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O Segundo Livro das

CRONICAS
Autor A antiga tradição judaica considerava sabedoria e a riqueza do rei (cap. 1; 9.13-28). Exatamente dentro
Esdras o autor de Crônicas, mas não há base segura dessas passagens encontram-se seções sobre as suas relações in-
que permita datar conclusivamente a obra dentro do ternacionais (cap. 2; 8.17-9.12). Inseridas entre essas passa-
período de tempo em que ele viveu (ver Data e Oca- gens. encontram-se as seções sobre a construção do templo e
sião). O livro é considerado pela vasta maioria de estudiosos como outros projetos de Salomão por todo o Israel (3.1-5.1; 8.1-16).
obra de um autor anônimo, geralmente chamado de "o Cronista," o No centro de tudo acha-se a descrição da dedicação do templo
qual compôs a história de Israel e Judá baseando-se em várias fon- (5.2-7.10) e a resposta divina à mesma (7.12-22). Um esboço
tes bíblicas (p. ex., Samuel e Reis) e extrabíblicas (p ex., os escri- concêntrico como esse enfatiza os temas que se encontram ao
tos de Natã, Aías e Ido, 9.29. que agora não mais existem). Ver centro. nesse caso, a dedicação do templo.

4i
"Introdução a 1Crônicas: Autor".

' / ....
1 ~..,...;_
~
Data e Ocasião Ccõo;rn, fo; em;to '''"
encorajar e orientar a comunidade que havia retor-
nado do exílio na Babilônia na sua tentativa de resta-

O Reino Dividido (10.1-28.26). O registro da his-
tória de Israel desde Roboão até Acaz concentra-se nos aconte-
cimentos no reino do Sul, Judá. Embora o livro de Reis seja a fonte
da maior parte da informação, Crônicas omite trechos extensos da
!_·"-=--=-- belecer sua vida como povo de Deus na terra que matéria relativa ao reino do Norte, Israel. Crônicas concentra a sua
ele prometera aos patriarcas. Édifícil, porém, afirmar exatamente atenção em Judá e sua capital, Jerusalém, a sede do rei davídico e
quando, nesse período de restauração, o livro foi concluído. do templo de Deus.
Embora algumas evidências apontem para a situação política e Os reis do período em foco são avaliados pelo ideal da monar-
social existente entre os primeiros grupos dos que retornaram, as quia unida. O rei deve ser fiel à lei de Moisés; deve apoiar a ordem
genealogias do começo do livro (ver especialmente 1Cr3.17-24 e do templo estabelecida por Davi e Salomão; e ele também deve
notas) sugerem uma data um pouco depois dos ministérios de dar atenção à instrução profética e sacerdotal. Alguns reis são
Esdras e Neemias. em torno do ano 400 a.C. (ver "Introdução a avaliados de forma negativa (Jeorão, 21.4-20; Acazias, 22.1-9;
1Crônicas"). Acaz, 28.1-27), outros, positivamente (Abias, 13.1-14.1; Jotão,
27 1-9). Na sua maior parte, os registros são mistos (Roboão,
- Características e Temas o Cronista re-
-1 10.1-12.16; Asa, 14.2-16.14; Josafá, 17.1-21.3; Joás,
conta a história de Israel e Judá com o propósito de
i 22.10-24.27; Amazias, 25.1-28; Uzias, 26.1-23).

oferecer respostas teológicas a três questões funda-
1
Deus abençoava o seu povo quando este era fiel e o castigava
'- --- - · mentais que surgiram com a volta dos Judeus do exí- quando se afastava dele. Vitória, segurança e prosperidade vinham
lio na Babilônia. Como é possível saber quem são os herdeiros das àqueles que buscavam ao Senhor. Derrota, inquietude e enfermida-
promessas feitas por Deus na aliança após o deslocamento para o de vinham sobre aqueles que se esqueciam dele.
exílio babilônico e o retorno de lá? O que aconteceria com as suas
instituições políticas e religiosas centrais, o trono davídico e o tem- O Reino Reunificado (29.1-36.23). Começando
plo de Jerusalém, e como seria a relação entre estas instituições com Ezequias, Israel entrou em uma nova fase de sua história. A
na comunidade restaurada? Terceiro, como o povo devia compre- exemplo de Davi e Salomão. Ezequias conseguiu unir os fiéis de
ender a experiência do exílio e da restauração à luz da lei e da graça Israel e Judá ao redor do trono davídico através do culto e da cele-
de Deus, a sua condenação e perdão? A consideração desses te- bração no templo (ver notas em 29.1 e 29.24). Esse povo reunificado
mas começou na Introdução a 1Crônicas e continua aqui no que diz experimentou períodos de fracasso: a apostasia de Manassés
respeito a 2Crônicas. (33.1-1 O), o reinado de Amam (33.21-25) e os reis de Judá imedia-
tamente anteriores ao exílio babilônico (36.2-14). Mas Deus, gracio-
A Monarquia Unida sob Salomão (1.1-9.31). A samente, renovava o seu povo após cada fracasso: a restauração de
seção de abertura de 2Crônicas descreve Salomão como o suces- Manassés (33.11-17), as reformas de Josias (34.3-35.19) e ore-
sor de Davi divinamente abençoado. OCronista omite a luta de Sa- torno do exílio na Babilônia (36.22-23).
lomão pelo poder (1 Cr 23.1, nota) e sua posterior decadência por Apesar dos fracassos do reino reunificado, Deus continuou a
causa dos casamentos mistos (1 Rs 11.1-40). Ele apresenta Salo- conceder bênçãos ao seu povo arrependido. Ele lhes estendeu a
mão como o rei de "todo o Israel" (1Cr 11.1, nota) e como o instru- sua misericórdia, oferecendo-lhes a sua bênção. Ao mesmo tem-
mento básico para a construção do templo em Jerusalém po, os eventos deste período demonstram as exigências que esta-
(2.1-8.16). Há uma breve referência à sua morte (9.29-31). vam colocadas diante daqueles que aguardavam pela completa
Oreinado de Salomão é narrado duma forma temática e simé- restauração do reino. A nação precisava voltar ao Senhor em hu-
trica, começando e terminando com passagens que descrevem a mildade e viver com fidelidade diante dele.
499 2 CRÔNICAS 1
\Esb;ç;de 2Crô~ica~ - ---- ---
' (Continuação do esboço de 1Crônicas) C. Asa (14.2-16.14)
! li. A monarquia unida (1 Cr 9.35-2Cr 9.31) D. Josafá (17.1-21.1)
· A. Saul (1Cr9.35-10.14) E. Jeorão (21.2-20)
B. Davi (1Cr 11-29) F. Acazias (22.1-9)
C. Salomão (2Cr 1-9) G. Atalia (22.10-23.15)
1. Sabedoria e riqueza (cap. 1) H. Joás (23.16-24.27)
2. Auxílio internacional (cap. 2) 1. Amazias (cap. 25)
3. Construção e utensílios do templo (3.1-5.1) J. Uzias (cap. 26)
4. Dedicação do templo (5.2-7 .11) L. Jotão (cap. 27)
5. Resposta divina à dedicação (7 .12-22) M. Acaz (cap. 28)
6. Término da construção do templo (8.1-16) IV. O reino reunificado (2Cr 29-36)
7. Reconhecimento internacional (8.17-9.12) A. Ezequias (caps. 29-32)
8. Sabedoria e riqueza (9.13-28) B. Manassés (33.1-20)
9. Fim do reinado e morte (9.29-31) C. Amom (33.21-25)
Ili. O reino dividido (2Cr 10-28) D. Josias (caps. 34-35)
A.Roboão(caps. 10---12) E. Sucessores de Josias (36.1-14)
B. Abias (13.1-14.1) F. Exílio e libertação (36.15-23)

Salomão oferece sacrificios em Gibeão Salomão pede a Deus sabedoria


ªSalomão, filho de Davi, fortaleceu-se no seu reino, 7 1Naquela mesma noite, apareceu Deus a Salomão e lhe
1 e bo SENHOR, seu Deus, era com ele e co engrande-
ceu sobremaneira. 2 Falou Salomão a todo o Israel, ilaos
disse: Pede-me o que queres que eu te dê. 8 Respondeu-lhe
Salomão: De grande mbenevolência usaste para com Davi,
capitães de mil e aos de cem, aos juízes e a todos os prín- meu pai, e a mim me fizeste "reinar em seu lugar. 9 Agora,
cipes em todo o Israel, cabeças de famílias; 3 e foi com pois, ó SENHOR Deus, cumpra-se a tua promessa feita a Davi,
toda a congregação ao 1 alto que estava em eGibeão, por- meu pai; ºporque tu me constituíste rei sobre um povo nu-
que ali estava a tenda da congregação de Deus, que Moi- meroso Pcomo o pó da terra. 10 qDá-me, pois, agora, sabedo-
sés, servo do SENHOR, !tinha feito no deserto. 4 li Mas ria e conhecimento, para que eu saiba rconduzir-me à testa
Davi fizera subir a arca de Deus de Ouiriate-Jearim ao deste povo; pois quem poderia julgar a este grande povo?
lugar que lhe havia preparado, porque lhe armara uma li 5 Disse Deus a Salomão: Porquanto foi este o desejo do teu
tenda em Jerusalém. s Também h o altar de bronze que fi- coraçao, e não pediste riquezas, bens ou honras, nem a morte
zera 1Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, 2 estava ali diante dos que te aborrecem, nem tampouco pediste longevidade,
do tabernáculo do SENHOR; e Salomão e a congregação mas sabedoria e conhecimento, para poderes julgar a meu
consultaram o SENHOR. 6 Salomão ofereceu ali sacrifícios povo, sobre o qual te constituí rei, 12 sabedoria e conheci-
perante o SENHOR, sobre o altar de bronze que estava menta são dados a ti, e te darei riquezas, bens e honras, quais
na tenda da congregação; e iofereceu sobre ele milho- 1
não teve nenhum rei antes de ti, e depois de ti não haverá
locaustos. teu igual. 13 Voltou Salomão para Jerusalém, da sua ida ao

.CAPÍT~LO ~-;1R~~;6 b~;;-92


1 c;cr 29;;,-2 d~1~r
271-34 3 erns 34/Êx 25-27; 354-36 38 1Lugar para culto
6.2-17 S h Êx 27.1-2; 38.1-2 i Êx 31.2 2 Algumas autoridades 6 i 1Rs 3.4 7 11Rs 3.5-14; 9.2 8 m SI 18 50 n 1Cr 28.5
4 e2Sm
9 o ZSm
7.8-16PGn13.16 JOq1Rs3.9TDt31.2 1JS1Rs11113 J212Cr9.22
•1.1-17 Esta seção é equilibrada por uma seção paralela sobre a sabedoria e as diretamente a Salomão por meio de sonhos (7 12). Salomão. à semelhança de
riquezas de Salomão (9.13-28). Davi. foi um instrumento de revelações pa1a Israel 11 Cr 22.8; 28.6, 19).
•1.1 fortaleceu-se. Com freqüência, o historiador usa expressões como essa •1.9 cumpra-se a tua promessa feita a Davi. meu pai. Essa petição liga o reino
para indicar sucesso após alguma dificuldade (12 13; 13.21; 17.1; 25.11; 27.6) Ele de Salomão a Davi (1Cr 17.1-15. nota; 22.5, nota) Salomão dependeu inteiramente
reconheceu, indiretamente, que a ascensão de Salomão ao poder foi tumultuada, de Deus quanto à capacidade de cumprir seu papel de rei (d 1Cr 29.14-16. nota)
embora ele tenha omitido os detalhes dados em 1Rs 2 (1 Cr 23.1. nota). um povo numeroso como o pó da terra. Salomão reconheceu a multiplicação
Deus, era com ele. O sucesso de Salomão resultou da bênção soberana de de Israel como cumprimento da promessa de Deus a Abraão (Gn 13.16; 22.17)
Deus, em cumprimento às esperanças de Davi (1Cr 22.11.16; 28 20). Essa promessa encorajaria os leitores nos tempos depois do exílio babilônico
quanto ao repovoamento bem sucedido da Terra Prometida em seus próprios dias
•1.2-13 Esta passagem segue imperfeitamente 1Rs 3.4-15, mas a narrativa é
(Ne 18-9; Zc 8 7-8)
um tanto expandida, enfatizando o tema do reinado de Salomão sobre "todo o
Israel" (v 2) e explicando porque Salomão foi sacrificar em Gibeão (vs 3-6) •1.1 O sabedoria. O esplendor e o poder do reinado de Salomão resultou da
sabedoria divinamente conferida a ele. Em sua sabedoria, Salomão prefigurou a
•1.2 todo o Israel. ver a nota em 1Cr 11.1 Cristo, que é a Sabedoria do Deus encarnado (Is 11.1-2; CI 23).
•1.5 Bezalel. No decurso da construção do templo, Salomão surgiu como uma •1.13 O relato de Reis termina com o sacrifício de Salomão em Jerusalém (1Rs
espécie de contraparte de Bezalel. que tinha construído o tabernáculo. Ver as 3.15). Desconsiderando isso, bem como o julgamento de Salomão entre as duas
notas em 1Cr 2.20 e Êx 31.1-11. mães (1 Rs 3.16-28). Crônicas enfoca a construção do templo. por Salomão,
•1.7 apareceu ... disse. Tal como o faz 1Reis, Crônicas relata que Deus falou como demonstração de sua sabedoria.
2 CRÔNICAS 1, 2 500
3
alto que está em Gibeão, de diante da tenda da congregação; mil, para talharem pedras nas montanhas e três mil e
e reinou sobre Israel. seiscentos, para dirigirem a obra. 3 Salomão mandou dizer a
1 Hirão, rei de Tiro: e como procedeste para com Davi, meu

As riquezas de Salomão pai, e lhe mandaste cedros, para edificar a casa em que
14 "Salomão ajuntou carros e cavaleiros; tinha mil e morasse, assim também procede comigo. 4 Eis que d estou
quatrocentos carros e doze mil cavaleiros, que colocou nas para edificar a casa ao nome do SENHOR, meu Deus, e lha
cidades para os carros e junto ao rei, em Jerusalém. 15 vFez o consagrar, epara queimar perante ele 2 incenso aromático, e
rei que, em Jerusalém, houvesse prata e ouro como pedras, e Ilhe apresentar o pão contínuo da proposição e Kos holocaus-
cedros em abundância como os sicômoros que estão nas tos da manhã e da tarde, hnos sábados, nas Festas da Lua
planícies. 16 xos cavalos de Salomão vinham do Egito e da Nova e nas 3 festividades do SENHOR, nosso Deus; o que é
Cilícia; e comerciantes do rei os recebiam da Cilícia por certo obrigação perpétua para Israel. s A casa que edificarei há de
preço. 17 Importava-se do Egito um carro por seiscentos sidos ser grande, porque io nosso Deus é maior do que todos os
de prata e um cavalo, por cento e cinqüenta; nas mesmas deuses. óiNo entanto, quem seria capaz de lhe edificar a
condições, 4 as caravanas os traziam e os exportavam para casa, visto que os céus e até os céus dos céus o não podem
todos os reis dos heteus e para os reis da Síria. conter? E quem sou eu para lhe edificar a casa, senão para
queimar incenso perante ele? 7 Manda-me, pois, agora, um
Salomão faz aliança com Hirão homem que saiba trabalhar em ouro, em prata, em bronze,
ª Resolveu Salomão edificar a casa ao nome do SENHOR, em ferro, em obras de púrpura, de carmesim e de pano azul;
2 como tamb ém casa para o se u reino . 2 bDesignou
Salomão setenta mil homens para levarem as cargas, oitenta
que saiba fazer obras de entalhe juntamente com os peritos
que estão comigo em Judá e em Jerusalém, 1os quais Davi,

• . 13 3 Lugar para culto - 1~-:~;s 10: ; ~ v2~r~;7 ~6 X1Rs 17 ;8; 22.36 17 4 Litpor suas mãos
CAPÍTUL02 1 • 1Rs5.5 2 b1Rs5. 15-16;2Cr2.18 3 C1Cr14.1iHebr.Huram;compare com 1Rs5.1 4 d2Cr2.1 eÊx30.7fÊx25.30;
Lv 24.8 g Êx 29.38-42 h Nm 28.3.9-1 1 2 Lit.incenso de especiarias 3 nas festas f1Xas 5 iSI 135.5; [1Co 8.5-6) 6 i 1Rs8.27; 2Cr 6.18; Is 66.1
7 11Cr 22.15
•1 .14-17 Deus manteve a sua promessa de tornar Salomão um homem rico (v. lugares (2.12; 7.11; 8.1; 9.3,11). mas não há descrição de sua elaborada constru-
12). Esta passagem está ligada a seu paralelo (9.13-28). na narrativa total. pela ção. como se vê em 1Rs 7.1-1 2. A atenção se enfoca sobre o templo.
repetição do tema do comércio com cavalos (compare 1.14.16-17 com 9.25-28) •2.2 Designou Salomão setenta mil homens. Ver a nota em 1Cr 22.2.
e da abundância de "prata e ouro" com as "pedras" e os "cedros", que eram tão •2.3 Davi, meu pai. Orelato da mensagem de Salomão a Hirão deixa claro que
comuns quanto os sicômoros (1.15; 9.27). Davi lançou os alicerces sobre os quais Salomão estava edificando (v. 7; e cf. 1Rs
•2.1-18 A obra mais importante de Salomão em Crônicas é a construção do 5.3-5). Ver nota em 1Cr 22.5.
templo. A menção ao templo e ao palácio (v. 1I e a Hirão (v. 3) vincula esta •2.4 nome. Ver nota em 1Cr 13.6.
passagem à narrativa paralela, em 8.1-16. obrigação perpétua para Israel. Isso serve de lembrete de que os cultos no
•2.1 nome. Ver a nota em 1Cr 13.6. templo de Salomão deviam ser observados em seus dias.
casa para o seu reino. O palácio de Sa lomão é mencionado em diversos •2.6 o não podem conter. Salomão reconheceu que o seu templo era incapaz

- - Rota principal
• •••• Outra rota

A extensão da fama
de Salomão ................... 200mi
,.......~

200km
A influência de Salomão em ques-
tões econômicas e políticas foi favoreci-
da pelas vias de transporte e comércio
que cruzavam o seu reino. Ofato de Sa-
lomão ter adquirido muito através do co-
mércio é sugerido pela respo sta da
rainha de Sabá por ocasião de sua visita
a Salomão e pela menção de vendedo-
res e negociantes (2Cr 9.14) relaciona-
dos à sua riqueza. A fortificação de
Deserto da Arábia
Tadmor, construída por Salomão, pode
ter proporcionado uma via segura e dire-
ta da Asia Menor para Damasco.
meu pai, empregou. 8 mManda·me também madeira de
cedros, ciprestes e sândalo do Líbano; porque bem sei que os
teus servos sabem cortar madeira no Líbano. Eis que os meus
servos estarão com os teus, 9 para me prepararem muita ma-
501 2 CRÔNICAS 2, 3
carmesim; e é hábil para toda obra de entalhe e para elaborar
qualquer plano que se lhe proponha, juntamente com os teus
peritos e os peritos de Davi, meu senhor, teu pai. IS Agora,
l
pois, smande o meu senhor para os seus servos o trigo, a ceva·
deira; porque a casa que edificarei há de ser grande e maravi· da, o azeite e o vinho de que falou. 16 'E nós cortaremos tanta
lhosa. 10 nAos teus servos, cortadores da madeira, darei vinte madeira no Líbano quanta houveres mister e ta faremos chegar
mil coros de trigo batido, vinte mil coros de cevada, vinte mil em jangadas, pelo mar, a 6 Jope, e tu a farás subir a Jerusalém.
batas de vinho e vinte mil batas de azeite.
11 Hirão, rei de Tiro, respondeu por uma carta que enviou a Os preparativos para edificar o templo
Salomão, dizendo: ºPorquanto o SENHOR ama ao seu povo, te 17 "Salomão levantou o censo de todos os homens estran·
constituiu rei sobre ele. 12 Disse mais 4 Hirão: PBendito seja o geiros que havia na terra de Israel, segundo o censo que fizera
SENHOR, Deus de Israel, qque fez os céus e a terra; que deu ao vDavi, seu pai; e acharam-se cento e cinqüenta e três mil e
rei Davi um filho sábio, dotado de discrição e entendimento, seiscentos. 18 Designou deles "setenta mil para levarem as
que edifique casa ao SENHOR e para o seu próprio reino. cargas, oitenta mil para talharem pedras nas montanhas, como
13 Agora, pois, envio um homem sábio de grande entendi· também três mil e seiscentos para dirigirem o trabalho do povo.
menta, a saber, Hirão· 5 Abi, 14 'filho de uma mulher das filhas
de Dã e cujo pai foi homem de Tiro; ele sabe lavrar em ouro, Salomão edifica o templo
em prata, em bronze, em ferro, em pedras e em madeira, em
obras de púrpura, de pano azul, e de linho fino e em obras de
3 ªComeçou Salomão a edificar a Casa do SENHOR em
li Jerusalém, no monte Moriá, onde / o SENHOR aparecera

·--;-m 1R~6 I~-~ lRs-~-11 11o1Rs 10.9; 2Cr 9.8 12P1Rs 5.7 QGn 1; 2; At 4.24; 14.15; Ap 10.6 4Hebr. Huram. compare com 1Rs 5.1
tJ5Litpai,1Rs7.13-14 14'1Rs7.13-14 15 5 2Cr2.10 1611Rs58-9óHebrJapho 17u1Rs5.13;2Cr8.7-8V1Cr22.2 t8X2Cr2.2
ª
CAPÍTULO 3 1 1Rs 6.1 b Gn 22.2-14 1 Lit. ele, segundo TM e V; LXX o SENHOR; To An10 do SENHOR
de conter o Criador onipresente 1618). No entanto. o esplendor do templo devia •2.14 Dã. 1Rs 7.14 diz que a mãe de Hiráo-Abi era de Nafta Ir Ela pode ter sido da
refletir a grandeza de Deus. tribo de Dã. mas vivia em Naftali.
E quem sou eu. Salomão reconheceu ser indigno das bênçãos de Deus. tal •2.17-18 estrangeiros ... para levarem as cargas ... talharem pedras ...
como seu pai fizera antes dele 11 Cr 17. 16, nota) para dirigirem o trabalho do povo. Ver nota em 1Cr 22.2.
•2.11 Porquanto o SENHOR ama ao seu povo. O estabelecimento da •3.1 monte Moriá... na eira de Omã. O lugar onde foi construído o templo de
linhagem davídica foi um ato do amor divino para com Israel 11 Cr 14.2. nota). Salomão era santo. correspondendo ao lugar onde Abraão foi testado IGn 22.2-14).
•2.12 um filho sábio. Este versículo deixa explícito que a sabedoria de Salomão Davi comprou o local após o seu recenseamento 11 Cr 21.1-22.1 ). garantindo
tornou-se visível na sua construção do templo 11.13. nota). assim o local para a construção do templo por Salomão 11 Cr 22.5, nota).

A planta do templo de Salomão (3.1)

Salomão construiu o templo no Monte Moriá,


ao norte da antiga Cidade de Davi. O templo foi
edificado de acordo com o modelo que Davi
recebera do Senhor e entregara a Salomão (1Cr
28.11-13, 19). A divisão em um santuário
e um santuário interior corresponde à divisão
do tabernáculo no Santo Lugar e no Santo dos Santos.

eu
1

candelabros de mesas
• [==:J
[==:J • c:::=J
• c:::=J
• c:::=J

EJ
Santuário Santuário interior
ou ou o
vestíbulo
Santo lugar Santo dos Santos

8 íllO côvados íl--1 1

-•-- c=:J_•_S:o~-·--[==:J-•--• .,....._ 20 côvados -+-

câmaras de armazenamento

1
2 CRÔNICAS 3, 4 502
a Davi, seu pai, lugar que Davi tinha designado na eira de As duas colunas
cornã2 , o jebuseu. 2 Começou a edificar no segundo mês, no ts Fez também diante da 6 sala mduas colunas de 7 trinta
dia segundo, no ano quarto do seu reinado. 3 Foram estas as e cinco côvados de 8 altura; e o capitel, sobre cada uma, de
medidas dos alicerces d que Salomão lançou para edificar a cinco côvados. 16 Também fez cadeias, como no Santo dos
Casa de Deus: o comprimento em côvados, segundo o Santos, e as pôs sobre as cabeças das colunas; fez também
primitivo padrão, sessenta côvados, e a largura, vinte. 4 eo ncem romãs, as quais pôs nas cadeias. 17 ºLevantou as colu-
pórtico diante da casa media vinte côvados no sentido da nas diante do templo, uma à direita, e outra à esquerda; a da
largura 3 do Lugar Santo, e a altura, 4 cento e vinte, o que, direita, chamou-lhe ~Jaquim, a da esquerda, 1Boaz.
dentro, cobriu de ouro puro. s Também !fez forrar de ma-
deira de cipreste ga 5 sala grande, e a cobriu de ouro puro, e O mar de fundição
gravou nela palmas e cadeias. 6 Também adornou a sala de Também fez ªum altar de bronze de vinte côvados de
pedras preciosas; e o ouro era de Parvaim. 7 Cobriu também
de ouro a sala, as traves, os umbrais, as paredes e as portas; e
4 comprimento, vinte de largura e dez de altura. 2 bFez
também o 1 mar de fundição, redondo, de dez côvados de
lavrou querubins nas paredes. 8 Fez mais no Santo dos uma borda até a outra borda, e de cinco de altura; e um fio de
Santos, cujo comprimento, segundo a largura da sala grande, trinta côvados era a medida de sua circunferência. 3 cpor
era de vinte côvados, e também a largura, de vinte; cobriu-a baixo da sua borda, em redor, havia figuras de colocíntidas,
de ouro puro do peso de seiscentos talentos. 9 O peso dos dez em cada côvado; estavam em duas fileiras, fundidas
pregos era de cinqüenta siclos de ouro. iCobriu de ouro os quando se fundiu o mar. 4 Assentava-se o mar sobre doze
cenáculos. dbois; três olhavam para o norte, três, para o ocidente, três,
para o sul, e três, para o oriente; o mar apoiava-se sobre eles,
Os dois querubins cujas partes posteriores convergiam para dentro. 5 A grossura
IO!No Santo dos Santos, fez dois querubins de madeira e dele era de quatro dedos, a sua borda, como borda de copo,
os cobriu de ouro. t t As asas estendidas, juntas, dos queru- como flor de lírios; comportava 2 três mil batas.
bins mediam o comprimento de vinte côvados; a asa de um
deles, de cinco côvados, tocava na parede da casa; e a outra Outros utensílios para o templo
asa, de cinco côvados, tocava na asa do outro querubim. ó Também fez edez pias e pôs cinco à direita e cinco, à
12 Também a asa do outro querubim era de cinco côvados e esquerda, para lavarem nelas o que pertencia ao holocausto;
tocava na outra parede; era também a outra asa igualmente o 3 mar, porém, era para que!os sacerdotes se lavassem nele.
de cinco côvados e estava unida à asa do outro querubim. As 7 gFez também dez candeeiros de ouro, nsegundo fora
asas destes querubins se estendiam por vinte côvados; 13 eles ordenado, e os pôs no templo, cinco à direita e cinco à
estavam postos em pé, e o seu rosto, virado para o Santo Lu- esquerda. 8 1Também fez dez mesas e as pôs no templo, cinco
gar. 14 Também fez 1o véu de estofo azul, púrpura, carmesim à direita e cinco à esquerda; também fez cem !bacias de ouro.
e linho fino; e fez bordar nele querubins. 9 1Fez mais o pátio dos sacerdotes e mo pátio grande, como

6 ~;~r 21~ 8; 22.1 2 Ar;úna, 2Sm--;4 rn-J ;~


d 1Rs 6 2; 1Cr 11-19-4-e 1~~ 1~~ 2~~TM omit~
63; do Lugar a ;a~o, ~il
principal - - -
templo, 1Rs 63 4 Conforme TM, lXX e V; Arab., alguns mss. da lXX e S vinte 5f1 Rs 6.15; Jr 22.14g1Rs 6.17 5Lit casa 8 h Ex 2633; 1Rs
d~
6.16 9i1Cr 28.11 10 iÊx 25.18-20; 1Rs 6.23-28 14 I Êx 26.31 15 m 1Rs 7.15-20 6 Lit. casa 1 dezoito, 1Rs 7.15; 2Rs 25.17 e Jr
52 2 l 8 Lit. de comppmento 16 n 1Rs 7.20 17 o 1Rs 7.21 9 Lit Ele Estabelecerá 1 Lit. Nele está a força
CAPITULO 4 1 a Ex 27.1-2 2 b 1Rs 7.23-26 I Grande lavatório ou bacia 3 e 1Rs 7.24-26 4 d 1Rs 7.25 5 2 Cerca de 30.000 litros;
doismi( 1Rs7.26 6e1Rs738,40/Êx30.19-213Grandebacia 7g1Rs749hÊx2531; 1Cr28.12,19 8i1Rs7.48i1Cr28.17 911Rs
636 m 2Rs 21.5
•3.3-17 Comparado ao relato da construção do templo em 1Rs 6.4-20, este tam o comprimento das duas colunas !dezoito mais dezoito) ou, então. a soma
relato dá mais detalhes de ornamentação 134-9), incluindo as descrições do das dimensões dadas !dezoito de altura. doze ao redor e cinco para o cap~el).
salão principal la "sala grande", 3.5-7), do Santo dos Santos 13.8-14) e do pórtico Também é possível que um copista posterior tenha introduzido um erro.
13 15-17) •4.1 um altar de bronze. Mencionado também em 1Rs 8.64; 2Rs 16.14. Oaltar
•3.4 O pórtico. O pórtico do templo fez o comprimento da estrutura inteira ser de bronze era o altar principal. As medidas maiores são das dimensões da base.
de oitenta côvados (36,60 m) subindo-se ao altar por meio de degraus (Ez 43.13-17).
•3.5 a sala grande. Isto é, o Lugar Santo. •4.2 o mar de fundição. Ver a nota textual. Era a versão de Salomão do
•3.10 querubins. Essas decorações eram estátuas postas em pé (vs. 11-18), "lavatório de bronze''. no tabernáculo de Moisés IÊx 30.18). A água dessa bacia
bem maiores do que os querubins sobre o propiciatório da arca da Aliança (Êx era usada nos rituais de purificação 14.6; 1Rs 7.23, nota).
25 18-20) •4.3 colocíntidas. Veja também 7.24. Em algumas versões, diz "bois". A bacia
•3.14 véu. O templo de Salomão acompanhava o padrão do tabernáculo de de bronze repousava sobre as figuras de doze "bois" e a beirada ornamentada era
Moisés, mas tinha o dobro das suas dimensões IÊx 2631-35). No templo de formada, provavelmente. por botões ou colocíntidas de alguma espécie.
Salomão também havia um véu que separava o Santo dos Santos do Lugar •4.4 doze bois. Ver notas em 1Rs 7.25. Os doze bois apontavam nas quatro
Santo l"a sala grande"). O véu proibia o acesso ao Santo dos Santos. direções da bússola lcf Nm 2 quanto ao acampamento da tribos de Israel; Ap
Simbolizava a restrição do acesso à presença de Deus, uma restrição eliminada 2112-14).
pela obra mediatória da morte de Cristo (Mt 27.51. nota; Hb 9.1-14, nota; •4.5 três mil batos. 1Rs 7.26 diz "dois mil batos". Temos aqui números
10.11-22, nata). arredondados e não declarações exatas de volume.
•3.15 trinta e cinco côvados de altura. 1Rs 7.15 diz "dezoito côvados" lcf •4.9 o pátio dos sacerdotes e o pátio grande. Esses dois pátios são mencio-
2Rs 25.17; Jr 52 21 ). Tem sido sugerido que os trinta e cinco côvados represen- nados em Reis (1 Rs 636; 7.12) O pátio grande era para os leigos.
503 2 CRÔNICAS 4, 5
também as portas deles, as quais cobriu de bronze. to nE o Jerusalém, para fazerem subir a arca da Aliança do SENHOR,
l
mar pôs ao lado direito, para o lado sudeste. 11 Depois, ºfez cda Cidade de Davi, que é Sião, para o templo. 3 dTodos os
Hirão as panelas, e as pás, e as bacias. Assim, terminou ele de homens de lsrael se congregaram junto ao rei, ena ocasião da
fazer a obra para o rei Salomão, para a Casa de Deus: 12 as festa, que foi no sétimo mês. 4 Vieram todos os anciãos de Is-
duas colunas, Pos dois globos e os dois capitéis que estavam rael, e !os levitas tomaram a arca 5 e a levaram para cima,
no alto das duas colunas; as duas redes, para cobrirem os dois com a tenda da congregação, e também os utensílios sagrados
globos dos capitéis que estavam no alto das colunas; 13 oas que nela havia; os levitas-sacerdotes é que os fizeram subir.
quatrocentas romãs para as duas redes, isto é, duas fileiras de 6 O rei Salomão e toda a congregação de Israel, que se reunira
romãs para cada rede, para cobrirem os dois globos dos a ele, estavam diante da arca, sacrificando ovelhas e bois,
capitéis que estavam no alto das colunas. 14 Fez também ros que, de tão numerosos, não se podiam contar. 7 Puseram os
suportes e as pias sobre eles, 15 o mar com os doze bois por sacerdotes a arca da Aliança do SENHOR no seu lugar, no
baixo. 16 Também as panelas, as pás, os garfos e todos os gsantuário mais interior do 1 templo, no Santo dos Santos,
utensílios fez 5 Hirão- 4 Abi para o rei Salomão, para a Casa do debaixo das asas dos querubins. 8 (Pois os querubins
SENHOR, de bronze purificado. 17 Na planície do Jordão, o rei estendiam as asas sobre o lugar da arca e, do alto, cobriam a
os fez fundir em terra barrenta, entre Sucote e 5 Zereda. arca e os seus varais. 9 Os varais sobressaíam tanto, que h suas
18 1 Fez Salomão todos estes objetos em grande abun- pontas eram vistas do Santo Lugar, defronte do Santo dos
dância, não se verificando o peso do seu bronze. 19 Tam- Santos, porém de fora não se viam. to Ai.2 estão os varais até
bém "fez Salomão todos os utensílios do Santo Lugar de ao dia de hoje.) Nada havia na arca senão as duas tábuas que
Deus: o altar de ouro e as mesas, sobre as quais estavam Moisés 1ali pusera junto a Horebe, 3 quando o SENHOR fez
vos pães da proposição; 20 e os candeeiros com as suas aliança com os filhos de Israel, ao saírem do Egito.
lâmpadas de ouro puro, para as acenderem, xsegundo o t t Quando saíram os sacerdotes do santuário (porque to-
costume, perante o Santo dos Santos. 21 z As flores, as lâm- dos os sacerdotes, que estavam presentes, se 4 santificaram,
padas e as tenazes eram do mais fino ouro, 22 como tam- sem respeitarem ios seus turnos); 12 1e quando todos os levi-
bém as espevitadeiras, as bacias, as taças e os incensários, tas que eram cantores, isto é, Asafe, Hemã, Jedutum e os fi-
de ouro finíssimo; quanto à entrada da 6 casa, as suas por- lhos e irmãos deles, vestidos de linho fino, estavam de pé,
tas de dentro do Santo dos Santos e as portas do Santo Lu- para o oriente do altar, com címbalos, alaúdes e harpas, me
gar do templo eram de ouro. com eles até cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trom-
betas; 13 e quando em uníssono, a um tempo, tocaram as
As dádivas de Davi colocadas no templo trombetas e cantaram para se fazerem ouvir, para louvarem
Assim, ªse acabou toda a obra que fez o rei Salomão para o SENHOR e render-lhe graças; e quando levantaram eles a
5 a Casa do SENHOR; então, trouxe Salomão as coisas que voz com trombetas, címbalos e outros instrumentos músi-
Davi, seu pai, havia dedicado; a prata, o ouro e os utensílios, cos para louvarem o SENHOR, nporque ele é bom, porque a
ele os pôs entre os tesouros da Casa de Deus. sua misericórdia dura para sempre, então, sucedeu que a
casa, a saber, a Casa do SENHOR, se encheu de uma nuvem;
Salomão traz para o templo a arca 14 de maneira que os sacerdotes não 5 podiam estar ali para
2 bCongregou Salomão os anciãos de Israel e todos os ministrar, por causa da nuvem, ºporque a glória do SENHOR
cabeças das tribos, os príncipes das famílias dos israelitas, em encheu a Casa de Deus.

e 1on1Rs7;- 1i-~~Rs7~0~51 12P1Rs7.41 IH1Rs7.ZO


1Rs 7.46 1811Rs 7.47 19u1Rs 7.48-50 VÊx 25.30
1-~r1R~-7Z7,43 -1~~~~7-45;2Cr2134Litpai
20 XÊx 27.20-21 21ZÊx25.31 22 ó Do lugar santo
CAPÍTULOS 1 •1Rs7.51 2 b1Rs81-9;Sl47.9 c2Sm6.12 3 d1Rs8.2 eLv23.34;2Cr7.8-10 4f1Cr152,15 782Cr4.20 ILit
17szaretã,

da casa 9 h Êx 25.13-15 t O i Êx 25.16; Dt 10.2,5; 2Cr 6.11; Hb 9.4 2 Lit. isto está 3 Ou onde 11 i 1Cr 24.1-5 4çonsagraram 12 IÊx
32.26; 1Cr 25.1-7 m 1Cr13.8; 15.16,24 13 n 1Cr 16.34,41, 2Cr 7.3; Ed 3.11, SI 100.5; 106.1; 136; Jr 33.11 14 °Ex 40.35; 1Rs 8.11; 2Cr
7.2; Ez 43.5 5 puderam continuar mimstrando
•4.11 Hirão. Um dos artesãos enviados por Hirão, rei de Tiro (2 13; 4.16). levitas, neste relato, indicam que Salomão observou com cuidado os regulamen-
tos sobre o tabernáculo e o templo (1 Cr 6, notas).
•4.11-22 O texto segue 1Rs 7.40-50 na descrição do trabalho de Hirão.
•5.1 D até ao dià de hoje. Ver nota em 1Cr 4.41.
•5.1 Davi, seu pai. O historiador liga o templo de Salomão diretamente aos
preparativos feitos por Davi (2.3, nota). Nada havia... senão as duas tábuas. No tabernáculo dos tempos de Moisés,
a arca também continha o bordão de Arão (Nm 17.10-11) e o vaso de maná (Êx
•5.2-7.10 Otexto segue de perto a narrativa da dedicação do templo, em 1Rs 1632-34).
8. O relato foi feito em quatro seções: uma celebração de abertura da
•5.11-13 Ver 1Rs 8.10-11. Crônicas enfatiza o uso da música no culto (ver 1Cr
transferência da arca (5.2-6 2); a bênção de Salomão (6.3-11 ); a oração de
15.16, nota)
Salomão (6 12-421; e as celebrações de conclusão (71-1 OI
•5.13 porque ele é bom ... para sempre. Uma linha familiar de louvor descriti-
•5.3 Todos os homens de Israel. Tal como sucedera a Davi, Salomão recebeu
vo que honra a Deus por sua bondade e misericórdia perpétuas 17.3,6; SI 106.1;
apoio generalizado da parte do povo de Israel l1Cr 11.1, nota).
107.1; 136).
no sétimo mês. Ou seja, o mês de tisri, quando a Festa dos Tabernáculos era •5.13-14 nuvem ... glória. Deus abençoou o templo de Salomão com a sua
celebrada. Visto que o templo foi terminado no oitavo mês do décimo primeiro presença, assim como havia abençoado o tabernáculo (Êx 40.34-38). Os profetas
ano de reinado de Salomão (1Rs 6.38), a arca foi trazida onze meses mais tarde. esperavam que a glória de Deus retornasse ao templo após o exílio na Babilônia
•5.5 os levitas-sacerdotes. As referências repetidas aos sacerdotes e aos (Ez 43.1-5; Ag 2.7-9; Zc 2.10; 8.3).
2 CRÔNICAS 6 504
Salomão fala ao po\lo nnão há Deus como tu, nos céus e na terra, como tu que guar-
Então, ªdisse Salomão: O SENHOR declarou que habitaria das 0 a aliança e a misericórdia a teus servos que de todo o co-
Ó em bnuvem espessa! 2 Edifiquei uma casa para tua ração andam diante de ti; 15 Pque cumpriste para com teu
morada, c1ugar para a tua eterna habitação. 3 Voltou, então, o servo Davi, meu pai, o que lhe prometeste; pessoalmente, o
rei o rosto, e d abençoou a toda a congregação de Israel, en· disseste e, pelo teu poder, o cumpriste, como hoje se vê.
quanto ela se mantinha em pé, 4 e disse: Bendito seja o SE 16 Agora, pois, ó SENHOR, Deus de Israel, faze a teu servo
NHOR, o Deus de Israel, que falou pessoalmente a Davi, meu Davi, meu pai, o que lhe declaraste, dizendo: qNão te faltará
pai, e pelo seu poder o cumpriu, e dizendo: s Desde o dia em sucessor diante de mim, que se assente no trono de Israel,
que eu tirei o meu povo da terra do Egito, não escolhi cidade 'contanto que teus filhos guardem o seu caminho, para anda-
alguma de todas as tribos de Israel, para edificar uma casa a rem na lei diante de mim, como tu andaste. 17 Agora, tam-
fim de ali estabelecer o meu nome; nem escolhi homem bém, ó SENHOR, Deus de Israel, cumpra-se a tua palavra que
algum para chefe do meu povo de Israel. ó/Mas escolhi Jeru- disseste a teu servo Davi.
salém para que ali seja estabelecido o meu nome e gescolhi a 18 Mas, de fato, habitaria Deus com os homens na terra?
Davi para chefe do meu povo de Israel. 7 Também 1' Davi, 5 Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter,
meu pai, propusera em seu coração o edificar uma / casa ao quanto menos esta casa que eu edifiquei. 19 Atenta, pois, para
nome do SENHOR, o Deus de Israel. 8 Porém o SENHOR disse a a oração de teu servo e para a sua súplica, ó SENHOR, meu
Davi, meu pai: Já que desejaste edificar uma casa ao meu Deus, para ouvires o clamor e a oração que faz o teu servo
nome, bem fizeste em o resolver em teu coração. 9 Todavia, diante de ti. 20 Para que os teus olhos 1estejam abertos dia e
tu não edificarás a casa; porém teu filho, que descenderá de noite sobre esta casa, sobre este lugar, do qual disseste que o
ti, ele a edificará 1ao meu nome. 10 Assim, cumpriu o SENHOR teu nome estaria ali; para ouvires a oração que o teu servo
a sua palavra que tinha dito, pois me levantei em lugar de fizer uneste lugar. 21 Ouve, pois, a súplica do teu servo e do
Davi, meu pai, e !me assentei no trono de Israel, como teu povo de Israel, quando orarem neste lugar; ouve do lugar
prometera o SENHOR; e edifiquei a casa ao nome do SENHOR, o da tua habitação, dos céus; ouve ve perdoa.
Deus de Israel. 11 Nela pus a arca 1em que estão as tábuas da 22 Quando alguém pecar contra o seu próximo, e lhe for
aliança que o StNHOR fez com os filhos de Israel. exigido que xjure, e ele vier a jurar diante do teu altar nesta
casa, 23 ouve tu dos céus, age e julga a teus servos, dando a
Salomão ora a Deus paga ao perverso, fazendo recair o seu proceder sobre a sua
12 mpôs-se 2 Salomão diante do altar do SENHOR, na pre- cabeça e justificando ao justo, para lhe retribuíres segundo z a
sença de toda a congregação de Israel, e estendeu as mãos. sua justiça.
13 Porque Salomão tinha feito uma tribuna de bronze, de cin- 24 Quando o teu povo de Israel, por ter pecado contra ti,
co côvados de comprimento, cinco de largura e três de altura, for ferido diante do ªinimigo, e se converter, e confessar o teu
e a pusera no meio do pátio; pôs-se em pé sobre ela, ajoe- nome, e orar, e suplicar diante de ti nesta casa, 25 ouve tu dos
lhou-se em presença de toda a congregação de Israel, esten- céus, e perdoa o pecado do teu povo de Israel, e faze-o voltar
deu as mãos para o céu 14 e disse: Ó SENHOR, Deus de Israel, à terra que lhe deste e a seus pais .

• ~;PÍTULO 6 1 ~Êx 19.9; 20-21, 1Rs 8. ~;~1-


b [Lv 16 2],; 97.2 2 '2S~
7 13; 1Cr1;12; 2Cr 7.12 3 d2Sm 4 e1 ~·~~--- Q,~ -
6 /Dt -- -
12.5-7; 2Cr 12.13; Zc 2.1zg1 Sm 16.7-13; 1Cr 284 7 h 2Sm 7.2; 1Cr17.1, 28.2; SI 132.1-5 / O templo 9i1 Cr 283-6 1Oi1 Rs 2 12;
109 JJl2Cr5.7-10 12 171 1Rs8.22;2Cr7.7-92Lite/e t4n[Êx15.11,Dt439]º[Dt7.9] 15P1Cr22.9-10 Jóq2Sm712,16;
1Rs2,4;6.12;2Cr7.18rSl132.12 J8S[2Cr26;1s66.1;At749[ 2012Cr7.15USl5.7;Dn6.10 21V[ls43.25;44.22;Mq718]
22XEx22.8-11 23-"[Jó34.11] 24 3 2Rs21.14-15
•6.1-2 Salomão expressa aqui a sua esperança quanto à permanência da •6.16-17 Salomão refere-se aqui à promessa feita através de Nata, sobre uma
presença de Deus no templo. Isso foi um forte dese10 da comunidade de Israel, dinastia permanente de Davi (1 Cr 17.7-14, notas)
que procurava se estabelecer após ter retornado da Babilônia, no século VI a.C. •6. 16 contanto que teus filhos guardem o seu caminho. Éenfatizada aqui a
15.13-14, nota) responsabilidade de perseverar.
•6.5-10,20,32-34,38 nome. Ver nota em 1Cr 13.6; "'Este é o rneu nome' A para andarem na lei. Ver nota em 1Cr 1640.
Auto-Revelação de Deus", em Êx 3 15. •6.18-39 Salomão volta-se aqui para o âmago de sua preocupação. Ele ora para
•6.9 tu não edificarás. Quanto iJ explicação sobre a desqualificação de Davi, que o templo seja o centro nacional de orações eficazes. Ele começou com um
ver 1Cr 22.6-1 Oe nota. pedrdo geral a Deus para que ouvisse as orações do povo lvs. 18-21). alistando
sete situações específicas nas quais as orações podiam ser oferecidas no templo
•6.1 Ocomo prometera o SENHOR. Ver notas em 1Cr 17.1-15.
ou em sua direçáo lvs. 22-39). Esse aspecto da oração de Salomão encorajaria os
•6. 13 Este versículo não aparece no texto hebraico tradicional lmassorético) de leitores, nos tempos da restauração após o exílio na Babilônia, a fazerem do
1Rs 8. A repetição de "estendeu as maos", no fim dos vs. 12-13 pode ter feito urn templo restaurado o centro da oração naquele tempo.
escriba saltar por cima do material que fica no meio das duas expressões, em •6.18 o céu dos céus não te podem conter. Ver nota em 2.6.
algum ponto na cópia dos manuscritos.
•6.19-21 a oração ... a súplica. Ver nota em 7.14.
pátio. Isto é, no "pátio grande", fora do ed1fícro do templo 14.9, nota) •6.21 ouve do lugar da tua habitação. Salomão usa por quatro vezes essa
•6.14 a aliança e a misericórdia. As palavras de louvor de Salomão tocam em expressão ern sua oração lvs. 21,30,33,39). O templo era o lugar terreno que
ambos os lados do relacionamento pactuai entre Deus e o seu povo. Deus guarda provia acesso ao santuário celeste, através dos sacrifícios oferecidos ali, e à
a sua aliança e o povo de Israel deve andar nela "de todo o coração". A violação da promessa da graciosa presença de Deus (1Cr 13.6, nota)
aliança provocava a retribuição divina IDt 7.9-12; 30.15-20). Essa idéia da aliança •6.22 e lhe for exigido que jure. Quanto aos tipos de procedimento legal que
é central em Crônicas 11 Cr 28.9, nota) aqui estão em mente, ver Êx 22.10-11; Lv 6.1-7.
505 2 CRÔNICAS 6, 7

26 Quando bos céus se cerrarem, e não houver chuva, por 36 Quando pecarem contra ti (pois hnão há homem que
ter o povo pecado contra ti, e ele orar neste lugar, e confessar não peque), e tu te indignares contra eles e os entregares às
o teu nome, e se converter dos seus pecados, havendo-o tu mãos do inimigo, a fim de que os leve icativos a uma terra,
afligido, 27 ouve tu nos céus, perdoa o pecado de teus servos e longe ou perto esteja; 37 e na terra aonde forem levados 4 caí-
do teu povo de Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que rem em si, e se converterem, e na terra do seu cativeiro te
andem, e dá chuva na tua terra que deste em herança ao teu suplicarem, dizendo: Pecamos, e perversamente procede-
povo. mos, e cometemos iniqüidade; e se converterem a ti de todo
28 Quando e houver fome na terra ou peste, quando o seu coração e de toda a sua alma, 38 na terra do seu cativei-
houver crestamento ou ferrugem, gafanhotos e larvas, ro, para onde foram levados cativos, e orarem, voltados para
quando o seu inimigo o cercar em qualquer das suas cida- a sua terra que deste a seus pais, para i esta cidade que esco-
des ou houver alguma praga ou d doença, 29 toda oração e lheste e para a casa que edifiquei ao teu nome, 39 ouve tu
súplica, que qualquer homem ou todo o teu povo de Israel dos céus, do lugar da tua habitação, a sua prece e a sua súpli-
fizer, conhecendo cada um a sua própria chaga e a sua dor, ca e faze-lhes justiça; perdoa ao teu povo que houver pecado
e estendendo as mãos para o rumo desta casa, 30 ouve tu contra ti.
dos céus, lugar da tua habitação, perdoa e dá a cada um se- 40 Agora, pois, ó meu Deus, 1estejam os teus olhos
gundo todos os seus caminhos, já que lhe conheces o cora- abertos, e os teus ouvidos atentos à oração que se fizer deste
ção, porque tu, só tu, eés conhecedor do !coração dos lugar. 41 mLevanta-te, pois, SENHOR Deus, e entra para no teu
filhos dos homens; 31 para que te temam, para andarem repouso, tu e a arca do teu poder; os teus sacerdotes, ó
nos teus caminhos, todos os dias que viverem na terra que SENHOR Deus, se revistam de salvação, e os teus santos ºse
deste a nossos pais. alegrem do bem. 42 Ah! SENHOR Deus, não repulses o teu
32 Também ao estrangeiro g que não for do teu povo de ungido; Plembra-te das misericórdias que usaste para com
Israel, porém vier de terras remotas, por amor do teu grande Davi, teu servo.
nome e por causa da tua mão poderosa e do teu braço esten-
dido, e orar, voltado para esta casa, 33 ouve tu dos céus, do lu- A glória de Deus enche o templo
gar da tua habitação, e faze tudo o que o estrangeiro te pedir, ªTendo Salomão acabado de orar, bdesceu fogo do céu e
a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome,
para te temerem como o teu povo de Israel e para saberem
7 consumiu o holocausto e os sacrifícios; e ca glória do SE·
NHOR encheu a casa. sacerdotes não podiam entrar na
2 dQs
que 3 esta casa, que eu edifiquei, é chamada pelo teu nome. Casa do SENHOR, porque a glória do SENHOR tinha enchido a
34 Quando o teu povo sair à guerra contra o seu inimigo, Casa do SENHOR. 3 Todos os filhos de Israel, vendo descer o
pelo caminho por que os enviares, e orarem a ti, voltados para fogo e a glória do SENHOR sobre a casa, se encurvaram com
esta cidade, que tu escolheste, e para a casa que edifiquei ao o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram, e louvaram o
teu nome, 35 ouve tu dos céus a sua oração e a sua súplica e SENHOR, eporque é bom, !porque a sua misericórdia dura para
faze-lhes justiça. sempre.

·-~-;,Dt28D-24; 1~s 17.1 28 c2Cr20.9 d[Mq 613] 30 C[1Cr28.9; Pv 21.2; 2412]Í[1S;,-67] - ;U~o 1220~At8.27 -;;·3L1;--
Teu nome é invocado sobre esta casa 36 h Pv 20.9; Ec 7.20; [Rm 3.9, 19; 5.12; GI 3.10] Tg 3.2; 1Jo 1.8 i Dt 28.63-68 37 4 refletirem, lit
°
trouxerem de volta aos seus corações, 38 i Dn 6.10 40 12Cr 6.20 41 m SI 132.8-10,16 n 1Cr 28.2 Ne 9.25 42 P 2Sm 7.15; SI
89.4~; 132.1,8-10; Is 55.3
CAPITULO 7 1a1Rs 8.54 bLv 9.24; Jz 6.21; 1Rs 18.38; 1Cr 21.26 C1Rs 8.10-11 2 d2Cr 5.14 3 ezcr 5.13; SI 106.1; 136.1 f1Cr
16.41, 2Cr 20.21
•6.24 por ter pecado contra ti, for ferido. A derrota militar é, com freqüência, freqüência, alistados como maldições por causa da violação da aliança IDt
listada como conseqüência da violação da aliança (Lv 26.14-17; Dt 28.25-26, 28.36-37,64) A petição de Salomão foi atendida por duas vezes dentro da própria
47-52) história de Crônicas. Primeiramente, no caso de Manassés 133.10-13) e, mais
•6.24,26,37 se converter... se converterem. Ver nota em 7.14. tarde, o remanescente de Israel 136 20-23). que sofreu exílio na Babilônia, mas foi
•6.24,26,32,34,38 orar... orarem. Ver nota em 7.14. restaurado à Terra Prometida.
•6.26 não houver chuva. A chuva e a seca são apresentadas como bênçãos e •6.37 converterem. Ver nota em 7.14.
maldições da aliança (Lv 23 3-4; Dt 11.13-14; Jr 3.3; JI 2.23-27; Ag 1.9-11 ). •6.38 voltados para a sua terra .. , cidada ... casa. Ver a prática de Daniel (Dn
•6.28 fome ... gafanhotos. Fomes e pragas de várias espécies são, com 6.10) e de Jonas (Jn 2.4).
freqüência, listadas como maldições próprias da aliança (Lv 26.16,20,25-26; Dt •6.40 Agora, pois, ó mau Deus. A oração de Salomão termina com uma
28 20-22,27-28,35.42) adaptação do SI 132.8-10. que fala sobre a alegria da adoração no lugar escolhido
•6.32-33 estrangeiro. Salomão rogou que estrangeiros também recebessem por Deus. As palavras finais da oração, registradas em 1As 8.50-51, especificam
respostas às suas orações feitas no templo. Os profetas esperavam pelo tempo que o povo fora escolhido por Deus e trazido para fora do Egito. Salomão pediu
em que os gentios seriam incluídos entre o povo de Deus (Is 56.6-8; Zc 8.20-23; que Deus se lembrasse do seu povo e do lugar que o Senhor tinha escolhido, e
14.16-21 ). A forma da petição salienta a centralidade do templo, à medida em que ali recebesse, graciosamente, todos quantos se voltassem para Deus. O
que o reino se expandisse a outras nações. A inclusão de muitos gentios no reino, apelo de Salomão está baseado na iniciativa divina de eleição.
foi, finalmente, cumprida em Cristo (Rm 3.29; GI 3.14; Ef 2.14-22). •7.1 desceu fogo do céu. Ver nota em 1Cr 21.26.
•6.34 sair à guerra. O escritor, com freqüência, registra como Deus responde glória. Ver "A Glória de Deus", em Ez 1.28.
às orações proferidas em ocasiões de batalha 11Cr 5.18-22, nota; 2Cr 13.14, •7.2-3 A repetição de elementos que já tinham sido mencionados em 5.13-14
nota; 1411, nota; 18.31, nota; 32.20, nota). equilibra a celebração inicial com a celebração final. Note, especialmente. os
•6.36-39 os leve cativos ... faze-lhes justiça. O exílio e o cativeiro são, com louvores à misericórdia permanente de Deus 17.3,6; 5.13, nota).
2 CRÔNICAS 7' 8 506
A conclusão da solenidade seus maus caminhos, 2 então, eu ouvirei dos céus, perdoarei
4 gEntão, o rei e todo o povo ofereceram sacrifícios diante os seus pecados e sararei a sua terra. 15 ªEstarão abertos os
do SENHOR. s Ofereceu o rei Salomão em sacrifício vinte e meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer
dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas. 6 Assim, o rei e todo neste lugar. 16 Porque bescolhi e 3 santifiquei esta casa, para
o povo consagraram a Casa de Deus. hOs sacerdotes estavam que nela esteja o meu nome perpetuamente; nela, estarão
nos seus devidos lugares, como também os levitas com os fixos os 4 meus olhos e o 5 meu coração todos os dias.
instrumentos músicos do SENHOR, que o rei Davi tinha feito 17 couanto a ti, se andares diante de mim, como andou Davi,
1 para deles se utilizar nas ações de graças ao SENHOR, porque teu pai, e fizeres segundo tudo o que te ordenei, e guardares
a sua misericórdia dura para sempre. iQs sacerdotes que os meus estatutos e os meus juízos, 18 também confirmarei o
tocavam as trombetas estavam defronte deles, e todo o Israel trono do teu reino, segundo a aliança que fiz com Davi, teu
se mantinha em pé. 7!Salomão consagrou também o meio do pai, dizendo: dNão te faltará sucessor que domine em Israel.
átrio que estava diante da Casa do SENHOR, porquanto ali 19 eporém, se vós vos desviardes, e deixardes os meus es-
prepararam os holocaustos e a gordura dos sacrifícios tatutos e os meus mandamentos, que vos prescrevi, e for-
pacíficos; porque, no altar de bronze, que Salomão fizera, não des, e servirdes a outros deuses, e os adorardes, 20/então,
podiam caber os holocaustos, as ofertas de manjares e a vos arrancarei da minha terra que vos dei, e esta casa, que
0 santifiquei ao meu nome, lançarei longe da minha presen-
gordura dos sacrifícios pacíficos.
B Assim, 'celebrou Salomão a festa por sete dias, e todo o ça, e a tornarei em provérbio e Rmotejo entre todos os po-
Israel, com ele, uma grande congregação, mdesde a entrada vos. 21 hDesta 7 casa, agora 8 tão exaltada, todo aquele que
de Hamate até nao 2 rio do Egito. 9 Ao oitavo dia, começaram por ela passar ipasmará e dirá: !Por que procedeu o SENHOR
a celebrar ºa Festa dos Tabernáculos, porque, por sete dias, já assim para com esta terra e esta casa? 22 Responder-se-lhe-á:
haviam celebrado a consagração do altar; a festa durava sete Porque deixaram o SENHOR, o Deus de seus pais, que os ti-
dias. 10 PNo vigésimo terceiro dia do sétimo mês, o rei rou da terra do Egito, e se apegaram a outros deuses, e os
despediu o povo para as suas tendas; e todos se foram alegres adoraram, e os serviram. Por isso, trouxe sobre eles todo
e de coração contente por causa do bem que o SENHOR fizera este mal.
a Davi, a Salomão e a lsrael, seu povo.
As demais ati11idades de Salomão
ªAo fim de bvinte anos, tendo Salomão terminado a Casa
A aliança do SENHOR com Salomão
11 Assim, 0 Salomão acabou a Casa do SENHOR e a casa do
rei; tudo quanto Salomão intentou fazer na Casa do SENHOR e
8 do SENHOR e a sua própria casa, 2 edificou as cidades que
1 Hirão lhe tinha dado; e fez habitar nelas os filhos de Israel.

na sua casa, prosperamente o efetuou. 12 roe noite, apareceu 3 Depois, foi Salomão a Hamate-Zoba e a tomou. 4 cTam-
o SENHOR a Salomão e lhe disse: Ouvi a tua oração 'e escolhi bém edificou a Tadmor no deserto e a todas as cidades-
tpara mim este lugar para casa do sacrifício. 13 ºSe eu cerrar armazéns em dHamate. s Edificou também a eBete-Horom, a
os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos de cima e a de baixo, cidades fortificadas com muros, portas e
gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre ferrolhos; 6 como também a Baalate, e todas as cidades-
o meu povo; 14 se o meu povo, "que se chama pelo meu armazéns que Salomão tinha, e todas as cidades para os car-
nome, xse humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos ros, e as cidades para os cavaleiros, e tudo ! o que desejou,

• ~~ 1Rs ~~263~h1C;~5 16 i;Cr 5 1~-1


4 21,24 Js 13 3
n
mmistér~--;eles. lit__ ~ão
pelo
1Cr 13 5 9 Lv 2336 1O 1Rs 8 66 11 1Rs 9 1
2 Sior, o P q
-pela deles.oferecer -7 ,;s 8 6~66, 9 3 ~11~~~5;m 1Rs
12 r 1Rs 3.5; 11 9 s Dt 12 5, 1112Cr 6.20 13 u 2Cr
6.26-28 14 V[ls 4371 x [Tg 4 10] -"2Cr 6.27.30 15 a 2Cr 6.20.40 16 b 2Cr 6.6 3 separei 4Minha atenção 5Minha preocupação 17 e 1Rs
94 18 d2Cr 6.16 19 eLv 26.14.33 20/Dt 2863-68 gs144 14 ô separei 21 h2Rs 25 9 i2Cr 29.8 J [Dt 29 24-251 70 templo BLit que
e ougue era
CAPITULO 8 ª
1 1Rs 9.10-14 b 1Rs 638-7.1 2 I Hebr Huram 4 C1 Rs 9. 17-18d1Cr183,9 5 eicr 7.24 6/2Cr 7. 11
•7.6 A música de adoração aumenta o esplendor das celebrações (1Cr 15 16, eventos nos reinos dividido e reunido ilustram os princípios desta passagem
nota). (12 6; 13 14; 14.8-15; 1831, 20.5-19; 32.20; 33.12-13. notas) Por muitas vezes.
todo o Israel. A nação inteira estava envolvida (1Cr 11 .1, notai. em Crônicas, os conceitos desta passagem aparecem como fatores decisivos
•7.8 festa. A saber. a Festa dos Tabernáculos (53, nota). para as bênçãos ou as maldições divinas.
• 7.10 a Davi, a Salomão. 1R s 8.66 diz simplesmente "Davi" Mas o escritor de se humilhar. Uma atitude de contrição e de dependência de Deus (12.6-7.12;
Crônicas considerou a construção do templo como um esforço conjunto de Davi e 30.11; 33.12,19,23; 34 27).
Salomão (1Cr225. nota) •7.16,20 nome. Ver nota em 1Cr 13.6.
•7.13-15 Estes três versículos não aparecem em Reis. Eles relatam a resposta •7.17-22 A promessa de que a d1nast1a fundada por Davi permaneceria para
de Deus a vários pedidos mencionados na oração de Salomão (6 .14-42). Os leito- sempre deu esperança àqueles que esperavam a restauração da nação de Israel.
res da época posterior ao retorno dos exilados da Babilônia estavam esperando a depois de sua volta do exílio na Babilônia. Embora a promessa à linhagem de Davi
ajuda divina para que lhes restaurasse ou "curasse" a terra (Introdução a 1Crôni- fosse irrevogável. a nação sempre enfrentaria a ameaça de punição, caso se
cas: Data e Ocasião). mostrasse infiel (1Cr 17 7-14, nota; 28.9, nota)
•7 .13 chuva ... gafanhotos..• peste. Refere-se d11 etamente a 6.26-31. • 7.17 os meus estatutos e os meus juízos. Ver nota em 1Cr 16.40.
•1.lll o meu povo. Oeus prometeu que a nação de Israel receberia alívio das di- •8.1-16 Este relato dos projetos de constnução de Salomão, entre os quais estava o le-
ficuldades causadas por seus pecados. contanto que os israelitas se voltassem vantamento do templo. se equilibra com 3.1-5.1. Seu conteúdo segue 1Rs 9. 10-28.
para ele em humildade e oração. Esta promessa foi especialmente relevante para •8.2 Hirão lhe tinha dado. Inicialmente. Salomão havia dado essas cidades a
a comunidade restaurada, terminado o exílio babilônico. Um certo número de Hirão. o qual, mais tarde. as devolveu (1Rs 9.10-14).
507 2 CRÔNICAS 8, 9
enfim, edificar em Jerusalém, no Líbano e em toda a terra do houve profundo demais que não pudesse explicar. 3 Vendo,
seu domínio. pois, a rainha de Sabá a sabedoria de Salomão, e a casa que
7 Quanto a gtodo o povo que restou dos heteus, amorreus, edificara, 4 e a comida da sua mesa, o lugar dos seus oficiais, o
ferezeus, heveus e jebuseus e que não eram de Israel, aa seus serviço dos seus criados, e os trajes deles, seus bcopeiros, e os
filhos, que restaram depois deles na terra, os quais os filhos de seus trajes, e o holocausto que oferecia na Casa do SENHOR,
Israel não puderam destruir totalmente, a esses fez Salomão ficou como fora de si 5 e disse ao rei: Foi verdade a palavra
trabalhadores forçados, até hoje. 9 Porém dos filhos de Israel que a teu respeito ouvi na minha terra e a respeito da tua
não fez Salomão 2 escravo algum; eram homens de guerra, sabedoria. 6 Eu, contudo, não cria no que se falava, até que
seus comandantes, chefes dos seus carros e dos seus cavaleiros; vim e vi com os próprios olhos. Eis que não me contaram a
10 estes eram os principais oficiais que tinha o rei Salomão, metade da grandeza da tua sabedoria; sobrepujas a fama que
hduzentos e cinqüenta, que presidiam sobre o povo. ouvi. 7 Felizes os teus homens, felizes estes teus servos que
11 Salomão ifez subir a filha de Faraó da Cidade de Davi estão sempre diante de ti e ouvem a tua sabedoria! 8 Bendito
para a casa que a ela lhe edificara; porque disse: Minha esposa seja o SENHOR, teu Deus, que se agradou de ti para te colocar
não morará na casa de Davi, rei de Israel, porque santos são no seu trono como rei para o SENHOR, teu Deus; porque o teu
os lugares nos quais entrou a arca do SENHOR. Deus cama a Israel para o estabelecer para sempre; por isso,
12 Então, Salomão ofereceu holocaustos ao SENHOR, sobre te constituiu rei sobre ele, para executares juízo e justiça.
o altar que tinha edificado ao SENHOR diante do pórtico; 13 e 9 Deu ela ao rei cento e vinte talentos de ouro, especiarias em
isto segundo io dever de cada dia, conforme o preceito de grande abundância e pedras preciosas, e nunca houve
Moisés, nos sábados, nas Festas da Lua Nova, e nas 1festas especiarias tais como as que a rainha de Sabá deu ao rei
fixas, mtrês vezes no ano: na Festa dos Pães Asmos, na Festa Salomão.
das Semanas e na Festa dos Tabernáculos. 10 Os servos de Hirão e os servos de Salomão, d que de
14 Também, segundo a 3 ordem de Davi, seu pai, ndispôs Ofir tinham trazido ouro, trouxeram também madeira de
os turnos dos sacerdotes nos seus ministérios, como também 1 sândalo e pedras preciosas. 11 Desta madeira de 2 sândalo
os ªdos levitas para os seus cargos, para louvarem a Deus e fez o rei balaústres para a Casa do SENHOR e para a casa real,
servirem diante dos sacerdotes, segundo o dever de cada dia, como também harpas e alaúdes para os cantores, quais nun-
e P os porteiros pelos seus turnos a cada porta; porque tal era a ca dantes se viram na terra de Judá.
ordem de Davi, o homem de Deus. 15 Não se desviaram do 12 O rei Salomão deu à rainha de Sabá, além do equiva-
que ordenara o rei aos sacerdotes e levitas, em coisa nenhu- lente ao que ela lhe trouxera, mais tudo o que ela desejou e
ma, nem acerca dos qtesouros. 16 Assim se executou toda a pediu. Assim, voltou e foi para a sua terra, ela e os seus ser-
obra de Salomão, 4 desde o dia da fundação da Casa do SE vos.
NHOR até se acabar; e assim se concluiu a Casa do SENHOR.
17 Então, foi Salomão a 'Eziom-Geber e a 5 Elate, à praia do As riquezas de Salomão
mar, na terra de Edom. 18 5 Enviou-lhe Hirão, por intermédio 13 eo peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era
de seus servos, navios e marinheiros práticos; foram com os de seiscentos e sessenta e seis talentos, 14 afora o que entrava
servos de Salomão a 10fir e tomaram de lá quatrocentos e dos vendedores e dos negociantes; também todos os reis da
cinqüenta talentos de ouro, que trouxeram ao rei Salomão. Arábia e os governadores dessa mesma terra traziam a
Salomão ouro e prata. 15 Fez o rei Salomão duzentos paveses
A rainha de Sabá visita a Salomão de ouro batido; seiscentos sidos de ouro batido mandou
ªTendo a rainha de Sabá ouvido a fama de Salomão, veio pesar para cada pavês. 16 Fez também trezentos escudos de
9 a Jerusalém prová-lo com perguntas difíceis, com mui ouro batido; 3 trezentos sidos de ouro mandou pesar para
grande comitiva; com camelos carregados de especiarias, de cada escudo. E o rei os pôs na !Casa do Bosque do Líbano.
ouro em abundância e pedras preciosas; compareceu perante 17 Fez mais o rei um grande trono de marfim e o cobriu de
Salomão e lhe expôs tudo quanto trazia em sua mente. ouro puro. 18 O trono tinha seis degraus e um estrado de ouro
2 Salomão lhe deu resposta a todas as perguntas, e nada lhe a ele pegado; de ambos os lados, tinha 4 braços junto ao

• 7 ~-~n 151~-;1; 1Rs 920 °9 2 s;os 10 h-~~;;~-~1"71Rs ~3 1~~8; 2~;-111


9 13 i Êx 29.38-42; ~m
28.3.9,11,26; 29.1 iLv
23.1-44 mÊx 23.14-17; 34.22-23; Dt 16.16 14n1Cr24.3o1Cr 25.1 P 1Cr 9.17; 26.1 3aordenança 15 Q1Cr26.20-28 16 4Conforme LXX,
S e V· TM até 17 r 1Rs 9 26; 2Cr 20.36 5 Hebr. Eloth, 2Rs 14.22 18 s 1Rs 9.27; 2Cr 9.10.13 t 1Cr 29.4
CAPÍTULO 9 1 a 1Rs 10.1; SI 72.10; [Mt 12.42; Lc 1131] 4 bNe 1.11 8 cot 7.8; 2Cr 2.11; [SI 44.3] 10 d2Cr 8.18 f Hebr.Algumim
11 2 Hebr. algumim 13e1Rs 10.14-29 16/1Rs 7.2 3três minas ou arráteis, 1Rs10.17 18 4 Lit. mãos
•8.8 fez Salomão trabalhadores forçados. Ver nota em 1Cr 22.2. •8.12-16 Novamente, o relato de detalhes concernentes ao culto, aos levitas e
sacerdotes é mais completo do que em Reis (cf. 1Rs 9.25; 1Cr 6.1, nota).
até hoje. Ver nota em 1Cr 4.41.
•9.8 para o estabelecer para sempre. A rainha de Sabá reconheceu o governo
•8.11 santos são os lugares. Salomão fez a sua esposa egípcia mudar-se por sábio de Salomão como uma provisão de Deus em favor do bem-estar de Israel. As
motivo de consideração pela santidade da arca e dos lugares associados com ela. riquezas e a sabedoria de Salomão 12.13-28), bem como o favor internacional de
Diferentemente de Reis 11 Rs 11.1-13) e de Neemias INe 13.26-27). Crônicas se que ele desfrutava lv. 23). eram um ponto alto para a comunidade da aliança. A
abstém de comentários negativos aos casamentos de Salomão com princesas geração que voltou das aflições do exílio babilônico olhava para isso como uma
estrangeiras. Esses fatos tristes eram bem conhecidos. inspiração e coragem para a sua obra de reconstrução.
2 CRÔNICAS 9, 10 508
assento e dois leões junto aos braços. 19 Também doze leões Roboão causa separação entre as tribos
estavam ali sobre os seis degraus, um em cada extremo Foi ªRoboão a Siquém, porque todo o Israel se reu-
destes. Nunca se fizera obra semelhante em nenhum dos
reinos. 20 Todas as taças de que se servia o rei Salomão para
1O niu Já, para o fazer rei. 2 Tendo Jeroboão, filho de
Nebate, ouvido isso (pois estava ainda no Egito, bpara onde
beber eram de ouro, e também de ouro puro, todas as da Casa fugira da presença do rei Salomão), voltou do Egito. 3 Man-
do Bosque do Líbano; à prata, nos dias de Salomão, não se daram chamá-lo; veio ele com todo o Israel a Roboão, e lhe
dava estimação nenhuma. 21 Porque o rei tinha navios que falaram: 4 Teu pai fez pesado o nosso jugo; agora, pois, alivia
iam a gTársis, com os servos de 5 Hirão; de três em três anos, tu a dura servidão de teu pai e o seu pesado jugo que nos im·
voltavam os 6 navios de Társis, trazendo ouro e prata, marfim, pôs, e nós te serviremos. s Ele lhes respondeu: Após três
bugias e pavões. dias, voltai a mim. E o povo se foi. 6 Tomou o rei Roboão
22 Assim, o rei Salomão excedeu a todos os reis do conselho com os homens idosos que estiveram na presença
mundo, tanto em riqueza como em sabedoria. 23 Todos os de Salomão, seu pai, quando este ainda vivia, dizendo:
reis do mundo procuravam ir ter com ele para ouvir asa· Como aconselhais que se responda a este povo? 7 Eles lhe
bedoria que Deus lhe pusera no coração. 24 Cada um tra· disseram: Se te fizeres benigno para com este povo, e lhes
zia o seu presente, objetos de prata e de ouro, roupas, agradares, e lhes falares boas palavras, eles se farão teus ser·
1'àI'ffiàduras, especiarias, cavalos e mulas; assim ano após vos para sempre. 8 cPorém ele desprezou o conselho que os
ano. 25 'Tinha Salomão quatro mil cavalos em estrebarias anciãos lhe tinham dado e tomou conselho com os jovens
para os seus carros e doze mil cavaleiros, que distribuiu às que haviam crescido com ele e o serviam. 9 E disse-lhes:
cidades para os carros e junto ao rei, em Jerusalém. 26 iDo· Oue aconselhais vós que respondamos a este povo, que me
minava Salomão sobre todos os reis 1desde o 7 Eufrates até falou, dizendo: Alivia o jugo que teu pai nos impôs? 10 E os
à terra dos filisteus e até ao limite do Egito. 27 m Fez o rei jovens que haviam crescido com ele lhe disseram: Assim fa·
que, em Jerusalém, houvesse prata como pedras e cedros larás ao povo que disse: Teu pai fez pesado o nosso jugo, mas
nem abundância como os sicômoros que estão nas planí· alivia-o de sobre nós; assim lhe falarás: Meu dedo mínimo é
cies. 28 ºImportavam-se cavalos para Salomão, do Egito e mais grosso do que os lombos de meu pai. 11 Assim que, se
de todas as terras. meu pai vos impôs jugo pesado, eu ainda vo·lo aumentarei;
meu pai vos castigou com açoites, porém eu vos castigarei
A morte de Salomão com 1 escorpiões.
29 PQuanto aos mais atos de Salomão, tanto os primeiros 12 llVeio, pois, Jeroboao e todo o povo, ao terceiro dia, a
como os últimos, porventura, não estão escritos no Livro da Roboao, como o rei lhes ordenara, dizendo: Voltai a mim, ao
História de Natã, o profeta, e na Profecia de q Aías, o silonita, terceiro dia. 13 Dura resposta lhes deu o rei, porque o rei Roboão
e nas Visões de r1do, o vidente, acerca de Jeroboão, filho de desprezara o conselho dos anciaos; 14e lhes falou segundo o
Nebate? 30 5 Quarenta anos reinou Salomão em Jerusalém conselho dos jovens, dizendo: 2 Meu pai fez pesado o vosso jugo,
sobre todo o Israel. 31 8 Descansou com seus pais e foi porém eu ainda o agravarei; meu pai vos castigou com açoites,
sepultado na Cidade de Davi, seu pai, e Roboão, seu filho, eu, porém, vos castigarei com escorpiões. ts O rei, pois, nao deu
reinou em seu lugar. ouvidos ao povo, eporque isto vinha de Deus, para que o

6; 82~~~0363;~ ;17210 5HebrHura~. compare com ;s 10 2~De alt;bordo---;4h1~s ~ 25;~~1716; 4;~102-;;Cr


20.1
1.14;1s2.7 26i1Rs4.21 iGn15.18;Sl72.87Lit.orío 21rnrns10.27n2cr1.15-17 28º1Rs10.28;2Cr1.16 29P1As11.41
1Rs

q 1A~ 11.29 r2cr 12. 15; 13.22 30 s 1As 4.21; 11.42-43; 1Cr 29.28 31 8 Morreu e reuniu-se aos seus ancestrais
CAPITUL010 !J1Rs12.1-20 zb1Rs11.40 8c1Rs12.8-11 tt iAçoitescompontasoufarpas !2d1Rs12.12-14 142Eu
fiz 15 e Jz 14.4; 1Cr 5.22; 2Cr 11.4; 22. 7
•9.23 Todos os reis do mundo. Ver 9.8, nota. 12. 1-14), cada parte narra uma situação problemática, um encontro profético e
•9.27-28 prata ... cedros ... cavalos. Ver nota em 1. 14-17 uma bênção divina. A conclusão é um relato de suas guerras com Jeroboão e de
•9.29-31 Escrevendo para uma geração que carecia de encora1amento lv. 8, sua morte 112.15-16). Os capítulos inculcam nos leitores a maldição de Deus con-
nota). o autor não discute sobre o bem conhecido problema causado pelas tra o orgulho e a infidelidade. bem como os benefícios para quem vivesse em
esposas estrangeiras de Salomão 11 As 11. 1-40) Ele passa diretamente da glóna humildade e obediência à palavra profética 120.20. nota).
do rei para o final de seu reinado. Por semelhante modo. ele não destaca o pecado •10.1-11.23 A primeira seção, que conta o reinado de Roboão. enfoca os seus
de Davi com Bate-Seba e as tribulações que esse ato causou. três pnmeiros anos como rei 111 17), nos quais há um conflito lcap. 10), a
•9.29 escritos no Livro da. Ver Introdução a 1Crônicas: Autor. obediência à palavra profética 111. 1-4) e a bênção divina 111 5-23) A passagem
•10.1-28.27 O Reino Dividido. Nesta seção, o escritor faz uso de 1Rs 12-2Rs de 1O.1 - 11.4 é derivada de 1As 12. 1-24 Inatas); o cronista adiciona 11.5-23.
17. Seu registro sobre o período da monarquia dividida não repete a dura •10.1 Roboão. Reinou em 931-913 a C.
condenaçào das tnbos do Norte que se encontra em Reis, preferindo enfocar os todo o Israel. Ao considerar o período da monarquia dividida, essa expressão e
eventos em Judá, onde estava o templo e onde vivia o rei davídico. Por toda esta outras como ela podem referir-se: somente ao Reino do Sul (11.3; 12. 1; 24.5;
seção, o escntor registra como as condições no reino dependiam da fidelidade da 28.23); somente ao Reino do Norte (1O.16; 11.13; 13.4, 15); ou a ambos os reinos
nação a Deus. Quando os leitores consideravam esses eventos, eles podiam ver juntamente 118. 16; cf. 1Cr 11.1, nota; 2Cr 29.24, nota).
claramente as escolhas em favor da bénçào ou da maldição, em seus próprios dias. •1O,15 vinha de Deus, para que o SENHOR confirmasse a palavra. Oautor
Ao narrar sobre o reinado de Roboão, o autor fez uso amplo de Reis (cf. salienta que a reação de Roboão deve sei vista à luz dos prnpósitos soberanos de
10. 1-11.4 com 1Rs 12.1-24; 12.9-16com1Rs 14.21,25-31 ), ao mesmo tempo Deus. A profecia de Aías acerca de Jeroboão 11 As 11.29-39) cumpriu-se
em que apresentava a matéria em consonância com seu própm entendimento e mediante essa distorção dos eventos. A soberania de Deus controla os atos
ênfase teológicos. A narrativa é apresentada em duas partes lcaps. 10----11 e pecaminosos dos seres humanos 11 Cr 21. 1, nota).
509 2 CRÔNICAS 1 11 º·
SENHOR confirmasse Ia palavra que tinha dito por intermédio de rém os filhos de Israel o apedrejaram, e morreu. Mas o rei
Aías, o silonita, a Jeroboão, filho de Nebate. Roboão conseguiu tomar o seu carro e fugir para Jerusa-
lém. 19 CAssim, Israel se mantém rebelado contra a casa
Dez tribos seguemferoboão de Davi até ao dia de hoje.
16 Vendo, pois, todo o Israel que o rei não lhe dava ou-
vidos, reag·m, dizendo: Que parte temos nós com Davi? Deus proíbe que Roboão peleje contra as dez tribos
Não há para nós herança no filho de Jessé! Cada homem à ªVindo, pois, Roboão a Jerusalém, reuniu a casa de
sua tenda, ó Israel! Cuida, agora, da tua casa, ó Davi! 11
Judá e de Benjamim, cento e oitenta mil escolhidos,
Então, Israel se foi às suas tendas. 17 Quanto aos filhos de destros para a guerra, para pelejar contra Israel, a fim de resti-
Israel, porém, que habitavam nas cidades de Judá, sobre tuir o reino a Roboão. 2 Porém veio a palavra do SENHOR ba
eles reinou Roboão. 18 Então, o rei Roboão enviou a Ado- Semaías, homem de Deus, dizendo: 3 Fala a Roboão, filho de
rão, superintendente dos que trabalhavam forçados, po- Salomão, rei de Judá, e a todo o Israel em Judá e Benjamim,

• /1R~11.29-39
CAPÍTULO 11
198~Rs
ta
12.19
1As 12.21-24 2 b 1Cr 12.5; 2Cr 12.15
•10.16 todo o Israel. Ver em nota 10.1. Roboão (cf. 12.5-8). Para seu crédito e benefício, por ambas as vezes Roboão
•10.19 até ao dia de hoje. Ver nota em 1Cr 4.41. ouviu a palavra do profeta.
•11 .2 Semaías. Esse profeta aparece por duas vezes durante o reinado de •11.3 todo o Israel em Judá. Ver nota em 10.1 .

Mar
Mediterrâneo

,,,-···- .. ·.......

.j ~-h-' -
Um reino dividido Jope ·~.....
:SRAEL
1 ·Rabé
A glória do reino unido cessou com a morte de Gezer. • • .Jerlc6
Salomão. Sentimentos de amargura foram gerados Asdode --lé'\n AMOM

por algumas medidas rigorosas do governo de Salo- Asquelom •o.li (:Ma/


Gaza ............ Mdffl
mão. O sistema de trabalho forçado na construção ·~
de projetos (1 Rs 5.13) e os distritos administrativos . e,"-' JUDÁ fl/~l ...
<v' ~ _ ....... \, '1 MOA BE
que cortavam antigas fronteiras tribais (1Rs4.7-19)
não encontraram receptividade entre o povo. ~ \ \.-(__ \ t
-N-
Quando Roboão, filho de Salomão, subiu ao tro-
no, herdou uma tensão interna entre o Norte e o Sul. ."""·~ r
.
"· ' .
• Bozra "'\. '- 1
tensão essa que precisava ser tratada caso se quises- • Cades-Barné1a
. /
se manter o reino unido. Em Siquém, tendo Jeroboão
como seu líder, o povo exigiu mudança. Arejeição ca- ,_,, .. 1
tegórica da parte de Roboão das exigências do povo
levou este povo à uma reação rebelde: "Cada homem
à sua tenda, ó Israel! Cuida, agora, da tua casa, ó
(
/
/
- ................_.,..__.....60mi
60 km

Davi!" (2Cr 10.16). O reino dividiu-se. Roboão reinou


sobre Judá, no Sul, mas Jeroboão tornou-se rei de
Israel, no Norte.

J
2 CRÔNICAS 11, 12 510
dizendo: 4 Assim diz o SENHOR: Não subireis, nem pelejareis Afamília de Roboão
contra vossos irmãos; cada um volte para sua casa, porque eu 18 Roboão tomou por esposa a Maalate, filha de Jerimo-
é que fiz isto. E, obedecendo eles à palavra do SENHOR, desis- te, filho de Davi, e filha de Abiail, filha de 1Eliabe, filho de
tiram de subir contra Jeroboão. Jessé, 19 a qual lhe deu filhos: Jeús, Semarias e Zaão.
20 Depois dela, tomou a m Maaca, 3 filha de n Absalão; esta
As cidades fortificadas de Roboão lhe deu a 0 Abias, a Atai, a Ziza e a Selomite. 21 Amava Ro-
s Roboão habitou em Jerusalém e, para defesa, fortifi- boão mais a Maaca, filha de Absalão, do que a todas as
cou cidades em Judá; ó fortificou, pois, a Belém, a Etã, a suas outras Pmulheres e concubinas; porque ele havia to-
Tecoa, 7 a Bete-Zur, a Socá, a Adulão, 8 a Cate, a Mares- mado dezoito mulheres e sessenta concubinas; e gerou
sa, a Zife, 9 a Adoraim, a Laquis, a Azeca, 10 a Zorá, a Ai- vinte e oito filhos e sessenta filhas. 22 Roboão q designou a
jalom e a Hebrom, todas em Judá e Benjamim, cidades rAbias, filho de Maaca, para ser chefe, príncipe entre seus
fortificadas. 11 Assim, as tornou em fortalezas e pôs nelas irmãos, porque o queria fazer rei. 23 Procedeu prudente-
comandantes e depósitos de víveres, de azeite e de vi- mente e distribuiu todos os seus filhos por todas as terras
nho. 12 E pôs em cada cidade arsenal de paveses e lanças; de Judá e Benjamim, por todas 5 as cidades fortificadas;
fortificou-as sobremaneira. Judá e Benjamim ficaram-lhe deu·lhes víveres em abundância e lhes procurou muitas
sujeitas. mulheres.

Sacerdotes e levitas vêm a]erusalém A invasão de Sísaque


13 Também os sacerdotes e os levitas que havia em ªTendo Roboão confirmado o reino e havendo-se
todo o Israel recorreram a Roboão de todos os seus limi-
tes, 14 porque os levitas deixaram os e arredores das
12 fortalecido, bdeixou a lei do SENHOR, e, com ele, todo
o Israel. 2 cNo ano quinto do rei Roboão, Sisaque, rei do
suas cidades e as suas possessões e vieram para Judá e Egito, subiu contra Jerusalém (porque tinham transgredido
para Jerusalém, porque dJeroboão e seus filhos os lança- contra o SENHOR), 3 com mil e duzentos carros e sessenta mil
ram fora, para que não ministrassem ao SENHOR. 15 eJe- cavaleiros; era inumerável a gente que vinha com ele do
roboão constituiu os seus próprios sacerdotes, para os Egito, d de líbios, suquitas e etíopes. 4 Tomou as cidades
1 altos, para los sátiros e para gos bezerros que fizera. fortificadas que pertenciam a Judá e veio a Jerusalém.
16 h Além destes 2 , também de todas as tribos de Israel os s Então, veio esemaías, o profeta, a Roboão e aos príncipes de
que de coração resolveram buscar o SENHOR, Deus de Judá, que, por causa de Sisaque, se ajuntaram em Jerusalém,
Israel, iforam a Jerusalém, para oferecerem sacrifícios e disse-lhes: Assim diz o SENHOR: Vós me deixastes a mim,
ao SENHOR, Deus de seus pais. 17 Assim, ifortaleceram o pelo que eu também vos deixei em poder de Sisaque. ó Então,
reino de Judá e corroboraram com Roboão, filho de Sa- !se humilharam os príncipes de Israel e o rei e disseram: gO
lomão, por três anos; porque três anos andaram no ca- SENHOR é justo.
minho de Davi e Salomão. 7Vendo, pois, o SENHOR que se humilharam, hveio a

· -14 cNm-~5-2~~;1º~~12-2;;3;~~~ ;;9 ~;~;;;~;~1~·1;;~1~ ~. [~~-;;;/1~;;-~Co 10~]~g~1·;~~~~~~;-para cu;to. ----~


pagão 16 h2Cr 14.7 i2Cr 15.9-10; 30.11, 18 2Qs levitas, vs. 13-14 17 i2Cr 12.1, 13 18 11sm 16.6 20 m2cr 13.2 n2Rs 15.2o1 Rs
14.31 3 neta lo termo filha é aqui usado em sentido abrangente) 21 P Dt 17.17 22 q Dt 21.15-17 r 2Cr 13.1 23 s 2Cr 11.5
CAPÍTUL012 1ª2Cr11.17b1Rs14.22-24 2C1Rs11.40;14.25 Jd2Cr168;Na39 5e2Cr11.2 6/[Tg4.10]gÊx9.27;[Dn
9.14] 7 h 1Rs 21.28-29
•11.4 eu é que fiz isto. Ver nota em 10.15. •11.18-23 O historiador menciona, com freqüência, o aumento da família para
•11.5-23 Oescritor oferece três ilustrações de bênçãos divinas a fim de demons- demonstrar a bênção de Deus l1Cr 13.13, nota)
trar a sabedoria da reação de Roboão à advertência profética 120 20, nota). Otex- •11.20 Maaca. Ver 13 2, nota.
to menciona fortificações e força militar em Judá e Benjamim 111.5-12). o •12.1-12 Quanto à segunda porção principal da narrativa sobre o reinado de Ro-
abandono do Reino do Norte por parte dos levitas 111.13-17) e o aumento de sua boão lcaps. 10-12, nota). o historiador expandiu a narrativa de 1Rs 14.25-28.
família 111.18-23) Ele relatou a desobediência de Roboão em seu quarto ano de governo e a retribui-
•11.5 para defesa, fortificou cidades. Ver nota em 1Cr 11.5. ção divina pela invasão de Sisaque em seu quinto ano (12.2).
•11.13 todo o Israel. Ver nota em 10.1. •12.1-2 deixou a lei do SENHOR ... transgredido contra o SENHOR. Ver 1Rs
•11.14 Jeroboão... os lançaram fora. Ohistoriador não repete a narrativa en- 14.22-24 quanto a maiores detalhes sobre a apostasia de Roboão. Ver também
contrada em 1Reis sobre como Jeroboão estabelecera centros de adoração idó- nota em 1Cr 16.40.
latras em Oã e Sete/ (1 Rs 12 25-33). mas assume que o leitor saiba do fato. •12.1 todo o Israel. Ver nota em 10.1.
Jeroboão rejeitou os sacerdotes e os levitas que eram fiéis a Jerusalém como o •12.2 Sisaque. Fundador da vigésima segunda dinastia egípcia (c. 945-924
lugar próprio da adoração. A animosidade de Jeroboão impeliu esses sacerdotes a.C.). cuja campanha militar estendeu-se até as planícies de Jezreel e Megido.
para Roboão. Otema dos israelitas fiéis bandeando-se para Judá aparece por di-
•12.3-9 O autor adiciona estes versículos para completar o paralelo com o en-
versas vezes nos períodos dos reinos dividido e reunido 113.8-11; 15.9;
contro anterior de Roboão com Semaías (cf. 11.2-4; 10.1-11.23, nota).
30.10-12). Após o retorno do remanescente do exílio na Babilônia, essas narrati-
vas foram um precedente para os israelitas do Reino do Norte, visto que a restau- •12.3 com mil e duzentos carros e sessenta mil ... era inumerável a gen-
ração se centralizou em torno de Jerusalém 11 Cr 9.3, nota; ver a Introdução: O te. Ver nota em 1Cr 197.
Reino Dividido). •12.6 se humilharam. Ver também os vs. 7, 12. Este evento ilustra a resposta
•11.17 três anos andaram no caminho de Davi e Salomão. Roboão desfru- de Deus à oração de Salomão 17.14, nota).
tou da bênção divina porque ele imitou a fidelidade de Davi e Salomão nos três •12. 7-8 Embora Semaías tivesse modificado seu primeiro aviso. o plano sobera-
primeiros anos de seu reinado. no de Deus não foi frustrado. Advertências proféticas tinham por desígnio desper-
511 2 CRÔNICAS 12, 13
palavra do SENHOR a Semaías, dizendo: Humilharam-se, não pais e foi sepultado na Cidade de Davi; e 'Abias, seu filho,
os destruirei; antes, em breve lhes darei socorro, para que o reinou em seu lugar.
meu furor não se derrame sobre Jerusalém, por intermédio de
Sisaque. 8 Porém iserão seus servos, para que conheçam a O reinado de Abias
diferença entre ia minha servidão e a servidão dos reinos da ªNo décimo oitavo ano do rei Jeroboão, Abias
terra.
9 1Subiu, pois, Sisaque, rei do Egito, contra Jerusalém e
1 3 começou a reinar sobre bJudá. Três anos reinou em
1
Jerusalém. Era o nome de sua mãe Micaía, filha de Uriel,
2
tomou os tesouros da Casa do SENHOR e os tesouros da casa de Gibeá. Também houve guerra entre Abias e Jeroboão.
do rei; tomou tudo. Também levou todos os escudos de ouro 3 Abias ordenou a peleja com um exército de valentes guer-
que Salomão mtinha feito. 10 Em lugar destes fez o rei Roboão reiros, de quatrocentos mil homens escolhidos; e Jeroboão
escudos de bronze e os entregou nnas mãos dos capitães da dispôs contra ele a batalha com oitocentos mil homens
guarda, que guardavam a porta da casa do rei. 11 Toda vez escolhidos, todos guerreiros valentes. 4 Pôs-se Abias em pé no
que o rei entrava na Casa do SENHOR, os da guarda vinham, e alto do monte e Zemaraim, que está na região montanhosa de
usavam os escudos, e tornavam a trazê-los para a câmara da Efraim, e disse: Ouvi-me, Jeroboão e todo o Israel: s Não vos
guarda. 12 Tendo-se ele humilhado, apartou-se dele a ira do convém saber que o SENHOR, Deus de Israel, ddeu para
SENHOR para que não o destruísse de todo; porque em Judá sempre a Davi a soberania de Israel, a ele e a seus filhos, e por
ainda havia boas coisas. uma aliança de sal? 6 Contudo, se levantouJeroboão, filho de
Nebate, servo de Salomão, filho de Davi, e !se rebelou contra
O reinado de Roboão seu senhor. 7 8Ajuntou-se a ele gente vadia, homens malig-
13 Fortificou-se, pois, o rei Roboão em Jerusalém e nos; fortificaram-se contra Roboão, filho de Salomão; sendo
continuou reinando. Tinha 0 Roboão quarenta e um anos de Roboão ainda hjovem e indeciso, não lhes pôde resistir.
idade quando começou a reinar e reinou dezessete anos em 8 Agora, pensais que podeis resistir ao reino do SENHOR, que
Jerusalém, Pcidade que o SENHOR escolheu dentre todas as está nas mãos dos filhos de Davi; bem sois vós uma grande
tribos de Israel, para ali estabelecer o seu nome. Sua mãe se multidão e tendes convosco os bezerros de ouro que Jeroboão
chamava Naamá, 0 amonita. 14 Fez ele o que era mau, ivos fez para deuses. 9 iNão lançastes fora os sacerdotes do
porquanto não dispôs o coração para buscar ao SENHOR. SENHOR, os filhos de Arão e os levitas, e não fizestes para vós
15 Quanto aos mais atos de Roboão, tanto os primeiros outros sacerdotes, como as gentes das outras terras? 10ualquer
como os últimos, porventura, não estão escritos no Livro da que vem a consagrar-se com um novilho e sete carneiros logo
História de Semaías, o profeta, re no de Ido, o vidente, no se faz sacerdote mdaqueles que não são deuses. to Porém,
registro das genealogias? 5 Houve guerras entre Roboão e quanto a nós, o SENHOR é nosso n Deus, e nunca o deixamos;
Jeroboão todos os seus dias. 16 1 Descansou Roboão com seus temos sacerdotes, que ministram ao SENHOR, a saber, os filhos

· -8 71s-2613 J [Dt 28.47-48] - 911Rs 14.25-26 m 1Rs 10 ~~~7;;~~;~5~6 -~;~~;~;~4;~-;;~~1~s-1~;1-;;~rc~~~"~~~.1.5~-~----


15 r 2Cr 9.29; 13.22 s 1Rs 14.30 16 12Cr 11.20-22 1 Morreu e reuniu-se aos seus ancestrais
CAPÍTUL013 t ª1Rs15.1 b1Rs12.17 21Maaca, 1Rs15.2;2Cr11.20-21 4cJs18.22 Sd2Sm7.8-16eLv213;Nm18.19
611 Rs 11.28; 12.20 U Jz 9.4 h 2Cr 12.13 8i1Rs 12.28; 14.9; 2Cr 11.15; [Os 8.4-6] 9 i2Cr 11.13-15 IÉx 29.29-33 m Jr 211. 5.7
tonJs24.15
tar para o arrependimento. Se fossem bem sucedidas nisso, a ameaça de juízo era, • 13.3 quatrocentos mil homens ... oitocentos mil homens. Judá estava
com freqüência. removida. adiada ou abrandada (Jr 18.1-12; JI 2.12-14; Jn 3) apequenado diante de Israel. destacando assim o poder de Deus em favor da fiel
•12.12 em Judá ainda havia boas coisas. Enquanto Roboão continuava aso- Judá (1Cr 1223, nota; 19.7, nota).
frer por seus pecados. Deus estabeleceu graciosamente o seu reino e abençoou a • 13.4-12 Odiscurso de Abias contra o Reino do Norte deixou claro que a dinastia
nação. de Davi era aprovada por Deus e que o culto no templo de Jerusalém fora estabe-
•12.14 Fez ele o que era mau. Provavelmente. uma referência aos pecados de lecido por Deus.
Roboão em seu quarto ano (vs. 1-2, nota). 1Rs 14.29-31 não inclui essa observa- •13.4 monte Zemaraim. Ficava nas regiões fronternças entre Judá e Israel, pro-
ção. vavelmente no território de Benjamim (cf Js 18.22).
•12.15 escritos no Livro. Ver a Introdução a 1Crônicas: Autor. •13.6 Jeroboão... se rebelou. Abras apelou para o exército do Norte, lançando
•13.1-14.1 A narrativa do reinado de Abias em Crônicas (13.2-21) difere consi- a culpa sobre Jeroboão pela sua rebeldia contra Roboão.
deravelmente da narrativa em Reis (1 Rs 15.3-5). Crónicas enfatiza o lado positivo
•13.7 jovem e indeciso, não lhes pôde resistir. Abias explica que o delito de
do reinado de Abias. enquanto que o escritor de Reis enfoca o lado negativo (1 Rs
Roboão contra as tribos do Norte (1O1-17) foi resultado de sua juventude e inex-
15.3). Crônicas relata o discurso de Abias contra o Reino do Norte (13.4-12), bem
periência (cf 1Cr 22.5; 29.1; 2Cr 1213).
como sua confiança em Deus nas batalhas. o que é demonstrado pela oração
(1314) •13.8 Reino do SENHOR. Apesar do delito de Roboão, opor-se à dinastia de Davi
•13.1 Abias. Ele reinou entre 913-910 a C. enquanto Jeroboão 1governava o era resistir ao próprio Deus.
Reino do Norte (930-909 a.C.). •13.9 Lançastes fora os sacerdotes ... e os levitas. Oautor de Crónicas já ti-
•13.2 Micaía. Uma variante lingüística de "Maaca" (ver 11.20; 1Rs 15 2) Maa- nha mencionado a saída desses levitas como uma indicação da bênção divina a
ca. ao que tudo indica, era a neta de Absalão, através de sua filha, Tamar. e do Roboão (1113-17 e notas).
marido dela, Uriel, de Gibeá. •13.1 Onunca o deixamos. Fazendo contraste com o Reino do Norte. Judá ti-
guerra entre Abias e Jeroboão. 1Rs15.6-7 menciona essa guerra, mas Crôni- nha permanecido fundamentalmente leal ao templo. aos sacerdotes e aos levitas
cas dá maiores detalhes. incluindo o traçado das linhas de batalha, o discurso de (mas ver 12.1-2). Esse parecer sobre as condições de Judá foi revertido nos dias
Abias, a própria batalha e o resultado da mesma. de Ezequias (29.4-11. nota; 30.6-9. nota).
2 CRÔNICAS 13, 14 512
de Arão e os levitas na sua obra. 11 ºCada dia, de manhã e à fez como o que disse, estão escritos bno 3 Livro da História do
tarde, oferecem holocaustos e queimam incenso aromático, Profeta Ido.
dispondo Pos pães da proposição sobre a mesa puríssima e o
candeeiro de ouro e as suas lâmpadas qpara se acenderem cada O reinado de Asa
tarde, porque nós guardamos o preceito do SENHOR, nosso Abias descansou com seus pais, e o sepultaram na
Deus; porém vós o deixastes. 12 Eis que Deus está conosco, rà
nossa frente, 5 como também os seus sacerdotes, tocando com
14 Cidade de Davi. seu lugar reinou seu filho Asa,
ªEm
em cujos dias a terra esteve em paz dez anos. Asa fez o que2
as trombetas, para rebate contra vós outros, ó filhos de Israel; era bom e reto perante o SENHOR, seu Deus. 3 Porque aboliu
não pelejeis contra o SENHOR, Deus de vossos pais, porque não os altares dos deuses estranhos e bo culto nos 1 altos,
sereis bem sucedidos. 13 Mas Jeroboão ordenou aos que cquebrou as colunas de cortou os postes-ídolos. 40rdenou a
estavam de emboscada que fizessem uma volta e dessem con- Judá que ebuscasse ao SENHOR, Deus de seus pais, e que
tra eles por detrás; de maneira que estavam em frente dos observasse a lei e o mandamento. 5 Também aboliu de todas
homens de Judá, e a emboscada, por detrás deles. 14Qlhou as cidades de Judá o culto nos 2 altos e os altares do incenso; e
Judá e viu que a peleja estava por diante e por detrás; então, houve paz no seu reinado.
1
clamaram ao SENHOR, e os sacerdotes tocaram as trombetas. 6 Edificou cidades fortificadas em Judá, pois havia paz na
15 Os homens de Judá gritaram; quando gritavam, "feriu Deus terra, e não houve guerra contra ele naqueles anos, por-
a Jeroboão e a todo o Israel diante de Abias e de Judá. 16 Os quanto o SENHOR ilhe dera repouso. 7 Disse, pois, a Judá:
filhos de Israel fugiram de diante de Judá, pois Deus os Edifiquemos estas cidades, cerquemo-las de muros e torres,
entregara nas suas mãos. 17 De maneira que Abias e o seu povo portas e ferrolhos, enquanto a terra ainda está em paz diante
fizeram grande matança entre eles; porque caíram feridos de de nós, pois temos buscado ao SENHOR, nosso Deus; temo-lo
Israel quinhentos mil homens escolhidos. 18 Assim, foram buscado, e ele nos deu repouso de todos os lados. 8 Edifica-
humilhados os filhos de Israel naquele tempo; prevaleceram os ram e prosperaram. Tinha Asa, no seu exército, trezentos
filhos de Judá, vporque confiaram no SENHOR, Deus de seus mil de Judá, que traziam 3 pavês e lança, e duzentos e oiten-
pais. 19 Abias perseguiu aJeroboão e lhe tomou cidades: Betel, ta mil de Benjamim, que traziam escudo e atiravam com
Jesana e xEfrom2 , com suas respectivas vilas. 20 Jeroboão não garco; todos eram homens hvalentes.
restaurou mais o seu poder no tempo de Abias; 2 feriu o SENHOR
a Jeroboão, que ªmorreu. 21 Abias, porém, se fortificou, e Asa 11ence a Zerá, o etíope
tomou para si catorze mulheres, e gerou vinte e dois filhos e 9 ;zerá, o etíope, saiu contra eles, com um exército de um
dezesseis filhas. 22 Quanto aos mais atos de Abias, tanto o que milhão de homens e trezentos carros, e chegou até iMaressa.

• °
11 Êx 29.38; 2Cr 2.4 P Êx ;5.30; Lv 24.5-9 q Êx 27.20-21; Lv 24.2-3 12 r Js 5.13-15; [Hb; ;O] s lNm 108-10) 141 Js 24.7; 2Cr
6.34-35; 14.11 15 u 1Rs 14.14; 2Cr 14.12 18 v 1Cr 5.20; 2Cr 14.11; [SI 22.5) 19 x Js 15.9 2 Ou Efraim 20 z 1Sm 2.6; 25.38; At
12.23a1Rs 14.20 22 b2Cr 9.29 3Qu comentário, Hebr. midrash
ª
CAPÍTULO 14 1 1Rs 15.8 3 b 1Rs 15.14; 2Cr 15.17 C(Êx 34.13) d 1Rs 11.7 1 Lugares para culto pagão 4 "[2Cr 7.14) 5 2Lugares
para culto pagão 6/2Cr 15.15 8g1Cr 12.2 h 2Cr 13.3 3 escudos grandes 9 i 2Cr 12.2-3; 16.8 j Js 15.44
•13.11-12 O discurso de Abias refere-se ao seu cuidado pela adoração correta. 16.1-1 O). Ohistoriador contrasta os resultados de confiar em Deus (15.8-19) com
Os leitores originais de Crônicas estavam restabelecendo a adoração em os resultados de confiar na força humana (16.2. nota; 20.20, nota).
Jerusalém, após a volta dos judeus do exílio na Babilônia. •14.2 Asa. Ele reinou de 911 a 870 a.e.
•13.12 Eis que Deus está conosco. Ver Is 7.14, notas; Nm 14.9; SI 46.7; Mt •14.3 aboliu ... o culto nos altos. Asa removeu os lugares altos pagãos, tanto
1.23. A presença de Deus com o exército de Judá garantiu a vitória. Abias afirmou em Jerusalém como em "todas as cidades de Judá" (14.5). mas 15.17 (1Rs
que Deus estava com Judá. mesmo em uma batalha contra o Reino do Norte. 15.14) indica que esses esforços iniciais não continuaram por toda a sua vida.
•13.14 clamaram ao SENHOR. Em sua oração dedicatória, Salomão tinha Uma explicação similar diz respeito às descrições da remoção dos lugares altos
falado sobre orar a Deus na batalha (6.34, nota). A oração aparece como o fator por Josafá (cf. 17.6; 2033)
decisivo na batalha (1Cr4.9, nota). •14.4 buscasse ao SENHOR. Ver nota em 7.14.
•13.15 todo o Israel. Neste contexto, o Reino do Norte. observasse a lei e o mandamento. Ver nota em 1Cr16.40.
•13.18 foram humilhados. Vernota em 1Cr 20.4. •14.6 não houve guerra. Aparentemente, isso significa que não houve guerras
porque confiaram no SENHOR. Confiança no poder do Senhor. ao invés de grandes durante esse período. O escritor diz, mais adiante, que Asa tinha
confiar no poder humano, é um tema dominante em 1e2Crônicas (16.2, nota). capturado algumas cidades de Efraim durante esse tempo (15.8).
•13.20-21 Os resultados para Jeroboão e Abias indicam se Deus os aprovava ou o SENHOR lhe dera repouso. Crônicas apresenta a paz durante o reinado de Asa
desaprovava. Jeroboão nunca se recuperou de sua derrota. Abias, porém, ficou como uma bênção pela sua devoção e obediência a Deus (14.2.,.---16.14, nota;
mais forte e teve muitos filhos (1Cr13.13, nota). 1Cr 22.9, nota).
•13.22 da História do Profeta Ido. Ver Introdução a 1Crônicas: Autor. •14.6-7 Edificou ... Edifiquemos. Deus também ajudou Asa em seus proietos
•14.1 a terra esteve em paz. Ver nota em 1Cr 22.9. de construção (1Cr 11.5, nota).
•14.2-16.14 Este relato sobre o reinado de Asa é consideravelmente mais •14.7 pois temos buscado ao SENHOR. Asa diz aqui, abertamente, que seu
longo do que o de 1Rs 15.9-24. Oreinado de Asa é apresentado em duas partes: sucesso veio de ter buscado a Deus (v. 4).
anos de fidelidade e bênção (14.2-15.19) e anos posteriores de infidelidade e •14.8-15 Quando Zerá atacou, Asa buscou o Senhor e logrou vitória, cumprindo
maldição /cap. 16). Essas duas partes formam um padrão de paralelos assim a súplica de Salomão em sua oração (6.34, nota). Essa batalha contrasta
contrastantes. A crescente prosperidade de Asa (14.2-7) é equilibrada pela diretamente com a batalha posterior de Asa contra Baasa (16.1-6; ver nota em
seção final que conta sua enfermidade e morte (16.11-14). A seção principal diz 142-16.14).
respeito à guerra. aos encorajamentos proféticos e à reação do rei (14.8-15.19; •14.8 O exército de Asa totalizava 580 mil homens. O exército agressor era
513 2 CRÔNICAS 14-1 6
10 Então, Asa saiu contra ele; e ordenaram a batalha no vale de filho de 2 0dede, cobrou ânimo e lançou as abominações fora
Zefatá, perto de Maressa. 11 1c1amou Asa ao SENHOR, seu de toda a terra de Judá e de Benjamim, como também das cida-
Deus, e disse: SENHOR, m além de ti não há quem possa socorrer des ique tomara na região montanhosa de Efraim; e renovou o
numa batalha entre o poderoso e o fraco; ajuda-nos, pois, altar do SENHOR, que estava diante do pórtico do SENHOR.
SENHOR, nosso Deus, porque em ti confiamos e nno teu nome 9 Congregou todo o Judá e Benjamim e 1também os de Efraim,
viemos contra esta multidão. SENHOR, tu és o nosso Deus, não Manassés e Simeão que moravam no seu meio, porque muitos
prevaleça contra ti o homem. 12 O SENHOR ºferiu os etíopes de Israel desertaram para ele, vendo que o SENHOR, seu Deus,
diante de Asa e diante de Judá; e eles fugiram. 13 Asa e o povo era com ele. 10 Reuniram-se, em Jerusalém, no terceiro mês,
que estava com ele os perseguiram até PGerar; e caíram os no décimo quinto ano do reinado de Asa. 11 mNaquele dia, ofe-
etíopes sem restar nem um sequer; porque foram destroçados receram em sacrifício ao SENHOR, do despojo que trouxeram,
diante do SENHOR e diante do seu exército, e levaram dali mui setecentos bois e sete mil ovelhas. 12 nEntraram em aliança de
grande 4 despojo. 14 Feriram todas as cidades ao redor de Ge- buscarem ao SENHOR, Deus de seus pais, de todo o coração e
rar, porque 0 o terror do SENHOR as havia invadido; e saquea- de toda a alma; 13 ºe de que todo aquele que não buscasse ao
ram todas as cidades, porque havia nelas 5 muita presa. SENHOR, Deus de Israel, Pmorresse, tanto o menor como o
15 Também feriram as tendas dos donos do gado, levaram ove- maior, tanto homem como mulher. 14 Juraram ao SENHOR, em
lhas em abundância e camelos e voltaram para Jerusalém. alta voz, com júbilo, e com clarins, e com trombetas. 15 Todo o
Judá se alegrou por motivo deste juramento, porque, de todo o
As reformas religiosas de Asa coração, eles juraram e, de toda a boa vontade, ºbuscaram ao
ªVeio o Espírito de Deus sobre Azarias, filho de Ode- SENHOR, e por eles foi achado. O SENHOR lhes deu rpaz por
15 de. 2 Este saiu 1 ao encontro de Asa e lhe disse: Ouvi- toda parte.
me, Asa, e todo o Judá, e Benjamim. bQ SENHOR está convos- 16 O rei Asa depôs também a s Maaca, sua 3 mãe, da digni-
co, enquanto vós estais com ele; cse o buscardes, ele se deixa- dade de rainha-mãe, porquanto ela havia feito a 4 Aserá, uma
rá achar; porém, dse o deixardes, vos deixará. 3 "Israel esteve abominável imagem; Asa destruiu-lhe a imagem, que, feita em
por muito tempo sem o verdadeiro Deus, sem !sacerdote que pó, queimou no vale de Cedrom. 17 10s 5 altos, porém, não fo-
o ensinasse e sem glei. 4 Mas, h quando, na sua angústia, eles ram tirados de Israel; todavia, o coração de Asa foi perfeito
voltaram ao SENHOR, Deus de Israel, e o buscaram, foi por todos os seus dias. 18 Trouxe à Casa de Deus as coisas consagra-
eles achado. 5 Naqueles tempos, não havia paz nem para os das por seu pai e as coisas que ele mesmo consagrara: prata,
que saíam nem para os que entravam, mas muitas perturba- ouro e objetos de utilidade. 19 Não houve guerra até ao trigési-
ções sobre todos os habitantes daquelas terras. 6 1Porque na- mo quinto ano do reinado de Asa.
ção contra nação e cidade contra cidade se despedaçavam,
pois Deus os conturbou com toda sorte de angústia. 7 Mas Asa faz aliança com o rei da Síria
sede fortes, e não desfaleçam as vossas mãos, porque a vossa No trigésimo sexto ano do reinado de Asa, subiu ªBa-
obra terá recompensa.
8 Ouvindo, pois, Asa estas palavras e a profecia do profeta,
16
asa, rei de Israel, contra Judá e edificou a Ramá, bpara
que a ninguém fosse permitido sair de junto de Asa, rei de

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CAPÍTULO 15 1 a 2Cr 20.14; 24.20 2 b [Tg 4.8] '[1 Cr 28 9] d 2Cr 24.20 1 diante de 3 e Os 3.4 /2Rs 12.U Lv 10.11 4 h [Dt 4 29]
6 iMt 24.7 8i2Cr 13.19 zs e V deAzanas, filho de Odede, TM e [)(XdeOdedeoprofeta 912cr11.16 11 m2cr 14.13-15 12 n2Rs
23.3 13 o Êx 22.20 PDt 13.5-15 15 q 2Cr 15.2 r2cr 14.7 16 s 1Rs 15.2, 1O,13 3 Ou avó 4 Uma divindade cananita 17 ti Rs 15.14;
2Cr 14.3,5 5 Lugares para culto pagão
CAPÍTULO 16 1a1Rs 15.17-22 b2Cr 15.9
quase o dobro em forças ("um milhão de homens", v. 9). Quanto a esses numero- •15.9 desertaram para ele. Israelitas vindos das tribos do Norte (11.14, nota)
sos exércitos, ver nota em 1Cr 12.23. desertaram e se uniram a Asa, quando ele suprimiu a idolatria e restabeleceu a
•14.9 Zerá, o etíope. Talvez um general do Faraó Osorcom I, segundo monarca adoração em Jerusalém.
da vigésima segunda dinastia egípcia A "Etiópia", na Bíblia, é a remota região ao •15.12 Entraram em aliança. A renovação da aliança aqui continua o relaciona-
sul do Egito, incluindo porções das modernas Entréia, Etiópia e Sudão. mento de Deus com seu povo através das gerações. Asa (15.12), Joiada (23.16),
um milhão de homens. Ver 1Cr 19.7, nota. Ezequias (29.1 O) e Josias (34.30-32) lideram a nação em tais renovações.
•14.11 o fraco. Asa expressou sua incapacidade para a batalha contra Zerá •15.13 morresse. A lei de Moisés prescrevia a pena capital para aqueles que
(20 12, nota) buscassem outros deuses (Êx 22.20; Dt 13.6-16).
em ti confiamos. A confiança no poder do Senhor foi a chave da vitória de Asa •15. 15 paz por toda parte. Ver nota em 1Cr 22.9.
(16.2, nota) •15.17 todos os seus dias. Ver nota em 14.3.
•15.1-7 Azarias proclamou o princípio da retribuição, tão freqüentemente •15.19 Não houve guerra. Ver nota em 14.6.
ilustrado neste relato sobre a monarquia dividida. A fidelidade a Deus traz a •15.19-16.1 trigésimo quinto ano ... trigésimo sexto ano. Reis registra
bênção; a deslealdade resulta no castigo divino. que Elá sucedeu a Baasa no vigésimo sexto ano de Asa (1 Rs 15.33; 16 8), Zinri,
•15.2 se o buscardes. Ver notas em 7.14 e 1Cr 28.9. no vigésimo sétimo ano de Asa (1 Rs 16 10, 15) e Onri, no trigésimo primeiro ano
•15.4 voltaram ao SENHOR. Ver nota em 7.14. de Asa (1Rs 16.23) Em conseqüência, essa batalha não pode ter ocorrido no ano
•15.8-19 Asa reagiu aos profetas iniciando novas reformas (v. 8) e uma trigésimo sexto de Asa (16.1 ), visto que Baasa já estaria morto há dez anos.
assembléia de renovação da aliança (vs. 9-15); ele foi ao extremo de depor Nenhuma solução simples para essa dificuldade tem sido encontrada.
Maaca, sua parenta, por causa da apostasia religiosa dela (vs. 16-19). •16.1-6 A batalha de Asa contra Baasa, de Israel, deu início à sua queda. Ele
2 CRÔNICAS 16, 17 514
Judá, nem chegar a ele. 2 Então, Asa tomou prata e ouro dos os últimos, estão escritos no Livro da História dos Reis de
tesouros da Casa do SENHOR e dos tesouros da casa do rei e Judá e Israel. 12 No trigésimo nono ano do seu reinado, caiu
enviou servos a Ben-Hadade, rei da Síria, que habitava em Asa doente dos pés; a sua doença era em extremo grave;
Damasco, dizendo: 3 Haja aliança entre mim e ti, como hou- contudo, na sua enfermidade nnão recorreu ao SENHOR, mas
ve entre meu pai e teu pai. Eis que te mando prata e ouro; vai confiou nos médicos. 13 ºDescansou 1 Asa com seus pais;
e anula a tua aliança com Baasa, rei de Israel, para que se reti- morreu no quadragésimo primeiro ano do seu reinado.
re de mim. 4 Ben-Hadade deu ouvidos ao rei Asa e enviou os 14 Sepultaram-no no sepulcro que mandara 2 abrir para si na
capitães dos seus exércitos contra as cidades de Israel; e feriu Cidade de Davi; puseram-no sobre um Jeito, que se enchera
a Ijom, a Dã, a Abel-Maim e todas as cidades-armazéns de Pde perfumes e de várias especiarias, preparados segundo a
Naftali. s Ouvindo isso Baasa, deixou de edificar a Ramá e arte dos perfumistas. qFoi mui grande a queima que lhe
não continuou a sua obra. ó Então, o rei Asa tomou todo o fizeram destas coisas.
Judá, e trouxeram as pedras de Ramá e a sua madeira com
que Baasa a edificara; com elas edificou Asa a Geba e a Mispa. Estabelecido o reinado de fosafá
Em lugar de Asa, ªreinou seu filho Josafá, que se for-
Asa repreendido por Hanani
7Naquele tempo, cveio Hanani a Asa, rei de Judá, e lhe
17 tificou contra Israel; 2 ele pôs tropas em todas as ci-
dades fortificadas de Judá e estabeleceu guarnições na terra
disse: dPorquanto confiaste no rei da Síria e não confiaste no de bJudá, como também nas cidades de Efraim, cque Asa,
SENHOR, teu Deus, o exército do rei da Síria escapou das tuas seu pai, tinha tomado. 3 O SENHOR foi com Josafá, porque
mãos. 8 Acaso, não foram eos etíopes e los líbios grande andou nos primeiros caminhos de Davi, seu pai, e não pro-
exército, com muitíssimos carros e cavaleiros? Porém, tendo curou a baalins. 4 Antes, procurou 1 ao Deus de seu pai e an-
tu confiado no SENHOR, ele os entregou gnas tuas mãos. dou nos seus mandamentos e não segundo das obras de
9 hPorque, quanto ao SENHOR, seus olhos passam por toda a Israel. s O SENHOR confirmou o reino nas suas mãos, e todo
terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é o Judá e deu presentes aJosafá,lo qual teve riquezas e glória
totalmente dele; nisto iprocedeste loucamente; por isso, em abundância. ó Tornou-se-lhe ousado o coração em seguir
desde agora, ihaverá guerras contra ti. 10 Porém Asa se os caminhos do SENHOR, e ainda gtirou os 2 altos e os postes-
indignou contra o vidente e 1o lançou no cárcere, no tronco, ídolos de Judá. 7 No terceiro ano do seu reinado, enviou ele
porque se enfurecera contra ele por causa disso; na mesma os seus príncipes Ben-Hail, Obadias, Zacarias, Natanael e
ocasião, oprimiu Asa alguns do povo. Micaías, hpara ensinarem nas cidades de Judá; 8 e, com eles,
os levitas Semaías, Netanias, Zebadias, Asael, Semiramote,

....====
A morte de Asa Jônatas, Adonias, Tobias e Tobe-Adonias; e, com estes levi-
11 mEis que os mais atos de Asa, tanto os primeiros como tas, os sacerdotes Elisama e Jeorão. 9 iEnsinaram em Judá,

~ 7 C1Rs 16.1; 2Cr 19.2 d2Cr 32.8-10; SI 118.9; [Is 311; Jr 17.5] 8 e2cr 14.9f2Cr 12.H2Cr 13.16.18 9 hJó 34.21; [Pv 5.21; 15.3; Jr 16.17;
32.19]; Zc 4.10 i 1Sm 13.13i1 Rs 15.32 10 12Cr 18.26; Jr 20.2; Mt 14.3 11 m 1Rs 15.23-24; 2Cr 14.2 12 n [Jr 17.5) 13 o 1Rs
15.24 1 Morreu e reuniu-se aos seus ancestrais 14 P Gn 50.2; Me 16.1; Jo 19.39-40 q 2Cr 21.19; Jr 34.5 2 Lit. cavar
ª
CAPITULO 17 1 1Rs 15.24; 2Cr 20.31 2 b2Cr 11.5 c2cr 15.8 4 d1Rs12.28 1 IYJ<ao SENHOR Deus 5e1Sm 10.27; 1Rs10.25f2Cr
18.1 6g1Rs 22.43; 2Cr 15.17; 19.3; 20.33 2 Lugares para culto pagão 7 h 2Cr 15.3; 35.3 9 iDt 6.4-9; 2Cr 35.3; Ne 8.3.7
buscou a ajuda de Ben-Hadade, da Síria, em nítido contraste com a sua batalha •16.11-14 A rejeição de Asa à palavra profética levou à sua enfermidade e morte
contra Zerá, quando ele confiou no Senhor (14.2~ 16.14, nota) 114.2-16.14, nota).
•16.2 tesouros da Casa do SENHOR ... a Ben-Hadade. Os atos de Asa foram •16.12 médicos. Asa continuou afastando-se do Senhor e confiando na força
errados em dois pontos. Ele tirou tesouros do templo. mostrando desconsidera- humana. OAntigo Testamento não hesita em prescrever tratamento médico para
ção pelo templo e seu culto (cf. 28.21 ). Em segundo lugar, aliou-se a uma enfermidades tísicas 12Rs 20.5-7, e o uso de bálsamo, em Jr 8.22; 51.8), mas
potência estrangeira, em lugar de confiar no Senhor. O historiador demonstra nunca separa o uso dos remédios naturais da busca à ajuda divina (Dt 32.391.
muitas vezes quão benéfico é confiar em Deus (1 Cr 5.20; 2Cr 13.18; 14.11-15;
•16.14 mui grande a queima que lhe fizeram. Essas fogueiras não eram de
16.7-8; 32.20-22). Ele também deplora alianças com o estrangeiro e salienta cremação, mas memoriais que honravam reis falecidos. Contrastar as honras
suas terríviJiS conseqüências (18.1; 19.2; 20.35-37; 22.3-9; 25.7; 28.16-21;
prestadas a Asa com a reação à morte de Jeorão (21.19).
35.21, nota), úma advertência adequada para aqueles que estavam reedificando
a nação, depois da volta do exílio na Babilônia. •17.1-21.3 A narrativa sobre o reinado de Josatá incorpora a maior parte do
relato em Reis lcf. 1Rs 22.1-35 com 2Cr 18.2-34; 1Rs 22.41-46,49 com 2Cr
•16.7-10 Em contraste com o episódio anterior do encorajamento de Azarias e
2031-36), adicionando algum material e um sumário de seu governo.
das reformas de Asa (cap. 15), 1-ianani agora repreendia o rei Asa, o qual reagiu
negativamente (14.12~16.14, nota). •17.1 Josafá. Ele reinou entre 872-848 a.e. Éprovável que Josafá tenha sido
•16.7 escapou das tuas mãos. Baasa abandonou sua posição antes da co-regente de Asa por três anos (872-869 a.C.), por causa da doença de Asa
chegada de Asa e de Ben-Hadade. impedindo assim a vitória de Asa 116.5). 116.11-14; cf. 20.31. nota).
•16.8 não foram os etíopes. Hanani referiu-se diretamente ao contraste com a •17.2 cidades de Efraim. Ver nota em 14.6.
vitória de Asa sobre Zerá 114.8-15). Os "etíopes" era,m um povo ao sul do Egito. •17.6 os altos. Ver nota em 14.3.
Os "líbios" eram um povo que habitava no Norte da Africa. •17. 7 No terceiro ano. A missão didática teve lugar, provavelmente, logo de-
•16.9 desde agora, haverá guerras contra tí. Hanani ameaça com o juízo pois da morte de Asa (17.1, nota).
divino, por causa da infidelidade de Asa (1 Cr 28.9, nota; 2Cr 14.6, nota). •17.7-8 príncipes ... levitas. Os oficiais do rei toram acompanhados por levitas,
•16.1 Oalguns do povo. Presumivelmente. aqueles que concordavam com o a quem Moisés tinha designado como mestres do povo (1Cr26.29-32. nota; 2Cr
profeta Hanani. 19.5-11. nota).
515 2 CRÔNICAS 17, 18
tendo consigo o Livro da Lei do SENHOR; percorriam todas as SENHOR; porém eu o aborreço, porque nunca profetiza de
cidades de Judá e ensinavam ao povo. mim o que é bom, mas somente o que é mau. 8 Este é Mi-
to !Veio o terror do SENHOR sobre todos os reinos das ter- caías, filho de Inlá. Disse Josafá: Não fale o rei assim.
ras que estavam ao redor de Judá, de maneira que não fize- Então, o rei de Israel chamou um oficial e disse: Traze-me
ram guerra contra Josafá. 11 Alguns dos filisteus 1traziam depressa a Micaías, filho de Inlá. 9 O rei de Israel e Josafá,
presentes a Josafá e prata como tributo; também os arábios rei de Judá, estavam assentados, cada um no seu trono,
lhe trouxeram gado miúdo, sete mil e setecentos carneiros e vestidos de trajes reais, numa eira à entrada da porta de
sete mil e setecentos bodes. 12 Josafá se engrandeceu em ex· Samaria; e todos os profetas profetizavam diante deles.
tremo, continuamente; e edificou fortalezas e cidades- 10 Zedequias, filho de Quenaana, fez para si guns chifres
armazéns em Judá. 13 Empreendeu muitas obras nas cida- de ferro e disse: Assim diz o SENHOR: Com este, escornea-
des de Judá; e tinha, em Jerusalém, gente de guerra e ho- rás os siros, até de todo os consumir. 11 Todos os profetas
mens valentes. 14 Este é o número deles segundo as suas profetizaram assim, dizendo: Sobe a Ramote-Gileade e
famílias: em Judá, eram capitães de mil: o chefe Adna e, triunfarás, porque o SENHOR a entregará nas mãos do rei.
com ele, trezentos mil homens valentes; 15 depois dele, o
capitão Joanã e, com ele, duzentos e oitenta mil; 16 e, de- A profecia de Micaías
pois, Amasias, filho de Zicri, mque, voluntariamente, se ofe- 12 O mensageiro que fora chamar a Micaías falou-lhe, di-
receu ao serviço do SENHOR, e, às suas ordens, duzentos mil zendo: Eis que as palavras dos profetas, a uma voz, predi-
homens valentes. 17 De Benjamim, Eliada, homem valente, zem coisas boas para o rei; seja, pois, a tua palavra como a
e, com ele, duzentos mil, armados de arco e de escudo; palavra de um deles, e fala o que é bom. 13 Respondeu Mi-
18 depois dele, Jozabade, com cento e oitenta mil armados caías: Tão certo como vive o SENHOR, h o que meu Deus me
para a guerra. 19 Estavam estes no serviço do rei, afora nos disser, isso falarei. 14 E, vindo ele ao rei, este lhe perguntou:
que o rei tinha posto nas cidades fortificadas por todo o Micaías, iremos a Ramote-Gileade, à peleja, ou deixarei de
Judá. ir? Ele respondeu: Sobe e triunfarás, porque eles serão entre-
gues nas vossas mãos. 15 O rei lhe disse: Quantas vezes te
Aliança entre fosafá e Acabe conjurarei que não me fales senão a verdade em nome do
ªTinha Josafá riquezas e glória em abundância; e SENHOR? 16 Então, disse ele: Vi todo o Israel 1disperso pelos
18 baparentou-se com e Acabe. 2 d Ao cabo de alguns
anos, foi ter com Acabe, em Samaria. Acabe matou ovelhas e
montes, como ovelhas que não têm !pastor; e disse o
SENHOR: Estes não têm dono; torne cada um em paz para
bois em abundância, para ele e para o povo que viera com ele; sua casa. 17 Então, o rei de Israel disse a Josafá: Não te disse
e o persuadiu a subir, com ele, a Ramote-Gileade. 3 Acabe, rei eu que ele não profetiza a meu respeito o que é bom, mas so-
de Israel, perguntou a Josafá, rei de Judá: Irás tu, comigo, a mente o que é mau? 18 Micaías prosseguiu: Ouvi, pois, a pa-
Ramote-Gileade? Respondeu-lhe Josafá: Serei como tu és, o lavra do SENHOR: Vi o SENHOR assentado no seu 1trono, e
meu povo, como o teu povo; iremos, contigo, à peleja. todo o exército do céu estava à sua direita e à sua esquerda.
19 Perguntou o SENHOR: Quem enganará Acabe, o rei de
As promessas dos falsos profetas Israel, para que suba e caia em Ramote-Gileade? Um dizia
4 Disse mais Josafá ao rei de Israel: e consulta, primei- desta maneira, e outro, de outra. 20 Então, msaiu um espíri-
ro, a palavra do SENHOR. 5 Então, o rei de Israel ajuntou os to, e se apresentou diante do SENHOR, e disse: Eu o engana-
profetas, quatrocentos homens, e lhes disse: Iremos à pe- rei. Perguntou-lhe o SENHOR: Com quê? 21 Respondeu ele:
leja contra Ramote-Gileade ou deixarei de ir? Eles disse- Sairei e serei espírito mentiroso na boca de todos os seus
ram: 6 Sobe, porque Deus a entregará nas mãos do rei. profetas. Disse o SENHOR: Tu o enganarás e ainda prevalece-
Disse, porém, Josafá: Não há, aqui, ainda algum profeta do rás; sai e faze-o assim. 22 Eis que no SENHOR pôs o espírito
SENHOR, para f o 1 consultarmos? 7 Respondeu o rei de Is- mentiroso na boca de todos estes teus profetas e o SENHOR


rael aJosafá: Há um ainda, por quem podemos consultar o falou o que é mau contra ti.

10 f Gn 35.5; 2Cr 14.14 11 12Sm 8.2; 2Cr 9.14; 26.8 16 m Jz 5.2,9; 1Cr 29.9 19 n 2Cr 17.2
CAPÍTULO 18 l a 2Cr 17.5 b 1Rs 22.44; 2Rs 8.18e1 Rs 22.40 2 d[Êx 23.2]; 1Rs 22.2 4e1 Sm 23.2.4.9; 2Sm 2.1 6f2Rs 3.11
1 ao SENHOR ou ao profeta 10 gzc 1.18-21 13 hNm 22.18-20,35; 23.12,26; 1Rs 22.14 16 i[Jr 23 1-8; 31 1O] iNm 27.17; 1Rs 22.17;
[Ez 34 5-8]; Mt 9.36; Me 6.34 18 lls 6.1-5; Dn 7.9-10 20 m Já 1.6; 2Ts 2.9 22 n Já 12.16-17; Is 19.12-14; Ez 14.9
•17 .9 o Livro da Lei do SENHOR. A identidade desse livro é incerta. Talvez in- de Josafá, Jeoráo, com Atalia, filha de Acabe (21.6; 22.2). Em Reis, Acabe repre-
cluísse o Pentateuco inteiro, mas, à luz da natureza das reformas de Josafá senta o máximo da apostasia do Reino do Norte (1Rs1630). Cf. 19.1-3 e ver nota
(19.4-11). pode ter se limitado somente ao Livro de Deuteronômio. em 16.2.
•17 .1 Oo terror do SENHOR. Omedo do poder divino, exibido na força militar de •18.2 o persuadiu. No hebraico, essa expressáo pode ter a conotaçáo de convi-
Josafá, lhe deu paz com outras nações l1Cr 14.17, nota). dar à apostasia [Dt 13.6; 1Cr 21 1)
•17.12 edificou fortalezas e cidades-armazéns. Ver nota em 1Cr11.5.
•17.14-18 Quanto a esses grandes números, ver nota em 1Cr 12.23. Ramote-Gileade. Uma cidade a 48 km a leste do rio Jordão, mais próxima do
•18.1-19.3 Em contraste com seus primeiros anos, Josafá ficou sujeito à mar da Galiléia do que do mar Morto. Pertencia a Israel desde os dias de Moisés
(Dt 4.43; Js 20.8). Ben-Hadade não devolveu a cidade a Israel, conforme ele tinha
maldiçáo de Deus, por ter ignorado o aviso profético e ter feito uma aliança com
concordado (1Rs 20.34).
o Reino do Norte (16.2, nota; 20.20, nota).
•18.1 aparentou-se com Acabe. Oautor refere-se aqui ao casamento do filho •18.18 Vi o SENHOR. A visão de Micaías sobre as deliberações celestes (cf Jó
2 CRÔNICAS 18-20 516
23 Então, Zedequias, filho de Ouenaana, ªdeu uma contudo, se acharam em ti; porque tiraste os 1postes-ídolos
bofetada em Micaías e disse: 24 Por onde saiu o Espírito do da terra e edispuseste o coração para buscares a Deus.
SENHOR para falar a ti? Disse Micaías: Eis que o verás naquele
mesmo dia, quando entrares de câmara em câmara, para te Nomeação de juízes
esconderes. 25 Então, disse o rei de Israel: Tomai a Micaías e 4 Habitou, pois, Josafá em Jerusalém; tornou a passar pelo
devolvei-o a Amam, governador da cidade, e a Joás, filho do povo desde Berseba até à região montanhosa de Efraim e fez
rei; 26 e direis: Assim diz o rei: PMetei este homem na casa do que ele tornasse ao SENHOR, Deus delseus pais. s Estabeleceu
cárcere e angustiai-o com escassez de pão e de água, até que eu gjuízes no país, em todas as cidades fortificadas, de cidade em
volte em paz. 27 Disse Micaías: Se voltares em paz, não falou o cidade. 6 Disse aos juízes: Vede o que fazeis, porque hnão
SENHOR, na verdade, 0 por mim. Disse mais: Ouvi isto, vós, julgais da parte do homem, e sim da parte do SENHOR, e, ino
todos os povos! julgardes2 , ele está convosco. 7 Agora, pois, seja o temor do
SENHOR convosco; tomai cuidado e fazei-o, porque inão há no
A morte de Acabe SENHOR, nosso Deus, injustiça, nem 1parcialidade, nem aceita
28 Subiram o rei de Israel e Josafá, rei de Judá, a Ramote- ele suborno.
Gileade. 29 Disse o rei de Israel aJosafá: rEu me disfarçarei e 8 Também, 3 depois de terem voltado para Jerusalém,
entrarei na peleja; tu, porém, traja as tuas vestes. Disfarçou- mestabeleceu aí Josafá alguns dos levitas, e dos sacerdotes, e
se, pois, o rei de Israel, e entraram na peleja. 30 Ora, o rei da dos cabeças das famílias de Israel para julgarem da parte do
Síria dera ordem aos capitães dos seus carros, dizendo: Não SENHOR e decidirem as sentenças contestadas. 9 Deu-lhes
pelejareis nem contra pequeno nem contra grande, mas so- ordem, dizendo: Assim, andai nno temor do SENHOR, com
mente contra o rei de Israel. 31 Vendo os capitães dos carros fidelidade e inteireza de coração. 10 ªToda vez que vier a vós
aJosafá, disseram: Este é o rei de Israel. Portanto, a ele se di- outros sentença contestada de vossos irmãos que habitam nas
rigiram para o atacar. Josafá, porém, 5 gritou, e o SENHOR o suas cidades: entre sangue e sangue, lei e mandamento,
socorreu; Deus os desviou dele. 32 Vendo os capitães dos estatutos e juízos, admoestai-os, que não se façam culpados
carros que não era o rei de Israel, deixaram de o perseguir. para com o SENHOR, para que Pnão venha grande ira sobre
33 Então, um homem entesou o arco e, atirando ao acaso, avós e sobre vossos irmãos; fazei assim e não vos tornareis
feriu o rei de Israel por entre as 2 juntas da sua armadura; en- culpados. 11 Eis que r Amarias, o sumo sacerdote, presidirá
tão, disse este ao seu cocheiro: Vira e leva-me para fora do 5
nas coisas que dizem respeito ao SENHOR; e Zebadias, filho
combate, porque estou gravemente ferido. 34 A peleja tornou- de Ismael, príncipe da casa de Judá, nas que dizem respeito
se renhida naquele dia; quanto ao rei, segurou-se a si mesmo ao rei. Também os levitas serão oficiais à vossa disposição.
de pé no carro defronte dos siros, até à tarde, mas, ao pôr- Sede fortes no cumprimento disso, e o SENHOR será tcom os
do-sol, morreu. bons.

O profetafeú repreende afosafá A vitória de fosafá sobre Moabe e Amom


Depois disto, os filhos de ª Moabe e os filhos de
19 Josafá, rei de Judá, voltou para sua casa em paz, para
Jerusalém. 2 ªO vidente Jeú, filho de Hanani, saiu ao
encontro do rei Josafá e lhe disse: Devias tu ajudar ao
2O b Amom, com alguns dos cmeunitas 1 , vieram à peleja
contra Josafá. 2 Então, vieram alguns que avisaram a Josafá,
perverso e bamar aqueles que aborrecem o SENHOR? Por isso, dizendo: Grande multidão vem contra ti dalém do mar e da
e caiu sobre ti a ira da parte do SENHOR. 3 dBoas coisas, 2 Síria; eis que já estão dem Hazazom-Tamar, que é eEn-Gedi.

· - - 2 3 °Jr20.2; Me 14.65; At23.; 26P2Cr16.10 2HDt 18.22 -29 T2Cr35.22 31s;cr1314-15 33 2Duaarma;ura de escama;
e o peitoral
ª
CAPÍTULO 19 2 1Rs 16. l b SI 139.21 c2cr 32.25 3 d2Cr 17.4,6 e2Cr 30.19 1 Hebr Asheroth, divindades cananitas 4/2Cr 15.8-13
5 g [Ot 16.18-20] 6 h [Dt 1.17] i SI 82.1 2 Lit. na questão do julgamento 7 j [Dt 32.4] l[Dt 10.17-18] 8 m 2Cr 17.8 3 L.XX e V para os
habitljntes de Jerusalém 9 n [2Sm 233] 1O o Dt 17.8 P Nm 16.46 q [Ez 3.18] 11 rEd 7.3 s 1Cr 26.30 l[2Cr 15.2; 20 17]
ª
CAPITULO 20 l 1Cr 18.2 b 1Cr 19.15 c2cr 26.7 1 Conforme LXX !compare com 2Cr 26.7); 1M eVamonitas 2 dGn 14.7 e Js 15.62 2Con-
forme TM. LXX e V; mss. Hebr e Lat. Ant. de Edom
1.6-12; Is 6.1-8; Zc 3) demonstra que a soberania de Deus abrange todos os •19.5-11 Josafá estabeleceu um sistema de tribunais, por toda a Judá, para
eventos maus 11 Cr 21. l, nota). tornar obrigatória a lei de Moisés 11Cr26.20-32). Antes, ele tinha enviado líderes,
•18.28 Em contraste com Roboão 111.4) e Asa, após a sua primeira batalha levitas e sacerdotes para ensinar 117.7-9).
115.1-8), Josalá não deu atenção à advertência do profeta. Como resultado, •19.6 ele está convosco. Isso não quer dizer que as decisões deles tossem
Josalá quase morreu 11831). Ver nota em 20.20. inspiradas, mas que Deus aprovava o trabalho dos tribunais em geral. e queria
•18.31 Josafá, porém, gritou. Oescritor adiciona às palavras de 1Rs 22.32 a que as decisões deles fossem de acordo com a lei divina, antes de tudo.
declaração explícita de que "o SENHOR o socorreu", relembrando o pedido de •20.1-30 Essa batalha não foi historiada em Reis. Josafá reagiu a uma séria
Salomão na sua oração dedicatória 1634, nota; 7.14, nota). ameaça militar com uma confiança exemplar no' S_enhor !contrastar sua
•18.34 morreu. Oescritor não reiterou os detalhes da morte de Acabe, que se abordagem à batalha em 18.1-19.3). '
acham em 1Rs 22.36-40. •20.1 filhos de Moabe... Amom. Os descendentes desses inimigos continua-
•19.1-3 Josafá escapou de morrer depois de ter clamado ao Senhor 118.31 ). Mesmo ram sendo uma ameaça a Israel após a volta do exílio babilônico INe 2.19;
assim, Jeú repreendeu-o por causa de seu pecado. Deus tinha castigado Josafá por 41-3,13)
ter dependido de uma aliança com o estrangeiro (16.7-1 O, nota; lCr 28.9, nota). •20.2 Grande multidão vem contra ti. Ver nota em 1Cr 19.7.
517 2 CRÔNICAS 20
3
3 Então, Josafá teve medo e se pôs a !buscar ao SENHOR; e tereis de pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o
gapregoou jejum em todo o Judá. 4 Judá se congregou para salvamento que o SENHOR vos dará, ó Judá e Jerusalém. Não
pedir hsocorro ao SENHOR; também de todas as cidades de temais, nem vos assusteis; amanhã, saí-lhes ao encontro,
Judá veio gente para buscar ao SENHOR. 'porque o SENHOR é convosco.
s Pôs-se Josafá em pé, na congregação de Judá e de Jeru- 18 Então, Josafá dse prostrou com o rosto em terra; e todo
salém, na Casa do SENHOR, diante do pátio novo, 6 e disse: o Judá e os moradores de Jerusalém também se prostraram
Ah! SENHOR, Deus de nossos pais, porventura, não és tu perante o SENHOR e o adoraram. 19 Dispuseram-se os levitas,
'Deus nos céus? iNão és tu que dominas sobre todos os rei- dos filhos dos coatitas e dos coreítas, para louvarem o
nos dos povos? 'Na tua mão, está a força e o poder, e não há SENHOR, Deus de Israel, em voz alta, sobremaneira.
quem te possa resistir. 7 Porventura, mó nosso Deus, "não 20 Pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de
lançaste fora os moradores desta terra de diante do teu povo Tecoa; ao saírem eles, pôs-se Josafá em pé e disse: Ouvi-me, ó
de Israel e não a deste para sempre à posteridade de Abraão, Judá e vós, moradores de Jerusalém! 'Crede no SENHOR, vos·
ºteu amigo? 8 Habitaram nela e nela edificaram um santuá- so Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prospe·
rio ao teu nome, dizendo: 9 PSe algum mal nos sobrevier, es- rareis. 21 Aconselhou-se com o povo e ordenou cantores para
pada por castigo, peste ou fome, nós nos apresentaremos o SENHOR, 1que, vestidos de ornamentos sagrados e marchan-
diante desta casa e diante de ti, pois qo teu nome está nesta do à frente do exército, louvassem a Deus, dizendo: gRendei
casa; e clamaremos a ti na nossa angústia, e tu nos ouvirás e graças ao SENHOR, 1'porque a sua misericórdia dura para sem-
livrarás. 10 Agora, pois, eis que os filhos de Amam e de Moa- pre. 22 Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, ipôs o
be e os do monte Seir, rcujas terras não permitiste a Israel in- SENHOR emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe e
vadir, quando vinham da terra do Egito, mas 5 deles se os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram desbarata-
desviaram e não os destruíram, 11 eis que nos dão o pago, dos. 23 Porque os filhos de Amam e de Moabe se levantaram
1vindo para lançar-nos fora da tua possessão, que nos deste contra os moradores do monte Seir, para os destruir e exter-
em herança. 12 Ah! Nosso Deus, acaso, "não executarás tu minar: e, tendo eles 5 dado cabo dos moradores de Seir, iaju·
o teu julgamento contra eles? Porque em nós não há força daram uns aos outros a destruir-se.
para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, 24 Tendo Judá chegado ao alto que olha para o deserto,
e não sabemos nós o que fazer; porém vos nossos olhos es- procurou ver a multidão, e eis que eram corpos mortos, que
tão postos em ti. jaziam em terra, sem nenhum sobrevivente. 25 Vieram Josa-
13 Todo o Judá estava em pé diante do SENHOR, como fá e o seu povo para saquear os despojos e acharam entre os
também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos. cadáveres riquezas em abundância e 6 objetos preciosos; to-
14 Então, 'veio o Espírito do SENHOR no meio da congrega- maram para si mais do que podiam levar e três dias saquea-
ção, sobre Jaaziel, filho de Zacarias, filho de Benaia, filho de ram o despojo, porque era muito. 26 Ao quarto dia, se
Jeiel, filho de Matanias, levita, dos filhos de Asafe, IS e disse: ajuntaram no vale de Bênção, onde louvaram o SENHOR; por
Dai ouvidos, todo o Judá e vós, moradores de Jerusalém, e tu, isso, chamaram àquele lugar vale de Bênção, até ao dia de
ó rei Josafá, ao que vos diz o SENHOR. zNão temais, nem vos hoje. 27 Então, voltaram todos os homens de Judá e de Jeru-
assusteis por causa desta grande multidão, ªpois a peleja não salém, e Josafá, à frente deles, e tornaram para Jerusalém
é vossa, mas de Deus. 16 Amanhã, descereis contra eles; eis com alegria, porque o SENHOR /os alegrara com a vitória so-
que sobem pela ladeira de Ziz; encontrá-los-eis no fim do bre seus inimigos. 28 Vieram para Jerusalém com alaúdes,
4 vale, defronte do deserto de Jeruel. 17 bNeste encontro, não harpas e trombetas, para a Casa do SENHOR. 29 mVeio da

·-3 /2~;19 g-~d 821~~it pô~-sua


3 fac-: 4 h 2Cr 14.11 6 i Dt 4.39; Js 2 11; [1Rs823]; Mt 6.9 i SI 22.28; 47.2.8; Dn 4.17,;5,32-i 1
29.12; 2Cr 25.8; SI 62.11. Mt 6.13 7 m Gn 13.14-17. 17.7. Êx 6.7 n SI 44.2 o Is 41.8; Tg 2.23 9 P 1Rs 8.33,37; 2Cr 6.28-30 q 2Cr 6.20
~;-
10 rot 24.9.19 s Nm 20 21 11 ISI 83.1-18 12 li Jz 11.27; [1 Sm 3 13] vs12515; 121.1-2; 123.1-2; 141 8 14 XNm 11.25-26; 24.2;
2Cr 15.1; 24.20 1S ZÊx 14 13-14; [Dt 1.29-30; 316.8]; 2Cr 32.7 a 1Sm 1747; Zc 14.3 16 4 /edo de arroio ou ravma 17 bÊx 14.13-14 e Nm
14.9; [2Cr 15.2; 32.8] 18 dÊx 4.31; 2Cr 73; 29 28 20 e1s 79 21/1Cr16 29; SI 292; 90 17; 96.9; 110.H'lCr 1634; SI 106.1; 136.1 h 1Cr
1641. 2Cr 5.13 22 iJz 7 22; 1Sm 14.20 23 i Jz 722; 1Sm1420 5acabado com 25 ôLJns poucos mss Hebr. Lat. Ant.roupas; LXXar-
mas 271Ne1243 29m2Cr14.14;17.10
•20.3-4 apregoou jejum. Josafá reagiu rmediatamente convocando Judá a um era controlado pelo poder divino O profeta relembrou a Josafé que a
1e1um e a buscar o Senhor. Esses atos nos relembram a oração dedicatória de responsabilidade humana depende da soberania de Deus (v 17)
Salomão (ver notas em 634). •20.20-30 A estratégia e o resultado dessa batalha formam um contraste
•20.5-19 A assembléia de Josafá seguiu o padrão lrtúrgico com freqüência notável com a batalha anterior de Josafá 118 28~34 e notas)
associado às orações de lamentação: houve uma oração coletiva (20.5-13); •20.20 crede nos seus profetas e prosperareis. 2Crônrcas. com frequêncra.
houve um oráculo divino de libertação (20.14-17); e o povo respondeu com enfatiza quão rmportante é confiar e obedecer à palavra profética (caps. 10- 12.
louvores (20.18-19). nota; 14.2-16.14, nota; 18.1-19 3. nota; 24 19. nota; 25 1-13. nota;
25.15-16. nota; 28.5-15. nota; 36.15. nota; ver também a Introdução a 1Crônicas:
•20.9 Josafá aplicou a oração dedicatória de Salomão explicitamente à sua Características e Temas). A instrução dada a Josafá contrastou com sua anterior
situação (612-42 e notas). rejeição de Micaías (18 1-32)
•20.12 em nós não há força. Confissão da impotência humana, humildade e •20.21 sua misericórdia dura para sempre. Ver nota em 5.13.
confiança no poder divino também aparecem na oração de Asa (14.11. nota). •20.26 até ao dia de hoje. Ver nota em 1Cr 4.41.
•20.15 não é vossa, mas de Deus. O esforço humano, nas guerras de Israel. •20.29 Veio da parte de Deus o terror. Ver nota em 17.1 O.
2 CRÔNICAS 20, 21 518
parte de Deus o terror sobre todos os reinos daquelas terras, fortificadas em Judá; porém o reino deu a Jeorão, por ser o
quando ouviram que o SENHOR havia pelejado contra os ini- primogênito. 4 Tendo Jeorão 2 assumido o reino de seu pai e
migos de Israel. 30 Assim, o reino de Josafá teve paz, porque havendo-se fortificado, matou todos os seus irmãos à espada,
nDeus lhe dera repouso por todos os lados. como também alguns dos príncipes de Israel. 5 bEraJeorão da
idade de trinta e dois anos quando começou a reinar e reinou
O reinado e a morte de ]osafá oito anos em Jerusalém. 6 Andou nos caminhos dos reis de Is-
31 ªJosafá reinou sobre Judá; tinha trinta e cinco anos rael, como também fizeram os da casa de Acabe, porque ca
quando começou a reinar e reinou vinte e cinco anos em Je- filha deste era sua mulher; e fez o que era mau perante o
rusalém. Sua mãe se chamava Azuba, filha de Sili. 32 Ele an- SENHOR. 7 Porém o SENHOR não quis destruir a casa de Davi
dou no caminho de P Asa, seu pai, e não se desviou dele, por causa da d aliança que com ele fizera, segundo a promessa
fazendo o que era reto perante o SENHOR. 33 Contudo, qos que lhe havia feito de dar a ele, sempre, uma lâmpada e a
7 altos não se tiraram, porque o povo não tinha ainda rdispos- eseus filhos.
to o coração para com o Deus de seus pais. 34 Quanto aos B!Nos dias de Jeorão, se revoltaram os edomitas contra o
mais atos de Josafá, tanto os primeiros como os últimos, eis poder de Judá e constituíram o seu próprio rei. 9 Pelo que
que estão escritos nas Crônicas registradas por Jeú, filho de Jeorão passou adiante com todos os seus chefes, e todos os
Hanani, 5 que as inseriu na História dos Reis de Israel. carros, com ele; de noite, se levantou e feriu os edomitas que
35 Depois disto, 1Josafá, rei de Judá, se aliou com Acazias, o cercavam e os capitães dos carros. 10 Assim, se rebelou
rei de Israel, "que procedeu viniquamente. 36 Aliou-se com Edom para livrar-se do poder de Judá, até ao dia de hoje; ao
ele, xpara fazerem navios que fossem a Társis; e fizeram os mesmo tempo, se rebelou também Libna contra Jeorão,
navios em Eziom-Geber. 37 Porém Eliézer, filho de Dodavá, porque este deixara ao SENHOR, Deus de seus pais.
de Maressa, profetizou contra Josafá, dizendo: Porquanto te 11 Também fez 3 altos nos montes de Judá, e seduziu os
aliaste com Acazias, o SENHOR destruiu as tuas obras. zE os habitantes de Jerusalém à gidolatria, e fez desgarrar a Judá.
navios se quebraram e não puderam ir ªa Társis. 12 Então, lhe chegou às mãos uma carta do profeta Elias, em
que estava escrito: Assim diz o SENHOR, Deus de Davi, teu
O reinado de ]eorão pai: Porquanto não andaste nos caminhos de Josafá, teu pai, e
ªDescansou 1 Josafá com seus pais e foi sepultado nos caminhos de Asa, rei de Judá, 13 mas andaste nos cami-
21 com eles na Cidade de Davi; e Jeorão, seu filho,
reinou em seu lugar. 2 Teve este irmãos, filhos de Josafá:
nhos dos reis de Israel, e hinduziste à ;idolatria a Judá e os
moradores de Jerusalém, segundo a iidolatria da casa de Aca-
Azarias, Jeiel, Zacarias, Azarias, Micael e Sefatias; todos estes be, e também 'mataste a teus irmãos, da casa de teu pai, me-
foram filhos de Josafá, rei de Israel. 3 Seu pai lhes fez muitas lhores do que tu, 14 eis que o SENHOR castigará com grande
dádivas de prata, ouro e coisas preciosas e ainda de cidades


flagelo ao teu povo, aos teus filhos, às tuas mulheres e todas

30n1Rs 2241-43; 2Cr 14.6-7; 15.15; Já 34.29 31 o [1 Rs 2241-43] 32 P 2Cr 14.2 33 q2Cr 15.17; 17.6 r2cr 12.14; 19.3 7Lugares
para çulto pagão 34 s 1Rs 16 1,7 35 12cr 18.1 u 1Rs 22.48-53 v [2Cr 19.2] 36x1 Rs 9.26; 10.22 37z1Rs 22.48 a 2Cr 9.21
ª
CAPITULO 21 1 1Rs 22.50 1 Morreu e reuniu-se aos seus ancestrais 4 2 Lit. levantado-se sobre S b 2Rs 8.17-22 6 e 2Cr 18.1
7 d 2Sm }.8-17 e 1Rs 11.36; 2Rs 8.19; SI 132.11 8 f2Rs 820; 14.7 .1 O; 2Cr 25.14, 19 11 g [Lv 205] 3 Lugares para culto pagão 13 h 2Cr
21.11 i[Ex 34 15]; Dt 31.16i1Rs16.31-33; 2Rs 9.22i1Rs 2.32; 2Cr 214
•20.30 paz ... repouso. Ver nota em 1Cr 22.9. a sua promessa de uma dinastia permanente de Davi. Apesar dos pecados dos
•20.31 vinte e cinco anos. 2Rs 3.1 (dezoito anos) e 8.16 (quatro anos) elevam descendentes individuais de Davi, a linhagem davídica nunca seria inteiramente
o reinado de Josafá a vinte e dois anos. Crônicas e 1Rs 22.42 incluem os três rejeitada (1Cr 17.7-14, nota)
anos nos quais Josafá foi co-regente com Asa (17.1, nota). •21.8-10 O desagrado de Deus para com Jeorão evidenciou-se quando essas
•20.33 os altos. Ver nota em 14.3. duas nações, sujeitas antes a Judá, se rebelaram com sucesso.
•20.34 escritos nas Crônicas. Ver Introdução a 1Crônicas: Autor. •21.8 os edomitas. Josafá havia subjugado a Edom mediante sua reta confian-
•20.35-37 O texto inclui uma breve nota de outro tempo, quando Josafá foi ça em Deus 120.1-30) Jeorão, entretanto, falhou em sua tentativa.
repreendido por um profeta por ter entrado em aliança com o Reino do Norte •21.10 até ao dia de hoje. Ver nota em 1Cr 441.
(16 2, nota)
Libna. Uma área entre Judá e a Filístia.
•20.37 Eliézer... profetizou. Ver nota em 20.20.
•21.11-20 Este episódio, que ilustra a profundidade do pecado de Jeorão, foi adi-
•21.2-20 Ohistoriador suplementa o registro sobre o reinado de Jeorão em Reis
cionado ao relato de Reis.
(2Rs 8.16-24). Em Reis, o parecer é negativo. Jeorão reinou como co-regente de
Josafá de 853 a 848 a.C. (2Rs 1.17; 3.1) e, por sua própria autoridade, de 848 a •21.11 fez altos. Ao passo que Asa e Josafá não conseguiram livrar a terra de
841 a.e. Ele assassinou seus irmãos 121.2-7); Edom e Libna revoltaram-se contra todos os lugares altos 1143, nota), Jeorão os edificou ativamente lcf. 28.25).
ele 121.8-1 O); ele caiu na idolatria 121.11 ); e Elias profetizou um julgamento seduziu ... à idolatria. Talvez literalmente, mediante o envolvimento com os ri-
iminente (21.12-20). tuais de prostituição do culto pagão, ou, metaforicamente, através da infidelidade
•21.2 innãos. Oassassinato dos irmãos de Jeorão, aqui registrado, é adicional espiritual 11Cr5.25).
ao relato de Reis l2Rs 8.16-22). Por outro lado, Reis descreve como Salomão se •21.12 Elias. A única menção a esse profeta em Crônicas; compare o longo rela-
livrou de Adonias, um evento omitido em Crônicas (1 Rs 2.24). to de suas atividades como profeta em 1Rs 17.1-2Rs 2.25.
•21.4 Israel. Ver nota em 10.1. •21.14-19 Ojulgamento contra Jeorão foi duplo. Deus prometeu um "grande flage-
•21.5 oito anos. Como monarca exclusivo 121.2-20, nota). lo" que sobreviria ao peva e à família de Jeorão, ameaça cumprida pelos ataques
•21. 7 não quis destruir a casa de Davi. A casa de Davi estava à beira do ani- dos filisteus e dos árabes. Em segundo lugar, Jeorão foi acometido por uma doença
quilamento. Jeorão merecia morrer, mas Deus preservou a sua vida para cumprir terminal. A ênfase recai sobre uma retribuição imediata (1Cr 28.9, nota).
519 2 CRÔNICAS 21-23
as tuas possessões. 15 Tu terás mgrande enfermidade nas tuas voltou para Jezreel, para curar-se das feridas que lhe fizeram
entranhas, enfermidade que aumentará dia após dia, até que em Ramá, quando pelejou contra Hazael, rei da Síria; e
saiam as tuas entranhas. desceu J Acazias, filho deJeorão, rei de Judá, para ver aJorão,
16 nDespertou, pois, ºo SENHOR contraJeorão o ânimo dos filho de Acabe, em Jezreel, porquanto estava doente.
filisteus e dos Parábios que estão do lado dos etíopes. 17 Estes
subiram a Judá, deram contra ele e levaram todos os bens que feú mata a Acazias
se acharam na casa do rei, como também a qseus filhos e as 7 !foi da vontade de Deus que Acazias, para 4 a sua ruína,
suas mulheres; de modo que não lhe deixaram filho algum, fosse visitar a Jorão; porque, vindo ele, gsaiu com 5 Jorão para
senão 4Jeoacaz, o mais moço deles. encontrar-se com Jeú, filho de Ninsi, ha quem o SENHOR tinha
18 Depois de tudo isto, o SENHOR o feriu 'nas suas entra· ungido para 6 desarraigar a casa de Acabe. 8 iAo executar Jeú
nhas com enfermidade incurável. 19 E, aumentando esta dia juízo contra a casa de Acabe, i achou os príncipes de Judá e os
após dia, ao cabo de dois anos, saíram-lhe as entranhas por filhos dos irmãos de Acazias, que o serviam, e os matou.
causa da enfermidade, e morreu com terríveis agonias. O 9 1Depois, mandou procurar a Acazias, e, achando-o em Sa·
seu povo não lhe queimou 5 aromas, s como se fez a seus maria, onde se havia escondido, o trouxeram a Jeú e o mata-
pais. 20 Era ele da idade de trinta e dois anos quando come· ram; seus próprios servos o sepultaram, porque diziam: É
çou a reinar e reinou oito anos em Jerusalém. E se foi sem filho de mJosafá, que nbuscou ao SENHOR de todo o coração. E
deixar de si saudades; sepultaram-no na Cidade de Davi, po· ninguém houve na casa de Acazias que pudesse reinar.
rém não nos sepulcros dos reis.
Ata/ia usurpa o trono
O reinado de Acazias 10 ºVendo Atalia, mãe de Acazias, que seu filho era morto,
Os moradores de Jerusalém, em lugar de Jeorão, levantou-se e destruiu toda a descendência real da casa de
22 fizeram rei a ª Acazias, seu filho mais moço; porque a
tropa, que viera com bos arábias ao arraial, tinha matado
Judá. 11 Mas 7 Jeosabeate, filha do rei, tomou a PJoás, filho de
Acazias, e o furtou dentre os filhos do rei, aos quais matavam,
todos e os mais velhos. Assim, reinou Acazias, filho de Jeorão, e o põs e à sua ama numa câmara interior; assim, Jeosabeate,
rei de Judá. 2 Era Acazias de 1 vinte e dois anos de idade a filha do rei Jeorão, mulher do sacerdote Joiada e irmã de
quando começou a reinar e reinou um ano em Jerusalém. Acazias, o escondeu de Atalia, e não foi morto. 12 Joás esteve
3 Sua mãe, 2 filha de Onri, chamava-se d Atalia. Ele também com eles seis anos na Casa de Deus, e Atalia reinou no país.
andou nos caminhos da casa de Acabe; porque sua mãe era
quem o aconselhava a proceder iniquamente. 4 Fez o que era foás ungido rei de Judá
ªNo sétimo ano, bJoiada se animou e entrou em alian·
mau perante o SENHOR, como os da casa de Acabe; porque
eles eram seus conselheiros depois da morte de seu pai, para a
sua perdição. 5 Também andou nos conselhos deles e foi com
23 ça com os capitães de cem: Azarias, filho de Jeroão,
Ismael, filho de Joanã, Azarias, filho de cobede, Maaséias, fi·
Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, a Ramote·Gileade, à peleja lho de Adaías, e Elisafate, filho de Zicri. 2 Estes percorreram
contra Hazael, rei da Síria; e os siros feriram Jorão. 6 e Então, Judá, e congregaram os levitas de todas as cidades de Judá e

-~15 m;Cr2118-19 ~6 nJRs 1114:;; ~-2cr:J111, [Jr-5111] ;2Cr ~ ·1~~~17 ;;Cr;~; 4~c:zias ou~a~~.-2Cr221 18r2cr1320;
21.15; At 12.23 19 5 2Cr16.14 5Especiarias
CAPÍTULO 22 1 a 2Cr 21.17; 22.6 b 2Cr 21.16 e 2Cr 21.17 2 1 Lit. Ou quarenta e dois; compare com 2Rs 8.26 3 d 2Cr 21.6 2 neta (o
termo filha é aqui usado em sentido abrangente) 6 e 2Rs 9.15 3 Conforme mss. Hebr., LXX. S, V e 2Rs 8.29; TM Azarias 7 f Jz 14.4; 1Rs
12.15; 2Cr 10.15 nRs 9.21-24 h 2Rs 9.6-7 4 Lit. o seu esmagamento 5Hebr. Jeorão 6destruir 8 i2Rs 9.22-24 i2Rs 10.10-14; Os 1.4 9 i[2Rs
9 27] m 1Rs 15.24 n 2Cr 17 4; 20.3-4 1O o 1Rs 11.1-3 11 P 2Rs 12.18 7 Jeoseba, 2Rs 11.2
CAPÍTULO 23 1 a 2Rs 11.4 b 2Rs 12.2 C1 Cr 2.37-38
•21.19 não lhe queimou aromas. Contrastar isso com a reação à morte de •22.9 o sepultaram. Acazias recebeu um sepultamento honroso, não por causa
Asa 11614). Jeorão 12120). Joás 12425). Acaz 128.27) e Manassés 133.20) de seu próprio caráter. mas por causa de seu avô, Josafá.
morreram na ignomínia. Amam foi assassinado de modo vergonhoso lcf. 33.24). •22.10--24.27 Compare 2Rs 11-12, sobre o registro da história de Joás. Esta
•21.20 Crônicas suplementa o registro dado em 2Rs 8.24 sobre a morte e o se- porção de Crônicas ilustra a íntima associação entre o rei e o sacerdote. A
pultamento de Jeorão com detalhes que revelam sua completa desgraça. linhagem davídica foi preservada por Jeosabeate e seu marido. o sacerdote
oito anos. Ver nota em o v. 5. Joiada 122 10-23.21 ); o rei davídico serviu fielmente sob a influência de Joiada
•22.1-9 Oregistro de Crônicas liga intimamente Acazias 1841 a.C.) com seu pai, (24.1-16); mas falhou ao rejeitar a instrução do filho de Joiada e mandou
Jeorão 121.4-20) Ambos os reis foram profundamente influenciados por Atalia, executá-lo (24.17-27). A cooperação entre o rei e o sacerdote era essencial. Ver
pelo que foram avaliados negativamente 121.6; 22.3-4) Em ambos esses reina- também Zc 3-4; 6.9-15.
dos. a dinastia davídica esteve à beira de ser aniquilada, mas escapou (21.16-17; •22.10-12 A aliança de casamento de Josafá 1181, nota) finalmente rendeu o
22 7-9) seu pior resultado. Atalia, por um triz, não destruiu a linhagem davídica em seu
•22.2 vinte e dois. Alguns manuscritos dizem "quarenta e dois" Cf. 21.5,20; esforço por estabelecer-se como rainha.
2Rs 8.26. •22.11 Joás. Reinou entre 835-796 a.C.
•22.3-9 Crônicas apresenta a rápida queda de Acazias como um castigo divino
•22.12 Atalia. Ela foi a única rainha que governou Judá (841-835 a.C.).
por causa de sua aliança com o Reino do Norte (16.2, nota).
•22.5 Hazael. Ver 1Rs 19.15; 2Rs 8. 7-15. •23.1-11 O sacerdote zadoquita Joiada resistiu à rainha Atalia e obteve o apoio
•22.8 Ao executar Jeú juízo. Reis registra que Eliseu ungira a Jeú a fim de des- militar necessário para as reformas políticas e no templo.
truir a casa de Onri (2Rs 9.1-10.31). A morte de Acazias fez parte desse julga- •23.2 percorreram Judá ... todas as cidades. Este versículo expande a
mento. narrativa de Reis, pintando o apoio generalizado a Joás em Judá 11 Cr 11.1, nota).
2 CRÔNICAS 23, 24 520
dos cabeças das famílias de Israel, e vieram para Jerusalém. pelo caminho da entrada ºdos cavalos, foi à casa do rei,
3 Toda essa congregação fez aliança com o rei na Casa de onde a mataram.
Deus; e Joiada lhes disse: Eis que reinará o filho do rei, e como
falou o SENHOR a respeito dos filhos de Davi. 4 Esta é a obra A aliança de f oiada
que haveis de fazer: uma terça parte de vós, sacerdotes e levi- tó Joiada fez Paliança entre si mesmo, o povo e o rei, para
tas, lque entrais no sábado, servirá de guardas da porta; sou- serem eles o povo do SENHOR. 17 Então, todo o povo se dirigiu
tra terça parte estará na casa do rei; e a outra terça parte, à para a casa de Baal e a derribaram; despedaçaram os seus alta-
Porta do Fundamento; e todo o povo estará nos pátios da res e as suas imagens e a q Matã, sacerdote de Baal, mataram
Casa do SENHOR. 6 Porém ninguém entre na Casa do SENHOR, perante os altares. 18 Entregou Joiada a superintendência da
senão os sacerdotes e 11os levitas que ministram; estes entra- Casa do SENHOR nas mãos dos sacerdotes levitas, a quem
rão, porque são santos; mas todo o povo guardará o preceito Davi 'designara para o encargo da Casa do SENHOR, para ofe-
do SENHOR. 7 Os levitas rodearão o rei, cada um de armas na recerem os holocaustos do SENHOR, como está escrito na s Lei
mão, e qualquer que entrar na casa, seja morto; estareis com de Moisés, com alegria e com canto. segundo a instituição de
o rei quando entrar e quando sair. Davi. 19 Colocou 1 porteiros às portas da Casa do SENHOR,
B Fizeram, pois, os levitas e todo o Judá segundo tudo para que nela não entrasse ninguém que de qualquer forma
quanto lhes ordenara o sacerdote Joiada; tomou cada um os fosse imundo. 20 ºTornou os capitães de cem, os nobres, os
seus homens, tanto os que entravam como os que saíam no governadores do povo e todo o povo da terra, e todos estes
sábado; porquanto o sacerdote Joiada não despediu "os tur- conduziram, da Casa do SENHOR, o rei; passaram, pela porta
nos. 9 O sacerdote Joiada entregou aos capitães de cem as superior, para a casa do rei e assentaram o rei no trono do rei-
lanças, os paveses e 'os escudos que haviam sido do rei Davi no. 21 Alegrou-se todo o povo da terra, e a cidade ficou tran-
e estavam na Casa de Deus. to Dispôs todo o povo, cada um qüila, pois haviam matado Atalia à espada.
de armas na mão, desde o lado direito da casa real até ao seu
lado esquerdo, e até ao altar, e até ao templo, para rodear o O reinado de foás
rei. 11 Então, trouxeram para fora o filho do rei, puseram lhe ªTinhaJoás sete anos de idade quando começou a rei-
a coroa/entregaram-lhe o 1 Livro do Testemunho e o consti- 24
nar e quarenta anos reinou em Jerusalém. 2 Era o
tuíram rei; Joiada e seus filhos o ungiram e gritaram: Viva o nome de sua mãe Zíbia, de Berseba. bFez Joás o que era reto
rei! perante o SENHOR todos os dias do sacerdote Joiada. 3 To-
mou-lhe Joiada duas mulheres; e gerou filhos e filhas.
A morte de Ata/ia 4 Depois disto, resolveu Joás restaurar a Casa do SENHOR.
12 Ouvindo 1Atalia o clamor do povo que corria e louva- s Reuniu os sacerdotes e os levitas e lhes disse: Saí pelas
va o rei, veio para onde este se achava na Casa do SENH( )R; cidades de Judá e 'levantai dinheiro de todo o Israel para
13 olhou, e eis que o rei estava junto à coluna, à entrada, e reparardes a casa do vosso Deus, de ano em ano; e, vós,
os capitães e os que tocavam trombetas, junto ao rei; e apressai-vos nisto. Porém os levitas não se apressaram.
todo o povo da terra se alegrava, e se tocavam trombetas. 6 d Mandou o rei chamar a Joiada, o chefe, e lhe perguntou:
Também os cantores com os instrumentos músicos '"diri- Por que não requereste dos levitas que trouxessem de Judá e
giam o canto de louvores. Então, Atalia rasgou os seus vesti- de Jerusalém o imposto que e Moisés, servo do SENHOR, pôs
dos e clamou: nTraição! Traição! 14 Porém o sacerdote Joiada sobre a congregação de Israel, para/a tenda do Testemunho?
trouxe para fora os capitães que comandavam as tropas e 7 Porque lia perversa Atalia e seus filhos arruinaram a Casa de
disse-lhes: Fazei-a sair por entre as fileiras; se alguém a se- Deus; e usaram todas has coisas sagradas da Casa do SENHOR
guir, matai-o à espada. Porque o sacerdote tinha dito: Não a no serviço dos baalins.
matem na Casa do SENHOR. IS Lançaram mão dela; e ela, 8 Deu o rei ordem e 'fizeram um cofre e o puseram do

·-2dE~;~ 3.:;m71;;-1Rs;4 g~~~Cr616~;18;2;-7


4f1Cr925- 61i;Cr23;~32 8~1Cr2~131 ~12s~~7 t~fDt ~~e
17.18 IALei.Ex25.16.21;31.18 1212Cr22.10 13 m1cr25.6-8 "2Rs9.23 15 ºNe3.28;Jr31 40 t6PJs24.24-25;2Cr15.12-15
J7q,Dt13.6-9;1Rs18.40 18'1Cr23.6.30-31;24.1 sNm28.2 1911Cr26.1-19 2ou1Rs922;2Rs11.19
CAPITUL024 1ª2Rs11.21;12.1-15 2b2Cr26.4-5 S 1 2Rs12.4 ód2Rs12.7PÊx30.12-16fNm150:At744 7g2Cr21.17h2Rs
124 8 i2Rs 12.9
•23.3 como falou o SENHOR. Ver nota em 1Cr 17.14. •23.21 tranqüila. Ver nota em 1Cr 22 9
•23.11 o Livro do Testemunho. Provavelmente, a aliança feita em 23.3; com- •24.1-22 Este relato deve ser comparado com 2Rs 12. Note que os vs. 15-22
pare também Dt 17 18 20 são um longo suplemento.
•23.13 trombetas ... cantores ... instrumentos músicos. Ver 1Cr15.16, nota. •24.2 todos os dias do sacerdote Joiada. As realizações positivas de Joás
resultavam da influência de Joiada 124.14). Depois da morte de Joiada, Joás
•23.16 fez aliança. Ver nota ern 15 12
afastou-se do Senhor (24.17-19; cf. 26.5). O historiador ilustra a importância do
•23.17 casa de Baal. Provavelmente, um santuário dedicado a Baal erigido por apoio mútuo entre o rei e o sacerdote 122.10-24.27, nota).
Ata/ia (e!. 1Rs 11 1-8). •24.5 os sacerdotes e os levitas. Crônicas, mais do que 2Rs 12.1-3, enfatiza a
•23.18-19 Este relato enfatiza, mais do que 2Rs 11.18, que a nova ordem do necessidade de uma ordem levítica apropriada (23.18-19, nota).
templo, sob Joiada e Joás, era segundo o plano mosaico e davídico. Os livros de dinheiro ... de ano em ano. Esse requisito era a taxa de meio siclo, referida em
Crônicas foram escritos no tempo da reconstrução que houve após o retorno dos Êx 30.11-16; 38.24-26 (ver 24.9)
judeus do exílio babilônico; tal encorajamento foi apropriado. •24.6,9 imposto que Moisés ... imposto que Moisés. Ver nota em 1Cr16.40.
lado de fora, à porta da Casa do SENHOR. 9 Publicou-se, em
Judá e em Jerusalém, que trouxessem ao SENHOR io imposto
que Moisés, servo de Deus, havia posto sobre Israel, no de-
521
1
2 CRÔNICAS 24, 25
de modo que não prosperais? Porque deixastes o SENHOR,
também ele vos deixará. 21 Conspiraram contra ele e ºo
apedrejaram, por mandado do rei, no pátio da Casa do
l
serto. 10 Então, todos os príncipes e todo o povo se alegra- SENHOR. 22 Assim, o rei Joás não se lembrou da beneficência
ram, e trouxeram o imposto, e o lançaram no cofre, até que Joiada, 2 pai de Zacarias, lhe fizera, porém matou-lhe o
acabar a obra. t t Quando o cofre era levado por intermédio filho; este, ao expirar, disse: O SENHOR o verá e vo retribuirá.
dos levitas a uma comissão real, 1vendo-se que havia muito
dinheiro, vinha o escrivão do rei e o comissário do sumo sa- O juízo de Deus sobre Joás
cerdote, esvaziavam-no, tomavam-no e o levavam de novo 23 Antes de se findar o ano, x subiu contra Joás o exército
ao seu lugar; assim faziam dia após dia e ajuntaram dinhei- dos siros; e, vindo a Judá e a Jerusalém, destruíram, dentre o
ro em abundância, 12 o qual o rei e Joiada davam aos que povo, a todos os seus príncipes, cujo despojo remeteram ao
dirigiam a obra e tinham a seu cargo a Casa do SENHOR; con- rei de Damasco. 24 Ainda que o exército dos siros zviera com
trataram pedreiros e carpinteiros, para mrestaurarem a Casa poucos homens, contudo, o SENHOR lhes ªpennitiu vencer
do SENHOR, como também os que trabalhavam em ferro e um exército mui numeroso dos judeus, porque estes
em bronze, para repararem a Casa do SENHOR. 13 Os que ti- deixaram o SENHOR, Deus de seus pais. Assim, bexecutaram
nham o encargo da obra trabalhavam, e a reparação tinha os siros os juízos de Deus contra Joás.
bom êxito com eles; restauraram a Casa de Deus no seu pró-
prio estado e a consolidaram. 14 Tendo eles acabado a obra, A conspiração contra o rei]oás
trouxeram ao rei e aJoiada o resto do dinheiro, nde que se fi- 2s Quando os siros se retiraram dele, deixando-o grave-
zeram utensílios para a Casa do SENHOR, objetos para o mi- mente enfermo, e conspiraram contra ele os seus servos, por
nistério e para os holocaustos, taças e outros objetos de ouro causa do sangue 3 dos filhos do sacerdote Joiada, e o feriram
e de prata. E continuamente ofereceram holocaustos na no seu leito, e morreu. 26 Sepultaram-no na Cidade de Davi,
Casa do SENHOR, todos os dias de Joiada. porém não nos sepulcros dos reis. Foram estes os que cons-
ts Envelheceu Joiada e morreu farto de dias; era da idade piraram contra ele: 4 Zabade, filho de Simeate, a amonita, e
de cento e trinta anos quando morreu. 16 Sepultaram-no na Jeozabade, filho de 5 Sinrite, a moabita. 21 Quanto a seus fi-
Cidade de Davi com os reis; porque tinha feito bem em Israel lhos, e dàs numerosas sentenças proferidas contra ele, e à
e para com Deus e a sua casa. restauração da Casa de Deus, eis que estão escritos no 6 Li-
vro da História dos Reis. e Em seu lugar, reinou Amazias, seu
Zacarias morto pelo rei filho.
t7Depois da morte de Joiada, vieram os príncipes de
Judá e se prostraram perante o rei, e o rei os ouviu. 18 Deixa- O reinado de Amazias
ªEra Amazias da idade de vinte e cinco anos quando
ram a Casa do SENHOR, Deus de seus pais, e serviram 0 aos
postes-ídolos e aos ídolos; e, por esta sua culpa, Pveio grande
ira sobre Judá e Jerusalém. 19 Porém o SENHOR 0 lhes enviou
25 começou a reinar e reinou vinte e nove anos em
Jerusalém; sua mãe se chamava Jeoadã, de Jerusalém. 2 Fez
profetas para os reconduzir a si; estes profetas testemunha- ele o que era reto perante o SENHOR; bnão, porém, com
ram contra eles, mas eles não deram ouvidos. 20 O Espírito inteireza de coração. 3 cu ma vez confirmado o reino nas suas
de Deus / se apoderou de 'Zacarias, filho do sacerdote Joia- mãos, matou os seus servos que tinham assassinado o rei, seu
da, o qual se pôs em pé diante do povo e lhes disse: Assim pai. 4 Porém os filhos deles não matou, mas fez segundo está
diz Deus: 5 Por que transgredis os mandamentos do SENHOR, escrito na Lei, no Livro de Moisés, no qual o SENHOR deu

·-~ i2Cr 24.6 t t ,;;r 1210 - 12m2z;3~1 ~ 14 n ZRs 12.13 t8~~Rs ;P 3~12-1~J:Jz-~8;
14 [Êx 2Cr 19 2;~2813; 29.8; 32.25
t 9 q 2Rs 17.13; 21.10-15; 2Cr 36.15-16; Jr 7.25-26; 25.4 20 r Jz 6.34; Mt 23.35 5 Nm 14.41; [Pv 28.13] 1[2Cr 15.2] i utrevesdu a 21 u [Ne
ª
9.261; Mt 23.35; At 7.58-59 22 V[Gn 9.5] 2Padrasto 23 x2Rs 12.17; Is 7.2 24 zLv 26.8; [Dt 32.30]; Is 30.17 Lv 26.25; [Dt 28.25] bzCr
22.8; Is 10.5 25C2Rs12.20-21; 2Cr25.3 3lJl.XeVdofilhoevs. 20-22 26 4Jozacar, 2Rs 12.21ssomer,2Rs 12.21 27d2Rs12.18 e2Rs
12.21 ó ut comentáno do livro; Hebr midrash
CAPÍTULO 25 ta 2Rs 14.1-6 2 b 2Rs 14.4; 2Cr 25 14 3 e 2Rs 14.5; 2Cr 24.25
•24.10-12 As doações generosas e jubilosas dos oficiais e do povo eram um •24.26 a amonita ... a moabita. Josafá havia derrotado antes a Amom e a
bom exemplo para aqueles que estavam atarefados na restauração do culto no Moabe (20.1, nota).
templo após a volta do exílio babilônico (1 Cr 29.1-9, nota). •24.27 no Livro da História dos Reis. Ver Introdução a 1Crônicas: Autor.
•24.19 profetas ... eles não deram ouvidos. A apostasia está ligada à rejeição •25.1-28 O relato do reinado de Amazias (796-767 a.C.) deve ser comparado
dos profetas de Deus (20.20, nota). com 2Rs 14. Note que a guerra contra Edom ficou registrada somente em
Crônicas (vs. 5-16). O autor das Crônicas mostra como as alianças com os
•24.20 deixastes o SENHOR, também ele vos deixará. Ver nota em 1Cr28.9. estrangeiros, a reação contra as instruções dos profetas e a idolatria afetam a
•24.23-24 Crônicas menciona com freqüência as derrotas militares como juízos segurança militar de Israel. O relato descreve fidelidade e infidelidade e é muito
divinos contra o pecado (1Cr 10; 2Cr 13.1-16; 18.33-34; 21.16-17; 25.14-24; parecido com o que se conta sobre Joás e Uzias (2210-24.27, nota).
28 1-5; 33.1-11) •25.1-13 Acazias não era devotado ao Senhor de todo o coração, mas reagiu
adequadamente à advertência profética (20 20, nota).
•24.24 estes deixaram o SENHOR. As coisas voltaram-se contra Judá,
conforme fora ameaçado na aliança (Dt 28.25; 32.30; 1Cr 28.9, nota). •25.4 Livro de Moisés. Ver 1Cr 16.40.
2 CRÔNICAS 25 522
ordem, dizendo: <l()s pais não serão mortos por causa dos rei? Pára com isso. Por que teríamos de ferir-te? Então, parou
filhos, nem os filhos, por causa dos pais; cada qual será morto o profeta, mas disse: Sei que Deus ºresolveu destruir-te,
pelo seu próprio pecado. porque fizeste isso e não deste ouvidos ao meu conselho.

Amazias 11ence os edomitas Amazias derrotado por feoás


s Amazias congregou a Judá e o pôs, segundo as suas famí- 17 Então, PAmazias, rei de Judá, tomou conselho e enviou
lias, sob chefes de mil e chefes de cem, por todo o Judá e Ben- mensageiros a 1Jeoás, filho de Jeoacaz, filho de Jeú, rei de Is-
jamim; contou-os 'de vinte anos para cima e achou trezentos rael, dizendo: Vem, meçamos armas. 18 Porém Jeoás, rei de
mil escolhidos capazes de sair à guerra e manejar lança e es· Israel, respondeu a Amazias, rei de Judá: O cardo que está no
cudo. 6 Também tomou de Israel a soldo cem mil homens va- Líbano mandou dizer ao cedro que lá está: Dá tua filha por
lentes por cem talentos de prata. 7 Porém certo !homem de mulher a meu filho; mas os animais do campo, que estavam
Deus veio a ele, dizendo: Ó rei, não deixes ir contigo o exérci- no Líbano, passaram e pisaram o cardo. 19 Tu dizes: Eis que
to de Israel; porque o SENHOR não é com Israel, isto é, com os feri os edomitas; e o teu coração se ensoberbeceu para qte
filhos de Efraim. B Porém vai só, age e sê forte; do contrário, gloriares; agora, fica em casa; por que provocarias o mal para
Deus te faria cair diante do inimigo, porque Deus tem 8força caíres tu, e Judá, contigo?
para ajudar e para fazer cair. 9 Disse Amazias ao homem de 20 Mas Amazias não quis atendê-lo; porque risto vinha
Deus: Que se fará, pois, dos cem talentos de prata que dei às de Deus, para entregá-los nas mãos dos seus inimigos, por-
tropas de Israel? Respondeu-lhe o homem de Deus: hMuito quanto 5 buscaram os deuses dos edomitas. 21 Subiu, então,
mais do que isso pode dar-te o SENHOR. 10 Então, separou Jeoás, rei de Israel, e Amazias, rei de Judá, e mediram armas
Amazias as tropas que lhe tinham vindo de Efraim para que em 'Bete-Semes, que pertence a Judá. 22 Judá foi derrotado
voltassem para casa; pelo que muito se acendeu a ira deles por Israel, e fugiu cada um para sua casa. 23 E Jeoás, rei de
contra Judá, e voltaram para casa ardendo em ira. 11 Ani- Israel, prendeu a Amazias, rei de Judá, filho de Joás, filho de
mou-se Amazias e, conduzindo o seu povo, foi-se iao vale do uJeoacaz, em Bete-Semes; levou-o a Jerusalém, cujo muro
Sal, onde feriu dez mil dos filhos de Seir. 12 Também os filhos ele rompeu desde a Porta de Efraim até à Porta da Esquina,
de Judá prenderam vivos dez mil e os trouxeram ao cimo de quatrocentos côvados. 24 Tomou todo o ouro e a prata, e to-
um penhasco, de onde os precipitaram, de modo que todos dos os utensílios que se acharam na Casa de Deus, com
foram esmigalhados. 13 Porém os homens das tropas que vobede-Edom, e os tesouros da casa do rei, como também
Amazias despedira, para que não fossem com ele à peleja, de- reféns; e voltou para Samaria.
ram sobre as cidades de Judá, desde Samaria até Bete-Horom;
feriram deles três mil e fizeram grande despojo. A morte de Amazias, de Judá
25 xAmazias, filho de Joás, rei de Judá, viveu quinze anos
Deus repreende Amazias por ser este idólatra depois da morte de Jeoás, filho de Jeoacaz, rei de Israel.
14 Vindo Amazias da matança dos edomitas, itrouxe 26 Ora, os mais atos de Amazias, tanto os primeiros como os
consigo os deuses dos filhos de Seir, tomou-os por 1seus últimos, porventura, não estão escritos no Livro da História
deuses, adorou-os e lhes queimou incenso. 15 Então, a ira do dos Reis de Judá e de Israel? 27 Depois que Amazias deixou
SENHOR se acendeu contra Amazias, e mandou-lhe um de seguir ao SENHOR, conspiraram contra ele em Jerusalém, e
profeta que lhe disse: Por que buscaste mdeuses que na seu ele fugiu para Laquis; porém enviaram após ele homens até
povo não livraram das tuas mãos? 16 Enquanto lhe falava o Laquis e o mataram ali. 28 Trouxeram-no sobre cavalos e o
profeta, disse-lhe o rei: Acaso, te pusemos por conselheiro do sepultaram junto a seus pais na Cidade 2 de Davi.

-~~dDt-;416;2;~-14-6~~r313;,[Ez1820J ;~Nml; 7!;~;112 882Cr14.11;20.6 ~Dt~~];Pv1022 lli2Rs14.7


14 i2Cr 28.23 l[Ex 203.5] 15 m [SI 96.5] "2Cr 25 11 16 o [1Sm 2.25] 17 P2Rs 14.8-14 1 Lit.Joás, e vs. 17-23 (também Os 11 e Am
1.11; 2Rs 148-16Jeoás 19il2Cr 26.16; 3225; [Pv 1618] 20 rlRs 12.15; 2Cr227S2Cr 25.14 21IJs1938 23 u2Cr21.17; 22.1,6
24 v1cr26.15 25>2Rs14.17-22 282QudeJudá
•25.5-6 trezentos mil ... cem mil. Quanto a essas grandes quantrdades, ver •25. 14 trouxe consigo os deuses. Em contraste com a obediência anterior de
nota em 1Cr 12.23 Amazras (v. 12), ele agora desobedecia às instruções de Moisés \Êx 20.3, Dt
•25. 7 não deixes ir contigo o exército de Israel. Oprofeta, urna vez mais, 7 25) e ao exemplo de Davi (1Cr 14.12), trazendo os deuses dos edomitas para
condena urna aliança mm o Reino do Norte (16.2, nota). Jerusalém. Finalmente, ele acabou adorando a esses deuses.
o SENHOR não é com Israel ... Efraim. Abias tinha expressado uma opinião •25.15-16 Em contraste com seu arrependimento anterior diante da palavra
sen1elhante acerca do Reino do Norte (13 9-10) profética (25. 7-10), Amazias rejeitou o profeta e recebeu uma advertência severa
•25.8 Deus tem força. De uma forma típica. o homem de Deus proclamou a (20.20, nota)
necessidade de confiar unicamente no poder drvrno nas batalhas (16.2, nota). •25.16 Deus resolveu destruir-te. Ver nota em 1Cr 28.9.
•25.1 Oa ira deles contra Judá. Embora Amazras tivesse obedecido à palavra
profética, os mercenários do Norte frearam irados Embora tivessem sido pagos, •25.20 isto vinha de Deus. A soberania de Deus inclui o endurecimento dos
tinham perdido sua chance de obter despojos (cf. o v. 13). corações dos pecadores, de modo que não mais atendem os avisos (1 Cr 21.1,
nota; cf Êx 3.19; 4.12; 73-4).
•25.12 todos foram esmigalhados. Arnazias seguiu as rnstruções de Moisés
quanto à guerra santa (Dt 20.13- 18). •25.22-24 A derrota de Amazias contrasta com a sua vitória anterior (vs.
•25.13 Samaria. Uma cidade nào identificada de Judá e não a conhecida capital 11-13)
do reino do Norte. •25.26 no Livro da História dos Reis. Ver Introdução a 1Crônicas·. Autor.
O reinado de Uzias
Todo o povo de Judá tomou a 1 Uzias, que era de de-
523 2
15 Fabricou em Jerusalém máquinas, de invenção de ;homens
CRÔNICAS 26 l
26 zesseis anos, e o constituiu rei em lugar de Amazias,
seu pai. 2 Ele edificou a 2 Elate e a restituiu a Judá, depois que
peritos, destinadas para as torres e cantos das muralhas, para
atirarem flechas e grandes pedras; divulgou-se a sua fama até
muito longe, porque foi maravilhosamente ajudado, até que se
o rei descansou com seus pais. 3 Uzias tinha dezesseis anos tomou forte.
quando começou a reinar e cinqüenta e dois anos reinou em
Jerusalém. Era o nome de sua mãe Jecolias, de Jerusalém. 4 Ele Uzias é atacado de lepra
fez o que era ªreto perante o SENHOR, segundo tudo o que fize- tó Mas, ihavendo-se já fortificado, 'exaltou-se o seu cora-
ra Amazias, seu pai. 5 bPropôs-se buscar a Deus nos dias de Za· ção para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra
carias, que cera sábio nas 3 visões de Deus; nos dias em que o SENHOR, seu Deus, mporque entrou no templo do SENHOR
buscou ao SENHOR, Deus do fez prosperar. para queimar incenso no altar do incenso. 17 Porém no sacer-
ó Saiu e eguerreou contra os filisteus e quebrou o muro de dote Azarias entrou após ele, com oitenta sacerdotes do
Cate, o de Jabné e o de Asdode; e edificou cidades no território SENHOR, homens da maior firmeza; 18 e resistiram ao rei Uzias
de Asdode e entre os filisteus. 7 Deus o ajudou contra f os e lhe disseram: 0 A ti, Uzias, não compete queimar incenso
filisteus, e contra os arábios que habitavam em Gur-Baal, e con· perante o SENHOR, mas Paos sacerdotes, filhos de Arão, que
tra os meunitas. 8Qs amonitas 8deram presentes a Uzias, cujo são consagrados para este mister; sai do santuário, porque
renome se espalhara até à entrada do Egito, porque se tinha transgrediste; nem será isso para honra tua da parte do
tomado em extremo forte. 9 Também edificou Uzias torres em SENHOR Deus. 19 Então, Uzias se indignou; tinha o incensário
Jerusalém, à hPorta da Esquina, à Porta do Vale e à Porta do na mão para queimar incenso; indignando-se ele, pois, contra
Ângulo e as fortificou. !O Também edificou torres no deserto e os sacerdotes, q a lepra lhe saiu na testa perante os sacerdotes,
cavou muitas cisternas, porque tinha muito gado, tanto nos na Casa do SENHOR, junto ao altar do incenso. 20 Então, o
vales como nas campinas; tinha lavradores e vinhateiros, nos sumo sacerdote Azarias e todos os sacerdotes voltaram-se
montes e nos campos férteis, porque era amigo da agricultura. para ele, e eis que estava leproso na testa, e apressadamente o
11 Tinha também Uzias um exército de homens destros nas lançaram fora; até ele mesmo 'se deu pressa em sair, visto que
armas, que saíam à guerra em tropas, segundo o rol feito pelo o SENHOR o ferira. 21 Assim, 5 ficou leproso o rei Uzias até ao
escrivão Jeiel e Maaséias, oficial, sob a direção de Hananias, dia da sua morte; e morou, por ser leproso, tnuma casa sepa-
um dos príncipes do rei. 120 número total dos 4 cabeças das rada, porque foi excluído da Casa do SENHOR; e Jotão, seu fi-
famílias, homens valentes, era de dois mil e seiscentos. lho, tinha a seu cargo a casa do rei, julgando o povo da terra.
13 Debaixo das suas ordens, havia um exército guerreiro de 22 Quanto aos mais atos de Uzias, tanto os primeiros como
trezentos e sete mil e quinhentos homens, que faziam a guerra os últimos, o profeta u1saías, filho de Amoz, os escreveu.
com grande poder, para ajudar o rei contra os inimigos. 23 vDescansou 5 Uzias com seus pais, e, com seus pais, o
14 Preparou-lhes Uzias, para todo o exército, escudos, lanças, sepultaram no campo do sepulcro que era dos reis; porque
capacetes, couraças e arcos e até fundas para atirar pedras . disseram: Ele é leproso. EJotão, seu filho, reinou em seu lugar.
.,,& __________ --~-----· . ~--- - .. - . -~-~--~~ - - - - -..--
~ ª
CAPÍTULO 26 1 1Azarias, 2Rs 14.21 e seguintes 2 2 Hebr Eloth 4 2Cr 24 2 5 b 2Cr 24.2 e Gn 41.15; Dn 1.17; 10.1 d [2Cr 15.2;
20.20; 31.21] 3 Mss. Hebr, l.XX, S, T, Arab. no temor ó e Is 14.29 7 f2Cr 21.16 8 nsm 8.2; 2Cr 17.11 9 h 2Rs 14.13; 2Cr 25.23; Ne
313,19,32; Zc 14.10 12 4 chefes 15 i Êx 39.3,8 16 i [Dt 32.15] 1Dt814; 2Cr 25.19 m 1Rs 13.1-4; 2Rs 16.12-13 17 n 1Cr 6.10
18 o [Nm 3.1 O; 16.39-40; 18. 7] PÊx 30.7-8; Hb 7.14 19 q Lv 13.42; Nm 12 1O; 2Rs 5.25-27 20 'Et 6.12 21 5 2Rs 15 5 l[Lv 13.46; Nm
5.2] 22 u 2Rs 20.1; 2Cr 32.20,32; Is 1.1 23 v 2Rs 15.7; 2Cr 21.20; 28.27; Is 6.1 5 Morreu e reuniu-se aos seus ancestrais
•26.1-23 O historiador que compôs Crônicas adicionou uma longa seção (vs. •26.13 trezentos e sete mil 11 quinhentos homens. Quanto a esse número
5-20) aos breves relatos sobre Uzias, em 2Rs 14-15. Sua narrativa divide-se em tão grande, ver nota em 1Cr 12.23.
quatro estágios: ascensão ao poder (vs 1-2}, obediência e bênção (vs. 3-15), •26.16-20 Este episódio mostra o juízo de Deus contra o orgulho de Uzias. Tal
desobediência e maldição (vs. 16-20) e sumário e morte (vs 22-23). como aconteceu a Roboão (12.1 ), o sucesso inicial levou-o a desconsiderar Deus
•26.1 Uzias. Esse rei reinou de 792/91 a 740/39 a.C. Em 2Rs, ele é chamado, e sua lei. A lepra de Uzias é mencionada apenas de passagem em 2Rs 15.5.
com freqüência, mas nem sempre, de Azarias. •26.16 havendo-se já fortificado. Moisés avisara a Israel que tivesse o
•26.4 segundo tudo o que fizera Amazias, seu pai. O historiador compara cuidado de não permitir que o sucesso o deixasse orgulhoso, confiando em si
Uzias com seu pai, cujo reirrado também esteve dividido entre a bênção e a maldição. mesmo e não em Deus (Dt 8.10-18).
•26.17 Azarias. Um sacerdote de outra forma desconhecido. Ele e oitenta
•26.5 buscar a Deus •.. buscou ao SENHOR. Ver nota em 7.14.
sacerdotes corajosos proferiram o juízo de Deus contra Uzias. Oautor de Crônicas
nos dias de Zacarias. Um conselheiro real desconhecido. É improvável que destaca já pela terceira vez o papel dos sacerdotes como instrutores da realeza
essa seja a pessoa citada em Is 8.2, visto que "nos dias de" sugere que Zacarias (24.2, nota).
morreu durante o reinado de Uzias e não poderia ter sido um conselheiro de seu
•26.18 mas aos sacerdotes. A g_ueirna de incenso restringia-se aos sacerdo-
neto. Joás foi obediente enquanto Joiada viveu e Uzias agiu corretamente sob a
tes, segundo a legislação mosaica (Ex 30.7-9; Nm 16.39-40) Ver "Os Cristãos e o
tutela de Zacarias (24.2, nota).
Governo Civil", em Rm 13.1.
•26.6-15 Uzias foi abençoado no conflito internacional (vs. 6-8), nos negócios •26.21 foi excluído da Casa do SENHOR. Uzias ficou sujeito à quarentena e
domésticos (vs 9-1 O) e na torça militar (vs 11-15). conservado tora do templo, em conformidade com a lei de Moisés (Lv 13.46; Nm
•26.7 os meunitas. A bênção de Uzias nos faz lembrar a vitória de Josafá (20.1-30). 51-4)
•26.8 Os amonitas. Ver nota em 1Cr19.1. •26.22 o profeta Isaías•. , os escreveu. Ver Introdução a 1Crônicas: Autor.
•26.9 edificou Uzias. Uma reversão da destruição na derrota de Arnazias •26.23 no campo. Uzias foi sepultado longe dos demais membros da família
(25.23) Ver.nota em 1Cr 11.5. real em relativa desonra, por causa da maldição da lepra.
2 CRÔNICAS 27' 28 524
O reinado de fotão incenso nos / altos e nos outeiros, como também debaixo de
ªTinha Jotao vinte e cinco anos de idade quando toda árvore frondosa. 5 Pelo que 11 0 SENHOR, seu Deus, o en·
27 começou a reinar e dezesseis anos reinou em Jeru·
salém. Era o nome de sua mãe Jerusa, filha de Zadoque.
tregou nas mãos do rei dos siros, os quais 1 0 derrotaram ele·
varam dele em cativeiro uma grande multidão de presos,
2 Fez o que era reto perante o SENHOR, segundo tudo o que que trouxeram a Damasco; também foi entregue nas mãos
fizera Uzias, seu pai, exceto que não entrou no templo do do rei de Israel, o qual lhe infligiu grande derrota. 6 Porque
SENHOR. E bo povo continuava na prática do mal. 3 Ele edi· 'Peca, filho de Remalias, matou em Judá, num só dia, cento
ficou a porta de cima da Casa do SENHOR e também edifi· e vinte mil, todos homens poderosos, 'por terem abandona·
cou muitas obras sobre o Muro de cofel. 4 Também do o SENHOR, Deus de seus pais. 7 Zicri, homem valente de
edificou cidades na região montanhosa de Judá e nos bos· Efraim, matou a Maaséias, filho do rei, a Azricão, alto oficial
ques, castelos e torres. 5 Ele também guerreou contra o rei do palácio, e a Elcana, o segundo depois do rei.
d dos filhos de Amom e prevaleceu sobre eles, de modo que B Os filhos de Israel levaram presos de Judá, mseu povo
os filhos de Amom, naquele ano, lhe deram cem talentos irmão, duzentos mil: mulheres, filhos e filhas; e saquearam
de prata, dez mil coros de trigo e dez mil de cevada; isto deles grande despojo e o trouxeram para Samaria. 9 Mas es·
lhe trouxeram os filhos de Amom também no segundo e tava ali "um profeta do SENHOR, cujo nome era Odede, o
no terceiro ano. 6 Assim, Jotão se foi tornando mais pode· qual saiu ao encontro do exército que vinha para Samaria e
raso, e porque dirigia os seus caminhos segundo a vontade lhe disse: Eis que, ºirando-se o SENHOR, Deus de vossos pais,
do SENHOR, seu Deus. 7 Quanto aos mais atos de Jotão, to· contra Judá, os entregou nas vossas mãos, e vós os matastes
das as suas guerras e empreendimentos, eis que tudo está com tamanha raiva, que Pchegou até aos céus. 10 Agora, cui·
escrito no Livro da História dos Reis de Israel e de Judá. dais em sujeitar os filhos de Judá e Jerusalém, para vos
8 Tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a rei· serem q escravos e escravas; acaso, não sois vós mesmos
nar e reinou dezesseis anos em Jerusalém. 9/Descansou / culpados contra o SENHOR, vosso Deus? 11 Agora, pois,
Jotão com seus pais, e o sepultaram na Cidade de Davi; e atendei-me e fazei voltar os presos que trouxestes cativos de
g Acaz, seu filho, reinou em seu lugar. vossos irmãos, 'porque o brasume da ira do SENHOR está so·
bre vós. 12 Então, se levantaram alguns homens dentre os
O reinado de Acaz cabeças dos filhos de Efraim, a saber, Azarias, filho de Joanã,
ªTinha Acaz vinte anos de idade quando começou a
28 reinar e reinou dezesseis anos em Jerusalém; e não
fez o que era reto perante o SENHOR, como Davi, seu pai.
Berequias, filho de Mesilemote, Jeizquias, filho de Salum, e
Amasa, filho de Hadlai, contra os que voltavam da batalha
13 e lhes disseram: Não fareis entrar aqui esses cativos,
2 Andou nos caminhos dos reis de Israel e até fez bimagens porque intentais acrescentar aos nossos pecados e à nossa
fundidas a 'baalins. 3 Também queimou incenso rtno vale culpa diante do SENHOR ainda outros; a nossa culpa já é
do filho de Hinom e "queimou a /seus próprios filhos, se· grande, e o brasume da ira do SENHOR está sobre nós.
gundo as abominações dos gentios que o SENHOR Klançara de 14 Então, os homens armados deixaram os presos e o despo·
diante dos filhos de Israel. 4 Também sacrificou e queimou jo diante dos príncipes e de toda a congregação. 15 Homens

• ~APÍT~~O ª
27 ---, 2Rs 1532·3~ 2 ;2Rs 15~5; 2~44
Ez 30.13 3 e 2Cr 3;4; Ne-; 26
1538 g Is 1 1, Os 1.1, Mq 1.1 I Morreu e reuniu-se aos seus ancestrais
~cd
2Cr 26 8 ~-e ;~
2Cr 5 9f;-Rs

ª
CAPÍTULO 28 l 2Rs 16.2-4 2 b Êx 34 17; Lv 194 e Jz 2.11 3 d Js 15.8 e [lv 18 21]; 2Rs 16.3; 2Cr 33 6 f2Rs 23 1Og[lv1824-30]
4 I Lugares para culto pagão 5 h [Is 105] i2Rs 16 5-6, [2Cr 24 24]; Is 7 1. 17 ó i2Rs 1527 1[2Cr 29 8] 8 m Dt 28 25,41; 2Cr 11.4 9 n 2Cr
°
25.15 SI 6926; [Is 105; 47.61; Ez 25.12, 15; 26.2; Ob 10; [Zc 11 SI P Ed 9 6; Ap 18.5 10 q [Lv 2539,42-43,46] 11 r51 78.49; Tg 2 13
•27.1-9 Em contraste com os registros desde Joás até Uzias, onde cada reinado nado de Acaz contrasta violentamente com o reinado de seu pai (cap. 27, nota) e
é um equilíbrio de obediência e desobed1ênc1a (22.10-24.27, nota). a avaliação o relato enfoca como a infidelidade leva à derrota militar
do autor sobre Jotão é inteiramente positiva. Isso é seguido por um tratamento
•28.1 Acaz. Ele reinou com Jotão em 735· 732 a.C. e, então, como monarca ex-
negativo acerca de Acaz (cap 28) Crônicas destaca que a fidelidade a Deus é o
clusivo por dezesseis anos, 732-716 a.C. Se ele tinha vinte anos quando assumiu
caminho para o sucesso. nos projetos de construção e nos conflitos militares
o ofício real, tinha trinta e seis ao morrer e teria apenas onze anos de idade quan-
•27.1 Jotão ... dezesseis anos. Ele reinou entre 750-732 a.C. Jotão reinou du- do nasceu seu filho, Ezequias (29.1). Algumas fontes antigas falam em "vinte e
rante o período de lepra de seu pai. Uzias (750-740 a.C.). e foi co-regente com cinco anos", em lugar de "vinte". quanto à idade em que subiu ao trono.
seu filho, Acaz 1735-732 a C ). Durante seis anos ele foi monarca exclusivo. Os
"dezesseis anos", mencionados ;iqui e no v. 8, referem-se, provavelmente. à sua •28.3 queimou a seus próprios filhos. A apostasia de Acaz foi tão completa
co-regência com seu pai e seu reinado independente. Adicionando seus quatro que ele praticou sacrifícios humanos. Ver Lv 18.21; Dt 12.31; 18.10; 2Rs 16.3;
anos com Acaz, isso eleva o total de anos de rein<Jdo a vinte anos (2Rs 15.30). 17.17; 21.6; 23.10; 2Cr 33.6; SI 106.37-38; Is 57.5; Jr 7.30-31, 19.5; 3235; Ez
16.20-21, Mq 6.7.
•27.2 não entrou no templo do SENHOR. Jotào não violou regulamentos sa-
cerdotais. conforme Uzias fizera (2618, nota) •28.5-15 Acaz foi derrotado na batalha como um juízo divino contra a sua fia·
grante apostasia (v. 5).
o povo continuava na prática do mal. Ohistoriador explica aqui que o povo, e
não Jotão, era culpado da corrupção contínua (cf 2Rs 15 35). •28.5 rei dos siros ... rei de Israel. Rezim (rei da Síria) e Peca (rei de Israel) uni·
ram suas forças contra Acaz 12Rs 16.5-6; Is 7.1-17).
•27.5-6 Este registro da vitória sobre os amonitas destaca a aprovação divina a
Jotão. •28.9 Samaria. Voltando-se do seu usual faca de atenção sobre o Reino do Sul
(Judá). o historiador relata que os cidadãos de Samaria, capital do Reino do Nor-
•27. 7 no Livro da História dos Reis. Ver Introdução a 1Crônicas: Autor
te, obedeceram quando um profeta falou com eles. Essa obediência foi um instru-
•28.1-27 A narrativa sobre Acaz em 2Rs 16 é suplementada por 2Crônicas. Orei- tivo contraste com a apostasia de Judá, o Reino do Sul.
5
foram designados nominalmente, os quais se levantaram, e
525
A morte de Acaz
2 CRÔNICAS 28, 29 l
tomaram os can'füS, e do despojo vestiram a todos os que es- 26 8Quanto aos mais atos dele e a todos os seus caminhos,
tavam nus; vestiram-nos, e calçaram-nos, e 11hes deram de tanto os primeiros como os últimos, eis que estão escritos no
comer e de beber, e os ungiram; a todos os que, por fracos, Livro da História dos Reis de Judá e de Israel. 27 5 Descansou
não podiam andar, levaram sobre jumentos a Jericó, "cidade Acaz com seus pais, e o sepultaram na cidade, em Jerusalém,
das Palmeiras, a seus irmãos. Então, voltaram para Samaria. porém hnão o puseram nos sepulcros dos reis de Israel; e
Ezequias, seu filho, reinou em seu lugar.
Acaz pede socorro aos assírios
16 vNaquele tempo, mandou o rei Acaz pedir 2 aos reis da Ezequias manda abrir o templo
Assíria que o ajudassem. 17 Pois vieram, de novo, xos edomi-
tas, e derrotaram Judá, e levaram presos em cativeiro.
18 Também z os filisteus deram contra as cidades da campina
29 ªTinha Ezequ!as vinte.e cinc? anos de idade quando
começou a remar e remou vmte e nove anos em Je-
rusalém. Sua mãe se chamava 1Abia e era filha de Zacarias.
e do sul de Judá, e tomaram Bete-Semes, Aijalom, Gederote, 2 Fez ele o que era reto perante o SENHOR, segundo tudo
Socó e suas aldeias, Timna e suas aldeias e Ginzo e suas aldei- quanto fizera Davi, seu pai. 3 No primeiro ano do seu reina-
as; e habitavam ali. 19 Porque o SENHOR humilhou a Judá por do, no primeiro mês, babriu as portas da Casa do SENHOR e
causa de Acaz, rei de ªIsrael; porque este bpermitira que Judá as reparou. 4 Trouxe os sacerdotes e os levitas, ajuntou-os na
caísse em dissolução, e ele, de todo, se entregou à transgres- praça oriental se lhes disse: Ouvi-me, ó levitas! Santifi-
são contra o SENHOR. 20 Veio a ele cTiglate-Pileser3 , rei da cai-vos, agora, e csantificai 2 a Casa do SENHOR, Deus de vos-
Assíria; porém o pôs em aperto, em vez de fortalecê-lo. sos pais; tirai do santuário a imundícia. 6 Porque nossos pais
21 Porque Acaz tomou despojos da Casa do SENHOR, da casa prevaricaram e fizeram o que era mau perante o SENHOR,
do rei e da dos príncipes e os deu ao rei da Assíria; porém isso nosso Deus, e o deixaram; d desviaram o seu rosto do 3 taber-
não o ajudou. náculo do SENHOR e lhe voltaram as costas. 7 eTambém fe-
charam as portas do pórtico, apagaram as lâmpadas, não
A idolatria de Acaz queimaram incenso, nem ofereceram holocaustos nos san-
22 No tempo da sua angústia, cometeu ainda maiores tuários ao Deus de Israel. 8 Pelo que !veio grande ira do
transgressões contra o SENHOR; ele mesmo, o rei Acaz. 23 Pois SENHOR sobre Judá e Jerusalém, e 8os entregou ao terror, ao
d ofereceu sacrifícios aos deuses de Damasco, que o feriram, e espanto e aos hassobios, como vós o estais vendo com 'os
disse: Visto que os deuses dos reis da Síria os ajudam, eu lhes próprios olhos. 9 Porque eis que inossos pais caíram à espa-
oferecerei sacrifícios e para que me ajudem a mim. Porém eles da, e, por isso, nossos filhos, nossas filhas e nossas mulhe-
foram a sua ruína e a de todo o Israel. 24 Ajuntou Acaz os res estiveram em cativeiro. 10 Agora, estou resolvido a
utensílios da Casa de Deus, fê-los em pedaços e /fechou as fazer 1aliança com o SENHOR, Deus de Israel, para que se
portas da Casa do SENHOR; e fez para si altares em todos os desvie de nós o ardor da sua ira. 11 Filhos meus, não sejais
cantos de Jerusalém. 25 Também, em cada cidade de Judá, fez negligentes, pois o SENHOR mvos escolheu para estardes
4 altos para queimar incenso a outros deuses; assim, provocou diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e
à ira o SENHOR, Deus de seus pais. queimardes incenso.
~ · · - - - - - - - - ---·----- --------------- - - - - - - - - - - - -
~ 15 s2cr 28.12 l[Pv 25.21-22; Lc 6.27; Rm 12 20] "Dt 34.3; Jz 1.1616 v2Rs 16.7 2LXX, Se Vao rei !compare com v. 20) 17 x2cr 21.10;
Ob 10-14 18 z2cr 21.16-17; Ez 16-27,57 19 a 2Rs 16.2; 2Cr 21.2 b Ez 32.25 20 e 2Rs 15.29; 16.7-9; 1Cr5.26 3 Hebr Tilgath-Pilneser
23 d2Cr 25.14 e Js 44.17-18 24/2Cr 29.3.7 25 4 Lugares para culto pagáo 26 nRs 16.19-20 27 h 2Cr 21.20; 2425 5Morreu e
reuniu-se aos seus ancestrais
CAPÍTULO 29 1 a2Rs 18.1; 2Cr 32.22-23 1Abi, 2Rs 18 2 3 b2Cr2824; 29 7 5ClCr15.12; 2Cr29.15,34; 356 2Consagrai-vos 6 d[ls
1.4]; Jr 2.27; Ez 8.16 3 lugar de habitação, o templo 7 e 2Cr 28.24 8f2Cr 24.18 82Cr 28.5 h 1As 9.8; Jr 18.16; 19.8; 25.9, 18; 29.18 IOt
28.32 9 i Dt 28.25; 2Cr 28.5-8. 17 10 12cr 15.12; 23.16 11 m Nm 3.6; 8 14; 18.2,6; 2Cr 30.16-17
•28.21 tomou despojos da Casa do SENHOR. Ver nota em 16.2. Acaz 128.25, nota). e restaura a ornamentação de ouro que tinha sido retirada das
não o ajudou. Tiglate-Pileser da Assíria 1745-727 a C.) deu a Judá algum alívio portas do templo 12Rs 16.8-9).
temporário das ameaças da Síria e de Israel 12Rs 16.7-9). mas Judá tornou-se •29.4 Crônicas normalmente dedica atenção a questões concernentes aos
subserviente à Assíria. sacerdotes e levitas 11 Cr 6.1, nota)_
•28.25 fez altos. Ver nota em 21.11. •29.4-11 Odiscurso de Ezequias estabelece um contraste com as avaliações ante-
•28.26 no Livro da História dos Reis. Ver Introdução a 1Crônicas: Autor. riores de Abias 113.6-12, notas)_ Judá, agora, não era mais diferente de Israel; am-
bas as nações tinham abandonado a Deus. Judá também teria de se arrepender
•28.27 não o puseram nos sepulcros. Ver nota em 21.19.
•29.7 fecharam as portas. Conforme Acaz tinha feito (28-24)_
•29.1 Ezequias. O reinado de Ezequias (716-687 a C) iniciou uma nova era na
história de Israel e de Judá. OReino do Norte tinha sido destruído pelos assírios e. •29.8 sobre Judá e Jerusalém. Ezequias afirma que Judá e Jerusalém esta-
agora. só Judá restava. Ezequias reuniu representantes de ambos os reinos para vam sob a maldição de Deus por negligenciarem o templo.
formar um único reino reunido, com um só rei e um só templo, em Jerusalém. O •29.9 cativeiro. Durante o reinado de Acaz, muita gente de Judá fora levada ao
autor de Crônicas dedica mais atenção a Ezequias do que a qualquer outro rei, exílio pelos sírios 128.5-8) e pelos edomitas 128.17) _Esses eventos prefiguravam
excetuando Davi e Salomáo Ele usa matéria de 2Rs 18-20. mas suplementa o cativeiro babilônico. ainda porvir 136.15-23), tornando o reinado de Ezequias um
isso amplamente. incluindo um relato extenso das reformas do templo por exemplo persuasivo em favor da restauraçáo após o exílio.
Ezequias e a celebração da Páscoa 129.3-31.1 ). Oreinado de Ezequias aparece •29.1 Oestou resolvido. A ira de Deus fez Ezequias voltar-se para o Senhor. em
como um retorno à glória do reino de Salomáo. arrependimento, em lugar de fazê-lo afastar-se de Deus, cheio de medo.
•29.3 abriu as portas ... e as reparou. Ezequias contraria as ações de seu pai, a fazer aliança. Ver nota em 15.12.
2 CRÔNICAS 29 526
Os levitas purificam o templo porque o rei tinha ordenado que se fizesse aquele holocausto
12 Então, se levantaram os levitas:" Maate, filho de Ama- e oferta pelo pecado, por todo o Israel.
sai, e Joel, fllho de Azat\a'.'>, dos filhos dos ºcoatitas; dos fi- 25 2 Também estabeleceu os levitas na Casa do SENHOR
lhos de Merari, Quis, filho de Abdi, e Azarias, filho de com címbalos, alaúdes e harpas, ªsegundo mandado de
Jealelel; dos gersonitas, Joá. filho de lima, e Éden, filho de Davi e de bGade, o vidente do rei, e do profeta Natã; cçar-
Joá; 13 dos filhos de Elisafã, Sinri e Jeuel; dos filhos de Asafe, que este mandado veio do SENHOR, por intermédio de seus
Zacarias e Matanias; 14 dos filhos de Hemã, Jeuel e Simei; profetas. 26 Estavam, pois, os levitas em pé com os instru-
dos filhos de Jedutum, Semaías e Uziel. 15 Congregaram a mentos rlde Davi, e os sacerdotes, com eas trombetas.
seus irmãos, Psantiticaram-se 4 e vieram segundo a ordem 27 Deu ordem Ezequias que oferecessem o holocausto so-
do rei pelas palavras do SENHOR, qpara purificarem a Casa do bre o altar. Em começando o holocausto, !começou tam-
SENHc >R. 16 Os sacerdotes entraram na Casa do SEN! 1c >R, para bém o cântico ao SENHOR com as trombetas, ao som dos
a purificar, e tiraram para fora, ao pátio da Casa do SENHOR, instrumentos de Davi, rei de Israel. 28 Toda a congregação
toda imundícia que acharam no templo do SENHOR; e os le- se prostrou, quando se entoava o cântico, e as trombetas
vitas a tomaram, para a levarem fora, ao ribeiro de rcedrom. soavam; tudo isto até findar-se o holocausto. 29 Tendo eles
17 Começaram, pois, a 5 santificar no primeiro dia do primei- acabado de oferecer o sacrifício, g o rei e todos os que se
ro mês; ao oitavo dia do mês, vieram ao pórtico do SENHOR e achavam com ele prostraram-se e adoraram. 30 Então, o
santificaram a Casa do SENHOR em oito dias; no décimo sex- rei Ezequias e os príncipes ordenaram aos levitas que lou-
to dia do mês, acabaram. 18 Então, foram ter com o rei Eze- vassem o SENHOR com as palavras de Davi e de Asafe, o
quias no palácio e disseram: Já purificamos toda a Casa do vidente. Eles o fizeram com alegria, e se inclinaram, e ado-
SENHOR, como também o altar do holocausto com todos os raram.
seus utensílios e a mesa da proposição com todos os seus ob- 31 Disse ainda Ezequias: Agora, vos consagrastes a vós
jetos. 19 Também todos os objetos que o rei Acaz, no seu rei- mesmos ao SENHOR; chegai-vos e trazei sacrifícios e hofertas
nado, 5 lançou fora. na sua transgressão, já preparamos e de ações de graças à Casa do SENHOR. A congregação trouxe
,.,santificamos; e eis que esta.o diante do altar do SENHOR. sacrifícios e ofertas de ações de graças, e todos os que esta-
vam de ;coração disposto trouxeram holocaustos. 32 O nú-
Ezequías restabelece o culto de Deus mero dos holocaustos, que a congregação trouxe, foi de
20 Então, o rei Ezequias se levantou de madrugada, reuniu setenta bois, cem carneiros e duzentos cordeiros; tudo isto
os príncipes da cidade e subiu à Casa do SENHOR. 21 Mandou em holocausto para o SENHOR. 33 Também foram consagra-
trazer sete novilhos, sete carneiros, sete cordeiros e sete bo- dos seiscentos bois e três mil ovelhas. 34 Os sacerdotes, po-
des, como' oferta pelo pecado a favor do reino, do santuário e rém, eram mui poucos e não podiam esfolar a todos os
de Judá; e aos filhos de Arão, os sacerdotes, que os ofereces- holocaustos; pelo que /seus irmãos, os levitas, os ajudaram,
sem sobre o altar do SENHOR. 22 Mortos os novilhos, os sacer- até findar-se a obra e até que os outros sacerdotes 7 se santifi-
dotes tomaram o sangue e "o aspergiram sobre o altar; caram; 1porque os levitas foram mmais retos de coração,
mataram os carneiros e aspergiram o sangue sobre o altar; para 11 se santificarem, do que os sacerdotes. 35 Além dos ho-
também mataram os cordeiros e aspergiram o sangue sobre o locaustos em abundãncia, houve também ºa gordura das
altar. 23 Para oferta pelo pecado, trouxeram os bodes perante ofertas pacíficas e P as libações para os holocaustos. Assim,
o rei e a congregação e puseram 'as mãos sobre eles. 24 Os sa- se estabeleceu o ministério da Casa do SENHOR. 36 Ezequias
cerdotes os mataram e, com o sangue, fizeram uma oferta e todo o povo se alegraram por causa daquilo que Deus fize-
pelo pecado, ao pé do altar, 'para expiação de todo o Israel, ra para o povo, porque, subitamente, se fez esta obra.

A~6consagramos ~Nm;
2 ;2Cr 3; 13 19 ; ;7P 2~r ~;
29 1C;23 28 4 co;~ag;a--:am s~ ~ r2~ 16;~~ ~7 consawa~
1 5 5
211Lv43 14 22 Ulv8.14-15.19,24;Hb921 23 Vlv415,24;8.14 24Xlv14.20 25 z1Cr16.4;25.6ª1Cr23.5;
. ; 9 s 2Cr _-. ;~; ~
25. 1; 2Cr 8.14 ~ 2Sm 24 11 c2cr 30.12 26 r11 Cr 23.5; Am 65 eNm 10.8, 1O;1Cr15.24; 16.6; 2Cr 5.12 27 /2Cr 23.18 29 gzCr 20.18
31 hLv 7.12 iEx 355.22 3412Cr 35.11 izCr 30.3 m SI 7 10 n 2Cr 29.5 7 se consagraram 35 o Lv 3.15-16 PNm 15.5-10
•29.12-14 Ohistoriador mencionou representantes das três divisões da tribo de Todos esses três grupos tinham-se envolvidos na apostasia encabeçada por Acaz
Levr lv. 12) e das três famílias dos cantores (vs. 13-14). As reformas de Ezequias 12Rs 16)
foram amplamente apoiadas pelos levitas e estavam em harmonia com a ordem
estabelecida por Oavr e Salomão 11 Cr 6. 1, nota) •29.24 todo o Israel. Em conexão com o reino reunido lcaps. 29-36). a ex-
pressão "todo o Israel" 130.1; 31.1; 35.3) refere-se tanto a Judá como aos refugi-
•29.13 Elisafã. Um líder proeminente dos coatitas INm 3.30) ados das tribos do Norte 11 Cr 11 1. nota; 2Cr 10.1, nota). Ezequias ordenou que
sacrifícios fossem oferecidos. não em favor de Judá somente lv. 21 J, mas em fa-
•29.16 Os sacerdotes entraram na Casa do SENHOR. O historiador oferece vor de todos os descendentes de Israel. Esse desejo de unificar foi claramente ex-
esses detalhes para aemonstrar que a renovação de Ezequias obedeceu estrita- presso em seus preparativos para a Páscoa (30.1-6).
mente a legislação mosaica
•29.25 címbalos, alaúdes e harpas. Ver nota em 1Cr 15.16.
•29.20-36 A dedicação do templo, por parte de Ezequias. é noticiada em três •29.32-35 Esses sacrifícios foram em menor número. mas mesmo assim fizeram
partes sacrifícios trazidos pelos líderes (vs 20-24), disposições das músicas lvs lembrar o que Salomão tinha oferecido quando da dedicação do templo 17.4-6).
25-30) e sacrrfícros trazidos pelo povo (vs. 31-36).
•29.36 subitamente, se fez esta obra. A restauração do templo levou menos
•29.21 a favor do reino, do santuário e de Judá. Sacrifícios foram oferecidos do que três semanas lvs. 3.17). uma evidência de que Deus estava agindo entre o
em favor da família real. dos sacerdotes e levitas, e também em favor do povo. povo.
527 2 CRÔNICAS 30
A celebração da Páscoa de Zebulom se humilharam e foram a Jerusalém. 12 Também
Depois disto, Ezequias enviou mensageiros por todo
3O o Israel e Judá; escreveu também cartas a Efraim e a
Manassés para que viessem à Casa do SENHOR, em Jerusa-
em Judá se fez sentir 5 a mão de Deus, dando-lhes um só
coração, para cumprirem o mandado do rei e dos príncipes,
1segundo a palavra do SENHOR.

lém, para celebrarem a Páscoa ao SENHOR, Deus de Israel. 13 Ajuntou-se em Jerusalém muito povo, para celebrar a Fes-
2 Porque o rei tivera conselho com os seus príncipes e com ta dos ºPães Asmos, no segundo mês, mui grande congregação.
toda a congregação em Jerusalém, para celebrarem a Páscoa 14 Dispuseram-se e tiraram vos altares que havia em Jerusalém;
ªno segundo mês 3 (Porquanto não a puderam celebrar bno também tiraram todos os altares do incenso e os lançaram no
devido tempo 1 , cporque não se tinham santificado sacerdo- vale de xcedrom. ts Então, imolaram o cordeiro da Páscoa no
tes em número suficiente, e o povo não se ajuntara ainda em décimo quarto dia do segundo mês; os sacerdotes e os levitas zse
Jerusalém.). 4 Foi isto aprovado pelo rei e toda a congrega- envergonharam 4 , e 5 se santificaram, e trouxeram holocaustos à
ção; se 2 resolveram que se fizesse pregão por todo o Israel, Casa do SENHOR. 16 ªTomaram os seus devidos lugares,
desde Berseba até Dã, para que viessem a celebrar a Páscoa 6 segundo a Lei de Moisés, o homem de Deus; e os sacerdotes

ao SENHOR, Deus de Israel, em Jerusalém; porque não a cele- aspergiam o sangue, tomando-o das mãos dos levitas. 17 Porque
bravam já com grande número de assistentes, como prescri- havia muitos na congregação que não se tinham 7 santificado;
to. 6 dPartiram os correios com as cartas do rei e dos seus bpelo que os levitas estavam encarregados de imolar os
príncipes, por todo o Israel e Judá, segundo o mandado do cordeiros da Páscoa por todo aquele que não estava limpo, para
rei, dizendo: Filhos de Israel, evoltai-vos ao SENHOR, Deus o santificarem ao SENHOR. 18 Porque uma multidão do povo,
de Abraão, de !saque e de Israel, para que ele se volte para o e muitos de Efraim, de Manassés, de lssacar e de Zebulom não se
restante que escapou do poder Idos reis da gAssíria. 7 Não tinham purificado e, dcontudo, comeram a Páscoa, não como
sejais hcomo vossos pais e como vossos irmãos, que prevari- está escrito; porém Ezequias orou por eles, dizendo: O SENHOR,
caram contra o SENHOR, Deus de seus pais, pelo que ;os en- que é bom, perdoe a todo aquele 19que edispôs o coração para
tregou à /desolação, como estais vendo. 8 1Não endureçais 3 , buscar o SENHOR Deus, o Deus de seus pais, ainda que não
agora, a vossa cerviz, como vossos pais; confiai-vos ao segundo a purificação exigida pelo santuário. 20 Ouviu o SENHOR
SENHOR, e vinde ao seu santuário que ele santificou para a Ezequias e sarou a alma do povo. 21 Os filhos de Israel que se
sempre, e servi ao SENHOR, vosso Deus, mpara que o ardor acharam em Jerusalém celebraram la Festa dos Pães Asmos por
da sua ira se desvie de vós. 9 Porque, se vós vos converter- sete dias, com grande júbilo; e os levitas e os sacerdotes
des ao SENHOR, vossos irmãos e vossos filhos acharão nmise- louvaram ao SENHOR de dia em dia, com instrumentos que
ricórdia perante os que os levaram cativos e tornarão a esta tocaram fortemente em honra ao SENHOR. 22 Ezequias falou ao
terra; porque o SENHOR, vosso Deus, é ºmisericordioso e coração de todos os levitas gque revelavam bom entendimento
compassivo e não desviará de vós o rosto, se Pvos converter- no serviço do SENHOR; e comeram, por sete dias, as ofertas da
des a ele. festa, trouxeram ofertas pacíficas e h renderam graças ao
10 Os correios foram passando de cidade em cidade, pela SENHOR, Deus de seus pais.
terra de Efraim e Manassés até Zebulom; porém qriram-se e 23 Concordou toda a congregação em celebrar 1outros sete
zombaram deles. 11 Todavia, ralguns de Aser, de Manassés e dias, e, de fato, o fizeram com júbilo; 24 pois Ezequias, rei de

• ~;f;uw ;,- 2 a e ~~-~~- ~~ ~~


creto para 6
Nm 2-;;,1;;-2;;;,7,;; l O~ri~~;;~ês~Lv
235; lit :11uele
dEt 8.14 [Jr_4.1]/2Rs15.19,29 82Cr 28.20 7 hEz 20.18 ils 1.9 i2Cr 29.8
tempo~
5--;estabeleceram um de-
8 'Ex 32.9 m2Cr 29.1 O3Não vos torneis re-
beldes 9 n SI 106.46 o [Ex 34 6] P [Is 55 7] 10 q 2Cr 36.16 1tr2Cr 11.16; 30.18,21 12 s [Fp 2 13] l 2Cr 29.25 13 u Lv 23.6
14 v2cr 28.24 x2cr 29.16 15 z2cr29.34 4se humilharam 5sesepararam 16 azcr35.10,15 óUt. os seus luga[es, segundo a ordenança
ou o costume deles 17 b 2Cr 29.34 7 consagrado 18 e 2Cr 30 1.11.25 d [Nm 9 1OI 19 e 2Cr 19.3 21 /Ex 12.15; 13.6; 1As 8.65
22 g [Dt 33 10]; 2Cr 17.9; 35.3 h Ed 10.11 23 i1As 8.65; 2Cr 35.17-18
•30.1 a Páscoa. Oescritor de Reis enfatiza a Páscoa no reinado de Josias (2Rs para o restante que escapou. O historiador usou essa terminologia em um
23.21-23). sem entrar em pormenores sobre a organização das celebrações por sentido técnico. indicando aqueles que tinham sido poupados por Deus para re-
parte de Ezequias. D escritor de Crônicas exalta essa celebração que uniu as tri- presentar a continuação da nação.
bos do Norte e do Sul na adoração no templo. Tal reunião revestiu-se de notável •30.9 acharão misericórdia.,, tornarão a esta terra. Ezequias relembra aqui
relevância para aqueles que estavam trabalhando em prol da restauração de Is- aoração dedicatória de Salomão (6.36-39) Sua preocupação pelo retorno daque-
rael, no tempo que se seguiu à volta dos exilados da Babilônia (Introdução a 1Crô- les que tinham sido levados ao exílio foi instrutiva para qualquer um que esperas-
nicas; Características e Temas). se ver a nação restaurada no tempo após o exílio babilônico (Zc 8. 7-8)
•30.2 o rei ... seus príncipes ... toda a congregação. Ezequias seguiu o bom •30.11 Todavia, alguns. A presença de ao menos alguns era importante, mes-
exemplo de Davi (1Cr 13 1) mo que todos não viessem.
no segundo mês. Normalmente, a Festas dos Pães Asrnos e da Páscoa eram ob- •30.16 a Lei de Moisés. Ver nota em 1Cr 16.40.
servadas no primeiro mês (Êx 12.2,6; Dt 16.1-8; cf. 2Cr 35.1 ). Contudo, eram feitas •30.17-20 A falha de alguns que não se purificaram ritualmente ameaçou a reu-
exceções em favor daqueles que estavam viajando ou estavam imundos (Nm nificação das tribos. Ezequias intercedeu pelos ofensores e Deus possibilitou a re-
9.9-13). Ezequias aplicou a exceção generosamente em favor da nação inteira (v. 3). unificação da nação [cf Êx 32.30-32).
•30.6-9 Ezequias enviou a mesma carta tanto para Israel quanto para Judá (v. 6) •30.23-27 Tal como acelebração de Salomão no templo se estendeu 17 8-9), as-
Sua carta contrasta com o discurso de Abias aos do Norte (13.4-12). Nos dias de sim também a festa de Ezequias se prolongou por outra semana.
Ezequias, tanto Judá quanto Israel estavam em necessidade de arrependimento •30.24 Ezequias ... apresentou. Ezequias seguiu o exemplo de Davi, sustentan-
e renovação. do as atividades do templo com suas próprias posses (1Cr 29.3, nota; 2Cr 35. 7-8,
•30.6 voltai-vos ao SENHOR. Ver nota em 7.14. nota)
2 CRÔNICAS 30, 31 528
Judá, iapresentou à congregação mil novilhos e sete mil ove- Ezequias e os príncipes e vendo aqueles montões, bendisseram
lhas para sacrifício; e os príncipes apresentaram à congrega- ao SENHOR e ao seu povo de Israel. 9 Perguntou Ezequias aos
ção mil novilhos e dez mil ovelhas; e os sacerdotes 1se sacerdotes e aos levitas acerca daqueles montões. to Então, o
8 santificaram em grande número. 25 Alegraram-se toda a sumo sacerdote Azarias, da 1casa de Zadoque, lhe respondeu:
congregação de Judá, os sacerdotes, os levitas e toda a con- mDesde que se começou a trazer à Casa do SENHOR estas
gregação de todos os que vieram de Israel, como também os ofertas, temos comido e nos temos fartado delas, ~ oill.da há
estrangeiros mque vieram da terra de Israel e os que habita- sobra em abundância; porque o SENHOR abençoou ao seu
vam em Judá. 26 Houve grande alegria em Jerusalém; porque povo, e nesta grande quantidade é o que sobra.
desde os dias de nsalomão, filho de Davi, rei de Israel, não 11 Então, ordenou Ezequias que se preparassem ºdepósi-
houve coisa semelhante em Jerusalém. 27 Então, os sacerdo- tos na Casa do SENHOR. 12 Uma vez preparados, recolheram
tes e os levitas se levantaram ºpara abençoar o povo; a sua neles fielmente as ofertas, os dízimos e as coisas consagra-
voz foi ouvida, e a sua oração chegou até à Psanta habitação das; disto era intendente PConanias, o levita, e Simei, seu
de Deus, até aos céus. irmão, era o segundo. 13 Jeiel, Azarias, Naate, Asael, Jerimo-
Acabando tudo isto, todos os israelitas que se te, Jozabade, Eliel, Ismaquias, Maate e Benala eram superin-
31 achavam ali saíram às cidades de Judá, ªquebraram
as estátuas, cortaram os postes-ídolos e derribaram os 1 altos e
tendentes sob a direção de Conanias e Simei, seu irmão,
nomeados pelo rei Ezequias e por Azarias, qchefe da Casa
altares por todo o Judá e Benjamim, como também em Efralm de Deus. 14 O levita Coré, filho de Imna e guarda da porta
e Manassés, até que tudo destruíram; então, tornaram todos oriental, estava encarregado das 'ofertas voluntárias que se
os filhos de Israel, cada um para sua possessão, para as faziam a Deus, para distribuir as ofertas do SENHOR e as coi-
cidades deles. sas santíssimas. 15 Debaixo das suas ordens estavam 5 tden,
Miniamim, Jesua, Semaías, Amarias e Secanias, 1nas cida-
Ezequias regula as contribuições des dos sacerdotes, para com fidelidade distribuírem "as
para os sacerdotes e os levitas porções a seus irmãos, segundo os seus turnos, tanto aos pe-
2 Estabeleceu Ezequias bos turnos dos sacerdotes e dos quenos como aos grandes; 16 exceto aos que estavam regis-
levitas, turno após turno, segundo o seu mister: os sacerdotes e trados nas genealogias dos homens, de três anos para cima,
levitas, cpara o holocausto e para as ofertas pacíficas, para e que entravam na Casa do SENHOR, para a obra de cada dia
ministrarem e cantarem, portas a dentro, nos 2 arraiais do pelo seu ministério nos seus cargos, segundo os seus turnos.
SENHOR. J A 3 contribuição que fazia o rei dda sua própria 17 Quanto ao registro dos sacerdotes, foi ele feito segundo as
fazenda era destinada para os holocaustos, para os da manhã e suas famílias, e o dos levitas vde vinte anos para cima foi fei-
os da tarde e para os holocaustos dos sábados, das Festas da to segundo os seus cargos nos seus turnos. 18 Deles, foram
Lua Nova e das festas fixas, como está escrito na eLei do registrados as crianças, as mulheres, os filhos e as filhas,
SENHOR. 4 Além disso, ordenou ao povo, moradores de uma grande multidão, porque com fidelidade 5 se houveram
Jerusalém, que contribuísse !com sua parte devida 4 aos santamente com as coisas sagradas. 19 Dentre os sacerdotes,
sacerdotes e aos levitas, para que pudessem dedicar-se gà Lei filhos de Arão, que moravam xnos campos dos arredores das
do SENHOR. s Logo que se divulgou esta ordem, os filhos de Is- suas cidades, havia, em cada cidade, homens que foram
rael trouxeram em abundância has primícias do cereal, do 2
designados nominalmente para distribuírem as porções a
vinho, do azeite, do mel e de todo produto do campo; também todo homem entre os sacerdotes e a todos os levitas que fo-
ios dízimos de tudo trouxeram em abundância. 60s filhos de ram registrados.
Israel e de Judá que habitavam nas cidades de Judá também 20 Assim fez Ezequias em todo o Judá; ªfez o que era bom,
trouxeram idízimos das vacas e das ovelhas e dízimos das reto e verdadeiro perante o SENHOR, seu Deus. 21 Em toda a
coisas que foram consagradas ao SENHOR, seu Deus; e fizeram obra que começou no serviço da Casa de Deus, na lei e nos
montões e montões. 7 No terceiro mês, começaram a fazer os mandamentos, para buscar a seu Deus, de todo o coração o
primeiros montões; e, no sétimo mês, acabaram. 8 Vindo, pois, fez be prosperou .

• 24i2Cr35.7-812Cr 29.34 B~onsagraram ~


25 2Cr 30:11,18 26 n 2Cr 78-10 27 o~m 6.23 PDt 26.15; SI 68.5
CAPITULO 31 1 a 2Rs 18.4 1 Lugares para culto pagão 2 b 1Cr 23.6; 24.1 e 1Cr 23.30-31 2 O templo 3 d 2Cr 35. 7 e Nm
. -~~~
28.1-29.40 3partedo 4/Nm 18.8; 2Rs 12.16; Ne 13.10; Ez 44.29 gMI 2.7 4dos seus próprios bens 5 hÊx22.29; Ne 13.12 i[Lv27.30];
Dt 14.28; 26.12-13 . 6i[Lv 27.30]; Dt 14.28 10 11cr 6.8-9 m [MI 3.10] nÊx 36.5 li o 1Rs 6.5-8 12 P2Cr 35.9; Ne 13.13 13 q1Cr
9. 1l;Jr-2.0.l 14 rot 23.23; 2Cr 35.8 15 s2cr 29.12 tJs 21.1-3,9u1Cr9.26 17 v1cr 23.24,27 18 5seconsagrarampara 19 Xlv
25.34; Nm 35.1-4 z2cr 31.12-15 20 a 2Rs 20.3; 22.2 21 b2Cr 26.5; 32.30; SI 1.3
•30.27 santa habitação de Deus, até aos céus. Note alinguagem semelhan- ordenou ao povo... que contribuísse com sua parte. Tal como Davi havia fei-
te na oração de Salomão 16.21,30,33,39). to. Ezequias contribuiu de seu próprio tesouro, antes de apelar para o povo (1Cr
•31.2•21 A não ser por 31.20-21 lcf. 2Rs 18.5-7), este material não se encontra 29.3, nota).
em Reis. Oautor de Crônicas escreve em um tempo quando oculto no templo es- •31.16 de três anos para cima. Talvez essas palavras se refiram à inclusão de
tava sendo restabelecido eas provisões de Ezequias teriam sido de óbvia relevân- crianças na distribuição de alimentos (ver também ov. 18). Porém, "três" poderia
cia para aquela tarefa.
•31.2 Estabeleceu ... os turnos dos sacerdotes e dos levitas. Ezequias re- ser oerro de um copista em lugar de "trinta", a idade do serviço ativo no templo
llCr 23.3, nota)
tornou à ordem de Salomão 18.14). que seguia omodelo de Davi 11Cr6.1, nota).
•31.3-4 Lei do SENHOR. Ver nota em 1Cr 16.40. •31.21 prosperou. OSenhor recompensou a Ezequias pela sua fidelidade e obe-
Ezequias prepara-se para resistir a Senaqueribe
529 2
das minhas mãos, para que vosso Deus vos possa livrar das
CRÔNICAS 32
l
Depois ªdestas coisas e desta fidelidade, veio Sena- sminhas mãos? 15 Agora, pois, 1 não vos engane Ezequias,
32 queribe, rei da Assíria, entrou em Judá, acampou-se
contra as cidades tortiíicadas e intentou apoderar-se delas.
nem vos incite assim, nem lhe deis crédito; porque nenhum
deus de nação alguma, nem de reino algum pôde livrar o seu
2 Vendo, pois, Ezequias que Senaqueribe vinha e que estava povo das minhas mãos, nem das mãos de meus pais; quanto
resolvido a pelejar contra Jerusalém, 3 resolveu, de acordo menos vos poderá livrar o vosso Deus das minhas mãos?
com os seus príncipes e os seus homens valentes, tapar as fon- 16 Os seus servos falaram ainda mais contra o SENHOR
tes das águas que havia fora da cidade; e eles o ajudaram. Deus e contra Ezequias, seu servo. 11 Senaqueribe escreveu
4 Assim, muito povo se ajuntou, e taparam todas bas fontes, também cartas, para blasfemar do SENHOR, Deus de Israel, e
como também o ribeiro que corria pelo meio da terra, pois di- para falar contra ele, dizendo: "Assim como os deuses das
ziam: Por que viriam 1 os reis da Assíria e achariam tantas nações de outras terras não livraram o seu povo das minhas
águas? 5 cEle cobrou ânimo, drestaurou todo o muro quebra- mãos, assim também o Deus de Ezequias não livrará o seu
do e sobre ele ergueu torres; levantou também o outro muro povo das vminhas mãos. 18 xc1amaram os servos em alta voz
por fora, fortificou a eMilo 2 na Cidade de Davi e fez 3 armas e em 4 judaico contra o povo de Jerusalém, que estava sobre o
escudos em abundância. 6 Pôs oficiais de guerra sobre o povo, muro, para os atemorizar e os perturbar, para tomarem a
reuniu-os na praça da porta da cidade e !Jhes falou ao coração, cidade. 19 Falaram do Deus de Jerusalém, como dos deuses
dizendo: 7 8Sede fortes e corajosos, hnão temais, nem vos as- dos povos da terra, 2 obras das mãos dos homens. 20 ªPorém o
susteis por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a rei Ezequias e bisaías, o profeta, filho de Amoz, oraram por
multidão que está com ele; porque ium há conosco maior do causa disso e clamaram ao céu.
que o que está com ele. 8 Com ele está i o braço de carne, mas
'conosco, o SENHOR, nosso Deus, para nos ajudar e para guer- A destruição do exército dos assírios
rear nossas guerras. O povo cobrou ânimo com as palavras de 21 cEntão, o SENHOR enviou um anjo que destruiu todos os
Ezequias, rei de Judá. homens valentes, os chefes e os príncipes no arraial do rei da
Assíria; e este, d com o rosto coberto de vergonha, voltou para
Senaqueribe afronta a Ezequias e ao SENHOR a sua terra. Tendo ele entrado na casa de seu deus, os seus
9 mDepois disto, enquanto Senaqueribe, rei da Assíria, próprios filhos ali o mataram à espada. 22 Assim, livrou o
com todo o seu exército sitiava Laquis, enviou os seus servos SENHOR a Ezequias e os moradores de Jerusalém das mãos de
a Ezequias, rei de Judá, que estava em Jerusalém, dizendo: Senaqueribe, rei da Assíria, e das mãos de todos os inimigos; e
10 n Assim diz Senaqueribe, rei da Assíria: Em que confiais 5 lhes deu paz por todos os lados. 23 Muitos traziam presentes

vós, para vos deixardes sitiar em Jerusalém? 11 Acaso, não a Jerusalém ao SENHOR e e coisas preciosíssimas 6 a Ezequias,
vos incita Ezequias, para morrerdes à fome e à sede, dizendo: rei de Judá, de modo que, depois disto, /foi enaltecido à vista
0 0 SENHOR, nosso Deus, nos livrará das mãos do rei da de todas as nações.
Assíria? 12 PNão é Ezequias o mesmo que tirou os seus altos e
os seus altares e falou a Judá e a Jerusalém, dizendo: Diante Doença de Ezequias
de apenas um altar vos prostrareis e qsobre ele queimareis 24 8Naqueles dias, adoeceu Ezequias mortalmente; então,
incenso? 13 Não sabeis vós o que eu e meus pais fizemos a orou ao SENHOR, que lhe falou e lhe deu um sinal. 25 Mas
todos os povos das terras? r Acaso, puderam, de qualquer hnão correspondeu Ezequias aos benefícios que lhe foram fei-
maneira, os deuses das nações daquelas terras livrar o seu tos; poisio seu coração se exaltou. !Pelo que houve ira contra
país das minhas mãos? 14 Qual é, de todos os deuses daquelas ele e contra Judá e Jerusalém. 26 'Ezequias, porém, se humi-
nações que meus pais destruíram, que pôde livrar o seu povo lhou por se ter exaltado o seu coração, ele e os habitantes de

CAPÍTULO 32 1 ª2Rs 18.13-19.37; Is 36.1-37.38 4 b2Rs 20.20 !Conforme TM e V; Arab., LXX e So rei 5 cJs 22.9-10 d2Rs 25.4;
2Cr 25 23 e 2Sm 5.9; 1Rs 9.15,24; 11.27; 2Rs 12.20; 1Cr 11.8 2 Lit. ao Aterro 3 azagaias. lanças curtas de arremesso 6f2Cr 30.22; Is 40.2
7 g [Dt 31.6] h 2Cr 20.15 i2Rs 6.16; [Rm 8.31] 8 i [Jr 17.5; 1Jo 4.4] IEx 14.13; [1Sm1745-471; 2Cr 13.12; 20.17; [Rm 8.31] 9 rn 2Rs
18.17 1on2Rs18.19 11º2Rs18.30 12P2Rs18.22o2Cr311-2 13r2Rs18.33-35 t4s[Js105-12] tSl2Rs18.29 17"2Rs
19.9; [1Cr8.5-6] v2Rs 19.12; Dn 3.15 18 x2Rs 18 28; SI 59.6 4Hebraico 19 Z2Rs 19.18; [SI 96 5; 1154-8] 20 ª2Rs 19.15 b2Rs 19.2
21 c2Rs 19.35; Is 10.12-19; Zc 14.3 d SI 44.7 22 5Conforme LXX; TM os guiou portados os lados. V lhes deu tesouros 23 e 2Sm 8.1 O;
2Cr 17.5; 26.8; SI 45.12Í2Cr 1.1 6 Presentes 24 g 2Rs 20.1-11. Is 38.1-8 25 h SI 116.12 i 2Cr 26.16; [Hc 2 4] i 2Cr 24.18 26 1Jr
26.18-19
d1ênc1a. Ele o livrou da invasão 132.1 ). curou a sua enfermidade 132.24). perdoou o tributo de Ezequias a Senaqueribe. retirando valores dos tesouros do templo. ou a
seu orgulho 132.26) e lhe deu riquezas (32.27-31 ). acusação assíria de que Ezequias estava em aliança com o Egito 12Rs 18 14-27)
Ele preferiu enfatizar as virtudes de Ezequias.
•32.1-23 Em Reis, o relato sobre a invasão de Senaqueribe é o episódio mais im-
portante do reinado de Ezequias 12Rs 18.17-1937). Crônicas, porém. dá uma •32.20 o rei Ezequias e Isaías ... oraram. Há um relato mais detalhado sobre
breve narrativa. usando essa invasão para ilustrar a bênção divina conferida por esses acontecimentos em 2Rs 19.1-34. Quanto ao valor da oração em batalha.
causa da fidelidade. da confiança e da oração. ver 6.34, nota.
•32. 7-8 O discurso de Ezequias demonstrou que ele confiava totalmente no po- •32.24-26 Há um relato mais completo sobre essa enfermidade e oração em
der divino para vencer o seu grande inimigo. 2Rs 20.1-11.
•32.9 O escritor de Crônicas não repete o que diz 2Reis acerca do pagamento de •32.25 o seu coração se exaltou. Ver nota em 26.16.

J
2 CRÓNICAS 32, 33 530
Jerusalém; e a ira do SENHOR não veio contra eles mnos dias abominações dos gentios que o SENHOR expulsara de suas
de Ezequias. possessões, de diante dos filhos de Israel. 3 Pois tomou a edifi·
27 Teve Ezequias riquezas e glória em grande abundân- car os 1 altos que Ezequias, seu pai, chavia derribado, levan-
cia; proveu-se de tesourarias para prata, ouro, pedras precio- tou altares aos baalins, e dfez postes-ídolos, e se prostrou
sas, especiarias, escudos e toda sorte de objetos desejáveis; diante de e todo o 2 exército dos céus, e o serviu. 4 Edili.c.ou. 'àl·
28 também proveu-se de armazéns para a colheita do cereal, tares na Casa do SENHOR, da qual o SENHOR tinha dito: !Em Je-
do vinho e do azeite; e de estrebarias para toda espécie de rusalém, porei o meu nome para sempre. 5 Também edificou
animais e de 7 redispara os rebanhos. 29 Edificou também ci- altares a todo o exército dos céus gnos dois átrios da Casa do
dades e possuiu ovelhas e vacas em abundância; porque SENHOR, 6 hqueimou seus filhos como oferta no vale do filho
nDeus lhe tinha dado mui numerosas possessões. 30 ªTam- de Hinom, 1adivinhava pelas nuvens, era agoureiro, praticava
bém o mesmo Ezequias tapou o manancial superior das feitiçarias, itratava com necromantes e feiticeiros e prosse-
águas de Giom e 8 as canalizou para o ocidente da Cidade de guiu em fazer o que era mau perante o SENHOR, para o provo-
Davi. Ezequias Pprosperou em toda a sua obra. 31 Contudo, car à ira. 7 1Também pôs a imagem de escultura do ídolo que
quando os embaixadores dos príncipes da Babilônia qlhe fo- tinha feito na 3 Casa de Deus, de que Deus dissera a Davi e a
ram enviados para se informarem do prodígio que se dera Salomão, seu filho: m Nesta casa e em Jerusalém, que escolhi
naquela terra, Deus o desamparou, para rprová-lo e fazê-lo de todas as tribos de Israel, porei o meu nome para sempre
conhecer tudo o que lhe estava no coração. 8 ne não removerei mais o pé de Israel da terra que destinei a
seus pais, contanto que tenham cuidado de fazer tudo o que
A morte de Ezequias lhes tenho mandado, toda a lei, os estatutos e os juízos dados
32 Quanto aos mais atos de Ezequias e às suas obras de por intermédio de Moisés. 9 Manassés fez errar a Judá e os
misericórdia, eis que estão escritos 5 na Visão do Profeta moradores de Jerusalém, de maneira que fizeram pior do que
Isaías, filho de Amoz, e no 1Livro da História dos Reis de Judá as nações que o SENHOR tinha destruído de diante dos filhos
e de Israel. 33 "Descansou 9 Ezequias com seus pais, e o de Israel.
sepultaram na subida para os sepulcros dos filhos de Davi; e
todo o Judá e os habitantes de Jerusalém v1he prestaram O cativeiro de Manassés e sua oração
honras na sua morte; e Manassés, seu filho, reinou em seu 10 Falou o SENHOR a Manassés e ao seu povo, porém não
lugar. lhe deram 4 ouvidos. 11 ªPelo que o SENHOR trouxe sobre eles
os príncipes do exército do rei da Assíria, os quais prenderam
O reinado de Manassés Manassés com 5 ganchos, Pamarraram-no com 6 cadeias e o
ªTinha Manassés doze anos de idade quando come- levaram à Babilônia. 12 Ele, angustiado, suplicou deveras ao
33 çou a reinar e cinqüenta e cinco anos reinou em Jeru- SENHOR, seu Deus, e qmuito se humilhou perante o Deus de
salém. 2 Fez o que era mau perante o SENHOR, segundo bas seus pais; 13 fez· lhe oração, e Deus rse tornou favorável para
-~~~~~~~~~~~~
m 2Rs 20.19 28 7 Conforme LXX e V; S omite redispara os rebanhos; TM e rebanhos para os seus apriscos 29 n 1Cr 29.12 30 o Is
22.9-11 P2Cr 31.21 8 Lit. as trouxe direto para (comparar com 2Rs 20 20) 3 t q 2Rs 20.12; Is 39.1 r [Dt 8.2, 16] 32 s Is 36-39 t 2Rs
18-20 33 u 1Rs 1.21; 2Rs 20.21 v SI 112.6; Pv 1O.7 9 Morreu e reuniu-se aos seus ancestrais
ª
CAPÍTULO 33 1 2Rs 21.1-9 2 b [Ot 18.9-12]; 2Cr 28.3; [Jr 15.4] 3 c2Rs 18.4 düt 16.21 e Dt 17.3 1 Lugares para culto pagão 2 Os
deuses dos assírios 4/2Cr 6.6; 7.16 5 e2Cr 4.9 6 h [Lv 18.21] i Dt 18.11 i 2Rs 21.6 7 i 2Cr 25.14 m SI 132.14 3 D templo
8 n 2Sm 7.10 1O 4obedeceram 11 o Dt 28.36 P2Cr 36.6 5 No nariz, 2Rs 19.28 ó correntes 12 q 2Cr 7.14; 3226 13 rEd 8.23
•32.27-29 riquezas e glória em grande abundância, As riquezas de Ezequias •33.1 Manassés... cinqüenta e cinco anos, Ele reinou entre 696-642 a.C., o
nos fazem lembrar a riqueza do reinado de Salomão (caps. 1; 9.13-28) mais longo de todos os reinados em Judá.
•32.31 D historiador abrevia o registro de 2Rs 20.12-19 (cf. Is 39) no qual Isaías •33,2 as abominações dos gentios. Note a repetição desse tema no v. 9. Ver
disse a Ezequias que seus tesouros seriam tomados pela Babilônia. Ao que a avaliação similar de Acaz 128.3). Os pecados de Manassés foram tão grandes
parece, o autor supôs que seus leitores estavam familiarizados com o relato de que ele se tornou merecedor de destruição, tanto quanto os cananeus, os quais
Reis e deixou de lado a dura reprimenda de Isaías. Deus destruiu durante a conquista IGn 15.16)
os embaixadores ... da Babilônia. Os embaixadores babilônicos vieram •33.4 meu nome. Ver v. 7 e nota em 1Cr 13. 6.
investigar relatos do "sina/" de Ezequias lv. 24; cf. 2Rs 20.8· 11 ). Ao que tudo in- •33.6 queimou seus filhos como oferta, Essa é outra terrível similaridade en-
dica, eles desejavam uma aliança militar com Ezequias contra a Assíria. tre Manassés e Acaz (28.3, nota; 33.2, nota).
para prová-lo, Ezequias foi testado para ver se ele formaria uma aliança com a •33,8 Moisés. Ver nota em 1Cr 16.40.
Babilônia contra a Assíria. Conforme o relato de Reis, Ezequias falhou na prova •33.1 OFalou o SENHOR, O historiador abrevia a descrição mais completa, que
12Rs 20.12-19). há em 2Rs 21.10-15.
•32.32 ascritos na Visão do Profeta lsaias. O historiador podia estar se •33.11-13 Oautor adiciona um relato sobre o exílio, o arrependimento e a volta
referindo ao livro canônico de Isaías (chamado de "visão", em Is 1.1 ). de Manassés.
•33.1-20 Este retrato de Manassés forma um notável contraste com 2Rs •33.11 rei da Assiria. Ou Esar-Hadom 1681-669 a.C.) ou Assurbanípal 1669-627
21.1-18. A dura condenação de Manassés 12Rs 21.10-16) foi omitida e, em lugar a.C.).
disso, há o relato sobre seu exílio, arrependimento, retorno e reformas (vs. à Babilônia. Épossível que Manassés se tivesse envolvido na rebelião (652-648
11-171. O escritor de Reis culpou Manassés pela queda de Jerusalém 12Rs a.C.) de Shamash-Shun-Ukim, da Babilônia, contra o iei assíiio, fl.ssurbanípal. D
21.11-15). Sabedor disso, o historiador das Crônicas encorajou seus leitores ao cativeiro de Manassés, na Babilônia, e seu retomo à Terra Prometida podiam lembrar
mostrar que até o pior dos pecadores pode ser perdoado e restaurado através do os leitores originais de sua própria deportação e de sua recente restauração.
arrependimento, da humildade e da oração. •33.12-13 A oração e a restauração de Manassés estiveram em harmonia com
531 2 CRÔNICAS 33, 34
com ele, atendeu-lhe a súplica e o fez voltar para Jerusalém, raram contra o tei Amom e constituiu a Josias, seu filho, rei
ao seu reino; então, sreconheceu Manassés que o SENHOR era em seu lugar.
Deus.
14 Depois disto, edificou o muro de fora da Cidade de O reinado de Josias
Davi, ao ocidente de 1 Giom, no vale, e à entrada da Porta do ªTinha Josias oito anos de idade quando começou a
Peixe, uabrangendo Ofel, e o levantou mui alto; também pôs
chefes militares em todas as cidades fortificadas de Judá.
34 reinar e reinou trinta e um anos em Jerusalém. 2 Fez
o que era reto perante o SENHOR, andou em todo o caminho
IS Tirou da Casa do SENHOR vos deuses estranhos e o ídolo, de Davi, seu pai, e não se desviou nem para a direita nem
como também todos os altares que edificara no monte da para a esquerda.
Casa do SENHOR e em Jerusalém, e os lançou fora da cidade.
16 Restaurou o altar do SENHOR, sacrificou sobre ele ofertas A purificação do templo e do culto
pacíficas ex de ações de graças e ordenou a Judá que servisse ~Porque, no oitavo ano de seu reinado, sendo ainda
ao SENHOR, Deus de Israel. 17 zcontudo, o povo ainda sacrifi- bmoço, começou a e buscar o Deus de Davi, seu pai; e, no duo-
cava nos 7 altos, mas somente ao SENHOR, seu Deus. décimo ano, começou d a purificar a Judá e a Jerusalém e dos
1 altos, dos postes-ídolos e das imagens de escultura e de fun-

A morte de Manassés dição. 4 !Na presença dele, derribaram os altares dos baalins;
18 Quanto aos mais atos de Manassés, e à sua oração ao ele despedaçou os altares do incenso que estavam acima de-
seu Deus, e às palavras ªdos videntes que lhe falaram no les; os postes-ídolos e as imagens de escultura e de fundição,
nome do SENHOR, Deus de Israel, eis que estão escritos na quebrou-os, reduziu-os a pó ge o aspergiu sobre as sepulturas
8 História dos Reis de Israel. 19 A sua oração e como Deus se dos que lhes tinham sacrificado. s hOs ossos dos sacerdotes
tornou favorável para com ele, todo o seu pecado, a sua trans- queimou sobre 1os seus altares e purificou a Judá e a Jerusa-
gressão e os lugares onde edificou 9 altos e colocou postes- lém. 6 O mesmo fez nas cidades de Manassés, de Efraim e de
ídolos e imagens de escultura, antes que se humilhasse, eis Simeão, até Naftali, por todos os lados no meio das suas 2 ruí-
que tudo está / na História dos Videntes. 20 b Assim, Manassés nas. 7 Tendo derribado os altares, os postes-ídolos e as ima-
descansou com seus pais e foi sepultado na sua própria casa; e gens de escultura, até reduzi-los a pó, e itendo despedaçado
Amom, seu filho, reinou em seu lugar. todos os altares do incenso em toda a terra de Israel, então,
voltou para Jerusalém.
O reinado de Amom
21 cTinha Amom vinte e dois anos de idade quando come- O rei repara o templo
çou a reinar e reinou dois anos em Jerusalém. 22 Fez o que era 8 1No décimo oitavo ano do seu reinado, havendo já puri-
mau perante o SENHOR, como fizera Manassés, seu pai; por- ficado a terra e a casa, enviou a msafã, filho de Azalias, a Maa-
que Amom fez sacrifício a todas as imagens de escultura que séias, ngovernador da cidade, e a Joá, filho de Joacaz, cronista,
Manassés, seu pai, tinha feito e as serviu. 23 Mas não se para repararem a Casa do SENHOR, seu Deus. 9 Foram a Hil-
humilhou perante o SENHOR, d como Manassés, seu pai, se quias, sumo sacerdote, e entregaram ºo dinheiro que se tinha
humilhara; antes, Amom se tornou mais e mais culpável. trazido à Casa de Deus e que os levitas, guardas da porta, ti-
24 e conspiraram contra ele os seus servos e lo mataram em nham ajuntado, dinheiro provindo das mãos de Manassés, de
sua casa. 25 Porém o povo da terra feriu todos os que conspi- Efraim e de todo Po resto de Israel, como também de todo o

O;Dn ~25- l~llRs ~~~r ;;J- 1;:2-~r33;,5,; ·!~ x;:7~ ~~C;3212 1Lu;~~~ ~;a ~~gão l~
1-;-3 -17 c:iio a 1Sm 9.9 BLit.
nas palavras 19 9 Lugares para culto pagão 1 Hebr. al-diberei hozai. lit. nas palavras de Hozai ou do vidente listo é. do profeta); LXX dos vi-
dentes listo é, dos profetas) 20 b 1Rs 1.21; 2Rs 21.18 21 e 2Rs 21.19-24; 1Cr 3.14 23 d 2Cr 33.12.19 24 e 2Rs 21.23-24; 2Cr
24.25 /2Cr 25.27
CAPÍTUL034 1 ª2Rs22.1-2;Jr1.2;3.6 3 bEc12.1 c2Cr15.2;[Pv8.17] d1Rs13.2e2cr33.17-19.221Lugaresparacultopagão 4/Lv
26.30; 2Rs 23.4 82Rs 236 5h1Rs 13.2 i2Rs 23.20 6 2 Alguns mss. Hebr. Naftali e ao redor, com machados ou espadas 7 iDt 9.21
8 l 2Rs 22.3-20 m 2Rs 25.22 n 2Cr 18.25 9 o 2Rs 12.4 P 2Cr 30 6
a dedicação do templo por Salomão 1636-39) e a resposta de Deus a ela 1714, •34.1-36.1 O reinado de Josias também ficou registrado em 2Rs 22.1-
nota) 23.30.
•33.14-16 Quanto a reformas similares. ver 17.1-6. •34.1 Josias... trinta e um anos. Josias reinou entre 640-609 a.C.
•34.3-35.19 Ohistoriador baseia seu relato sobre as reformas de Josias em
•33.14 O historiador registra os projetos de construção de Manassés como um
2Rs 22.3-23.23, mas a ordem dos eventos difere. Falando em termos gerais,
sinal da bênção divina.
em 2Reis as reformas de Josias foram resumidas geograficamente: o descobri-
•33.15 todos os altares. Oautor de Reis registrou que Josias teve que destruir mento do livro no templo l2Rs 22.3-23.3). a reforma da cidade e da nação 12Rs
os altares que Manassés havia erigido 12Rs 23.12). Ao que parece. as reformas 23.4-20) e a celebração da Páscoa no templo f2Rs 23.21-23). O historiador de
de Manassés foram incompletas. Crônicas ordenou os eventos cronologicamente: a reforma da cidade e da nação
•33.18-19 na História dos Reis de Israel... História dos Videntes. Ver 134.3-7). o descobrimento do livro no templo 134.8-33) e a celebração da Páscoa
Introdução a 1Crônicas: Autor. 135.1-19). As referências ao oitavo e ao décimo segundo anos (34.3) e ao décimo
oitavo ano 134.8; 35.19) indicam que as reformas começaram antes do descobri-
•33.20 sepultado na sua própria casa. Ver nota em 21.19.
mento do livro.
•33.21-25 Ver 2Rs 21.19-26. •34.3 sendo ainda moço. Josias começou a reverter as normas políticas de
•33.21 Amom ... dois anos. Ele reinou de 642 a 640 a C. Amam quando ainda era jovem.

J
2 CRÔNICAS 34, 35 532
Judá e Benjamim e dos habitantes de Jerusalém. 10 Eles o en· SENHOR, o Deus de Israel: Dizei ao homem que vos enviou a
tregaram aos que dirigiam a obra e tinham a seu cargo a Casa mim: 24 Assim diz o SENHOR: Eis que xtrarei males sobre este
do SENHOR, para que pagassem àqueles que faziam a obra, tra· lugar e sobre os seus moradores, a saber, todas as maldições
balhadores na Casa do SENHOR, para repararem e restaurarem escritas no zlivro que leram diante do rei de Judá. 25Visto que
a casa. 11 Deram-no aos carpinteiros e aos edificadores, para me deixaram e queimaram incenso a outros deuses, para me
comprarem pedras lavradas e madeiras para as junturas e para provocarem à ira com todas as obras das suas mãos, o meu fu-
servirem de vigas para as casas que os reis de Judá deixaram ror está derramado sobre este lugar e não se apagará. 26 Po-
cair em ruína. 12 Os homens procederam fielmente na obra; e rém ao rei de Judá, que vos enviou a consultar o SENHOR,
os superintendentes deles eram Jaate e Obadias, levitas, dos fi. assim lhe direis: Assim diz o SENHOR, o Deus de lsrael, acerca
lhos de Merari, como também Zacarias e Mesulão, dos filhos das palavras que ouviste: 27 Porquanto o teu coração se enter-
dos coatitas, para superintenderem a obra. 13 Todos os levitas neceu, e te humilhaste perante Deus, quando ouviste as suas
peritos em instrumentos músicos eram qsuperintendentes dos ameaças contra este lugar e contra os seus moradores, e te
carregadores e dirigiam a todos os que faziam a obra, em qual- humilhaste perante mim, e rasgaste as tuas vestes, e choraste
quer sorte de trabalho. 'Outros levitas eram escrivães, oficiais e perante mim, também eu te ouvi, diz ªo SENHOR. 28 Pelo que
porteiros. eu te reunirei a teus pais, e tu serás recolhido em paz à tua se-
pultura, e os teus olhos não verão todo o mal que hei de tra-
Hilquias aciuJ o Livro da Lei zer sobre este lugar e sobre os seus moradores. Então,
14 Quando se tirava o dinheiro que se havia trazido à Casa levaram eles ao rei esta resposta.
do SENHOR, Hilquias, o sacerdote, sachou o Livro da Lei do
SENHOR, dada por intermédio de Moisés. IS Então, disse Hil- fosias renova a aliança ante o SENHOR
quias ao escrivão Safã: Achei o Livro da Lei na Casa do 29 bEntão, deu ordem o rei, e todos os anciãos de Judá e de
SENHOR. 16 Hilquias entregou 1o livro a Safã. Então, Safã le· Jerusalém se ajuntaram. 300 rei subiu à Casa do SENHOR, e
vou o livro ao rei e lhe deu relatório, dizendo: Tudo quanto se todos os homens de Judá, todos os moradores de Jerusalém, os
encomendou a teus servos, eles o fazem. 17 3 Contaram o di· sacerdotes, os levitas e todo o povo, desde o menor até ao
nheiro que se achou na Casa do SENHOR e o entregaram nas maior; e CJeu diante deles todas as palavras do Livro da Aliança
mãos dos que dirigem a obra e dos que a executam. 18 Rela- que fora encontrado na Casa do SENHOR. 31 O rei dse pôs no
tou mais o escrivão ao rei, dizendo: O sacerdote Hilquias me eseu lugar e fez /aliança ante o SENHOR, para o seguirem,
entregou um livro. Safã leu nele diante do rei. guardarem os seus mandamentos, os seus testemunhos e os
seus estatutos, de todo o coração e de toda a alma, cumprindo
fosias manda consultar a profetisa Hulda as palavras desta aliança, que estavam escritas naquele livro.
19 Tendo o rei ouvido as palavras da lei, rasgou as suas ves· 32 Todos os que se acharam em Jerusalém e em Benjamim
tes. 20 Ordenou o rei a Hilquias, u a Aicão, filho de Safã, a anuíram a esta aliança; e os habitantes de Jerusalém fizeram
4 Abdom, filho de Mica, a Safã, o escrivão, e a Asaías, servo do segundo a aliança de Deus, o Deus de seus pais. 33 Josias tirou
rei, dizendo: 21 Ide e consultai o SENHOR por mim e pelos res· todas g as abominações de todas as terras que eram dos filhos
tantes em Israel e Judá, acerca das palavras deste livro que se de Israel; e a todos quantos se acharam em Israel os obrigou a
achou; porque grande é o furor do SENHOR, que se derramou que servissem ao SENHOR, seu Deus. h Enquanto ele viveu, não
sobre nós, porquanto nossos pais vnão guardaram as palavras se desviaram de seguir o SENHOR, Deus de seus pais.
do SENHOR, para fazerem tudo quanto está escrito neste livro.
22 Então, Hilquias e os enviados pelo rei foram ter com a pro- A celebração da Páscoa
fetisa Hulda, mulher de Salum, o guarda-roupa, filho de 5 To- ªJosias celebrou a Páscoa ao SENHOR, em Jerusalém; e
cate, filho de Harás, e lhe falaram a esse respeito. Ela habitava 35
mataram o cordeiro da Páscoa no bdécimo quarto dia
na Cidade Baixa, em Jerusalém. 23 Ela lhes disse: Assim diz o do primeiro mês. 2 Estabeleceu os sacerdotes nos cseus car-

• 13 q2Cr8.10 '1Cr23.4-5 14 S2Rs 22.8 161Dt31.24,26. 1;·3Lit)untaramouderreteram 20 uJr26.24 4Acbor, filhodeMicaías,


2Rs 22.12 21 V2Rs 17.15-19 22 5 Ticvá, 2Rs 22.14 24 x 2Cr 3614-20 z Dt 28.15-68 27 a 2Rs 22 19; 2Cr 12.7; 30.6; 33.12-13
29 b,2Rs23.1-3 30cNe8.1-3 3J d2Cr6.13e2Rs11.14; 23.3; 2Cr30.16f2Cr23.16;2910 33g1Rs 11.5; 2Cr33.2hJr3.10
CAPITULO 35 1 ª 2Rs 23.21-22 b Ex 12.6; Nm 9.3; Ed 6.19 2 e 2Cr 23.18; Ed 6.18
começou a purificar. Aremoção da idolatria por Josias foi narrada mais da lei de Deus, mas a humildade de Josias teve o efeito de adiar o desastre (1Cr
completamente em 2Rs 23.4-20. 28.9, nota)
•34.12 levitas. Oenvolvimento dos levitas asseguraria que as reformas de •34.30 Aliança. Josias promulgou a lei de Deus ao.povo e jurou ser-lhe
Josias seguiriam opadrão estabelecido por Davi (1Cr6), Salomão (2Cr 7.6; 8.14) obediente. Erequereu que o povo se juntasse a ele na renovação do
e Ezequias (29 2-29) relacionamento de Deus com a nação (v. 32).
•34.13 instrumentos músicos. Ver nota em 1Cr 15.16. •35.1 Páscoa. APáscoa celebrada no décimo oitavo ano do governo de Josias é
•34.15 o Livro da Lei ... do SENHOR. Provavelmente, Deuteronômio (2Rs 22.8, mencionada de passagem em 2Rs 23.21-23, mas aqui é descrita com detalhes.
nota). Os sacerdotes entregaram o livro a Josias, que o aceitou como o guia de Tal como Ezequias antes dele (30.1, nota), Josias observou entusiasticamente a
suas reformas (cf. Ed 7.6-10; Ne 8-9). celebração nacional no templo de Jerusalém (ver também Ed 6.19-22).
•34.23-28 Hulda, a profetisa, anunciou julgamento divino por causa da violação primeiro mês. Ver nota em 30.2.
,
533 2 CRÔNICAS 35
gos e dos animou a servirem na Casa do SENHOR. 3 Disse aos para si e para os sacerdotes, filhos de Arão. 15 Os cantores, fi-
levitas e que ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados lhos de Asafe, estavam nos seus lugares, segundo bo manda-
ao SENHOR: !Ponde a arca sagrada gna casa que edificou do de Davi, e de Asafe, e de Hemã, e de Jedutum, vidente do
Salomão, filho de Davi, rei de Israel; hjá não tereis esta carga rei, como também os porteiros, ca cada porta; não necessita-
aos ombros; servi, pois, ao SENHOR, vosso Deus, e ao seu povo ram de se desviarem do seu ministério; porquanto seus ir-
de Israel. 4 Preparai-vos ;segundo / as vossas famílias, mãos, os levitas, preparavam o necessário para eles.
segundo os vossos turnos, segundo a iprescrição de Davi, rei ló Assim, se estabeleceu todo o serviço do SENHOR, na-
de Israel, e 1a de Salomão, seu filho. 5 mMinistrai no santuário quele dia, para celebrar a Páscoa e oferecer holocaustos so-
segundo os grupos das famI1ias de vossos irmãos, os filhos do bre o altar do SENHOR, segundo o mandado do rei Josias.
povo; e haja, para cada grupo, uma parte das famílias dos 17 Os filhos de Israel que se acharam presentes celebraram a
levitas. ó Imolai o cordeiro da Páscoa; e nsantificai-vos e Páscoa naquele tempo e a Festa dos dPães Asmos, por sete
preparai-o para vossos irmãos, fazendo segundo a palavra do dias. 18 eNunca, pois, se celebrou tal Páscoa em Israel, des-
SENHOR, dada por intermédio de Moisés. de os dias do profeta Samuel; e nenhum dos reis de Israel ce-
7 °Ofereceu Josias a todo o povo cordeiros e cabritos do re- lebrou tal Páscoa, como a que celebrou Josias com os
banho, todos para os sacrifícios da Páscoa, em número de sacerdotes e levitas, e todo o Judá e Israel, que se acharam
trinta mil, por todos que se achavam ali; e, de bois, três mil; ali, e os habitantes de Jerusalém. 19 No décimo oitavo ano
tudo isto era Pda fazenda do rei. 8 Também qfizeram os seus do reinado de Josias, se celebrou esta Páscoa.
príncipes ofertas voluntárias ao povo, aos sacerdotes e aos le-
vitas; Hilquias, Zacarias e Jeiel, chefes da Casa de Deus, de- A morte de ]osías no vale de Megido
ram aos sacerdotes, para os sacrifícios da Páscoa, dois mil e 20/Depois de tudo isto, havendo Josias já restaurado o
seiscentos cordeiros e cabritos e trezentos bois. 9 'Conanias, templo, subiu Neco, rei do Egito, para guerrear contra gCar-
Semaías e Natanael, seus irmãos, como também Hasabias, quemis, junto ao Eufrates. Josias saiu de encontro a ele.
Jeiel e Jozabade, chefes dos levitas, apresentaram aos levitas, 21 Então, Neco lhe mandou mensageiros, dizendo: Que te-
para os sacrifícios da Páscoa, cinco mil cordeiros e cabritos e nho eu contigo, rei de Judá? Não vou contra ti hoje, mas
quinhentos bois. 10 Assim, se preparou o serviço, e 5 puse- contra a casa que me faz guerra; e disse Deus que me apres-
ram-se os sacerdotes nos seus lugares e também 1os levitas, sasse; cuida de não te opores a Deus, que é comigo, para que
pelos seus turnos, segundo o mandado do rei. ele não te destrua. 22 Porém Josias não tornou atrás; antes,
11 Então, imolaram o cordeiro da Páscoa; e os sacerdotes hse disfarçou para pelejar contra ele e, não dando ouvidos às
u aspergiam o sangue recebido das mãos dos levitas vque palavras que Neco lhe falara da parte de Deus, saiu a pelejar
esfolavam as reses. 12 Puseram de parte o que era para os no vale de Megido. 23 Os flecheiros atiraram contra o rei Jo-
holocaustos e o deram ao povo, segundo os grupos das famíli- sias; então, o rei disse a seus servos: Tirai-me daqui, porque
as, para que estes o oferecessem ao SENHOR, como está escrito estou gravemente ferido. 24 ;Seus servos o tiraram do carro,
xno Livro de Moisés; e assim fizeram com os bois. 13 2 Assa- levaram-no para o segundo carro que tinha e o transporta-
ram o cordeiro da Páscoa no fogo, segundo o rito; as ofertas ram a Jerusalém; ele morreu, e o sepultaram nos sepulcros
sagradas ªcozeram em panelas, em caldeirões e em assadei- de seus pais. iTodo o Judá e Jerusalém prantearam Josias.
ras; e os levitas as repartiram entre todo o povo. 14 Depois, as 25 Jeremias compôs uma 1lamentação sobre mJosias; e nto-
prepararam para si e para os sacerdotes; porque os sacerdotes, dos os cantores e cantoras, nas suas lamentações, se têm re-
filhos de Arão, se ocuparam, até à noite, com o sacrifício dos ferido a Josias, até ao dia de hoje; porque ºas deram por
holocaustos e da gordura; por isso é que os levitas prepararam prática em Israel, e estão escritas no Livro de Lamentações.
...._
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________
d2Cr 29.5-15
-- --- - - · -· . - -- --· --· --- -- ---------·

3 eot 33.10; 2Cr 17.8-9; Ne 8 7 /2Cr 34.14 gÊx 40.21. 2Cr 5.7h1Cr 23.26 4 i1Cr9.10-13 ilCr 23-26 12Cr 8.14 1Lit as
casas de vossos pais 5 m SI 134.1 ó n 2.Cr 29.5.15 7 o 2Cr 30.24 P2Cr 31.3 8 q Nm 7.2 9 r2cr 3) .12 tos Ed 6.18; Hb 9.6 12Cr
5.12; 7.6; 8.14-15; 13 10; 29.25-34 11 u Ex 12.22; 2Cr 29.22 v2cr 29.34 12 x Lv 3.3; Ed 6.18 13 z Ex 12.8-9; Dt 16.7 a 1Sm 2.13-15
15 b 1Cr25.1-6 C1Cr9.17-18 17 dÊx 12 15; 13.6; 2Cr 30.21 18 e 2Rs 2322-23 20/2Rs 23.29 gls 1O9; Jr 46 2 22 h 1Rs 22.30; 2Cr
18.29 24 i2Rs 23.30i1Rs 14.18; Zc 12.11 25 ILm 4.20 m Jr 22.10-11 n Mt 9.23 o Jr 22.20
•35.3 todo o Israel. Isso inclui habitantes dos reinos do Norte e do Sul. À seme- na se ignorasse a palavra de Deus. Jos1as caiu em batalha por ter-se recusado a
lhança de Ezequias, Josias presidiu sobre uma reunião do povo (30.1, nota). obedecer às palavras divinamente dirigidas através do Faraó Neco (v. 22).
•35.4 segundo a prescrição de Davi ... e a de Salomão. A celebração de Jo- •35.21 contra a casa que me faz guerra. Não é claro por que Josias tentou
sias poderia ficar como um exemplo às gerações futuras por ter sido efetuada de impedir o avanço do Faraó Neco. Talvez ele estivesse envolvido em uma aliança
acordo com os padrões reconhecidos de Davi e de Salomão. com inimigos de Neco (cf 2Rs 2329)
•35.6 segundo a palavra do SENHOR, dada por intermédio de Moisés. Ver •35.22 da parte de Deus. De alguma maneira, Deus tinha transmitido seus pro-
nota em 1Cr 16.40. pósitos ao rei estrangeiro, tal como tinha falado a Abimeleque por meio de um so-
nho (Gn 20.3); mas Josias não lhe deu ouvidos.
•35.7-8 Josias seguiu um padrão semelhante ao de Davi (1Cr 29.3. nota) e de
•35.24 Jerusalém prantearam. Apesar de sua fraqueza final, Josias foi um rei
Ezequias (30.24. nota). Suas contribuições pessoais foram seguidas por contribui- honroso de Judá (21.19. nota).
ções entusiasmadas de outros.
•35.25 Jeremias compôs uma lamentação. Esta passagem tem sido inter-
•35.18 Nunca ... tal Páscoa ... desde os dias do profeta Samuel. Oescritor pretada como se demonstrasse que Jeremias escreveu o Livro de Lamentações.
fez uma observação similar sobre a Páscoa de Ezequias (30.26) mas a identificação é incerta.
•35.20 Até um rei que "tivesse restaurado o templo" sofreria a retribuição divi- até ao dia de hoje. Ver nota em 1Cr 4.41.
1

~
2 CRÔNICAS 35, 36 534
26 Quanto aos atos de Josias e às suas beneficências, segun· O reinado de Zedequias
do está escrito na Lei do SENHOR, 27 e aos mais atos, tanto os 11 ITinha Zedequias a idade de vinte e um anos quando
primeiros como os últimos, eis que estão escritos no Livro começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém. 12 Fez o
da História dos Reis de Israel e de Judá. que era mau perante o SENHOR, seu Deus, e mnão se humi-
lhou perante o profeta Jeremias, que falava da \)a:rte do
O reinado e deposição de Jeoacaz SENHOR. 13 nRebelou-se também contra o rei Nabucodono-
sor, que o tinha ajuramentado por Deus; mas ºendureceu a
36 fezvinterei eemtrêslugar
ªO povo da terra tomou aJeoacaz, filho de Josias, e o
1Jeoacaz
de seu pai, em Jerusalém. Tinha
anos de idade quando começou a reinar
2 sua cerviz e tanto se obstinou no seu coração, que não voltou
ao SENHOR, Deus de Israel. 14 Também todos os chefes dos sa-
e reinou três meses em Jerusalém; Jporque o rei do Egito o cerdotes e o povo aumentavam mais e mais as transgressões,
depôs em Jerusalém e impôs à terra a pena de cem talentos de segundo todas as abominações dos gentios; e contaminaram
prata e um de ouro. 4 O rei do Egito constituiu a Eliaquim, a casa que o SENHOR tinha santificado em Jerusalém.
irmão de 2Jeoacaz, rei sobre Judá e Jerusalém e lhe mudou o 15 PQ SENHOR, Deus de seus pais, começando de madru-
nome paraJeoaquim; mas ao irmão 3 Jeoacaz tomou Neco e o gada, falou-lhes por intermédio dos seus mensageiros, por-
levou para o Egito. que se compadecera do seu povo e da sua própria morada.
16 qEles, porém, zombavam dos mensageiros, 'despreza-
O reinado de ]eoaquim vam as palavras de Deus e 5 mofavam dos seus profetas, até
5 óTinhaJeoaquim a idade de vinte e cinco anos quando que 1subiu a ira do SENHOR contra o seu povo, e não houve
começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém. Fez remédio algum.
ele coque era mau perante o SENHOR, seu Deus. 6 dSubiu,
pois, contra ele Nabucodonosor, rei da Babilônia, e o amar- O cativeiro de Judá
rou com duas 4 cadeias de bronze, epara o levar à Babilô- 17 "Por isso, o SENHOR fez subir contra ele o rei dos cal-
nia. 7 !Também alguns dos utensílios da Casa do SENHOR deus, o qual vmatou os seus jovens à espada, na casa do seu
levou Nabucodonosor para a Babilônia, onde os pôs no seu santuário; e não teve piedade nem dos jovens nem das don-
templo. 8 Quanto aos mais atos de Jeoaquim, e às abomina- zelas, nem dos velhos nem dos mais avançados em idade; a
ções que cometeu, e ao mais que se achou nele, eis que es- todos os deu nas suas mãos. 18 xrodos os utensílios da Casa
tão escritos no Livro da História dos Reis de Israel e de de Deus, grandes e pequenos, os tesouros da Casa do
Judá; e 5 Joaquim, seu filho, reinou em seu lugar. SENHOR e os tesouros do rei e dos seus príncipes, tudo levou
ele para a Babilônia. 19 zQueimaram a Casa de Deus e derri-
0 reinado de joaquim baram os muros de Jerusalém; todos os seus palácios quei·
9 gTinha Joaquim 6 dezoito anos quando começou a rei- maram, destruindo também todos os seus preciosos objetos.
nar e reinou três meses e dez dias em Jerusalém. Fez ele o 20 ªOs que escaparam da espada, a esses levou ele para a Ba-
que era mau perante o SENHOR. 10 Na primavera do ano, bilônia, bonde se tornaram seus servos e de seus filhos, até
hmandou o rei Nabucodonosor levá-lo à Babilônia, ;com ao tempo do reino da Pérsia; 21 para que se cumprisse a pala-
os mais preciosos utensílios da Casa do SENHOR; e estabe- vra do SENHOR, por boea de cJeremias, até que a terra dse
leceu a iZedequias 7 , 8seu irmão, rei sobre Judá e Jerusa- agradasse dos seus sábados; etodos os dias da desolação re-
lém. pousou, até que os setenta anos se cumpriram .

• CA;ÍTULO 36 ta2Rs 2330-;4- 2 ITMJ;acaz 4 2~itir~ãodele ;TMJo;caz 5 b2Rs 2336-37; 1Cr 315 C[Jr2213-19] 6 d2Rs
24.1; Hc 1.6 e [Dt 29.22-29]; 2Cr 3311; Jr 3630 4correntes 7 /2Rs 24.13; Dn 1.1-2 8 50uJeconias 9 t2Rs 24.8-17 ô Conforme mss.
Hebr., LXX, Se 2Rs 24.8; TM oito 10 h2Rs 24.10-17 iDn 1.1-2 /Jr 37.1 7Matanias, 2Rs 24.17 BL.XX, Ve S tio e 2Rs 24.17 (compare com
1Cr 3 15-16) 11 12Rs 24.18-20; Jr 52.1 12 m Jr 21.3-7; 44.10 13 n Jr 52.3; Ez 17.15 o 2Rs 17.14; [2Cr 30 8] 15 P Jr 7.13; 25.3-4
16 q Jr 5.12-13 r [Pv 1.24-32] 5 Jr 38.6 t SI 79.5 17 u 2Rs 25.1 v SI 74.20 18 x 2Rs 25.13-15 19 ZZRs 25 9 20 a 2Rs 25.11 b Jr
17.4; 27.7 21 e Jr 25.9-12; 27.6-8; 29.10 d Lv 26.34-43 e Lv 25.4-5
•35.27 no Livro da História dos Reis. Ver a Introdução a 1Crônicas. •36.9 Joaquim. Reinou por pouco mais de três meses, em 597 a.e. Essa
•36.2-14 O historiador repassou rapidamente os reinados dos três filhos de captura e soltura ficou registrada em 2Rs 24.8-12; 25.27-30. Crônicas não fala
Josias (Jeoacaz, Jeoaquim e Zedequias). bem como de seu neto (Joaquim). Seu sobre sua soltura de Babilônia, preferindo terminar com o edito de Ciro, que
relato é mais breve que o de Reis l2Rs 23.31-24.20); ele relata as falhas e a permitiu que os exilados retornassem a Jerusalém.
desobediência que levaram ao exílio na Babilônia 11 Cr 3.15, nota; 3.17, nota). •36.11 Zedequias. Reinou entre 597-586 a.e. Zedequias buscou apoiar-se no
•36.2 Jeoacaz. Reinou por três meses, em 609 a.C. Egito, mas sem resultado positi~o. Os babilônios cercaram Jerusalém por dois
•36.3 o rei do Egito. Depois da derrota de Josias por parte de Neco 1609 a.C.), o anos, e, finalmente, conquistaram a cidade em 586 a.C.
Egito dominou Judá. •36.14todos os chefes. Não somente os reis, mas também os sacerdotes e o
•36.4 e lhe mudou o nome. Mudar o nome de outro rei demonstrava domínio · povo tinham cometido pecados que os tornavam passíveis da retribuição do exílio
político. na Babilônia.
•36.5-8 Uma abreviação do trecho de 2Rs 23.36-24.7. •36.15 seus mensageiros. As advertências dos profetas figuram com
•36.5 Jeoaquim. Reinou entre 609-598 a. C. freqüência em Crônicas 120.20, nota). Jeremias esteve ativo durante o reinado de
Zedequias (Jr 1; 21; 34; 37-38; 52).
•36.6 Nabucodonosor, rei da Babilônia. Depois que o Egito foi derrotado
pelos babilônios em Carquemis (605 a.C.). Judá ficou sujeito ao poder da •36.16 não houve remédio. Compare Hb 6.4-6.
Babilônia. •36.21 a terra se agradasse dos seus sábados. Essa observação mostra-nos
O decreto de Ciro
22/Porém, no primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que
se cumprisse a palavra do SENHOR, por boca de g]eremias,
despertou o SENHOR o espírito de hCiro, rei da Pérsia, o qual
535 2 CRÓNICAS 36
escrito, dizendo: 23 iAssim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR,
Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarre-
gou de lhe edificar 9 uma casa em Jerusalém, que está em
l
Judá; quem entre vós é de todo o seu povo, q1,1e suba, e o
fez passar pregão por todo o seu reino, como também por SENHOR, seu Deus, seja com ele .

..,-.~~
~ 22 /Ed 1.1-H Jr 29.10 h Is 44 28; 45.1 23 iEd 1.2-3 9Q templo
que Deus tinha seus próprios propósitos ao permitir o exílio babilônico dos judeus. •36.22-23 Esta passagem é repetida com alguma variação em Ed 1.1-4. Ciro
Ourante esse período, a terra desfrutaria do descanso sabático que lhe havia sido exerceu uma política liberal para com muitos povos deportados pelos babilônios.
negado llv 26.40-45). A liberação de Israel relembra a oração de dedicação de Salomão 16.36-39, nota).
setenta anos. Ver Jr 25.1-14 e Dn 9. Crônicas considera o fim dos setenta anos •36.23 me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém. Deus fez
como o primeiro ano de Ciro 1538 a.C.). Talvez o cálculo comece na primeira Ciro ordenar a volta do povo de Israel com o propósito específico de reconstruir o
deportação 1605 ou 604 a.C.), no reinado de Jeoaquim. Zc 1.12-17 talvez indique templo. No decurso da sua obra, o escritor de Crônicas deu a devida ênfase ao
que os setenta anos foram medidos a partir da destruição do templo, em 586 templo e aos seus cultos, mostrando como sua renovação podia ser efetuada sob
a C . até à sua nova dedicação. em 516 a C. a orientação de Deus.