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PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

1. O QUE É PCA?

O PCA é uma integração, para chegar a ele antes de tudo deve-se ter
primeiramente já analisados os outros programas de controle que são: PCMSO e
PPRA que juntos darão um embasamento maior para o que venha ser de fato
PCA.

Avaliados os efeitos dos riscos ambientais e os riscos da exposição entra em


questão o PCA que tem justamente o objetivo de fazer o controle de eliminação do
importuno que no caso do PCA é risco físico ruído.

2. OBJETIVOS

O programa de conservação auditiva na indústria tem por objetivo manter e


preservar a saúde do trabalhador e prevenir que o mesmo venha a ser prejudicado
por grandes intensidades de ruídos que é a fonte principal causadora deste
empecilho. Á grande exposição a esses ruídos de alta intensidade causa no
trabalhador o desenvolvimento da perda auditiva induzida pelo risco ocupacional
(PAIRO).

3. CARACTERIZAÇÃO DO PAIRO;

As perdas auditivas induzidas pelo ruído sic sempre do tipo neurossensoriais,


geralmente bilaterais e simétricas, iniciando nas frequências de 4000, 6000 ou
3000 Hz, com uma perda mais acentuada nessas frequências do que nas
frequências de 50G 1000 ou 2000Hz. Geralmente a maior perda é na faixa de
4008 Hz. As frequências mais altas e mais baixas que 4000 e 6000 levam mais
tempo para serem afetadas. Iniciam-se nos primeiros anos e exposição e atingem
um limiar máximo de 10 a 15 anos de exposição. Geralmente não progridem
significativamente depois de cessada as exposições.
4. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO

Em todas as áreas de onde ocorra risco do tipo físico ruído trabalhadores expostos
estes devem ser avaliados apropriadamente com métodos de análise quantitativa.
Um estudo de análise de riscos, ou informações contidas nos mapas de riscos, ou
informações sobre o processo e/ou operações similares, ou ainda informações
medicas dos trabalhadores expostos podem ser úteis na identificação de áreas
onde haja potencial para superexposição do trabalhador.

Este estudo da avaliação de riscos de exposição pode se dá através de utilização


de técnicas e instrumentos de acuidade e precisão reconhecidos como próprios
para o tipo de avaliação que se deseja executar, os ambientes onde estes riscos
estão presentes deverão ser amostrados e analisados de modo a identificar os
níveis de ruídos existentes.

5. MEDIDAS DE CONTROLE

 Revezamento entre ambientes, postos, funções ou atividades.


 Posicionamento remoto dos controles das máquinas.
 Enclausuramento do trabalhador em cabine tratada acusticamente.
 Reposicionamento do trabalhador em relação a fonte de ruído ou do
caminho da transmissão durante etapas da jornada de trabalho.

6. EPIs

NR-9 IDEIA PRINCIPAL

Quando comprovado pelo empregador ou instituição, a inviabilidade técnica da


doação de medidas de proteção coletiva ou quando estas não serem suficientes
ou encontrarem-se em fase do estudo, planejamento ou implantação ou ainda em
caráter complementar ou emergencial, deverão ser adotadas outras medidas
obedecendo-se á seguinte hierarquia:
TIPOS:

 Protetores auriculares
 Protetores de espumas moldáveis
 Abafadores

7. CONTROLE MÉDICO:

7.1 Teste Audiométricos:

O exame audiométrico será realizado, no mínimo, no momento da comissão, no 06


(sexto) mês após a mesma, anualmente a partir de então, e na demissão do
trabalhador expostos a níveis de pressão sonora acima de 00dB(A).

 Individuo jovem, com PAIRO profunda já diagnosticada que vá trabalhar em


área com alto nível de ruído (igual ou maior que 30dB(A);
 Anacusia unilateral de causa desconhecida, mesmo que a audição
contralateral esteja normal;

Adimissional (Alto Risco):

 Perda auditiva neuro-sensorial causada por agente etiológico que não o


ruído, com comprometimento das frequências 2000, 1000 ou 500Hz;
 Portador de otite média crónica;

Periódicos:

Novo caso ou agravamento:

 Verificar a ocorrência de outros casos de agravamento no mesmo grupo de


risco ou no mesmo local ou ambiente de trabalho (análise epidemiológica);
 Verificar a existência de outros fatores que expliquem esta ocorrência
(doenças agudas; outras exposições; consumo de medicamentos, fumo,
álcool, etc.)
 Verificar a utilização do EPI (forma de utilização, o tipo de EPI escolhido,
estado de conservação, conscientização, ficha de EPI, etc.)
 Repetir a audiometria em 30 dias, realizando uma avaliação
otorrinolaringológica com parecer de otorrinolaringologista, para embasar a
conduta.
 Controlar a exposição ao risco através de redução do tempo de exposição,
remanejamento, refúgios protegidos de ruído, uso de protetores auriculares,
etc.
 Comunicar à chefia as restrições cabíveis para aquele trabalhador, e
protocolar esta comunicação.
Demissional:

 Deve haver coerência, ou seja, os critérios adotados para aptidão


admissionais devem ser os mesmos critérios adotados para aptidão
demissional.

AGENTES FÍSICOS

RUÍDO:

Entre os agentes ambientais causadores de danos ou incômodos, destaca-se o


ruído, pela frequência e intensidade com que ocorre nos centros industriais e
urbanos.

01. MECANISMO DA AUDIÇÃO AUTOMATICAMENTE, O OUVIDO PODE SER


DIVIDIDO EM TRÊS PARTES:

OUVIDO EXTERNO:

É formada pelo pavilhão auditivo (orelha) e pelo canal auditivo externo tem a
função de recolher as ondas sonoras e encaminhá-las ao canal auditivo.

OUVIDO MÉDIO:

É uma cavidade denominada caixa do tímpano, atravessada por uma cadeia de


ossículo (martelo, bigorna e estribo) que transmitir as vibrações sonoras para o
ouvido interno, com o qual em contato por meio da janela oval.

O ouvido médio comunica-se com a faringe pelo tubo auditivo, que mantém a caixa
timpânica sempre cheia de ar.

OUVIDO INTERNO:

É cheio de liquido e até ele chegam terminações nervosas formadas pelos canais
semicirculares e utrículo e pela cóclea, ou caracol.

A cóclea, ou caracol constitui o aparelho coclear destinado à audição. O conjunto


dos canais semicirculares e utrículo constitui o aparelho vestibular, cuja função é
manter o equilíbrio do corpo.
2. EFEITO DO RUÍDO NO ORGANISMO:

Os efeitos do ruído sobre o homem são de duas ordens:

 Efeito sobre o aparelho auditivo,


 Efeitos gerais.

Os efeitos sobre o aparelho auditivo encontram a surdez pelo ruído, a qual


apresenta resultado de golpes recebidos pelas células do órgão de corte.

Em geral, o problema é localizado no ouvido interno, mas fibras dos nervos


auditivos do próprio cérebro.

A SURDEZ PODE SER CLASSIFICADA:

CONDUÇÃO:

Ocorre quando existe alguma alteração na mecânica do ouvido externo ou do


ouvido médio. Na maioria dos casos, a surdez de condução é solucionada com
intervenção cirúrgicas.

PERCEPÇÃO:

O ouvido externo e o ouvido médio funcionam normalmente, nas certas vibrações


não podem chegar aos centros nervosos.

MISTA:

Ocorre quando se combinam fatores determinantes da surdez de condução com


outras características da surdez de percepção.
CLASSIFICAÇÃO DE PERDAS AUDITIVA

(perdas correspondentes em dB a 500, 1.000 e 2.000 c.p.s no ouvido melhor)

CLASSE DEFINIÇÃO PERDA EM OBSERVAÇÃO


Db
I Normal Menos de 15 Dentro dos limites normais
II Quase Normal Mais de 15 Sem dificuldade na conservação
ordinária a uma distância de 6,5m.
III Perda Mínima Mais de 25 e Dificuldade na conversação
menos de 40 ordinária, quando a distancia exceda
1,66m.
IV Perda Mais de 40 e Dificuldade com a conversação em
Moderada menos de 65 voz alta, quando a distância excede
1,66m.
V Perda Grave Mais de 65 e Dificuldade com a voz gritada
menos 75 quando a distancia excede de 1,66m
VI Perda Profunda Mais de 75 e Dificuldade com voz gritada, a menos
menos de 85 de 1,66m de distancia.
VII Perda Total Mais dee 85 Perda da audição, praticamente,
para a voz

CONTROLE DO RUÍDO:

Para que o ruído seja eliminado ou pelo menos reduzido a níveis aceitáveis,
adotam-se três tipos genéricos de controle: na fonte, na trajetória, no pessoal. O
problema deve ser encarado exatamente na ordem acima citada, devendo
procurar controlar o ruído, primeiramente, na fonte, isto é, no seu ponto de origem.

a) Controle na fonte para isso, pode ser adotados métodos como:

 Substituição ou modificação de processos. Exemplos:


 Rebitagem pneumática por solda
 Correias de couro por correias de borracha
 Trabalhar metal a frio por metal a quente
 Engrenagem metálica por engrenagens de plásticos
 Manutenção adequada
 Jatos de ar;
 De água sob altas pressões, escapamento de motores, etc.
b) Controle na Trajetória:

Significa evitar que se propague pelo ambiente de trabalho para isso, faz o
controle via estrutura e/ou via ar. Podemos conseguir isso de duas maneiras:

 Evitando que o som se propague a partir da fonte;


 Evitando que o som chegue ao receptor; O som utiliza duas vias de
Propagação:
 O ar;
 A estrutura.

Redução da propagação do som pelo ar. Só podemos controlar através de


obstáculos à sua propagação.

Redução da propagação do ruído pela estrutura. O som pode se propagar não só


pelo o ar, mas também pela estrutura do prédio, alcançando grandes distâncias, a
fim de diminuir a transmissão de vibrações.

Via ar:

As medidas mais importantes são:

 Barreiras- Impedem que o trabalhador fique sujeito ao ruído direto. Para


que não fique exposto ao ruído refletido, a barreira deverá tomar toda a
altura do compartimento.
 Enclasuramento - Consiste em confiar o maquinário totalmente não
permitindo a propagação do ruído.

c) Controle de pessoal - São recomendáveis as seguintes medidas em condições


de ruído intenso:

 Exames médicos pré-admissionais, que incluem: exames clínicos do


aparelho auditivo e exame audiométrico realizados nos trabalhadores pra
locais ruidosos.
 Exames médicos periódicos - (incluem exame audiométrico) para detectar
os primeiros sintomas de perda de audição.
 Limitação do tempo de exposição - são alteração de rotina, rodízio de
pessoal, alteração de horários, gabinetes de repouso.
 Equipamentos de proteção individual - nem sempre é possível controlar o
ruído na fonte ou na trajetória, é necessário nesse caso, a utilização de
proteção individual.

Os protetores auditivos podem ser basicamente de dois tipos:

 Inserir ou tipo "plug" este podem ser constituídos plástico ou algodão


acústico especial.
 Tipo concha - este envolve totalmente a orelha e, vias de regra, dão um
abafamento acústico melhor.
Convém lembrar que qualquer programa de fornecimento de protetores auditivos
na empresa deverá ser precedido por uma campanha esclarecedora e motivadora
dos trabalhadores. De modo geral, só utiliza os EPI quando realmente
conscientizados e convertidos de sua necessidade e vantagens. Educação dos
trabalhadores - consiste na orientação dos trabalhadores quando aos
procedimentos corretos e no que se refere à observância das normas de
segurança e higiene do trabalho e ao desempenho das próprias atividades.