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9º Ano- Lista para exame- Português

Nome: ___________________________________________ nº _____ Colégio Nomelini 9º Ano- Lista para exame- Português Lista de exercícios: Assunto-

Lista de exercícios: Assunto- Orações subordinadas adjetivas e orações adverbiais

Grife as orações adjetivas nos versos abaixo:

1)

“João amava Teresa que amava Raimundo

que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou pra tia,

Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história”. Carlos Drummond de Andrade

2) Classifique as orações subordinadas adjetivas a seguir em restritiva ou explicativa:

  • a) Perdi o livro que o professor me emprestou.

  • b) Minha tia, que adora uma fofoca, espalhou a notícia para o bairro.

  • c) As crianças de rua, que não tiveram oportunidade, foram convidadas para cursos gratuitos.

  • d) Meu tio, que é advogado, orientou minha família no processo dos idosos .

  • f) Você é um dos poucos amigos em que eu confio.

  • g) Eu, que não sou perfeito, já errei muitas vezes.

  • h) Os artistas que declararam seu voto foram criticados.

  • i) Os artistas, que precisam de seus fãs, deveriam ser mais atenciosos.

  • j) O amor é um crime que não se pode realizar sem cúmplice.

3) Há no período uma oração subordinada adjetiva:

  • a) Ele falou que compraria a casa.

  • b) Não fale alto, que ela pode ouvir.

  • c) Vamos embora, que o dia está amanhecendo.

  • d) Em time que ganha não se mexe.

  • e) Parece que a prova não está difícil.

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Colégio Nomelini Ensino Fundamental II 4) Classifique cada oração destacada e marque o item que possui

4) Classifique cada oração destacada e marque o item que possui a seqüência correta dessa classificação.

I.

O jovem que se esforça progride.

II.

O livro que li é muito bom.

III.

Teresa, que era personagem principal, morre no final da história.

  • a) Restritiva — Explicativa — Explicativa

  • b) Restritiva — Restritiva — Explicativa

  • c) Explicativa — Restritiva — Restritiva

  • d) Explicativa — Explicativa — Restritiva

  • e) Restritiva — Explicativa — Restritiva

Retire do terceiro quadrinho uma oração subordinada adjetiva

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Lista de exercícios: Assunto- Orações subordinadas adverbiais

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Colégio Nomelini Ensino Fundamental II Leia os textos os quais servirão de roteiro para a prova

Leia os textos os quais servirão de roteiro para a prova de exame

Texto 1

Brasileiro se realiza em arte menor. Com raras exceções aqui e ali na literatura, no teatro ou na música erudita, pouco temos a oferecer ao resto do mundo em matéria de grandes manifestações artísticas. Em compensação, a caricatura ou a canção popular, por exemplo, têm sido superlativas aqui, alcançando uma densidade raramente obtida por nossos melhores artistas plásticos ou compositores sinfônicos. Outras artes, ditas “menores”, desempenham um papel fundamental na cultura brasileira. É o caso da crônica e da

telenovela. Gêneros inequivocamente menores e que, no entanto, alcançam níveis de superação artística nem sempre observada em seus congêneres de outros quadrantes do planeta.

Texto 2

Mas são menores diante do quê? É óbvio que o critério de valoração continua sendo a norma européia: a epopéia, o romance, a sinfonia, as “belas artes” em geral. O movimento é dialético e não pressupõe maniqueísmo. Pois se aqui não se geraram obras como as de Cervantes, Wagner ou Picasso, “lá” também – onde quer que seja esse lugar – nunca floresceu uma canção popular como a nossa que, sem favor, pode compor um elenco com o que de melhor já foi feito em matéria de poesia e de melodia no Brasil. Machado de Assis, como de costume, intuiu admiravelmente tudo. No conto “Um homem célebre”, ele nos mostra Pestana, compositor que deseja tornar-se um Mozart mas, desafortunadamente, consegue apenas criar polcas e maxixes de imenso apelo popular. Morre consagrado – mas como autor pop.

Aliás, não foi à toa que Caetano Veloso colocou uma frase desse conto na contracapa de Circuladô ((1991). Um de nossos grandes artistas “menores” por excelência, Caetano sempre soube refletir a partir das limitações de seu meio,conseguindo às vezes transcendê-lo em verso e prosa. O curioso é que o conceito de arte acabou se alastrando para outros campos (e gramados) da sociedade brasileira. É o caso da consagração do futebol como esporte nacional, a partir da década de 30, quando o bate-bola foi adotado pela imprensa carioca, recebendo status de futebol-arte. Ainda no terreno das manifestações populares, o IBOPE de alguns carnavalescos é bastante sintomático: eles são os encenadores da mais vista de todas as nossas óperas, o Carnaval. Quem acompanha a cobertura do evento costuma ouvir o testemunho deliciado de estrangeiros a respeito das imensas “qualidades artísticas” dos desfiles nacionais ... Seguindo a fórmula clássica de Antonio Candido em Formação da literatura brasileira (“Comparada às grandes, a nossa literatura é pobre e fraca. Mas é ela, e não outra, que nos exprime.”), pode-se arriscar que muito da produção artística brasileira é tímida se comparada com o que é feito em outras paragens. Não temos Shakespeare nem Mozart? Mas temos Nelson Rodrigues, Tom Jobim, Nássara, Cartola – produtores de “miudezas” da mais alta estatura. Afinal são eles, e não outros, que expressam o que somos. (Adaptado de Leandro Sarmatz. Superinteressante, novembro de 2000, p.106, (Idéias que desafiam o senso comum)

Texto 3

Num encontro pela liberdade de opinião

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Texto 3 Num encontro pela liberdade de opinião Colégio Nomelini Ensino Fundamental II Vimos aqui hoje

Vimos aqui hoje para defender a liberdade de opinião assegurada pela Constituição dos Estados Unidos e também em defesa da liberdade de ensino. Por isso mesmo, queremos chamar a atenção dos trabalhadores intelectuais para o grande perigo que ameaça essa liberdade. Como é possível uma coisa dessas? Por que o perigo é mais ameaçador que em anos passados? A centralização da produção acarretou uma concentração do capital produtivo nas mãos de um número relativamente pequeno de cidadãos do país. Esse pequeno grupo exerce um domínio esmagador sobre as instituições dedicadas à educação de nossa juventude, bem como sobre os grandes jornais dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, goza de enorme influência sobre o governo. Por si só, isso já é suficiente para constituir uma séria ameaça à liberdade intelectual da nação. Mas ainda há o fato de que esse processo de concentração econômica deu origem a um problema anteriormente desconhecido – o desemprego de parte dos que estão aptos a trabalhar. O governo federal está empenhado em resolver esse problema, mediante o controle sistemático dos processos econômicos – isto é, por uma limitação da chamada livre interação das forças econômicas fundamentais da oferta e da procura. Mas as circunstâncias são mais fortes que o homem. A minoria econômica dominante, até hoje autônoma e desobrigada de prestar contas a quem quer que seja, colocou-se em oposição a essa limitação de sua liberdade de agir, exigida para o bem de todo o povo. Para se defender, essa minoria está recorrendo a todos os métodos legais conhecidos a seu dispor. Não deve nos surpreender, pois, que ela esteja usando sua influência preponderante nas escolas e na imprensa para impedir que a juventude seja esclarecida sobre esse problema, tão vital para o desenvolvimento da vida neste país. Não preciso insistir no argumento de que a liberdade de ensino e de opinião, nos livros ou na imprensa, é a base do desenvolvimento estável e natural de qualquer povo. Possamos todos nós, portanto, somar as nossas forças. Vamos manternos intelectualmente em guarda, para que um dia não se diga da elite intelectual deste país: timidamente e s em nenhuma resistência, eles abriram mão da herança que lhes fora transmitida por seus antepassados – uma herança de que não foram merecedores. (Albert Einstein, Escritos da maturidade. Conferência pronunciada em 1936)

Texto 4

A água mineral é hoje associada ao estilo de vida saudável e ao bem-estar. As garrafinhas de água mineral já se tornaram acessórios de esportistas e, em casa, muita gente nem pensa em tomar o líquido que sai da torneira – compra água em garrafas ou galões. Nos últimos dez anos, em todo o planeta, o consumo de água mineral cresceu 145% – e passou a ocupar um lugar de destaque nas preocupações de muitos ambientalistas. O foco não está exatamente na água, mas na embalagem. A fabricação das garrafas plásticas usadas pela maioria das marcas é um processo industrial que provoca grande quantidade de gases, agravando o efeito estufa. Ao serem descartadas, elas produzem montanhas de lixo que nem sempre é reciclado.

Muitas entidades ambientalistas têm promovido campanhas de conscientização para esclarecer que, nas cidades em que a água canalizada é bem tratada, o líquido que sai das torneiras em nada se diferencia da água em garrafas. As campanhas têm dado resultado nos lugares onde há preocupação geral com o ambiente e os moradores confiam na água encanada.

Apenas nos Estados Unidos, os processos de fabricação e reciclagem das garrafas plásticas consumiram 17 milhões de barris de petróleo em 2006. Esses processos produziram 2,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa, poluição equivalente à de 455.000 carros rodando normalmente durante um ano. O dano é

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multiplicado por três quando se consideram as emissões provocadas por transporte e refrigeração das garrafas.

O problema comprovado e imediato causado pelas embalagens de água é o espaço que elas ocupam ao serem descartadas. Como demoram pelo menos cem anos para degradar, elas fazem com que o volume de lixo no planeta cresça exponencialmente. Quando não vão para aterros sanitários, os recipientes abandonados entopem bueiros nas cidades, sujam rios e acumulam água que pode ser foco de doenças, como a dengue. A maioria dos ambientalistas reconhece evidentemente que, nas regiões nas quais não é recomendável consumir água diretamente da torneira, quem tem poder aquisitivo para comprar água mineral precisa fazê-lo por uma questão de segurança. De acordo com relatório da ONU divulgado recentemente, 170 crianças morrem por hora no planeta devido a doenças decorrentes do consumo de água imprópria. (Adaptado de Rafael Corrêa e Vanessa Vieira. Veja. 28 de novembro de 2007, p. 104-105)

Texto 5

Eu me lembro do choque e da irritação que sentia, quando criança, ao assistir a documentários sobre a violência do mundo animal; batalhas mortais entre escorpiões e aranhas, centenas de formigas devorando um lagarto ainda vivo, baleias assassinas atacando focas e pingüins, leões atacando antílopes etc. Para finalizar, apareciam as detestáveis hienas, “rindo” enquanto comiam os restos de algum pobre animal. Como a Natureza pode ser assim tão cruel e insensível, indiferente a tanta dor e sofrimento? (Vou me abster de falar da dor e do sofrimento que a espécie dominante do planeta, supostamente a de maior sofisticação, cria não só para os animais, mas também para si própria.) Certos exemplos são particularmente horríveis: existe uma espécie de vespa cuja

fêmea deposita seus ovos dentro de lagartas. Ela paralisa a lagarta com seu veneno, e, quando os ovos chocam, as larvas podem se alimentar das entranhas da lagarta, que assiste viva ao martírio de ser devorada de dentro para fora, sem poder fazer nada a respeito. A resposta é que a Natureza não tem nada a dizer sobre compaixão ou ética de comportamento. Por trás dessas ações assassinas se esconde um motivo simples: a preservação de uma determinada espécie por meio da sobrevivência e da transmissão de seu material genético para as gerações futuras. Portanto, para entendermos as intenções da vespa ou do leão, temos que deixar de lado qualquer tipo de julgamento sobre a “humanidade” desses atos. Aliás, não é à toa que a palavra humano, quando usada como adjetivo, expressa o que chamaríamos de comportamento decente. Parece que isentamos o resto do mundo animal desse tipo de comportamento, embora não faltem exemplos que mostram o quanto é fácil nos juntarmos ao resto dos animais em nossas ações “desumanas”. A ideia de compaixão é puramente humana. Predadores não sentem a menor culpa quando matam as suas presas, pois sua sobrevivência e a da sua espécie dependem dessa atividade. E dentro da mesma espécie? Para propagar seu DNA, machos podem batalhar até a morte por uma fêmea ou pela liderança do grupo. Mas aqui poderíamos também estar falando da espécie humana, não? (Marcelo Gleiser, Retalhos cósmicos. S.Paulo: Companhia das Letras, 1999, pp. 75-77)

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Texto 6 Colégio Nomelini Ensino Fundamental II 6
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Exercícios sobre orações subordinadas adverbiais. Grife as orações subordinadas adverbiais e, em seguida, circule as conjunções. a)O tambor soa porque é oco. b) A preguiça gasta a vida como a ferrugem consome o ferro. c)Por mais que gritasse, não me ouviam. d)Se o conhecesses, não os condenarias. e)Vim hoje, conforme lhe prometi. f)Fazia tanto frio, que meus dedos estavam endurecidos. g)Aproximei-me a fim de que me ouvissem melhor. h)À medida que se vive, mais se aprende. i)Quando os tiranos caem, os povos se levantam. j)Ontem estive doente, de modo que não saí. K)Parou perplexo como se esperasse um guia. L)Não serás bom médico se não estudares muito. M)De tal sorte a cidade crescia, que não a reconhecia mais. N)Segundo opinam alguns, a história se repete. o)Embora tivesse estudado, fui reprovado. P)À medida que subimos, o ar se rarefaz. Q)Eles tinham tanta fome, que devoraram toda a comida. R)Se bem que eu não te julgue insensível à arte, admira-me ver-te assim. S)Antes que ele volte, resolva o problema. T)Como não me atendessem, repreendi-os severamente. U)Ama-se ou aborrece-se conforme o coração quer. v)Tudo lhe perdoarei, se me amar. w)Ainda que implores, não direi sim. X)Falou com tanta calma, que todos ficaram atônitos. y)Fizeste pouco d e nós, porque estavas com a mimi. z)Se bem que fosse caro, comprei o relógio. 1)Era tão mentirosa, que mentia a si próprio.

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Colégio Nomelini Ensino Fundamental II 3)Quando a vejo, o coração bate mais forte. 4)Tanto lutaste, que

3)Quando a vejo, o coração bate mais forte. 4)Tanto lutaste, que venceste afinal. 5)Embora vaiado, ele continuou a sua explicação. 6)Ainda que goste muito de ti, não posso acompanhar-te. 7)Como não se incomoda, chamo-o pelos dois nomes. 8)Desde que aceites as condições, lavrarei o contrato. 9)Mal os avistou, pôs-se a correr. 10)Gosto de contemplá-lo quando está zangado. 11)O lavrador volta para casa quando o sol se põe. 12)Não compareceu à reunião porque estava doente. 13)Dirigia devagar a fim de que pudéssemos olhar a paisagem. 14)Tudo saiu conforme o previsto. 15)Iremos à praia amanhã, se fizer bom tempo. 16)Conseguiu uma ótima classificação, embora não fosse inteligente. 17)O investigador foi mais esperto que o ladrão. 18)À medida que envelhecemos, adquirimos mais experiência. 19)Estava tão frio que tremíamos. 20) Não comprou o presente, porque o dinheiro estava escasso. 21)Tal era a simpatia da recepcionista, que cativou a todos. 22)Quando descreveres o quadrúpede, coloca entre ele alguns homens. 23)Tudo aconteceu como prevíamos. 24)As coisas raramente saem como planejamos. 25)Consoante afirmam alguns, a história se repete. 26)Ainda que implores, não te direi nada. 27)Desce para que eu te abrace. 28)Quando enferruja, o ferro aumenta de peso. 29)Doente tem estado ela, desde que aqui chegou.