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FRATERNIDADE ESPÍRITA AMIGOS DA LUZ

FEAL
RUA ROSA DE OLIVEIRA, Nº 400 – 4ª ETAPA – RIO DOCE – OLINDA – PE

O MÉDIUM DE CONSULTA
Sua Finalidade e seu Desenvolvimento

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.


Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de
coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.
Jesus
Mateus 11:28-30

PROPÓSITO:
FORNECER ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA.
2017
2 ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

SUMÁRIO

1. AS CASAS ESPÍRITAS E AUXÍLIO AO PRÓXIMO .......................................................................................... 3


2. ORIENTAÇÃO AOS QUE PROCURAM A CONSULTA ESPIRITUAL................................................................. 4
3. A IMPORTANCIA DA CONSULTA NOS TRABALHOS MEDIÚNICO ............................................................... 7
4. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO PARA MÉDIUM DE CONSULTA ................................................................ 10
5. OBJETIVO DO MÉDIUM DE CONSULTA ESPIRITUAL ................................................................................ 14
6. COMO PODE O MÉDIUM ATINGIR O SEU OBJETIVO ............................................................................... 14
7. TIPOS DE MENSAGEM AOS QUE BUSCAM A CONSULTA ESPIRITUAL ...................................................... 15
8. ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA OS MÉDIUNS DE CONSULTA .................................................................. 15
9. OS AUXILIARES DE CONSULTAS E SUAS TAREFAS ................................................................................... 16
10. ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA OS AUXILIARES DE CONSULTA ........................................................... 17
11. REUNIÕES DE CONSULTA ESPIRITUAL ................................................................................................ 19
12. BIBLIOGRAFIA .................................................................................................................................... 22

PROGRAMADO PELO: GRUPO DE ASSISTÊNCIA MEDIÚNICA


Elaborado por: IVAN VIANA
Recife, ano 1984.
1. AS CASAS ESPÍRITAS E AUXÍLIO AO PRÓXIMO
A dor e o sofrimento são caminhos utilizados por Deus, para despertamento
de seus filhos, para que assim possam eles sentir a necessidade de partir em busca
dos Evangelhos de Jesus e das Verdades espirituais.
E isso ocorre normalmente quando irmãos se encontram quase sem
esperanças de achar soluções para os problemas psíquicos e orgânicos que os
afligem.
Nesses casos, a sua ida a uma Casa Espírita deve-se comumente a uma
ideia surgida através de um parente ou amigo, para que seja feita uma tentativa em
busca de uma solução para esses problemas, por intermédio do Espiritismo.
Às Casas Espíritas também devem estar aptas, doutrinária e
evangelicamente, para receberem esses necessitados, procurando levar-lhes com
muita segurança, os conceitos que se fizerem necessários para o caso.
Quando isso acontecer, e um Centro Espirita for procurado por um desses
irmãos, deverá o mesmo ser encaminhado em primeira etapa, para uma consulta, a
fim de que seja orientado pela equipe espiritual encarregada desse trabalho que
indicará se o problema é orgânico ou psíquico. E, em seguida, conforme for o caso,
ele deverá ser recomendado a procurar um profissional de medicina, ou
encaminhado a um tratamento espiritual, que normalmente consta de passes, água
fluidificada, desobsessão, etc.
Apenas com esse encaminhamento, passamos a ver brotar, com todo vigor,
uma nova esperança nesses irmãos sofredores que vem as nossas Casas a procura
de ajuda. Sentimos que seus corações passam a vibrar com grande alegria,
surgindo, então, um desejo intenso de continuar lutando para alcançar os objetivos
de sua cura.
O amor e a compreensão são as armas que deverão ser usadas pelo médium
de consulta para orientação desses conturbados espíritos que batem à porta da
nossa Seara em busca de alivio para suas dores.
Esses médiuns de consulta e seus auxiliares são os responsáveis pelo
encaminhamento correto e adequado desses irmãos cheios de esperança e
carentes muitas vezes, dos inadiáveis esclarecimentos que serão levados através da
chamada consulta espiritual. Por essa razão, esses trabalhadores devem ser
possuidores de grande senso de responsabilidade e alta dose de evangelização,
pois vão ter diante de si, espíritos sedentos no combate às angustias e sofrimentos.
Na maioria das vezes esses irmãos são como crianças, que um vislumbre de
esperança e de melhoria de seus problemas, torna-os sorridentes e alegres.
Entretanto, ficam tristes e desesperançados diante do menor tropeço, o que
comprova a sua falta de fé e o total desconhecimento de tudo que nos foi legado por
nosso Mestre Jesus.
4 ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

Sentem e desejam o apoio daqueles que se propõem ajuda-los e por essa


razão, transferem com muita facilidade, o peso da responsabilidade de sua cura
para os irmãos que se dedicam ao serviço intermediário do amor e da misericórdia
Divina. Por essa e por outras razões, devem os médiuns de consulta lutar cada vez
mais para vivenciar os Evangelhos de Jesus, para que assim possam dar de si, tudo
que o nosso Mestre daria em seu lugar.
É dever das Casas Espíritas levarem o seu auxílio à todos aqueles que batem
as suas portas, por isso devem utilizar em seus trabalhos, todos os aspectos que a
Doutrina Espírita pode proporcionar, pois só assim, não dispersarão nenhuma
oportunidade que Deus lhes oferece de servir ao próximo.
Se Deus encaminha irmãos sofredores às nossas Casas é porque tem
certeza que ali poderão eles encontrar ajuda, sendo assim quando isso acontecer
não furtemos a confiança que naquele momento está nos depositando o Pai Criador.

2. ORIENTAÇÃO AOS QUE PROCURAM A CONSULTA ESPIRITUAL


Quando se esgotam os recursos terrenos para aqueles que se encontram em
grandes sofrimentos quando as esperanças se desvanecem, a misericórdia Divina
então se faz sentir, encaminhando esses irmãos às Casas Espíritas onde eles
passam a reativar a fé e a esperança através dos trabalhos espirituais.
Por desconhecer o mecanismo das curas espirituais, eles passam a
considerar esses fenômenos como milagres, encaixando o fato realizado dentro de
seus conceitos Doutrinários.
Não entendem que os sofrimentos de que são portadores, são frutos amargos
de ações desequilibradas que foram praticadas por eles e, consequentemente
violaram as Leis Divinas. Sendo assim, a cura desse mal vai depender do
reequilíbrio dessas Leis que se fará através de novas ações programadas para se
alcançar determinadas reações.
Bem sabemos que para cada ação existe uma reação correspondente, logo, o
sabor do fruto que será colhido, representa a boa ou a má qualidade da ação que foi
praticada.
Os irmãos que buscam em nossa Casa de Oração, as consultas espirituais,
devem ser esclarecidos a respeito dessa realidade, como também de que os
milagres por eles esperados não existem, devemos deixar bem claro que os Centros
Espíritas não fazem milagres.
São eles Casas de Oração em que irmãos caídos e sofredores, se dão as
mãos para que, unidos e com ajuda mútua, possam se conscientizar das verdades
espirituais, ao mesmo tempo em que tentam vivenciar os Evangelhos de Jesus.
Encontramos nesses dois elementos o remédio infalível para a cura de
qualquer imperfeição moral que por ventura possa nos atacar.
Os Centros Espíritas têm uma tarefa muito importante junto a esses irmãos
em resgate através da dor e do sofrimento. Servem eles como catalizadores da
realização de suas curas, pois lá se estuda com simplicidade os ensinamentos que
nos foram trazidos pelo Mestre Jesus, e as verdades racionais da filosofia Espírita
contida nos postulados que tão sabiamente foram codificados por nosso irmão
ALLAN KARDEC.
Muitos dos irmãos que buscam as Casa Espíritas para um primeiro contato
são, quase sempre, atraídos pela consulta espiritual, mas isso não é motivo para
serem rejeitados pois sabemos que a curiosidade e a necessidade, são caminhos de
despertamento para que esses irmãos possam ingressar na trilha dos Evangelhos
de Jesus e dos Postulados Espíritas.
Outro fator importante é que se esses irmãos que nos procuram normalmente
não são militantes de nossa Doutrina, provavelmente desconhecem os seus
conceitos básicos, sendo assim, deverão os mesmo serem esclarecidos com muita
objetividade, par que em um futuro próximo não venham se decepcionar quando o
esperado “milagre” não acontecer.
É indispensável também, que os participantes de uma reunião no primeiro dia
de frequência a uma Casa Espírita, tomem ciência de que dependerá de si, através
de uma reforma íntima a tão desejada cura.
Não devemos esquecer de no contato inicial, levar-lhes uma mensagem de
paz e amor, para que os seus espíritos se sintam reconfortados e esperançosos, e
então, possam compreender que, nesse momento, está sendo aberta uma janela
por onde agora poderão vislumbrar os meios de curar suas dores e angustias.
Faz parte do nosso trabalho ter o cuidado de, no entusiasmo de nossas
palavras, não ferí-los nos seus conceitos doutrinários que, quase sempre, advêm de
muitos e muitos anos e que na maioria das vezes, são tidos como imutáveis dentro
da hereditariedade religiosa da família consanguínea a que pertencem.
As Searas Espíritas estão abertas para todos, atendendo-os sem nenhum
preconceito de crédito religioso, cor, posição social, etc. Por isso devemos ser
vigilantes para não nos tornar agressivos no modo de emitir os nossos conceitos
doutrinários.
Devemos deixar bem claro para todos, que não somos contra qualquer
doutrina, apenas aceitamos e militamos a espírita.
Esse é o meio seguro para que os iniciantes ali presentes, sintam-se bem e
compreendam através dos esclarecimentos estão sendo ministrados, que nossa
doutrina é extremamente fraternista.
Quando os conhecimentos sobre reencarnação são assimilados, nos leva a
proceder de uma maneira muito compreensiva junto a todos, pois aprendemos que
no nosso dia a dia, procuramos cumprir o nosso programa reencarnatório que tão
sabiamente foi elaborado pela espiritualidade maior, para propiciar-nos acentuadas
6 ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

aquisições exclusivas para cada reencarnação vivenciada. Por essa razão não
devemos estranhar que irmãos nossos sejam de modo contrário a nossa maneira de
pensar.
Deve também o orador aproveitar a oportunidade dessa palestra e esclarecer
com objetividade, o que é uma consulta espiritual, quais os seus objetivos e como o
consulente deve se portar durante a consulta.
Outro ponto a ser esclarecido é que, o fato de alguém ter sido
beneficiado com os serviços espirituais realizados por um Centro Espirita, não
implica em compromisso de sua parte, para continuidade com a Doutrina, pois
sabemos que as demais Doutrinas, também são férteis campos de trabalho quando
praticados e aceitas com amor e sabedoria por seus adeptos. Representam as
mesmas etapas reencarnatórias dos diversos caminhos que conduzirão todos ao
Reino de Deus.
Nessa primeira palestra, os irmãos que vão fazer consulta espiritual, deverão
ser esclarecidos sobre os motivos que normalmente os arrastam as nossas Searas.
É muito comum serem os mesmos trazidos por doenças materiais e também por
aquelas do fundo psíquico que, por sua natureza, não são bem sucedidas em seus
tratamentos pelos processos usados pela medicina terrena.
O palestrante deve dar ênfase ao mecanismo da assimilação dos fluidos, ao
mal causado pela sobrecarga fluídica pesada e grosseira e, também, as influências
maléficas dessa sobrecarga sobre o nosso corpo orgânico, causando muitas vezes
deficiências no funcionamento dos órgãos internos, que passam a exteriorizar essas
consequências através das chamadas doenças.
O orador deve ainda fazer ver a todos, que a mediunidade e a obsessão são
maravilhosos caminhos que nosso Pai Criador utiliza pra nos colocar em contato
com os Evangelhos de Jesus e as verdades espirituais.
Não esquecer o orador, de prestar informações sobre o comportamento que
deve ser adotado pelo consulente, quando estiver junto ao médium de consulta,
principalmente com relação aos tipos de perguntas que devem e que não devem ser
efetuadas e, também deve ser recomendado que somente deverão arguir os Guias e
Protetores sobre problemas de doenças orgânicas e de perturbações psíquicas.
Sendo assim, os guias Espirituais não deverão ser inquiridos sobre os
problemas materiais. Esses problemas existem para que, através do esforço
dispendido para solucioná-los, possamos desenvolver a inteligência que é o mais
belo e nobre atributo do espirito.
Apesar de todos esses esclarecimentos, muitos daqueles que procuram as
nossas casas, para se aconselharem, ainda se decepcionam porque, esperam que
na hora do atendimento, os Guias façam algumas referências aos problemas que
tanto os atormentam. Entretanto, muitas vezes esses mentores espirituais se limitam
a recomendar passes, água fluidificada e desobsessão.
Em vista disso acha o consulente que o resultado da consulta realizada, não
foi o que ele esperava, mas, nesses casos, ocorre que esses guias observaram que
os problemas aglutinados em redor de nosso irmão, são proporcionados por
entidades desencarnadas, que através de um processo obsessivo provocam a dor e
o sofrimento naquele irmão, entravando muitas vezes a realização do que está
sendo pretendido por eles.
Isso é muito comum acontecer e, por essa razão, torna-se necessário que o
palestrante não esqueça de narra com detalhes esses aspectos do problema no
momento de sua exposição.
Esse tipo de palestra realizada com o objetivo de atingir os que vão ao serviço
de consulta espiritual, é de grande responsabilidade para os divulgadores da
doutrina espírita. Normalmente é por meio dela que é feito o primeiro contato dos
iniciantes com os conceitos doutrinários que se acham inseridos em nossos
postulados. Por isso, mas de qualquer outra, ela deve ser simples e objetiva para
que possa esclarecer todas as dúvidas que existirem nos irmãos necessitados que
buscam o alento em nossas casas de oração.
Todas as reuniões de consulta espiritual deverão ser antecedidas por
palestras dessa natureza porque, às vezes, se torna cansativo para o palestrante em
virtude das constantes repetições dos temas que deverão ser semanalmente
narrados, entretanto elas são importantíssimas e indispensáveis para esses
serviços.

3. A IMPORTANCIA DA CONSULTA NOS TRABALHOS MEDIÚNICO


A mediunidade como tarefa, é concedida por Deus para todos aqueles que,
ao pedi-la, demonstram boa vontade com desejo de realização de um maior
progresso em uma reencarnação.
Esse gênero de mediunidade é por muitos conhecida como de tarefa ou de
provação.
É concedida por misericórdia divina aqueles irmãos que mesmo não
possuindo ainda a sensibilidade psíquica que frutifica com evolução espiritual,
passam a possui-la temporariamente através de um processo prematuro de
sensibilização, efetuado pela espiritualidade superior, sobre o períspirito daquele
que ficou compromissado com os serviços mediúnicos.
Mediunidade desse gênero é concedida como um serviço extraordinário, isto
é, para que um onerado espírito consiga galgar degraus mais elevados em uma
única reencarnação.
Muitos espíritos ao reencarnarem estranham a sobrecarga de trabalho com
que vieram compromissados, e isso acontece porque além dos problemas
reencarnatórios que terão de ser enfrentados o espirito se depara com a
mediunidade, que exigira de se, cotas de serviços e de sofrimento, afim de que
possa dar cumprimento à tarefa assumida.
8 ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

Por esses irmãos não entenderem a razão da existência dos fenômenos que
por seu intermédio se processam, passam então a reclamar, a repudiar suas
faculdades mediúnicas e, por esse motivo muitas vezes os novos trabalhadores dos
serviços mediúnicos, relutam em aceita-las.
Devemos ter em vista que a mediunidade de prova é como uma faca de dois
gumes que quando mal utilizada, provocará dores e sofrimentos através das novas
reencarnações. Esses novos débitos assumidos pelo mal uso da mediunidade terão
um dia que ser saldados, pois Jesus nesse particular já nos alertou: “que pagaremos
até o ultimo ceitil”.
Em vista disso, constantes recomendações de amor, dedicação e zelo por
essa dádiva divina, nos são trazidos pelos mentores da espiritualidade maior e por
nossos guias, que não medem esforços para saiamos vitoriosos nessa tarefa.
As imperfeiçoes espirituais dos que são possuidores, os médiuns de provas
os tornam vulneráveis aos ataques dos espíritos inferiores. Isso acontece por não
encontrarem os mesmos, dificuldade em se afinizarem moral e fluidicamente com
esses irmãos medianeiros que passam, desse modo, a sofrer penosas
consequências, com a aproximação dessas entidades e com atuação das mesmas
sobre seu corpo fluídico.
A variedade dos fluidos inferiores de que são possuidores esses médiuns,
abre um leque muito amplo de captação de fluidos grosseiros e densos que
facilmente sobrecarregarão o seu períspirito. Essa sobrecarga se faz sentir de forma
dolorosa em seu corpo orgânico dando origem as chamadas doenças de fundo
psíquico ou psícossomáticas .
Tal sobrecarga fluídica é emanada voluntaria ou involuntariamente por
espíritos inferiores que, pelo desejo de vingança ou por afinidades morais,
transferem para outros irmãos, os fluidos correspondentes as imperfeiçoes de que
ambos são possuidores.
Por esse motivo, os médiuns de prova sofrem constantes ataques de
entidades afins em suas imperfeiçoes. A grande luta dos irmãos espirituais que
desejam efetuar uma vingança contra esses médiuns, resiste em procurar cada vez
mais, aumentar a afinidade perispiritual existente entre eles, para que, desse modo,
possam fortalecer o domínio que exercem sobre suas vítimas.
Essa é uma razão muito forte para que não deixemos de efetuar a verificação
dos problemas psíquicos de um médium de prova, no momento do
desabrochamento de sua mediunidade. Só depois desse exame, poderá o mesmo
ser colocado no trabalho mediúnico.
É nesse ponto que a consulta espiritual tem o valor inestimável, pois é através
dela que será feito o exame para verificar a necessidade ou não de um tratamento
de limpeza psíquica daquele irmão que se dispõe a dar início a sua tarefa
mediúnica.
Os riscos a que estão sujeitos esses médiuns quando não é efetuado esse
trabalho prévio de verificação de problemas psíquicos, poderão conduzir esses
irmãos que vieram com a tarefa de trabalho mediúnico, a intensos processos
obsessivos, redundando em tremendos prejuízos para sua reencarnação.
Uma parcela de responsabilidade pelo fracasso reencarnatório e pelo bom
uso pratico dos fenômenos mediúnicos desses médiuns, cabe, sem dúvida, aos
dirigentes desses serviços que, por não aprimorar seus conhecimentos sobre a
mediunidade, conduziu erroneamente o trabalho que lhe cabia comandar com
destreza e sabedoria.
Fatos dessa natureza, ocorre quando não é efetuado uma limpeza psíquica
do médium novato que se dispõe ao trabalho da mediunidade a falta de consulta
espiritual não nos permite determinar com segurança a presença de irmãos
desencarnados em processo obsessivo junto a esses medianeiros.
Assim, quando os candidatos ao desenvolvimento são levados a mesa de
trabalhos mediúnicos sem o necessário tratamento psíquico, possivelmente nada
mais estamos fazendo que aumentar a intensidade de seu processo obsessivo pois
estamos oferecendo ao obsessor, a oportunidade de atuar mais ostensivamente
sobre o períspirito do medianeiro, consolidando assim cada vez mais a afinidade
fluídica existente entre ambos e ajudando a atingir a escalada dos estágios da
OBSESSÃO SIMPLES, FASCINAÇÃO e SUBJUGAÇÃO, conforme nos ensina
Allan Kardec, nos Livro dos Médiuns.
Após o tratamento e a liberação pela equipe espiritual, estará esse irmão,
mais ou menos apto a iniciar o seu desenvolvimento mediúnico, o que ocorrera daí
em diante, sem maiores problemas. Entretanto, queremos mais uma vez lembra que
a pratica mediúnica deve andar lado a lado com os estudos da mediunidade e do
Evangelho. Só assim conseguir-se-á segurança para a realização de trabalhos
mediúnicos equilibrados.
Com o afastamento das entidades que, por afinidade de imperfeiçoes
estavam com atuação dominante no campo mediúnico do médium de prova em
desabrochamento, fica aberta então para os instrutores espirituais, a oportunidade
de trabalho das faculdades mediúnicas do seu pupilo.
Agora, só necessita o médium, de amor, compreensão, instrução evangélica e
educação mediúnica para que passe a utilizar-se, de forma racional e proveitosa,
esse maravilhoso instrumento de trabalho que lhe foi oferecido por nosso Pai
Criador.

Insistimos em afirmar que a existência de serviços mediúnicos sem um


aprofundado estudo da mediunidade, como acontece em muitos lugares por aí, tem
sido um dos grandes motivos para que surjam desconfianças e descrédito por parte
10 ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

dos frequentadores que procuram observar fenômenos mediúnicos nas Casas


Espíritas.
O uso não racional de prática mediúnica muito tem contribuído para o
aparecimento de problemas dessa natureza. Acreditamos que quando os dirigentes
de Centros, usarem os postulados Espíritas em todos os seus aspectos, estes
funcionarão como um abri de olhos ou um renasce para aqueles espíritos que
buscam um ponto de apoio a fim de efetuarem uma mais rápida caminhada para o
Reino de Deus.
É isso que leva muitos irmãos a procurarem os Centro Espiritas, na
esperança de ali encontrar uma orientação segura, quando do desabrochamento de
suas faculdades medianímicas.
Consideramos a necessidade da consulta espiritual para um irmão no período
de desabrochamento de sua mediunidade de prova, como uma luz que indicará o
caminho a trilhar levando-o e enxergar os perigos dos desvios que poderão conduzi-
lo aos abismos, aos terrenos movediços, que quando não evitados, muito retardarão
o seu progresso espiritual.

4. DESENVOLVIMENTO PRÁTICO PARA MÉDIUM DE CONSULTA


Consideramos o médium de consulta espiritual uma especialidade dentre os
médiuns de incorporação, apesar de sabermos que outras faculdades mediúnicas
também podem oferecer esse tipo de trabalho. Entretanto, vamos nos prender aos
médiuns de incorporação semiconsciente que são os mais numerosos existentes
nas Casas Espíritas.
Possuem esses médiuns de trabalho, certas caraterísticas especiais que não
são um privilégio, mas sim o fruto do esforço e da boa vontade aliados ao estudo
evangélico e doutrinário.
Pelo que pudemos observar, a reforma moral apressa o desenvolvimento da
sensibilidade do médium tornando-o apto a perceber com segurança, não só o que
lhe é transmitido pelo Guia, como também o que lhe chega através das emanações
perispiritual do consulente. O aprimoramento dessa percepção depende, em grande
parte, do esforço dispendido pelo médium em prol de sua vivência evangélica e da
aquisição de conhecimentos doutrinários.
Considerando que o medianeiro já se encontra apto para o trabalho de
incorporação, poderá o mesmo tentar o desenvolvimento para médium de consulta.
Recomendamos um desenvolvimento mediúnico prático, dirigido
especificamente para esse tipo de serviço, o qual deverá ser iniciado com um
treinamento para obter-se maior acasalamento fluídico do médium com o seu guia
ou protetor, que se comprometeu a trabalhar no serviço de consulta.
Esse desenvolvimento visa fazer com que o espirito compromissado com
esse trabalho passe atuar no médium com a maior facilidade possível, o que é
conseguido, normalmente, com um treino de passividade. Por várias reuniões, não
deve o médium fazer outra coisa senão incorporar esse protetor inúmeras vezes em
cada sessão de trabalho, incorporando e desincorporando sucessivamente, durante
toda a reunião. Esse treino, como já foi dito, tem como finalidade aumentar a
afinidade fluídica entre os dois e além de tudo, vai possibilitar ao protetor uma
atuação rápida e ostensiva em caso de necessidade. Isto é da maior importância
para os serviços de consulta, porque, muitas vezes, podem surgir, acompanhando o
consulente, espíritos inferiores que pretendam utilizar o médium de consulta e,
assim, verão frustrados os seus objetivos porque o protetor compromissado com o
serviço, já possuindo grande afinidade fluídica com seu medianeiro, terá facilidade
para uma atuação mais rápida e eficaz, não permitindo assim, a intromissão.
Isso, em muitos casos, preservará o médium de sofrer interferências fluídicas
que possam perturbar a segurança do serviço.
A segunda etapa do desenvolvimento consiste em exercitar-se a percepção
telepática do médium para que o mesmo assimile com clareza o que está sendo
transmitindo pelo guia em serviço e, também para que se estabeleça harmonia de
frequência entre o encarnado e o desencarnado que vão se comunicar para a
realização do trabalho.
A habilidade adquirida através desse treino faculta o médium de consulta
captar e interpretar com fidelidade, as ideias que lhe são transmitidas
telepaticamente pelos espíritos auxiliares do serviço.
O treino para a melhoria da percepção deverá ser feito por etapas que irão se
ampliando progressivamente conforme passamos a expor:
Inicialmente, colocamos no papel o nome e endereço de uma pessoa nossa
conhecida e sem dar ciência ao médium, do que ali se contem, pedimos ao mentor
que efetue uma visita aquele irmão e que transmita ao médium de consulta, se é
homem ou mulher.
A princípio, cheio de incertezas, a ideia recebida é posta em dúvida pelo
medianeiro. Quando isso acontece, ele se perde e se confunde, pois entra em jogo a
sua parte anímica na mensagem. Esse caso, é muito normal, sendo aconselhável,
então, reiniciar-se o teste utilizando-se outro nome.
Nesse tipo de trabalho, deve o médium utilizar de todo o seu esforço de
concentração para que possa identificar, com maior segurança, as ideias recebidas,
pois quanto maior for o número de dúvidas sobre elas, mais inseguro ele se tornará
quanto à autenticidade dos pensamentos transmitidos. É necessário, também, que
ele se empenhe em não mesclar os seus pensamentos com as ideias que lhe
chegam.
Quando nos dispomos a gerar pensamentos, os que vem primeiro são
nossos, os demais são análises anímicas dos primeiros ou interferência de outras
mentes.
12 ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

Já quando nos pomos em passividade para captar pensamentos, dá-se uma


inversão do processo, os que normalmente, afluem primeiro, são de outras mentes,
ao passo que os posteriores são interferências anímicas, os quais, são responsáveis
pelas dúvidas e incertezas do médium. Logico que não é fácil fazer esta distinção,
entretanto, um treino perseverante nos trará, pouco a pouco, a certeza de onde se
originam esses pensamentos.
As dificuldades encontradas pelo médium para entrar em sintonia com os
irmãos da espiritualidade, deve-se à grande diferença existente entre suas vibrações
mentais. Nos encarnados essas vibrações sofrem influencias do corpo carnal, que
as amortece. Por sua vez, as diferenças existentes entre os estados evolutivos do
transmissor e do receptor dos pensamentos, gera novas dificuldades da percepção.
Ao se iniciarem os trabalhos, deve o médium elevar os pensamentos para
Deus, através de uma prece e procura manter sua concentração em frequência mais
alta para que assim possa anular, um pouco mais o amortecimento provocado pela
carne. Desse modo, ele conseguirá estabelecer uma sintonia mais aproximada com
frequência de emissão de seu protetor.
Ao mesmo tempo em que o médium procura elevar suas vibrações visando
atingir frequências mais elevadas, o amigo espiritual reduz o seu teor vibratório
procurando entrar em sintonias com a frequência do encarnado para que possa
entrar em comunicação com ele.
Enfim, a luta constante pela reforma moral e mais o auxílio de prece, são
práticas de valor inestimável para que o medianeiro possa vibrar em frequências
cada vez mais altas e mais próximas dos espíritos comprometidos com o trabalho.
Sem dúvida, esse treino é bastante cansativo, entretanto, seus resultados
são compensadores pois com o tempo permitirão que o médium manter longos
diálogos com seus protetores. O tempo e a perseverança nesse trabalho
harmonizarão as frequências mentais entre os irmãos espirituais e seus pupilos.
Quando o médium está captando com relativa facilidade as mensagens
enviadas pelo Guia ou Protetor, deverá ser ampliado o treinamento da percepção
passando-se a exigir a idade aproximada do irmão que está sendo visitado, a qual
foi anotada no papel que está sendo utilizado para o treino.
Assim, progressivamente, passa-se a cobrar do médium de consulta, em
desenvolvimento, cada vez mais detalhes do irmão encarnado, que está servindo de
instrumento para a realização do teste. Lógico que não iremos conseguir uma
margem de cem por cento de acertos, entretanto, podemos garantir que os
resultados são bastante razoáveis.
Alcançado esse estágio, poderá o médium iniciar-se nos trabalhos de
consulta, pois a continuidade dos serviços lhe ampliará a segurança no cumprimento
da tarefa.
Conforme podemos observar, o médium de consulta espiritual possui
características próprias de trabalho e por esta razão consideramos como uma
especialidade dentro da mediunidade de incorporação e qualquer outra que,
especificamente, se dedique a esse serviço. E, nesse caso, encontramos
companheiros com maior ou menor aptidão para essas tarefas.
Queremos deixar bem claro que este é o método experimentalmente usado
pelo grupo de assistência mediúnica o qual tem dado excelentes resultados.
Todavia, deve ser considerado apenas como ponto de partida para que os
estudiosos do assunto possam aprimorá-lo.
Com a prática da consulta espiritual a sensibilidade do médium vai
aumentando cada vez mais, tornando-o capacitado a perceber a presença de
sobrecarga fluídicas pesadas e grosseiras no irmão que está se consultando.

Mais tarde, ele passará a captar e identificar as sensações desagradáveis de


angústia, tristeza, preocupação e outras quaisquer que estejam perturbando os
consulentes e, muitas vezes, até as dores que os atormentam passam a se refletir
no médium, que as identifica com relativa facilidade.
É muito comum, depois de alguns anos de trabalho, serem os médiuns de
consulta agraciados em certos casos com a faculdade de vidência, podendo, assim,
descrever irmãos encarnados e desencarnados ligados aos problemas dos
consulentes.
Esse é um serviço que exige muita perseverança e amor, pois a sua prática
quando efetuada com regularidade, surpreende a todos pela segurança com que é
executada.
Também é comum, uma vez por outra, surgir um bloqueio no médium
deixando-o impossibilitado de perceber tudo, ou quase tudo sobre o consultado. As
causas originárias desse bloqueio devem-se, possivelmente, a certa condição das
emanações fluídicas do consulente. Essa emanação, quando em contato com o
períspirito do médium, provoca a redução de sua sensibilidade, surgindo então, o
bloqueio que o impede de captar as sensações e transmiti-las para uma
interpretação mental. Fatos dessa natura são mais um campo aberto para os
estudiosos do assunto.
Recomendamos nesses casos, que o médium bloqueado, peça ao seu
auxiliar que encaminhe o consulente a outro médium de consulta, com o qual,
normalmente, não acontecerá o mesmo fenômeno.
O método prático para desenvolvimento do médium de consulta, como
também a narração dos problemas aqui expostos, são frutos de observações
efetuadas durante os trabalhos mediúnicos executados pela equipe de assistência
mediúnica.
Logico que tudo que aqui está descrito, constitui uma porta aberta para o
estudo e a pesquisa desses trabalhos que ainda estão sujeitos a aprimoramento e
14 ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

modificações dentro do campo experimental e prático que é oferecido a qualquer


trabalhador do vasto campo dos fenômenos mediúnicos. (Este item, será repetido
nas “normas práticas para desenvolvimento mediúnico”, elaborado pelo grupo de
assistência mediúnica)

5. OBJETIVO DO MÉDIUM DE CONSULTA ESPIRITUAL


O objetivo do médium de consulta espiritual, é tentar perceber através de sua
sensibilidade e, com o máximo de precisão possível, o problema do irmão que o
procura, a fim de orientá-lo naquilo de que ele necessita, isto é, uma solução para o
seu problema e a indicação do caminho que o levará a resolver ou minorar as suas
dificuldades.
O amor, a compreensão e a paciência devem ser os instrumentos usados por
esses trabalhadores, e suas palavras devem levar alento, esperança e conforto
espiritual. O irmão necessitado que se supõe à beira do abismo, procura reaver o
equilíbrio de suas forças através do trabalho desse médium que, em nome de Jesus
e como intermediário de misericórdia Divina, lhe estende as mãos para uma ajuda
fraternal e amiga.
A grande tarefa do médium de consulta é levantar os caídos para que possam
reiniciar a caminhada. Isso é obtido por meio da sensibilidade perceptiva do médium
que, descrevendo os problemas do consulente, vai indicar-lhe os meios que deve
utilizar para que esses problemas não tenham continuidade.
É nobre e belo o objetivo do médium de consulta. É ele o instrumento usado
por Deus para fazer retornar ao caminho do amor, espíritos que, por seu livre
arbítrio, se desviaram da trilha do bem e hoje fazem a colheita dos frutos amargos
que semearam.

6. COMO PODE O MÉDIUM ATINGIR O SEU OBJETIVO


Antes de tudo, faz-se necessário um bom preparo intelectual e moral, para
que o médium possa dar o melhor de si no trabalho que se propõe realizar. Esse
preparo consiste na aquisição cada vez mais, de conhecimentos da filosofia espírita.
Por outro lado, deve o médium vivenciar os Evangelhos de Jesus e encetar luta
diária, em todos os setores da vida, por uma melhora interior. Só assim, ele chegará
a interpretar com segurança as mensagens dos Guias, nos trabalhos de consulta.
Quanto maior o adiantamento moral e intelectual do médium, maior será o
grau de elevação das entidades espirituais que o assistirão e, consequentemente,
mais benéfica será a ajuda levada por ele aos irmãos necessitados.
O médium não é apenas um instrumento passivo para a realização dos
trabalhos dos Guias. Ele tem uma participação muito ativa na interpretação e
transmissão das mensagens. As experiências das vidas anteriores acrescidas dos
conhecimentos adquiridos na vida presente, enriquecem, consideravelmente, sua
participação anímica e vão se refletir na beleza dos ensinamentos contidos nas
mensagens que transmitem.
A reforma moral e a aquisição de virtudes proporcionarão ao médium as
condições necessárias para que possa orientar com sabedoria aqueles que buscam
o seu auxílio.

7. TIPOS DE MENSAGEM AOS QUE BUSCAM A CONSULTA


ESPIRITUAL
As soluções para os problemas dos consulentes, transmitidas telepaticamente
pelos Guias Espirituais, são bem ou mal interpretadas pelo medianeiro, dependendo
do seu grau evolutivo. Só a mensagem fielmente interpretada poderá levar ajuda e
esclarecendo aos irmãos necessitados que procuram os Centros Espíritas.
Nessas mensagens, os amigos espirituais levam conforto e esperança a
esses irmãos desesperados, e, procuram despertar-lhes a fé na bondade de nosso
Pai e Criador, que não abandona seus filhos em suas dificuldades; fazem-lhes ver
que foi a misericórdia Divina que os encaminhou ao Centro Espírita para que seus
sofrimentos fossem aliviados; concita-os a que elevem o pensamento ao Criador,
nos momentos de dor e de aflição, pois o seu amparo nunca é negado aos que por
ele clamam.
A transmissão de mensagens que têm por finalidade colocar em reequilíbrio
aqueles que se desarmonizam com as Leis Divinas, é dever não só do médium de
consulta, mas de todos os cristãos que têm como objetivo na sua jornada
reencarnatória, o desenvolvimento de amor ao próximo.
No que diz respeito ao médium, deve ele, em todos os momentos, agradecer
a Deus as oportunidades que lhe oferece de ajudar o seu semelhante, pois, já está
consciente do grande benefício que recebe o seu espírito, quando, por seu
intermédio, a misericórdia Divina se faz presente.

8. ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA OS MÉDIUNS DE CONSULTA


I- Evitar prolongar-se em detalhes sobre os problemas dos consulentes
acautelando-se, desse modo, contra possíveis erros provocados por
interferências anímicas e evitando retardamento no serviço, cujo tempo é
limitado;
II - Em hipótese alguma deve o médium fazer críticas a outras religiões, nem
sugerir ao consulente que ele se torne espírita. Isso é questão que cabe ao
livre arbítrio de cada um;
O médium não está ali para julgar ninguém, mesmo que perceba que o
consulente sofre influência de entidades afeitas às práticas de Umbanda,
Candomblé, Quimbanda ou quaisquer outras religiões não deve ele condenar
esses trabalhos. Poderão, em vez disso, recomendar-lhes que façam um
estudo aprofundado das obras espíritas e dos Evangelhos de Jesus,
16 ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

esclarecendo-os sobre os perigos que correm todos aqueles que frequentam


ambientes onde a prática mediúnica é efetuada sem estudo teórico da
mediunidade.
III - Quando, em uma consulta, for recomendada a execução de tarefas
evangélicas, cabe ao médium orientar o consultando sobre a finalidade
dessas tarefas que é a obrigação que todos têm de vivenciar os Evangelhos
de Jesus, não importando qual seja a religião em que militando.
IV - Se constatar que o problema do consulente é doença orgânica, deve o
médium de consulta orientá-lo para que procure um médico de sua confiança,
sem, contudo, indicar nome ou especialidade. Do mesmo modo, não deve ele
indicar chás, remédios ou qualquer outro tipo de medicamento. Para isso
existem os médiuns receitistas, que são habilmente assistidos por irmãos
espirituais dedicados especificamente à tarefa.
V- É desaconselhável, também, recomendar a suspensão de qualquer
tratamento médico que por acaso o consulente esteja fazendo, mesmo que
tenha percebido, claramente, que o seu problema é puramente espiritual e
não orgânico. O correto, nesse caso, é enviá-lo ao tratamento de
desobsessão e esperar que o médico, constatando as melhoras de seu
cliente, diminua a intensidade do tratamento ou o suspenda.
VI - Os conselhos transmitidos durante a consulta, jamais deverão ser baseados
em ponto de vista pessoal do médium. Essas orientações devem ter por base
o Evangelho de Jesus e as obras de Kardec.
VII - Jamais deverão partir de um médium de consulta informações que deprimam
ou que provoquem angustias, humilhações ou preocupações ao consulente.
O grande objetivo do seu trabalho é levar o irmão carente ao reequilíbrio,
devendo assim, o médium se manter atento para que uma informação
impensada não venha a ampliar o estado de desequilíbrio em que se encontra
o irmão que se consulta.

9. OS AUXILIARES DE CONSULTAS E SUAS TAREFAS


Os serviços de consulta espiritual sob orientação do grupo de assistência
mediúnica pedem a presença de um auxiliar ao lado de cada médium, os quais
exercem importantes funções para o bom andamentos dos trabalhos.
Esses irmãos auxiliares do serviço de consulta são responsáveis pela
manutenção da atmosfera fluídica nas condições indispensáveis para realização dos
trabalhos e por toda orientação que deve ser dada aos necessitados, levando-os a
entrar em harmonia de pensamentos e sentimentos com as equipes material e
espiritual que realizam os serviços. Isso se consegue recomendando ao consulente
que eleve os pensamentos para Deus, através de uma prece.
A importância dessa atitude conjunta consiste em fazer comum a todos os
presentes, a mesma atmosfera fluídica.
É o auxiliar do médium que efetua as marcações nas fichas de consulta, cujo
o modelo está inserido em nossa apostila. Ao termino da consulta, o consulente
deverá ser encaminhado à secretaria onde obterá maiores informações sobre os
resultados contidos na ficha de consulta.
A maioria dos irmãos, não espirita, que procuram às nossas searas, para
utilização dos nossos serviços de consulta espiritual, são pessoas perturbadas
psiquicamente ou portadoras de doenças orgânicas ou algumas vezes, em estado
bastante adiantado. O seu desiquilíbrio psíquico não lhes permite uma percepção
total de tudo que ali está ocorrendo, cabendo ao auxilia ajuda-los no momento da
realização da consulta. Esse é outro aspecto da grande importância de tarefa
realizada por esses trabalhadores.
Somos procurados também, por muitos irmãos pertencentes a outras
doutrinas, cujos conceitos entram em choque com os que são trazidos pelos Guias,
e isso, leva-os, muitas vezes, a não entender com clareza as mensagens
transmitidas pelos médiuns durante a consulta. Nessa hora, o auxiliar de consulta
traz ligeiramente e com objetividade, os esclarecimentos necessários para o
consulente.
Outras vezes, o desespero e a angústia dos consulentes bloqueiam suas
próprias mentes que, de há muito, vem sofrendo atuação maléfica de uma mente
incorpórea, fazendo com que o mesmo deixe de discernir com clareza o que está
sendo exposto. Mas uma vez, é valiosíssima a presença do auxiliar de consulta que
vai esclarecer com objetividade para que não haja perda de tempo na realização dos
trabalhos.
Em algumas oportunidades, quando a atuação dos guias e protetores sobre o
médium, se torna mais ostensiva, pode provocar um semibloqueio nas cordas vocais
do medianeiro, acarretando modificação em sua voz.
Isso poderá causar dificuldades para audição do consulente, mas o auxiliar de
consulta já familiarizado com a dicção do médium nessas ocasiões, retransmitirá a
mensagem, em linguagem clara para que o consulente possa compreende-lo.
Como podemos observar, o trabalho do auxiliar é de grande importância para
o andamento dos serviços.

10. ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA OS AUXILIARES DE


CONSULTA
I- O auxiliar e o médium de consulta deverão estar presentes na sala de
trabalho, no mínimo 10 (dez) minutos antes do início dos trabalhos, para uma
preparação espiritual. Isso faz parte da disciplina.
II - Ao chegarem a sala, esses trabalhadores deverão elevar seus pensamentos
a Deus, entrando em prece, afim de formarem uma atmosfera fluídica
adequada ao serviço, o que possibilitará maior facilidade para aproximação
dos guias que trabalharam, como cooperadores na execução da consulta.
18 ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

III - Durante o tempo que durarem as consultas, os médiuns e auxiliares deverão


permanecer concentrados, sustentando a atmosfera fluídica apropriada e
indispensável ao ambiente de trabalho.
IV - O auxiliar de consulta deve recomendar, no momento da consulta, que o
consulente entre em prece para que possa participar do ambiente fluídico já
existente na sala, harmonizando-se com ele.
V- O auxiliar deve ter o máximo cuidado para que o consulente, caso seja
médium ostensivo, não venha a incorporar durante a consulta para isso deve
lançar mão de passes de dispersão e recomendar ao consulente que não dê
passividade, nem se concentre. Com esse procedimento, quase sempre, ele
conseguirá evitar a atuação das entidades que desejam se comunicar.
VI - O auxiliar não deve permitir que os consulentes falem de seus problemas
para que os médiuns não tomem conhecimentos de suas necessidades, por
antecipação, o que evitará interferências anímicas, nos informes que deverão
ser transmitidos. Somos de opinião que, quanto o menos o médium conhecer
sobre o consulente, mais fiel será a interpretação das ideias emitidas pelos
guias e protetores em trabalho com o médium.
Os auxiliares devem evitar, também, que sejam perguntas que fujam a
finalidade do serviço, especialmente aquelas que atendem apenas aos
problemas materiais. O consulente deve-se limitar-se a responder as
perguntas que forem formuladas pelo médium, às quais, normalmente se
relacionam por problemas espirituais e as doenças.
VII - Não deve o auxiliar esquecer de marcar com um X na ficha da consulta as
informações prestadas pelo médium, também não deve escrever nenhuma
outra informação além daquelas que já consta na referida ficha.
VIII - Durante as consultas, e após as mesmas, não deve o auxiliar se alongar em
informações minuciosas aos consulentes para não provocar retardamento no
serviço, nem cansar, com a demorada espera, o médium que esta atuado por
seu guia e orientador naquele trabalho. Ao termino da consulta, o consulente
deverá se encaminhado à secretaria, onde serão esclarecidas as suas
dúvidas sobre as normas para realização do tratamento.
IX - Após a retirada de cada consulente, o auxiliar entrará em prece para garantir
a continuidade da harmonia existente no ambiente.
X- O auxiliar não deve se consultar sem necessidade, para não sobrecarregar o
médium já desgastado pelo volume de serviço. Quando o auxiliar ou qualquer
outro trabalhador, necessitar de uma consulta, deverá pedir autorização ao
presidente dos trabalhos para efetua-la. Pretendemos com isso evitar que os
nossos companheiros se tornem dependentes de orientações espirituais para
solução de seus problemas e que, a menor dificuldade que apareça, recorram
às orientações dos Guias.
XI - Tantos os auxiliares como os médiuns de consulta deveram guardar sigilo de
tudo quanto foi exposto pelos consulentes, no momento da consulta.
XII - Ao término dos trabalhos o dirigente/auxiliar deverá perguntar ao médium se
ele está bem ou se precisa de um passe. Em caso afirmativo, o próprio
auxiliar deverá efetuar a doação fluídica e, por fim, encerrar os serviços com a
prece de agradecimento.
Auxiliar pode: fazer palestras, dirigir a reunião, trabalhar na orientação e auxiliar o
médium.
O médium pode: trabalhar na consulta, dirigir a reunião, trabalhar na orientação e
fazer palestra.

11. REUNIÕES DE CONSULTA ESPIRITUAL


A importância dessas reuniões está em fazer com que os conceitos
doutrinários do Espiritismo passem a ser vivenciados por todos aqueles que chegam
as nossas casas, impelidos pela dor, pela curiosidade ou por um anseio natural de
seus espíritos, nela devem encontrar a luz e o esclarecimento que tanto buscavam.
Os trabalhos de consulta espiritual deverão ter a duração de duas horas. No
primeiro horário, deverá ser efetuado uma palestra bastante objetiva em que se
procurará estabelecer o diálogo com o público fazendo-se o uso do quadro de giz,
quadro branco, cartazes, recursos audiovisuais e outros que possibilitem aos
ouvintes, não sair com dúvidas sobre o tema exposto.
O expositor deve usar de muita criatividade na apresentação de exemplos
terra-a-terra para que os iniciantes assimilem, mais facilmente, os conceitos práticos
e doutrinários do Espiritismo.
Essas palestras devem ser realizadas, de preferência, em auditório vizinho a
sala onde se realizam as consultas, para facilitar o encaminhamento dos
consulentes à presença do médium.
Ninguém deverá efetuar a consulta espiritual sem que antes tenha assistido a
uma dessas palestras.
Concluído o trabalho inicial, todos deverão permanecer em seus lugares
aguardando a chamada para consulta, quando então poderá ser diminuída a
intensidade da luz do auditório, ou mesmo até substitui-la por uma lâmpada de luz
azul ou verde. Não recomendamos lâmpadas vermelhas por se tratar de uma cor
excitante.
O serviço de som passará a transmitir músicas suaves intercaladas com
preces para que, mais facilmente, se forme a atmosférica fluídica do ambiente.
Abrindo os serviços práticos de consulta, o dirigente ou o outro irmão por ele
designado, falará ao público afirmando que essas reuniões não têm assistentes e
sim participantes, por isso, os trabalhos que irão se realizar naquele momento
necessitam da colaboração de todos, colaboração essa que deverá ser efetuado
20 ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

através da prece e do silencio, para que se possa formar uma atmosférica fluídica de
paz e muito amor.
Em seguida, recomendará aos consulentes que ao sentarem junto ao médio
de consulta façam uma prece procurando entrar em harmonia com os trabalhadores
em serviço.
O número de médiuns de consulta em serviço, dependerá da quantidade de
pessoas a ser atendido. As experiências vividas pela equipe do grupo de assistência
mediúnica, nos possibilitaram concluir que o médium de consulta poderá atender em
média e sem grande cansaço, cerca de dez a quinze pessoas por reunião.
Essa variação deve-se à influência de vários fatores, entre eles encontramos,
a vivência do médium no serviço de consulta, os problemas individuais do
consulente, habilidade do dirigente dos trabalhos para que não haja perda de tempo
no encaminhamento dos consulentes a sala de consulta, etc., etc.
Terminada a palestra inicial, deverão permanecer sentados todos os
consulentes, quando então poderá ser diminuída a intensidade da luz do auditório,
ou mesmo até substitui-la por uma lâmpada de luz azul ou verde. Evitamos o uso da
luz vermelha, por ser uma cor excitante.
O dirigente dos trabalhos ou um irmão por ele indicado para abertura dos
serviços práticos de consulta espiritual, e, nesse momento, todos deverão ser
alertados que reuniões espíritas não tem assistentes e sim participantes, e, por essa
razão, os trabalhos que ora ali se iniciam, necessitam da colaboração de todos.
Colaboração essa, que deverá ser efetuada, através da prece e do silêncio na
tentativa de gerar uma atmosfera fluídica de paz e muito amor no ambiente de
trabalho.
Deverá também ser recomendado ao consulente que ao sentar junto ao
médio de consulta façam uma prece procurando assim entrar em harmonia com os
trabalhadores em serviço. Finalmente, o dirigente convidará a todos os presentes
para que se unam em pensamento através de uma prece, quando então dará por
iniciado os serviços de consulta espiritual. O palestrante esclarecerá também que
após o tratamento de desobsessão, que normalmente são em número 4 (quatro),
voltará o necessitado a efetuar nova consulta, para verificação se o processo
obsessivo está ou não extinto.
Uma nova consulta poderá recomendar ao consulente a repetição do
tratamento ou encaminhamento do mesmo para tarefas evangélicas, que constarão
de aulas de passe, de mediunidade, de doutrinação, desenvolvimento mediúnico se
for o caso, também, estudo dos Evangelhos e demais obras da codificação.
Agindo assim, o dirigente de uma instituição cumpri com seu dever divulgando
os Evangelhos de Jesus e os postulados de nossa Doutrina e ao mesmo tempo
põem em prática todos os ensinamentos contidos no Espiritismo.
Os grandes beneficiados com esses serviços são aqueles com amor e
dedicação se prontificaram a servir ao Cristo, nas mais diversas atividades de uma
Casa de Oração.
22 ORIENTAÇÃO BÁSICA PARA MÉDIUM E AUXILIAR DE CONSULTA

12. BIBLIOGRAFIA

1. KARDEC, Allan. A GÊNESE – Editora Lake


2. _____. O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Editora Lake
3. _____. O LIVRO DOS MÉDIUNS – Editora Lake
4. _____. OBRAS PÓSTUMAS - Editora Lake
5. _____. O CÉU E O INFERNO – Editora Lake
6. _____. O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Editora Lake
7. ARMOND, Edgard. DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO - Editora Aliança
8. _____. MEDIUNIDADE – Editora Aliança
9. DENIS, Leon. NO INVISÍVEL – Editora FEB
10. PERALVA, Martins. ESTUDANDO A MEDIUNIDADE – Editora FEB
11. MAES, Hercílio. MEDIUNISMO – Editora Freitas Bastos
12. _____. ELUCIDAÇÕES DO ALÉM – Editora Freitas Bastos
13. JACINTO, Roque. TRATAMENTO DA OBSESSÃO – Editora Culturesp
14. _____. DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO – Editora Culturesp
15. RIGONATTI, Eliseu. MEDIUNIDADE SEM LÁGRIMAS – Editora Pensamento
16. PIRES, José Herculano. O CENTRO ESPÍRITA – Editora O Clarim
17. DELANNE, Gabriel. O FENÔMENO ESPÍRITA – Editora FEB
18. XAVIER, Francisco Cândido. MISSIONÁRIOS DA LUZ – Editora FEB
19. _____. NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE – Editora FEB

Editado pelo GRUPO DE ASSISTÊNCIA MEDIÚNICA


Rua Betânia, 10, apto 1301 – Derby – CEP: 50000-000 – Recife - PE
ANEXO
ROTEIRO DE PALESTRA DE CONSULTA

O que é o Centro Espírita? – Casa de Oração onde pessoas se reúnem para


elevar os pensamentos a Deus, buscar consolo
para suas dores, desenvolver o Sentimento de
Amor e Caridade, e ajudarem-se mutualmente.

– Local de estudo e divulgação da Doutrina Espírita


e dos Evangelhos de Jesus.

Porque se procura um Centro Espírita?

1 – Curiosidade

Perturbações (OBSESSÕES)
2 – Necessidade Doenças (FLUIDOTERAPIA)
Mediunidade (TRABALHAR - MÉDIUM)

Para desenvolver as nossas inteligências;


3 – Problema Material Não acomodarmos nossas mentes;
Reflexos de problemas Espirituais

Composição do Homem na Terra – Corpo, Alma, Períspirito (Fazer esquema)

 Períspirito – Corpo Fluídico, Vaporoso, Semi-material que envolve o espírito,


quer esteja encarnado ou desencarnado. (L.E. 95)
 Fluido – Energia do Cosmo, Elemento primário do qual tudo se transforma no
Universo, de acordo com suas modificações e combinações. (L.E. 27)

1 – Sobrecarga fluídica no Períspirito;

Perturbações 2 – Desequilíbrio do Períspirito;

3 – Geração de atmosfera fluídica desequilibrante, perturbadora.

1 – Desequilíbrio dos órgãos físicos pela purgação perispiritual no corpo


físico

Doenças 2 – Doenças – o períspirito serve de modelo estruturador para o corpo


físico e transmite-lhe as doenças neles registradas (doenças cármicas)
diferentes das doenças físicas, que são motivadas por agentes
exteriores.

3 – Fazendo o Bem a criatura vai eliminando fluidos doentios e aliviando


as doenças.
É sensibilidade de perceber o mundo espiritual, sentindo, vendo,
ouvindo a presença dos espíritos;

Mediunidade 1 – Mediunidade Natural – É aquela que é fruto da conquista


evolutiva do espírito, à medida que ele evolui moral e
intelectualmente. Assim, de Reencarnação em Reencarnação vai
aumentando a sensibilidade.

2 – Mediunidade de Prova – É a mediunidade de tarefa, concedida


por misericórdia Divina para incentivar o desenvolvimento de
espíritos endividados. Serviços extras, com sensibilização no
períspirito no período pré-reencarnatório.

Como se comportar na consulta? – Manter-se com pensamento elevado;

– Pedir a Deus para ser auxiliado;

– Não fazer perguntas materiais.

Como pode sair o resultado da Consulta? – Médico;


– Tratamento;
– Passes;
– Água Fluídica;
– Estudo do Evangelho;
– Desenvolvimento da Mediunidade;
– Fluidoterapia;
– Tarefas Evangélicas.

Os centros Espíritas fazem Milagres? – Não. Tudo é realizado dentro das Leis da
Natureza. O que ocorre é a substituição de energias e encaminhamento de
entidades.

Há compromisso com o centro após o tratamento?

Não.

O frequentador é livre para integrar-se ou não nas tarefas da casa. Inclusive nos
casos em que é aconselhado o Desenvolvimento Mediúnico, o frequentador
escolherá o Centro com que mais se identifique.