Anda di halaman 1dari 18

GEORGE IBRAHIM FARATH

UM ENSAIO SOBRE A AÇÃO DE DIREITO MATERIAL

Tese de Doutorado em Direito Civil

Orientador: Professor Doutor Alcides Tomasetti Jr.

Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo
São Paulo
2014

desenvolvida sob a orientação do Professor Doutor Alcides Tomasetti Jr. GEORGE IBRAHIM FARATH UM ENSAIO SOBRE A AÇÃO DE DIREITO MATERIAL Tese depositada como requisito parcial para a obtenção do título de Doutor em Direito Civil pelo Programa de Pós- Graduação da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo São Paulo 2014 .

Banca Examinadora __________________________________ __________________________________ __________________________________ __________________________________ __________________________________ .

4. As situações jurídicas unissubjetivas p. Atos jurídicos em sentido amplo p. Síntese sobre a classificação dos fatos jurídicos p. 003 I.2.2. mundo jurídico p. Subsunção. Negócios jurídicos p. Sanções ineficacizantes p.A FENOMENOLOGIA DA JURIDICIZAÇÃO p. Pretensões e obrigações p. 008 CAPÍTULO II .1 Direitos subjetivos e assubjetivados p.1. 007 I.1.OS FATOS JURÍDICOS E SUA CLASSIFICAÇÃO p. 030 CAPÍTULO IV . 017 II. Suporte fático p. Fatos jurídicos em sentido estrito p. 018 II. 005 I. Norma jurídica p. 020 II. Atos jurídicos caracterizados pela contrariedade a direito p. 018 II.4. Mundo total.2 Direitos e deveres a uma prestação. A contrariedade a direito p.2.1. Atos jurídicos em sentido estrito p.4.4 Outras situações jurídicas? p.A EFICÁCIA JURÍDICA p. Sanções invalidantes p. Incidência jurídica p. 020 II.5. 029 III. ÍNDICE INTRODUÇÃO p. 035 IV. 039 . 006 I. Atos jurídicos em abstrato permitidos pelo ordenamento p.3. 003 I. 028 III. 026 III. mundo dos pensamentos. 015 II.2.1 Exigibilidade e adimplibilidade p. A juridicização p. Elementos nucleares do suporte fático. direitos formativos e expectativos p. 033 IV.4. 025 CAPÍTULO III . 012 II.3.3.2.4. 003 I.4. As situações jurídicas básicas p.4.2.4.2. 012 II. 030 III.2. 001 CAPÍTULO I . 017 II. Atos-fatos jurídicos p.5.4. pretensões e obrigações.1.2. linguagem e autoridade p.3 As situações jurídicas complexas ou intersubjetivas unilaterais p. 023 II. Contrariedade a direito.Direitos e deveres. 014 II.1.2.A RELAÇÃO JURÍDICA (I) . Contrariedade a direito.6. 033 IV.

082 VI.breves notas p.4 Direitos conexos a poderes jurídicos. 130 . 074 V. Eficácia dos fatos ilícitos p. 087 CAPÍTULO VII .1 Pretensão à tutela jurisdicional condenatória p.2 Fatos Ilícitos absolutos dependentes e independentes p. 129 BIBLIOGRAFIA p. 121 VII.3 Fatos ilícitos absolutos e outros deveres de prestar p.4 Ações constitutivas p.1. 053 V.1.Pretensão e ação de direito material p.5 Ações de direito material dependentes de execução p. “parte da pretensão”? p.FATOS ILÍCITOS E RELAÇÃO JURÍDICA .3 Ilícitos invalidantes e ilícitos absolutos caducificantes p. 124 CAPÍTULO VIII . modificativo. 125 RESUMO p. Exigibilidade e cumprimento da prestação p.5 Direitos conexos a poderes jurídicos. 128 RÉSUMÉ p. 099 VII.1 Fatos ilícitos absolutos indenizativos p.OBSERVAÇÕES CONCLUSIVAS p.1 Violação de pretensão e surgimento da ação de direito material p.5. 079 VI.2. 040 IV. 049 V. 115 VII. Direitos formativos e expectativos p.2 Pretensão à tutela jurisdicional da ação p. 064 V.1 Fatos ilícitos absolutos p. 055 V. Síntese p. 117 VII.IV. 098 VII. 057 V.1.6 Pretensão à tutela jurisdicional mandamental .AÇÃO DE DIREITO MATERIAL E PRETENSÃO À TUTELA JURISDICIONAL DO DIREITO p.1.3 Ações declarativas p. Deveres de abstenção p.Fatos ilícitos absolutos e relativos. 066 V. 047 CAPÍTULO V .A RELAÇÃO JURÍDICA (II) . ou extintivo p.3 Poderes jurídicos.1. 073 V.4 Eficácia dos ilícitos e ação de direito material. 127 RIASSUNTO p. 068 V. 077 CAPÍTULO VI .1 Natureza e conteúdo da ação de direito material p.2 Fatos ilícitos relativos p. Direito e pretensão à prática do ato constitutivo. 104 VII. 044 IV. 110 VII.2 A ação de direito material.4 Fatos ilícitos absolutos caducificantes p.

Versando sobre uma específica posição jurídica. seja por que algumas destas formas de tutela (condenatória e mandamental) não servem a realizar diretamente a ação de direito material (premindo. (iv) seu conteúdo. estipulativamente. seja ainda na necessária concepção de uma outra posição jurídica. para o exercício e a realização daquela ação. referindo-se apenas à violação de um direito. C. como o poder jurídico surgido a partir de um fato ilícito (mais frequentemente. . porque os poderes necessários à realização da ação de direito material muitas vezes já não se compreendem na ação mesma. PONTES DE MIRANDA (quem melhor tratou do tema entre nós). 189 do Código Civil. a partir da violação de um direito). pelo ordenamento. mais precisamente à teoria geral da relação jurídica. nos ordenamentos modernos): (ii) sua natureza jurídica. aliás. analisando a ação de direito material. INTRODUÇÃO A presente tese trata de tema atinente à Teoria Geral do Direito. emprega o termo pretensão.. seja. (v) sua eficácia. (iii) o respectivo sujeito passivo. embora a presente tese tenha como grande referencial teórico o sistema desenvolvido por F. a ação de direito material. será necessário à tese estabelecer: (i) sua existência (ou subsistência. A ação de direito material pode ser definida. Motivou-nos a escrever esta tese a percepção de que o monopólio estatal da justiça provocou mudanças no conteúdo da ação de direito material. já não sendo possível cogitar. seja no que diz respeito ao conteúdo destas. principalmente.g. para o cumprimento da pretensão de direito material violada). uma pretensão conexa à ação de direito material e que tem por objeto os atos necessários à realização desta. de ações de direito material condenatórias. executivas ou mandamentais. e embora consideremos a ação de direito material uma posição jurídica ineliminável do ordenamento. É neste sentido. Assim. todavia. e (vi) a dinâmica entre a ação de direito material e as demais posições jurídicas predispostas. que o art. v. nossa percepção acabou determinando mudanças significativas no que tange à compreensão das ações de direito material.

o quarto das relações jurídicas (mais precisamente. o primeiro tratando da juridicização. o terceiro da eficácia jurídica em geral. o oitavo traz uma breve síntese das principais conclusões da tese. por fim. dos direitos a uma prestação e dos poderes jurídicos). . o sexto da relação entre a pretensão de direito material e a ação de direito material e o sétimo da conexão entre a ação de direito material e a pretensão à tutela jurídica da ação. Para tanto. o segundo dos fatos jurídicos (em sentido amplo). o quinto do surgimento e eficácia dos fatos ilícitos (em sentido amplo). dividimos a tese em oito capítulos.

observamos que seria necessário estabelecer: (i) a existência (ou subsistência) da ação de direito material num ordenamento moderno. tendo por conteúdo a previsão dos efeitos de direito material que o titular desta ação pode impor ao respectivo sujeito passivo. distintas também pelos respectivos sujeitos passivos. Como visto (cf. 1 Cf. . do Estado-juiz (ou do juízo arbitral).3 supra) que a ação de direito material é ineliminável do sistema jurídico. No que tange à subsistência desta posição jurídica. Há aqui. seção VII. a ação de direito material é um poder jurídico. e dirigido contra o respectivo violador. À ação de direito material. manifestamente. antes desta realização).3 e V. que é espécie de poder jurídico. pelo ordenamento. surgido para o respectivo titular em virtude do cometimento de um ilícito1. duas relações jurídicas distintas: uma entre A e B. (iv) seu conteúdo. (iii) a respectiva titularidade passiva. já caracterizado pelo monopólio estatal da justiça. supra. e pelas respectivas naturezas jurídicas.1 supra). (ii) sua natureza jurídica. Capítulo V. para o exercício e a realização daquela ação. porquanto não é possível conceber-se que o sujeito A possa exigir. e outra entre A (agora como jurisdicionado) e o Estado. como visto. especialmente Capítulo VII. titulado por A e dirigido a B. (v) sua eficácia. corresponde portanto uma sujeição. atos que determinem efeitos de direito material na esfera jurídica de outro jurisdicionado (B). CAPÍTULO VIII OBSERVAÇÕES CONCLUSIVAS Na Introdução à presente tese. seções V. sem prever um poder. ou um terceiro responsável. Capítulo VII. observamos (cf. e (vi) a dinâmica entre a ação de direito material e as demais posições jurídicas predispostas.4. sujeitando este último aos efeitos pretendidos por A com a realização da prestação jurisdicional (e já previstos. necessariamente distintas pelas relações em que se inserem e. levando à necessária concepção de duas posições jurídicas. seção VII.

seção IV. uma pretensão à tutela jurisdicional da ação (cf. a legitimação para a prática do ato. Por conta do monopólio estatal da justiça. seção VII. abstrato. entre A e B. porque conexa a uma ação de direito material efetivamente existente. como observado. em verdade um poder formativo gerador. de que decorre o direito de demandar. É patente. entre A (como jurisdicionado) e o Estado. caracterizada por um poder do primeiro (a ação de direito material) e sujeição do segundo. uma de direito material. mas sim do ato estatal predisposto para tutela daquela ação. tendo por objeto a concessão de tutela jurídica àquela ação (caso reconhecida existente). normalmente a ação de direito material já não contém mais a legitimidade para que seu titular exerça os atos necessários à efetivação de sua respectiva ação. Todavia. nem a ação de direito material. Com o monopólio estatal da justiça. necessariamente. surge portanto uma pretensão voltada contra o Estado (não contra o sujeito passivo da ação de direito material!). pela exigência dos atos que constituem seu respectivo objeto. em síntese. Aliás. pela respectiva dedução na demanda e. A pretensão à tutela jurisdicional da ação é uma pretensão concreta. nem a respectiva pretensão à tutela jurisdicional da ação excluem a existência de um outro direito. e outra de direito público. tendo por objeto os atos necessários à efetivação da ação de direito material.2 supra). Uma vez que o poder jurídico se caracteriza pela possibilidade de alterar a esfera jurídica do sujeito passivo. .5 supra). e da respectiva pretensão à tutela jurisdicional. na demanda judicial). este poder não precisa compreender. os efeitos previstos pela ação de direito material já não se irradiam do ato de exercício da ação pelo respectivo titular (exercício em geral consistente na dedução desta ação. porque enseja o surgimento da relação jurídica processual. é este direito. entre os mesmos sujeitos ativo e passivo. Assim. no caso da pretensão à tutela jurisdicional da ação. e nem mesmo contém a legitimidade para que o Estado os exerça. abstrato (porque independente da razão ou desrazão do autor). especialmente o Capítulo VII. o direito fundamental à jurisdição. que permite o exercício das outras duas posições jurídicas. O poder jurídico continua a existir. Capítulo IV. a existência de duas relações jurídicas distintas. se seu titular pode exigir de terceiro o ato de que resultem alterações na esfera do sujeito passivo (cf.

de natureza concreta. Ação de direito material. RESUMO A presente tese tem por tema a ação de direito material. (iv) seu conteúdo. (iii) seu respectivo sujeito passivo. (ii) sua natureza jurídica. de natureza abstrata. tendo por conteúdo a previsão dos efeitos de direito material que seu titular pode impor ao violador. A tese analisa. pelo ordenamento. de direito material. já caracterizado pelo monopólio estatal da justiça. ainda que não diretamente. . ou de outro órgão de aplicação do direito. surgido a partir de um ilícito e voltado contra o respectivo causador (ou um terceiro responsável). assim considerada o poder jurídico. Pretensão. e a pretensão à tutela jurisdicional da ação. mas por meio do Estado-juiz. e (vi) a dinâmica entre a ação de direito material e as demais posições jurídicas predispostas. para o exercício e a realização daquela ação. notadamente o direito fundamental à jurisdição. (v) sua eficácia. Ação. PALAVRAS-CHAVE: Poder jurídico. portanto: (i) a existência (ou subsistência) da ação de direito material num ordenamento moderno.

(v) la sua efficacia. di natura concreta. così considerata il potere giuridico (di diritto sostanziale) nato da un’ illecito e rivolto contro il loro causante (o un terzo responsabile). e (vi) la dinamica tra l'azione di diritto sostanziale e le altre posizioni giuridiche predisposti. anche se non direttamente. ma attraverso lo Stato-giudice. Azione. dall' ordinamento giuridico. (ii) la sua natura giuridica. PAROLE-CHIAVE: Potere giuridico. e la pretesa alla tutela giurisdizionale dell’azione. La tesi analisa. Azione di diritto sostanziale. per l’esercizio e la realizzazione di quella azione. in particolare il diritto fondamentale alla giurisdizione. Pretesa. quindi: (i) l'esistenza (o la sussistenza) dell’ azione di diritto sostanziale in un ordinamento giuridico moderno. di natura astratta. già caratterizzato dal monopolio statale della giustizia. (iv) il suo contenuto. RIASSUNTO La presente tesi ha per oggetto l' azione di diritto sostanziale. avente per contenuto la previsione degli effetti giuridici di diritto materiale que il titolare dall’azione può imporre il trasgressore. . o un'altro ente di applicazione della legge. (iii) il rispettivo soggetto passivo.

surgi d'un fait illicite et tourné contre leur provocateur (ou un tiers responsable). de nature abstraite. pour l’exercice et la réalisation de cette action. déjà caractérisé par le monopole de la justice par l’État. donc: (i) l'existence (ou la subsistance) de l'action de droit matériel dans un système juridique moderne. même si pas directement. RÉSUMÉ Cette thèse a per objet l'action de droit matériel. MOTS-CLÈ: Pouvoir juridique. (iv) son contenu. ou par moin d'un autre organe d'application de la loi. Préténtion. considéré comme le pouvoir juridique (appartenant au droit matériel). (iii) le respectif sujet passif. Action. notamment le droit fondamental à la juridiction. Action de droit matériel. . et la préténtion à la tutelle juridictionelle de l’action. de nature concrète. (e) son efficacité. et (vi) la dynamique entre l'action de droit matériel et d'autres positions juridiques prédisposés. par le système juridique. (ii) sa nature juridique. La thèse analyse. ayant par contenu la prévision des effets de droit matériel que le titulaire de l’action peut exiger de leur respectif sujet passif. mais par moin de l'État-juge.

ed. I. . A ação declaratória no direito brasileiro. Rio de Janeiro: Francisco Alves.V. Alfredo. Teoria do fato jurídico . José Ignácio. 1916. Rio de Janeiro: GEN/Forense. 2007. Guilherme (organizadores).plano da eficácia (1ª parte). BARBOSA MOREIRA. São Paulo: Saraiva.plano da existência. ed. BUZAID. ____________________. Polêmica sobre a ação . Theoria geral do direito civil. 2008. Oskar. V. Saraiva. BIBLIOGRAFIA BAPTISTA DA SILVA. I (arts. 2004. Fábio.a tutela jurisdicional na perspectiva das relações entre direito e processo. 2006. Guilherme (organizadores). Jurisdição e execução na tradição romano-canônica. p. São Paulo: Saraiva. 1. 6. I. Von BÜLOW. e RIZZO AMARAL. 1975. ed. Clóvis. V. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora.]. 2009. 2013. Marcos. 2005. Direito material e processo. 1964. ____________________. Rio de Janeiro: GEN/Forense. In: CARDOSO MACHADO. 5. La teoria de las excepciones procesales y los presupuestos procesales. Rio de Janeiro: Francisco Alves. In: CARDOSO MACHADO. ____________________. ed. São Paulo: RT. _______________________. 1986.a tutela jurisdicional na perspectiva das relações entre direito e processo. 2006. São Paulo. 125-141. Direito subjetivo. Curso de Processo Civil. [1. tomo I. 2. BOTELHO DE MESQUITA. ____________________. Ovídio A. tomo II. José Carlos. 01º a 100). ed. Comentários ao Código de Processo Civil. e RIZZO AMARAL. ed. Teoria do fato jurídico . 15-39. São Paulo: RT. 2008. 1929. Polêmica sobre a ação . ed. 3. BERNARDES DE MELLO. ____________. ed. Da ação civil. p. ed. 2. Questões velhas e novas em matéria de classificação das sentenças. In: Temas de direito processual (oitava série). Curso de Processo Civil. 8. Código Civil dos Estados Unidos do Brazil commentado. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editor. p. V. BEVILAQUA. Fábio. ____________________. Rio de Janeiro: Forense. 19. São Paulo: Saraiva. I. pretensão de direito material e ação. Buenos Aires: EJEA. 55-81.

V. 1918. IBRAHIM FARATH. Cândido Rangel. p. A ‘causa petendi’ no processo civil. São Paulo: Saraiva. II. annotada. de accordo com o Codigo Civil Brasileiro pelo advogado Dr. ENNECCERUS.CALMON DE PASSOS. Milano. Fredie. São Paulo. Principii di diritto processuale civile. 2008. 3. DINAMARCO. 1960. Vv. 1976. Istituzioni di diritto processuale civile. Derecho civil (parte general). GOMES CORRÊA. 2009. Napoli: Jovene. Quartier Latin. FONTES. CHIOVENDA. 1965). George. v. ed. Milano: Giuffrè [1997]. COUTO E SILVA. Vv. “As relações jurídicas fundamentais contrastadas entre si”. 3- 99). ed. São Paulo: Saraiva. 2002. Angelo. Clóvis V. 2. 1935-1936 (= Instituições de direito processual civil.. In Os conceitos jurídicos fundamentais aplicados na argumentação judicial. p. 2010). Salvador: Oficinas Gráficas da Imprensa Oficial da Bahia. A ação no direito processual civil brasileiro. 1993.o juízo de admissibilidade do processo. segunda parte. 2000. Barcelona: Bosch. Napoli: Jovene. ____________. ed. Ação concreta – relendo Wach e Chiovenda. FALZEA. In: Saggi di diritto processuale civile (1894-1937). São Paulo: RT. O objeto litigioso no processo civil. Accertamento. Hans Karl. NIPEERDEY. José Joaquim. HENNING. I-III. Wesley Newcomb. Giuffrè. 1903 (hoje. 1. Pretensão e ação nas relações entre direito e processo. A pretensão como situação jurídica subjetiva. ____________. ed (sobre a 39ª edição alemã). Fernando Alberto Corrêa. ed. 2009. Giuseppe. Rio de Janeiro: Jacintho Ribeiro dos Santos. Tomo I (parte general). 1965. II (dogmatica giuridica). São Paulo: Malheiros. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado no Curso de Especialização em Direito . Doutrina das Acções (acompanhada do Exemplário de Libellos) - Edição íntegra. In: Ricerche di teoria generale del diritto e di dogmatica giuridica. CRUZ E TUCCI. I. 6. 3. 2005 (3ª tiragem. Ludwig. ed. A obrigação como processo. Fábio Peixinho. Pontes de Miranda. 2009. José Rogério. HOHFELD. Belo Horizonte: Del Rey. 195-230. CORRÊA TELLES. L’ azione nel sistema dei diritti. São Paulo: Bushatsky. André. 2. Bologna: Zanichelli. DIDIER JR. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. Pressupostos processuais e condições da ação . I-II. V. 1981. Instituições fundamentais do processo civil. Lisboa: Gulbenkian.

ORESTANO. 1978 (tradução da 03ª edição alemã). Bernhard. 1987. ed. 3. José Carlos. .. São Paulo: RT. 197-252. 3. Da ação abstrata e uniforme à ação adequada à tutela dos direitos. Karl. Polemica intorno all’ actio. 2010. 2010. I.Processual Civil da Escola Superior da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo. A parte geral do projeto de Código Civil Brasileiro (subsídios históricos para o novo Código Civil Brasileiro). MUTHER. 2006. dell’ odierno diritto di azione. 2003. [2. Poteri sostanziali e tutela giurisdizionale. __________. ed. ed. 4.a tutela jurisdicional na perspectiva das relações entre direito e processo. p. Metodologia da Ciência do Direito. jul-set. L’ azione nella teoria del processo civile. __________. Ed.parte general. In: Azione. 1997. Luigi. In: Enciclopedia del diritto. 189-283. V. Firenze: Sansoni. São Paulo: RT. LUMIA. Napoli: Morano [1962]. Sulla dottrina dell’ actio romana. I. Lisboa: Gulbenkian. Azione: storia del problema. ________________. Manuale di diritto processuale civile. In: CARDOSO MACHADO.ed. e RIZZO AMARAL. In: Revista de processo. Fábio. Pedro Henrique . Salvador. Rio de Janeiro: Forense. 22-53. p. p. pretensão e ação. PEDROSA NOGUEIRA. Enrico Tullio. _________. persone giuridiche. Milano: Giuffrè. MUTHER. Guilherme (organizadores). Giuseppe. Podium. 2. ORSI. NEVES. São Paulo: ESPGE. Alessandro. 2. 4. São Paulo: Martins Fontes. In: WINDSCHEID. Bologna: Il Mulino. 1978. Luiz Guilherme. 1986. ed. 2012. Direito subjetivo. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editor. V. della litiscontestatio e della successione singolare nelle obbligazioni. 47. Ano XII. Torino: Giappichelli. XXXV.Teoria da ação de direito material. 2010. Riccardo. 1954. LARENZ. Teoria geral do processo. Theodor. Madrid: Editorial Revista de Derecho Privado. Celso. diritti soggettivi. 2008. Pretesa. LIEBMAN. MARINONI.] Rio de Janeiro: Forense. São paulo: Saraiva. ________. MOREIRA ALVES. ed. Torino: UTET. p. 1985). 2003. MOTTO. 1997. v. V. In: Problemi del processo civile. Polêmica sobre a ação . 1980 (= Manual de direito processual civil. Estrutura fundamental do processo civil. Elementos de teoria e ideologia do Direito. Técnica processual a tutela dos direitos. 13-111. Derecho civil . Theodor. São Paulo: RT.

XXV. XXIV. V. 1976.. Rio de Janeiro: Borsoi. 21-30. I. 3.PONTES DE MIRANDA. 1958. Tratado das ações. ed. Tratado de Direito Privado. ______________________. V. 1972. 2. 1970. Rio de Janeiro: Forense. São Paulo: RT. ed. ed. 1970. Tratado de Direito Privado. ______________________. XXII. Rio de Janeiro: Borsoi. Tratado de Direito Privado. 2. ed. V. IV. Francisco Cavalcante. 1970. Tratado de Direito Privado. Tratado de Direito Privado. VI. V. VI. 2. 1970. ______________________. Pretensão à tutela jurídica. Comentários ao Código de Processo Civil. III. Comentários ao Código de Processo Civil. X. V. ______________________. 3. ______________________. Rio de Janeiro: Borsoi. XIV. ed. V. ed. Rio de Janeiro: Borsoi. ______________________. Relação jurídica processual. ______________________. ed. Rio de Janeiro: Forense. V. 3. V. ed. V. 2. V. Rio de Janeiro: Borsoi. ______________________. 3. São Paulo: RT. In: Revista Forense. ______________________. Rio de Janeiro: Borsoi. ed. 1957. V. Tratado de Direito Privado. Francisco Cavalcante. ______________________. V. Rio de Janeiro: Borsoi. Tratado das ações. II. ed. 2. Tratado de Direito Privado. Rio de Janeiro: Borsoi. ed. Rio de Janeiro: Borsoi. I. ______________________. 3. Tratado de Direito Privado. ______________________. Tratado de Direito Privado. 1970. 1971.d. ed. 2. Tratado de Direito Privado. s. V. 1959. . Tratado de Direito Privado. V. Rio de Janeiro: Forense. I. XLVIII. 171. In: Repertório enciclopédico do direito brasileiro. Rio de Janeiro: Borsoi. V. 1979. 1976. 1959. p. ed. 3. V. Rio de Janeiro: Borsoi. ______________________. ______________________. _______________________. 1966. 3. ______________________. pretensão processual e pretensão objeto do litígio. 1970. LIII. Rio de Janeiro: Borsoi. V. V.

Giuseppe. SITZIA.POPPER. 2000. SOARES DA COSTA. São Paulo: RT. Letizia. PUGLIESE. Francesco. PUGLIESE. Causalidade e relação no Direito. 1893. Rafael Domingues Faiardo. Polemica intorno all’ actio. A relação processual penal. 1951. III. XIII-XLVIII. In: Novissimo Digesto Italiano. V. V. 733-757. VV. Buenos Aires: Depalma. Conhecimento objetivo: uma abordagem evolucionária. ___________. __________. Actio e diritto subbiettivo. p. São Paulo: Saraiva. 2007. TORNAGHI. Augusto. Sistema del diritto romano attuale. São Paulo: Itatiaia/EDUSP. SPERDUTI. . 2. Hélio. Milano: Giuffrè. __________. Studi in onore di Vincenzo Arangio-Ruiz nel XLV anno del suo insegnamento. V. THON. V. Buenos Aires. Giovanni. Esecuzione forzata e diritto sostanziale. Giovanni. 3. __________. EJEA. ‘res incorporales’ e Il problema del diritto soggettivo. 1991. ed. Karl. Federico Carlo di. Bernhard. 1958. 1944. 1955. 2006). Vv. In: AA. ‘Res corporales’. VACCA. Contributo alla teoria delle situazione giuridiche soggettive. III. Padova: CEDAM. Andreas. 223-260. p. Comentários ao Código de Processo Civil. Lourival. tomo 2. von TUHR. 24-29. Istituzioni di diritto romano. Teoria da incidência da norma jurídica. São Paulo: RT. 1954. 1953.teoria general del derecho civil alemán. Adriano. Torino: UTET. 1975. VILANOVA. Salvatore. __________. Introduzione. Azione (diritto romano). I (arts. SAVIGNY. Torino: Giappichelli. 2012. Milano: Giuffrè. São Paulo: Malheiros. ROSENBERG. p. 1987. ed. Milano: Giuffrè. O contrato e os direitos reais. Leo. 2009.. Napoli: Jovene. V. I-III. 1935. In: WINDSCHEID. Firenze: Sansoni. Theodor. MUTHER. 1974. 01º a 153). PUGLIATTI. ed. In: Scritti giuridici (1985-1995). Napoli: Jovene. ed. 2. 1948. p. São Paulo: RT. VANZELLA. 1939 (e reimpressão Napoli: Jovene. II. Norma giuridica e diritto soggettivo. Diritto e processo nella esperienza romana. V. 4. Tratado de derecho procesal civil. Torino: Unione Tipografico-Editrice. Derecho civil .

Vv. I- II. s. Buenos Aires: EJEA. 1977. _____________. 1954.WACH. Adolf. Diritto delle Pandette. In: WINDSCHEID. I. Manual de derecho procesal civil. Theodor. Buenos Aires: EJEA. 1902. MUTHER. MUTHER. Bernhard. _____________. Tradução de Tomás A. L’ actio. Muther. Replica a Th. Polemica intorno all’ actio. 285-346. p. Banzhaf. Firenze: Sansoni. Bernhard. primeira parte. L’ actio del diritto civile romano dal punto di vista del diritto odierno. Theodor. V. Polemica intorno all’ actio. Torino. Bernhard./d. . ______. 03-188. Unione Tipografico- Editrice. La pretensión de declaración – un aporte a la teoria de la pretensión de protección del derecho. 1954. WINDSCHEID. Firenze: Sansoni. In: WINDSCHEID. p.