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OBSERVAÇÃO DE GRÃOS DE AMIDO DENTRO DAS CÉLULAS

INTRODUÇÃO
Os plastídeos são componentes característicos das células vegetais, juntamente com os
vacúolos e as paredes celulares. São corpúsculos que ocorrem no citoplasma e estão relacionados com
os processos de fotossíntese e armazenamento, principalmente ligados à síntese e transformação dos
carboidratos. Representam a diferença metabólica mais profunda entre animais e vegetais.
Sua classificação é baseada no material que contém. Os leucoplastos (ou plastos incolores)
armazenam amido (amiloplastos), óleos (oleoplastos) ou proteínas (proteoplastos). Os
cromoplastos (ou plastos coloridos) contêm pigmentos de cores variadas, sendo os
CLOROPLASTOS (verdes) os mais importantes, por sediarem a FOTOSSÍNTESE.

OBJETIVO: Identificar grãos de amido em lâminas coradas com lugol.

MATERIAIS
Microscópio óptico; Lâminas e lamínulas limpas;
Água de torneira; Bastão de vidro
Papel filtro; Lugol
Becker de 100 ml; Solanum tuberosum

PROCEDIMENTO
Faça o que se pede e responda aos questionamentos.

1. Obtenha uma camada muito fina de batata (Solanum tuberosum). Você poderá fazer uma
“raspagem” da superfície interna de um pequeno fragmento da batata, usando uma lâmina de
barbear.
2. Coloque o material coletado em uma lâmina contendo uma gota de água. Cubra com a
lamínula, observa no microscópio e desenhe.
3. Em outra lâmina contendo uma gota de lugol coloque novamente um pouco do material.
Cubra com a lamínula, observe no microscópio e desenhe.
4. Qual a diferença entre o material sem e com lugol?
5. Qual a função do lugol?
6. Onde se localizam os grãos de amido?
7. A qual atividade metabólica os grãos de amido estão associados?
8. Qual a importância do amido?

Os plastos ou plastídeos é um grupo de organelas específicas de


células vegetais, que possuem características semelhantes com as
mitocôndrias como: membrana dupla, DNA próprio e origem
endosimbionte.

Os plastos desenvolvem-se a partir de proplastídeos, que são


organelas pequenas presentes nas células imaturas dos meristemas
vegetais e desenvolvem-se de acordo com as necessidades da célula,
surgindo diferentes tipos de plastos como: os cromoplastos (que
contêm pigmentos), os leucoplastos (sem pigmento), etioplastos (que
se desenvolvem na ausência de luz), amiloplastos (que acumulam
amido como substância de reserva), proteoplastos (que armazenam
proteína) e os oleoplastos (acumulam lipídeos).

Acredita-se que os cloroplastos tenham se originado de organismos


procariontes fotossintéticos (algas azuis), que se estalaram em células
primitivas eucariontes aeróbicas por endossimbiose. Essa simbiose há
cerca de 1,2 bilhões de anos, teria dado origem às algas vermelhas,
depois as algas pardas e verdes e aos vegetais superiores.

Durante o processo evolutivo, as bactérias precursoras dos


cloroplastos transferiram parte de seu material genético para o DNA da
célula hospedeira, assim passaram a depender do genoma da célula
hospedeira para a produção de muitas de suas proteínas. Etioplastos
Esta origem é semelhante ao da mitocôndria, mas existem
diferenças como o tamanho das organelas, o cloroplasto é bem maior
que a mitocôndria, e a fonte de energia é diferente, o cloroplasto usa
energia luminosa enquanto a mitocôndria usa energia química.

Amiloplastos

Os cloroplastos são um tipo de cromoplastos que contém pigmento chamado clorofila, que são
capazes de absorver a energia eletromagnética da luz solar e a convertem em energia química por um
processo chamado fotossíntese.
As células vegetais e as algas verdes possuem um grande número de cloroplastos, de forma esférica
ou ovóide, variando de tamanho de acordo com o tipo celular, e são bem maiores que as mitocôndrias.
Os cloroplastos são as organelas mais evidentes das células vegetais. Ela é composta por 50% de
proteínas, 35% de lipídeos, 5% de clorofila, água e carotenóides. Parte das proteínas são sintetizadas
pelo núcleo da célula, mas os lipídeos são sintetizados dentro da própria organela.
O número de cloroplastos é regulado pela célula. Existem células que contém apenas um cloroplasto,
mais a maioria das células que realizam fotossíntese contém cerca de 40 a 200 cloroplastos, que se
movimentam em função da intensidade de luz e da corrente citoplasmática.
Semelhantes às mitocôndrias, os cloroplastos são envoltos por duas membranas, uma externa
altamente permeável, e uma interna que necessita de proteínas específicas para o transporte de
metabólicos, e um espaço intermembrana.

No interior da organela existe uma matriz amorfa chamada


estroma que contém várias enzimas, grãos de amido,
ribossomos e DNA. No entanto, a membrana interna do
cloroplasto não é dobrada em cristas e não contém uma cadeia
transportadora de elétrons. Mergulhado no estroma, existe um
sistema de membrana (bicamada) que forma um conjunto de
sacos achatados em forma de discos chamados de membrana
tilacóide (do grego thylakos, saco). O conjunto de discos
empilhados recebe o nome de granum. O lúmen da membrana
tilacóide é chamado de espaço tilacóide.

Na membrana exposta ao estroma se localizam as clorofilas que participam da fotossíntese. Os


pigmentos ligados a diferentes proteínas e lipídeos nas membranas dos tilacóides granares e
estromáticos formam sistemas complexos de proteínas-clorofila denominados fotossistemas. Há dois
tipos de fotossistemas:
Fotossistema I: localizado na região da membrana voltada para o estroma, são as menores
partículas intramembranosas.
Fotossistema II: localizado em tilacóides granares, formado por partículas maiores.

Sistema Genético dos Cloroplastos


O genoma plastidial consiste em uma pequena molécula de DNA circular, com características muito
semelhantes com das mitocôndrias e das bactérias.
O DNA dos plastos ocorre em maior quantidade e é mais complexo do que da mitocôndria. Existem
30 a 200 cópias de DNA por organela contendo aproximadamente 120 genes.
O sequenciamento genético dos cloroplastos de várias plantas levou a identificação de muitos desses
genes. Eles transcrevem todos os RNAs ribossômicos que compõem os plastoribossomos e 30 tipos
diferentes de RNA transportadores.
Esse genoma codifica ainda 20 proteínas ribossômicas, 30 proteínas que funcionam na fotossíntese e
algumas subunidades de RNA polimerase (proteínas envolvidas na expressão gênica). Mas mesmo
sintetizando suas próprias proteínas, cerca de 90% das proteínas dos cloroplastos são codificadas pelos
genes nucleares que são importadas do citosol para a organela.

Fotossíntese

A fotossíntese é a conversão de energia luminosa em energia química, onde ocorre a produção de


carboidratos a partir do dióxido de carbono e água na presença de clorofila. As reações
fotossintetizantes ocorrem em duas etapas: fase luminosa e fase escura.
A fase luminosa ocorre na presença de luz. A energia proveniente da luz solar energiza um elétron
da clorofila (que obtém esse elétron da água e gera O2 como subproduto), capacitando-o a se mover
por uma cadeia transportadora de elétrons, aonde vão perdendo a energia produzindo ATP. Este
caminho é chamado de transporte cíclico e utiliza o fotossistema I.
O transporte acíclico ocorre com a participação de dois
fotossistemas. Os elétrons da clorofila do Fotossistema I é
bombeado juntamente com o íon H+, que são recolhidos pelo
NADP+, convertendo-o em NADPH. Esta síntese é também
chamada de fosforilação acíclica.
Na fase escura, acontecem as reações de fixação do
carbono, que ocorre no estroma. O ATP e o NADPH produzidos
na fase luminosa servem como fonte de energia e como força
redutora, respectivamente, para converter o CO 2 em carboidratos
e muitas outras moléculas orgânicas.

TEXTO COMPLEMENTAR
SUBSTÂNCIAS DE RESERVA (ENERGÉTICA) NOS SERES VIVOS

O açúcar formado na fotossíntese pode ficar armazenado ou ser transformado em outras


substâncias. Aliás, a maioria das substâncias que constituem os vegetais deriva dos açúcares.
Entre os polissacarídeos, os mais importantes, em botânica, são a celulose e o amido, ambos
com fórmula empírica (C5H10O5)n.
A celulose é formada por moléculas gigantes, resultantes de cerca de 1000 moléculas de beta-d-
glicose em cadeia. Cada duas beta-d-glicose vizinhas se unem por uma ponte de oxigênio, resultante da
perda de uma molécula de água por duas terminações OH -.
As moléculas de amido, também gigantes, diferem, entretanto, das de celulose,
fundamentalmente, porque são constituídas por cadeias de alfa-d-glicose. O amido é encontrado sob
duas formas nos vegetais: amilose e amilopectina. No caso da amilopectina, as cadeias de alfa-d-
glicose são muito longas, como no caso da celulose, e contêm de 300 a 1000 anéis de glicose, não se
ramificando jamais, de tal modo que se pode interpretar a molécula gigante de amilose como sendo o
resultado da reunião de inúmeras pequenas cadeias curtas que têm em média oito anéis de glicose. A
densa ramificação que ocorre na molécula de amilose é muito menos solúvel que amilopectina.

A forma do amido é característica para cada espécie de planta; sob o microscópio podem, pois,
ser distinguidas as diferentes qualidades de amido, descobrindo-se assim, falsificações de farinhas. Grãos
de amido são especialmente abundantes nos órgãos de reserva das plantas, como tubérculos, raízes
tuberosas e sementes. Aqui são os leucoplastos que formam o amido. Preparam-no, não por
fotossíntese, mas, precipitando-o do suco açucarado que é transportado das folhas para esses órgãos.
Nos animais a principal substância de reserva é o GLICOGÊNIO, um polissacarídeo com função
energética, encontrado em órgãos especiais. No homem, a molécula de glicogênio é quebrada no fígado
formando várias moléculas de glicose que são lançadas no sangue. Posteriormente o sangue transporta
as moléculas de glicose para as células.

O lugol é um indicador da presença de amido; em teste positivo apresenta cor roxo-negro.

Preparo do Lugol: Iodo PA ........................ 1g


Iodeto de potássio ......... 2g
H2O destilada ................ 300ml
Triturar iodo e iodeto de potássio em gral. Acrescentar a água destilada aos pouco.
Guardar em temperatura ambiente, em frasco de vidro escuro com tampa esmerilhada.
Validade pequena.