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Ministério da Justiça

Secretaria Nacional de Segurança Pública


Departamento de Pesquisa, Análise de Informação e Desenvolvimento de Pessoal em Segurança Pública
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP)
EXAME ANTROPOLÓGICO FINALIDADE DO POP

Processo nº_________ Orientar o perito oficial (médico e


Publicado em ___/___/____ cirurgião dentista) a realizar o exame
Atualizado em ___/___/____ antropológico com qualidade e de forma
padronizada.

PÚBLICO ALVO

Peritos Oficiais (Médicos e Cirurgiões


Dentistas)

1. ABREVIATURAS E SIGLAS
AF – Antropologia forense
IML – Instituto médico legal
IPM – Intervalo post mortem

2. RESULTADOS ESPERADOS
Elaboração de um laudo antropológico com qualidade técnica e científica no qual se possa
estabelecer um nexo causal, ou não, com o delito em apuração e a possível identidade da vítima.

3. MATERIAL
- Sala de necropsia com iluminação natural;
- Pia para lavagem das mãos, sabonete, toalhas de papel para secagem das mãos;
- Luvas cirúrgicas;
- Aventais;
- Gorros;
- Máscaras;
- Propés;
- Foco;
- Mesa de necropsia;
- Lupa de bancada;
- Mesa para estudo antropológico;
- Fita métrica;
- Paquímetro;
- Compasso de espessura;
- Tábua osteométrica de Broca;
- Transferidor ou goniômetro;
- Envelopes para acondicionamento de projéteis de arma de fogo;
- Cabo e lâminas de bisturi;
- Pinças dente de rato e hemostáticas curvas e retas;
- Tesouras curvas e retas;
- Ruginas;
- Costótomo;
- Serra de crânio ou serrote;
- Martelo;
- Talhadeira;
- Espátulas;
- Pás, picaretas, ancinhos
- Pincéis;
- Peneira de diversas graduações;
- Formol a 10% para fixação de fragmentos ósseos para exame histopatológico;
- Panela com capacidade para, pelo menos, 50 litros e comprimento de, pelo menos, 50
centímetro de altura;
- Fogão ou ebulidor;
- Local seguro para guarda de projéteis;
- Livro de registro de material coletado;
- Máquina fotográfica;
- Equipamento de informática para digitação e impressão dos laudos.

4. PROCEDIMENTOS
4.1. Ações preliminares

É recomendável que todo IML possua um serviço especializado em AF composto por


profissionais (peritos oficias e técnicos) que se dediquem exclusivamente a este tipo de exame.
O serviço deve possuir tantos profissionais quanto necessário para adequada cobertura da
área de sua responsabilidade.
A inexistência deste serviço especializado não exclui a responsabilidade dos peritos oficiais
de engendrarem o máximo de esforço possível para a realização da perícia antropológica.
A antropologia forense é uma ciência essencialmente multidisciplinar.

4.2. Exames

4.2.1 Exame de local

O exame de local em casos de ossadas inumadas de forma irregular (por exemplo,


cemitérios “clandestinos”) deve ser realizado pelo perito responsável pelo laudo antropológico
concomitantemente ao exame realizado pelo perito de local.
No casos de ossadas não inumadas (expostas sobre o solo) o perito responsável pelo laudo
antropológico não precisa comparecer ao local no momento do exame inicial, contudo, pode ir ao
local após o inventário preliminar, ao perceber a possibilidade de não terem sido recolhidos todos
os vestígios.
Fotografar amplamente o local.
Observar as condições do local no que tange à vegetação, umidade e tipo de solo, dando
ênfase especial à pesquisa de evidências de queimada na vegetação.
Realizar a busca e o mapeamento dos vestígios, marcando-os com bandeirolas.
Reavaliar o local demarcado inicialmente.
Realizar a completa exposição do material biológico de acordo com as técnicas
preconizadas em antropologia de campo.
A técnica adequada consiste na exposição sistemática, gradativa e delicada de forma a não
causar danos ao material escavado e não alterar sua posição de inumação.
Devem ser registradas com o auxílio de gráficos, desenhos esquemáticos e fotografias a
posição e profundidade de cada material recolhido, correlacionando-os com o seu entorno.
Devem ser observados os limites entre o solo remexido pela inumação e o solo com suas
características naturais preservadas.
Quando julgar necessário, tamisar o solo à procura de ossos, dentes ou projéteis, ou
remover esta camada e levar para o IML, principalmente quando o solo estiver muito úmido.
Todo o material recolhido (ossos, vestes, projéteis de arma de fogo, terra e outros objetos)
deve ser acondicionado adequadamente e encaminhado ao laboratório para exame específico.
O material deve ser acondicionado de forma a não sofrer danos, sugerindo-se o uso de
plástico bolha para isolá-lo dentro de caixas plásticas.
Ossos de indivíduos diferentes não devem ser misturados.
No caso de haver sobreposição de ossos (covas coletivas, inumação secundária), reitera-se
os cuidados já elencados na exposição e remoção dos ossos.

4.2.2. Exame pré-laboratorial

Verificar o histórico do caso e conferir a existência de solicitação formal de exame pericial.


Radiografar todo o material e analisar as radiografias à procura principalmente de projéteis
de arma de fogo ou outras estruturas metálicas.
Realizar amplo registro fotográfico.
O exame tem como objetivo inicial determinar se o material é humano ou não.
Sendo humano, estimar o intervalo post mortem a partir do estágio da decomposição
observado. Se possível, coletar material (larvas, pupas e insetos adultos) para estudo entomológico
conforme item abaixo.
Analisar as vestes e outros objetos presentes.
Recolher projéteis de arma de fogo, dentes soltos, documentos e outros objetos
porventura encontrados. Encaminhá-los ao setor responsável.
Quando houver ainda retalhos de pele, mumificada ou não, submetê-los a processo de
limpeza e reidratação, com vistas à pesquisa de lesões ante mortem, tatuagens e, cicatrizes.
Quando ainda presentes polpas digitais, acionar o setor de necropapiloscopia.
Coletar material para DNA caso exista tecido não ósseo viável.
Proceder a limpeza mecânica dos ossos (retirada das partes moles grosseiras).
Retirar o material mais aderido mediante cocção: aquecimento dos ossos na água sem
permitir a fervura.
Entrar em contato com a delegacia onde foi registrada a ocorrência para indagar se há
suspeita de quem seja o falecido. Havendo, solicitar o encaminhamento dos familiares para
entrevista pelo perito responsável.

4.2.2.1. Intervalo post mortem (IPM)

O método para estimativa do IPM mais aceito pela comunidade internacional é o baseado
na atividade entomológica.
Independente da possibilidade da realização de um exame entomológico pelo especialista,
o perito responsável pelo laudo antropológico deve tecer considerações sobre o IPM, ressaltando-
se a sua subjetividade.
As considerações devem ser baseadas principalmente no grau de decomposição dos
tecidos do cadáver e associadas ao micro e macro ambientes onde ele foi depositado. Deve-se
observar:
- presença de tecidos moles íntegros;
- decomposição dos tecidos moles. Quando os tecidos moles estão decompostos, anotar os
segmentos nos quais estas alterações são observadas: cefálico, torácico, abdominal, membros;
- verificar a presença ou não de cartilagens;
- quando as cartilagens e os tecidos moles estiverem completamente ausentes, observar se
os ossos apresentam-se secos ou com drenagem de material gorduroso nas epífises;
- avaliar o grau de decomposição das superfícies articulares e das diáfises;
- avaliar o grau de degeneração e fragilidades ósseas, que termina na perda das epífises e
decomposição das diáfises.
4.2.3. Exame laboratorial

Montar o esqueleto em posição semelhante à anatômica sobre a bancada.


Realizar novo registro fotográfico dos ossos, vestes e demais objetos encontrados após
terem sido limpos.
Realizar o inventário ósseo. Listar cada um dos ossos encontrados e tecer considerações
sobre seu estado.
Reconstituir os ossos fragmentados.
Descrever as lesões observadas: exame minucioso de cada peça em busca de alterações
anatômicas e traumáticas ante mortem, peri mortem e post mortem (visando a identificação, o
entendimento dos eventos peri mortem e o auxílio no estabelecimento da causa da morte).
Examinar minuciosamente o esqueleto com vistas a levantar o perfil biológico.
Radiografar peças ósseas específicas quando julgar necessário.
Quando não houver a identificação antropológica, datiloscópica ou odontológica e, caso
não tenha sido enviado material não ósseo, coletar amostra e encaminhar para exame genético [9].

4.2.3.1. Estudo do sexo

Na pesquisa do sexo deve-se utilizar o maior número possível de segmentos corporais,


sendo que a pelve e o crânio oferecem maior grau de assertividade.
Sugere-se utilizar nos laudos tanto métodos morfológicos quanto métricos.
Para aplicação da metodologia morfológica sugere-se o uso das tabelas de decisão do
Anexo 01 e Anexo 02.
Para aplicação da metodologia métrica sugere-se o uso do estudo de P. Murail et al [1].
Na ausência ou impossibilidade do exame da pelve e do crânio, o fêmur e o úmero
oferecem grau razoável de assertividade. Para tal estudo recomenda-se a leitura da bibliografia
citada.

4.2.3.2. Estudo da estatura

A pesquisa da estatura pode ser realizada por meio das medidas dos ossos longos, sendo o
fêmur aquele que oferece melhor resultado.
Sugere-se o uso da tabela de Trotter e Gleser (1951) e Mellega (2004), Anexo 3 e Anexo 4
respectivamente.

4.2.3.3. Estudo da idade

Na estimativa da faixa etária do indivíduo deve-se utilizar o maior número possível de


segmentos corporais.
Nos indivíduos que apresentam suas estruturas ósteo-dentárias em desenvolvimento
recomenda-se o uso das tabelas que avaliam o grau de mineralização dentária e o tempo de
fechamento das fises dos ossos longos.
Sugere-se para avaliação do grau de mineralização dentária as tabelas de Nicodemo,
Moraes e Médici Filho (Anexo 5) e de Ubelaker (Anexo 6).
Para avaliação das epífises dos ossos longos sugere-se o uso do gráfico do Anexo 7.
Nos casos de indivíduos com desenvolvimento ósteo-dentário completo sugere-se o uso
de:
- grau de evolução da sínfise pública e corpos vertebrais, conforme do estudos de Suchey e
Brooks[2];
- primeiro arco costal, conforme Kunos et al [3];
- quarto arco costal, segundo estudos de Hartnett [4];
- superfície auricular (porção ilial da articulação sacroilíaca), conforme Lovejoy et al [5] ou
Buckberry e Chamberlain [6];
- dente uniradicular, conforme Lamendin et al [7];
- suturas cranianas, segundo trabalho de Meindl et al [8].

4.2.3.4. Estudo da ancestralidade

Para o estudo da ancestralidade o crânio é a região anatômica de eleição. Sugere-se o uso


da tabela de decisão do Anexo 8 baseada nas alterações morfológicas do crânio e dos índices
craniométricos propostos por Arbens (Anexo 9).
Na impossibilidade do exame do crânio, podem ser utilizados os índices rádio-umeral e
tíbio-femoral (Anexo 10).

4.2.3.5. Estudo da lateralidade

A lateralidade pode ser estimada por meio da comparação entre as medidas observadas na
clavícula, úmero e rádio, conforme protocolo sugerido pelo LAF-CEMEL, tabela do Anexo 11.

4.2.3.6. Confronto de dados ante mortem e post mortem

Quando houver indivíduo suspeito de ser a vítima, confrontar as informações trazidas pelos
familiares (odontograma, radiografias, fotografias, etc) com as dados obtidos no exame
antropológico.

4.2.3.7. Estudo traumatológico

Deve-se observar a presença de lesões produzidas por energias vulnerantes, correlaciona-


las com o agente causador e o momento do aparecimento (ante mortem, peri mortem e post
mortem). Considerar que os ossos podem apresentar lesões causadas por animais.
Nas lesões ante mortem verifica-se a presença de reação vital, incluído as alterações
macroscópicas (remodelação, regeneração e formação de calo ósseo).
Nas lesões post mortem observa-se ausência de reação vital, comportamento ósseo
evidenciando ausência de matéria orgânica: ausência de dobragem óssea e de perfeita
rearticulação das extremidades opostas da fratura.
As lesões peri mortem são determinadas principalmente por exclusão quando não se
observam as características macroscópicas associadas às lesões ante mortem nem o
comportamento ósseo associado à ausência de matéria orgânica no osso. Podem-se observar
fraturas com características típicas como, por exemplo, dobragem óssea.
Alterações cromáticas no entorno do foco da fratura podem ser observadas nos estágios
iniciais da decomposição e podem ser relacionadas à ação vulnerante ante mortem e peri mortem.

4.2.3.8. Exames auxiliares

Podem ser utilizados como exames auxiliares ao estudo antropológico, a critério do perito
responsável: estudo de sobreposição fotográfica, reconstituição facial forense e exame
histopatológico.
5. PONTOS CRÍTICOS
Ausência de serviços de antropologia forense em determinados Estados.
Ausência de profissionais (peritos oficias e técnicos) que se dediquem a este exame.
Ausência do especialista em antropologia forense no local do encontro de ossada.
Falta de isolamento do local.
Localização e remoção inadequadas e incompletas dos remanescentes ósseos realizadas
por pessoas sem capacitação técnica.
Frequente mistura de ossos de diferentes indivíduos no momento da remoção e nos
próprios institutos.
Ausência dos instrumentais necessários para a realização dos exames antropológicos.

6. ESTRUTURA BÁSICA DO LAUDO


Sugere-se que o laudo antropológico seja amplamente ilustrado por registros fotográficos e
contenha minimamente a seguinte estrutura:

1 - PREÂMBULO
Deve constar a hora, o dia, o mês, o ano e a cidade em que a perícia é realizada, o nome da
autoridade requisitante do exame, o (s) Perito (s) Oficial (is) - médico ou cirurgião dentista –
incumbido (s) da perícia, o nome do Diretor do IML que designou o (s) perito (s), o nome do exame
solicitado e, quando possível, a qualificação do indivíduo procurado.

2 – QUESITOS

2.1- O material encaminhado pertence à espécie humana? Em caso afirmativo responder


aos demais quesitos.

2.2 - Houve morte?

2.3 - Qual a provável causa da morte?

2. 4 - Qual o instrumento ou meio que produziu a morte?

2.5 - A morte foi produzida com o emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou
outro meio insidioso ou cruel ou de que poderia resultar perigo comum?

2.6 - Qual o sexo estimado?

2.7 - Qual a idade estimada?

2.8 - Qual a estatura estimada?

2.9 - Qual a cor da pele estimada?

2.10 - Qual o tempo estimado da morte?

2.11 - Outras considerações objetivas relacionadas aos vestígios identificados no material


examinado, a critério do Senhor Perito Legista.

3 – HISTÓRICO
Os dados importantes do histórico estarão na guia de requisição de necropsia, na
ocorrência policial e poderão ser complementados com informações coletadas pelo perito.

4 - DESCRIÇÃO
4.1 - Descrição geral com ênfase nas alterações tafonômicas:

4.2 – Inventário do material recebido:


4.2.1- Exame das vestes:
4.2.2 - Exame individualizado de cada remanescente ósseo e dentário:

4.3 - Alterações traumáticas:

4.4 - Alterações não traumáticas:

4.5 - Fatores de individualização:

5 - DISCUSSÃO
5.1 - Materiais e metodologia de análise:

5.2 - Estudo do sexo:

5.3 - Estudo da faixa etária:

5.4 - Estudo da estatura:

5.5 - Estudo da ancestralidade:

5.6 - Estudo do tempo decorrido desde a morte:

5.7 - Pesquisa da causa da morte:

5.8 - Estudo da destreza manual:

5.9 - Coleta de material para exame de DNA:

5.10 - Confronto de dados ante mortem e post mortem:

6 - CONCLUSÃO
Expressão sucinta do que foi minuciosamente estudado e discutido.

7 – RESPOSTAS AOS QUESITOS

7. REFERÊNCIAS
1- Bulletins et mémoires de la Société d’Anthropologie de Paris; Numéro 17 (3-4) (2005)
2005(3-4) P. Murail, J. Bruzek, F. Houët et E. Cunha; DSP: A tool for probabilistic sex diagnosis using
worldwide variability in hip-bone measurements.
2- Brooks, S., Suchey, J. M. Skeletal age determination based on the os pubis: a com-

parison of the Acsadi-Nemeskeri and Suchey-Brooks methods. Hum. Evol. 5:227– 
238, 1990.
3- AMERICAN JOURNAL OF PHYSICAL ANTHROPOLOGY 110:303–323 (1999) First Rib
Metamorphosis: Its Possible Utility for Human Age-at-Death Estimation. CHARLES A. KUNOS.
4- J Forensic Sci, September 2010, Vol. 55, No. 5 doi: 10.1111/j.1556-4029.2010.01415.x
PAPER Available online at: interscience.wiley.com; PHYSICAL ANTHROPOLOGY; Kristen M. Hartnett,
Ph.D. ; Analysis of Age-at-Death Estimation Using Data from a New, Modern Autopsy Sample— Part
II: Sternal End of the Fourth Rib.
5- Lovejoy, C. O., Meindl, R. S., Prysbeck, T. R., Mensforth, R. P. Chronological
metamorphosis of the auricular surface of the ilium: a new method for the determi- 
nation of
adult skeletal age at death. Am. J. Phys. Anthropol. 68:15–28, 1985.
6- Buckberry, J. L., Chamberlain, A. Age Estimation from the auricular surface of the 
ilium:
a revised method. Am. J. Phys. Anthropol. 119:231–329, 2002.
7- Lamendin, H., Baccino, E., Humbert. J. F., Tavernier, J. C., Nossintchouk, R., 
Zerilli, A. A
simple technique for age estimation in adult corpses: the two criteria 
dental method. J. Forensic
Sci. 37:1373–1379, 1992.
8- Meindl, R. S., Lovejoy, C. O. Ectocranial suture closure: a revised method for the

determination of skeletal age at death based on the lateral-anterior sutures. Am. J. Phys.
Anthropol. 68:57–66, 1985.

9- Procedimento Operacional Padrão da SENASP 2013, capitulo de DNA.


10- Mellega R. Validação das principais técnicas de determinação da estatura existentes e
aplicadas em amostras de cadáveres brasileiros [Dissertação]. Piracicaba: UNICAMP/FOP: 2004.
11- Trotter, M. and G. C. Gleser 1952 Estimation of stature from long bones of American
whites and Negroes. Am. J. Phys. Anthropol. 10:463–514.
12- Couto, Rodrigo Camargos et al. Procedimentos operacionais padrão. Belo Horizonte:
Acadepol. Editora, 2011. 522p.
13- França, G. V. Medicina Legal. 9. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
14- Procedimento Operacional Padrão do Serviço de Antropologia Forense do Rio de
Janeiro.
15- Procedimento Operacional Padrão do Serviço de Antropologia Forense do Distrito
Federal.
16- Procedimento Operacional Padrão do Serviço de Antropologia Forense LAF-CEMEL.
17- A. Schmitt, E. Cunha, J. Pinheiro (Eds.), Forensic Anthropology and Medicine, Humana
Press, 2006.
18- Croce, D. Manual de Medicina Legal. 8. Ed. São Paulo: Saraiva. 2012.
19- ARBENZ,G.O (1988), Medicina Legal e Antropologia Forense. Rio de Janeiro,Livraria
Atheneu.
20- Coma JMR. Antropologia forense. Madrid: Ministerio de Justiça; 1999. White T. D.
Folkens. P. A. Human Osteology Second Edition; Academi Press.
21- Bass W. Human Osteology a Laboratory and Field Manual, fourth ed.
22- Scheuer L.; Black S. Developmental Juvenile Osteology; Elsevier Academic Press; 2000.
23- A. Lessa, Violência e impunidade em pauta: problemas e perspectivas sob a ótica da
antropologia forense no Brasil, Ciência e Saúde Coletiva, 14(5):1855- 1863, 2009.
24- França GV. Medicina legal. 90 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
25- C Cattaneo, Forensic anthropology: developments of a classical discipline in the new
millennium.
26- Moraes C. A. C.; Dias P. E. M.; Melani R. F. H. Demonstration of Protocol for Computar-
Aided Forensic facial reconstruction with free software and photogrammetry; JRD- Journal of
Research Dentistry.
27- Cattaneo C. Forensic anthropology: developments of a classical discipline in the new
millennium; Forensic Science International 165 (2007) 185–193.
28- Código Penal.
29-Código de Processo Penal.

8. GLOSSÁRIO
Ante mortem: antes da morte.
Cocção: cozinhar.
Diáfise: corpo do osso longo.
Energia vulnerante: são os instrumentos ou meios capazes de provocar lesões.
Epífise: extremidades distal e proximal de um osso longo.
Fise: núcleo de crescimento de um osso longo.
Inumar: enterrar.
Inumação secundária: reinumação ou inumação primária violada.
Lateralidade: lado predominante (destro ou sinistro).
Nexo causal: quando se verifica o vínculo entre a conduta do agente e o resultado ilícito.
Nexo temporal: quando se verifica relação de temporalidade entre a conduta do agente e o
resultado ilícito.
Peri mortem: imediatamente antes, durante ou logo após a morte.
Post mortem: após a morte.
Tamisar: peneirar.

9. ANEXOS
ANEXO 1 – Estudo do sexo: características da pelve
ANEXO 2 – Estudo do sexo: características do crânio

CRÂNIO HOMEM INDETERMINADO MULHER


1- aspecto geral ( ) Grande ( ) ( ) Pequeno
2- peso do crânio ( ) Pesado ( ) ( ) Leve
3- fronte ( ) Inclinada ( ) ( ) Vertical

4- glabela ( ) Projetada ( )
( ) Discreta

5- arco superciliar ( ) Projetado ( ) ( ) Discreto


6- rebordo supra- ( )
( ) Rombo ( ) Cortante
orbitário
7- articulação fronto- ( )
( ) Angular ( ) Curva
nasal
( ) ( ) Pouco
( ) Bem desenvolvidos
8- processos mastóides desenvolvidos
(Crânio estável)
(crânio instável)
( ) ( ) Pouco
9- processos estilóides ( ) Bem desenvolvido
desenvolvido
10- linhas nucais ( ) Evidentes ( ) ( ) Pouco evidentes
11- inserções ( )
( ) Evidentes ( ) Pouco evidentes
musculares
( ) ( ) Delicada, menos
12- Mandíbula ( ) mais robusta
robusta
( ) ( ) Delicado, menos
13- Gônio ( ) mais robusto
robusto

Total de características MASCULINAS: _______


Total de características FEMININAS: ___
Resultado: Predominância de características _________________________
ANEXO 3 – Estudo da estatura: tabela de Trotter e Gleser (1951)

ANEXO 4 – Estudo da estatura: tabela de Mellega (2004)


ANEXO 5 – Estudo da idade: tabela de Nicodemo, Moraes e Médici Filho
ANEXO 6 - Estudo da idade: tabela de Ubelaker
ANEXO 7 - Estudo da idade: avaliação das epífises dos ossos longos
ANEXO 8 – Estudo da ancestralidade: tabela de decisão (alterações morfológicas do crânio)

ANEXO 9 – Estudo da ancestralidade: índices craniométricos de Arbens


ANEXO 10 – Estudo da ancestralidade: índices rádio-umeral e tíbio-femoral

Índices:

Tíbio – Femural= Comprimento daTíbia x 100


Comprimento do Fêmur

Rádio – Umeral= Comprimento do Rádio x 100


Comprimento do Úmero
Índices Negros x Brancos
T.F. Superior a 83 Inferior a 83
R.U Superior a 80 Inferior a 75
ANEXO 11 – Estudo da lateralidade

Elemento Característica pessoal Mão Dominante


Clavícula Comprimento máximo (menor do lado ( ) Direita; ( )Esquerda
dominante)
Clavícula Área de ligação do ligamento costo- ( ) Direita; ( )Esquerda
clavicular
Úmero Máxima distância biepicondilar ( ) Direita; ( )Esquerda
Úmero Largura do sulco intertubercular ( ) Direita; ( )Esquerda
Úmero Diâmetro do forame nutriente ( ) Direita; ( )Esquerda
Úmero+Rádio Comprimentos máximos somados ( ) Direita; ( )Esquerda
Rádio Distância do tubérculo dorsal ao ( ) Direita; ( )Esquerda
processo estilóide
Rádio Área de ligação do bíceps ( ) Direita; ( )Esquerda

Obs: A maior medida corresponde ao lado dominante, com a exceção do comprimento máximo
clavicular.
ANEXO 12 – Fluxograma

Recebimento, pela recepção do IML, da requisição de


exame feita pela autoridade competente.

Registro dos dados da ocorrência em sistema próprio com


criação de um número de protocolo na Instituição.

Recebimento, pelo técnico de necropsia, do material a ser


examinado

Encaminhamento do material para a sala de exame

Realização da perícia

Cadáver Cadáver não


identificado identificado

Preenchimento da Guarda dos restos


D.O. e liberação do mortais com dados
corpo para a família da ocorrência e
número de
protocolo

Elaboração do laudo antropológico

Arquivar uma cópia do laudo na Instituição

Encaminhar o laudo à autoridade requisitante do


exame, por meio de caderno de protocolo, com anotação do
nome da pessoa que recebeu o laudo