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ERLENMAYER

O balão de Erlenmeyer é um frasco de vidro ou plástico que leva o


nome do químico alemão, Emil Erlenmeyer. Sua utilização é vasta,
podendo ser usado para misturas e soluções, mas a sua utilização mais
comum é para a titulação, processo que determina a quantidade de uma
determinada substância em uma solução.
Apesar de amplamente utilizado, o erlenmeyer possui limitações,
já que não podem ser utilizados para determinar medidas precisas, e sim
medidas aproximadas.
A boca estreita do Erlenmeyer se torna uma vantagem quando o solvente é
volátil, impedindo-o de evaporar. Da mesma forma, em soluções químicas, o bico
estreito não permite respingamento, mesmo quando há agitação de seu conteúdo. A
agitação, aliás, é uma de suas utilizações, já que facilita algumas reações químicas.
Em alguns experimentos, o erlenmeyer pode ser desaerado e tampado, para que não
ocorra qualquer influência externa ou em compostos sensíveis ao ar.
O erlenmeyer também pode ser aquecido diretamente no Bico de Bumbem,
função que também é bastante utilizado em titulações. O erlenmeyer é usado em
associação com diversos materiais, como a bureta e a pipeta. Pode ser utilizado para a
criação de culturas bacterianas também.

PROVETA

A proveta é um instrumento cilíndrico de medida, que possui uma


escala graduada e serve essencialmente para medir líquidos. Possui uma
escala de volumes pouco rigorosa, pelo que deve ser utilizada para
medidas com pouco rigor.
Pode ser fabricada em vidro ou plástico, com volumes que
normalmente variam entre 5 e 2000 mililitros (ml).
Para uma medida mais rigorosa do volume, é preferível a
utilização de uma pipeta.
Ao lado, podemos observar na figura, uma proveta graduada, de 500 ml. Para uma
utilização correta da proveta, devemos pousar a proveta na bancada de trabalho, e, com
os olhos ao nível da mesma, encher com o líquido que queremos medir. Podemos para
esse efeito usar o frasco de esguicho, um conta-gotas ou qualquer outro recipiente
adequado (dependendo da quantidade a medir e do tipo de líquido).

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PIPETA

Uma pipeta é um instrumento de medição e transferência rigorosa


de volumes líquidos.

Há dois tipos clássicos de pipetas:

• pipetas graduadas: possuem uma escala para medir


volumes variáveis;
• pipetas volumétricas: possuem apenas um traço final, para indicar o volume fixo
e final indicado por ela, sendo estas mais rigorosas que as graduadas.

Para utilizar uma destas pipetas é também necessária uma pró-pipeta ou pompete, um
pipet-aid ou um macro-filler. Estes podem ser colocados na ponta superior da pipeta,
produzindo um abaixamento da pressão de seu interior e provocando a aspiração do
líquido de tal forma a preencher a pipeta no volume desejado.Um outro tipo de pipetas,
usado especialmente em laboratórios de análises clínicas que engloba laboratórios de
biologia, bioquímica ou quando há a necessidade de se transferir volumes muito
reduzidos, é a micropipeta (imagem à direita). Esta permite medir pequenos volumes,
da ordem de microlitros, porém, com precisão e exactidão geralmente inferiores às
obtidas pelas pipetas graduadas e volumétricas de maior volume. Este tipo de pipeta
utiliza pontas (no Brasil são chamadas ponteiras) descartáveis, feitas de polipropileno.
O líquido aspirado por elas não entra ou não deve entrar no corpo principal da
micropipeta, sob risco de adulterá-la e descalibrá-la. Para biologia molecular, são
utilizadas pontas com um filtro de polipropileno para não haver uma contaminação da
micropipeta. A micropipeta pode ser digital e electrónica. A maioria das micropipetas
são monocanais mas também existem micropipetas multicanais 8 e 12 canais. A
micropipeta mais precisa do mundo é uma pipeta que mede zeptolitros e foi inventada
pelo Brookhaven National Laboratory.

BACKER

Béquer ou Becker é um tipo de recipiente muito visto em


laboratório de Química, Física e Biologia onde sua principal
função é trabalhar com líquidos. São usados na maioria das vezes
para fazer reações entre soluções, usados para dissolver diversas
substâncias sólidas, efetuar reações de precipitação e preparar
soluções simples. O mais comumente encontrado em laboratórios
são os béqueres feitos de vidro borisilicato, pois estes são mais
resistentes ao calor podem ser aquecidos e a maioria dos produtos químicos. Também
existem béqueres de plástico (polipropileno) e de metal (aço inoxidável ou alumínio),
disponíveis em uma ampla variedade de tamanhos e capacidades volumétricas (desde
um milímetro até vários litros).

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MICROPIPETA

Micropipeta é um equipamento cientifico de laboratório usado


para dispensar pequenas quantidades de fluidos ou líquidos. Ele
tem partes moveis feitas de aço e plástico e usa bicos removíveis
para segurar as amostras.

A micropipeta funciona com o principio de deslocamento de ar.

Características
- Fácil manuseio;
- Máxima precisão;
- Bico ejetor;
- Volume de 20UL.

PIPETA DE PASTEUR

Uma pipeta de Pasteur é um tubo de vidro de ponta bastante


afilada que, enchendo-se por sucção, serve para transvasar
líquidos. Ao contrário das outras pipetas (volumétricas e
graduadas) estas pipetas não apresentam um volume
determinado, podendo-se pipetar a quantidade que se desejar.
É no campo da Microbiologia que estas pipetas têm a sua
principal aplicação, quando se pretende aspirar quantidades muito pequenas e sem
volume pré-definido.
Para aspirar o líquido (solução) para a pipeta usa-se uma pompete ou um
macrocontrolador. Em caso algum se deve soprar para esvaziar por completo a pipeta.

BASTÃO DE VIDRO

O bastão de vidro é utilizado para agitar substâncias facilitando a


homogeneização. Auxilia também na transferência de um líquido
de um recipiente para outro.

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VIDRO RELÓGIO

Os vidros de relógio são pratos de vidro de fundo redondo.


Têm múltiplas aplicações no laboratório nomeadamente para
pesagem de reagentes, para tapar copos de reação e para armazenar
substâncias.
Devido à sua grande utilidade e uso apresentam diversos
tamanhos.

TUBO DE ENSAIO

Tubo de ensaio é um recipiente usado para efetuar reações


químicas de pequena escala com pequenas quantidades de
reagentes de cada vez.

Pode ser aquecido diretamente na chama do bico de Bunsen.

PISSETA

Pisseta é um recipiente de uso laboratorial no qual se armazena


compostos de diversas naturezas. Normalmente utiliza-se a pisseta
para pôr água destilada ou água desmineralizada. Seu uso destina-
se em laboratórios para descontaminação, lavagem de materiais ou
utensílios de laboratório em geral, também para aplicação em
outros recipientes quando a quantidade a ser aplicada não interfere no resultado.

BALÃO VOLUMÉTRICO

O balão volumétrico ou balão graduado é um frasco utilizado para


preparação e diluição de soluções com volumes precisos e pré-
fixados. Possui um traço de aferição no gargalo. Este tipo de
vidraria é usado na preparação de soluções que precisam ter
concentrações definidas (concentração expressa em uma grandeza
por unidade de volume). Os balões volumétricos pode ter volumes
entre 5 mL e 10 L.

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PLACA DE PETRI

Uma placa de Petri, ou caixa de Petri é um recipiente cilíndrico,


achatado, de vidro ou plástico que os biólogos utilizam para a cultura
de micróbios. O nome foi dado a este instrumento de laboratório em
honra do bacteriologista alemão Julius Richard Petri (1852-1921) que
a inventou em 1877 quando trabalhava como assistente de Robert
Koch. É constituído por duas partes: uma base e uma tampa.

As placas de Petri modernas podem vir dotadas de anéis que seguram a tampa à base,
quando empilhadas, de forma a evitar deslizamentos.

Além deste uso (placa de ágar), é frequente utilizar a placa de Petri para observar a
germinação das plantas e de grãos de pólen ou para observar o comportamento de
pequenos animais, entre outros usos.

LAMPARINA
TAMBÉM DENOMINADA LÂMPADA, É UM RECIPIENTE
DE MATERIAL VARIADO, RESISTENTE AO CALOR,
UTILIZADO PARA ILUMINAÇÃO POR FOGO. O
COMBUSTÍVEL UTILIZADO NA LAMPARINA VARIA,
NORMALMENTE SE UTILIZA ALCOOL OU QUEROSENE.

LAMPARINA
TAMBÉM DENOMINADA LÂMPADA, É UM RECIPIENTE
DE MATERIAL VARIADO, RESISTENTE AO CALOR,
UTILIZADO PARA ILUMINAÇÃO POR FOGO. O
COMBUSTÍVEL UTILIZADO NA LAMPARINA VARIA,
NORMALMENTE SE UTILIZA ALCOOL OU QUEROSENE

LAMPARINA
TAMBÉM DENOMINADA LÂMPADA, É UM RECIPIENTE DE
MATERIAL VARIADO, RESISTENTE AO CALOR, UTILIZADO
PARA ILUMINAÇÃO POR FOGO. O COMBUSTÍVEL
UTILIZADO NA LAMPARINA VARIA, NORMALMENTE SE
UTILIZA ALCOOL OU QUEROSENE