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PROGRAMA NACIONAL DE

SANIDADE AVÍCOLA

PNSA (MAPA)
M.V. Mariana C. Lourenço
AVICULTURA BRASILEIRA
• O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de frangos

• O Brasil é o maior exportador mundial de frangos

• Presença em 142 países, em todos os continentes

• A cadeia avícola brasileira gera milhões de empregos

•Produção de 2009: 11,021 milhões de toneladas

30% EXPORTAÇÃO
70% CONSUMO INTERNO
EXPORTAÇÃO POR ESTADO
2008

Dados referentes a produção de carne de frango. Fonte: ABEF


EXPORTAÇÃO BRASILEIRA
2008

Suina Bovina Perus Frangos


9,19% 24,01% 3,54% 63,26%

Fonte: ABIPEC, ABIEX, SECEX


Programa Nacional de Sanidade Avícola
PORTARIA MAPA n.193, de 19/09/1994

Estrutiocultura

Aves
Ornamentais, Avicultura
Residentes
e migratórias
PNSA Industrial

Avicultura de
subsistência
PNSA - OBJETIVOS GERAIS

• DEFINIR AÇÕES QUE POSSIBILITEM A


CERTIFICAÇÃO SANITÁRIA DO PLANTEL
AVÍCOLA NACIONAL

• FAVORECER A ELABORAÇÃO DE
PRODUTOS AVÍCOLAS SAUDÁVEIS PARA O
MERCADO INTERNO E EXTERNO
PNSA - ATUAÇÃO
1-Vigilância Epidemiológica e Sanitária das
principais doenças aviárias – vigilância oficial;

• Doença de Newcastle (DNC),


• Influenza aviária (IA),
• Salmoneloses S.Gallinarum, S.Pullorum,
S.Enteritidis e S.Typhimurium
• Micoplasmoses. M.gallisepticum, M.synoviae,
M.melleagridis
PNSA - ATUAÇÃO
2- Assistência e erradicação dos focos das
doenças de controle oficial;
3- Padronização das medidas de biosseguridade
e de desinfecção;
4- Realização de inquérito epidemiológico local;
5- Vigilância sanitária realizada pelo VIGIAGRO
nos pontos de ingresso de material genético
(portos, aeroportos e postos de fronteiras);
PNSA - ATUAÇÃO
6- Controle e fiscalização do trânsito de animais;

O local de saída e chegada devem ser registrados pelo MAPA.


PNSA - ATUAÇÃO
7 - Suspensão da importação de aves, ovos
férteis, produtos e subprodutos avícolas
procedentes dos países onde foram notificadas
as ocorrências de influenza aviária;
9 - Impossibilidade da importação de aves vivas
de companhia: reestruturação da estação
quarentenária;
10 - Monitoramento de todo material genético
Avícola de Ingresso no país;
11 - Capacitação dos médicos veterinários
oficiais; treinar o serviço oficial em detecção
de doenças avícolas de controle oficial.
PNSA

Definições:

--- Estabelecimentos Avícolas de Controles Permanentes:


granjas de seleção genética de reprodutoras primárias (linhas
puras), granjas bisavoseiras, granjas avoseiras, granjas
matrizeiras, granjas de aves reprodutoras livres de patógenos
específicos (SPF) e os incubatórios destes estabelecimentos.

--- Estabelecimentos avícolas de Controles Eventuais:


estabelecimentos avícolas produtores de ovos comerciais, de
frango de corte, de exploração de outras aves silvestres, e/ou
ornamentais, e/ou exóticas ou não, e os incubatórios destes
estabelecimentos.
PNSA - Micoplasmoses

Instrução Normativa Nº 44, DE 23 DE AGOSTO DE 2001

Situação: Vigente

Publicado no Diário Oficial da União de 24/08/2001, Seção 1, Pag 68.

Ementa: Aprova as Normas Técnicas para o Controle e a Certificação


de Núcleos e Estabelecimentos Avícolas para a Micoplasmose Aviária
(Mycoplasma gallisepticum, synoviae e melleagridis)

Histórico:
Vide Instrução Normativa nº17 07/04/2006
Revoga a Instrução Normativa nº 13 de 29/06/1999

RETIFICAÇÃO 06/05/2002
PNSA - Micoplasmoses

-Medidas de monitoramento da micoplasmose em


estabelecimentos avícolas de controles permanentes e
eventuais (exceto postura comercial, frango de corte e ratitas),
que realizam o comércio ou a transferência nacional e
internacional de seus produtos, destinados à reprodução e
produção de aves e de ovos férteis, ficando os mesmos
obrigados a realizarem o monitoramento de seus plantéis,
obedecendo as diretrizes do Programa Nacional de Sanidade
Avícola - PNSA.

Para realizar o comércio internacional, o estabelecimento


avícola deverá estar certificado como livre de micoplasmose
aviária (Mycoplasma gallisepticum, Mycoplasma synoviae e
Mycoplasma melleagridis)
PNSA - Micoplasmoses

O estabelecimento avícola participante do PNSA não poderá


utilizar:
-vacina de qualquer natureza contra a micoplasmose aviária, em
estabelecimentos de controles permanentes;
-qualquer vacina preparada com adjuvante oleoso, durante as
quatro semanas que antecedem as provas laboratoriais;
-qualquer droga que possa interferir nos resultados, três
semanas antecedentes às provas laboratoriais;

Empresas devem fornecer calendário de colheitas com


cronograma de nascimentos, de importação e rotineiras.
PNSA - Micoplasmoses

CERTIFICAÇÃO

1. Certificação dos núcleos ou estabelecimentos avícolas


para linhas puras, bisavós e avós:
1.1. Livres de M.gallisepticum e M.synoviae para galinhas.
1.2. Livres de M.gallisepticum, M.synoviae e M.melleagridis
para perus.

2. Certificação dos núcleos (estabelecimentos avícolas de


matrizes).
2.1. Livre de M.gallisepticum para galinhas.
2.2. Livre de M.gallisepticum, M.synoviae e M.melleagridis para
perus.
2.3. Sob vigilância e acompanhamento para M.synoviae para
galinhas.
PNSA - Micoplasmoses
PROVAS LABORATORIAIS E AMOSTRAS

1. Monitoramento e diagnóstico laboratorial:


1.1. Diagnóstico imunológico: SAR, SAL, HI, ELISA
1.2. Diagnóstico micoplasmológico: Isolamento em meios de
cultura, PCR
1.3. Identificação da cultura: (IFI), (IFD), Inibição do
metabolismo (IM), Inibição do crescimento (IC), Reação em
cadeia da polimerase (PCR).
2. Laboratório oficial e/ou credenciado pelo MA

3. Executadas por fiscal federal agropecuário, médico


veterinário oficial ou sob a fiscalização e supervisão de um
deles.
4. Para aves ornamentais ou silvestres de produção, serão
adotados os mesmos critérios utilizados para matrizes.
PNSA - Micoplasmoses
RESULTADOS E MEDIDAS DE BIOSEGURANÇA E
CONTROLE SANITÁRIO

1. Em aves ou ovos férteis de linhas puras, bisavós e avós


2.
importadas ou nascidas no Brasil:
1.1. Positivo para M.gallisepticum, M.synoviae, sacrifício/abate do
nucleo.
1.2. Positivo para M.gallisepticum, M.synoviae, M.melleagridis,
exclusivo para perus, sacrifício/abate do núcleo.

2. Matrizes:
2.1. Constatando-se positividade para M.gallisepticum em galinhas ou
M.galisepticum, M.synoviae ou M.melleagridis em perus, sacrifício
e abate do núcleo e destruição de todos os ovos incubados ou
não, dele provenientes.
2.1.1. Constatando-se positividade para M.synoviae em galinhas, esses
núcleos poderão ser tratados com antibiótico e retestados após o
período de eliminação de resíduos de antibióticos.
PNSA - Micoplasmoses

CERTIFICADO DE LIVRE

comércio de aves ou ovos férteis de todos os núcleos

NÚCLEO SOB VIGILÂNCIA E


ACOMPANHAMENTO
Mycoplasma synoviae

o comércio internacional de seus produtos


(ovos férteis e pintos oriundos ao referido núcleo)
PNSA – DNC E IA

Instrução Normativa Nº 17, DE 7 DE ABRIL DE 2006

Publicado no Diário Oficial da União de 10/04/2006, Seção 1, Pag 6.

Ementa: Aprova, no âmbito do Programa Nacional de Sanidade


Avícola, o Plano Nacional de Prevenção da Influenza Aviária e de
Controle e Prevenção da Doença de Newcastle.

Instrução Normativa Nº 11, DE 1 DE SETEMBRO DE 2003

Publicado no Diário Oficial da União de 05/09/2003, Seção 1, Pag 3.

Ementa: Declara os plantéis avícolas industriais dos Estados do Rio


Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais,
Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e do Distrito Federal LIVRES
da Doença de Newcastle.
PNSA – DNC E IA

Declara os plantéis avícolas industriais dos


Instrução Normativa Nº 32, DE 13 DE MAIO DE 2002
Estados do Rio Grande do Sul, Santa
Catarina,
Publicado no Diário Oficial da União de 14/05/2002, Seção 1, Pag
Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás,
28.
Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e do
Distrito Federal
Ementa: Aprova as Normas Técnicas de Vigilância para doença
de Newcastle (NC) e Influenza Aviária(IA), e de controle e
erradicação para a doença de Newcastle.
PNSA – DNC E IA

NOTIFICAÇÃO OBRIGATÓRIA

- Deve ser realizada a notificação de suspeita e enviado para


laboratório oficial ou credenciado pelo MAPA, qualquer
material de lesão sugestiva da doença encontrada na
fiscalização, no abate ou na realização de necrópsia.

- Nos matadouros, ocorrendo a constatação da(s) doença(s),


suspender os abates até a conclusão dos trabalhos de limpeza
e desinfecção recomendados pelo DIPOA e realizada a
comunicação imediata ao serviço oficial.
PNSA – DNC E IA

DA SUSPEITA:

-Todas as notificações serão imediatamente investigadas com


envio de amostras para laboratório oficial ou credenciado pelo
MAPA.
-Interdição da propriedade ou do estabelecimento avícola,
- Registro de todas as categorias de aves, indicando-se o
número de aves mortas, com e sem sinais clínicos.
-Manutenção das aves nos locais de alojamento ou confinadas
em outros locais, onde estejam isoladas, sem movimentação;
-Biossegurança reforçada;
- Seqüestro da carne das aves produzidas e dos ovos no
período de incubação da doença.
PNSA – DNC E IA
DAS AMOSTRAS E PROVAS LABORATORIAIS DA
SUSPEITA:

-Para isolamento e identificação do vírus, devem ser obtidas


amostras de aves vivas ou após necrópsia das aves
sacrificadas, ou daquelas que morreram com sintomas clínicos
sugestivos da doença de newcastle ou da influenza aviária.

-Soro, suabe de cloaca e traquéia, fezes frescas, baço,


cérebro, coração, fígado, humor aquoso, intestino,
proventrículo, pulmão / traquéia, sacos aéreos, suabe oro-
nasal, tonsilas cecais.

-ELISA, HA, HI
-Tempo médio de morte embrionária (TMM);
-Índice de patogenicidade intracerebral (IPIC);
-Índice de patogenicidade intravenosa (IPIV);
-Imunodifusão em agar gel (AGP);
-Técnicas de biologia molecular.
PNSA – DNC E IA
DA CONFIRMAÇÃO:

AVES VIVAS E MORTAS

RAÇÃO CAMA FEZES FÔMITES

CARNE E OVOS

LIMPEZA E DESINFECÇÃO COMPLETA

VAZIO SANITÁRIO DE 21 DIAS


ZONA DE
7Km VIGILÂNCIA

INVESTIGAÇÃO FOCO ZONA DE


EPIDEMIOLÓGICA 3Km PROTEÇÃO
PNSA – DNC E IA
DA VACINAÇÃO:

-Contra a doença de newcastle é facultativa nos estados da


federação, observando-se a situação epidemiológica local.

-Obrigatória para estabelecimentos de controle permanente ou


eventuais QUANDO DETERMINADO PELO MAPA.

-somente vacinas registradas e aprovadas pelo MAPA

- No caso da influenza aviária, por se tratar de doença


exótica no país, a vacinação somente poderá ser realizada
quando autorizada pelo DDA/SDA, após comprovação da
ocorrência da doença, avaliação de risco e análise da situação
epidemiológica.
PNSA – Salmoneloses
Instrução Normativa Nº 78, DE 03 DE NOVEMBRO DE 2003

Situação: Vigente

Publicado no Diário Oficial da União de 05/11/2003 , Seção 1 , Pág 3

Ementa: Aprova as Normas Técnicas para Controle e Certificação de


Núcleos e Estabelecimentos Avícolas como livres de Salmonella
Gallinarum e de Salmonella Pullorum e Livres ou Controlados para
Salmonella Enteritidis e para Salmonella Typhimurium.

Histórico:
Vide Instrução Normativa nº 17 de 07/04/2006
Revoga a Instrução Normativa nº 3 de 09/01/2002
PNSA – Salmoneloses

1. Definem as medidas de monitoramento das


salmoneloses em estabelecimentos avícolas de controles
permanentes e eventuais (exceto postura comercial,
frango de corte e ratitas), que realizam o comércio ou a
transferência nacional e internacional de seus produtos,
destinados à reprodução e à produção de aves e ovos
férteis, ficando os mesmos obrigados a realizarem o
monitoramento de seus plantéis, obedecendo às
diretrizes do Programa Nacional de Sanidade Avícola
(PNSA).
PNSA – Salmoneloses
2. Para proceder ao comércio nacional e internacional e à
transferência, no âmbito nacional, de seus produtos:

Linhas puras, bisavoseiros e avoseiros

livres das quatro salmonelas

Matrizeiros e frangos de corte

livres de Salmonella Gallinarum e Salmonella Pullorum e


livres e/ou controlados para
Salmonella Enteritidis e Salmonella Typhimurium.
PNSA – Salmoneloses
O estabelecimento avícola participante do PNSA não poderá
utilizar:
-qualquer vacina preparada com adjuvante oleoso, durante as
quatro semanas que antecedem o teste;
-qualquer droga que possa interferir nos testes sorológicos e/ou
dificultar o isolamento, três semanas antecedentes às provas
laboratoriais;
- Nos matrizeiros, nos casos que estejam sob tratamento
medicamentoso para S.Enteritidis e S.Typhimurium, sob
acompanhamento do MAPA, a avaliação será realizada de
acordo com o Capítulo VIII destas normas.

As empresas deverão encaminhar um calendário mensal


contemplando o cronograma de nascimento, importação e
as datas das colheitas rotineiras de material para
harmonizar as datas de colheitas oficiais e a fiscalização e
supervisão no referido estabelecimento.
PNSA – Salmoneloses
DA VACINAÇÃO CONTRA SALMONELLA ENTERITIDIS:

-Permite o uso de vacinas inativadas contra S. Enteritidis somente


em matrizeiros;

-Proíbe o uso de qualquer tipo de vacina contra salmonelas em


estabelecimentos avoseiros, em bisavoseiros e em granjas de
seleção genética de reprodutoras primárias (linhas puras).
PNSA – Salmoneloses
PROVAS LABORATORIAIS E AMOSTRAS

1. Monitoramento e diagnóstico laboratorial:


- Aglutinação Rápida em Placa - Teste de Pulorose (com sangue
total ou soro);
- Aglutinação Lenta em Tubos (ALT) ou Microaglutinação;
- Diagnóstico Bacteriológico.
obs: O teste de Aglutinação Rápida em Placa com sangue total é
considerado teste de campo

2. Laboratório oficial e/ou credenciado pelo MAPA

3. Executadas por fiscal federal agropecuário, médico veterinário


oficial ou sob a fiscalização e supervisão de um deles.

4. Para aves ornamentais ou silvestres de produção, serão


adotados os mesmos critérios utilizados para matrizes.
PNSA – Salmoneloses
RESULTADOS E MEDIDAS DE BIOSEGURANÇA E CONTROLE
SANITÁRIO

1. Em aves ou ovos férteis de linhas puras, bisavós e avós


importadas ou nascidas no Brasil:
1.1. Positivas para S.Gallinarum, S.Pullorum, S.Enteritidis e S.Typhimurium -
sacrifício/abate do núcleo e eliminação de todos os ovos, incubados ou não,
provenientes dos núcleos afetados.

2. Matrizes:
2.1. Positivas para S.Gallinarum, S.Pullorum - sacrifício/abate do núcleo e
eliminação de todos os ovos, incubados ou não, dele provenientes.
2.2 Positivas para S.Enteritidis e S.Typhimurium, haverá cancelamento da
certificação de livre e passará a ser considerado controlado, desde que
atenda aos critérios a seguir:
2.2.1 Suspensão da incubação dos ovos até a obtenção de resultados negativos
2.2.2 Antibioticoterapia específica para enterobactérias;
2.2.3 Novas provas 5 dias após término da antibioticoterapia
2.2.4 Após 2 testes negativos – CERTIFICADO COMO CONTROLADO PARA SE e
ST
OBRIGADA!

marianalourenco@onda.com.br
www.agricultura.gov.br