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DINÂMICA POPULACIONAL DE Meloidogyne incognita EM ALGODOEIRO IRRIGADO NO OESTE

DA BAHIA EM DIFERENTES SISTEMAS DE ROTAÇÃO DE CULTURA (*)

Genildo Ribeiro dos Santos (ADAB - Barreiras / genildo@unb.br), Juvenil Enrique Cares, (UnB).

RESUMO - Avaliou-se a dinâmica populacional de Meloidogyne incognita durante o ciclo do algodoeiro


irrigado no oeste da Bahia em diferentes sistemas de rotação de cultura em campos naturalmente
infestados. O experimento foi instalado na Fazenda Bem Bom, município de Santana, BA. O
delineamento experimental foi em blocos casualizados com parcelas subdivididas. Foram 7 tratamentos
em 5 repetições: I (algodão - Brachiaria brizantha, 6 meses - algodão); II (algodão -Panicum maximum,
18 meses - algodão); III (algodão - B. Brizantha, 18 meses -algodão); IV (algodão - milho + B. brizantha
- algodão); V (algodão - Vigna unguiculata - algodão); VI (algodão - milho - algodão); VII (algodão –
pousio, 6 meses - algodão), avaliados ao plantio, aos 30, 60 e 180 dias após o plantio (DAP). Os
sistemas com milho consorciado com B. brizantha, milho e V. unguiculata apresentaram maiores
densidades do nematóide aos 60 DAP, tanto no solo como em raízes e, a quantidade de J2 de M.
incognita aos 180 DAP foi superior quando comparada à população ao plantio.
Palavras-chave: algodoeiro, Meloidogyne incognita

POPULATION DYNAMICS OF Meloidogyne incognita ON IRRIGATED COTTON IN WESTERN


BAHIA UNDER DIFFERENT CROP ROTATION SYSTEMS

ABSTRACT - The population dynamics of Meloidogyne incognita was evaluated during the growing
season of irrigated cotton in west of Bahia State, under different crop rotation systems in naturally
infested soils. The experiment was conducted at Bem Bom Farming Complex, in the Municipallity fo
Santana, Bahia, Brazil. The experiment was designed in randomized blocks with split plots, with seven
treatments in five replications: I (cotton - Brachiaria brizantha, 6 months - cotton); II (cotton -Panicum
maximum, 18 months - cotton); III (cotton - B. Brizantha, 18 months - cotton); IV (cotton - maize + B.
brizantha - cotton); V (cotton - Vigna unguiculata - cotton); VI (cotton - maize - cotton); VII (cotton –
fallow, 6 months - cotton). The nematode populations were evaluated at 0, 30, 60 and 180 days after
planting (DAP). The systems with maize plus B. brizantha, maize by itself, and V. unguiculata allowed
higher nematode densities at 60 DAP, both in soil and in roots. The population of J2 of M. incognita at
180 DAP was higher than it was by the time of seeding.
Key words: cotton, Meloidogyne incognita

INTRODUÇÃO

O algodoeiro (Gossypium hirsutum L.) é uma das plantas cultivadas de maior importância
econômica do grupo das fibras, pelo volume e valor da produção. Seu cultivo é também de grande
importância social, pelo número de empregos que gera direta ou indiretamente.
Apesar de ser uma fonte de riquezas, a cotonicultura não é uma atividade tradicional no oeste
da Bahia. Foi nos últimos anos que grandes áreas passaram a ser utilizadas para o cultivo do algodão
e, em função disso, há algumas lacunas nas informações sobre essa cultura, como por exemplo, a
respeito dos nematóides fitoparasitas que poderiam estar causando danos econômicos à cultura,
porém, não mensurados cientificamente (J. R. MENEZES, comunicação pessoal).
Várias espécies de nematóides parasitam o algodoeiro, porém, apenas Meloidogyne incognita
(Kofoid e White, 1919) Chitwood, 1949 e Rotylenchulus reniformis (Linford e Oliveira, 1940) têm sido
freqüentemente associados às grandes perdas na cultura (FREITAS et al., 1999). Segundo Sasser e
Freckman (1987), a estimativa de perdas na cultura do algodão, no Brasil por Meloidogyne spp. é de
17%, o qual tem ampla distribuição geográfica e apresentam ampla gama de hospedeiros, o que tem
dificultado o seu controle.
O sucesso do controle de nematóides depende de um conjunto de medidas associadas.
Medidas profiláticas de controle, rotação de culturas, resistência varietal e controle químico são
algumas das medidas consideradas mais importantes para o controle de M. incognita (RUANO et al.,
1997; FREITAS et al., 1999).
O presente trabalho teve por objetivo avaliar a dinâmica populacional do nematóide M.
incognita em cultivos de algodão submetido a diferentes sistemas de rotação de cultura, sob pivô
central, nas condições do oeste da Bahia.

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi instalado na Fazenda Bem Bom, no município de Santana, Bahia e as


análises laboratoriais realizadas na Universidade do Estado da Bahia–UNEB, em Barreiras, BA e na
Universidade de Brasília. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com parcelas
subdivididas. Foram sete tratamentos (sistemas de rotação) em cinco repetições: I (algodão -
Brachiaria brizantha, 6 meses - algodão); II (algodão -Panicum maximum, 18 meses - algodão); III
(algodão - B. Brizantha, 18 meses - algodão); IV (algodão - milho + B. brizantha - algodão); V (algodão
- Vigna unguiculata - algodão); VI (algodão - milho - algodão); VII (algodão – pousio, 6 meses –
algodão).
A extração de nematóides do solo em 100cc foi pelo método de decantação-peneiramento
(FLEGG e HOPPER, 1970), combinado ao de centrifugação (JENKINS, 1964). Após a contagem, os
nematóides foram infiltrados com glicerina conforme metodologia adaptada de Seinhorst (1959) por
S.P.Huang (comunicação pessoal). Para a extração de nematóides das raízes, utilizou-se o método do
liquidificador-peneiramento combinado ao de centrifugação (JENKINS, 1964), como descrito por Flegg
e Hopper (1970).
Foram avaliadas as populações de M. incognita em 5g de raízes aos 60 e 120 dias após o
plantio (DAP) e, a densidade populacional de juvenis (J2) em 100 cc de solo, ao plantio, aos 60, 120 e
180 DAP.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

]Os resultados mostraram eficiência nos sistemas de rotação de cultura na redução


populacional M. incognita nos sistemas I (Brachiaria brizantha, 6 meses), II (Panicum maximum, 18
meses), III (Brachiaria brizantha, 18 meses), e VII (Pousio, 6 meses).
Os sistemas III (algodão - B. brizantha, 18 meses - algodão) e II (algodão - P. maximum, 18
meses - algodão) não diferiram dos sistemas VII envolvendo rotações com pousio por 6 meses e I com
B. brizantha por 6 meses, mas, apresentaram diferenças significativas (Tukey 5%), quando
comparados aos sistemas IV com milho + B. brizantha, V com V. unguiculata e VI com milho, quanto à
produtividade.
O sistema V (algodão - V. unguiculata - algodão), foi o que apresentou a maior densidade
populacional média aos 60 DAP (380 J2 por 5g de raiz), decrescendo aos 120 DAP com média de 180
J2 por 5g de raiz. Comportamento semelhante se observou no sistema VI (algodão - milho - algodão),
porém, menos acentuado aos 60 DAP com 290 J2 e aos 120 DAP com 160 J2 por 5g de raiz. O
sistema IV (algodão - milho + B. brizantha - algodão) apresentou a terceira maior população de J2, com
160 J2 aos 60 DAP, aumentando discretamente para 185 J2 por 5g de raiz aos 120 DAP. Seguindo em
ordemdecrescente de densidade populacional, o sistema I (algodão - B. brizantha, 6 meses - algodão)
apresentou aos 60 DAP 45 J2 aumentando aos 120 DAP, para 110 J2 por 5g de raiz (Figs. 1 e 2).

300
Nº de indivíduos

250 I
200 II
150 III
100 IV
50
V
0
VI
0 60 120 180
VII
DAP

Figura 1. Dinâmica populacional de Meloidogyne incognita (Mi), indivíduos extraídos de 100 cc de solo
em campo de algodão ao plantio, aos 60, 120 e 180 dias após plantio (DAP) em sistemas de rotação
de cultura, na Fazenda Bem Bom, município de Santana, Bahia, safra 2004. I (algodão - Brachiaria
brizantha, 6 meses - algodão); II (algodão - Panicum maximum, 18 meses - algodão); III (algodão - B.
brizantha, 18 meses - algodão); IV (algodão - milho + B. brizantha - algodão); V (algodão - Vigna
unguiculata - algodão); VI (algodão - milho - algodão) e VII (algodão – pousio, 6 meses - algodão)

400
Nº de indivíduos

I
300 II
200 III
100 IV
V
0
VI
60 120
VII
DAP

Figura 2. Variação da população de Meloidogyne incognita (Mi) em 5 g de raízes de algodoeiro aos 60


e 120 dias apos plantio (DAP) em sistemas de rotação de cultura, na Fazenda Bem Bom, município de
Santana, Bahia, safra 2004: I (algodão - Brachiaria brizantha, 6 meses - algodão); II (algodão - Panicum
maximum, 18 meses - algodão); III (algodão - B. brizantha, 18 meses - algodão); IV (algodão - milho +
B. brizantha - algodão); V (algodão - Vigna unguiculata - algodão); VI (algodão - milho - algodão) e VII
(algodão – pousio, 6 meses - algodão)

Os sistemas II (algodão - P. maximum, 18 meses - algodão), III (algodão - B. brizantha, 18


meses - algodão) e VII (algodão - pousio 6, meses - algodão) apresentaram os menores índices
populacionais de M. incognita, tendendo a zero.
A dinâmica populacional de M. incognita em 100 cc de solo em quatro períodos de avaliação,
durante o ciclo da cultura, onde ao plantio (0 DAP), os sistemas IV (algodão - milho + B. brizantha -
algodão), V (algodão - V. unguiculata - algodão) e VI (algodão - milho - algodão) apresentaram
populações acima de 4 J2, aumentando bruscamente até os 60 DAP. Estes, aos 120 DAP
comportaram-se de maneira distinta, tendo o sistema V (algodão - V. unguiculata - algodão) mantido a
população constante. O sistema IV (algodão - milho + B. brizantha - algodão) continuou aumentando,
enquanto que no sistema VI (algodão - milho - algodão) houve aumento, porém, menos acentuado e,
reduzindo a população aos 180 DAP, no entanto, mantendo-se maiores que as populações iniciais. O
sistema I (algodão - B. brizantha, 6 meses - algodão) apresentou ao plantio população de M. incognita
tendendo a zero, crescendo até os 60 DAP, mantendo-se o crescimento até os 120 DAP e
decrescendo bruscamente aos 180 DAP aos níveis iniciais. Já os sistemas II (algodão - P. maximum,
18 meses - algodão), III (algodão - B. brizantha, 18 meses - algodão) e VII (algodão - pousio, 6 meses -
algodão) apresentaram as menores densidades populacionais em todos os períodos avaliados (Figura
1 e 2).
Os sistemas I (algodão - B. brizantha, 6 meses - algodão), II (algodão - P. maximum, 18 meses
- algodão), III (algodão - B. brizantha, 18 meses - algodão) e VII (algodão - pousio, 6 meses - algodão)
apresentaram populações iniciais de J2 de M. incognita de 0, 0, 0,65 e 0, respectivamente, com
produção de algodão em caroço acima de 3.000 kg/ha, enquanto os sistemas IV (algodão - milho + B.
brizantha - algodão), V (algodão - V. unguiculata - algodão), VI (algodão - milho - algodão)
apresentaram populações de J2 de M. incognita de 13,7, 13,5 e 4,45, respectivamente, acusando
produções, abaixo de 3.000 kg/ha de algodão em caroço (Figs. 1 e 2).
Os resultados mostraram um efetivo controle de M. incognita na cultura do algodão em áreas
infestadas, quando o sistema de rotação envolveu P. maximum e B. brizantha por um período de 18
meses, garantindo ao agricultor uma alternativa econômica e sustentável, para o desenvolvimento do
sistema lavoura-pecuária, existindo uma tendência de melhor produtividade para o sistema P.
maximum, 18 meses. Este comportamento deve-se ao fato de P. maximum e B. brizantha mostrarem
um pronunciado efeito antagonista ao nematóide (FERRAZ e LORDELLO,1961). O período de 18
meses foi mais favorável que o de 6 meses. Assim, o período de ausência de algodão na área foi
fundamental para a redução do fitonematóide estudado, o que refletiu positivamente na produtividade
de algodão em caroço. O efeito antagônico destas gramíneas foi demonstrado por Dias-Arieira et al.
(2003), avaliando extratos extraídos de raízes de P. maximum cv Guiné e B. brizantha, mostrando que
após um período de 10 semanas de cultivo, o extrato oriundo de P. maximum foi mais eficiente em
reduzir a eclosão M. javanica que o de B. brizantha, dando suporte aos resultados obtidos, em que o
uso de P. maximum garantiu, em termos econômicos, o maior rendimento líquido de algodão em
caroço, em área infestada por M. incognita.
Brito e Ferraz (1987), observaram o comportamento de Brachiaria decumbens Stapf e P.
maximum quando foram inoculadas com 5.000 ovos de M. javanica por vaso e após 120 dias nenhuma
galha ou massa de ovos estava presente em suas raízes, nem juvenis de segundo estádio foram
encontrados no solo. Significante redução na eclosão de ovos foi também observada quando massas
de ovos foram expostas a exsudatos radiculares de ambas as gramíneas, mostrando o poder que estes
exsudatos possuem em reduzir danos às culturas quando estas gramíneas são utilizadas em sistema
de rotação de cultura em áreas infestadas. Os resultados deste estudo confirmam a viabilidade destas
gramíneas no controle de nematóides de galhas em condições de campo.
A ausência de plantas hospedeiras durante o pousio por 6 meses favoreceu a redução na
população de M. incognita. O desempenho dessa medida de controle foi avaliado por Campos (1999) e
Di Vito e Carella (1985) que alcançaram redução de 63% e 86,7% nas populações de M. javanica em
tomateiro e de M. incognita em pimentão, respectivamente, aos 30 dias após a eliminação das plantas
atacadas. Lima e Goulart (1987), também verificaram que três meses sem cultivar o solo garantiu o
decréscimo na população de M. incognita, sendo que esta voltou a crescer durante o cultivo do
algodão.

CONCLUSÕES

1. Os resultados mostraram um efetivo controle de M. incognita na cultura do algodão em áreas


infestadas, quando o sistema de rotação envolveu P. maximum e B. brizantha por um período de 18
meses, garantindo ao agricultor uma alternativa econômica e sustentável, para o desenvolvimento do
sistema lavoura-pecuária, existindo uma tendência de melhor produtividade para o sistema P.
maximum, 18 meses;
2. Analisando a flutuação populacional aos 120 DAP ficou claro que a densidade populacional ao
plantio define mais precisamente, o nível de dano econômico, pois o sistema I (algodão - B. brizantha,
6 meses - algodão) que apresentou próximo a 50 J2/100 cc de solo aos 60 DAP, mesmo tendo
aumentado quase 100% aos 120 DAP, garantiu produtividade acima do custo de produção (3.000
kg/ha), mostrando que a determinação do número de juvenis aos 60 DAP é fundamental para se
conhecer o nível de dano econômico. Neste período de 120 DAP os sistemas II (algodão - P.
maximum, 18 meses - algodão), III (algodão - B. brizantha, 18 meses - algodão) e VII (algodão - pousio,
6 meses - algodão) mantiveram níveis de baixo risco, enquanto os sistemas IV (algodão - milho + B.
brizantha - algodão), V (algodão - V. unguiculata - algodão) e VII (algodão - milho - algodão)
confirmaram seu alto nível de dano econômico .

(*) Trabalho desenvolvido com o apoio financeiro, do CNPq (bolsa de estudos), SEAGRI - Agência de
Defesa Agropecuária da Bahia-ADAB e da Fazenda Bem Bom.

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