Anda di halaman 1dari 77

Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS

Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica

Coletores térmicos de concentração

2º. semestre, 2017

Por quê concentrar?

2

Coletores concentradores

v  Para muitas aplicações é desejável fornecer energia a temperaturas
maiores que aquelas possíveis com coletores planos;
v  Uma das possibilidades é através da diminuição da área na qual as
perdas térmicas ocorrem. Isso é feito interpondo um dispositivo ótico
entre a fonte de radiação e a superfície absorvedora de energia. Além
disso, menores absorvedores correspondem à menores perdas
térmicas quando comparados aos coletores planos operando na
mesma temperatura do absorvedor;
v  Os concentradores podem ser divididos em: (a) não formadores de
imagem (ou anidólicos) ou formadores de imagem. Além disso podem
ser divididos em refletores ou refratores; ou em convexos, planos e
côncavos, ou com ou sem cobertura; e ainda com seguimento ou
estático.

3

Algumas configurações de coletores concentradores 4 .

definida como a razão entre o fluxo de radiação na abertura em relação ao fluxo de radiação no absorvedor. conforme: Ia C flux = 5 Ir . Relação de concentração Existem duas definições de relação (ou fator) de concentração. definida por: Aa C = C geo = Ar onde Aa é a área de abertura e Ar é a área do receptor. A primeira delas é geométrica. que é a mais utilizada para sistemas térmicos de concentração. Outra definição que pode ser empregada é chamada de relação de concentração de fluxo.

Solar engineering of thermal process.Rabl. Comparision of solar concentrators. v. A. 93-xx. Solar Energy. Relação de concentração v  A relação de concentração tem um limite superior que depende se a concentração é tridimensional (concentradores circulares ou paraboloides) ou bidimensional (linear) tal como em um concentrador de calha parabólica. 18. Ed. Hoboken: John Wiley.. Ver derivação em Duffie e Beckman (2006). baseado na 2ª. conforme mostrado na figura abaixo: Ar Aa onde θs é o semi-ângulo de aceitação (ângulo de aceitação é 2θs i. W. . 3ª. sem movimentá-lo). Beckman. Lei da Termodinâmica aplicada a uma transferência de calor por radiação entre o Sol e o receptor. v  Como mostrado por Rabl (1976). 6 . pp.A. J.é.Duffie.A. 1976.. a faixa angular sob a qual todos ou quase todos os raios são aceitos pela abertura do concentrador. . 2006.

7 mrad (θs = 0.2 D = sin θ s Como o semi-ângulo sólido do Sol é de Δs = 4.000. 7 .3D = sin 2 θ s θs e para um concentrador 2D é dada por: 1 Cmax.Relação de concentração v  A máxima relação de concentração para um concentrador 3D é dada por: 1 Cmax. enquanto para concentradores 2D é de ≈ 212.27°). a máxima relação de concentração para concentradores circulares (3D) é de ≈ 45.

Assim. A área sombreada corresponde a eficiências entre 40 e 60%. 8 . valores maiores de C resultarão em ganhos úteis. A curva “lower limit” da figura acima representa as relações de concentração na qual as perdas térmicas se igualam com a energia absorvida. Relação de concentração v  Quanto maior é a temperatura na qual a energia deverá ser fornecida. maior deverá ser a relação de concentração e mais precisa deverá ser a ótica do concentrador e de seu sistema de orientação. representando faixas de operação.

9 . como consequência. v  Devido aos efeitos de dispersão da radiação na atmosfera. Relação de concentração v  Na prática. a relação de concentração diminui) em função de: v  Concentradores convencionais são baseados em sistemas óticos que se afastam muito da condição de limite termodinâmico por fatores de 2 a 4. parte significativa da radiação solar vem de outras direções do hemisfério celeste. o ângulo de aceitação deverá ser aumentado (e. além do disco solar. v  Nenhuma lente ou material de fabricação dos espelhos é perfeitamente especular. v  Erros de seguimento ou no contorno dos espelhos e no alinhamento dos receptores obrigam a trabalhar com ângulos de aceitação maiores que os do Sol. obrigando o aumento do ângulo de aceitação.

v  Um destes concentradores é chamado de CPC (compoud parabolic concentrator) ou concentrador parabólico composto.genuineholographics.com 369 10 . Concentradores não formadores de imagem . Layout d1 1 Ci = = d 2 sin θ c www.anidólicos v  Como o nome diz. mas sim distribuem todas as partes do disco solar em todas as partes do absorvedor. Na figura abaixo é mostrada a seção transversal de um CPC simétrico não truncado. não produzem uma imagem claramente definida do Sol no absorvedor.

OPTICS IN SOLAR ENERGY 11 FIGURE 2. A radiação difusa dentro desse ângulo também é considerada útil para 12 NONIMAGING o concentrador. dentro do ângulo de aceitação.2: Two-dimensional (trough-shaped) CPC reflectors for four absorber configurations as .anidólicos v  Este concentrador tem a capacidade de refletir para o receptor toda a radiação incidente na apertura. Concentradores não formadores de imagem .

5° terá Ci = 2. These matters are discussed in more detail in by Welford and Win- on (1989). and McIntire. Ci = 4.anidólicos ometimes but rarely) more “Vee grooves. 12 . and that of the normal to the trough apertures is tilted downward from the zenith by an (sazonais) e por isso chamado de concentrador estático. The long axis of the CPC troughs is aligned in an east–west v  Este concentrador pode ser utilizado com um mínimo de ajuste de seguimento irection.75°.” which have the effect of increasing the throughput to ompensate for some or most of the losses in the extended cusp solution (see O’Gallagher. concentrated. CPCs 17 hus begin outside r2. The angular acceptance is a wedge of half-angle ±qc. ngle equal to the latitude angle. Winston.6 CPCv  UmGEOMETRY SOLAR CPC ideal com um semi-ângulo de aceitação de 23. With CPCs. he fundamental improvement provided by nonimaging optics in general and CPCs in particular is n increase in the field of view for a given geometric concentration.6. Rabl. There are several ways to do this. all of the direct solar radiation is collected. This wedge aces out an “orange slice” on the celestial sphere. the most ommon is illustrated in Figure 2.91. and whenever the sun’s path lies within this or- nge slice. this allows useful oncentration to be achieved without active tracking. 1980).6: The basic deployment geometry for an east–west-aligned CPC in the northern hemi- phere is illustrated (as viewed looking east). and the bottom of the absorber tube is viewed by a “cavity” formed by one or Concentradores não formadores de imagem . IGURE 2.51 e um com semi-ângulo de aceitação de 11. and delivered to the absorber. .

economizando área de refletor mas sem grande impacto no seu desempenho. o concentrador pode ser truncado de uma altura h para uma altura hT. os refletores pouco contribuem para que a radiação alcance o absorvedor. v  Assim. Concentradores não formadores de imagem . as superfícies são paralelas em relação ao plano central de simetria do concentrador e. 13 .anidólicos v  Na parte superior das parábolas de um CPC. dessa forma.

Δ é o erro angular da superfície... que atinge o absorvedor..) CPC com erros de superfície..anidólicos v  A figura abaixo mostra a fração da radiação incidente na abertura de um concentrador com semi-ângulo de abertura θc em função do ângulo θ.. Concentradores não formadores de imagem . (----) CPC truncado sem erro de superfície e (. 14 .. Nessa figura. (_____ ) CPC sem erro de superfície..

Water goes in and out of the rows by a series of collectors connected in a row. A complete module is formed may have. This leads to a choice based on collector construction and production dry-out rain water and avoid its accumulation in the CPC troughs. The through two manifolds at opposite ends. Water flows simultaneous- frame supporting 16 parallel 1. The structure CPC produced by AO SOL. each with an appropriate connector for the adja- Iguaçu. 4. Collectors are connected in series The CPC reflector is made of highly reflective using HDPE quick connections between glass anodised aluminium sheet held by a galvanised reactor tube absorbers.anidólicos Low temperatu (T<10 v  Exemplos de concentradores CPC truncados: Present product: lower temperature Compound parabolic concentrator technology development to commercial solar detoxification applications 323 applications (T<100ºC) PC produced by AO SOL. Concentradores não formadores de imagem .October 2005 ly through all parallel tubes and there is no limit to the number of collector components modules cent tube (Fig.pt C=1. that.pt economics. One-sun CPC design and effect of reflection on absorber glass. 15 . 5).aosol. even with a gap between the inner reactor wall and the cusp.aosol. Portugal www. Portu glass (which acts like a radiation trap). because of refraction on the final prototype plant consists of E–W oriented parallel rows of 21 collectors each. resulting was slightly tilted (1%) in the same direction to optical loss is negligible. Final system design is complete- www. ly modular.12 ( =56 and c=76) Fig.5-m-long tubes.

lineares. Concentradores de calha parabólica v  Concentradores tipo calha parabólica (CCP) ou também chamados de cilindro parabólicos. São utilizados para relações de concentração intermediárias e faixa de temperatura entre 100 até 500 °C. O absorvedor geralmente é cilíndrico e envolto por uma cobertura de tubo evacuado. são concentradores formadores de imagem. 16 . com seção transversal parabólica.

Quando comparada com outras electricity in a conventional way. ceramics. que recebe a radiação concentrada e transfere esta energia sob a forma de calor para um fluido de trabalho. Solar heat collected during the day can also be stored in liquid or four main types of commercial CSP technologies: torres solares). solid media such as molten salts. discos parabólicos/Stirling ou steam or gas turbine or a Stirling engine. and achie working temperatures of up to 550°C while point temperature heat. acoplada a um gerador.qxd:Layout 1 28/5/09 06:40 Page 15 Greenpeace Concentrating Section Concentradores de calha parabólica International. How it works – the technologies The concentrating mirror systems used in CSP pla A range of technologies can be used to concentrate are either line or point-focussing systems. for example. it can be line-concentrating. Line sy v  Essa tecnologia corresponde atualmente à maior fatia de sistemas CSP and collect sunlight and to turn it into medium to high concentrate radiation about 100 times. This heat is then used to create (Concentrating Solar Power) em operação.000 times and ac working temperatures of more than 1.000°C. The tecnologias de concentração (Fresnel linear. produz energia elétrica. using a can concentrate far more than 1. and central receivers and para extracted from the storage medium to keep the turbine dishes. whic or phase-changing salt mixtures. Central rec . which are point-concentrating. concrete parabolic troughs and linear fresnel 17 systems. At night. representam aproximadamente 90% da capacidade instalada.1: elemento Scheme of Concentrating absorvedor. No foco da parábola localiza-se Figureo1. SolarPACES and ESTELA Solar Power Outlook 2009 one v  O princípio de funcionamento de um CCP baseia-se na propriedade geométrica de que um espelho parabólico reflete para o foco os raios incidentes normais ao plano de abertura da parábola. solar collector and concentrating solar thermal power N station IO AT CONCENTRATING SOLAR THERMAL ENERGY DI RA COLLECTOR FIELD STORAGE AM BE R LA SO CT RECEIVER RE SOLAR FUEL DI HEAT ELECTRICTICY POWER CYCLE REFLECTOR STEAM v  Grandes campos de concentradores fornecem então a energia térmica necessária para a produção de vapor. 238_CSPGlobalOutlook2009A_W. Esse vapor escoando em uma turbina.

Concentradores de calha parabólica 18 .

Projetos atuais de CSP 19 http://www.nrel.gov/csp/solarpaces/by_country.cfm .

200 m2 e o sistema foi capaz de bombear 27. 20 . Shuman e o americano C. em 1880 e foi utilizado para operar um motor térmico a ar. A área de abertura total era de 1. a planta foi fechada em 1915. Guerra Mundial mas também devido ao baixo preço dos combustíveis.000 L/min.Concentradores de calha parabólica v  O primeiro coletor de calha parabólica conhecido foi construído por John Ericsson. Cada coletor possuía 62 m de comprimento e 4 m de abertura. devido o início da 1ª. foi obtida pelos alemães Wilhelm Meier e Adolf Remshardt. v  O inglês F.V. A primeira patente. em 1913. tornando mais rentável o uso de tecnologias de combustão. v  Apesar do sucesso. uma planta de 45 kW para bombeamento de água para irrigação em Meadi. As bombas eram acionadas com motores a vapor. no entanto. Egito. recebido dos coletores parabólicos. Boys construíram. v  em 1907 com a finalidade de produzir vapor.

no Egito. em 1913. 21 .Concentradores de calha parabólica Planta com CCP construída em Al Meadi.

v  Nove países membros do IEA participaram no projeto de construção de plantas de demonstração. Como resultado desse esforço: v  Entre 1977 e 1982 a companhia Acurex instalou sistemas de demonstração com coletores de calha parabólica nos EUA para aquecimento de processos. Espanha. com capacidade nominal de 500 kW. com 150 kWe.000 m2. totalizando quase 10. v  A primeira planta de potência moderna foi construída em 1979 em Coolidge (Arizona).Concentradores de calha parabólica v  O interesse por essa tecnologia voltou somente à partir de 1977 quando o Departamento de Energia dos EUA e também o Ministério de Pesquisa e Tecnologia da Alemanha começaram a financiar o desenvolvimento de equipamentos para aquecimento de processos e de bombeamento de água. na Plataforma Solar de Almería. 22 . em função dos elevados preços dos combustíveis fósseis. que foi posta em operação em 1981.

v  Em 1983. no Arizona. Califórnia. entraram em operação nos anos 1985 e 1986. subindo posteriormente para 80 MW. 23 . novos contratos foram firmados entre as duas companhias que resultaram na construção das plantas SEGS III a SEGS IX. para aquecimento de tanques eletrolíticos em uma companhia de processamento de cobre. a potência de cada planta foi limitada a 30 MW. chamadas de Solar Electric Generating System (SEGS) I e II. Esse sistema alcançou temperaturas maiores que 260 °C. Essas nove plantas totalizam 354 MW. com 5. a companhia Southern California Edison (SCE) assinou um acordo comercial com a Luz International Ltd. para comprar energia das primeiras duas plantas de potência com energia solar térmica que deveriam ser construídas no deserto de Mojave.Concentradores de calha parabólica v  O primeiro projeto financiado com recursos privados foi construído em 1983. Posteriormente. Essas plantas.580 m2 de coletores. No início.

SEGS Planta solar SEGS III – SEGS VII. 24 . localizadas na Califórnia. EUA.

SEGS 25 .

com capacidade de 64 MWe. quando entrou em operação a Nevada Solar One. em Nevada. entrou em operação. no sul da Espanha. a primeira planta comercial. está gerando eletricidade desde dezembro de 2008 e está localizada na província de Granada. entrou em operação em setembro de 2011. também com a mesma capacidade. com capacidade de 50 MWe. A outra planta.Concentradores de calha parabólica v  As plantas SEGS continuam em operação até hoje e foram importantes como experiência de projeto e operação. Andasol III. com a mesma capacidade. Andasol I. v  Na Europa. v  Nova expansão da capacidade instalada de plantas de potência utilizando concentradores de calha parabólica aconteceu somente à partir de 2007. Em 2009 a planta Andasol II. 26 .

as plantas podem operar quase 24 h/dia.5 enquanto que plantas com armazenamento térmico podem chegar 3. Em termos de área de concentradores é considerada a maior planta do mundo. m 2 Múltiplo solar (SM) = área de abertura necessária para alimentar uma turbina na capacidade nominal∗ .5. No verão. 27 . O calor pode ser armazenado para atender a 7. área de abertura do campo solar. m 2 * Com irradiação solar máxima de 1000 W/m2 v  Em função das perdas térmicas. plantas sem armazenamento térmico possuem múltiplos solares entre 1.5 h de carga total.1 a 1. O múltiplo solar é igual a 2.Concentradores de calha parabólica v  Essas unidades foram as primeiras plantas comerciais a utilizar grande armazenamento térmico.

Concentradores de calha parabólica 28 .

v  Fator de concentração igual a 8. v  Eficiência da planta: 28% (eficiência pico) e 15% em média anual. 29 .Andasol v  Eficiência óptica de aproximadamente 70% (eficiência pico) e de aproximadamente 50% em media anual. v  Temperatura de operação: 400 °C.

Andasol 30 .

Andasol 31 .

Andasol 32 .

Andasol 33 .

Andasol 34 .

v  Os tanques operam à pressão atmosférica. v  O armazenamento permite operar a turbina mais 7. os nitratos serão cristalizados e removidos no seu estado bruto para uso na agricultura. medindo 14 m de altura e 36 m de diâmetro.Andasol v  Dois tanques por planta utilizando uma mistura de nitratos: 60% de NaNO3 e 40% de KNO3.5 h. v  No final da vida da planta. A faixa de operação dos tanques é de 290 °C (frio) e 390 °C (quente) . por exemplo. 35 .

Concentradores de calha parabólica v  Além de produção de eletricidade. Egito. Hoje existem diversas empresas produzindo concentradores para essas aplicações. foi instalada uma planta com 1. 36 .330 kW de capacidade. com 1. v  Em uma indústria farmacêutica. no Cairo. produzindo vapor a 173 °C e pressão de 8 bar.900 m2 de área de coletores. cujo tamanho é menor do que os utilizados para geração de eletricidade. na faixa de 150 a 250 °C. concentradores de calha parabólica podem ser utilizados para fornecer calor de processo para uso industrial.

4 MW.Concentradores de calha parabólica v  Por exemplo. operando desde dezembro de 2014 na cidade de Forlì (Forlì Città Solare). 37 . é utilizada para aquecimento distrital.800 m2 de área de coletores. na temperatura de 175 °C. Soltigua. Uma das instalações. com capacidade de 1. uma empresa italiana. produz concentradores para essas aplicações. Possui 2.

Concentradores de calha parabólica 38 .

isso é.Concentradores formadores de imagem: lineares v  O concentrador de calha parabólica ou cilindro parabólico possui uma seção transversal cujo formato é uma parte de uma parábola ou melhor ainda é uma seção simétrica de uma parábola em torno de seu vértice. 39 v  Todos os raios que entram paralelamente ao plano focal da parábola. A radiação que entra com raios paralelos ao plano óptico é refletido de tal forma que passa através da linha focal. independentemente de onde atingem o refletor. são refletidos ao ponto focal F. a distância entre o vértice da parábola e o ponto focal. 1 2 y= x 4f onde f é a distância focal. . v  Esse concentrador apresenta uma linha focal que consiste de pontos focais de cada seção transversal da parábola.

definida como a distância entre uma borda até a outra e o ângulo de borda. largura da abertura (ou somente abertura). distância focal.Concentradores formadores de imagem: lineares v  Quatro parâmetros descrevem geometricamente um concentrador calha parabólica: comprimento da calha. 40 .

Concentradores formadores de imagem: lineares

v  O comprimento da calha é um parâmetro de projeto, não necessitando outras
definições.

v  A distância focal f é a distância entre o ponto focal e o vértice da parábola, sendo
um parâmetro que determina completamente a parábola, conforme a equação
anterior.

41

Concentradores formadores de imagem: lineares

v  O ângulo de borda, ψ, é o ângulo formado entre o eixo óptico e a linha entre o
ponto focal e a borda do espelho. Esse parâmetro determina a forma da seção
transversal da parábola.

ψ

Nessa figura, a é a abertura da parábola.

v  Dois dos três parâmetros (ângulo de borda, abertura e distância focal) são
suficientes para definir a seção transversal da parábola (forma e tamanho).
Dessa forma:
a
f a 4 16
tanψ = ou alternativamente =− + + 16
2 f tanψ 2
1⎛ a ⎞ tan ψ
1 − ⎜⎜ ⎟⎟ 42
8⎝ f ⎠

Concentradores formadores de imagem: lineares

v  A figura abaixo representa a relação a/f em função do ângulo de borda, ψ.

ψ
v  Para qualquer ponto do refletor parabólico, o raio local do espelho é dado por:

2f
rr =
1 + cos φ

43

φ

Concentradores formadores de imagem: lineares v  O ângulo de borda. Para uma abertura fixa. uma vez que está relacionado às distâncias das diferentes partes do espelho. não deve ser muito pequeno nem muito grande. estas relações são apresentadas na figura abaixo: 44 . ψ.

v  Essa situação torna-se mais importante ao considerar que o espelho não é perfeito. Ou seja. aumentando a dispersão (aberração) desses raios em torno do absorvedor. o espelho será muito estreito. A maioria dos concentradores atuais utiliza uma abertura de 6 m e a distância focal correspondente a esses dois parâmetros 45 de 1. . o concentrador é mais caro mas esse incremento de custo não melhora seu desempenho energético. Isso acontece porque o Sol não é uma fonte pontual de radiação. as partes extremas do espelho apresentam uma contribuição baixa em termos de produção de energia em relação à área do espelho. v  Em ângulos elevados.Concentradores formadores de imagem: lineares v  Se o ângulo de borda for muito pequeno.75 m. v  Se o ângulo for muito grande. havendo incertezas em sua curvatura e no alinhamento do espelho durante o processo de montagem. o caminho percorrido pelos raios projetados pelas partes extremas do espelho será muito longo. diminuindo a relação de concentração. v  Geralmente ψ está em torno de 80°. diminuindo a irradiância projetada no absorvedor. como visto anteriormente.

ξ v  O ângulo de borda define qual o desvio angular de um raio. 46 . Concentradores formadores de imagem: lineares v  O feixe de radiação mostrado na figura abaixo incide no refletor no ponto B. O ângulo de borda ψ é descrito por AFB. Este valor é menor nas extremidades da parábola. na borda. onde o raio do espelho é máximo em rr. que o espelho consegue refletir para o tubo absorvedor. caso contrário haverá uma grande parcela da radiação refletida que não atingirá o tubo absorvedor. A precisão do sistema de rastreamento precisa ser superior a este ângulo. com relação a uma linha reta normal ao plano de abertura da parábola.

Dessa forma pode ser estabelecida uma relação entre o ângulo de borda e o diâmetro do tubo absorvedor. Concentradores formadores de imagem: lineares v  Outras implicações do ângulo sólido do Sol: v  A distância entre o espelho e o absorvedor é diferente para cada ponto do espelho. ξ d = rr senξ onde d é o diâmetro do tubo absorvedor. consequentemente: d = 2rr senξ 47 . como mostrado na figura abaixo. A maior distância está na borda do espelho. ξ é o semiângulo de abertura do Sol e rr a distância entre o tubo absorvedor e a borda do espelho. 2 v  O diâmetro do absorvedor é.

a equação acima deve ser dividida pelo cosθ. Concentradores formadores de imagem: lineares v  Alternativamente. como: a rr = 2 senψ que resulta em: a ⋅ senξ d= senψ que é válida para espelhos perfeitos e o ângulo de incidência da radiação solar é zero. o diâmetro pode ser expressado com relação à abertura do concentrador e o ângulo de borda. o diâmetro do absorvedor deverá ser maior): 1 a ⋅ senξ d= cos θ senψ 48 . resultando em (isso é. Para outras situações de incidência.

se o espelho possuir imperfeições. 49 . Nesse caso. como mostrado na figura abaixo. poderia ser definido um ângulo de dispersão. ϖ. está em torno de 0. Concentradores formadores de imagem: lineares v  Além disso. de tal forma que a dispersão total seja igual a: 2ξ + ϖ 2ξ E o diâmetro do tubo absorvedor seria calculado como: 2 ξ +ϖ ⎛ 2ξ + ϖ ⎞ a ⋅ sen⎜ ⎟ 1 ⎝ 2 ⎠ d= cos θ senψ v  O ângulo de dispersão. o diâmetro deverá ser um pouco maior do que o calculado pelas equações anteriores. ϖ.84°.

determina a quantidade de radiação capturada. relações de área também são importantes. Assim: Aap = a ⋅ l v  A área da superfície dos espelhos pode ser determinada pela equação: ⎡ 2 ⎛ a 2 ⎞⎤ a a a A = ⎢ 1+ + 2 f ln⎜ + 1+ ⎟⎥l ⎢2 2 ⎜ 4f 2 ⎟⎥ 16 f ⎝ 16 f ⎠⎦ ⎣ A derivação dessa equação pode ser encontrada em: Günther. para uma dada radiação direta (DNI) e em uma dada posição do Sol. Parabolic trough tecnhology (Capítulo 5).. Alemanha. 50 .Concentradores formadores de imagem: lineares v  Além dos parâmetros lineares vistos anteriormente. s.d. M. v  A área de abertura. et al. DLR.

CG. Gb. é importante. como referida anteriormente. para a estimativa das temperaturas de trabalho do concentrador. definida como a relação entre a área de abertura do coletor e a área de abertura do receptor (absorvedor): Aap .ap v  Essa equação é de difícil quantificação uma vez que a irradiância do Sol é diferente em cada posição de sua imagem. É definida como a relação entre a densidade de fluxo radiante na linha focal (que é idêntica à imagem do Sol. chamado do relação de concentração geométrica.Concentradores formadores de imagem: lineares v  O fator de concentração.c CG = 51 Aap . é trabalhar com uma relação de concentração média. principalmente. C.ap. v  Outra forma. Gim deve ser determinada em um ponto dentro da linha focal. de fácil determinação. Nesse caso.r . Gim) e a irradiância direta normal na abertura do coletor. conforme a equação abaixo: Gim C= Gb . a fim de determinar a relação de concentração nesse ponto específico.

d 52 . Nesse caso. Em muitos casos.r = d ⋅ l onde d é o diâmetro do tubo do absorvedor.Concentradores formadores de imagem: lineares v  A definição de área de abertura do coletor é bastante clara mas a do absorvedor não. a área projetada do tubo absorvedor é escolhida. essa área é dada pelo retângulo: Aap .

a relação de concentração é dada por: a ⋅l a CG = = Mais utilizada d ⋅l d v  A máxima relação de concentração para esses coletores é de 107. utilizando a definição de área projetada do tubo absorvedor. conforme a equação abaixo: a ⋅l a CG = = π ⋅ d ⋅l π ⋅ d v  Nessa consideração. passa a 82.7.Concentradores formadores de imagem: lineares v  Assim. é levado em conta que o tubo do absorvedor também recebe a irradiação direta do Sol além da parte refletida pelo espelho. v  Outra possibilidade é utilizar a área da superfície irradiada do absorvedor como área de abertura do receptor. 53 . Esse cálculo conduz a valores de relação de concentração é inferior à primeira equação. Em sistemas reais.

v  A curvatura dos vidros é feita a quente.Concentradores formadores de imagem: lineares v  Os refletores de coletores cilindro parabólicos representam aproximadamente 30% do custo do coletor. Os espelhos de vidro possuem alta refletividade. v  Os refletores empregados são de três tipos: espelhos de vidro. entretanto. . para cada espelho individual.9% (fator de interceptação).5% e grande durabilidade. v  A empresa Flabeg fabrica espelhos refletores com erros de inclinação menores 54 que 0.132°. para tubos de 70 mm de diâmetro (os mais utilizados).5%. estes podem representar até 75% do custo total dos coletores. ρ > 93. Para tubos com diâmetro de 40 mm. na reflexão da radiação direta para o absorvedor. v  Os mais utilizados em grandes centrais de geração termoelétrica são os de vidro com baixo teor de ferro. onde o material refletor é a prata. mesmo após operação de plantas com mais de 10 anos. uma vez que o custo da estrutura do coletor está diretamente relacionada ao custo dos refletores. esse fator cai para 99. Alguns fabricantes conseguem obter um fator de precisão geométrica de 99. chapas de alumínio de alta refletividade e películas adesivas espelhadas.

em função de suas excelentes propriedades reflexivas no espectro da radiação solar. . em três camadas. A primeira camada abaixo do vidro é a camada reflexiva. com a adição de vernizes epóxi.Concentradores formadores de imagem: lineares v  O espelho é formado por várias camadas de diferentes materiais. sendo a primeira e a segunda 55 contendo um percentual de chumbo. v  Uma camada protetora de cobre é aplicada próxima à camada de prata. isso é. a prata.

56 .Concentradores formadores de imagem: lineares v  A espessura total fica em torno de 4 a 5 mm.

nas SEGS. uma camada anodizada atrás e na frente e uma camada protetora. v  A empresa Alanod oferece um espelho com superfície aluminizada. Nos anos 1990s o NREL desenvolveu um filme polimérico com recobrimento de prata. v  No entanto. Esse filme pode ser aplicado sobre qualquer superfície lisa e não porosa e é construída de múltiplas camadas de polímeros.Concentradores formadores de imagem: lineares v  Outros materiais. São testadas desde 2002. cujo nome comercial é ReflecTech. sem apresentar até hoje decréscimo significativo de suas propriedades reflexivas. 57 . consistindo de uma camada reflexiva de alumínio. ainda não foram utilizadas em plantas comerciais.

em torno de 90%.Concentradores formadores de imagem: lineares v  Entretanto. a refletividade do alumínio na faixa de comprimentos de onda do espectro solar é levemente inferior à da prata. conforme a figura abaixo: 58 .

principalmente devido as cargas de vento e permitir o seguimento exato da posição solar. 59 . fornecer estabilidade ao conjunto. v  Qualquer desvio da posição correta dos espelhos implica na diminuição da eficiência óptica do sistema.Concentradores formadores de imagem: lineares v  A estrutura mecânica de um concentrador de calha parabólica tem a função de suporte dos espelhos na posição correta.

Concentradores formadores de imagem: lineares 60 .

Concentradores formadores de imagem: lineares 61 .

tal como o de calha parabólica. v  O eixo de giro está normalmente situado no vértice da parábola ou em uma posição paralela. tem um eixo de seguimento. logo abaixo dele. Concentradores formadores de imagem: lineares v  O concentrador deverá seguir o Sol a fim de obter uma concentração contínua da radiação solar direta. O concentrador linear. 62 .

Concentradores formadores de imagem: lineares v  Para os coletores CCP que possuem rastreamento solar em apenas um eixo. com orientação norte-sul e posicionados na horizontal com seguimento contínuo. definido como o ângulo formado entre o plano óptico e o vetor vertical do zênite. δ é a declinação solar e ω é o ângulo horário. o ângulo de incidência θ é calculado por: 1 ( 2 2 cos θ = cos θ z + cos δ sin ω 2 2 ) onde θz é o ângulo de azimute do Sol. s. 63 . O ângulo de seguimento. todos em graus. é dado por: s tan s = tan θ z cos(γ − γ s ) onde γ é o ângulo de azimute da superfície e γs é o ângulo de azimute solar.

δ. os coletores são trazidos até a posição de segurança. mas com redução da exatidão do seguimento e com perdas da eficiência óptica. que é na condição vertical com leve inclinação dos espelhos para baixo. 64 . v  Nas plantas SEGS a exatidão do sistema de seguimento é garantida para velocidades do vento de até 9 m/s. varia conforme o dia do ano devido à declinação solar. Concentradores formadores de imagem: lineares v  O ângulo de incidência da radiação. em coletores cilindro parabólicos. θ.1°. v  Durante a noite em condições ambientais desfavoráveis. v  A incerteza no sistema de seguimento deve ser menor que 0. A operação da planta é possível até velocidades de vento entre 16 a 20 m/s. e também com a hora do dia.

Geralmente utiliza-se o sistema de coordenadas calculadas associadas com sensores ópticos.Concentradores formadores de imagem: lineares v  O sistema de rastreamento solar é responsável por movimentar o sistema de modo a estar sempre na orientação correta em relação ao sol. 65 . v  Para a movimentação são utilizados motores elétricos com reduções ou pistões hidráulicos.

uma mistura de cerâmica com metal e são depositados na superfície do tubo pelo processo sputtering ou deposição física de vapor (PVD). sendo que o espaço anular formado é evacuado. concêntrico ao tubo metálico. 66 . por onde escoa o fluido de trabalho. localizado no foco da parábola. v  A absortividade de radiação no espectro solar chega a ser maior que 95.5%. quando utilizando óleos térmicos ou até 580 °C para vapor ou sais fundidos.5% a 400 °C e a emissividade de radiação térmica infravermelha é menor que 9. v  Atualmente os absorvedores são projetados para trabalhar com temperaturas entre 400 °C. Este vácuo suprime a convecção entre os dois tubos. É envolvido por um tubo de vidro. reduzindo as perdas térmicas para o ambiente. v  O tubo do absorvedor possui um recobrimento seletivo que confere alta absortividade da radiação no espectro solar e uma baixa emissividade de radiação infravermelha. v  Os recobrimentos seletivos mais utilizados são compostos por material do tipo cermet.Concentradores formadores de imagem: lineares v  O elemento absorvedor é formado por um tubo metálico.

em caso de perda do vácuo. Primeiro há uma camada reflexiva feita a base de metal. que consiste de óxidos (Al2O3 ou SiO2) e um metal (molibdênio). O recobrimento seletivo deve ser barato e de fácil fabricação. alumínio ou molibdênio). v  Superfícies seletivas para tubos absorvedores são feitas com cermet . além de ser estável se exposto ao ar a temperaturas elevadas.Concentradores formadores de imagem: lineares v  Os recobrimentos obtidos por PVD sofrem grande degradação a altas temperaturas quando em contato com o ar. uma camada antireflexiva. A segunda cobertura é de cermet. 67 . consistindo de óxidos (Al2O3 ou SiO2). que é altamente reflexivo para a radiação na região do infravermelho (cobre. por isso alto vácuo é necessário no espaço entre os dois tubos. Por fim. uma combinação de material cerâmico (cer) e material metálicos (met).

v  O “getter” é uma substância usada para remover gás residual em um tubo evacuado. 68 . aumentando em até 0. entre ≤ 10-3 mbar até ≤ 10-4 mbar. v  Atualmente.Concentradores formadores de imagem: lineares v  O tubo de vidro. Nos tubos de vidro mais modernos a transmissividade chega a ser próxima de 96.04 o valor da transmissividade.5% para a radiação no espectro solar. deve possuir alta transmissividade. geralmente de borossilicato. Para isto eles possuem um tratamento anti-reflexivo nas superfícies interna e externa. o vácuo entre os tubos permite que somente uma parcela muito pequena de gás residual esteja presente. Recobrimentos anti-reflexivos permitem uma baixa refletividade do vidro.

Concentradores formadores de imagem: lineares 69 .

70 . fazendo com que estas percam o vácuo ou com que o tubo de vidro se quebre.Concentradores formadores de imagem: lineares v  Como o vidro e o metal possuem coeficientes de dilatação térmica diferentes. A concentração da radiação solar nestas uniões causa uma acelerada degradação das mesmas. v  O sistema de juntas utilizados para a união entre os tubos de vidro é mostrada na figura abaixo. Este é o tipo de falha mais comum e uma grande fonte de despesas adicionais com reposição como também pela diminuição da performance dos absorvedores trabalhando sem vácuo. existe uma união vidro-metal que deve permitir um pequeno movimento relativo entre eles e ao mesmo tempo garantir a vedação para manter o vácuo.

v  Nas plantas que operam com geração direta de vapor (DSG) o pré- aquecimento. v  O transporte de calor pode ser através de um fluido térmico especial ou diretamente pela geração de vapor no tubo absorvedor (DSG – Direct Steam Generation). que consiste de um economizador.Concentradores formadores de imagem: lineares v  Fluidos de transferência de calor: sua função é acumular a energia térmica na passagem do concentrador e transportar esse calor até o bloco de potência. a geração de vapor e o superaquecimento acontecem dentro do campo solar. v  Nas plantas que operam com um fluido térmico. a transferência de calor desse fluido para a água (do ciclo de Rankine) se dá através de um gerador de vapor (ou recuperador). 71 . um evaporador e um superaquecedor.

72 . não vaporiza na temperatura de operação da planta).Concentradores formadores de imagem: lineares v  O fluido de transferência de calor deve ser líquido. elevada condutividade térmica e baixa viscosidade. v  E. baixa inflamabilidade. baixa explosividade e ambientalmente adequado. baixo custo. deve apresentar elevada capacidade térmica. finalmente. v  Além disso. disponibilidade. com elevada temperatura de vaporização sob pressões manejáveis (ou seja. baixa temperatura de congelamento e boa estabilidade térmica.

necessitando trocas periódicas. 73 . limitando a operação da planta em 370 °C atualmente (baixando a eficiência do bloco de potência). não pode ser utilizado como meio de armazenamento. isso é. v  Óleos térmicos sintéticos são misturas eutéticas. óleos sintéticos são os mais utilizados. apresentam temperatura máxima de operação de aproximadamente 400 °C (acima há o craqueamento do óleo). v  E devido às altas pressões de vapor na temperatura de operação da planta. v  No entanto. v  Caro!!! Pode representar até 5% do custo total da planta. misturas onde a proporção dos seus constituintes é selecionada de tal forma que existe um ponto de fusão único onde todos os constituintes de fundem ao mesmo tempo. com elevado calor específico.Concentradores formadores de imagem: lineares v  Plantas mais antigas utilizavam óleo mineral. Atualmente. v  Apresenta problemas de envelhecimento. v  Esses óleos permanecem líquidos até aproximadamente 12 °C.

74 . geralmente com água deionizada. enquanto os outros apresentam desgastes. sendo necessário fazer a limpeza dos mesmos periodicamente. os espelhos de vidro apresentam a grande vantagem em relação aos outros tipos pois após a limpeza a refletividade retorna ao valor original. principalmente poeira. v  Com relação à limpeza. reduz a refletividade em torno de 2% ao dia.Concentradores formadores de imagem: lineares v  A sujeira acumulada nos espelhos.

Planta solar SEGS VI 75 .

76 . alinhados no eixo norte sul. O sistema de rastreamento solar de cada SCA funciona no sentido leste para oeste. Em operação nominal a temperatura do fluido térmico na saída do campo solar é de 390 oC. como mostrado na figura: v  O comprimento de cada volta de coletores é de aproximadamente 794 m. dividido em duas filas. Planta solar SEGS VI v  O campo solar da SEGS VI é composto por 50 voltas de 16 conjuntos de coletores cada. com um comprimento efetivo de espelhos de aproximadamente 754 m. distribuídas em duas fileiras paralelas.

Planta solar SEGS VIII e IX 77 .