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INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS

CAMPUS PALMEIRA DOS ÍNDIOS


CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO

RESUMO DO ARTIGO “ORALIDADE, LEITURA E ESCRITA NA


ENGENHARIA CIVIL: LETRAMENTOS EM CONFLITO NA FORMAÇÃO
INICIAL DE ALUNOS PORTUGUESES”

PALMEIRA DOS ÍNDIOS-AL,


2014
DANIELLY CRISTHINY SANTOS BRITO

RESUMO DO ARTIGO “ORALIDADE, LEITURA E ESCRITA NA


ENGENHARIA CIVIL: LETRAMENTOS EM CONFLITO NA FORMAÇÃO
INICIAL DE ALUNOS PORTUGUESES”.

Resumo sobre o artigo “Oralidade, leitura e


escrita na engenharia civil: Letramentos em
conflito na formação inicial de alunos
portugueses” da disciplina de Comunicação e
Expressão, solicitada pela professora Vanusia
Amorim à turma 2014.2 do curso bacharelado em
engenharia civil.

PALMEIRA DOS ÍNDIOS-AL,


2014
RESUMO

O curso de Engenharia Civil da Universidade do Minho, em Portugal, realizou uma


pesquisa, no semestre 2010/2011, sobre as práticas de letramento que usem oralidade,
leitura e escrita no curso. A pesquisa tem o objetivo de apontar quais as práticas textuais, e
caracterizar as posições dos alunos da Engenharia Civil na recepção e produção (oral e/ou
escrita) das práticas textuais, sejam elas próprias da universidade e/ou direcionadas à
formação profissional. Os dados da pesquisa foram coletados a partir de um questionário
aos alunos e sessões de formação desenvolvidas nas aulas de Introdução à Engenharia
Civil, e por fim um “trabalho individual escrito” referente à disciplina. Estavam
matriculados 123 alunos na matéria mencionada, porém na aplicação do questionário, de
dez questões, apenas 61 alunos estavam presentes. Em relação à leitura de material
impresso ou on-line, apenas 28 alunos afirmaram que costumam ler. Todos os 28
apontaram ler livros/manuais técnicos da área de estudos, 26 afirmaram ler apontamentos
realizados durante o curso e sebentas sugeridas pelos professores, 24 alunos indicaram
ainda o jornal como material de leitura. No tocante à produção escrita, fora das exigências
do curso de Engenharia, 49 alunos afirmaram ter hábito de escrever, seja em suporte digital
ou em papel. Os dados mais recorrentes são: 48 escrevem sms (celular); 43, e-mails e 12,
blogs. Percebe-se que os alunos apenas têm contato com textos já resumidos, que se
relacionam às avaliações objetivas, o mesmo ocorre em relação à escrita. A primeira
manifestação escrita dos alunos no curso de Engenharia Civil, a respeito da interface esfera
acadêmica e campo de trabalho, é notável através do “trabalho individual escrito, dos
quatro temas ofertados, o mais escolhido foi “grandes obras de Engenharia Civil”.
Justifica-se esta escolha temática pois tratava-se de um assunto amplamente explorado pelo
professor, em sala, o que viabilizou aos alunos o resumo das informações e a posterior
escrita do trabalho escrito. Enfim, em meio a tensões nas práticas textuais neste curso de
Engenharia, faz-se com que projetos de letramento sejam pensados. Certamente, serão nos
momentos de necessidade de produção oral/escrita que os alunos irão recorrer a
orientações voltadas a essas práticas. Justifica-se, assim, a grande relevância em continuar
análises quanto à produção escrita dos alunos nesse curso, a fim de que outras
contribuições sejam disponibilizadas, a exemplo da atual proposta de implementação de
materiais acadêmico-pedagógicos voltados à formação de engenheiros no que diz respeito
à leitura e à produção oral e/ou escrita.
Palavras-chave: Engenharia Civil, escrita, práticas textuais.