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Programa de Pós-graduação em História Social

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F i cç ã o e h i s t ó r i a
Curso: Ficção e história

Prof. Felipe Charbel

Horário: sextas-feiras, das 15:00 às 18:00

Ementa: A proposta do curso é analisar, a partir de uma abordagem cruzada entre teoria
da história e teoria literária, as “vias de acesso” entre ficção e história na literatura
contemporânea em prosa. A escolha das obras seguiu três critérios: (a) proposição de um
corpus temático abrangente e de enfoque transcultural, permitindo uma abordagem
comparativa que permita a identificação de algumas formas de sensibilidade do tempo
próprias da literatura contemporânea; (b) o predomínio do “páthos da autencidade”,
entendido aqui como expectativa de “acesso” à singularidade do evento histórico ou de
produção de efeitos de presença, por meio da ficção; (c) a escolha de obras caracterizadas,
formalmente, por um investimento autorreflexivo. As obras discutidas no curso serão as
seguintes: A morte do inimigo (1959), de Hans Keilson; Um túmulo para Boris Davidovitch
(1976), de Danilo Kiš; À espera dos bárbaros (1980), de J. M. Coetzee; A marca humana
(2000), de Philip Roth; Austerlitz (2001), de W. G. Sebald; Hammerstein, ou a obstinação
(2008), de Hans Magnus Enzensberger; HHhH (2010), de Laurent Binet.

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Unidade 1. História, ficção e historicidade

SCHAEFFER, Jean-Marie. Why Fiction? Lincoln and London: University of Nebraska Press,
2010, pp. 109-204.

LACAPRA, Dominick. “History and the Novel”. In. History and Criticism. Cornell University
Press, 1985.

ROTH, Philip. A marca humana, Trad. Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das
Letras, 2002.

MUKAROVSKÝ, Jan. “Arte como fato semiológico” e “Sobre o estruturalismo”. In.

Escritos sobre estética e semiótica da arte. Trad. Manuel Ruas. Lisboa: Editorial Estampa,
1979.

SEBALD, W. G. Austerlitz. Trad. José Marcos Mariani de Macedo. São Paulo: Companhia das
Letras, 2008.

GUMBRECHT, Hans Ulrich. Atmosfera, ambiência, Stimmung. Sobre um potencial oculto da


literatura. Trad. Ana Isabel Soares. Rio de Janeiro: Contraponto: Editora PUC-Rio, 2014, pp.
9-33.

Leituras complementares

STIERLE, Karlheinz. A ficção. Trad. Luiz Costa Lima. Rio de Janeiro: Caetés, 2006.

ISER, Wolfgang. “Atos de Fingir”. In. O fictício e o imaginário. Trad. J. Kretschmer. Rio de

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Janeiro: EdUERJ, 1996.

ANKERSMIT, Frank. “Truth in History and Literature”. Narrative, 18, nº 1, 2010. POSSNOCK,
Ross. Philip Roth’s Rude Truth. The art of Immaturity. Princeton and

Oxford: Princeton University Press, pp. 193-235.

SIMIC, Charles. “Conspiracy of Silence”. In. SCHWARTZ, Lynne Sharon (org.). The Emergence
of Memory. Conversations with W. G. Sebald. New York: Seven Stories Press, 2007.

HIRSCH, Marianne. “The Generation of Postmemory”. Poetics Today, 29, 1, 2008.

Unidade 2. Ficção e meta-história

KEILSON, Hans. A morte do inimigo. Trad. Luiz A. de Araújo. São Paulo: Companhia das
Letras, 2013.

COETZEE, J. M. À espera dos bárbaros. Trad. José Rubens Siqueira. São Paulo: Companhia
das Letras, 2006.

KOSELLECK, Reinhart. “Histórica y hermenéutica”. In. VILLACAÑAS, José Luis;

ONCINA, Faustino (org.). Historia y hermenéutica. Barcelona: Buenos Aires: México:


Ediciones Paidós, 2002.

ATTWELL, David. J. M. Coetzee. South Africa and the Politics of Writing. Berkeley and Los
Angeles: University of California Press, 1993, pp. 9-34, 70-87.

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Leitura complementar

ATTRIDGE, Derek. J. M. Coetzee and the Ethics of Reading. Chicago and London: The
University of Chicago Press, 2004, pp. 32-64.

Unidade 3. Metaficção, historicidade e ética da representação ficcional

STONEHILL, Brian. The Self-Conscious Novel. Artifice in Fiction from Joyce to Pynchon.
Philadelphia: University of Pennsylvania Press, 1988, pp. 1-47.

BINET, Laurent. HHhH. Trad. Paulo Neves. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

STEINER, George. “Presenças verdadeiras”. In. Nenhuma paixão desperdiçada. Trad. Maria
Alice Máximo. Rio de Janeiro: Record, 2001.

HARTOG, François. Regimes de historicidade. Presentismo e experiência do tempo.

Trad. Andreá Souza de Menezes [et al.]. Belo Horizonte: Autêntica, 2013, pp. 133-260.

ENZENSBERGER, Hans Magnus. Hammerstein, ou a obstinação. Trad. Samuel Titan Jr. São
Paulo: Companhia das Letras, 2009.

KIS, Danilo. Um túmulo para Boris Davidovitch. Trad. Heloisa Jahn. São Paulo: Companhia
das Letras, 1987.

________ Homo Poeticus. New York: Farrar, Straus, Giroux, 1995, pp. 9-72. ANKERSMIT, Frank.
Sublime Historical Experience. Stanford: Stanford University

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Press, 2005, pp. 1-15, 317-368.

Leituras complementares

WAUGH, Patricia. Metafiction. The Theory and Practice of Self-Conscious Fiction.

London and New York: Methuen, 1984, pp. 1-61.

BINET, Laurent. “Le merveilleux réel”. Le Débat, 2, 2011, 165.

GUMBRECHT, Hans Ulrich. Produção de Presença. Trad. Isabel Soares. Rio de Janeiro:
Contraponto: Editora PUC-Rio, 2010.

BOUJU, Emmanuel. La transcription de l’Histoire. Essai sur le roman européen de la fin du


XXe siècle. Rennes: Presses Universitaires de Rennes, 2006, pp. 39-62, 111-132.

No v i d a d e s

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