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PREFEITURA MUNICIPAL DE GURUPI

FUNDAÇÃO UNIRG
FACULDADE UNIRG
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

PROJETO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II

ANÁLISE DESCRITIVA DO GERENCIAMENTO DA FROTA DE VEÍCULOS DA


CELTINS DE GURUPI/TO

Acadêmica: Adriana Dias Azevedo


Professora Orientadora: Donária Coelho Duarte
Área: Administração de Logística

Gurupi, Maio/2007
1

ADRIANA DIAS AZEVEDO

ANÁLISE DESCRITIVA DO GERENCIAMENTO DA FROTA DE VEÍCULOS DA


CELTINS DE GURUPI/TO

Projeto de Conclusão de Curso apresentado à


Faculdade UNIRG.

Orientadora: Professora Donária Coelho, Drª.

Gurupi, Maio/2007
2

ANÁLISE DESCRITIVA DO GERENCIAMENTO DA FROTA DE


VEÍCULOS DA CELTINS DE GURUPI/TO

ADRIANA DIAS AZEVEDO

Este Projeto foi julgado adequado e aprovado para a continuidade do Trabalho de Conclusão
do Curso junto à Faculdade UNIRG.

....................................................................
Prof. Alexandre Ribeiro Dias, MsC
Coordenador do Curso de Administração

....................................................................
Profa. Donária Coelho Duarte, Dra.
Coordenadora de Estágio do Curso de Administração

Apresentada ä Banca Examinadora, integrada pelos Professores:

....................................................................
Prof. Donária Coelho Duarte, Drª
Orientadora

..................................................................
Prof. Eng. Paulo Falleiro, Esp.
Banca Examinadora

....................................................................
Prof. Marllos Peres de Melo, Esp.
Banca Examinadora
3

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO.................................................................................................................................. 4

1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS.......................................................................................................... 4

1.2 SITUAÇÃO PROBLEMÁTICA...................................................................................................... 5

1.3 OBJETIVOS..................................................................................................................................... 7

1.3.1 Objetivo Geral.............................................................................................................................. 7

1.3.2 Objetivos Específicos................................................................................................................... 7

1.4 JUSTIFICATIVA............................................................................................................................. 7

2 REVISÃO DA LITERATURA......................................................................................................... 8

2.1 LOGÍSTICA ................................................................................................................................... 8

2.1.1 Conceitos de Logística.......................................................................................................... 8

2.2 TRANSPORTE.......................................................................................................................... 10

2.2.1 Conceito de transporte.......................................................................................................... 10

2.2.2 As principais funções do departamento de transporte...................................................... 13

2.2.3 Classificação dos modais de transporte e custos................................................................ 14

2.3 SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL......................................................................... 16

2.4 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO....................................................................................... 17

2.4.1 Conceito de tecnologia da informação................................................................................ 17

2.4.2 O uso estratégico da tecnologia da informação.................................................................. 18

2.4.3 Banco de dados...................................................................................................................... 19

2.4.4 Software................................................................................................................................. 22

3 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA........................................................................................... 24

4 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS.................................................................................... 27

4.1 DELINEAMENTO DA PESQUISA................................................................................................ 27

4.2 TÉCNICAS DE PESQUISA...................................................................................................... 28

4.4 ANÁLISE DOS DADOS................................................................................................................. 29

5 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES.............................................................................................. 31

6 ORÇAMENTO.................................................................................................................................. 32

REFERÊNCIAS.................................................................................................................................... 33
4

1 INTRODUÇÃO

Está se vivenciando um século em que a globalização e o aumento da tecnologia


geram concorrência, ou seja, a competitividade fazendo que as empresas busquem evolução,
acarretando assim uma transformação tanto para a empresa quanto para os clientes. Neste
projeto procura-se fazer uma análise descritiva do gerenciamento da frota de veículos da
Celtins de Gurupi, com a finalidade de apontar os pontos positivos e negativos no sistema de
gerenciamento, elaborando sugestões para o melhoramento do mesmo.
A primeira parte compreende os elementos da parte introdutória, considerações
gerais, situação problemática, objetivos específicos e geral que levaram a desenvolver este
projeto, a justificativa e a estrutura do trabalho.
A segunda parte apresenta-se a realização de revisão bibliográfica direcionada à
apresentação e discussão da logística, tecnologia da informação aplicada à logística, sistemas
de informação e o sistema de gerenciamento de transporte, com a finalidade de avaliar a
viabilidade de implantação de um software banco de dados para propor melhorias no sistema
de gerenciamento de frotas da CELTINS.
A terceira parte está estruturada a caracterização da empresa ponto de estudo,
apresentando sua estrutura, funcionamento e localização, todo o seu histórico contendo o
número de colaboradores, agências e o sistema de frota.
A quarta parte consta à metodologia empregada para o desenvolvimento do projeto,
retratando os vários aspectos da pesquisa que será empregada para o consenso deste trabalho.
A quinta parte será esclarecida o cronograma do projeto e do TCC com as datas de
cada processo.
A sexta parte está o orçamento dos gastos para a realização do TCC.
A sétima parte, encerrando o projeto, será apresentada às referências bibliográficas
usadas para o embasamento deste projeto.

1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS

Observa-se que nos séculos decorrentes tem havido grandes mudanças no que se
refere à modernização. A logística começa um desenvolvimento revolucionário, impulsionada
pelas demandas provocadas pelo mercado globalizado, pelas transformações freqüentes da
economia mundial, por grandes avanços no uso de sistema de informação na administração
das empresas. Nesse novo cenário, as organizações passam a competir em nível mundial,
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mesmo dentro do cenário local. Consequentemente as empresas observando essa evolução,


têm se aperfeiçoado em atender as exigências de um mundo globalizado. Para atender essas
exigências elas estão procurando se atualizar investindo na área de logística e tecnologia da
informação.
Os sistemas logísticos são meios para a empresa diferenciar-se no mercado
globalizado de seus concorrentes, e ser vista de outra maneira pelos clientes, contribuindo
para a satisfação na entrega do pedido, reduzindo os prazos de entrega, com tempo
determinado, disponibilizando produtos para atender as necessidades dos fornecedores e
garantir a satisfação dos clientes em receber o produto como haviam esperado.
Área de logística vem se destacando muito devido ao desempenho satisfatório no
gerenciamento logístico do produto, por ser também o diferencial das organizações
competitivas. Responsável por todo o fluxo de movimentação, desde armazenagem de
matérias – primas, estoque no período de produção e produtos diretos para o consumidor,
planejando, desenvolvendo e controlando com eficiência, a um custo certo, para fornecer ao
cliente um nível de serviço desejado.
Um dos meios logísticos mais importantes para as empresas é o transporte, por ser
ele responsável pelo deslocamento dos produtos a qualquer área geográfica, pois busca de
forma eficiente a distribuição física das mercadorias.
Porém um sistema logístico bem planejado e bem executado contribui para a redução
dos custos relacionados ao produto, para a fidelização dos clientes com a empresa, criando
uma imagem satisfatória pelos produtos recebidos.
Para que todo esse processo ocorra os gerenciadores logísticos buscam planejar uma
estratégica eficiente e organizada, são propostos vários aspectos que dão sustentabilidade ao
estudo.

1.2 SITUAÇÃO PROBLEMÁTICA

É sabido que nos negócios atuais a competitividade é a mola que alavanca para o
sucesso, desde então mostrar qualidade no mercado de trabalho é de extrema importância,
sabendo de tudo isso, é preciso que se renove, que se busque o novo para que cada vez mais
os clientes passem a se satisfazerem, gerando lucros, e crescimento para a empresa.
A logística é um requisito para o diferencial de uma organização aos olhos de seus
clientes, para aumentar os lucros, para a redução de custos, para ocupar uma posição de
superior em relação aos seus concorrentes. Ela está preocupada em definir para que mercado
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serão fornecidos os produtos e que nível de serviço será utilizado para a transportação da
mercadoria, distribuição física em geral.
A tecnologia da informação é um meio que a logística tem com o apoio para o
melhor gerenciamento no processo de fluxo de materiais, fornecendo estratégias que
aumentam a competitividade da empresa no mercado.
O departamento de transporte da empresa CELTINS, possui uma frota de 20 veículos
que atende um número muito grande de consumidores, tem a necessidade de desenvolver seus
serviços de forma ágil e eficiente, não identificou ainda os problemas encontrados no
gerenciamento da frota que atrasam os serviços do deslocamento do transporte até o local a ser
atendido.
Observa-se que é necessária uma análise descritiva do gerenciamento da frota, para
encontrar os problemas e imprevistos que atrapalham os colaboradores atenderem os clientes,
no horário devido, procurando buscar estratégias para que venha solucionar esses problemas,
contribuindo para aumentar a qualidade nos serviços de forma ágil e eficiente. Para que cada
vez mais os clientes fiquem satisfeitos com o serviço recebido.
Diante das palavras acima expostas, competir é preciso e, portanto uma realidade que
não se pode mais ignorar. Por isso o aumento da competitividade gera possibilidades, que se
tornam necessidades que as empresas façam mudanças, aprimorem-se, que sejam cada vez
mais bem informadas.
O estágio que está sendo realizado na empresa Celtins de Gurupi - To, pode-se
perceber que a mesma não analisou o gerenciamento de sua frota para procurar solucionar os
problemas que atrapalham esse gerenciamento. Falta á empresa informações dos pontos fortes
e fracos do gerenciamento da mesma, um melhor entendimento dos sistemas logísticos, para
serem abordados para a solução destes problemas.
Foi pensando assim, que o referido projeto levantou o seguinte questionamento:
Como é gerenciada a frota de veiculo da Celtins de Gurupi/To.

1.3 OBJETIVOS

1.3.1 Objetivo geral

Analisar descritivamente o gerenciamento da frota de veículos da Celtins de Gurupi -


TO.
7

1.3.2 Objetivos Específicos

• Descrever como é realizado o gerenciamento da frota de veículos da


Celtins de Gurupi/ To;
• Apontar os aspectos positivos e negativos em tal gerenciamento;
• Elaborar sugestões de melhoria para o gerenciamento de veículos para
empresa estagiada.

1.4 JUSTIFICATIVA

Tendo em vista a necessidade da empresa na área de logística, visando melhoria do


setor de transporte, foi desenvolvido este projeto, o qual contribuirá para melhoria dos
controles tais como: troca de óleo, manutenção geral da frota, entrada e saída dos veículos,
quilometragem, liberação de veículos. Resultando no melhor gerenciamento da frota de
veículos da empresa estagiada, para que não aconteçam imprevistos em fornecer serviços de
qualidade ao cliente.
Outro aspecto de interesse que justifica também a realização deste projeto é conhecer
o departamento de transporte da CELTINS, particularmente o sistema de frotas, buscando
aprofundar mais sobre os problemas encontrados, analisando para possibilidade de gerar
resultados que leve a empresa a solucionar os problemas encontrados difundido um controle de
qualidade mais eficaz.
Sob este aspecto, o tema a ser trabalhado, justamente com a necessidade que a
empresa tem em resolver os imprevistos no gerenciamento da frota, permitindo um controle
tanto teórico como prático, pois tem como objetivo conhecer e analisar, sob diferentes
aspectos de autores, o gerenciamento logístico; isto tudo juntamente com a participação dos
funcionários.
Espera-se, também, que este projeto possa vir a ser um meio de contribuição, para que
a empresa (CELTINS) possa gerenciar sua frota com níveis de serviços desejados, viabilizando
atendimento aos consumidores no horário e tempo certo.
Para a acadêmica, o estudo se faz necessário, pois proporcionará um aperfeiçoamento
e aprimoramento da mesma. Contribuindo com que seu desempenho cresça tanto pessoal
quanto profissionalmente.
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2 REVISÃO DA LITERATURA

A revisão teórica deste projeto se faz necessário para comparar os conceitos


bibliográficos com o assunto desenvolvido na empresa estagiada, neste capítulo também serão
abordados conhecimentos do sistema logístico de transporte e tecnologia da informação.
Os conceitos foram retirados de vários autores entre eles: Ballou, Cruz, Cristopher,
Alvarenga, Melo, Dias, Martins considerados importantes no que se refere á logística e
tecnologia da informação.

2.1 LOGÍSTICA

O objetivo desta seção é descrever os conceitos de logística juntamente com a sua


missão e desafios, informações de planejamento logístico, as razões pela qual a um interesse
em logística, os subsistemas de abordagem logística. A logística é considerada atualmente
umas das principais áreas que contribuem para o sucesso das organizações.

2.1.1 Conceitos de logística

Esta seção tem por objetivo descrever os conceitos de logística, envolvendo sua
missão e desafios para o desempenho dentro das organizações. A logística é a área da
administração que é responsável pela transportação e armazenagem dos produtos, planejando
o seu fluxo desde o ponto de origem até o ponto de consumo.
Os autores Fleury, Wanke e Figueiredo (2000, p. 27) Em relação à Logística citam:
á logística é um verdadeiro paradoxo. É, ao mesmo tempo, uma das atividades econômicas
mais antigas e um dos conceitos gerenciais mais modernos. Desde que o homem abandonou a
economia extrativista, e deu início ás atividades produtivas organizadas, com produção
especializada e troca de excedentes com outros produtores, surgiram às funções logísticas. A
produção em excesso, ainda não consumida virá estoque, para garantir sua integridade, o
estoque necessita de armazenagem. E para que a troca possa ser efetivada, é necessário
transportá-lo do local de produção ao local de consumo. (FLEURY; WANKE;
FIGUEIREDO, 2000 p. 27).

Segundo Christopher (1997, p. 11) “O gerenciamento logístico é o meio pelo quais as


necessidades dos clientes são satisfeitas através da coordenação dos fluxos de materiais e de
informações que vão do mercado ate a empresa, suas operações e fornecedores”.
Ballou (1993) afirma que, a logística estuda como a administração pode prover
melhor nível de rentabilidade nos serviços de distribuição aos clientes e consumidores,
9

através de planejamento, organização e controle para atividades de movimentação e


armazenagem. (BALLOU, 1993, p.17).
Os gerenciamentos logísticos são estratégias para a área de logística nas empresas,
em relação ao controle de fluxo de matérias e da distribuição das mercadorias até o seu local
de destino. Contribuindo para que os serviços logísticos atinjam o patamar desejado.
A missão do gerenciamento logístico é planejar e coordenar todas as atividades
necessárias para alcançar níveis desejáveis dos serviços e qualidade ao custo mais
baixo possível. Portanto ela deve ser vista como o elo entre o mercado e a atividade
operacional da empresa. Desde o gerenciamento da matéria-prima ate a entrega do
produto final. (CHRISTOPHER, 1997, P. 10)

Christopher (1997, p. 22), define “o desafio do gerenciamento logístico é ligar o


mercado á rede de distribuição, processo de fabricação, atividade de aquisição, de tal modo
que os clientes sejam servidos com níveis cada vez mais altos, mantendo os custos baixos”.

Existe crescente interesse pela administração logística, e esse interesse pode ser
explicado por seis razões, o rápido crescimento dos custos, particularmente dos relativos aos
serviços de transporte e armazenagem; complexidade crescente da administração e da
distribuição física, tornando necessários sistemas mais complexos; disponibilidade de maior
gama de serviços logísticos; mudanças de mercados e de canais de distribuição, especialmente
para bens de consumo; tendência de os varejistas e atacadistas transferirem as
responsabilidades de administração dos estoques para os fabricantes. (DIAS, 1993, P. 13).

Ainda Dias (1993, p. 12) afirma que os subsistemas de abordagem logística


compõem-se de dois subsistemas de atividades: administração de matérias e distribuição
física. Na sua visão define cada um deles:

• Administração de materiais compreende o agrupamento de materiais


de várias origens e a coordenação dessa atividade com a demanda de produtos ou
serviços da empresa.
• A distribuição física é a movimentação do produto de uma unidade
fabril para outra ou da empresa para seu cliente. Pode ser definida também como o
transporte eficiente de produtos acabados do final da linha de produção até o
consumidor, incluindo, ás vezes, transporte de matérias – primas da fonte de
suprimento ao inicio da linha de suprimento.

Os sistemas logísticos para serem desempenhados de forma eficiente devem ser


coordenados à movimentação dos estoques de matérias – primas, para que os níveis de
estoque sejam reduzidos, contribuindo para diminuir os problemas de circulação do produto,
se vier acontecer de ficar muito tempo estocado. (DIAS, 1993, p. 11).
10

Segundo Dias (1993, p. 12) As atividades logísticas podem ser definidas da seguinte
forma:
• Compras
• Programação de entregas para fábrica
• Transportes
• Controle de estoque de matérias – primas
• Controle de estoques de componentes
• Armazenagem de matérias – primas
• Armazenagem de componentes
• Previsão de necessidades de materiais
• Controle de estoques nos centros de distribuição
• Processamentos de pedidos de clientes
• Administração dos centros de distribuição
• Planejamento dos centros de distribuição
• Planejamento de atendimento aos clientes

Dias afirma que (1993, p. 11) “os sistemas logísticos englobam todo o sistema de
produção do produto, envolvendo o gerenciamento de suprimentos de materiais e
componentes, a movimentação e controle de produtos e apoio ao esforço de vendas dos
produtos finais”. Para alcançar os objetivos logísticos é preciso informações gerenciais para o
gerenciamento do fluxo, que serão discutidas a seguir.

2.2 TRANSPORTE

Nesta seção será estudado o conceito de transporte nos sistemas logísticos, O


objetivo desta parte é comentar a importância do transporte para a empresa nos sistemas
logísticos, a classificação dos modais de transporte, detalhando as características de custos
dos principais modais. Onde o transporte é um dos principais elementos da logística, no
gerenciamento do fluxo de produtos, desde a matéria-prima até o consumidor final. Será
discutido também ás principais funções do departamento de transporte.

2.2.1 Conceito de transporte

Esta seção discutirá sobre o conceito de transporte dentro do sistema logísticos,


esclarecendo a sua importância dentro das empresas, no gerenciamento de fluxos de produtos.
Para Alvarenga (1994, p.115) “O objetivo do transporte é o deslocamento de bens de
um ponto para outro da rede logística, respeitando as restrições de integridade da carga e de
confiabilidade (prazos)”.
11

O transporte é uma das principais funções logísticas, além de representar a maior


parcela dos custos logísticos na maioria das organizações, tem o papel fundamental no
desempenho de diversas dimensões do serviço ao cliente. Os autores dizem ainda que o
transporte continua sendo fundamental para que sejam atingindo o objetivo logístico, que é o
produto certo, na quantidade certa, na hora certa, no lugar certo ao menor custo possível.
(FLEURY, WANKE E FIGUEIREDO, 2000, p. 126).
O transporte representa os maiores custos que são gastos no sistema de
gerenciamento da área logística, más a maior despesa acontece quando o produto não chega
ao cliente na hora certa e nas condições que ele desejava. É ele que movimenta os produtos
para todas as áreas geográficas dos pais. (GURGEL, 1996, p. 110).

o transporte representa o elemento mais importante do custo logístico na maior parte


das empresas. O melhor sistema de transporte contribui para aumentar a competição
no mercado e garantir a economia de escala na produção e reduzir o preço das
mercadorias. E quando não existe um bom sistema de transporte, a extensão do
transporte fica limitada às cercanias do local de produção. (BALLOU 1993, p. 113-
114).

O transporte é indispensável para o sistema logístico porque além de ser uma das
partes mais importantes, é ele que leva os produtos até o cliente de determinadas áreas
geográficas que precisam ser entregues. (GURGEL, 1996, p. 110).
Para Ballou (1993), o sistema de transporte refere-se a todo conjunto de trabalho,
facilidades e recursos que compõem a capacidade de movimentação na economia. Esta
capacidade envolve o movimento de cargas e pessoas, podendo incluir o sistema para a
distribuição de intangíveis.
Segue a seguir a demonstração que como funciona o sistema de transporte no sistema
de logística. Ballou (1993, p. 117).
12

Figura 2: Sistema de Transporte Sistema de Logística


Fonte: Ballou (1994, p. 117)

Segundo os autores Fleury, Wanke e Figueiredo (2000, p. 126) Em relação às


funções do transporte cita:
ás principais funções do transporte na logística estão ligadas basicamente as funções de tempo
e utilidade de lugar. O transporte de mercadorias tem sido utilizado para disponibilizar
produtos onde existe demanda potencial, dentro do prazo adequado as necessidade do
comprador. (FLEURY, WANKE E FIGUEIREDO, 2000 p. 126).

Segundo Gurgel (1996, p. 110), “O transporte é um elo essencial entre a expedição


da empresa e o cliente, e seu funcionamento eficiente suporta a necessidade de fasagem do
ciclo logístico”. Depois de conhecer o que é um sistema de transporte é importante conhecer
as funções de um departamento de transporte, segue a seguir as funções.
13

2.2.2 As principais funções do departamento de transporte

Nesta seção estudará as principais funções de um departamento de transporte com


objetivo de administrar fluxo de materiais nas empresa, ate o seu local de destino. O
departamento de transporte é uma das partes essências nas organizações, porque é ele o
responsável pela movimentação do produto.
Para Dias (1993, p. 328 e 331) As funções do departamento de transporte estão
divididas em três grupos de atividades que são:
• Supervisão de tráfego e operações: são as atividades do dia-a-dia que são
analisar o transporte que visa um estudo e definição das possibilidades de uso de
determinada linha de trafego e tem como função também o controle do cumprimento
de prazos preestabelecidos de entrega. Segue a demonstração de como funciona na
figura a seguir:

Supervisão de trafego de
operação

Analise de Coordenação de
transporte transporte

Figura 3: Organograma da área de transporte


Fonte: Dias (1993 p. 329)

A supervisão do tráfego é essencial para escolher a linha da rede logística ao


qualquer será utilizada para melhor transportação do produto até o consumidor que precisa ser
de forma ágil e eficiente para atender os prazos de entrega exigidos para entrega da
mercadoria. Serão apresentados a seguir os outros dois grupos da função do departamento de
transporte.
• Análise de custos: encarregado de apresentar relatórios sobre o resultado
econômico de determinada época; quando existir grandes distorções as mesmas
deverão ser apresentadas em detalhamento com suas devidas justificativas.
14

• Estudos econômicos: visa estabelecer a viabilidade econômica de realização do


transporte. Será apresentado a seguir o organograma do departamento de
distribuição.

Depto. de distribuição

Análise de dados Estudos econômicos Supervisão de tráfego


e operações

Análise de transporte Coordenação de


transporte

Figura 4: Organograma do departamento de distribuição


Fonte: Dias (1993 p. 330)

As funções do departamento de transporte são indispensáveis para a vida do produto,


sua distribuição. Para que a movimentação aconteça são abordados os tipos de transporte e os
custos de cada um a seguir.

2.2.3 Classificação dos modais de transporte e custos.

Esta seção descreverá os tipos de modais de transporte, a estrutura dos custos para
cada modal e as características operacionais de cada modal quanto a velocidade,
disponibilidade, confiabilidade, capacidade e freqüência.
Para os autores Fleury, Wanke e Figueiredo (2000) os cincos modais de transporte
básicos são o ferroviário, o rodoviário, Aquaviário, o dutoviário e o aéreo. E ainda segundo os
autores a importância para cada modal pode ser medida em termos da quilometragem do
sistema, volume de tráfego, receita e natureza da composição do tráfego. Ainda na visão
destes autores o modal de transporte rodoviário é o mais procurado, e atinge praticamente
todos os pontos do território nacional.
15

Para Alvarenga (1994) Os custos de transporte são divididos em:


• Os custos diretos: são aqueles que se relacionam diretamente com a
função produtiva. São eles: depreciação de veículos, remuneração do capital,
cobertura de riscos, combustível, lubrificação, pneus e licenciamento. Todos esses
custos estão ligados com a atividade de operação.
• Os custos indiretos: são os que não estão relacionados com a
atividade de operação, mais com a parte de contabilidade, o setor de pessoal, a
administração de uma maneira geral.
• Os custos variáveis: variam de acordo com a distância percorrida;
são eles o combustível, lubrificação, manutenção e pneus.
• Os custos fixos são: a depreciação do veículo, remuneração de
capital, salários e coberturas de risco.
O transporte são sistemas logísticos indispensáveis para as empresas, pois sem ele o
produto não chega até o consumidor, deixando o cliente insatisfeito com a empresa, podendo
se desligar totalmente dela.
Segundo Fleury, Wanke e Figueiredo (2000) Os custos de transporte de cada modal
estão estruturados da seguinte forma:
• Ferroviário: Altos custos fixos em equipamentos, terminais, vias
férreas; custo variável baixo;
• Rodoviário: Custos fixos baixos (rodovias estabelecidas e construídas
com fundos públicos); custo variável médio (combustível manutenção);
• Aquaviário: custo fixo médio (navios e equipamentos); custo variável
baixo, com capacidade para transportar grande quantidade de toneladas.
• Dutoviário: custo fixo mais elevado (direitos de acesso, construção,
requisitos para controles das estações e capacidade de bombeamento); custo variável
mais baixo, porque não tem nenhum custo de mão de obra de grande importância;
• Aeroviário: custo fixo alto (aeronaves e manuseio e sistemas de carga);
alto custo variável (combustível mão de obra, manutenção). (FLEURY, WANKE E
FIGUEIREDO, 2000, grifo nosso).
Existem vários tipos de transporte, que devem ser adequado de acordo com a
quantidade de carga a ser transportada, os custos variam de tipos de transporte e velocidade
quanto mais rápidos mais autos serão os custos.
16

2.3 SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

Nesta seção será estudado o conceito de Sistemas Gerenciais relacionados à


importância da informação gerencial para as organizações. Os sistemas de Informação
Gerencial é um processo de transformação de dados em informação que tem por objetivo a
estruturação decisória da organização, fornecendo meios administrativos para alcançar os
objetivos almejados.
Para Cruz (2000, p. 54) “Sistemas de Informações Gerenciais são conjuntos de
tecnologias que disponibilizam meios necessários á operação do processo decisório em
qualquer organização por meio do processamento dos dados disponíveis”.
Seguindo a mesma visão Melo (2002, p. 34) escreve. “Nos sistemas de informações
são geradas as informações gerenciais, que trazem ao tomador de decisões estratégicas
necessárias para o conhecimento sobre a realidade da empresa, na forma de objetivos, metas e
diretrizes”.
sistemas gerenciais foram desenvolvidos para fornecer informações aos diversos
setores das empresas, que possibilitam algumas decisões e o controle operacional e
gerencial. Um exemplo típico deste sistema é o controle de estoques, que fornecerá a
partir dos dados, as informações necessárias para a reposição, compra de materiais
ou produção de novos lotes de um determinado produto. Outros sistemas
importantes são os Sistemas de Apoio aos Executivos (SAE), que são o
aperfeiçoamento dos sistemas de escritórios, redes de envolvimento dos sistemas de
planejamento e controle e o Sistema de apoio à decisão (SAD), composto por
programas que colocam á disposição do usuário uma série de recursos necessários
ao processo de tomada de decisão e acompanhamento da empresa. (MEIRELLES,
1994, p. 41).

Para Cruz (2000) Sistemas gerenciais são sistemas de pessoas, equipamentos,


procedimentos, documentos e comunicações que coleta, valida, executa operações,
transforma, armazena, recupera e apresentam dados para o uso no planejamento, orçamento,
contabilidade, controle e outros processos gerenciais para vários propósitos.
Os sistemas informações gerenciais são de grande importância para as empresas na
vida dos administradores. São os sistemas de informação que fornecem informações
necessárias para facilitar e ajudar os administradores nas tomadas de decisões de riscos dentro
das organizações. Para o controle da operação da área de produção das mercadorias,
gerenciamento.
17

2.4 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

O objetivo desta seção é estabelecer o conceito de alguns autores em relação


tecnologia da informação, o uso estratégico da tecnologia da informação e o planejamento
estratégico para as empresas. A tecnologia da informação são meios estratégicos para as
empresas, fornecendo atividades providas por computadores que processam todas as
informações armazenadas, organizando para o desempenho de alguma tarefa.

2.4.1 Conceito tecnologia da informação

Nesta parte se discutirá os conceitos de alguns autores sobre a tecnologia da


informação. A tecnologia da informação é uma parte essencial para o gerenciamento dos
sistemas logísticos na organização.
Para Cruz (2002, p. 186), “tecnologia da informação é o conjunto de dispositivos
individuais, como hardware, software, telecomunicações ou qualquer outra tecnologia que,
faça parte ou gere tratamento da informação, ou, ainda, que a contenha”.
Meirelles (1994, p. 419), define “tecnologia da informação é o conjunto de recursos
não-humanos dedicados ao armazenamento, processamento e comunicação de informação, a
maneira pelas quais várias tarefas são organizadas neste sistema”.
“A tecnologia da informação é um conjunto de recursos tecnológicos, desde os
voltados a elementar geração de dados, até os pertinentes à sofisticadas redes de comunicação,
presentes nos processos de utilização da informação”. (VELLOSO, 2003, p. 263)
De acordo com Foina (2001, p. 31), “a tecnologia a informação é um conjunto de
métodos e ferramentas, mecanizadas ou não, que se propõe a garantir a qualidade
pontualidade das informações dentro da malha empresarial”.
Seguindo a mesma linha, Cruz fala (2000, p. 24) que “tecnologia da informação é
todo e qualquer dispositivo que tenha capacidade para tratar dado ou informações, tanto de
forma sistêmica como esporádica, quer esteja aplicada no produto, quer esteja aplicada no
processo”.
Para Meirelles (1994), a informação é também um importante componente de um
ambiente organizacional e está intimamente relacionada à racionalidade da organização. O
autor cita:
tecnologia da informação engloba sistemas que afetam as fronteiras das
racionalidades de unidades organizacionais e as limitações de seus processos
18

tecnológicos relacionados com informação. Essas fronteiras e limitações podem ser


impostas internamente ou externamente. (MEIRELLES, 1994 p. 419).

Os conceitos de tecnologia da informação são essenciais para estabelecer a sua


importância dentro das organizações, um melhor entendimento do que são abordados dentro
do seu cenário. A sua contribuição para o sucesso das empresas competitivas. Para atingir os
objetivos de maneira eficaz, precisam planejar o futuro, será exposto o uso estratégico da TI
paras as empresas.

2.4.2 O uso estratégico da tecnologia da informação

Está seção discutirá o uso estratégico da tecnologia da informação, onde é necessário


o planejamento estratégico da informação para que a TI seja implantada sobre uma base certa,
baseada com plano estratégico da empresa, atendendo as necessidades da organização.
Para Melo (2002, p. 141), “o treinamento em microinformática, com recursos mais
inteligentes, torna o administrador um usuário competente, passando a conhecer melhor o que
necessita e assim planejar a melhor obtenção e uso da informação”.
Segundo Meirelles, (1994, p. 493). “O planejamento estratégico não prevê decisões
futuras. È um processo sistemático e continuo de somar decisões que envolvem riscos com o
melhor conhecimento possível de seus efeitos”.
Cruz (2002) afirma que, planejar é prever quais as conseqüências para cada atitude
que vier assumir. Porque o cuidado na tecnologia da informação deve ser muito maior, pois
envolve grandes investimentos e mexe com um número alto de pessoas. (CRUZ, 2002, p.
189).
Segundo Meirelles (1994) O processo de implementação é um processo de mudança
organizacional. A TI é meio, a empresa é o cenário e as pessoas são os agentes dessas
mudanças, o autor cita.
a administração dos recursos de informática é contingência e multidimensional, de que a
melhor estratégica depende fortemente da situação e envolve múltiplas dimensões
simultaneamente. Assim, para compreender as contingências – situações – é essencial
visualizar as dimensões do processo. A maneira mais efetiva é por meio de um conjunto de
estruturas de referencia, que sempre que possível são representadas por uma síntese gráfica
equivalente. (MEIRELLES, 1994, p. 477).

O planejamento de tecnologia da informação para as empresas deverá estar de acordo


com o plano estratégico, porque qualquer tecnologia que viermos a adotar numa empresa terá
reflexo na maneira como ela se posicionará no mercado mundialmente. (CRUZ, 2002).
19

Ainda na visão de Cruz (2002, p. 189) “Os fatores pelo qual é importante planejar
estrategicamente a tecnologia da informação são”:
• Designar preocupação pela eficiência em todas as áreas da empresa;
• Montar várias vantagens competitivas;
• Desenvolver inúmeras oportunidades de negócio;
• Aumentar a competitividade.
Segundo Cruz (2000, p. 45-46) Para melhor escolher a tecnologia da informação,
aquela que melhor ajusta as necessidades da empresa, é necessário aprender uma metodologia
que possibilite planejar e executar um plano de tecnologia da informação. Seguindo essa linha
de pensamento, o autor define a metodologia referida:

• Organizar as necessidades para que cada uma delas possa ser considerada dentro de um
contexto de importância e prioridade.
• Planejar cada uma das soluções com base na análise das necessidades.
• Executar o plano sem atropelos.
• Revisar periodicamente a execução do plano para que as correções de rumo sejam
tomadas imediatamente às necessidades.
• Agir sobre toda e qualquer ocorrência. Jamais esperar que as soluções aconteçam por
geração espontânea.
• Realimentar o plano original, atualizando-o com as correções que se fizerem
necessárias.

A tecnologia da informação é uma grande parceira estratégica para as empresas que


estão passando por dificuldades devido a grande evolução na modernização, e que desejam
atuar como vencedoras no mercado globalizado, exigindo níveis serviços com qualidade para
atender os clientes. (FOINA, 2001, p.11).
O uso estratégico da tecnologia da informação provém para um bom desempenho da
TI nas organizações, um mau planejamento provoca reflexos negativos, com custos mais
altos, erros na escolha da tecnologia viável para a empresa. Para organizar os dados e executar
as informações é abordado a seguir um modelo para melhor desempenho da tarefa.

2.4.3 Banco de dados

Nesta seção serão descritos a finalidade de banco de dados, a demonstração de um


processo de planejamento de banco de dados, os componentes de um banco de dados,
modelos de banco de dados, vantagens da utilização de um banco de dados.
O conceito de uma base de dados emergiu de dois aspectos fundamentais. Os dados
utilizados pelos programas são considerados recursos por si só, separados independentes dos
programas; o outro existe uma arte e uma abordagem para administrar e estruturar dados
20

eletrônicos da empresa como um todo, de maneira tal que eles constituem um recurso
disponível para organização. Usando o banco de dados estruturados os dados passam a ficar
independentes das aplicações e os dados tornam-se imunes as mudanças nas aplicações ou
estruturadas de armazenamento e acesso. (MEIRELLES 1994).
Os bancos de dados são arquivos que são criados dentro de programas Software
baseados a partir do modelo ao qual será executado, tem como finalidade de armazenar
informações, para serem organizadas e processadas. (FOINA 2001, p. 31).
Os bancos de dados permitiram o surgimento de sistemas que passaram a processar
dados integrados a várias atividades de várias funções, disponibilizaram de forma eletrônica a
tecnologia que a partir daí começou a integrar as atividades de varias funções dentro do
processo produtivo. Essas atividades que antes do surgimento do Banco de dados tinham seus
próprios arquivos e, por conseguinte funcionavam sem se integrarem por meio do
processamento de dados, passaram a ter no novo suporte eletrônico da ferramenta ideal para
finalmente comporem um processo. (CRUZ, 2002).
Segundo Velloso (2004, grifo nosso), os componentes de um banco de dados, os
modelos e as vantagens para organização são relacionados da seguinte forma:
Componentes de um banco de dados:
• Uma base de dados
• Sistema de gerenciamento de banco de dados
• Linguagem de exploração
• Programas voltados às necessidades da tarefa

Modelos de banco de dados:


• Hierárquico
• Em rede
• Relacional

As vantagens do uso de banco de dados são as seguintes:


• Independência de dados
• Controle de erros de dados
• Garantia de integração dos dados
• Privacidade de dados
• Facilidade de criação para novas aplicações
21

• Segurança nos dados armazenados


• Controle automático de relacionamento entre registros
• Otimização da utilização de espaço de armazenamento

A figura a seguir representa um processo de planejamento estratégico de dados, nos


blocos de cima 1, 2, 3 - com o desenvolvimento de um modelo do negócio ou modelo
corporativo (bloco 1). Esse modelo identifica as áreas funcionais da empresa e os processos
necessários para administrá-los. O (bloco 2), representa o passo de identificar as entidades
dos dados corporativos e interligá-los aos processos e ás atividades. No (bloco 3), são os
requisitos de dados que são mapeados considerando o modelo corporativo, no que resulta nas
áreas lógicas de aplicação para as quais é necessário implementar banco de dados. No (bloco
4) resulta da visão detalhada da do usuário e da administração da empresa dos dados. O
(bloco 5) é o modelo de dados e o (bloco 6 e 7), procedem do modelo lógico de dados.
(MEIRELLES, 1994).

Planejamento Estratégico de Dados


Projeto Físico
Modelagem do
Negócio Base de Dados
Programas
1 6
Aplicativos
7

7
Entidades Modelo de Dados
2 5

Visão do Usuário
Bases de Dados
4
Projeto Lógico
3

Figura1: Planejamento Estratégico de dados


Fonte: Meirelles (1994, p. 500).
22

O banco de dados é requisito para o gerenciamento das informações nas empresas,


possui estruturas especificas de acordo com o desempenho da função que irá realizar, de
acordo também com onde serão organizados os dados, e são agrupados por tipo de
informações para um mesmo fim, onde são mantidos e acessados através de um software de
sistema de gerenciador de bancos de dados. Para a criação execução deste banco de dados é
abordado o programa a seguir.

2.4.4 Software

Nesta seção se descreverá o conceito de Software, se esclarecerá os dois grandes


programas encontrados de Software. O Software é um programa criado com o objetivo de
fornecer estruturas para o gerenciamento de algum fim.
Segundo Velloso (2004, p.61) “Software são programas preparados pelo fabricante
do computador e pela equipe que o utiliza diretamente, que permitem a obtenção de resultados
buscados”.
Ainda na visão de Velloso (2003, p.61) “Alguns software são preparados pelo
fabricante e pela equipe que utiliza diretamente, com o objetivo de simplificar a operação do
computador, e os outros são programas preparados pelo usuário para atingir os objetivos
específicos de sua organização”.
Para Cruz (2002, p. 193) “Software é todo e qualquer programa executado pelo
computador”.
Segundo Meirelles (1994, p. 34-35) O software pode ser dividido em dois grandes
grupos de programas que são:
• O software básico são aqueles compostos por sistemas de operações que coordenam a
parte interna e gerencia a utilização do programa desejado
• O software aplicativos são os ambientes operacionais que adicionam recursos ao
sistema operacional, contribuindo para permitir as interfaces gráficas com o usuário,
abertura de múltiplas janelas na tela, múltiplos programas.

Os softwares são considerados programas criados por profissionais da área, podem


ser atualizados freqüentemente, copiados, estudados, estão disponíveis no mercado para a
comercialização, um dos consumidores são as empresas que utilização para o gerenciamento
da administração, operação, controle, contabilidade, gerenciamentos logísticos e para todas as
23

necessidades que ele venha suprir. Serão discutidos na seção seguinte os conceitos logisticos
para o gerenciamento das empresas na área de produção.
24

3 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA

Atuando no mercado de energia desde 05 de Outubro de 1988, começou sua história


com a Companhia de Goiás S.A. (CELG). Em agosto de 1989 foram repassadas as ações para
uma nova Companhia que surgia que era a Companhia de Energia Elétrica do Estado do
Tocantins, (CELTINS), sendo a primeira concessionária de energia elétrica a ser privatizada
no país, com um apoio inédito do Tocantins, nas suas instalações. (CELTINS, 2007).
Nos mês de setembro do ano de 1989, a CELTINS Foi adquirida pelo Grupo Rede,
que assumiu o desafio de reestruturar o sistema elétrico da região, urgentes investimentos na
área de energia, proporcionando desenvolvimento na energia elétrica do Estado, de grandes
mudanças no fornecimento de energia. (CELTINS, 2007).
á historia do grupo rede começou em 1903 com a Empresa Elétrica
Bragantina S.A., em seguida no ano de 1981 veio a Empresa de Eletricidade Vale
Paranapanema S. A., depois surgiu a Companhia Nacional de Energia Elétrica, e em
1995 surgiu a Caiuá Serviços de Eletricidade S.A., no ano de 1989 surgi a
Companhia de Energia do Estado do Tocantins, depois da Celtins veio a Companhia
Força e Luz do Oeste, em 1997 surgiu mais uma do Grupo Rede a Centrais Elétricas
Mato-grossenses S. A., e por último para completar os oitos distribuidores do Grupo
surgiu a Centrais Elétricas do Pará. (CELTINS, 2007).

O Grupo rede hoje abrange 30% do território brasileiro, compostos por 12 milhões
de habitantes, possui 2,7 milhões de clientes distribuídos nos país, onde são atendidos 502
municípios, o seu quadro de colaboradores é composto por 9,4 mil pessoas, para atender todos
os Estados e Municípios possui oito distribuidores de energia elétrica no País. (CELTINS,
2007).
A Celtins, atua hoje em uma área de 277.621 Km², abrangendo os municípios, possui
oito Centros Regionais de Serviço, distribuídos nas CR,s de Palmas que atende 8 municípios,
Araguaina responsável por 10 municípios, Gurupí que possui 13 localidades, Porto Nacional,
Paraíso, Guarai responsável por 07 municípios, Augustinopólis atende 8 localidades e
Dianopólis que é responsável pela regional de 11 municípios. Todas localizadas nas maiores
regiões para melhor atender os clientes. (CELTINS, 2007).
A empresa beneficia hoje mais de 344.988 pontos de consumos, seus principais
consumidores são as indústrias, comércios, poder públicos, iluminação publica. Com objetivo
de melhor atender seus clientes e prestar níveis de serviços com eficiência, a empresa conta
com participação de 718 colaboradores próprios, 602 terceirizados, distribuídos na
administração, operação, marketing e serviços em gerais. (CELTINS, 2007).
25

Para atender a todos os seus consumidores e prestar serviços de qualidade a empresa


possui uma frota com 65 veículos leves, 42 utilitários leves, 17 utilitários médios, 04
caminhões médios, 04 caminhões, 1 carreta e três motos. A idade média da frota é de seis
meses, a cada ano é renovada toda a frota, todos possuem seguros e incentivos para os
condutores (Dirija Legal), com o objetivo de resolver com agilidade os problemas dos
clientes, na falta de fornecimento de energia. (CELTINS, 2007).
O desenvolvimento da Empresa está sempre na busca de prestar serviços de energia
elétrica com responsabilidade social e ambiental, visando à satisfação dos seus clientes,
colaboradores, fornecedores e acionistas, tornando reconhecido como o grupo de excelência
no setor de energia elétrica, com colaboradores qualificados e treinados, para melhor atender
os clientes, e desempenho de sua função para fornecimento de uma energia com qualidade.
A empresa neste projeto citada trata-se da Filial instalada na cidade de Gurupi -
Tocantins, criada no dia 05 de Outubro de 1988, localizada na Avenida Goiás, Sn°, no Setor
Aeroporto de Gurupí-To, sendo a única empresa de energia elétrica do Estado do Tocantins,
trazendo crescimento e desenvolvimento local, regional e estadual, fornecendo energia. Sendo
a empresa responsável pela distribuição de energia elétrica. Atualmente conta com 68
Funcionários contratados, para prestar serviços ao cliente. (CELTINS, 2007).
A estrutura da empresa estagiada está organizada em dez departamentos, para
desempenhar as funções designadas, administração, operação, logística, comercial, financeiro
e marketing, recursos humanos. (CELTINS, 2007).
Estes departamentos são:
• administração geral da CRS: que é de responsabilidade do Encarregado de CRS, o seu
cargo tem como função administrar todos os departamentos, e atender a todos os requisitos que
designarem durante a execução da tarefa.
• O departamento de Recursos Humanos: cuida de toda a contratação de novos
colaboradores, fechamentos de pontos, benefícios, seleção e treinamento de pessoal, admissões e
demissões, todo o processo que esteja relacionado ao pessoal.
• O Departamento Financeiro: controla todas as entradas e saídas de receitas, as
prestações de conta, conferência e envio de notas, para o departamento financeiro de Palmas,
pagamentos e recebimentos de consumidores.
• A Secretaria Geral: é responsável por todo o arquivamento de documentos arquivados
e controle de todo o arquivo, envio de malotes para todas as localidades, e CRS de todo o Estado,
entrega de documentos em todos os departamentos, protocolos e recebimento.
• O Departamento de Divisões de consumidores de Consumidores é responsável pelas
ordens de serviço de problema de falta de energia, atendimento ao consumidor, controle de cortes.
• O Departamento de Recuperação de Energia cuidam de recuperar equipamentos de
fornecimento de energia, redes.
• O Departamento de Obras é responsável por todo o processo de construção de as
obras a serem realizadas nas redes de distribuição de energias.
• O departamento Centro de operação é onde são passadas as reclamações de faltas de
energias, que são repassadas as ordens de serviço para que sejam solucionados os problemas de falta de
energia.
26

• O Departamento de Transporte é responsável pelo controle de gerenciamento da


frota que a empresa possui que são um total de 20 carros incluindo moto, carros
leves e caminhões, controlando as saídas e chegas de cada frota, manutenção, troca
de óleo, abastecimento, e todo o processo do departamento.
• O Departamento de Usinas e Subestação, todos integrados para que a operação e
o fornecimento de energia sejam capazes de atender as necessidades do
consumidor.(CELTINS, 2007).

Todos se integralizando para que a operação dos serviços seja de qualidade para o
fornecimento de energia de qualidade sendo capaz de atender ás necessidades do consumidor.
A principal atividade da empresa CELTINS trata-se do Fornecimento de Energia,
construção de redes, manutenção das redes de distribuição, instalação de redes, procurando
fornecer serviços de qualidade para melhor atender os clientes.
Na seqüência, será mostrada a metodologia da pesquisa empregada no projeto para
definir as metas a serem seguidas para o desenvolvimento do mesmo.
27

4 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Baseando no objetivo geral deste projeto e dos conhecimentos citados na parte


teórica, define – se nesta seção, a metodologia adotada para analisar a viabilidade de
implantação de um software de banco de dados para o gerenciamento de frotas de veículos da
empresa Celtins de Gurupí – To. Discutir-se-á também os métodos de pesquisa a serem
desenvolvidos para a realização do projeto.
Segundo Marconi e Lakatos (2001, p. 105), “a especificação da metodologia da
pesquisa é a que abrange maior número de itens, pois responde, a um só tempo, ás questões
como? com quê? quanto?”.
Na próxima seção apresenta-se o delineamento da pesquisa, as técnicas de pesquisa e
a análise de dados obtidos.

4.1 DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA

A primeira tarefa do desenvolvimento da pesquisa para a elaboração do projeto


constitui-se na seleção da empresa Celtins de Gurupi que será fonte para o estudo a ser
realizado. A pesquisa que orientará o estudo será o método indutivo e dedutivo, devido o
projeto ser desenvolvido baseado em conhecimentos científicos.
Segundo Marconi e Lakatos (2001, p. 106) “no método indutivo [...] os fenômenos
caminham geralmente para planos, indo das constatações mais particulares as leis e teorias. O
dedutivo parte das teorias e leis prediz a ocorrência dos fenômenos particulares”. Portanto
partindo das observações acima os métodos citados e escolhidos por possuírem características
de uma abordagem que contribui para pesquisa científica.
A análise permitirá descrever e conhecer o gerenciamento de frota da Celtins de
Gurupí – To. Neste contexto, tem-se uma pesquisa predominantemente descritiva que se
aproxima da explicativa.
Segundo Gil (1991, p. 19) “Pode-se definir pesquisa como o procedimento racional e
sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos”.
A pesquisa é requerida quando não se dispõem de informações suficientes para responder ao
problema, ou então quando as informações disponíveis se encontram em tal estado de
desordem que não passam ser adequadamente relacionadas ao problema.
Para Marconi e Lakatos (2000, p. 16) “A finalidade da pesquisa é descobrir respostas
para questões, mediante a aplicação de métodos científicos”.
28

Ainda Gil (1991 p. 45) “As pesquisas exploratórias tem como objetivo
proporcionar maior familiaridade com o problema, com riscos de torná-lo mais explícito ou
construir hipóteses”.
Para Cervo e Bervian (2002 p. 64) “A pesquisa exploratória realiza descrições
precisas da situação e quer descobrir as relações existentes entre diversos aspectos de um
problema ou de uma situação”.
Segundo Marconi e Lakatos (2006, p. 20) “A pesquisa descritiva delineia o que é,
aborda também quatro aspectos: descrição, registro, análise e interpretação de fenômenos
atuais, objetivando o seu funcionamento no presente”.
Sendo assim torna-se viável a utilização da pesquisa descritiva e exploratória, para
melhor coleta de dados, descrição da empresa estagiada, mostrando o problema a ser
resolvido, as estratégias a serem abordadas para resolver os mesmos.
Para o desenvolvimento da pesquisa será abordado um planejamento através dos
dados coletados junto á empresa pesquisada, utilizando as técnicas metodológicas disponíveis
para o objetivo do projeto que serão citados a seguir.

4.2 TÉCNICAS DE PESQUISA

Para o embasamento teórico necessário para a realização deste projeto, será utilizada
a pesquisa bibliográfica. “Especificamente pesquisa bibliográfica é um procedimento
reflexivo sistemático, controlado e crítico, que permite descobrir novos fatos ou dados,
relações ou leis em qualquer campo de conhecimento”. (ANDER-EGG, apud LAKATOS;
MARCONIS, 2000 p. 43). Na pesquisa desenvolvida o procedimento se justifica pela
importância e para o êxito do processo de análise, o que é reforçado por diversos autores,
como foi esclarecido na revisão da literatura.
Pesquisa bibliográfica trata-se de levantamento de toda a bibliografia já publicada,
em forma de livros, revistas, publicações avulsas e imprensa escrita. Sua finalidade é
colocar o pesquisador em contato direto com tudo aquilo sobre determinado assunto,
com objetivo de permitir ao cientista esforço paralelo na análise de suas pesquisas e
manipulações de suas informações. (MARCONI e LAKATOS, 2001, p. 43 e 44).

No trabalho desenvolvido, estas fontes são os documentos relacionados ao


departamento de transporte em relação ao seu sistema de frotas, controle de frotas, para a
realização desta análise.
29

Será realizada uma pesquisa documental, sendo que sua principal característica, “é
que a fonte de coleta de dados está restrita a documentos, escritos ou não, constituindo o que
se denomina de fontes primárias”. (LAKATOS; MARCONI, 2000, p.62)
O projeto será desenvolvido através de observação participante e sistemática.
A observação participante se trata de uma observação da qual o pesquisador é
membro do grupo.

A observação participante consiste na participação real do pesquisador


com a comunidade ou grupo, enquanto que a observação sistemática realiza-se em
condições controladas, para responder a propósitos preestabelecidos. O observador
sabe o que procura e o que carece de importância em determinada situação; deve ser
objetivo, reconhecer possíveis erros e eliminar sua influência sobre o que vê ou
recolhe. (LAKATOS; MARCONI, 2006, p.90)

Serão realizadas também entrevistas com a diretoria da empresa, chefe de


departamento do transporte, e responsável pela área de tecnologia da informação da Celtins de
Gurupi/ To.
Para Lakatos; Marconi (2006, p.92), a entrevista é o encontro entre duas pessoas, a
fim de que uma delas obtenha informações a respeito de determinado assunto.

4.3 ANÁLISE DOS DADOS

Na parte da coleta dos dados será iniciada com visitas freqüentes à empresa, com a
finalidade de coletar informações, através do conhecimento da empresa e no referido
departamento de transporte, sua frota de veículos.
No estudo abordado será empregada à pesquisa qualitativa, onde serão descritos e
analisados os sistemas de frota de veículos, tendo como base a revisão de literatura realizada
sobre o tema.
Com o objetivo de entender melhor os problema em estudo, os significados, para
assegurar dados corretos, será utilizado o método qualitativo.
Segundo Marconi e Lakatos (2006, p. 148) “o método qualitativo é baseado na
presença ou ausência de alguma qualidade ou características, e também na classificação de
tipos diferentes de dada propriedade”.
30

Baseando na metodologia apresentada, procura-se um projeto para contribuir para o


melhoramento do sistema de gerenciamento de frotas de veículos da empresa estagiada.
31

5 CRONOGRAMA

Segundo Marconi e Lakatos (2001 p. 112) “A elaboração do cronograma


responde a pergunta quando?
A pesquisa deve ser dividida em partes, fazendo-se a previsão do tempo
necessário para passar de uma fase para outra.
O cronograma é uma estrutura que representa as atividades planejadas que, compõem
o projeto e o tempo necessário para a execução do mesmo.

2007
MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
ATIVIDADES
Coleta de dados x x
Pesquisa na empresa x x
Tabulação dos dados coletados x x
Montagem do TCC x x x x x x x
Entrega do TCC x
Defesa pública x x
Entrega TCC x
32

6 ORÇAMENTO

Segundo Gil (1991 p. 140) “Para se ter uma estimativa dos gastos com a pesquisa,
convém que seja elaborado um orçamento. Para ser adequado, o orçamento deverá considera
os custos referentes a cada fase da pesquisa. Segundo itens de despesas.”
Ainda segundo Gil (1991 p. 141), O orçamento deve ser elaborado em fases
realistas, ou seja, considerar com a maior precisão possível, os vários gastos.
As despesas financeiras para a aquisição de materiais para a realização do
projeto de pesquisa, foram todos custeados pela própria pesquisadora. Através desta parte
designo os materiais gasto na operação.
Segue abaixo relação das despesas para elaborações do TCC.

ITENS DE DESPESA
QUAN U R$ R
TIDADE NIDADE Unitário $ Total
Papel A4 1 Resma 15,00 15,00
Cartuchos 2 Unidades 30,00 60,00
Disquetes 5 Unidades 1,50 7,50
CD 3 Unidades 1,00 3,00
Canetas 3 Unidades 0,50 1,50
Lápis 1 Unidade 0,50 0,50
Borracha 1 Unidade 0,25 0,25
Telefone 20 Minutos 1,00 20,00
Xérox 3 unidade 2,50 7,50
Encadernação 3 Unidades 2,50 7,50
Combustível 10 Litros 3,00 30,00
TOTAL 52 57,75 152,75
33

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