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SUMÁRIO

1.OBJETIVOS Pág 2

2.MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS Pág 2

3.INTRODUÇÃO Pág 3

4. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Pág 9

5. CONCLUSÃO Pág 16

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Pág 17


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1.OBJETIVOS

• Projetar um circuito combinacional capaz de executar a operação de soma


entre dois números binários de 2 bits.

• Indicar o OverFull através de uma Led.

• Exibir o resultado da operação em um display de LCD sete seguimentos.


Através de uma transferência paralela de dados fornecida por uma
combinação de Flip Flop’s, que deverão armazenar os dados e envia-los
simultaneamente para o circuito combinacional.

2. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

• Protoboard

• CI´s: 74LS86 (XOR), 74LS08(AND),74LS02 e 74LS32

• Decodificador conversor BCD 7 segmentos 74LS47

• Registrador 74LS174 Flip-Flop tipo D

• Display de 7 segmentos catodo comum

• Led’s (3 vermelhas)

• Resistores de 10 kΩ e 320 Ω

• Botoeiras normalmente aberta (NA)

• Duas protoboard 165(A) x 54 (L) x 10 (P)mm

• Chaves Switch

• Fonte CC 5 volts

• Fios para as ligações


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3. INTRODUÇÃO

CIRCUITO LOGICO

O circuito lógico de um sistema digital pode ser de dois tipos:


Combinacionais ou Sequencias. Os circuitos combinacionais tem como finalidade
executar uma expressão booleana através da interligação de variadas portas lógicas
existentes, sendo que as saídas dependem única e exclusivamente das entradas.
Este tipo de circuito é construído apenas por combinações de portas lógicas
onde a saída de uma porta pode ser ligada à entrada de outra porta formando uma
sequência que vai diretamente das entradas do circuito até suas saídas.

Figura 1 – Diagrama Genérico de um Circuito Combinacional

Pode-se descrever um circuito combinacional através de uma tabela


verdade que possibilita mostrar as relações binárias entre os sinais de entrada e
saída. Um circuito combinacional não possui característica de memória, por isso
sua saída depende apenas dos valores atuais das entradas. Este circuito constitui
um subsistema digital, ou seja, parte de um sistema maior e mais complexo.

Um circuito combinacional pode ser construído a partir dos seguintes


passos:

• Identificação do problema (entradas e saídas)

• Construção da tabela verdade

• Obtenção da função (preferencialmente de forma minimizada)

• Representação por diagrama de portas


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Um circuito combinacional aritmético é um circuito que utiliza operações


aritméticas com números binárias, onde geralmente são somados e subtraídos.
Existem Circuitos que realizam operação de forma individual como:
somadores completo que é o objetivo desse projeto, subtratores completos e meio-
subtratores.

SOMADOR COMPLETO

O somador completo permite realizar a soma de números binários com mais de um


algarismo pois ela possibilita a introdução de transporte de entrada proveniente da
coluna anterior (carry in), produzindo uma soma e um bit na saída (carry out). A
tabela verdade segue as regras de adição binária.

Figura 2 – Diagrama de blocos e a Tabela-Verdade para um Somador Completo

A soma é “1” cada vez que o número total de “1s” nas entradas A, B e Carry de entrada
(Carry in) e n for ímpar. Isso é análogo a um gerador de paridade par, como mostrado na
Figura 3.

Figura 3 – Operação de soma num somador completo


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REGISTRADOR/FLIP FLOP – TRANSFERENCIA PARALELA DE DADOS

Transferência Dados - Registrador

Uma rápida definição para Circuitos registadores é que eles consistem em


Circuitos capazes de armazenar dados binário.
A utilização mais comum dos Flip-Flops (FF's) é no armazenamento de
dados binários, na qual são dados geralmente armazenados em grupos de FF's
denominados de Registradores.
O registrador utilizado para este projeto consiste basicamente de um grupo
de flip-flops tipo D que atua em um armazenamento de dados binários, pelo fato
de um FF ter a capacidade de armazenar somente um bit, e de realizar a
transferência dele.

Figura 4 - Flip-Flop Tipo D no armazenamento de 1 bit.

O grupo de FF é organizado de modo que os números binários a serem


armazenados sejam deslocados de um FF para o FF seguinte, a cada pulso de
clock.

Transferência Paralela de Dados

O grupo de FF tem de ser organizado de uma forma que o dado binário a


ser armazenado seja transferido simultaneamente para todos os FF, com a
aplicação de apenas 1 pulso de transferência ou clock.
Vale destacar que a transferência paralela de dados entre registradores não
altera o conteúdo da fonte, enquanto na transferência serial altera gradativamente o
valor do registrador que atua como fonte de dados.
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Figura 5 - Registrador Paralelo em Série

Para escolher o tipo ideal de transferência, paralela ou serial, tem que se


analisar as condições de aplicações e as especificações fornecidas. Segue abaixo
na tabela comparativa 1, que expõe as duas principais diferenças entre as
transferências de dados paralela e serial.

Tabela 1 – Tabela Comparativa de Transferência Paralela e Serial de dados.


PARALELA SERIAL

• Todas as informações são • A transferência completa de N bits,


transferidas simultaneamente na necessita de N pulsos de clock
ocorrência de um único pulso de
transferência, não importando o
• MENOR VELOCIDADE.
número de bits que estejam sendo
transferidos
MAIOR VELOCIDADE.

Requer um maior número de Necessita de apenas uma conexão


conexões entre TX e RX entre TX e RX MENOR CUSTO.
MAIOR CUSTO.
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Pode-se notar nas diferenças entre o modo serial e o modo paralelo que o
modo paralelo fornece simultaneamente a entrada e/ou saída dos bits, sendo mais
rápido, porém exige mais linhas de entrada e/ou saída (mais circuitos ligados ao
registrador). No modo serial os bits deslocam-se em sincronia, sendo mais lento
porque no intervalo de tempo em que um bit é deslocado no modo paralelo pode
ser deslocado mais de um bit, mas o serial exige somente um circuito ligado à
entrada e/ou saída do registrador.

CIRCUITO ARITMÉTICO

Esta etapa é destinada a execução de um circuito logico capas e realizar a


soma entre dois úmeros binários de 2 bits cada, resultando em um numero binário
de 2 bits, sendo indicado quando houver um overfull através de um led. Estas
operações são representadas por uma combinação entre circuito integrados capazes
de associar os valores de entradas de tal maneiro que ocorra a operação.

DECODIFICADOR 7474

Circuitos digitais são projetados em base binária, “0” e “1”, utilizando a


álgebra Booleana. A informação é processada na forma binária o que por vezes
impede que o usuário visualize a informação. Com o aumento do número de bits
tornasse uma tarefa difícil interpretar informações na forma de “0” e “1”. Surge
então a necessidade de circuitos que possam decodificar a informação na forma
binária para um formato que o usuário esteja mais familiarizado, como por
exemplo a base decimal.

É possível converter a informação na base binária para a base decimal


através de determinados circuitos denominados de “decodificadores BCD” e
representar a informação num display de 7 segmentos.

Entre os dois modelos de display de 7 segmentos, catodo comum e anodo


comum, optou-se pelo display de catodo comum para a elaboração do projeto.
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Catodo Comum Anodo Comum

Figura 6- Display de set segmentos

Fonte: https://arduinoexamples.wordpress.com/2012/10/06/display-de-7-segmentos-
1digito/

O DM74LS47 é um decodificador BCD para 7 segmentos indicado para


displays de LEDs de catodo comum.

Figura 7- DM74LS47

O terminal LT (Lamp Test ou teste do display) no nível lógico baixo faz


com que todas as saídas mudem para o nível baixo, fazendo com que todos os
segmentos do display acendam. Com isso é possível verificar se ele está em bom
estado. Em funcionamento normal o terminal LT deve ser mantido no nível alto.
Outra saída importante é a RBI (Ripple Blank Input) que faz com que os zeros à
esquerda sejam apagados quando são usados diversos contadores. A saída RB0
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(Ripple Blank Output) serve para a ligação em série de diversos blocos contadores
de modo a ser obtido um conjunto com vários dígitos.

4. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

FONTE DE TENSÃO DE 5V
Primeiramente, usou-se uma fonte de tensão residencial comum de 200V rms e
60Hz, seguida de um transformador que possui uma relação de espiras de 44/1 o que faz com
que entregue na sua saída sendo alimentado pelos 220V um tensão de 5V rms. Em seguida
temos uma ponte retificadora composta por quatro diodos que formam uma ponte de onda
completa, todos de modelo 1N4007, que são comumente utilizados em circuitos retificadores,
principalmente porque eles têm a capacidade de suportar altas tensões de até 1000V.
Para este projeto, é mais que suficiente para sua utilização neste circuito, já que
estes diodos estarão submetidos a uma tensão de pico de 7V da saída do transformador,
através do seguinte cálculo: (Vsaída. ). Justamente este valor de pico será o que permanecerá

na saída da ponte retificadora, porém o circuito deve apresentar uma tensão de 5V na saída,
logo devido a isso se faz necessário a utilização de um regulador de tensão. O regulador de
tensão utilizado neste projeto foi o de modelo 78LM05, pois o mesmo mantém continuamente
em sua saída uma tensão de aproximadamente 5V, gerada através de um circuito integrado
interno do regulador de tensão formado por diferentes transistores, capacitores, resistores,
diodos, e esse circuito integrado que será responsável por fazer com que a tensão na saída se
mantenha com o valor constante.

CODIFICADOR
Em seguida, montou-se um codificador de prioridade onde conspirou-se as demais
condições como over-flow e estes como 0 para que não houvesse interferências, e montou-se
a tabela verdade que está representada na tabela 2:

Tabela 2 – Codificador de prioridade

AO 1B 2C 3D X1 X2
1 0 0 0 0 0
10

0 1 0 0 0 1
0 0 1 0 1 0
0 0 0 1 1 1

Em seguida, montou-se o mapa k com as suas respetivas combinações e


descobriu-se as expressões de acordo com a tabela 3.

Tabela 3 – Mapa K para o codificador X1

X1= (C D)

Tabela 4 – Mapa K para o codificador X2

X2 = (B D)
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REGISTRADOR

Figura 8- Registrador
Fez-se várias simulações deste registrador mostrado na figura 8, usou-se o
programa multisim. O circuito gerado é constituído de 4 flip-flops tipo dois para o primeiro
codificador e dois para o segundo correspondente dos quatro bits, em que os dois primeiros
flip-flop estão em paralelo com os outros dois. Os valores de entrada já codificados são
recebidos pelas entradas X1 e X2 e serão primeiramente armazenados nas entradas dos dois
primeiros flip-flops simultaneamente com os dois últimos paralelos a esses. Ao ativar o botão
de soma (“+” ) este emitirá um pulso que servirá como clock fazendo com que, por serem do
tipo D, os valores armazenados nas entradas dos dois primeiros flip-flops sejam registrados na
saída, que consequentemente passarão a ser armazenados na entrada dos dois primeiros flip
flops paralelos a esses.
Ao receber-se os segundos valores codificados nas entradas X1 e X2, novamente
serão simultaneamente armazenados nos dois primeiros flip-flops assim como nos dois
últimos paralelos a esses. No entanto, como os dois últimos não tiveram seus clocks ativados
na primeira entrada dos valores codificados, estes foram armazenados apenas
temporariamente, e no momento em que receberam os segundos valores codificados passaram
a armazenar estes em suas entradas. Conforme o botão de igual (“=”) é pressionado este
emitirá um pulso que atuará como ativação do clock que está interligando os quatro flip-flops
posteriores aos dois primeiros, fazendo com que todas as entradas desses sejam registradas em
suas respectivas saídas de forma síncrona, onde esses valores das saídas serão encaminhados
para o somador de 2 bits.
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SOMADOR

Para a produção do circuito somador de 2 bits, no projeto, esse circuito foi


duplicado. Utilizou-se a tabela mostrada abaixo. Na mesma, valores maiores que três eram
desconsiderados, uma vez que ocorreria estouro de memória.
X Y
X1 X2 Y1 Y2 D C B A
0 0 0 0 0 0 0 0
0 0 0 1 0 0 0 1
0 0 1 0 0 0 1 0
0 0 1 1 0 0 1 1
0 1 0 0 0 0 0 1
0 1 0 1 0 0 1 0
0 1 1 0 0 0 1 1
0 1 1 1 0 1 X X
1 0 0 0 0 0 1 0
1 0 0 1 0 0 1 1
1 0 1 0 0 1 x X
1 0 1 1 0 1 x X
1 1 0 0 0 0 1 1
1 1 0 1 0 1 x X
1 1 1 0 0 1 x X
1 1 1 1 0 1 x x
Tabela 5- Tabela verdade de

Através da tabela verdade mostrada acima, montou-se os mapas k para cada saída
juntamente com a expressão de saída.
Tabela 6 – Mapa K para Xo.

Xo = AC + BD (AB + C)
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Tabela 7 – Mapa K para X1

X1= C + A + BD

Tabela 8 – Mapa K para X2


X2 = BCD+D+CD
=B D

Figura 9 - Somador completo

DECODIFICADOR

Após a elaboração da tabela verdade e a simplificação das expressões pelo


mapa de Karnaugh foi projetado o circuito decodificador para representar números de
até dois bits.
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Figura - 10 Decodificador

Considerando alguns fatores foi abandonado a ideia de implementar o


circuito do decodificador e decidiu-se substituir o circuito pelo chip DM74LS47,
simplificando assim parte do projeto. Durante a simulação no multisim o projeto
foi construído com um único display de 7 segmentos de anodo comum, conforme
mostra a figura a baixo.

Figura 11- Display de 7 segmentos ligadas no flip-flop que tem entradas


para leds

Com projeto concluído fez-se as conexões entre as partes, fonte de tenção,


codificador, registrador, somador, decodificador e por fim display de 7
seguimentos como mostra a figura abaixo.
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Figura 12- Projeto no muiltisim concluído

Figura 13 – Sendo montado


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5. CONCLUSÃO

Concluímos que ao final do projeto a simulação foi bem sucedida e que


todas os procedimentos envolvendo tabelas verdades e mapas de Karnaugh foram
bem executados.
O principal objetivo do projeto Somador de 2 bits foi mostrar o
funcionamento básico de uma calculadora, sendo a função de armazenar dados e
processá-los simultaneamente. Uma das principais funções do projeto está contida
nos Flip-Flops, que tem a função de armazenar as variáveis de entrada e executá-
las simultaneamente ao sinal de Clock. Em seguida essas variáveis foram
transferidas ao sistema aritmético do projeto para que pudessem ser somadas
dependendo da variável de entrada. Sendo posteriormente decodificadas através do
circuito integrado BCD para que o seu resultado pudesse ser visualizado pelo
usuário no Display 7 Segmentos catodo comum.
Além da montagem do circuito, foi necessário fazermos um Retificador
para que a tensão do transformador pudesse ser baixada de 12V para 5V.
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6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

WAGNER, Flávio Rech; REIS, André Inácio; RIBAS, Renato Perez.


Fundamentos de Circuitos Digitais. Porto Alegre: Instituto de Informática da
UFRGS. Editora Sagra Luzzatto, 2006.

TOCCI, Ronald J., Neals S. Widmer, Gregory L. Moss. Sistemas Digitais:


Principio e Aplicação.

BOYLESTAD, R. L.; Introdução à Análise de Circuitos, 10ª ed., Pearson, 2004.

JOHNSON Indutância, Circuitos de primeira ordem., D. E.; HILBURN, J. L.; JOHNSON,


J. R.; Fundamentos de Análise de Circuito Elétricos, 4ª ed., LTC, 1994.

NILSSON, J. W., RIEDEL, S. A.; Circuito Elétricos, 8ª ed., Pearson, 2009.

ALEXANDER, Charles K.; SADIKU, Matthew O. N.; Fundamentos de


Circuitos Elétricos, 3° ed., Artmed Editora S.A., 2003.

TAUB, H. Circuitos Digitais e Microprocessadores. McGraw-Hill, 1982.

Curso de Lógica Sequencial Cap. 3: Circuitos Sequenciais I: Registradores. Prof.


Marcelo Wendling. https://arduinoexamples.wordpress.com/2012/10/06/display-
de-7-segmentos-1-digito/

http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/eletronica-digital/103-licao-
12decodificadores-e-displays

http://www.digchip.com/datasheets/parts/datasheet/161/DM74LS47-pdf.php