,24

SEBRAE / UF 946.368.300 118.296.041 1.064.664.341 45,00 295.740.094 177.444.058 473.184.152 1.537.848.493 65,00 1.537.848.493 65,00
SEBRAE / NA 1.182.960.374 118.296.038 1.301.256.412 55,00 709.776.224 - 709.776.224 828.072.260 35,00 828.072.260 35,00
TOTAL LIQUIDO 2.129.328.674 236.592.079 2.365.920.753 100,00 1.005.516.318 177.444.058 1.182.960.376 2.365.920.753 100,00 2.365.920.753 100,00
TAXA INSS /////////// 36.029.250 36.029.250 1,50 /////////// /////////// /////////// 36.029.250 1,50 36.029.250 1,50
TOTAL BRUTO 2.129.328.674 272.621.329 2.401.950.000 100,00 1.715.292.542 177.444.058 1.182.960.376 2.401.950.000 100,00 2.401.950.000 100,00

31