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Aula 9 Dissolução do Casamento

Art. 1571 termina:
I – pela morte de um dos cônjuges; Essa morte pode ser real ou presumida. Havendo
situação de perigo de vida, precisa ajuizar uma ação de justificação de óbito, ação cuja sentença
será levada ao registro de pessoas naturais para ser emitida uma justificação de óbito. O § 1º
menciona a ausência (art. 22 a 39), havendo todo o trâmite para ser declarada a ausência
(desaparecendo hoje, leva um ano para fazer a arrecadação de bens, podendo providenciar a
ação de declaração de ausência depois desse ano; abre a sucessão provisória quando ajuíza e
tem efeito 180 dias depois de impetrada a actio, por transitar em julgado e pode-se fazer o
registro após isso, podendo os herdeiros emitirem-se na posse, sem caução, embora os
colaterais precisem de caução; passados dez anos do trânsito em julgado, decretar-se-á a
abertura da sucessão definitiva, levantando-se as cauções e transferindo para os herdeiros a
propriedade, em definitivo; o ausente ainda tem 10 anos para retornar e retomar os bens, no
estado em que se encontrarem).
II – nulidade ou anulação do casamento; nulos art. 1548, havendo infringência de
impedimento, enquanto anulações no art. 1550. Nos dois, o casamento vai se dissolver e o
estado civil retorna ao status quo ante.
III – separação judicial; não se confunde com divórcio. A separação desfaz o vínculo
matrimonial, mas não por completo. Os separados, antes do divórcio, não podem casar. A
EC66/2010 altera o § 6º do art. 226 CF, excluindo a necessidade da separação judicial para haver
o divórcio. Hoje, pode-se fazer o divórcio diretamente, a qualquer tempo, independente de
prévia separação judicial ou de corpos. Pode haver a reconciliação, depois da separação, por
meio de petição ao mesmo juízo que fez a separação.
IV – divórcio; pode ser consensual ou litigioso. Não havendo menores e sem disputas,
pode sr feito administrativamente, corroborado pelo art. 731 do CPC e pela lei 11.441/07. O art.
731 menciona que tem de haver advogado, ausência de incapaz, partilha de bens, pensão e
nome de casado ou solteiro.
Competente é o juízo do domicílio do guardião do menor; não havendo menor, do
último domicílio do casal.