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Fonte única de sabedoria superior

1 É a Bíblia o registro desta sabedoria superior? Pode ela fornecer-nos


respostas verídicas às perguntas importantes que têm que ver com o objetivo
da vida?
2 Certamente vale a pena examinarmos a Bíblia. Um motivo disso é que ela é o
livro mais incomum já reunido, sendo bem diferente de qualquer outro livro.
Considere os seguintes fatos.
O livro mais antigo e mais amplamente distribuído
3 A Bíblia é o livro mais antigo que já se escreveu, tendo sido partes dela
compostas há uns 3.500 anos. É muitos séculos mais antiga do que qualquer
outro livro considerado como sagrado. O primeiro dos 66 livros que ela contém
foi escrito cerca de mil anos antes de Buda e Confúcio, e uns dois mil anos
antes de Maomé.
4 A História registrada na Bíblia remonta ao começo da família humana e
explica como viemos a existir aqui na Terra. Ela até mesmo nos leva de volta
ao tempo antes de os humanos terem sido criados, fornecendo-nos fatos sobre
a formação da Terra.
5 De outros livros religiosos, e também não-religiosos, só sobraram poucos dos
seus manuscritos antigos. Existem cerca de 13.000 manuscritos da Bíblia ou
de partes dela em hebraico e em grego, remontando algumas delas a perto da
época da escrita original. Estas sobreviveram embora se fizessem os ataques
mais concentrados imagináveis contra a Bíblia.
6 A Bíblia, também, é em muito o livro de maior circulação na História.
Distribuíram-se cerca de três bilhões de Bíblias, ou de partes dela, em cerca de
duas mil línguas. Diz-se que 98 por cento da família humana tem acesso à
Bíblia na sua própria língua. Nenhum outro livro chega perto de ter uma
circulação assim.
7 Além disso, nenhum outro livro antigo se compara com a Bíblia em exatidão.
Cientistas, historiadores, arqueólogos, geógrafos, lingüistas e outros
comprovam continuamente as narrativas da Bíblia.
Exatidão científica
8 Por exemplo, embora a Bíblia não tivesse sido escrita como manual
científico, está em harmonia com a ciência verdadeira quando trata de
assuntos científicos. Mas outros livros antigos considerados como sagrados
contêm mitos científicos, inexatidões e flagrantes falsidades. Note apenas
quatro dos muitos exemplos da exatidão científica da Bíblia:
9 Como a Terra é sustentada no espaço. Na antiguidade, quando se escreveu
a Bíblia, havia muita especulação sobre como a Terra era sustentada no
espaço. Alguns acreditavam que a Terra era sustentada por quatro elefantes
em pé sobre uma grande tartaruga- do-mar. Aristóteles, filósofo e cientista
grego do quarto século AEC, ensinava que a Terra jamais poderia estar
suspensa no espaço vazio. Antes, ele ensinava que os corpos celestes se
achavam fixados na superfície de esferas sólidas, transparentes, cada uma
encaixada dentro da outra. A Terra supostamente se achava na esfera mais
interna, e a esfera mais externa sustentava as estrelas.

O quadro que a Bíblia apresenta a respeito da Terra cercada por espaço vazio
é reconhecido pelos eruditos como uma notável visão para a sua época.
10 A Bíblia, porém, em vez de refletir os conceitos fantasiosos, anticientíficos,
prevalecentes na época em que foi escrita, simplesmente declarara (por volta
do ano 1473 AEC): "[Deus] suspende a terra sobre o nada." (Jó 26:7) No
hebraico original, a palavra para "nada" usada aqui significa "nenhuma coisa",
e esta é a única vez em que ela ocorre na Bíblia. O quadro que ela apresenta,
da Terra cercada por espaço vazio, é reconhecido pelos eruditos como uma
notável visão para a sua época. O Theological Wordbook of the Old Testament
(Glossário Teológico do Antigo Testamento) diz: "Jó 26:7 apresenta de forma
notável o mundo então conhecido como suspenso no espaço, deste modo
antecipando essa futura descoberta científica."
11 Essa declaração exata da Bíblia foi feita mais de 1.100 anos antes de
Aristóteles. No entanto, o conceito de Aristóteles continuou a ser ensinado co-
mo fato por mais uns 2.000 anos após a sua morte! Por fim, em 1687, Sir Isaac
Newton publicou suas descobertas, de que a Terra era sustentada no espaço
em relação com outros objetos celestes por atração mútua, isto é, pela
gravitação. Mas isto foi cerca de 3.200 anos depois de a Bíblia declarar com
elegante simplicidade que a Terra estava suspensa "sobre o nada".
12 Sim, foi há quase 3.500 anos que a Bíblia observou corretamente que a
Terra não tem suspensão visível, fato que está em harmonia com as mais
recentemente compreendidas leis da gravitação e do movimento. "Como é que
Jó sabia da verdade", disse outro erudito, "é uma questão não facilmente
solucionada por aqueles que negam a inspiração da Escritura Sagrada".
13 A forma da Terra. A Encyclopedia Americana disse: "A imagem mais antiga
que os homens tinham da Terra era que ela era uma plataforma plana, rígida,
no centro do universo. . . . O conceito de uma Terra esferóide não era
amplamente aceito até a Renascença." Alguns dos primitivos navegadores até
mesmo temiam velejar a ponto de caírem da beirada da Terra plana. Mas
então, a introdução da bússola e de outros aprimoramentos tornou possível
viagens oceânicas mais extensas. Tais "viagens de descobrimento", explica
outra enciclopédia, "mostraram que o mundo era redondo, e não plano como
cria a maioria das pessoas".
14 Todavia, muito antes de tais viagens, a Bíblia disse há cerca de 2.700 anos:
"Há Um que mora acima do círculo da terra." (Isaías 40:22) A palavra hebraica
traduzida aqui por "círculo" também pode significar "esfera", conforme mostram
diversas obras de referência. Outras traduções da Bíblia, portanto, dizem "o
globo da terra" (Pontifício Instituto Bíblico; Almeida, rev. e corr.) e "a redondeza
da terra". - Matos Soares; Figueiredo.
15 De modo que a Bíblia não foi influenciada pelos conceitos anticientíficos
prevalecentes naquela época a respeito da sustentação da Terra e da sua
forma. O motivo é simples: o Autor da Bíblia é o Autor do Universo. Ele criou a
Terra, de modo que deve saber em que ela fica suspensa e que forma ela tem.
Por isso, quando ele inspirou a Bíblia, cuidou de que não se incluísse nela
nenhum conceito anticientífico, não importando quanto fosse crido por outros
naquela época.
16 A composição das coisas vivas. "Jeová Deus passou a formar o homem do
pó do solo", declara Gênesis 2:7. A Enciclopédia Delta Universal diz: "Todos os
elementos químicos que formam os serem vivos também estão presentes na
matéria inanimada." Portanto, os elementos químicos básicos que compõem os
organismos vivos, inclusive o homem, também são encontrados na própria
Terra. Isto se harmoniza com a declaração da Bíblia que identifica as matérias
usadas por Deus ao criar os humanos e todas as outras coisas vivas.
17 "Segundo as suas espécies." A Bíblia declara que Deus criou o primeiro
casal humano e que deste descenderam todos os outros humanos. (Gênesis
1:26-28; 3:20) Ela diz que com outras coisas vivas, tais como peixes, aves e
mamíferos, aconteceu o mesmo, surgindo eles "segundo as suas espécies".
(Gênesis 1:11, 12, 21, 24, 25) Isto é exatamente o que os cientistas
encontraram na criação natural, que todas as coisas vivas procedem de pais da
mesma espécie. Não há exceção. Neste respeito, o físico Raymo observa:
"Vida gera vida; isto acontece todo tempo em cada célula. Mas como é que
aquilo que não é vida gerou vida? Esta é uma das maiores perguntas não
respondidas na biologia, e, por enquanto, os biólogos não podem oferecer mais
do que apenas uns palpites sem fundamento. De algum modo, a matéria
inanimada conseguiu organizar-se em forma animada. . . . O autor de Gênesis,
afinal de contas, talvez tenha razão."
Exatidão histórica
18 Dentre todos os livros existentes, a Bíblia contém a mais exata história
antiga. O livro A Lawyer Examines the Bible (Um Advogado Examina a Bíblia)
destaca do seguinte modo a sua exatidão histórica: "Ao passo que os
romances, as lendas e o testemunho falso tomam o cuidado de colocar os
eventos narrados em algum lugar distante e em algum tempo indefinido,
violando assim as primeiras regras que nós, advogados, aprendemos sobre o
bom patrocínio duma causa em juízo, de que 'a declaração precisa dar o tempo
e o lugar', as narrativas da Bíblia nos dão a data e o lugar das coisas narradas,
com a máxima precisão."
19 O Novo Dicionário da Bíblia, de J. D. Douglas, comenta: "[O escritor de Atos]
coloca sua narrativa dentro da moldura da história contemporânea; suas
páginas estão repletas de referências aos magistrados das cidades, aos
governadores provinciais, aos reis visitantes, e outros semelhantes, e essas
referências provam, vez após vez, que estão corretas quanto ao lugar e ao
tempo em questão."

Há mais evidência de que Jesus Cristo existiu do que há de que Júlio César, o
Imperador Carlos Magno, Oliver Cromwell ou o Papa Leão III viveram.
20 S. Austin Allibone, escrevendo em The Union Bible Companion
(Companheiro Bíblico União) diz: "Sir Isaac Newton . . . foi também eminente
qual crítico de escritos antigos, e examinou com grande cuidado as Escrituras
Sagradas. Qual é seu veredicto sobre este assunto? 'Encontro', diz ele, 'mais
sinais claros de autenticidade no Novo Testamento do que em qualquer história
profana [secular]'. O Dr. Johnson diz que temos mais evidência de que Jesus
Cristo morreu no Calvário, conforme declarado nos Evangelhos, do que temos
de que Júlio César morreu no Capitólio. Temos, deveras, muito mais."
21 Esta fonte acrescenta: "Pergunte a qualquer um que professe duvidar da
veracidade da história dos Evangelhos que razão tem para crer que César
morreu no Capitólio ou que Carlos Magno foi coroado Imperador do Ocidente
pelo Papa Leão III, no ano 800 . . . Como sabe que um homem chamado
Carlos I [da Inglaterra] viveu realmente e foi decapitado, e que Oliver Cromwell
tornou-se governante em seu lugar? . . . Atribui-sea Sir Isaac Newton a
descoberta da lei da gravitação . . . Cremos em todas as afirmações que
acabam de ser feitas a respeito destes homens; e isto porque temos evidência
histórica de sua veracidade. . . . Se, após a apresentação de provas como
estas, quaisquer pessoas ainda se recusam a acreditar, abandonamo-las como
estupidamente obstinadas ou irremediavelmente ignorantes."
22 Daí, esta fonte conclui: "O que diremos, então, dos que, apesar da
abundante evidência agora apresentada da autenticidade das Escrituras
Sagradas, professam-se não persuadidos? . . . Certamente, temos razão para
concluir que a falha está no coração, não na cabeça; - que não desejam crer
naquilo que humilha seu orgulho e que os obrigará a levar uma vida diferente."
Harmonia interna e candura
23 Imagine que se tenha começado a escrever um livro na época do Império
Romano, continuando sua escrita durante a Idade Média, e que ele foi
completado neste século 20, com a contribuição de muitos escritores. Que
resultado esperaria se os escritores tivessem ocupações tão diversas como as
de soldado, rei, sacerdote, pescador, pastor e médico? Esperaria que o livro
fosse harmonioso e coerente? Talvez diga: 'Dificilmente!' Pois bem, a Bíblia foi
escrita sob tais circunstâncias. No entanto, ela é totalmente harmoniosa, não
apenas na concepção geral, mas também nos mínimos detalhes.
24 A Bíblia é uma coleção de 66 livros escritos durante um período de 1.600
anos por uns 40 escritores diferentes, tendo sido começada em 1513 AEC e
terminada em 98 EC. Os escritores vieram de rodas sociais diferentes, e muitos
não tiveram contato entre si. No entanto, o livro resultante segue na sua
totalidade um coerente tema central, como que produzido por uma só mente. E
contrário à crença de alguns, a Bíblia não é produto da civilização ocidental,
mas foi escrita por orientais.
25 Ao passo que a maioria dos antigos escritores relatava apenas seus êxitos e
suas virtudes, os escritores da Bíblia admitiram abertamente seus próprios
erros, bem como as falhas de seus reis e líderes. Números 20:1-13 e
Deuteronômio 32:50-52 registram as falhas de Moisés, e foi ele quem escreveu
estes livros. Jonas 1:1-3 e 4:1 alistam as falhas de Jonas, que escreveu esses
relatos. Mateus 17:18-20; 18:1-6; 20:20-28 e 26:56 registram qualidades
insatisfatórias demonstradas pelos discípulos de Jesus. De modo que a
honestidade e a candura dos escritores da Bíblia dão apoio à sua afirmativa de
terem sido inspirados por Deus.
Sua particularidade mais notável
26 A própria Bíblia revela por que ela é tão exata em assuntos científicos,
históricos e outros, e por que é tão harmoniosa e honesta. Ela mostra que o
Ser Supremo, o Deus todo-poderoso, o Criador que originou o Universo, é o
Autor da Bíblia. Ele apenas usou escritores bíblicos humanos, induzindo-os
com Sua poderosa força ativa para assentar por escrito aquilo de que os
inspirou.
27 Na Bíblia, o apóstolo Paulo declara: "Toda a Escritura é inspirada por Deus
e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para
disciplinar em justiça, a fim de que o homem de Deus seja plenamente
competente, completamente equipado para toda boa obra." E o apóstolo Paulo
disse também: "Quando recebestes a palavra de Deus, que ouvistes de nós,
vós a aceitastes, não como a palavra de homens, mas, pelo que verazmente é,
como a palavra de Deus." - 2 Timóteo 3:16, 17; 1 Tessalonicenses 2:13.
28 A Bíblia procede assim da mente de um único Autor - Deus. E com o
espantoso poder que ele tem, era simples certificar-se de que se preservasse
até os nossos dias a integridade do que foi escrito. Sobre isso disse uma
destacada autoridade em manuscritos bíblicos, Sir Frederic Kenyon, em 1940:
"A última base para qualquer dúvida de que as Escrituras chegaram até nós
substancialmente como foram escritas foi agora removida."
29 Os humanos têm a capacidade de enviar sinais de rádio e de televisão para
a Terra duma distância de milhares de quilômetros no espaço, mesmo desde a
Lua. As sondas espaciais têm enviado de volta à Terra informações físicas e
imagens desde planetas que estão a uma distância de centenas de milhões de
quilômetros. O Criador do homem, o Criador das ondas de rádio, certamente
podia no mínimo fazer o mesmo. Na realidade, para ele era simples usar sua
onipotência para transmitir palavras e imagens à mente daqueles que escolheu
para registrar a Bíblia.
30 Além disso, há muitas coisas a respeito da Terra e da vida nela que
fornecem evidência do interesse de Deus na humanidade. Portanto, é
compreensível que ele deseje ajudar os humanos a descobrir quem ele é e
qual é seu propósito para com eles por expressar essas coisas de forma clara
num livro - um documento permanente.
31 Considere também a superioridade dum livro da autoria de Deus, em
comparação com informações transmitidas por humanos apenas verbalmente.
A transmissão verbal não seria confiável, porque as pessoas parafraseariam a
mensagem e, com o decorrer do tempo, seu sentido ficaria deturpado.
Transmitiriam as informações verbalmente segundo seu próprio ponto de vista.
Mas um registro escrito, permanente, inspirado por Deus, tem muito menos
probabilidade de conter erros. Também, um livro pode ser reproduzido e
traduzido, para que pessoas, lendo línguas diversas, possam tirar proveito
dele. Portanto, não é razoável que nosso Criador usasse tal meio para fornecer
informações? Deveras, é mais do que razoável, visto que o Criador diz que foi
isso o que ele fez.
Profecias cumpridas
32 Além disso, a Bíblia traz a marca da inspiração divina num modo
extraordinariamente notável: é um livro de profecias que têm e continuam a ter
um infalível cumprimento.
33 Por exemplo, a destruição da antiga Tiro, a queda de Babilônia, a
reconstrução de Jerusalém, e a ascensão e a queda dos reis da Medo-Pérsia e
da Grécia foram preditas em grandes pormenores na Bíblia. As profecias eram
tão exatas, que alguns críticos tentaram, em vão, dizer que foram escritas
depois da ocorrência dos eventos. - Isaías 13:17-19; 44:27-45:1; Ezequiel 26:3-
6; Daniel 8:1-7, 20-22.
34 As profecias de Jesus sobre a destruição de Jerusalém em 70 EC
cumpriram-se com exatidão. (Lucas 19:41-44; 21:20, 21) E as profecias sobre
os "últimos dias", proferidas por Jesus e pelo apóstolo Paulo, cumprem-se em
pormenores no nosso próprio tempo. - 2 Timóteo 3:1-5, 13; Mateus 24; Marcos
13; Lucas 21.
O cumprimento das profecias de Jesus a respeito da destruição de Jerusalém,
em 70 EC, é confirmado pelo Arco de Tito, em Roma.
35 Nenhuma mente humana, não importa quão inteligente, poderia predizer
com tanta exatidão eventos futuros. Apenas a mente do Criador todo-poderoso
e todo-sábio é capaz disso, conforme lemos em 2 Pedro 1:20, 21: "Nenhuma
profecia da Escritura procede de qualquer interpretação particular. Porque a
profecia nunca foi produzida pela vontade do homem, mas os homens falaram
da parte de Deus conforme eram movidos por espírito santo."
Ela fornece as respostas
36 De muitos modos, pois, a Bíblia apresenta a evidência de ser a Palavra
inspirada do Ser Supremo. Como tal, conta-nos por que os humanos estão na
Terra, por que há tanto sofrimento, para onde vamos e como as condições
mudarão para melhor. Revela-nos que há um Deus supremo que criou os
humanos e esta Terra com um objetivo e que seu objetivo será alcançado.
(Isaías 14:24) A Bíblia revela-nos também qual é a religião verdadeira e como
podemos encontrá-la. De modo que ela é a única fonte de sabedoria superior
que nos pode dizer a verdade sobre todas as questões importantes da vida. -
Salmo 146:3; Provérbios 3:5; Isaías 2:2-4.
37 Embora haja provas abundantes da autenticidade e da veracidade da Bíblia,
será que todos os que dizem que a aceitam seguem seus ensinos? Por
exemplo, considere as nações que afirmam praticar o cristianismo, quer dizer, a
cristandade. Tiveram acesso à Bíblia por muitos séculos. Mas, será que seu
modo de pensar e suas ações refletem realmente a sabedoria superior de
Deus?