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PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO

COMITÊ ESTADUAL MINAS GERAIS


BOLETIM ESTADUAL DE ORGANIZAÇÃO
NÚMERO 016 – SEGUNDA QUINZENA DE JUNHO DE 2010

PCB – O partido do século 21!


PARTIDÃO RETORNA AO CENÁRIO POLÍTICO NACIONAL
Registrada a chapa do Partido Comunista
Brasileiro – PCB – disputaremos pela quarta vez às
eleições presidenciais no Brasil. A primeira vez foi através
do Bloco Operário Camponês com o operário negro
Minervino de Oliveira. O PCB é o partido mais antigo do
Brasil, sendo fundado em 1922. O partido também terá candidaturas
próprias na maioria dos estados do Brasil. Em 2009 o PCB realizou seu
XIV Congresso Nacional marcando sua reconstrução revolucionária
processo iniciado em 1992 devido a criação do PPS, grupo político ligado
ao pernambucano Roberto Freire.

Os camaradas Ivan Pinheiro e Edmilson Costa, quadros


comprometidos com a Reconstrução Revolucionária do Partido serão os
candidatos comunistas nas eleições gerais de 2010 no Brasil. O PCB
retorna ao cenário político nacional apresentando um Programa Político Edmilson Costa e Ivan Pinheiro
que diz que o único caminho para o Brasil é o socialismo.

UMA OPÇÃO PARA O SENADO FEDERAL

Irmão do comunista Gabriel Pimenta assassinado no Pará


durante a Ditadura Militar, Rafael Pimenta é o candidato do PCB ao
senado federal, tendo como um dos candidatos a suplentes o líder
sindical José Francisco Neres. O PCB defende o modelo parlamentar
unicameral, ou seja, a fusão da Câmara com o Senado Federal. A luta
pelos direitos humanos no Brasil é uma das bandeiras e das ações
políticas principais dos comunistas.

ALTERNATIVA PARA A ESQUERDA NESTAS ELEIÇÕES


Nossa candidatura é fruto da necessidade de construir
uma alternativa nestas eleições, e principalmente, construir
uma Frente Anticapitalista e Antiimperialista.
Compreendemos que a construção do PCB significa o
fortalecimento da luta pelo socialismo em Minas e no Brasil.

Nossos candidatos são vinculados as lutas da classe


trabalhadora e da juventude. A candidatura do professor
Fábio Bezerra e do advogado sindical Sílvio Rodrigues são
expressões políticas das lutas políticas, sociais e econômicas
da classe trabalhadora em Minas Gerais. Reverter o quadro
de conformismo político produzido pela elite mineira e
Prof. Fábio Bezzera e Sílvio Rodrigues construir uma alternativa de esquerda é o caminho para a
classe trabalhadora retomar o horizonte socialista.
pcbminas@ig.com.br www.expressovermelho.blogspot.com
Rua Curitiba – 656 – 6º andar – Centro – Belo Horizonte - (31)32016478 – CEP 30170-120
AUJC - UNIÃO
NECESSIDADE DA JUVENTUDE
DE OCUPAR ESPAÇO POLÍTICO COMUNISTA
NO PARLAMENTO BURGUÊS
V CONGRESSO NACIONAL DA UJC
O PCB defende a necessidade de ocupar espaço político no parlamento
burguês. Sabemos da imensa dificuldade e das impossibilidades de obter vitória nas
eleições devido à forte ligação das campanhas eleitorais com o capital.

Em 1946, o PCB disputou as eleições gerais e conquistou uma vaga na Assembléia Legislativa de
Minas Gerais, com Armando Ziller, líder sindical dos bancários mineiros. A cassação dos mandatos dos
comunistas na Câmara e no Senado Federal foi o pretexto utilizado para a cassação do mandato
parlamentar de Ziller. A participação dos militantes, amigos e simpatizantes na CAMPANHA MOVIMENTO
do PCB é o caminho para a retomada de espaços de denúncia, de defesa de direitos e de luta por
conquistas para a classe trabalhadora.
IVAN PINHEIRO EM SEXTO LUGAR NA
PESQUISA CNI/OBOPE PARA PRESIDENTE CALENDÁRIO
PESQUISA CNI/IBOPE PARA PRESIDENTE
PCB – MINAS GERAIS
16 de junho
Na pesquisa estimutada divulgada no Jornal O TEMPO
Ato Político do PCB – Belo
(Belo Horizonte, 24 de junho de 2010) o pré-candidato do Partido
Horizonte
Comunista Brasileiro - PCB aparece em sexto lugar em uma lista
completa de doze concorrentes. IVAN PINHEIRO é uma das 26 de junho
principais alternativas da esquerda brasileira nas eleições gerais
de 2010. Atividade Sindical da
Unidade Classista – Sul de
ESTIMULADA (Completa / Junho) Minas

1º - Dilma (PT - PMDB) - 38,2%. 29 de junho


2º - Serra (PSDB - DEM) - 32,3%. Ativo Eleitoral
3º - Marina (PV)- 7%.
Brancos/Nulos - 6,3%. 17 de julho
Indecisos - 13,8%. Segundo Seminário
4º - Ciro Moura (PTC) - 0,9%. Estadual da
5º - Levy Fidelix (PRTB) - 0,3%. INTERSINDICAL - BH
6º - Ivan Pinheiro (PCB) - 0,2%.
7º - Zé Maria (PSTU) - 0,2%. 01 de agosto
8º - José Maria Eymael (PSDC) - 0,2%. Aniversário da UJC
9º - Américo de Souza (PSL) - 0,1%.
10º - Mario de Oliveira (PTdoB) - 0,1%. 07 de setembro
11º - Oscar Silva (PHS) - 0,1%.
12º - Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) - 0%. Grito dos excluídos
31 de outubro
TV PCB Blog com a finalidade de
Seminário da UJC – Belo
Horizonte
concentrar links para 13, 14 e 15 de novembro
audiovisuais diversos que não
Terceiro Encontro Nacional
são transmitidos pelas TVs
da INTERSINDICAL –
brasileiras.
Campinas - SP
(para acessar clique na imagem ao lado)
II SEMINÁRIO ESTADUAL DA INTERSINDICAL
BELO HORIZONTE - 17/07/2010
Programação:
Tarde:
Manha:
14:00 – Grupos:
08:00 as 09:00 – Inscrições 15:30 – Plenária Estadual da INTERSINDICAL
09:00 – Abertura – Mesa de analise de conjuntura.
12:00 as 14:00 – Almoço TAXA DE CONTRIBUIÇÃO – R$10,00.
EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE BRASILEIRO
E DA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS SAUDÁVEIS:
NÃO AO SUBSTITUTIVO DO CÓDIGO FLORESTAL!
No último dia 09 de junho de 2010, o Dep. Federal Aldo
Rebelo (PCdoB/SP) apresentou o seu relatório à Comissão
Especial, criada na Câmara dos Deputados, para analisar o
Projeto de Lei nº. 1876/99 e outras propostas de mudanças no
Código Florestal e na Legislação Ambiental brasileira. O referido
relatório, de mais de 250 páginas, apresenta a proposta de
substituição do Código Florestal (Lei nº. 4.771, de 15 de setembro
de 1965).

Apesar de ser de 1965, o Código Florestal é bastante atual, pois está baseado em uma série de
princípios que respondem às principais preocupações em torno do uso sustentável do meio ambiente.

Nesse sentido, as entidades populares, agrárias e ambientalistas, reconhecendo a necessidade


de atualizar as leis, sempre defenderam o aperfeiçoamento do Código Florestal, especialmente para
adequá-lo à realidade da agricultura familiar e camponesa. Há a concreta necessidade de se criar
regulamentações que possibilitem ao Código atender às especificidades da agricultura familiar. Além
disto, é essencial uma série de políticas públicas de fomento, crédito, assistência técnica,
agroindustrialização e comercialização, as quais garantirão o uso sustentável das áreas de reserva
legal e proteção permanente.

Estas mudanças, no entanto, são muito distintas das propostas no Projeto de Lei (PL). Isso
porque, segundo cálculos de algumas entidades da área ambiental, a aplicação do mesmo resultará na
emissão entre 25 bilhões a 30 bilhões de toneladas de gás carbônico só na Amazônia. Isso representa
em torno de seis vezes a redução estimada de emissões por desmatamento que o Brasil estabeleceu
como meta. Consequentemente, esta emissão impediria o país de cumprir esta meta assumida na
conferência do clima de Copenhague.

Podemos afirmar que todo o texto do Projeto de Lei é insatisfatório, privilegiando


exclusivamente os desejos das forças mais arcaicas do Brasil: os latifundiários. Dentre os principais
pontos crítico do PL, podemos citar:: anistia completa aos desmatadores; a abolição da Reserva Legal
para agricultura familiar; a possibilidade de compensação desta Reserva fora da região ou da bacia
hidrográfica; e a transferência do arbítrio ambiental para os Estados e Municípios.

Primeiro, de acordo com o substitutivo, a responsabilidade de regulamentação ambiental


passará para os estados. É fundamental entendermos que os biomas e rios não estão restritos aos
limites de um ou dois Estados, portanto, não é possível pensar em leis estaduais distintas capazes de
garantir a preservação dos mesmos. Por outro lado, esta estadualização representa, na prática, uma
flexibilização da legislação, pois segundo o próprio texto, há a possibilidade de redução das áreas de
Preservação Permanentes em até a metade se o estado assim o entender.

Em segundo lugar, o Projeto acaba por anistiar todos os produtores rurais que cometeram crimes
ambientais até 22 de julho de 2008. Os desmatadores que descumpriram o Código Florestal terão cinco
(5) para se ajustar à nova legislação, sendo que os mesmos não poderão ser multados neste período de
moratória e ficam também cancelados embargos e termos de compromisso assinados por produtores
rurais por derrubadas ilegais. A recuperação dessas áreas deverá ser feita no longínquo prazo de 30
anos!

Em terceiro lugar, o Projeto desobriga a manutenção de Reserva Legal para propriedades até
quatro (4) módulos fiscais, as quais representam em torno de 90% dos imóveis rurais no Brasil. Essa
isenção significa, por exemplo, que imóveis de até 400 hectares podem ser totalmente desmatados na
Amazônia – já que cada módulo fiscal tem 100 hectares na região –, o que poderá representar o
desmatamento de aproximadamente 85 milhões de hectares. É fundamental entendermos que a
Constituição Federal estabeleceu a Reserva Legal a partir do princípio de que florestas, o meio
ambiente e o patrimônio genético são interesses difusos, pertencente ao mesmo tempo a todos e a cada
cidadão brasileiro indistintamente. E é fundamental ter claro que nenhum movimento social do campo
apresentou como proposta essa abolição da RL, sempre discutindo sobre a redução de seu tamanho
(percentagem da área total, principalmente na Amazônia) ou sobre formas sustentáveis de exploração
e sistemas simplificados de autorização para essa atividade.

Ainda sobre a Reserva Legal, o texto estabelece que, nos casos em que a mesma deve ser
mantida, a compensação poderá ser feita fora da região ou bacia hidrográfica. Além disso, esta
recomposição poderá ser feita por meio do plantio de espécies exóticas. Isso significa que a supressão
de vegetação nativa pode ser compensada, por exemplo, por monoculturas de eucaliptos, pinus, ou
qualquer outra espécie, descaracterizando o bioma e empobrecendo a biodiversidade.

O Projeto de Lei traz ainda uma conseqüência nefasta, ou seja, a anistia dos desmatadores ou a
isenção em respeitar o mínimo florestal por propriedade, destrói a possibilidade de desapropriação
daquelas propriedades que não cumprem a sua função ambiental ou sócio-ambiental, conforme
preceitua a Constituição Federal em seu art. 186, II.

Em um momento onde toda a humanidade está consciente da crise ambiental planetária e


lutando por mudanças concretas na postura dos países, onde o próprio Brasil assume uma posição de
defesa das questões ecológicas nacionais e globais, é totalmente inadmissível que retrocedamos em
uma legislação tão importante como o Código Florestal. É inaceitável que uma legislação de 1965 seja
mais moderna, ética e preocupada com o futuro da sociedade brasileira do que uma proposta de 2010.

A proposta do deputado Aldo Rebelo atenta violentamente contra a sua história de engajamento
e dedicação às questões da sociedade brasileira. Ao defender um falso nacionalismo, o senhor
deputado entrega as florestas brasileiras aos grandes latifundiários e à expansão desenfreada do
agronegócio. Ao buscar combater supostas influencias de ONGs internacionais, se esquece que na
realidade que é internacional é o agronegócio brasileiro, subordinado ao capital financeiro estrangeiro e
às transnacionais do setor agropecuário e agroquímico. A sua postura em defesa do agronegócio o
coloca imediatamente contrário à agricultura camponesa e familiar, a qual diz defender.

Por isso, nós, intelectuais, artistas e organizações sociais abaixo-assinadas, exigimos a total
rejeição do Projeto de Lei de autoria do deputado Aldo Rebelo.

VIA CAMPESINA

MST – MOVIMENTO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS SEM TERRA

MPA – MOVIMENTO DOS PEQUENOS AGRICULTORES

MMC – MOVIMENTO DAS MULHERES CAMPONESAS

FETRAF – FEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NA AGRICULTURA FAMILIAR

CIMI – CENTRO INDIGENÍSTA MISSIONÁRIO

CPT – COMISSÃO PASTORAL DA TERRA

CNASI – CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DOS SERVIDORES DO INCRA

Pedimos sua urgente adesão a este manifesto, escrevendo para Luiz Zarref: zarref@gmail.com

Secretaria Geral do MST

Secretaria operativa da Via campesina Brasil.


SOBRE O FALECIMENTO DE JOSÉ SARAMAGO
Nota do Secretariado do Comité Central do PCP, Lisboa. Sexta 18 de Junho de 2010.

A morte de José Saramago constitui uma perda irreparável para Portugal, para o povo
português, para a cultura portuguesa.

A dimensão intelectual, artística, humana, cívica, de José Saramago fazem dele uma
figura maior da nossa História.

A sua vasta, notável e singular obra literária – reconhecida com a atribuição, em 1998, do
Prémio Nobel da Literatura - ficará como marca impressiva na História da Literatura
Portuguesa, da qual ele é um dos nomes mais relevantes.

Construtor de Abril, enquanto interveniente activo na resistência ao fascismo, ele deu


continuidade a essa intervenção no período posterior ao Dia da Liberdade como protagonista
do processo revolucionário que viria a transformar profunda e positivamente o nosso País com
a construção de uma democracia que tinha como referência primeira a defesa dos interesses
dos trabalhadores, do povo e do País.
José Saramago era militante do Partido Comunista Português desde 1969 e a sua morte constitui uma perda para todo
o colectivo partidário comunista - para o Partido que ele quis que fosse o seu até ao fim da sua vida.

O Secretariado do Comité Central do PCP manifesta o seu profundo pesar, a sua enorme mágoa pela morte do
camarada José Saramago – e expressa as suas sentidas condolências à sua companheira, Pilar del Rio, e restante família.

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