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17/03/2018 Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas

UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA


SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE ATIVIDADES ACADÊMICAS

Portal do Docente EMITIDO EM 17/03/2018 17:17

PLANO DE TRABALHO

DADOS DO PLANO DE TRABALHO


PIC420-2016 - Saberes em movimento: Contribuições de Paulo Freire, Ruy Mauro Marini e Augusto Boal na luta por terra e
Projeto de Pesquisa:
trabalho digno no Brasil
Orientador: ROBERTA SPERANDIO TRASPADINI
Centro: UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA
Departamento: INSTITUTO LATINO-AMERICANO DE ECONOMIA, SOCIEDADE E POLÍTICA
Discente: 2014100060101370 - GABRIEL ARAÚJO CARVALHO
Tipo de Bolsa: IC(IC)
Direcionamento(s) da
bolsa:
Status do Plano: FINALIZADO
Cota: PIBIC 2016/2017 (01/08/2016 a 31/07/2017)
Edital: Edital PRPPG 11/2016 PIBIC 2016/2017
CORPO DO PLANO DE TRABALHO
Título
Imperialismo, Divisão Internacional do Trabalho e Dependência na América Latina no século XXI: as particularidades do Brasil e do México
Introdução e Justificativa
Paulo Freire e Ruy Mauro Marini viveram o exílio fruto do período de ditaduras na América Latina e Caribe nos anos 1960-1970. México, Chile, América
Central foram territórios de residência migrante destes intelectuais brasileiros latino-americanistas. Durante suas estadas nestes países, produziram grupos
de investigação, trabalharam seus próprios textos, narraram suas histórias vividas em um contexto duro de conformação do Estado de exceção. Seguir as
pistas destes autores a partir do que está ocorrendo no economia mundial através da nova divisão internacional do trabalho do pós segunda guerra, torna-se
essencial para explicitar o palco no qual suas principais obras (dialética da dependência-Marini) e (pedagogia do Oprimido, Freire) ganharam vida.

O nascimento das Relações Internacionais como processo de educação formal ocorreu em 1919, em pleno processo de internacionalização da economia sob o
domínio dos monopólios, o que Lênin caracterizou como a era do Imperialismo. Entre 1919 e 2016 ocorreram modificações substantivas nas relações entre os
países mediadas pelo avanço da concorrência entre os grandes capitais e as disputas entre as gigantes potências, com destaque para a ascensão dos Estados
Unidos.

Tal impacto, atrelado às múltiplas formas de guerras – militar, econômica, política e cultural - no processo de consolidação de uma estrutura internacional de
poder e contra-poder coloca em movimento os limites reflexivos e prospectivos daqueles que estudaram na histórica cátedra Woodrow Wilson, no País de
Gales, na primeira turma do curso que, desde o domínio inglês provavelmente não profetizariam desde aquele território a potência internacional que se
tornaria uma ex-colônia – EUA – explicitando os complexos processos mundiais que abriram alas à economia mundial que ora vivenciamos, baseada em uma
configuração desigual entre os economicamente ricos países do Norte em detrimento aos economicamente pobres países do Sul. Situação que expressa
questões contemporâneas acerca da centralidade do Estado-nação no século XXI, tamanha a força de irradiação política das gigantes empresas
transnacionais. Algumas delas com renda anual maior que os Produtos Internos Brutos (PIB) de determinados países como o Paraguai e a Islândia, entre
outros.

O contexto da globalização explicita a dependência econômica entre os países produtores de bens semi-industriais, produtores de commodities, e os países
produtores de bens finais, conformando uma multiplicidade de políticas internacionais desiguais. Este processo permitiu Ernest Mandel denominar os
acontecimentos mundiais após a metade do século XX de Capitalismo Tardio. Para este autor, o que caracteriza a economia mundial do século XX sob o
domínio dos grandes capitais é o desenvolvimento desigual e combinado como estrutura orgânica e heterogênea do próprio capital (MANDEL, 1982). Esta
situação contradiz o que um dia Kenneth Waltz, pai do norrealismo nas Relações Internacionais, cujas principais obras são “O Homem, o Estado e a Guerra”
de 1959 e “Teoria da Política Internacional” de 1979, sustentou sobre a não necessidade de haver uma teoria sobre política internacional desde e para os
países periféricos, como Costa Rica e Malásia. Para os autores latino-americanos, marxistas, da dependência como, por exemplo, Ruy Mauro Marini, é
extremamente necessário haver uma teoria política com incidência nacional e internacional que direcione a atuação de Estados específicos, como os do
continente, dada a preponderância dos capitais transnacionais no intercâmbio comercial entre países centrais e periféricos (MARINI, 2011).
A teoria, como a história, da política internacional é escrito em termos das grandes potências de uma era. [...] Seria tão ridículo construir uma teoria da
política internacional com base na Malásia e Costa Rica como seria a construção de uma teoria econômica da concorrência oligopolista com base nas
empresas menores em um setor da economia. (WALTZ, 1979, p.72).

Cabe destacar que, conforme o economista e diplomata estadunidense Christopher Hill, para entender a política externa é preciso ter em mente as influências
duais do meio internacional e doméstico conformando outro campo sui generis, o interméstico, no qual a política se dá de fato . Ou seja, pensar a atuação
política e econômica de um Estado no cenário internacional é refletir acerca da vontade da classe dominante no interior dos países somada à dinâmica e
oportunidades estabelecidas na divisão internacional do trabalho. Portanto o campo interméstico se conforma enquanto reflexo de lutas internas e disposições
arbitrárias do cenário internacional e sua análise revela a associação da classe dominante aos interesses daqueles países, organizações e empresas os quais
definem as funções dos diversos membros do Sistema Internacional.

Esta IC estrutura-se como um processo de reflexão acerca dos fenômenos econômicos, suas origens, consequências, em âmbitos histórico, social e político
num ambiente multidisciplinar, latino-americanista e bilíngue. É imprescindível numa análise que pretende entender as políticas econômicas estruturadas pelo
grande capital no âmbito internacional, pensar na centralidade política das empresas transnacionais no continente latino-americano e caribenho, processos
materiais concretos em que as corporações patrocinam campanhas de diversos representantes que posteriormente tornar-se-ão fantoches dos interesses
dessas grandes companhias. O desafio deste estudo é pensar como se formam as pautas dos governos a partir dos interesses dessas companhias que, em
geral, ao terem seus interesses centrados na acumulação de capital, voltam-se para a apropriação dos recursos públicos e dificultam a situação de políticas
sociais centradas nas necessidades das populações destas economias, explicitando a complexidade dos dilemas manifestos na relação entre política,
economia e cultura nos contextos nacionais e internacional.

Pensar a assimetria das relações internacionais no século XXI, com ênfase no caráter econômico das mesmas exige entender a globalização enquanto
processo dinâmico e inter-relacional (SANTOS, 1997). A globalização, entendida como fenômeno que demarca a atualidade das relações entre diversos
Estados nacionais, sedes ou sucursais dos grandes capitais monopolistas, evidencia o alto grau de especialização técnico/científica de diversos países e expõe
a atualidade das ideias de Marx e Engels sobre o estágio capitalista no qual as nações seriam obrigadas a adotar o capitalismo concorrencial como forma de
sobrevivência (análise expressa no Manifesto Comunista). Nas palavras destes estudiosos:
Com o rápido aperfeiçoamento dos instrumentos de produção e o constante progresso dos meios de comunicação, a burguesia arrasta para a torrente da
civilização todas as nações, até mesmo as mais bárbaras. [...] Sob pena de ruína total, ela obriga todas as nações a adotar o modo burguês de produção,
constrange-se a abraçar a chamada civilização, isto é, a tornarem-se burguesas. (MARX e ENGELS, 1848, p.43, 44)

A população mundial vive, no século XXI, as consequências da adoção do modelo de desenvolvimento projetado e perpetuado pelos donos do capital,
instituído a fim de favorecer e enriquecer, em última análise, uma pequena fração de pessoas entre os sete bilhões existente. Deste domínio de 147
corporações que se apropriam de mais de 50% do PIB mundial, se erguem as mazelas sociais historicamente produzidas em que quase um bilhão de pessoas
passam fome absoluta no mundo, segundo o relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, FAO, na sigla em inglês. O poder
do capital transnacional se territorializa nas economias nacionais e funda, em cada país a mesma lógica desigual a partir das particularidades que compõem
cada territorialidade. Ao longo dos continentes em que os recursos naturais e a abundância populacional apresentam-se como vetores estratégicos da
redução de custos da lógica de produção mundial sob o domínio do capital transnacional, são eleitas potências regionais intermediárias que terão a função de
reproduzir a lógica dominante.

Na América Latina e Caribe, o Brasil e o México cumprem, desde o processo de suas independências políticas formais no século XIX, uma função estratégica

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de plataforma de territorialização do capital transnacional. Foi com base nessa potência territorial intermediária como força de irradiação das determinações
do capital transnacional com sede nas economias centrais ao longo do século XX que Marini fundou na década de 1960 a categoria subimperialismo.

A vigência ou não desta categoria após a era das políticas neoliberais levadas a cabo no continente após a primeira grande crise do petróleo no final da
década de 1960, nos remete à reflexão sobre o contexto latino-americano e sua posição nas relações internacionais outorgada, pela nova DIT sob a
hegemonia dos grandes capitais monopolistas transnacionais.
Nesse sentido, pensar a função da América Latina na economia mundial na era do Capitalismo Tardio, com primazia do capital financeiro que integra diversas
partes da produção (que agora tem um caráter global) expõe novas-velhas características dessa nova etapa do capitalismo. Logo, não basta somente estudar
a função econômica da especialização desses países no papel que ocupam nas relações internacionais. É necessário refletir sobre a relação indissociável entre
economia, política e cultura na era do capital transnacional.

Como pode ser constatado pela imagem, 41% do PIB mundial é efetuado pelos serviços, em geral e financeiros. A primazia da esfera financeira sobre a
produtiva abre profundas reflexões sobre o papel do capital transnacional nos vários setores da economia uma vez que as fusões e associações consolidam na
aparência de vários capitais, a essência substantiva de poucos gigantes capitais incidindo sobre todos os setores econômicos.

Objetivos
Geral:
Estudar a atual fase das relações internacionais, à luz das categorias imperialismo, divisão internacional do trabalho e dependência e explicitar as
transformações ocorridas no protagonismo do Brasil e do México no continente.
Específicos:
1. Analisar os cenários políticos, econômicos e sociais contemporâneos dos países latino-americanos, relacionando-os com o intercâmbio internacional
(desigual e combinado) de mercadorias entre norte e norte, norte e sul, sul e sul.
2. Estudar a questão da territorialidade da América Latina e Caribe a partir dos impactos do imperialismo, das especializações na divisão internacional do
trabalho e das influências dos tratados de livre-comércio.
3. Especificar a singularidade do neoliberalismo nas relações internacionais no interior da América Latina e na relação desta com o mundo.
4. Consolidar uma retrospectiva histórica dos tratados e acordos bi/multilaterais posteriores ao neoliberalismo, bem como os resultados reais sobre o
desenvolvimento dos países da América Latina.
5. Estudar a vigência da categoria subimperialismo brasileiro (Marini) na zona sul do continente, a partir da força-potência da economia brasileira sobre o sul
do continente latino-americano e da mexicana sobre a América Central e o Caribe.
6. Tecer pontes teóricas entre pensadores críticos das Relações Internacionais e da Economia Política Crítica latino-americana com o fim de dar um caráter
interdisciplinar e dialético às investigações a serem desenvolvidas.
7. Relacionar as especificidades latino-americanas à formação político, econômica e social de seus Estados.
8. Pensar nas estratégias acopladas às políticas cambiais de determinados países, os setores beneficiados por essas políticas e ainda as consequências dessas
posturas em outras economias.
9. Reunir-se periodicamente com a comunidade para apresentar as conclusões do projeto e ainda debatê-los a partir de uma perspectiva interdisciplinar,
latino-americanista e bilíngue.
Metodologia
Esse projeto tem caráter de iniciação científica o que configura debruçar-se sobre fontes primárias e secundárias com o objetivo de consolidar um rigoroso
referencial teórico sobre o tema. Além disso, será dada ênfase à participação em congressos, nacionais e internacionais, e ao desenvolvimento de artigos que
permitam o diálogo com a comunidade acadêmica, organismos internacionais e comunidade e geral, como forma de socializar o conteúdo e apreender do
diálogo elementos até então não refletidos. O projeto usa como fontes ainda dados divulgados por organizações internacionais que estejam ligados ao tema.
Especificamente, o projeto tratará dos seguintes processos metodológicos:
1. Levantamento de fontes bibliográficas;
2. Reuniões de estudos e debates interdisciplinares;
3. Consolidação de relatórios parciais semestrais;
4. Desenvolvimento de artigos científicos para participação em congressos;
5. Sistematização de dados comparativos sobre a conjuntura do México e do Brasil na perspectiva da integração;
6. Relatório final de IC ao final de um ano de trabalho.
7. - Selecionar fontes bibliográficas sobre os temas acima elencados;
8. - Desenvolver fichas de leituras e sínteses de conteúdos que subsidiarão à escrita do trabalho;
9. - Posicionar-se teoricamente nos debates, tanto sobre o conteúdo das categorias, quanto sobre a função política dos temas abordados.
10. - Estudar em particular o México e a América Central como forma de compreensão da América Latina e Caribe em sua totalidade.
11. - Iniciar a reflexão que culminará no desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso e de futuras especializações centradas nos temas estudados.
12. - Construir um projeto interdisciplinar com conexão entre várias áreas do saber, entre intelectuais de várias universidades da América Latina e Caribe.
13. - Aprofundar conhecimento adquirido nos primeiros anos do curso.
Para tratar a investigação com base na problematização contemporânea das relações internacionais foram construídas metodologicamente as seguintes
questões:
Nesse sentido, serão feitas algumas questões problematizadoras que servirão de guia reflexivo-metodológico para esta IC com o fim de explicitar tanto a
relevância do tema proposto, quanto o caminho a perseguir na investigação rigorosa do mesmo.
1) Qual é a forma-conteúdo da atual economia mundial sob o domínio imperialista dos capitais monopolistas transnacionais?
2) Quais as funções dos Estados nacionais na atual fase da economia mundial?
3) Por que persiste o atraso da América Latina e Caribe após décadas de execução de processos de desenvolvimento pautados tanto por organismos
multilaterais (CEPAL, FMI, BM), quanto pelos Estados nacionais desenvolvimentistas (como o caso do Argentina, Brasil e México entre as décadas de 1930 e
1960)?
4) É possível pensar uma política externa autônoma enquanto política pública ancorada no protagonismo dos Estados nacionais em plena era de domínio
acentuado do capital monopolista transnacional?
5) Dada a função intermediária que determinadas economias ocupam na DIT, como por exemplo o Brasil, influência direta no Cone Sul, qual a possibilidade
destes Estados nacionais serem protagonistas de políticas externas próprias, não reféns das dinâmicas internacionais?
6) E a América Central e o México? Qual a função que ocupam na atual DIT?
7) O que potencializou as vitórias eleitorais de representantes ditos progressistas no continente como os presidentes (Lula-Dilma no Brasil, os Kirchner na
Argentina, Lugo no Paraguai, Mujica-Vasquez no Uruguai, Chavez na Venezuela, Bachellet no Chile, Evo na Bolívia, Correa no Equador)? Que políticas foram
implementadas por esses governos em relação direta com os capitais transnacionais? Foi de freio ou aceleração?
Habilidades Adquiridas
--NÃO PREENCHIDO--
Referências
BUKHARIN, Nikolai I. Economia mundial e o imperialismo. São Paulo: Editora Abril, 1984.
Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL), Anuario Estadístico de América Latina y el Caribe, 2014 (LC/G.2634-P), Santiago de Chile,
2014.
EXAME, Abril. Disponível em: < http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/apple-anuncia-lucro-liquido-anual-de-quase-us-40-bi>. Acesso em 24 de
setembro de 2015.
FURTADO, Celso. A economia latino-americana: formação histórica e problemas contemporâneos. 4. ed. São Paulo: Companhia das letras, 2007.
GALEANO, Eduardo. Las venas abiertas de América Latina. Montevideo: Ediciones del chancito, 2004.
HILL, Christopher. The changing politics of foreign policy. Nova York: Palgrave, Macmillan, 2003.
LÊNIN, Vladimir I. Imperialismo, Fase Superior do Capitalismo. São Paulo: Centauro, 1917/2009.
MANDEL, Ernest. Capitalismo Tardio. São Paulo: editora abril, 1982.
MARINI, Ruy Mauro. Dialética da dependência. IN: TRASPADINI, Roberta e STÉDILE, João Pedro. Ruy Mauro Marini vida e obra. São Paulo: Editora expressão
popular, 2011.
MARX, Karl; ENGELS, Frederick. Manifesto Comunista. São Paulo, Boitempo, 1998.
ORGANIZÇAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA ALIMENTAÇÃO E AGRICULTURA (FAO). O estado da segurança alimentar e nutricional no Brasil. Um retrato
multidimensional. Relatório 2014. Disponível em: <https://www.fao.org.br/download/SOFI_p.pdf>. Acesso em: 6 de abril de 2016.
SANTOS, Milton. Espaço e método. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1997 (Coleção Espaços).
WALTZ, Kenneth N. Theory of international politics. Universidade de Michigan: Addison-Wesley Pub. Co., 1979.
THE WORLD BANK, IBRD – IDA. Disponível em: < http://data.worldbank.org/country>. Acesso em 24 de setembro de 2015.
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
2016 2017
Atividade
Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul

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17/03/2018 Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas
2016 2017
Atividade
Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul
SELEÇÃO DE BOLSISTA X
REUNIÕES PERIÓDICAS DE TRABALHO X X X X X X X X X X
LEVANTAMENTO DE DADOS E DE
X X X
BIBLIOGRAFIA CENTRAL SOBRE O TEMA
FICHAS DE LEITURAS E SISTEMATIZAÇÃO
DOS DADOS CONTEMPORÂNEOS ACERCA
DO COMERCIO INTERNACIONAL DA X X
AMÉRICA LATINA E O CARIBE, COM
ÊNFASE PARA BRASIL E MÉXICO
CONSOLIDAÇÃO DE REUNIÕES ABERTAS
X X X
INTERDISCIPLINARES SOBRE O TEMA
PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS DA UNILA E
X X
EXTERNOS
PRODUÇÃO DE UM ARTIGO CIENTÍFICO
X X X
SOBRE OS ESTUDOS REALIZADOS
PRODUÇÃO DE RELATÓRIO FINAL X X

HISTÓRICO DE BOLSISTAS
Discente Data de Indicação Início Fim
2014100060101370 - GABRIEL ARAÚJO CARVALHO 17/08/2016 08:07:16 18/08/2016

HISTÓRICO DO PLANO DE TRABALHO


Data/Hora Situação Tipo de Bolsa Usuário
14/07/2016 09:47 APROVADO A DEFINIR GESTOR DE PESQUISA
20/06/2016 19:26 APROVADO COM RESTRIÇÕES A DEFINIR (c777)
18/04/2016 19:17 CONCORRENDO A COTA A DEFINIR ROBERTA SPERANDIO TRASPADINI (roberta.traspadini)

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