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Noções Básicas sobre

Geoprocessamento

Marisa Prado Gomes – marisa@posgrad.ufg.br


Marcelo Cabral de Aguiar – marcelo_mca@yahoo.com.br

Treinamento SIAD – Amazônia (2005)


Por que Geoprocessamento ?

Dados com distribuição geográfica -


MAPAS

Desenvolvimento de tecnologias
computacionais para tratar estas
informações- Geoprocessamento

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Geoprocessamento e SIG
Geoprocessamento representa a área do
conhecimento que utiliza técnicas matemáticas e
computacionais para tratar a informação geográfica.

Sistemas de Informação Geográfica (SIG) são as


ferramentas computacionais para
Geoprocessamento, integrando dados de diversas
fontes em bancos de dados geo-referenciados.

Brasil - potencial para tomada de decisões em


problemas urbanos, rurais e ambientais.
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HISTÓRICO
Em 1854, Londres - grave
epidemia de cólera, doença
sobre a qual na época não se
conhecia a forma de
contaminação. Numa situação
aonde já haviam ocorrido
mais de 500 mortes, o doutor
John Snow teve um “estalo”:
colocar no mapa da cidade a
localização dos doentes de
cólera e dos poços de água
(naquele tempo, a fonte
principal de água dos
habitantes da cidade).

Mapa de Londres com casos de cólera (pontos) e poços de água


(cruzes) (adaptado de E. Tufte, 1983). Treinamento SIAD – Amazônia (2005)
HISTÓRICO

• Com a espacialização dos dados, o doutor Snow percebeu que a


maioria dos casos estava concentrada em torno do poço da “Broad
Street” e ordenou a sua lacração, o que contribuiu em muito para
debelar a epidemia. Este caso forneceu evidência empírica para a
hipótese (depois comprovada) de que o cólera é transmitido por
ingestão de água contaminada. Este é uma situação típica aonde a
relação espacial entre os dados muito dificilmente seria inferida pela
simples listagem dos casos de cólera e dos poços.

• O mapa do doutor Snow passou para a História como um dos


primeiros exemplos que ilustra bem o poder explicativo da análise
espacial.

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HISTÓRICO
No Mundo:

Anos 50 - Inglaterra - botânica e USA - volume de tráfego


- Anos 60 - Canadá - inventário de recursos naturais
- Anos 70 - Geographic Information System & CAD
- Anos 80 - massificação, avanço da microinformática
NCGIA - Geoprocessamento como disciplina
Popularização e barateamento -> difusão

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HISTÓRICO
No Brasil

– Início década 80 - Prof. Xavier (UFRJ) e visita de


R.Tomlinson - criador do 1o SIG: UFRJ - (SAGA)
Sistema de Análise Geo-Ambiental
– MaxiDATA - MaxiCAD, dbMapa
– CPqD/TELEBRÁS - (SAGRE) Sistema Automatizado de
Gerência da Rede Externa - VISION e ORACLE
– INPE - 1984-1990 - SITIM e SGI, 1991 - SPRING

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Geoprocessamento

• Produção de Mapas: geração e


visualização de dados espaciais.

• Banco de Dados: armazenamento e


recuperação de informação espacial.

• Análise Espacial: combinação de


informações espaciais.
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Geoprocessamento e Dados espaciais

• Espaço Geográfico
– coleção de localizações

• Informação espacial
– objetos com propriedades: localização e
relação com outros objetos
– RelaçõesTopológicas

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Geoprocessamento e Dados espaciais

• Dados geográficos - representação dual


– localização e atributos

• Localização
– representação da superfície terrestre
– processos no espaço geográfico

• Atributos
– descrição do fenômeno
– representação num banco de dados

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O que é possível realizar com dados espaciais e
Geoprocessamento?

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O que é possível realizar com dados espaciais e
Geoprocessamento?

• Correlação espacial
– vizinhos tendem a ser “mais semelhantes”
• Correlação entre variáveis
– processos de ocupação do espaço
• Correlação temporal
– evolução dos dados espaciais
• Correlação topológica
– relações espaciais entre dados

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FIG1

Núcleo
SIG

Componentes centrais, aplicações e usuários típicos de um SIG

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Sistemas de Informação Geográfica

• Ambiente computacional para Geoprocessamento

– Integrar dados cartográficos, cadastrais, de sensores


remotos, redes e modelos numéricos de terreno.

– Consultar, recuperar, visualisar, manipular e plotar o


conteúdo de um banco de dados geo-referenciado.

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Componentes de um SIG

Hardware. Componentes físicos do sistema: CPU e periféricos de


entrada e saída das informações (mesa digitalizadora, scanner,
plotter, teclado, etc);
Software. Programas (ambientes computacionais) envolvendo dados
geo-referenciados. Ex: ArcInfo, ArcView, SPRING, IDRISI, MapInfo.

Peopleware. Dois grupos: analistas e programadores, e usuários finais.


Com o incremento da informatização, os grupos vem se sobrepondo.

Base de Dados. Arquivos onde os dados são armazenados e inter-


relacionados;

Métodos e Procedimentos de entrada, processamento e saída dos


dados. 1) evitar redundância de informações; 2) otimizar o uso dos
equipamentos; 3) gerar resultados condizentes com as necessidades
de dos usuários.

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Sub-sistemas de um SIG

Coleta dos Dados. Através de levantamentos de campo, mapeamentos


com uso de fotografias aéreas e imagens de satélite, aplicação de
questionários, compilação de dados já existentes (analógicos), etc;

Entrada e Verificação dos Dados. Envolve duas operações distintas: a


codificação/conversão das informações (meio digital)
digital e a criação de
bases de dados;

Armazenamento e Gerenciamento. Maneira pela qual os dados são


estruturados e organizados na Base de Dados, propiciando uma rápida
e eficiente recuperação/inserção das informações;

Pré-processamento dos Dados.

 Mudanças de escala, projeção cartográfica, estrutura (ex: vetorial para


matricial ou vice-versa);
 União de bases de dados;
 Conversão entre tipos de arquivos, etc...

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Sub-sistemas de um SIG

Processamento dos Dados.

 Localização de uma entidade e listagem de seus atributos;

 Atualização dos dados;

 Cálculo de áreas, perímetro e distâncias;

 Posicionamento;

 Operações aritméticas;

 Cálculos estatísticos;

 Classificação entre planos de informação;

 Filtragens espaciais, etc...

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Estrutura de um SIG

Interface

Entrada e Integração Consulta e Análise Visualização


de Dados Espacial Plotagem

Gerência Dados
Espaciais

Banco de Dados
Geográfico

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Métodos básicos para coleta de dados utilizados no SIG

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AMBIENTE DE TRABALHO EM SIG

• Organizacao baseada em banco de dados


– SPRING, MGE
• Esquema conceitual do banco de dados geograficos
– Atributos nao espaciais, representacao geometricas

• Organizacao baseada em projetos


– Arc/Info, SGI/INPE, IDRISI
• Referencial geografico
– Entidades geograficas

• Projetos  Planos de Informacoes…


– Diferentes variaveis integradas ao banco de dados…
• Combinacao de fenomenos de interesse…
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TECNOLOGIAS RELACIONADAS

• Cartografia - técnicas de confecção de mapas;

• CAD (Computer Aided Drafting) e Computação Gráfica

• Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados

• Sensoriamento Remoto

• Inteligência Artificial - provê modelos e técnicas de


sistemas de desenho e análise;

• Estatística

• Informática

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Correspondência entre Universos

Universo do Universo Universo de Universo de


mundo real conceitual representação implementação
Mapa de Geo-campo Matriz de inteiros Quad-tree
vegetação
Temático Subdivisão Planar Linhas 2D (com R-Tree)

Mapa altimétrico Geo-campo Grade regular Matriz 2D

Numérico Grade triangular Linhas 2D e Nós 3D

Conjunto Pontos 3D Pontos 3D (KD-tree)

Conjunto Isolinhas Linhas 2D

Lotes urbanos Geo-objetos Polígonos e Tabela Linhas 2D e Nós 2D

Rede elétrica Rede Grafo Orientado Linhas 2D (com R-Tree)

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Outros Sistemas de Geoprocessamento

CADD (Computer Aided Design and Drafting) ou Projeto Assistido


por Computador,
Computador é uma tecnologia normalmente empregada para a
produção de mapas como substituição ao processo cartográfico
tradicional.

Características gerais:
gerais

 Dados organizados em camadas;


 Redução no tempo para elaboração de mapas;
 Economia de recursos cartográficos;
 Atualizações simplificadas (só modifica o elemento selecionado);
 Não é um sistema adequado para realizar análises espaciais;
 As relações espaciais não são definidas na estrutura de dados.
dados

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Outros Sistemas de Geoprocessamento

AM/FM (Automated Mapping Facility Management) ou


Gerenciamento de Serviços de Utilidade Pública por meio de
mapeamento automatizado.
automatizado

Características gerais:
gerais

 Baseia-se na tecnologia CADD;


 Apresentação gráfica menos precisa e detalhada do que o CADD;
 Ênfase no armazenamento, na análise e na emissão de relatórios;

 Relações entre os componentes definidas como redes (Networks);


 Atributos não-gráficos podem ser ligados aos dados gráficos;
 Dentre as limitações estão a não-definição de relações espaciais.
espaciais

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VANTAGENS DO SIG
 Difere dos sistemas CADD e AM/FM por definir as relações espaciais
entre todos os dados, sendo assim mais indicado para análises espaciais;

 A topologia dos dados vai além da mera descrição da localização e


geometria das feições cartográficas. A Topologia descreve como as feições
lineares estão conectadas, como as áreas são limitadas, e quais áreas são
contíguas;

 O SIG possui uma estrutura de dados representada por nós (nodes),


nodes
arcos (lines) e áreas (polygons);

 Além de dados geométricos espaciais, o SIG apresenta atributos


associados com os elementos topológicos, provendo maiores informações
descritivas;

 Por permitir acesso a ambos os dados (espaciais e atributos),


atributos ao mesmo
tempo, o SIG possibilita buscar o dado atributo e relacioná-lo com o dado
espacial e vice-versa.
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Softwares

1. Processamento Digital de Imagens:

ENVI
IDRISI
ERDAS
SPRING

2. Sistema de Informações Geográficas:

ARCGIS
ARCVIEW
ARCINFO
SPRING;
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Exemplos de Aplicação

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Cobertura Vegetal / Uso e Ocupação
Interpretação & Procedimentos Cartográficos

Aquisição e confecção das bases 1:250000


Limite, estradas, drenagem, curvas de nível

Aquisição das imagens Landsat 7 ETM+


Correções, registro

Interpretação das imagens


Classificação
Identificação e seleção de padrões
Checagem de campo

Planejamento da produção cartográfica

Banco de dados

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APLICAÇÕES
Qualquer setor que trabalhe com informações que possam ser
relacionadas a pontos específicos do território pode, em princípio, valer-se
de ferramentas de geoprocessamento.

a) Ordenamento e gestão do território (este é o uso mais difundido):


constituição de uma base cartográfica geoprocessada que servirá às
demais aplicações setoriais, que reproduza a configuração do território
do município, identificando logradouros, lotes e glebas, edificações,
redes de infra-estrutura, propriedades rurais, estradas e acidentes
geográficos. A base assim constituída é útil para as atividades de
planejamento urbano e ordenação do uso do solo, inclusive para
processos de revisão da legislação.

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APLICAÇÕES

b) Otimização de arrecadação: a atualização da base


cartográfica do município para a implantação da base
geoprocessada fornece um volume significativo de
informações para a revisão da planta genérica de valores. O
recomendável é que as duas ações sejam realizadas de
forma articulada. Com isso, inclusive, consegue-se gerar um
aumento de receita capaz de compensar os investimentos
na base geoprocessada e gerar recursos adicionais para o
município. Logicamente, será necessário proceder à
atualização periódica dessas informações, mas a existência
de um bom ponto de partida facilita as ações posteriores.

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APLICAÇÕES

c)
Localização de equipamentos e serviços públicos
: a partir de uma base cartográfica que inclua
informações sócio-econômicas e sobre
equipamentos públicos é possível identificar
áreas com maior nível de carência e os melhores
locais para instalação de equipamentos e
serviços públicos. Estas decisões podem ser
tomadas com base em critérios de necessidade e
de acessibilidade aos locais.

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APLICAÇÕES

d) Identificação de público-alvo de políticas públicas: à medida que


se possua uma base de dados que incorpore dados sócio-
econômicos, é possível utilizá-la para desenhar políticas públicas.
dispondo-se, por exemplo, de informações sobre crianças residentes
no município e a incidência de doenças, é possível desenhar ações
de saúde específicas para micro-regiões da cidade. Ou, cruzando-se
os dados sobre renda das famílias e desempenho escolar, pode-se
identificar o público-alvo para programas de renda mínima ou bolsa-
escola. Ou, ainda, identificando-se as áreas da cidade com maior
concentração de idosos pode-se definir áreas prioritárias para
programas de atendimento domiciliar à saúde ou áreas com
carências especiais de saúde que possam ser atendidas por
programas de médico de família.

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APLICAÇÕES

e) Gestão ambiental: o geoprocessamento é útil


para monitorar áreas com maior necessidade de
proteção ambiental, acompanhar a evolução da
poluição da água e do ar, níveis de erosão do
solo, disposição irregular de resíduos e para o
gerenciamento dos serviços de limpeza pública
(acompanhando por área da cidade o volume de
resíduos coletado e para análise de roteiros de
coleta).

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APLICAÇÕES

f) Gerenciamento do sistema de transportes: a


base cartográfica é indispensável para a gestão
do sistema de transportes do município. Sua
informatização através de recursos de
geoprocessamento pode ampliar a qualidade e a
velocidade das decisões tomadas. É possível,
por exemplo, realizar estudos de demanda do
transporte coletivo ou de carregamento de vias,
identificar pontos críticos de acidentes e vias
com mais necessidade de manutenção.

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APLICAÇÕES

• g) Comunicação com os cidadãos: ao se constituir uma base de


dados mais elaborada, pode-se incorporar a ela informações que
permitam identificar necessidades e oportunidades de contato
com os cidadãos. Pode-se, por exemplo, identificar com precisão
as áreas afetadas por determinada decisão do governo e planejar
ações de comunicação específicas para aquele público. Outro uso
possível é registrar as solicitações dos cidadãos e analisá-las
sobre a base cartográfica, permitindo uma melhor gestão das
relações do governo com os cidadãos. Esta mesma aplicação
pode funcionar como instrumento de controle social do governo,
permitindo que entidades da sociedade civil, a ouvidoria pública
municipal ou mesmo cidadãos individualmente possam ter livre
acesso às informaçòes sobre que regiões da cidade estão sendo
mais beneficiadas pelas ações do governo municipal.

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APLICAÇÕES

• h) Gestão da frota municipal: com recursos de


geoprocessamento é possível obter informações
sobre os tipos de usos da frota municipal,
conhecendo os trajetos mais comuns e sua
intensidade. Estas informações possibilitarão a
definição de roteiros otimizados para a frota
municipal, gerando economia de tempo,
combustível e uso de veículos.

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APLICAÇÕES
• Segurança Pública
• Saúde
• Cultura/Lazer
• Localização e obtenção de dados referentes aos canos de água, os
fios de telefone ou da rede elétrica; além da rede particular — cabos de
fibra óptica das empresas de telecomunicação ou cabos de televisão
por assinatura.
• Como planejar estratégias urbanísticas sem ter dados sobre a
densidade demográfica por região, sem saber por onde passam os rios
e lençóis d'água subterrâneos e sem ter noção da malha viária
existente?
• Disponibilização dos dados coletados a toda a comunidade através da
Internet.
• Plano diretor

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APLICAÇÕES
• Cadastros de Árvores;
• Cadastros de Postes;
• Cadastro de Equipamentos Urbanos (Placas, Quiosques,
Telefones, Sinalização);
• Cadastros de Interferências (Vias, Dutos, LTs, etc);
• Cadastros de Benfeitorias em Propriedades Rurais
(Desapropriação);
• Cadastro de Logradouros;
• Cadastros de Numeração Predial Urbana;
• Cadastro para Distribuidoras de Gás (Usuários);
• Cadastro de Telefonia e TV a Cabo (Equipamentos e
Usuários);
• Revisão de Cadastro Urbano.
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APLICAÇÕES

Agricultura e planejamento do uso da terra


- Avaliação da aptidão agrícola;
- monitoramento da produção agrícola;
- Agricultura de precisão (integração SIG/GPS)
- Predição da erosão do solo.

Fonte: Aronoff
(1991)

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APLICAÇÕES

Silvicultura e o gerenciamento da vida silvestre. Elaboração de


inventários florestais, visando controlar os recursos naturais destas
áreas, tais como madeiras, fauna, flora, recursos hídricos / mananciais
hídricos.

Arqueologia. Uma das missões em comum dos Parques Nacionais e


Reservas Florestais é a proteção de sítios arqueológicos. Técnicas de
Geoprocessamento tem sido aplicadas tanto para analisar sítios
conhecidos quanto para predizer a localização daqueles ainda não
descobertos.

Geologia. Integração de dados geo-referenciados voltados para a


exploração mineral, mapeamento da geologia regional, lineamentos,
etc.

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APLICAÇÕES
Aplicações Municipais. Gerenciamento de Informações sobre
zoneamento, estradas, escolas, hospitais, segurança pública, reservas
ecológicas, áreas de lazer, etc. Elaboração de mapa base.
base

Fonte: Aronoff
(1991)

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LIMITAÇÕES

Custos
• Hadware
• Software
• Peopleware

Mão-de-Obra qualificada – desde o operador


técnico do sistema até a equipe multidisciplinar
que utilizará dos recursos oferecidos para o
planejamento e a gestão do espaço urbano.

Infra-estrutura

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Os Sistemas ArcInfo e ArcView

Atualmente, são os SIG’s mais utilizados em funções de


Geoprocessamento, envolvendo análises ambientais, urbanas e sociais;

Foram desenvolvidos nas décadas de 80 e 90, respectivamente, pela ESRI


(Environmental Systems Research Institute).

O sistema ArcInfo é utilizado, principalmente, na elaboração de dados


geográficos de origem primária e secundária,
secundária etapas onde se exige maior
gama de recursos (entrada de dados, conversão, integração/cruzamento e
análise das informações).

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