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OTI0001- Óptica Física

Lúcio Minoru Tozawa


dfi2lmt@joinville.udesc.br

UDESC – CCT - DFI

Aula 11

Interferência. Experimento de
Young
A Experiência de Young

• Demonstração experimental de que a luz é um fenômeno ondulatório.


• Duas ondas luminosas podem interferir uma com a outra.
a) Fonte monocromática atravessa duas fendas, S1 e S2.
b) Forma figura de interferência no anteparo, com padrão de regiões claras
e escuras.

A Experiência de Young

a) Interferência construtiva acontece no ponto P, exatamente na meia-distância


entre as fendas, quando as ondas combinam construtivamente por estarem
exatamente em fase. Aparece região clara no anteparo.
b) Interferência construtiva também acontece no ponto Q. As ondas tem
defasagem de múltiplos inteiros do comprimento de onda ((m)λ, m = inteiros).
c) Interferência destrutiva ocorre no ponto R, quando há defasagem nas duas
ondas por múltiplos semi-inteiros do comprimento de onda ((m+1/2)λ, m =
inteiros) onde aparece região escura no anteparo.
A Experiência de Young

a) Os raios luminosos que partem de S1 e S2 se combinam no ponto P, um ponto


arbitrário situado a uma distância y do centro da tela O. O ângulo θ também pode
ser usado para definir a localização de P.
b) Para L>>d, (e d >> λ) podemos supor que os raios r1 e r2 são aproximadamente
paralelos e fazem um ângulo θ com uma reta perpendicular aos planos das telas.
• A diferença entre os percursos dos dois raios é δ = r2 - r1 = dsenθ.

A Experiência de Young

• A diferença entre os percursos dos dois raios é δ = r2 - r1 = dsenθ.


Interferência Construtiva:
dsenθ = mλ , para m = 0,1,2,... (máxima)
Interferência Destrutiva:

dsenθ = (m + 1 / 2)λ , para m = 0,1,2,... (mínima)


A Experiência de Young

Para ângulo pequeno tan θ ≈ senθ , do triângulo retângulo OPQ temos:


y = L tan θ ≈ Lsenθ
Posição das regiões claras: λL
y ≈ Lsenθ → y = m m = 0,1,2,...
d
Posição das regiões escuras: λL
y ≈ Lsenθ → y = (m + 1 / 2) m = 0,1,2,...
d

Intensidade das Franjas de Interferência


• Supomos que as componentes do campo
elétrico associado às ondas luminosas
que chegam ao ponto P passando pelas
duas fendas sejam dadas por:
E1 = Em sen(ωt )
E2 = Em sen(ωt + φ )
• Essas duas ondas se combinam no ponto
P para produzir uma iluminação de
intensidade I dada por:
φ 
I = 4 I 0 cos2  
2
2πd
onde φ= senθ
λ
Intensidade das Franjas de Interferência

φ  2πd
I = 4 I 0 cos2   φ= senθ
2 λ
Os máximos de intensidade ocorrem quando:
1
φ = mπ , para m = 0,1,2...
2
2πd
2mπ = senθ , para m = 0,1,2,...
λ
dsenθ = mλ , para m = 0,1,2,...
Os mínimos de intensidade ocorrem quando:
1
φ = (m + 1 / 2)π , para m = 0,1,2...
2

dsenθ = (m + 1 / 2)λ , para m = 0,1,2,...

Método de fasores

a) Uma perturbação periódica E1 =E0senωt pode ser representada pela projeção


de um fasor. O fasor é um vetor E0 que gira no sentido anti-horário.
b) Diagrama de fasor para E2 =E0sen(ωt+Φ) .
c) O fasor ER representa a combinação das ondas dos itens (a) e (b).
Método de fasores
φ
Da geometria: cos α =
ER / 2
→ E R = 2 E0 cos α α=
E0 2

φ 
ER = 2 E0 cos 
2
φ 
Elevando ao quadrado: ER2 = 4 E02 cos2  
2
φ 
Como I α E:2 I = 4 I 0 cos 2  
2

Diferença de percurso: δ = dsenθ

δ φ 2πδ 2πd
= →φ = ⇒φ = senθ
λ 2π λ λ