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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO

INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E BIOLÓGICAS – QUÍMICA

Anderson Moulais da Silva

PRÁTICA 06
REAÇÕES QUÍMICAS

OURO PRETO
2017
Anderson Moulais
PRÁTICA 06
REAÇÕES QUÍMICAS

Relatório referente à prática do dia


08/12//2017 apresentado à professora
Angela Leao– da disciplina de
Química Geral Prática, Turma 03

OURO PRETO
2017
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO...................................................................................................... 04
2 OBJETIVO.............................................................................................................. 04
3 METODOLOGIA................................................................................................... 05
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO............................................................................ 06
5 CONCLUSÃO........................................................................................................ 07
6 REFERÊNCIAS...................................................................................................... 08
1. INTRODUÇÃO

Uma reação química consiste na combinação dos elementos químicos e seus


compostos para formação de novos compostos. Numa reação, a Lei da Conservação das
Massas ou Lei de Lavoisier é válida, a massa dos reagentes é igual à massa dos produtos.
[1] A reação é representada por uma equação química que descreve seus produtos e
reagentes, bem como o estado físico destes e, balanceada, indica uma relação numérica
(expressa em mols de átomos, moléculas, etc) entre as quantidades de reagentes e de
produtos formados. [2]
Existem alguns indícios sobre a ocorrência de reações, tais como mudança de cor,
liberação de gás e liberação de energia em forma de luz ou calor.
As reações podem ser classificadas em: reações de análise, reações de decomposição,
reações de síntese, reações de troca simples, reações de troca dupla, reações de
complexação aniônica, reações de complexações catiônica, reações de oxi-redução.[1]

2. OBJETIVO

A prática tem como objetivo a realização de um exemplo de reação de decomposição,


reação de síntese, reação de troca simples e reação de troca dupla.
3. METODOLOGIA

 Reação de decomposição: Segurou-se, com o auxílio de uma pinça de madeira, um


tubo de ensaio contendendo certa quantidade de uma mistura de 𝐾𝐶𝑙𝑂3 (clorato de
potássio) e 𝑀𝑛𝑂2 (bióxido de manganês) e o mesmo foi aquecido à chama do bico de
Bunsen até que se ouvissem alguns “estalinhos”. Em seguida, colocou-se um palito em
brasa dentro do tubo e verificou-se se o gás liberado na extremidade do tubo
provocava uma combustão; interpretou-se o processo de reação ocorrido e os produtos
formados.

 Reação de síntese: Observou-se um pedaço de fita de magnésio de aproximadamente


2,0 cm de comprimento e suas características físicas foram anotadas. Segurou-se a fita
por uma extremidade com o auxílio de uma pinça metálica e aqueceu-se a outra
extremidade na chama do bico de Bunsen; assim que se verificou o início de uma
reação, retirou-se o conjunto da chama e o mesmo foi retido ao ar sobre um cadinho,
de modo a recolher o pó formado. Interpretou-se o processo de reação e o produto
formado.

 Reação de troca simples (demonstrativo): Colocou-se água em um béquer de 1 litro


de capacidade até preencher 2/3 de seu volume. Fixou-se a um suporte, um tudo de
vidro resistente, com 4,0 cm aproximadamente de seu comprimento imerso na água.
Limpou-se um pequeno fragmento de sódio que estava submerso em querosene e este
foi colocado no interior do tubo. Iniciada a reação, caracterizou-se o gás desprendido
com um palito de fósforo em chama. Algumas gotas de fenolftaleína foram
adicionadas à água do béquer. Interpretou-se o processo ocorrido.

 Reação de troca dupla: Em um tubo de ensaio contendo certa quantidade de 𝐵𝑎𝑂2


(um pó branco) juntou-se cerca de 40 gotas de solução de 𝐻2 𝑆𝑂4 1,0 mol/L e agitou-
se; verificou-se o ocorrido. Foram adicionadas lentamente gotas de solução de 𝐾𝑀𝑛𝑂4
0,01 mol/L e agitou-se; observou-se o ocorrido. Verificou-se a presença de um dos
produtos formados. Observou-se e interpretou-se o processo.
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

 Reação de decomposição: Observou-se que o 𝑀𝑛𝑂2 (cor preta fosca) não participou
efetivamente da reação, atuou apenas como um catalisador. O 𝐾𝐶𝑙𝑂3 reagiu, ao se
aproximar o palito em brasa deu chama, liberou 𝑂2(𝑔) .
𝑴𝒏𝑶𝟐 ∆
𝟐𝑲𝑪𝒍𝑶𝟑 (𝑺) → 𝟐𝑲𝑪𝒍(𝒔) + 𝟑𝑶𝟐(𝒈)

 Reação de síntese: Inicialmente, observou-se que a fita de magnésio fisicamente se


apresentava como um metal brilhante e sólido; ao ser aquecida, reage com o 𝑂2(𝑔)
liberando luz branca (semelhante com a luz liberada por fogos de artifícios e flashes
de câmera) e um pó branco é formado, o 𝑀𝑔𝑂 (óxido de magnésio).

𝟐𝑴𝒈(𝑺) + 𝟏𝑶𝟐(𝒈) → 𝟐𝑴𝒈𝑶(𝒔)

 Reação de troca simples (demonstrativo): Observou-se que ouve uma explosão ao


aproximar-se o palito de fósforo em chama, evidenciando a formação do gás
hidrogênio 𝐻2 (𝑔) . Ao adicionar-se fenolftaleína à água do béquer, observou-se o
aparecimento da coloração rosa, indicando a formação da base 𝑁𝑎𝑂𝐻(𝑎𝑞) .
𝟐𝑵𝒂(𝑺) + 𝟐𝑯𝟐 𝑶(𝒍) → 𝟐𝑵𝒂𝑶𝑯(𝒂𝒒) + 𝟏𝑯𝟐 (𝒈)

 Reação de troca dupla: Ao agitar o tubo de ensaio contendo certa quantidade de


𝐵𝑎𝑂2 (pó branco) e cerca de 40 gotas de solução de 𝐻2 𝑆𝑂4 1,0 mol/L, aproximou se o
tubo do ouvido e verificou-se “barulhinhos” de efervescência, indicando a
decomposição do peróxido de hidrogênio (𝐻2 𝑂2 ) em água e oxigênio. O
permanganato de potássio (de cor violeta) foi sendo adicionado até consumir todo o
𝐻2 𝑂2 e a solução (antes, de cor branca) ficar rosa (violeta clarinho).
𝟏𝑩𝒂𝑶𝟐 + 𝟏𝑯𝟐 𝑺𝑶𝟒 → 𝟏𝑯𝟐 𝑶𝟐 + 𝟏𝑩𝒂𝑺𝑶𝟒
𝟐𝑯𝟐 𝑶𝟐 → 𝟐𝑯𝟐 𝑶 + 𝟏𝑶𝟐
𝟑𝑯𝟐 𝑶𝟐 + 𝟐𝑲𝑴𝒏𝑶𝟒 → 𝟑𝑶𝟐 + 𝟐𝑴𝒏𝑶𝟐 + 𝟐𝑲𝑶𝑯 + 𝟐𝑯𝟐 𝑶
5. CONCLUSÃO

Assim como objetivo da prática, foi possível a realização de um exemplo de reação de


decomposição, reação de síntese, reação de troca simples e reação de troca dupla.
Puderam-se observar alguns indícios de ocorrência de reações, tais como mudança de cor,
liberação de gás e liberação de energia em forma de luz.
6. REFERÊNCIAS

1- APOSTILA de Qui-200. Universidade Federal de Ouro Preto – Instituto de Ciências


Exatas e Biológicas – Departamento de Química – Engenharias. 2016.

2- RUSSSEL, John Blair. Química Geral. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1994.
Volume I.