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UNIVERSIDADE FEDERAL DE TOCANTINS

ESCRITÓRIO MODELO DE PRÁTICA E ESTÁGIO SUPERVISIONADO


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EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) FEDERAL DO JUIZADO
ESPECIAL FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO TOCANTINS.

JUSTIÇA FEDERAL ITINERANTE CRISTALÂNDIA

MARIA ZILDA LIMA DE AZEVEDO, brasileira, casada, portadora da


Carteira de Identidade nº 825.964 SSP/TO, inscrita no CPF sob o nº. 010.867.711-76,
residente e domiciliada à Quadra 42, Rua 5, Lote 16, Aureny VI Palmas – TO, telefone
para contato (63) 3571-4820, vem respeitosamente à presença de Vossa Excelência,
por seus procuradores signatários, com base na loas propor

AÇÃO PREVIDENCIÁRIA PARA CONCESSÃO DE BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA

em face do INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL – INSS, com sede na


capital, na ACSO SO 20, Conj. 2 Lote 05, pelos motivos de fato e de direito a seguir
articulados.

DOS FATOS

A parte autora é portadora de enfermidade (descrever enfermidade) e


não possui condições de prover seu sustendo, nem de tê-lo provido por sua família.
A renda per capta familiar é inferior a ¼ do salário mínimo vigente,
proveniente de (descrever quem trabalha e quanto recebe e as condições da casa).
Pelas dificuldades pelas quais vem passando, a parte autora requereu
administrativamente para a obtenção do Benefício de Prestação continuada, sendo o
mesmo indevidamente negado em de de 200 .
A parte autora hoje está impedida de exercer sua atividade laborativa,
bem como outras para prover seu sustento, tendo em vista ser pessoa pobre e de
poucos estudos.

Escritório Modelo da UFT – Av. Teotônio Segurado – Ed. da Justiça Federal / TO – Fone 3218 3882
DO DIREITO

A parte autora preenche os requisitos legais para a concessão do


benefício conforme versa o art. 20 da lei 8.742/93:

“Art. 20. O benefício de prestação continuada é a garantia de 1 (um) salário mínimo mensal à
pessoa portadora de deficiência e ao idoso com 70 (setenta) anos ou mais e que comprovem não
possuir meios de prover a própria manutenção e nem de tê-la provida por sua família.
§ 1o Para os efeitos do disposto no caput, entende-se como família o conjunto de pessoas
elencadas no art. 16 da Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991, desde que vivam sob o mesmo teto.
§ 2º Para efeito de concessão deste benefício, a pessoa portadora de deficiência é aquela
incapacitada para a vida independente e para o trabalho.
§ 3º Considera-se incapaz de prover a manutenção da pessoa portadora de deficiência ou idosa a
família cuja renda mensal per capita seja inferior a 1/4 (um quarto) do salário mínimo.
§ 4º O benefício de que trata este artigo não pode ser acumulado pelo beneficiário com qualquer
outro no âmbito da seguridade social ou de outro regime, salvo o da assistência médica.
§ 5º A situação de internado não prejudica o direito do idoso ou do portador de deficiência ao
benefício.”
Portanto, diante do acima demonstrado, bem como das provas
apresentadas, a parte Autora se enquadra na hipótese do art. 20, da Lei 8.742/93.

DO PEDIDO

Restando preenchidos os requisitos legais, requer:


1 – Seja citado o INSS, autarquia federal, na pessoa de seu
representante legal, a fim de responder nos termos da presente demanda, no prazo
legal, sob pena de revelia, bem como apresentarem pedido administrativo;
2 – Seja condenado o INSS a conceder a parte Autora o benefício
assistencial, da data do requerimento administrativo, acrescidos juros legais moratórios
até a data do efetivo pagamento;
3 – A concessão do benefício da assistência judiciária gratuita por ser a
parte Autora pobre na forma da lei;
4 – Seja arbitrado em 20% os honorários de sucumbência sobre o valor
da condenação.
Protesta pela produção de todos os meios de provas em direito
admitidos, especialmente testemunhal, documental, pericial e outras que se fizerem
necessárias.
Atribui-se à causa o valor de R$ 465,00 (quatrocentos e sessenta e
cinco reais) para efeitos meramente fiscais.
Termos em que,
Pede deferimento.
Cristalândia, TO, 4 de maio de 2009.

Professor orientador

estagiário
Escritório Modelo da UFT – Av. Teotônio Segurado – Ed. da Justiça Federal / TO – Fone 3218 3882