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Amor tem 5 fases, mas casais desistem na metade

Na fase 3, casais acham que o amor acabou, mas na verdade é só o começo de uma relação mais
real e duradoura, de acordo com o especialista

Assim como nós, o amor também se transforma ao longo do tempo. É o que o


psicólogo Jed Diamond definiu, em artigo para o site MenAlive, como as cinco fases do amor. O
problema é que, de acordo com o especialista, a maioria das pessoas desistem durante o terceiro
estágio da relação.
Conheça quais são essas fases e como elas funcionam:

1ª fase - Paixão

Essa é a parte mais envolvente do relacionamento. "É tão maravilhoso porque ficamos
inundados de 'hormônios do amor', como a dopamina, oxitocina, serotonina, testosterona e
estrogênio", conta Diamond. Essas substâncias são responsáveis por causar uma grande sensação
de bem-estar no casal.

2ª fase - Comprometimento

Nesse momento, a relação ganha a sensação de solidez e calmaria. Os laços se


fortalecem, vocês começam a formar sua própria família em alguns casos. "Nós nos sentimos
seguros, cuidamos e apreciamos o outro. Ficamos próximos e nos protegemos. Pensamos
frequentemente que esta é a fase final do amor e esperamos que dure para sempre", explica ele.

3ª fase - Desilusão

Chega o momento em que a maioria das relações se encerram. Pode surgir de forma
abrupta ou aos poucos, mas vai tornando pequenos problemas em grandes irritações, tirando lugar
da felicidade que antes tomava conta da rotina do casal. "É a fase em que o nosso corpo, mente e
alma mais ficam doentes. Nos perguntamos onde a pessoa que um dia amamos foi parar.
Desejamos o amor que tivemos uma vez, mas não sabemos para onde foi ou como recuperá-lo",
conta o psicólogo.
Por outro lado, outros casais aproveitam esse momento para aprender a apreciar ainda
mais a pessoa que tem ao lado, livres das projeções e expectativas irreais do companheiro ideal.

4ª fase - Amor real

Já neste período, após superar grandes dificuldades na fase anterior, a relação ganha
mais força. O casal percebe que o amor que sentem é muito maior do que imaginavam. A
cumplicidade fica ainda mais alta. "À medida que entendemos melhor e aceitamos nosso parceiro,
podemos aprender a amar a nós mesmos cada vez mais profundamente", diz.
5ª fase - Transformação

Por fim, o casal entra em um estado de plenitude, sem dar margem para
preocupações. Eles sabem que unidos podem ir mais longe. Entendem que tudo o que viveram para
se autotransformarem pode ser aplicar na transformação do mundo em que vivem. "Se pudermos
aprender a superar nossas diferenças e encontrar um amor real e duradouro em nossos
relacionamentos, talvez possamos trabalhar juntos para encontrar um amor real e duradouro no
mundo", destaca Diamond.
Estudo psicológico identifica o que faz um casamento durar

Pesquisa norte-americana analisou o comportamento de 130 casais e investigou o que fizeram


os que permaneceram casados e felizes mesmo depois de décadas

Qual a diferença entre os casamentos duradouros, com casais há décadas vivendo felizes, e
aqueles que entram em crise mal aparecem as primeiras dificuldades? Essa pergunta tem motivado inúmeros
pesquisadores e embora seja difícil determinar com exatidão quais são os fatores que determinam um
casamento feliz, já é possível apontar algumas respostas.

Depois de quase três décadas de pesquisas, o psicólogo norte-americano John Gottman acredita
ter chegado ao ponto chave que diferencia os casamentos felizes dos que fracassam. Para chegar ao resultado,
Gottman e outros pesquisadores começaram a investigar o comportamento de casais avaliando como eles
respondiam a questões relacionadas à forma como haviam se conhecido, memórias positivas e conflitos
vividos, monitorando funções vitais básicas como frequência cardíaca, pressão sanguínea e suor.

Após seis anos, os casais foram contatados novamente e os pesquisadores constataram que parte
deles continuava casada e feliz, mas outra parte já havia se separado ou estava vivenciando um casamento
infeliz. Os pesquisadores identificaram que os casais com problemas eram justamente os que haviam
apresentado respostas fisiológicas mais ativas durante os testes de seis anos atrás.

Tranquilidade

Isso mostrou que quanto mais estressante era para o casal ficar lado a lado e falar sobre o
relacionamento, mesmo quando se tratava de coisas positivas, mais chances eles tinham de ter
desentendimentos. Já aqueles que continuavam felizes, haviam mostrado baixas taxas de excitação no teste, o
que se traduziu em um comportamento mais calmo e confiante do marido e da esposa.

Num outro estudo, 130 casais recém-casados foram convidados a passar um dia em um
laboratório que recriava ambientes típicos de um lar. No laboratório, os casais tinham de fazer o que
normalmente fariam em suas próprias casas, como cozinhar, conversar, limpar. Durante todo o dia, cada
cônjuge fez pequenos comentários tentando chamar a atenção do marido ou esposa. Alguns respondiam aos
comentários com intimidade, demonstrando interesse e apoio ao cônjuge, mas outros simplesmente os
ignoravam ou respondiam criticando o parceiro.

Após alguns anos, os casais que haviam mostrado maior cumplicidade no teste continuavam
juntos e felizes, enquanto aqueles que se mostraram desinteressados aos responder os cônjuges estavam
separados ou com o casamento em crise.

Erros

A partir desses dados, Gottman concluiu que entre os fatores que fazem um casamento durar
está a bondade e a generosidade existente entre os cônjuges.

 Os casais que fracassam, explica Gottman, tendem a ver com mais ênfase os erros do
parceiro, o que se materializa em atitudes de crítica, indiferença, desconfiança e desprezo
pelo cônjuge. É como se tudo o que o outro é acabasse reduzido aos seus erros e defeitos.

 Já nos casamentos felizes, marido e esposa são generosos um com o outro, o que não
significa uma atitude passiva ou cega diante de eventuais erros, mas sim que as críticas são
sempre pautadas pelo respeito e desejo de que o outro melhore. Além disso, há interesse e
desejo de gratidão pelo outro.

Bondade

Quando um dos cônjuges não se interessa pelo outro – por exemplo, ao ignorá-lo ou dar
respostas frias demais – está abrindo caminho para um dos maiores fatores que leva o casamento a uma crise,
diz Gottman.

Para o pesquisador, a estabilidade de um casamento está diretamente ligada à capacidade de


cada cônjuge sentir-se amado e cuidado pelo outro. E para isso é preciso que o marido ou esposa tenha uma
atitude de bondade contínua, manifestada através do respeito, carinho, atenção, interesse e boa vontade em
relação ao parceiro.

Ele explica que embora alguns possam ver a bondade como um traço fixo do temperamento de
uma pessoa, ela também pode ser entendida como um músculo, capaz de ser exercitada e desenvolvida
continuamente. E é isso que os casais devem fazer: exercitar diariamente a bondade para com os seus
parceiros.