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A Diabetes

Que tipos de diabetes existem?


- Diabetes Tipo 1

- Diabetes Tipo 2

- Diabetes Gestacional

- Outros tipos de Diabetes

Existem outros tipos de diabetes além do Tipo 1, Tipo 2 e Gestacional, mas esses ocorrem com muito menor frequência. São
eles:

- Diabetes Tipo LADA (Latent Autoimmune Diabetes in Adults): costuma ser confundido com a diabetes do tipo 2. A maior
incidência concentra-se em pacientes entre 35 e 60 anos. A manutenção do controle deglicemia é o principal objetivo do
tratamento do portador de diabetes tipo LADA. Um aspecto que deve ser levado em conta, refere-se à progressão para a
necessidade de terapia com insulina.

- Diabetes tipo MODY (Maturity-Onset Diabetes of the Young) que afecta adultos jovens mas também adolescentes e
crianças. Apresentam-se com características de diabetes tipo 2 e são causadas por uma mutação genética que leva a uma
alteração da tolerância à glucose.

- Diabetes Secundário ao Aumento de Função das Glândulas Endócrinas (Ex: doença de Cushing, acromegalia ou gigantismo,
feocromocitoma, glucagenoma)

- Diabetes Secundário a Doenças Pancreáticas (Exemplos: pancreatite crónica, Destruição pancreática por depósito de ferro
denominado hemocromatose)

- Resistência Congênita ou Adquirida à Insulina

- Diabetes Associado a Poliendocrinopatias Auto-Imunes

- Diabetes Relacionados à Anormalidade da Insulina (Insulinopatias)


Valores de Referência

Hiperglicemia
Dá-se o nome de glicemia à quantidade de glicose no sangue. Ao aumento excessivo da glicemia, chama-se Hiperglicemia.

A diabetes é uma doença que se caracteriza pela hiperglicemia que se deve em alguns casos, à insuficiente produção de
insulina pelo organismo, noutros casos à insuficiente ação da insulina e frequentemente, à combinação destes dois factores.

As pessoas sem diabetes devem ter uma glicemia entre 80 e 110 mg/dl antes das refeições e entre 110 e 140 mg/dl depois
das refeições.

Uma pessoa com diabetes deve tentar aproximar-se o mais possível destes valores ou atingir os objetivos indicados pela
equipa de saúde, que são variáveis e individualizáveis, consoante a idade da pessoa e os anos de evolução da diabetes.

A insulina é uma hormona que faz naturalmente parte do organismo, e que serve essencialmente para fazer com que o açúcar
existente no sangue – que é a nossa fonte energética principal – seja bem aproveitado, para nos dar energia.
Quando isto não acontece, as pessoas sentem-se com falta de forças e ficam com hiperglicemia.

Quando a glicemia está muito elevada, podem existir sintomas com:

- Urinar em grande quantidade e mais vezes

- Ter sede constante e intensa

- Sensação de boca seca

- Fome constante e difícil de saciar

- Cansaço

- Comichão no corpo (sobretudo ao nível dos órgãos genitais)

- Visão turva
Um passo importante para ajudar a estabilizar os valores de glicemia na diabetes e que depende exclusivamente de cada
pessoa, é a aquisição de hábitos de vida saudáveis, o que implica seguir um plano alimentar saudável e ajustado às
necessidades de cada um e a prática de actividade física, (como por exemplo, andar a pé no dia-a-dia.)

Se mesmo tendo estes cuidados, e fazendo a restante terapêutica aconselhada, a hiperglicemia se mantiver é aconselhável
falar com a equipa de saúde que o acompanha, pois pode ser necessário ajustar o seu tratamento.

Há hiperglicemias ocasionais, que podem ser provocadas por:

- Uma ingestão excessiva em hidratos de carbono nas refeições anteriores

- Uma situação de stress

- Alterações na acção da medicação como sejam alterações na absorção intestinal dos medicamentos ou problemas técnicos
na administração de insulina

- Períodos de doença aguda como sejam infecções urinárias, respiratórias, intestinais…

- Outros
Quaisquer que sejam as causas da hiperglicemia existe uma atitude básica e geral que pode ser feita pelo próprio indivíduo -
aumentar a ingestão de água durante esse período de descompensação.

Para detectar esta situação e para que a pessoa possa estar a par do que se passa no seu organismo, convém fazer o
autocontrolo sugerido pela equipa de saúde.

Sintomas de Hipoglicemia
A hipoglicemia geralmente ocorre em diabéticos que utilizam fármacos para controlar a doença, sejam eles insulina
ou antidiabéticos orais.

Esta condição pode acontecer essencialmente por três motivos (isolados ou em conjunto): toma excessiva/incorreta da
medicação, jejum prolongado e exercício físico inadequado.

Os níveis de açúcar no sangue não devem estar abaixo dos 70mg/dl.

Se toma medicamentos para controlar a Diabetes é necessário ter muita atenção com a alimentação para que os níveis de
açúcar não desçam demasiado.
O Diagnóstico da Diabetes
O diagnóstico é feito através dos sintomas que a pessoa manifesta e é confirmado com análises de sangue. Outras vezes
podem não existir sintomas e o diagnóstico ser feito em exames realizados por outra causa.

Os sintomas relacionados com o excesso de açúcar no sangue aparecem, na diabetes tipo 2, de forma gradual e quase
sempre lentamente. Por isso, o início da diabetes tipo 2 é muitas vezes difícil de precisar.
Os sintomas mais frequentes são a fadiga, poliúria (urinar muito e com mais frequência) e sede excessiva. Muitas vezes o
doente não apresenta estes sintomas (ou dá-lhes pouca importância) e o diagnóstico é feito por análises de rotina.
Nas análises encontramos uma quantidade de açúcar no sangue aumentada (hiperglicemia) e aparece açúcar na urina
(glicosúria).
Pode ser uma pessoa com Diabetes:
Se tiver uma glicemia ocasional de 200 mg/dl* ou superior com sintomas
Se tiver uma glicemia em jejum (8 horas) de 126 mg/dl ou superior em 2 ocasiões separadas de curto espaço de tempo

Tratar Hipoglicemia

Quanto melhor for o controlo metabólico menor será a probabilidade de ocorrer uma hipoglicemia. Saber tratar uma
hipoglicemia é extremamente importante para evitar complicações graves que podem advir, como o coma hipoglicémico.

 Hipoglicemia
 Coma Hipoglicémico
 Coma Hiperosmolar

Hipoglicemia
A glicose (açúcar) é a principal fonte de energia utilizada pelo nosso corpo, o cérebro, por exemplo, só utiliza glicose como
fonte de energia.

A hipoglicemia acontece quando os níveis de glicose no sangue descem abaixo dos 70 mg/dl. Os sintomas podem ser mais
leves como visão turva, fadiga, dor de cabeça ou mais evidentes como desmaio.
É importante que a pessoa com Diabetes e os seus familiares saibam reconhecer os sintomas e agir em caso de hipoglicemia.

Mas o que provoca a hipoglicemia?

A hipoglicemia pode ser provocada por erros na alimentação, como passar várias horas sem comer ou ingerir quantidades
insuficientes de hidratos de carbono; erros na administração de medicação oral ou excesso de insulina; exercício físico não
programado e sem suporte alimentar antes e depois e consumo de alcool em excesso e/ou fora das refeições.
Quanto aos sintomas da hipoglicemia, é importante referir que apenas alguns destes podem estar presentes consoante a
gravidade da hipoglicemia, podendo variar de pessoa para pessoa.
Os sintomas a ter em atenção são o suor excessivo, tremores, fraqueza, palidez, fome, dificuldade na concentração,
irritabilidade, agressividade, alteração da consciência, podendo chegar ao coma.

Como tratar a hipoglicemia moderada


Quando surgem sintomas de hipoglicemia a primeira coisa a fazer é uma pesquisa de glicemia. Se tem efetivamente os
valores de glicemia abaixo dos 70 mg/dl deve seguir os seguintes passos:

1. Ingerir 10 a 15 gramas de açúcar diluído numa pequena quantidade de água ou sumo.


2. Repetir pesquisa de glicemia 3 a 5 minutos após a ingestão de açúcar.

3. Se os valores ainda não estão dentro dos valores normais deve repetir o primeiro passo até estabilizar a glicemia.

4. Após a estabilização, dentro de 10 a 15 minutos deve fazer uma refeição rica em hidratos de carbono de absorção lenta,
como pão, massas, bolachas de água e sal ou tostas.

Como tratar a hipoglicemia grave:


Nesta situaçao se a pessoa está agitada, com alteração do estado de consciência ou mesmo inconsciente, a ajuda tem de vir
de terceiros:

1. Deitar o paciente de lado

2. Fazer e colocar no interior da bochecha uma papa de açucar

3. Administrar glucagon 1 mg por via intramuscular ou sub-cutânea

4. Contactar o INEM (112) e expor de forma clara a situação e a sua gravidade

Uma nota importante: No primeiro passo, a ingestão deve ser realmente de açúcar e não de outro alimento rico em açúcar
como um bolo ou um chocolate. Enquanto o açúcar tem uma absorção extremamente rápida, um bolo contém gorduras que
têm que ser digeridas e isso atrasa a absorção do açúcar. O recomendado é que tenha sempre 3 a 4 pacotes de açúcar na
carteira.
Prevenção da hipoglicemia

Para prevenir a hipoglicemia é importante:

- Fazer uma vigilância das glicemias capilares ao longo do dia

- Ingerir hidratos de carbono ao longo do dia e em todas as refeições

- Ajustar as doses de insulina às necessidades alimentares e ao exercício físico

- Variar os locais de administração de insulina





ref. (7) (21) (22)

Ameaças a uma alimentação saudável

 Escrito por Margarida Cardoso Barradas


Aprenda a defender-se!

Hoje em dia todos conhecemos as vantagens de ter uma alimentação saudável e adaptada às necessidades nutricionais de
cada um, a par com uma actividade física ajustada aos gostos e capacidades individuais.

Os hábitos de vida saudável têm como sabemos, um papel importante na prevenção da obesidade, doença cardiovascular e
diabetes entre muitas outras patologias, assim como na óbvia melhoria da qualidade de vida.

Quando já existe algum problema de saúde, a melhoria personalizada dos hábitos de vida, constitui uma parte fulcral do
tratamento e tem o mesmo peso que a terapêutica medicamentosa.

Por vezes o balanço é tão positivo, que a necessidade de medicação diminui... Para além da vantagem em reduzir os gastos
monetários, temos que contar com outra vantagem: os efeitos secundários que hábitos de vida mais saudáveis têm no nosso
organismo, são todos bons... e a única interacção que têm, é com a nossa sensação de bem estar.

Abordando mais o aspecto da alimentação – que se quer saudável e equilibrada com todos os nutrientes essenciais – o ideal é
seguir as recomendações alimentares de um Dietista ou Nutricionista, que elabore uma dieta personalizada, de acordo com
características individuais, como a idade, o peso e actividade física.

No entanto, quando se quer manter um peso ideal, ou perder uns kilogramas a mais, há conselhos gerais que se ajustam a
todos e que já contribuem para fazer uma grande diferença na melhoria de cuidados alimentares.
Evitar alimentos com elevada densidade energética, ricos em açúcares, gorduras e muitas vezes também em sal, é uma das
regras de ouro para melhorar hábitos alimentares.

Fazer várias refeições por dia, de modo a não estar mais do que 3 horas sem comer e tentando não comer muito de cada vez,
é outro aspecto igualmente importante, que já vem fazendo parte do senso comum.

No entanto a distância entre o que já sabemos que se deve fazer e pôr em prática, e o que fazemos na realidade, é grande! As
ameaças com que nos deparamos no dia-a-dia são muitas...

A diversidade e a disponibilidade de produtos alimentares com composição nutricional pouco adequada, mas que constituem
uma espécie de compensação para a obrigatoriedade da rotina, não facilita as escolhas alimentares.

A necessidade de fazer refeições fora de casa e o escasso tempo disponível para as fazer, também também impele a escolhas
mais rápidas, mas não mais saudáveis.

As épocas festivas, sinónimo de convívio em família com os respectivos "mimos em formato alimentar" de deliciosos e
caloricamente tradicionais pratos e de doces que são verdadeiras tentações para os olhos e para as papilas gustativas,
constituem as principais ameaças a uma alimentação saudável.

Mas mesmo com tantas (e às vezes justificadas) ameaças, não é impossível fazer uma alimentação mais saudável, desde que
se tenham em conta algumas estratégias de defesa...

- Fazer cerca de 6 refeições equilibradas ao longo do dia, começando com um pequeno almoço que deve ser tomado antes de
sair de casa, e terminando numa ceia, antes de dormir – de modo a que o intervalo sem comer durante a noite não seja
superior a 9 horas. Com várias refeições, nunca se chega ao ponto de se sentir muita fome e é mais fácil resistir a alimentos
muito calóricos...

- Ter a todas as refeições alimentos hidratos de carbono de absorção lenta, que saciam mais e durante mais tempo, o que
também ajuda a resistir a alguns "atentados" com elevada concentração de calorias.

As refeições mais pequenas poderão incluir pão de mistura ou integral, cereais ricos em fibras, bolachas com pouca gordura e
sal, em conjunto com leite ou iogurte magro ou 1 peça de fruta.

As refeições principais devem ter massas, leguminosas, batatas, arroz ou pão, acompanhados de uma fonte de proteínas (que
se torna menos necessária no caso de se ingerirem leguminosas - uma excelente fonte de proteínas de origem vegetal) e
vegetais.
- Assegurar uma boa quantidade de fibras proveniente das saladas ou hortaliças, contribui entre inúmeras outras coisas, para
preencher melhor o estômago sendo mais fácil reduzir as quantidades dos outros alimentos e aumentando a saciedade, assim
como para tornar a absorção da refeição mais lenta.

- Ter fácil acesso a alimentos como bolachas pouco calóricas, fruta, leite ou iogurtes magros, para as refeições intermédias do
meio da manhã e lanche(s). Não necessitando de comprar algo, é mais fácil manter as calorias ingeridas mais próximas do
ideal.

- Numa pastelaria, ao olhar para as vitrines, lembre-se sempre que não há melhor opção do que o pão, mesmo que seja pão
branco. Os folhados são ricos em gordura de má qualidade e sal e os bolos, por mais secos que pareçam, têm para além de
quantidades de gordura semelhantes, muita quantidade de açúcar. Qualquer destas opções é altamente calórica e
nutricionalmente pobre.

- Quando optar por uma "sandes", escolha apenas um ingrediente. Uma "sandes" mista, com 2 ou 3 fatias de queijo, outras
tantas de fiambre e manteiga, pode ser tão calórica como um almoço ou um jantar.

- Para beber opte por água, que é sem dúvida a melhor bebida. Já que os refrigerantes normais têm 10 gramas de açúcar por
decilitro prefira um sumo "ligth" que terá de 0 a 6 gramas de açúcar por decilitro.

Saber quanto tempo deveríamos caminhar para gastar "calorias extra" talvez nos ajude a fazer estas escolhas. Dois exemplos
concretos: para uma pessoa de 60 kg gastar as calorias de um refrigerante, devia andar a pé cerca de 20 minutos...Para
gastar as calorias de uma bola de berlim sem creme, a mesma pessoa já teria que andar cerca de 50 minutos! O problema é
que geralmente estas "calorias extra" são ingeridas quase diariamente e não são gastas...

Quando almoçar ou jantar fora de casa, lembre-se que escolher restaurantes com doses maiores, só lhe trará alguma
vantagem se estiver a pensar dividir a refeição com alguém. Restaurantes com buffets ou rodízios, predispõem sempre a
ingerir maior quantidade de alimentos do que precisamos, como se houvesse necessidade de armazenar alimentos no
organismo e aproveitar a oportunidade de comer mais por menos dinheiro. Quando ponderamos os lucros monetários, convém
pesar também se os tivemos na saúde. Por vezes é o tempo de digestão desconfortavelmente mais prolongado que nos faz
pensar nesse aspecto...outras vezes, é só a balança quando após algumas refeições mais avantajadas, nos choca com
números bem mais altos do que os da pesagem anterior...

Não se esqueça que não é obrigado a comer tudo o que lhe põem no prato, só porque paga, e opte de preferência pelas meias
doses. Hoje em dia "comer bem" deixa de ser sinónimo de "comer muito"...

Saber fazer um pedido mais saudável, que limite a quantidade de alimentos menos bons, é um truque muito útil...É mais fácil
resistir a alguns alimentos, quando não os temos à nossa frente na mesa!

Tentar não chegar ao restaurante com muita fome, ajuda a selecionar melhor as refeições. O ideal é ter feito as refeições
intermédias, mas se por algum motivo não conseguiu e já está com fome, coma uma ou duas bolachas de preferência ricas em
fibras, antes de sair do local de trabalho ou de casa. Deste modo conseguirá moderar um pouco o apetite.

- Enquanto está à espera da refeição evite entreter-se com o pão e manteiga. Se puder peça uma salada.

- Evite a sopa no restaurante, a menos que tenha a certeza que é feita com pouca quantidade de batata e que tenha muita
quantidade de hortaliça. Não há necessidade de ingerir muitos hidratos de carbono na sopa, se vai ingerir a seguir alimentos
com esse nutriente no prato. Há restaurantes que tendo esse aspecto

em conta, têm sopas que são feitas sem batata.

No entanto se lhe apetecer sopa, para não acumular hidratos de carbono a mais

na refeição, reduza a quantidade dos alimentos com este nutriente que tem no

prato, como por exemplo, batatas, arroz, massas ou leguminosas.

- Quando fizer o pedido, pergunte se o acompanhamento inclui batata frita. Pode optar só por arroz, que existe em todos
os restaurantes. Se notar que o arroz fica embebido em molho na parte de baixo do prato, opte pela parte de cima.
- Não faça refeições sem hidratos de carbono, que além de não serem refeições completas, provocam sensação de fome
mais cedo.

- Ponha de parte as gorduras visíveis da carne e prefira aves (tirando a pele) e porco, mas magro. A carne tem gordura
saturada, especialmente a carne vermelha (vaca, vitela, borrego, cabrito...). Se puder, coma mais peixe, o que significa comer
mais vezes peixe e não ingerir grandes quantidades de peixe de cada vez. De facto em relação às quantidades, não é
necessária a ingestão de uma quantidade de carne ou peixe superior a 100 gramas...O peixe tem exactamente a mesma
quantidade de proteínas do que a carne e contém de um modo geral menos quantidade de gordura. Mas enquanto que há
desvantagens em comer carnes gordas, em relação ao peixe, há vantagens em preferir peixe gordo, já que a gordura do peixe
(ómega-3) é das melhores. Pensando bem há várias razões para pôr em causa o ditado popular que diz que "o peixe não puxa
carroça"...

- Se pedir um prato que inclua enchidos, como por exemplo o Cozido à Portuguesa, pode reduzir bastante o aporte de
gordura e de sal utilizando uma "estratégia de defesa": peça para que lhe ponham no prato 1 ou 2 rodelas do enchido que
gostar mais. Como cada rodela de enchidos tem em média 10 gramas de gordura (de má qualidade) e muito sal, esta medida
fará uma grande diferença. Pode pedir frango, carne de vaca magra, as hortaliças, batata ou arroz, feijão e evitando as carnes
mais gordas. Vai verificar que o Cozido à Portuguesa lhe sabe igualmente bem, com muito menos prejuízo para a saúde.

Pode e deve utilizar esta estratégia em outros pratos que tenham nos ingredientes

enchidos e carnes mais gordas, como por exemplo um Feijoada, cujo "problema"

não é de modo algum o feijão, mas sim os enchidos e as carnes gordas que estão

presentes na refeição.

E no que respeita a sobremesas?

Se no dia-a-dia podemos tentar evitar a sobremesa, num dia de festa, essa poderá já não ser a melhor estratégia...Como é
que nos podemos defender?

Não se pode evitar que a refeição fique um pouco mais rica em calorias, mas pode fazer-se uma espécie de compensação, do
seguinte modo: sabemos que os doces são ricos em hidratos de carbono...então se reduzirmos no prato a quantidade de
alimentos com hidratos de carbono que costumamos ingerir, optando por uma refeição de carne ou peixe com salada ou
hortaliça, já conseguimos não aumentar muito o total desse nutriente na refeição. A refeição não será tão saudável como se
não tivesse doce, mas com esta compensação já não será tão prejudicial como seria, mantendo os alimentos com hidratos de
carbono do costume e adicionando o açúcar do doce.

Se fôr possível ingerir ainda maior quantidade de fibras que o habitual, o açúcar existente no doce terá uma absorção mais
lenta.

Se os dias de festa forem muitos, mesmo compensando deste modo, o total de calorias ingeridas nessas refeições, será em
média superior ao normal e o peso terá tendência a aumentar se não fôr feito exercício físico extra!
Exercício físico

 Exercício Físico
 Planos de Exercício Físico

Exercício Físico

O exercício é também uma forma eficaz de prevenir complicações da Diabetes e de controlar os níveis de glicemia.

O exercício é benéfico pois vai estimular a produção de insulina e facilitar o seu transporte para as células. Se fizer controlo
da glicemia antes e depois da prática de exercício vai facilmente perceber os seus benefícios.

A prática de exercício vai melhorar a sua condição cardiovascular geral.

Não precisa de se tornar um atleta! Pode optar por vários tipos de exercícios consoante a sua idade, gosto e condição física.

Pode começar por caminhadas diárias de 30 minutos em piso plano e regular.

Se optar por exercícios de ginásio informe os profissionais que tem diabetes. Os exercícios mais benéficos devem ser de
intensidade moderada e de longa duração (40 minutos-1 hora).
Quando faz exercício está a estimular o seu pâncreas a produzir insulina e, por outro lado, como está a exercitar os músculos,
eles precisam de energia. Deste modo, também está a aumentar a utilização deglicose pelos músculos impedindo que esta se
acumule no sangue e aumente a sua glicemia.

Para comprovar isto pode fazer um teste: faça a sua medição da glicemia antes e depois de fazer exercício e verifique a
diferença!

Sempre que pretende praticar exercício físico, especialmente se não está habituado, deve consultar o seu médico.
No caso das pessoas com Diabetes é importante ter cuidados para prevenir hipoglicemias.

O importante é que cada individuo saiba a quantidade e intensidade de exercício físico que pode praticar.

Para evitar hipoglicemias deve vigiar a sua glicemia antes e após da prática de exercício físico. É igualmente importante que
não pratique exercício físico em jejum.

Outras razões para fazer exercício

- Melhora a saúde cardiovascular;

- Fortalece os músculos das costas proporcionando um melhor suporte à sua coluna vertebral;

- Ativa a circulação. O exercício dilata os vasos sanguíneos fazendo com que chegue mais sangue a todo o corpo;

- Diminui a sua tensão arterial, que é um dos fatores que mais predispõe a complicações cardiovasculares graves;

- Ajuda na perda de peso, o exercício físico, aliado a uma alimentação saudável, é a forma mais eficaz de perder peso;

- Melhora o humor e a auto confiança, durante o exercício são libertadas hormonas responsáveis pela sensação de bem
estar. Vai sentir-se mais bem disposto e verá a qualidade do seu sono melhorar