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1.

Grife os substantivos concretos e circule os abstratos:


“Os índios foram muitas vezes considerados cruéis guerreiros, e as suas atitudes não
raro causam pânico e revolta. O seu conhecimento mais profundo, entretanto, revela o
heroísmo de um povo que, de arcos e flechas, se opõe tenazmente às máquinas que
invadem seu território.” (Apoena Meireles, apud Edilson Martins, Nossos Índios, Nossos
Mortos, p.14)
2. Sublinhe as palavras que funcionam acidentalmente como substantivos:
a. A estrada rasgava o verde bruto da paisagem.
b. Nas palavras amáveis de Venâncio percebi um quê de falsidade.
c. Súbito, ouvimos um leve ruflar de asas.
3. Reorganize as duas colunas, associando-as de acordo com o processo de formação
do gênero feminino:
a. Flexão do substantivo masculino. ( ) cônsul, consulesa.
b. acréscimo da desinência –a ao ( ) gato, gata.
masculino.
c. acréscimo de um sufixo feminino ao ( ) cavalo, égua.
masculino
d. heteronímia ( ) cantor, cantora.

4. Preencha as lacunas com o artigo adequado, de acordo com o gênero dos


substantivos destacados.
a. Trazia ainda no corpo ___ estigma infamante do escravo.
b. ____ pampas são a arena verde e imensa do cavaleiro gaúcho.
c. Aumentava cada vez mais ___ celeuma da multidão revoltada.
d. O grande líder político presidia ____ ágape.
e. Um broche de ouro segurava ao pescoço ____ clâmide do general ateniense.
f. As dissidências religiosas geram _____ cismas.
g. ____ colossal alude, despenhando-se da cordilheira andina, arrasou a aldeia.
h. A luz da ciência dissipa os erros e _____ abusões.
i. _____ aluvião de populares irrompeu pelo parque adentro.
j. A notícia da derrota abateu ___ moral da população.
5. (Vunesp) O gênero dos substantivos está correto em:
a. É comum que as eclipses da lua coincidam com as piores tormentas e
cataclismos.
b. A guia dos turistas não falava japonês e teve de usar uma estratagema para
comunicar-se com eles.
c. Vamos dar um ênfase todo especial ao trabalho de prevenção do diabetes.
d. Não obteve, até agora, a alvará de funcionamento e deve enviar à prefeitura uma
xerox da inscrição da firma.
e. A personagem vivida por ele tem um comportamento que é um verdadeiro
modelo da moral vitoriana.
6. (UFSM-RS) Passando para o plural os substantivos compostos “mesinha-de-
cabeceira” e “quarta-feira”, a alternativa correta é a seguinte:
a. mesinhas-de-cabeceira, quartas-feiras.
b. mesinha-de-cabeceiras, quarta-feiras.
c. mesinha-de-cabeceira, quartas-feira.
d. mesinhas-de-cabeceiras, quartas-feiras.
e. mesinha-de-cabeceiras, quartas-feira.
7. (Unifor-CE) Assinale a alternativa correspondente a um substantivo feminino:
a. Telefonema.
b. Eclipse.
c. Cal.
d. Clã.
e. Grama (unidade de medida).
8. (FGV-SP) Das alternativas abaixo, assinale aquela em que ao menos um plural não
está correto:
a. Mão, mãos; demão, demãos.
b. Capitão, capitães; ladrão, ladrões.
c. Pistão, pistões; encontrão, encontrões.
d. Portão, portões; cidadão, cidadãos.
e. Capelão, capelãs; escrivão, escrivães.
9. (BNB) Relacione os substantivos comuns ao seu substantivo coletivo e marque a
alternativa que apresente a sequência correta:
A. ( ) Correição 1. formiga
B. ( ) Cordilheira 2. alho
C. ( ) Réstia 3. montes
D. ( ) Turba 4. heróis
E. ( ) Claque 5. espectadores
F. ( ) Falange 6. ladrões
a. 6, 5, 4, 3, 2, 1.
b. 1, 3, 2, 6, 5, 4.
c. 2, 3, 4, 5, 1, 6.
d. 4, 1, 6, 3, 2, 5.
e. 5, 1, 3, 6, 4, 2.
10. Substantivo é toda palavra que usamos para identificar objetos, pessoas,
coisas, sensações, sentimentos, acidentes geográficos. Enfim, tudo recebe um
nome, que é sempre representado pelo substantivo. Os substantivos classificam-
se em: comum, próprio, concreto, abstrato, primitivo, derivado, simples,
composto e coletivo.
Depois de lida tal nomenclatura, marque a alternativa incorreta.
a. Substantivos primitivos: cabelo, pé, música.
b. Substantivos derivados: pedal, dançarina, obra-prima.
c. Substantivos Abstratos: vantagem, leitura, pressa.
d. Substantivos concretos: dinheiro, livro, monte.
e. Nenhuma das anteriores.
11. Leia o texto abaixo:
Coerente com a noção de que o pecado marca fundamentalmente a condição humana,
como estigma degradante, e que este mundo material é apenas lugar de
perdição ou, na melhor das hipóteses, lugar de penas regeneradoras, o pensamento
católico medieval insistiu no tema da miséria e da indignidade do homem. Indignidade
resultante da Queda, indignidade tornada visceral e que, sozinho, apenas por si mesmo,
apenas com suas parcas forças o homem não conseguiria superar, necessitando da
ação mediadora da Igreja, de seus clérigos, seus sacramentos.
É bem verdade que essa visão pessimista em relação ao homem e à natureza, que lhe
propicia ocasiões de pecado ou de esquecimento da necessidade de salvação, encontra
seu reverso, na própria Idade Média, no cristianismo de São Francisco de Assis,
baseado em pobreza, alegria e amor à natureza enquanto obra belíssima de Deus.
Essa é justamente uma das contradições mais fecundas apresentadas pelo universo
religioso medieval (contradição muito bem exposta, em forma romanceada, por Umberto
Eco, em O nome da rosa). (...) Mas, franciscanismo à parte, a tese que prevalece na
Idade Média como concepção "oficial" da Igreja é aquela da degradação do homem em
decorrência do pecado original e da natureza como reino da perigosa e tentadora
materialidade.
(PESSANHA, José Américo Motta. Humanismo e pintura. Artepensamento. Org.
Adauto Novaes. São Paulo: Companhia das Letras, 1994, p. 30-31)
Considerada a norma culta da Língua Portuguesa, é correto afirmar que

a. o substantivo correspondente ao adjetivo coerente está grafado adequadamente


assim: "coerênsia".
b. o vocábulo estigma está adequadamente separado em sílabas assim: "es- ti-
gma".
c. o encontro destacado em visceral está também presente no vocábulo
adequadamente grafado assim: "doscente".
d. o vocábulo sozinho está convenientemente grafado com a letra "-z-", mas essa
letra não ocorre na grafia adequada de "papeisinhos".
e. um sinônimo de indignidade está adequadamente grafado assim: "pequenez".

12. ( Prefeitura de Lauro Muller – SC) Observe as frases abaixo e assinale a alternativa
em que a palavra em negrito é um substantivo comum de dois gêneros:
b. A criança é um ser inocente e puro.
c. O artista realizou um belo trabalho no palco.
d. O indivíduo apresentou atitude suspeita.
e. Nenhuma das alternativas.
13. (Prefeitura de Piraúba – MG) Assinale a alternativa onde tenha palavras que não
sejam substantivos.
a. Menino / elefante / presidente.
b. Sacerdote / aviador / cantor.
c. Senador / doutor / avô.
d. Bom / forte / feliz.
e. Casa / gato / fósforo.
14. Leia o texto abaixo:
ANTIGAMENTE
Antigamente as moças chamavam-se “mademoiselles” e eram todas mimosas e muito
prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas,
mesmo não sendo rapagões, faziam-lhe pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam
longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da
chuva e ir pregar em outra freguesia.
As pessoas, quando corriam, antigamente, era para tirar o pai da forca, e não caíam de
cavalo magro. Algumas jogavam verde para colher maduro, e sabiam com quantos
paus se faz uma canoa. O que não impedia que, nesse entremente, esse ou aquele
embarcasse em canoa furada. Encontravam alguém que lhes passava a manta e
azulava, dando às de Vila-Diogo.
Os mais idosos, depois da janta, faziam o quilo, saindo para tomar a fresca; e também
tomavam cautela de não apanhar o sereno. Os mais jovens, esses iam ao animatógrafo,
chupando balas de alteia. Ou sonhavam em andar de aeroplano. Estes, de pouco siso,
se metiam em camisa de onze varas e até em calças pardas; não admira que dessem
com os burros n’água.
Havia os que tomavam chá em criança e, ao visitarem uma família da maior
consideração, sabiam cuspir na escarradeira. Se mandavam seus respeitos a alguém,
o portador garantia-lhes: “Farei presente”. Outros, ao cruzarem com um sacerdote,
tiravam o chapéu, exclamando: “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”; ao que o
cumprimentado respondia: “Para sempre seja louvado”. E os eruditos, se alguém
espirrava – sinal de defluxo – eram impelidos a exortar: Dominus tecum.
Embora sem saber da missa a metade, os presunçosos queriam ensinar padre-nosso
ao vigário, e com isso punham a mão em cumbuca. Era natural que com eles se
perdesse a tramontana. A pessoa cheia de melindres ficava sentida com a desfeita que
lhe faziam quando, por exemplo, insinuavam que seu filho era artioso. É verdade que
às vezes os meninos eram encapetados, e chegavam a pitar escondido atrás da igreja.
As meninas não: verdadeiros cromos, umas teteias.
Antigamente, certos tipos faziam negócios e ficavam a ver navios; outros eram pegados
com a boca na botija, contavam tudo tintim-por-tintim e iam comer o pão que o diabo
amassou, lá onde Judas perdeu as botas.
Uns raros amarravam cachorros com linguiça. E alguns ouviam cantar o galo, mas não
sabiam onde. As famílias faziam sortimento na venda, tinham conta no carniceiro e
arrematavam qualquer quitanda que passasse à porta, desde que o moleque do
tabuleiro, quase sempre um “cabrito”, não tivesse catinga. Acolhiam com satisfação a
visita do cometa, que, andando por ceca e meca, traziam as novidades “de baixo”, ou
seja, do Rio de Janeiro. Ele vinha dar uma prosa e deixar presente ao dono da casa um
canivete roscofe. As donzelas punham carmim e chegavam à sacada para vê-lo apear
do macho faceiro. Infelizmente, alguns eram mais que velhacos: eram grandessíssimos
tratantes.
Acontecia o indivíduo apanhar uma constipação; ficando perrengue, mandava um
próprio chamar o doutor e, depois, ia à botica para aviar a receita, de cápsulas ou pílulas
fedorentas. Doença nefasta era a phtysica.
Antigamente os sobrados tinham assombrações; os meninos, lombrigas; asthma, os
gatos; os homens portavam ceroulas, botinas e capa de goma; a casimira tinha de ser
superior e mesmo X.P.T.O. London; não havia fotógrafos, mas retratistas e os cristãos
não morriam: descansavam.
Mas tudo isso era antigamente, isto é, outrora.
(Carlos Drummond de Andrade, Quadrante 1. 4ª Edição, Rio de Janeiro, Editora do
Autor, 1966)

Para evitar repetições, o pronome “Algumas” (em destaque no texto) substituiu o


substantivo:
a. Janotas
b. Pessoas
c. Moças
d. Mademoiselles
e. Primaveras

Gabarito
5 e, 6 a, 7 c, 8 d, 9 b, 10 c, 11. E, 12. B, 13. D,14. b