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FACULDADE DE MÚSICA DO ESPÍRITO SANTO “MAURÍCIO DE OLIVEIRA”


LICENCIATURA EM MÚSICA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I

Lilian Lomeu de Almeida da Silva


Marcelo Porto da Costa

PROJETO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I


EDUCAÇÃO MUSICAL INFANTIL

Vitória
2018
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Lilian Lomeu de Almeida da Silva


Marcelo Porto da Costa

PROJETO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I


EDUCAÇÃO MUSICAL INFANTIL

Projeto apresentado em cumprimento às exigências


parciais da disciplina Estágio Supervisionado I do
Curso Licenciatura em Música com habilitação em
Educação Musical da Faculdade de Música do
Espírito Santo “Maurício de Oliveira”.
Prof.ª Marlene Betzel Luxinger.

Vitória
2018
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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO..................................................................................................... .3

2 JUSTIFICATIVA...................................................................................................4

3 OBJETIVO.............................................................................................................5

3.1 OBJETIVO GERAL..........................................................................................5

3.1 OBJETIVO ESPECÍFICO...............................................................................5

4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA.......................................................................6

5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS......................................................8

6 LOCAL DE REALIZAÇÃO................................................................................9

7 CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO..............................................10

8 CRONOGRAMA DAS AULAS.......................................................................11

9 REFERÊNCIAS..................................................................................................12
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1 INTRODUÇÃO

O processo de educação musical é revestido de complexidade da vida


humana, sendo como parte de uma teia de relações que no Pensamento Complexo,
tem a música como maior conhecimento. Por meio de interações produzimos
valores, normas, convenções, visão de mundo e um corpo imenso de
conhecimentos que geram a identidade individual e social. A procura do equilíbrio na
questão do desenvolvimento intelectual, temos a indissociabilidade biológica na
organização e na adaptação, sendo este realizado sob duas operações, a
assimilação e a acomodação. Partindo do pressuposto que a estimulação a
liberdade na criação e na expressão na educação, temos aqui no papel do educador
a função de fomentar o ensino da música no ambiente escolar, corroborando com a
formação qualitativa do humano.

Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Esses que-fazeres se


encontram um no corpo do outro enquanto ensino, continuo buscando,
reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me
indago, pesquiso para constatar, constatando intervenho, intervindo educo e
me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar
ou anunciar a novidade (FREIRE, 1997, p.32).

Resgatar o sentido que arte é vida e vida é arte, propõe-se a ideia do


sensorium que nos primeiros anos de escola trabalhe todas as artes, elevando a
criança à uma vida vibrante. Considerar a estrutura do trabalho musical por meio da
escuta, sensibilidade motora, sentido rítmico e a expressão demonstra as propostas
e reflexões, que de forma orientada fornecerá ao educando a conquista da
autonomia ao longo da caminhada.
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2 JUSTIFICATIVA

As práticas criativas direcionadas visam desenvolver a capacidade de utilizar


a linguagem musical de forma autônoma, trazendo para a classe a aceitação das
propostas que tem como objetivo motivar o interesse pela possibilidade de explorar
terrenos musicais ainda não conhecidos, expressar sentimentos, ter prazer com as
características lúdicas vivenciadas no ambiente escolar.

Ponto-chave nesta abordagem é a não-valoração da dualidade acerto/erro e a


ausência de juízos de valor cooperando assim, para a integração das crianças. A
teatralidade no universo infantil vem como adjunto a sociabilidade na
heterogeneidade encontrada no meio socioeducacional da criança como individuo.
“Aquilo que experienciamos e como damos sentido ao que experienciamos depende
do tipo de corpos que temos e das formas de interação com o ambiente no qual
habitamos”. (JOHNSON, MARK apud. PAREJO 2018, pag.19).

Uma ampliação das fontes sonoras incorporadas no século XX torna o timbre


como parâmetro para o trabalho musical. É função do educador estimular a escuta
de novos sons, observando os modelos pré-conceituais para que não seja barreira
na sala de aula. O aprendizado do instrumento musical deve ter por finalidade a
imersão cultural da criança a fim de através do estudo dirigido adentrar de forma a
relacionar-se com vínculo afetivo, movimento, coordenação motora fina e a interação
social, abrangendo outras culturas sempre que possível.
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3 OBJETIVOS

4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
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Estimular a imaginação por meio das competências criativas, sugere uma


conectividade na realidade social, cultural, histórica da criança, que por meio de
atividades lúdicas produzira uma música intencional, expressiva e acessível a todos.
A paisagem sonora existente no meio ambiente auxilia como viável recurso para se
trabalhar a escuta com as crianças. “Uma paisagem sonora é um conjunto de sons
ouvidos num determinado lugar” (SCHAFER, 2011, p.201).

As experiências em grupo na metodologia de Emile Jaques-Dalcroze


oportuna à criança o aprender e a capacidade de interagir, respeitando as diferenças
e habilidades de cada um. Na exploração das capacidades pessoais põe prova de
seus limites a fim de criar condições de superá-los. “Comecei a educar o ouvido dos
meus alunos na idade mais tenra e descobri que as faculdades da educação se
desenvolvem mais forte” (DALCROZE, 1920, p.5, tradução nossa).

O aprendizado musical que envolve a fala, a dança e o movimento


estabelecida em Carl Orff, põe a prática da improvisação na proposta pedagógica.
As atividades de eco, pergunta e resposta e ostinato em companhia ao movimento
corporal e na expressão plástica consolidam o programa. O instrumental Orff através
da exploração permite uma massa sonora diversificada, onde crianças são
estimuladas a participar do conjunto musical de maneira eficaz e motivadora.

A percepção e a sensibilidade revelam o valor da música na educação


musical, que na transdisciplinaridade traz a compreensão que a formação integral da
criança não se dissocia, mas encontra-se comumente ao tempo físico, biológico,
psíquico, cultural, social e histórico. Sua particularidade singular trazida á
participação de atividades propostas no seguimento de vivência musical, desperta a
curiosidade a favor da execução. A escola como o ambiente de familiaridade musical
sendo, idealmente uma comunidade de aprendizes abarca o cenário.

Não há nada que precise ser mais planejado do que a improvisação. Para
improvisar é preciso definir claramente os objetivos que se pretende atingir.
É preciso roteiro e, a partir daí, trabalhar muito: ensaiar, experimentar,
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refazer, avaliar, ouvir, criticar, etc. O resto é vale-tudismo!


(KOELLREUTTER, apud. BRITO, 2001, p. 45).

O ensino da música aqui proposto não é filosófico, mas social. Preconizar um


critério referindo à identidade brasileira é ser capaz de cingir a manifestação popular
e representá-la com integridade e eficiência. É necessária apreciação musical
brasileira no ambiente escolar, afeiçoar-se aos elementos musicais característicos.

O código linguístico musical brasileiro em suas raízes identifica a soberania


cultural, que no seu ensino transfere a riqueza de uma arte pouco explorada. O Livro
500 canções brasileiras, de Ermelinda Paz (2010) traz o resgate de genuínas
expressões a disposição de um trabalho musical levantado ao ensino da música,
criando um vinculo afetivo com o todo.

O princípio do trabalho em sala de aula será norteado pela Abordagem da


Educação Musical Ativa. Murray Schafer, Jaques Dalcroze e Carl Orff farão a linha
metodológica. Compreender a temática das atividades a fim de utilizá-las em uma
abordagem a realidade brasileira dos educandos, levando em consideração a Unitas
multiplex. “É comum afirmarem que a Música é tão velha quanto o homem, porém
talvez seja mais acertado falar que, como Arte, tenha sido ela, entre as artes, a que
mais tardiamente se caracterizou” (ANDRADE, 2015, p.11).

O pensamento sobre as práticas criativas, porventura seja a motivação aos


educadores para trabalhar a música, onde na busca de valorizar no aluno a sua
criação musical o torne igualmente estimulado. Propostas que visem uma atuação
espontânea conduzirá a criança uma experimentação de suas próprias ideias.

5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
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6 LOCAL DE REALIZAÇÃO
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Responsável pelos estagiários: Prof.ª Marlene Betzel Luxinger

Professor: Ana Claudia Perin Vidigal

Local:

Turma:

Período: 1º semestre letivo de 2018, nos dias de segunda-feira, vespertino.

Contatos da Professora:
Marlene Betzel Luxinger (27) 9933-6222
mbluxinger@hotmail.com

Contatos dos Estagiários:


Marcelo Porto da costa (27) 99887-1998
marceloportodacosta@gmail.com

Lilian Lomeu de Almeida da Silva (27) 99848-2801


lilianlomeu@hotmail.com

7 CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO
10

8 CRONOGRAMA DAS AULAS


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9 REFERÊNCIAS

ANDRADE, Mario de. MARIOdeANDRADE: ensaio sobre a música


brasileira, 3ª ed. São Paulo: LIVRARIA MARTINS EDITORA, 1951.
12

ANDRADE, Mario de. PEQUENA HISTORIA DA MÚSICA: Obras Completas


de Mario de Andrade. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1951.

BRITO, Teca Alencar. Música na Educação Infantil: propostas para a


formação integral da criança. 2ª edição. São Paulo: Peirópolis, 2003.

COOGAN, Christa – Apostila de Apoio do Curso de Verão “IX Curso


Internacional Orff-Schulwerk no Brasil” ABRAORFF, Colégio Santo Américo, São
Paulo – Brasil, Janeiro de 2018.

DALCROZE, Emile Jaques. LE RYTHME, LA MUSIQUE ET L’ÉDUCATION.


Paris – França: Jobien & Cie, Editions musicales,1920.

FONTERRADA, Marisa Trench de Oliveira. De tramas e fios: um ensaio


sobre a música e educação. São Paulo: Editora UNESP, 2008.

FREIXEDAS, Claudia – Propostas criativas para o uso da flauta doce em


sala de aula. São Paulo: Enny Parejo Atelier Musical, 2018.

HARDING, James – Apostila de Apoio do Curso de Verão “IX Curso


Internacional Orff-Schulwerk no Brasil” ABRAORFF, Colégio Santo Américo, São
Paulo – Brasil, Janeiro de 2018.

KUHLMANN, Uirá – Apostila de Apoio do Curso Introdução aos Jogos


Musicais “Musica e Movimento”. São Paulo: Escola Teológica Batista, 2018.

KOELLREUTTER, H.-J. Koellreutter Educador: o humano como objetivo


musical. Teca Alencar Brito. São Paulo: Peirópolis, 2001.

KOELLREUTTER, H.-J. Terminologia de uma nova estética da música.


Porto Alegre: Editora Movimento, 1987.
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MATTAR, Renata – Apostila de Apoio do Curso de Verão “IX Curso


Internacional Orff-Schulwerk no Brasil” ABRAORFF, Colégio Santo Américo, São
Paulo – Brasil, Janeiro de 2018.

MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. Porto Alegre: Editora


Meridional Ltda., 2011.

MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários á educação do futuro. São


Paulo: Cortez, 2002.

PAREJO, Enny. Musicalização para Bebês: orientações para a


estimulação e sensibilização musical dos pequenos. São Paulo: Enny Parejo
Atelier Musical, 2018.

PAZ, Ermelinda A. 500 Canções Brasileiras. Brasília: MusiMed, 2010.

SCHAFER, M. O ouvido Pensante. Trad. Marisa Trench de O. Fonterrada,


Magda R. Gomes da Silva, Maria Lucia Pascoal. São Paul: Editora UNESP, 2011.