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Questões Lei 7.

437 de 20 de Dezembro de 1985


( Lei Caó )

2013 / FCC Órgão: PGE-BA Prova: Analista de Procuradoria - Área de Apoio Administrativo
Nas contravenções penais resultantes de preconceito de raça, de cor, de sexo ou de estado civil,
previstas na Lei Federal no 7.437/1985, são penas prevalentes:

a) Multa e prestação de serviços comunitários.


b) Prisão especial e simples.
c) Prisão simples e multa.
d) Cesta básica e indenização à vítima.
e) Fiança e prisão domiciliar.

2015 / IBFC / Órgão: EMBASA / Prova: Analista de Saneamento - Enfermeiro do Trabalho


Assinale a alternativa INCORRETA considerando as disposições da lei federal n° 7.437, de
20/12/1985, que inclui, entre as contravenções penais a prática de atos resultantes de preconceito de
raça, de cor, de sexo ou de estado civil, dando nova redação à Lei n° 1.390, de 3 de julho de 1951 -
Lei Afonso Arinos.

a) Recusar hospedagem em hotel, pensão, estalagem ou estabelecimento de mesma finalidade, por


preconceito de raça, de cor, de sexo ou de estado civil constitui conduta punível com prisão simples,
de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa de 3 (três) a 10 (dez) vezes o maior valor de referência
(MVR). Correto Art. 3º

b) Recusar a venda de mercadoria em lojas de qualquer gênero ou o atendimento de clientes em


restaurantes, bares, confeitarias ou locais semelhantes, abertos ao público, por preconceito de raça,
de cor, de sexo ou de estado civil constitui conduta punível com prisão simples, de 15 (quinze) dias
a 3 (três) meses, e multa de 1 (uma) a 3 (três) vezes o maior valor de referência (MVR).
Correto Art. 4º

c) Recusar a entrada de alguém em qualquer tipo de estabelecimento comercial ou de prestação de


serviço, por preconceito de raça, de cor, de sexo ou de estado civil constitui conduta punível com
prisão simples, de 15 (quinze) dias e 3 (três) meses, e multa de 1 (uma) a 3 (três) vezes o maior
valor de referência (MVR). Correto Art. 6

d) Recusar a entrada de alguém em estabelecimento público, de diversões ou de esporte, por


preconceito de raça, de cor, de sexo ou de estado civil constitui conduta punível com prisão simples,
de 30 (trinta) dias a 6 (seis) meses, e multa de 1 (uma) a 3 (três) vezes o maior valor de referência
(MVR). Incorreto Art 5

Recusar a entrada de alguém em estabelecimento público, de diversões ou de esporte, por


preconceito de raça, de cor, de sexo ou de estado civil.
Pena - Prisão simples, de 15 (quinze dias) a 3 (três) meses, e multa de 1 (uma) a 3 (três) vezes o
maior valor de referência (MVR).
Lei 7.437 de 20 de Dezembro de 1985
( Lei Caó )

Inclui, entre as contravenções penais a prática de atos resultantes de preconceito de raça, de cor, de
sexo ou de estado civil, dando nova redação à Lei nº 1.390, de 3 de julho de 1951 -
Lei Afonso Arinos.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a


seguinte Lei:

Art. 1º. Constitui contravenção, punida nos termos desta lei, a prática de atos resultantes de
preconceito de raça, de cor, de sexo ou de estado civil. [ nada fala sobre religião ]

Art. 2º. Será considerado agente de contravenção o diretor, gerente ou empregado do


estabelecimento que incidir na prática referida no artigo 1º. desta lei.

Art. 3º. Recusar hospedagem em hotel, pensão, estalagem ou estabelecimento de mesma


finalidade, por preconceito de raça, de cor, de sexo ou de estado civil. Ver tópico (56 documentos)
Pena - prisão simples, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa de 3 (três) a 10 (dez) vezes o maior
valor de referência (MVR).

Art. 4º. Recusar a venda de mercadoria em lojas de qualquer gênero ou o atendimento de clientes
em restaurantes, bares, confeitarias ou locais semelhantes, abertos ao público, por preconceito de
raça, de cor, de sexo ou de estado civil. Ver tópico (6 documentos)
Pena - Prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, e multa de 1 (uma) a 3 (três) vezes o
maior valor de referência (MVR).

Art. 5º. Recusar a entrada de alguém em estabelecimento público, de diversões ou de


esporte, por preconceito de raça, de cor, de sexo ou de estado civil.
Pena - Prisão simples, de 15 dias a 3 meses, e multa de 1 a 3 vezes o maior valor de referência

Art. 6º. Recusar a entrada de alguém em qualquer tipo de estabelecimento comercial ou de


prestação de serviço, por preconceito de raça, de cor, de sexo ou de estado civil. Ver tópico (5
documentos)
Pena - prisão simples, de 15 dias e 3 meses, e multa de 1 a 3 vezes o maior valor de referência
(MVR).

Art. 7º. Recusar a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau,
por preconceito de raça, de cor, de sexo ou de estado civil. Ver tópico (14 documentos)
Pena - prisão simples, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa de 1 (uma) a três) vezes o maior valor
de referência (MVR).
Parágrafo único. Se se tratar de estabelecimento oficial de ensino, a pena será a perda do cargo
para o agente, desde que apurada em inquérito regular.

Art. 8º. Obstar o acesso de alguém a qualquer cargo público civil ou militar, por preconceito
de raça, de cor, de sexo ou de estado civil.
Pena - perda do cargo, depois de apurada a responsabilidade em inquérito regular, para o
funcionário dirigente da repartição de que dependa a inscrição no concurso de habilitação dos
candidatos.
Art. 9º. Negar emprego ou trabalho a alguém em autarquia, sociedade de economia mista,
empresa concessionária de serviço público ou empresa privada, por preconceito de raça, de cor, de
sexo ou de estado civil.
Pena - prisão simples, de 3 meses a 1 ano, e multa de 1 a 3 vezes o maior valor de referência
(MVR), no caso de empresa privada; perda do cargo para o responsável pela recusa, no caso de
autarquia, sociedade de economia mista e empresa concessionária de serviço público.

Art. 10. Nos casos de reincidência havidos em estabelecimentos particulares, poderá o juiz
determinar a pena adicional de suspensão do funcionamento, por prazo não superior a 3 (três)
meses.

Art. 11. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 12. Revogam-se as disposições em contrário


LEI Nº 9.455, DE 7 DE ABRIL DE 1997.
Lei de tortura
Define os crimes de tortura e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Constitui crime de tortura:

I - constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico
ou mental:

a) com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa;

b) para provocar ação ou omissão de natureza criminosa;

c) em razão de discriminação racial ou religiosa;

II - submeter alguém, sob sua guarda, poder ou autoridade, com emprego de violência ou grave
ameaça, a intenso sofrimento físico ou mental, como forma de aplicar castigo pessoal ou medida de
caráter preventivo.

Pena – reclusão de 2 a 8 anos

§ 1º Na mesma pena incorre quem submete pessoa presa ou sujeita a medida de segurança a
sofrimento físico ou mental, por intermédio da prática de ato não previsto em lei ou não resultante
de medida legal.

§ 2º Aquele que se omite em face dessas condutas, quando tinha o dever de evitá-las ou apurá-las,
incorre na pena de detenção de um a quatro anos.

§ 3º Se resulta lesão corporal de natureza grave ou gravíssima, a pena é de reclusão de quatro a dez
anos; se resulta morte, a reclusão é de oito a dezesseis anos.

§ 4º Aumenta-se a pena de um sexto até um terço:

I - se o crime é cometido por agente público;

II - se o crime é cometido contra criança, gestante, deficiente e adolescente;

II – se o crime é cometido contra criança, gestante, portador de deficiência, adolescente ou maior de


60 (sessenta) anos; (Redação dada pela Lei nº 10.741, de 2003)

III - se o crime é cometido mediante seqüestro.

§ 5º A condenação acarretará a perda do cargo, função ou emprego público e a interdição para seu
exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada.

§ 6º O crime de tortura é inafiançável e insuscetível de graça ou anistia.

§ 7º O condenado por crime previsto nesta Lei, salvo a hipótese do § 2º, iniciará o cumprimento da
pena em regime fechado.
Art. 2º O disposto nesta Lei aplica-se ainda quando o crime não tenha sido cometido em território
nacional, sendo a vítima brasileira ou encontrando-se o agente em local sob jurisdição brasileira.

Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 4º Revoga-se o art. 233 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do
Adolescente.

Brasília, 7 de abril de 1997; 176º da Independência e 109º da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO


Nelson A. Jobim