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Habacuque

Análise Autor
O profeta-filósofo, Habacuque, sentia-se perturbado acer­ Nada se sabe a respeito do profeta Habacuque, a não ser
ca da intensa impiedade de Judá. Mas, em contraste com seu as qualidades pessoais que podem ser discernidas em seu es­
contemporâneo, Jeremias, preocupava-se mais com a aparen­ crito. Somente ele, nas Escrituras, recebe tal nome, que pode
te relutância de Deus em julgar, do que com a falta de arrepen­ significar “abraçado” mas que mais provavelmente se deriva
dimento do povo. Destruição, violência e desconsideração do nome de uma planta. Várias datas, de 700 a 300 a.C , têm
para com a lei de Deus floresciam desenfreadamente (1.2-4), sido sugeridas para a da compilação desse livro, mas o perío­
a despeito dos ardentes apelos do profeta para a intervenção do mais provável é aquele que medeia entre 605 a.C., a data
de Deus. da vitória de Nabucodonosor sobre os egípcios, em Carque-
Deus replicou a Habacuque que ele não teria de esperar mis, na Síria, e 597 a.C , quando os babilônios invadiram Judá.
por muito tempo para receber a resposta: os ferozes e violen­
tos caldeus (babilônios) seriam a vara que Deus usaria para
castigar e açoitar a Judá, perante os próprios olhos de Haba­
cuque (1.5,6). Hbhoço
Em lugar de suspender a carga do profeta, essa resposta a TÍTULO, 1.1
aumentou, pois Habacuque se viu a braços com um segundo e PROBI F.MA DEI 'S AINDA NÃO |l ILGAKA A DFPRAV4ÇAO
MURAL DE IUDA, 1.2 4
mais complicado problema: Como é que Deus, cujos olhos são
SOI IJÇÂO D t DEUS OS CAI ÜFUS jULCiARAO A JíIDEIA
por demais puros para contemplar o erro, ficaria impassível
enquanto uma nação ímpia e sedenta de sangue engolfaria um PROBI EMA POR Q lll OS ÍMPIOS SAO USADOS PAPA
povo mais justo que ela (1.13)? E o profeta procurou um lu­ l a s u g a r o s m a is iu s t o s ’ 1 1 2 1 7
gar solitário para esperar pela resposta de Deus (2.1). SOLUÇÃO DE DEUS, 2 1 -20
A resposta é dada numa das mais grandiosas declarações O Remanescente justo Será Preservado,
das Escrituras: O justo viverá pela sua fé (ou fidelidade). Os
justos serão preservados no dia da tribulação, visto terem de­ A Condenação dos Caldeus E Certa. 2.6 19
pendido de Deus, pelo que também Deus podia depender de­ A Certeza da Retnhuiçâo, 2 6 8,1 S 17
A Insensdtrz do Saque 2 9 11
les. Retribuição súbita e certa será a porção dos altivos
A Inutilidade da Tirania, 2 .12 -1 4
invasores, que assim compreenderão a inutilidade da tirania e AVaidadeda Idolatria, 2.18,19
a vaidade da idolatria (2.6-19). A resposta termina com uma A Soberania do Senhor Controla, 2.20
ordem de silêncio universal perante o soberano Senhor (2.20). A REAÇÃO DO PROFETA A SOLUÇÃO DF IJFIJS,
Sendo-lhe assegurado que a justiça triunfará, o profeta ele­
va o seu coração numa oração para que Deus opere novamen­ Oração para Deus Agir como nos Dias Antigos,
te uma obra poderosa, conforme operara no Êxodo e no monte
Sinai (3.2-15). Após contemplar o majestoso resplendor do Descrição da Revelação de D k i s na Fxpeivm ia do
Êxodo, 3.3-1 S
Onipotente, Habacuque reafirma sua confiança no Deus de sua
Confissão de Completa Confiança em Deus,
salvação em uma das mais comoventes confissões das Escri­ 3 16 19
turas Sagradas (3.17-19).

A in iq u id a d e d e J u d á 1.2 oLm 3.8 violência estão diante de mim; há contendas,


Sentença revelada ao profeta Haba­ e o litígio se suscita.

1 2
cuque.
Até quando, Senhor , clamarei eu, e tu
não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E
4 Por esta causa, a lei se afrouxa, e a jus­
tiça nunca se manifesta, porque o perverso
cerca o justo, a justiça é torcida.6
não salvarás?0
3 Por que me mostras a iniqüidade e me Judá será castigado pelos caldeus
1.4 F|ó 21.7;
fazes ver a opressão? Pois a destruição e a |r 12.1 5 Vede entre as nações, olhai, maravilhai-

1 .1 -4 O clamor do profeta a Deus. pação da parte de Deus em vista do pecado.


1.1 Habacuque. A vida particular deste profeta assim como 1 .3 -5 Habacuque, olhando ao redor, vendo 0 pecado espa­
a dos outros profetas menores e pouco conhecida (cf NCB, lhado por todas as direções, ficou perplexo em face do por­
p. 892). que de Deus não agir. O livro inicia com uma interrogação e
1.2 O enigma da oração não respondida. O enigma para termina com uma exclamação (cf 1.2 com 3.19). Este tem
Habacuque era 0 silêncio, a aparente inatividade e despreocu­ sido 0 clamor dos crentes em todas as épocas. Deus, porém,
1295 HABACUQUE23
vos e desvanecei, porque realizo, em vossos 1.5 cAt 13.41 13 Tu és tão puro de olhos, que não podes
dias, obrac tal, que vós não crereis, quando ver o mal e a opressão não podes contemplar;
vos for contada. por que, pois, toleras os que procedem perfi­
1.6 <*2Rs 24.2
6 Pois eis que suscito os caldeusd, nação damente e te calas quando o perverso devora
amarga e impetuosa, que marcham pela lar­ aquele que é mais justo do que ele?h
gura da terra, para apoderar-se de moradas 14 Por que fazes os homens como os pei­
1.8 e|r 4.13
que não são suas. xes do mar, como os répteis, que não têm
7 Eles são pavorosos e terríveis, e criam quem os governe?
eles mesmos o seu direito e a sua dignidade. 15 A todos levanta o inimigo com o anzol,
1.11 'Dn 5.4
8 Os seus cavalos são mais ligeiros do que pesca-os de arrastão e os aiunta na sua rede
os leopardos, mais ferozes do que os lobos ao varredoura; por isso, ele se alegra e se re­
anoitecer são os seus cavaleiros que se espa­ 1.12 gozija.'
lham por toda parte; sim, os seus cavaleiros 92Rs 19.25; 16 Por isso, oferece sacrifício à sua rede e
chegam de longe, voam como águia que se Is 10.5-7;
Ez 30.25 queima incenso à sua varredoura; porque por
precipita a devorar.e elas enriqueceu a sua porção, e tem gordura a
9 Eles todos vêm para fazer violência; o sua comida./
seu rosto suspira por seguir avante; eles reú­
1.13‘ SI 5.5 17 Acaso, continuará, por isso, esvaziando
nem os cativos como areia.
a sua rede e matando sem piedade os povos?
10 Eles escarnecem dos reis; os príncipes
são objeto do seu riso; riem-se de todas as
1.15 '|r 16.16 A resposta do S en h o r
fortalezas, porque, amontoando terra, as
Pôr-m e-ei na minha torre de vigia, colo­
tomam.
11 Então, passam como passa o vento e
seguem; fazem -se culpados estes cujo poder é
1.16/Dt 8.17
2 car-m e-ei sobre a fortaleza e vigiarei
para ver o que Deus me dirá e que resposta eu
o seu d e u s/ terei à minha q u eixa/
2.1 ‘ SI 85.8
2 O Senhor me respondeu e disse: Es­
A intercessão do profeta creve a visão, grava-a sobre tábuas, para que
12 Não és tu desde a eternidade, ó a possa ler até quem passa correndo/
Senhor , meu Deus, ó meu Santo? Não mor­ 2.2 Ms 8.1 3 Porque a visão ainda está para cumprir-
reremos. Ó Senhor , para executar juízo, pu­ se no tempo determinado, mas se apressa para
seste aquele povo; tu, ó Rocha, o fundaste o fim e não falhará; se tardar, espera-o, por­
para servir de disciplina.9 2.3 ">Hb 10.37 que, certamente, virám, não tardará.

sempre responde no tempo determinado por sua vontade. Deus castigue a Israel, Ele não irá destruir por completo o seu
1 .5 - 11 Resposta do Senhor à oração de Habacuque. povo eleito.

1.5 O Senhor vai responder a oração de Habacuque de ma­ 1 .13-17 Habacuque fica perplexo ao saber que o Senhor
neira não conhecida ou imaginada por ele (cf At 13.40-41). usará um povo sem o temor de Deus como o seu instrumento
de punição e pergunta a Deus por quanto tempo os caldeus
1.6 Deus irá levantar os caldeus para punir o seu povo deso­
continuarão na ascendência.
bediente. Caldeus. Uma tribo de semitas (também chamados
babilônios), que ocupara a região entre a Babilônia e o Golfo 2 .1 -4 O profeta esperando resposta do Senhor.
Pérsico. Fortificando-se, marchou contra os assírios
2.1 Não houve uma resposta imediata a oração do profeta.
c. 630 a.C. Vinte e cinco anos mais tarde tinha conquistado a
Ele, no entanto, assume uma atitude de espera; vigilante,
maior parte do Oriente Próximo.
sabe que a resposta de Deus haveria de vir. • N. Hom. A
1 .6 - 11 Os caldeus viriam a ser o instrumento nas mãos do oração não respondida, 1.2-2.20; 1) A oração: w 1 -4 , para
Senhor para julgar e humilhar tanto os judeus como as outras Deus vindicar-se; 2) A resposta parcial, w 5 -11 (Deus res­
nações que se esqueceram de Deus. pondería mas não da maneira esperada); 3) O enigma (por­
que o Senhor iria lançar mão de um povo sem Deus); 4) A
1 .6 - 8 O instrumento descrito.
paciência do profeta, 2.1 (ele vigiaria e esperaria a resposta de
1 .9-1 0 O instrumento atuando. Deus); 5) A manifestação de Deus, 2 .2 -2 0 (Ele destruirá total­
mente os caldeus). Deus sempre responde as orações: algu­
1.11 O último pecado do instrumento.
mas vezes imediatamente, outras vezes não, mas sempre na
1 .12 -1 7 O segundo enigma de Habacuque. Note a série de hora certa. Cf SI 27.14; 37.34.
perguntas que Habacuque lança a Deus nestes versículos.
2.2 Tábuas. Tijolos de argila, finos como tábua, ou ardósia;
1.12 Não morreremos. Habacuque sabe, que, mesmo que eram usados na Babilônia (cf Is 8.1).
HABACUQUE 2.4 1296
4 Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele; 2.4 "Rm 1.17; que as nações labutem para o fogo e os povos
Cl 3.11;
mas o justo viverá pela sua fé n. Hb 10.38-39 se fatiguem em vão?1
5 Assim como o vinho é enganoso, tam­ 14 Pois a terra se encherá“ do conheci­
pouco permanece o arrogante, cuja ganan­ 2.5 °Pv 27.20 mento da glória do Senhor , como as águas
ciosa boca se escancara como o sepulcro e é cobrem o mar.
como a morte, que não se farta; ele ajunta 2.6 pMq 2.4 15 A i daquele que dá de beber ao seu
para si todas as nações e congrega todos os companheiro, misturando à bebida o seu fu­
povos.0 2.8 4Is 33.1 ror, e que o embebeda para lhe contemplar as
vergonhas!v
Cinco ais sobre os caldeus 2.9 rjr 22.13 16 Serás farto de opróbrio em vez de
honra; bebe tu também e exibe a tua incircun-
6 Não levantarão, pois, todos estes contra
2.12 sjr 22.13; cisão; chegará a tua vez de tomares o cálice
ele um provérbio, um dito zombador?
Mq 3.10 da mão direita do Senhor , e ignomínia cairá
Dirão:P
sobre a tua glória .w
Ai daquele que acumula o que não é seu
2.13 f)r 51.58 17 Porque a violência contra o Líbano te
(até quando?), e daquele que a si mesmo se
cobrirá, e a destruição que fizeste dos animais
carrega de penhores!
2.14 u|s 11.9 ferozes te assombrará, por causa do sangue
7 Não se levantarão de repente os teus cre­
dos homens e da violência contra a terra, con­
dores? E não despertarão os que te hão de
2.15 ''Gn 9.22 tra a cidade e contra todos os seus mora­
abalar? Tu lhes servirás de despojo. dores.11
8 Visto como despojaste a muitas nações, 2.16 18 Que aproveita o ídolo, visto que o seu
todos os mais povos te despojarão a ti, por « t 25.26-27 artífice o esculpiu? E a imagem de fundição,
causa do sangue dos homens e da violência mestra de mentiras, para que o artífice confie
contra a terra, contra a cidade e contra todos 2.17 *Hc 2.8 na obra, fazendo ídolos mudos?)1
os seus moradores.1) 19 Ai daquele que diz à madeira: Acorda!
9 Ai daquele que ajunta em sua casa bens 2.18 VS1115.5; E à pedra muda: Desperta! Pode o ídolo ensi­
mal adquiridos, para pôr em lugar alto o seu |r 10.8,14;
1Co 12.2 nar? Eis que está coberto de ouro e de prata,
ninho, a fim de livrar-se das garras do mal!r mas, no seu interior, não há fôlego nenhum.z
10 Vergonha maquinaste para a tua casa; 2.19 4S1135.17 20 O Senhor , porém, está no seu santo
destruindo tu a muitos povos, pecaste contra templo; cale-se diante dele toda a terra.0
a tua alma. 2.20 «SI 11.4;
11 Porque a pedra clamará da parede, e a Zc 2.13 A oração de Habacuque
trave lhe responderá do madeiramento. Oração do profeta Habacuque sob a
12 Ai daquele que edifica a cidade com
sangue e a fundamenta com iniqüidade!s
3.1 6SI 7 título 3 forma de canto .b
2 Tenho ouvido, ó Senhor , c
13 Não vem do Senhor dos Exércitos 3.2 cSI 85.6 as tuas declarações,

2.4 A confiança em si mesmo traz a queda; a confiança em 2 .1 5 -1 7 O ai contra o seu orgulho e atos demoníacos. Eles
Deus traz a vida. Estas palavras são citadas três vezes no NT, serão retribuídos na mesma base da ação.
R m l.1 7 ; G I3.11; Hb 10.38. O homem foi e sempre será 2.18,19 O ai contra a idolatria, pois que eles foram insensa­
salvo pela graça mediante a fé (cf C n 15.6). tos em adorar e servir os seus deuses mudos e sem vida.
2 .5 - 20 Os cinco ais sobre os caldeus (cf w 6,9,12,15,19). 2.20 Apesar da fraqueza e da idolatria campear ao redor.
2 .6 - 8 O ai da retribuição. "O saqueador seria por sua vez Deus reina.
saqueado". Gl 6 .7 -8 é aplicado tanto a nações como a indi­ 3 .1 -1 9 A oração de triunfo e a visão da obra de Deus, atra­
víduos. vés dos séculos.
2.9-11 Este ai é pronunciado por causa da cobiça e do enal-
3.2 Aviva a tua obra. Uma petição da parte de Habacuque
tecimento de si mesmos. relativa à restauração do povo de Deus. No N T vemos quão
2 .1 2 -1 4 Estes ais dão-nos a figura de uma civilização sem grande é o interesse de Deus pela Igreja, a noiva santificada e
Deus e o seu apontado fim. Os caldeus conseguiram grande purificada "para a apresentar a si mesmo, igreja gloriosa, sem
lucro material através de nações sem Deus, mas o Senhor mácula, nem ru g a ..." (Ef 5 .26-27). O profeta almeja uma
declara que os aniquilará. Ele fez justamente isto na queda da nova manifestação de Deus como Ele se revelara no Êxodo.
Babilônia diante dos medos e persas em 539 a.C. (cf Dn 5). Na tua ira. O heb original pode indicar "confusão". Em todo
2.14 Chegará o dia em que o Senhor destruirá todas as na­ o caos da história humana dependemos da misericórdia de
ções e este verso será literalmente cumprido (no milênio). Deus. Só Ele sabe o fim das torrentes confusas.
1297 HABACUQUE 3.16
e m e s in t o a la rm a d o ; 3.3 dOt 33.2; passam torrentes de água;
SI 68.7
a v iv a a tu a o b ra, ó S e n h o r , as profundezas do mar
n o d e c o rre r d o s a n os, fazem ouvir a sua voz
e, n o d e c u r s o d o s a n os, e levantam bem alto as suas mãos.
f a z e - a co n h e c id a ; 3.5 eSl 18.8
11 O sol e a lua param/
n a tu a ira, le m b r a - te nas suas moradas,
d a m ise ric ó rd ia . ao resplandecer a luz
3 Deus v e m d e T e m ã / 3.6 fCn 49.26 das tuas flechas sibilantes,
e do monte Parã vem o Santo. ao fulgor do relâmpago da tua lança.
A sua glória cobre os céus, 12 Na ma indignação,*
e a terra se enche do seu louvor. 3.8 marchas pela terra,
4 O seu resplendor é como a luz, 9 Dt 33.26-27;
na ma ira, calcas aos pés
raios brilham da sua mão; Hc 104.15
as nações.
e a li e stá v e la d o o se u poder.
13 Tu sais para salvamento do teu
5 Adiante dele vai a peste,e povo,'
e a pestilência 3.9
6 SI 78.15-16 para salvar o teu ungido;
se g u e o s se u s p a ss o s .
feres o telhado da casa do perverso
6 Ele pára e faz tremer a terral
e lhe descobres de todo
olha e sacode as nações.
o fundamento.
Esmigalham-se 3.10 'Êx 14.22;
Jz 5.4-5 14 Traspassas a cabeça
o s m o n te s p rim it iv o s ;
dos guerreiros do inimigo
o s o u t e iro s e te rn o s se abatem .
com as suas próprias lanças,
Os caminhos de Deus são eternos.
3.11 os quais, como tempestade,
7 Vejo as tendas de Cusã em aflição;
/|510.11-13 avançam para me destruir;
os acampamentos da terra de Midiã
tremem. regozijam-se, como se estivessem
8 A c a s o , é c o n tra o s rio s, S e n h o r ,9
para devorar o pobre às ocultas.
q u e e stás ir a d o ? 3.12 k|r 51.33; 15 Marchas com os teus cavalos"1
Mq 4.13 pelo mar,
E c o n tra o s r ib e ir o s a tu a ira
o u c o n tra o m ar, o teu fu ro r, pela massa de grandes águas.
j á q u e a n d a s m o n ta d o 16 Ouvi-o, e o meu íntimo se
n o s teu s c a v a lo s, 3.13'Js 10.24 comoveu,"
n o s te u s c a rro s d e v it ó r ia ? à sua voz, tremeram os meus lábios;
9 Tiras a descoberto o teu arco,h entrou a podridão nos meus ossos,
e farta está a tua aljava 3.15 mSI 77.19 e os joelhos me vacilaram,
de flechas. pois, em silêncio, devo esperar
Tu fendes a terra com rios. o dia da angústia,
1 0 O s m o n te s te v ê e m 1 3.16 que virá contra o povo
e se c o n to rc e m ; "S1119.120 que nos acomete.

3 .3-1 5 Os tempos dos verbos, neste trecho, não admitem e poderá ainda fazer não será possível desvendar todo o po­
uma clara definição. Podem referir-se ao passado, presente der do Criador; 2) Na própria revelação verbal. Ainda que es­
ou futuro. Parece ser mais provável que Habacuque empre­ tudemos a Bíblia com toda capacidade e inteligência
gue, como base, as primitivas experiências de Israel para des­ humana, não descobriremos os limites do Seu poder
crever uma libertação ainda mais completa e gloriosa. (1 Co 13.12); 3) Na providência. Em meio à bênção e à an­
gústia ainda não encontramos reveladas todas as fontes do
3.3 Temã. Área no sul de Edom. A terra se enche do seu lou­ Seu poder e dos Seus planos. Conclusão: devemos humilde­
vor. Fala-se, aqui, não da glorificação que parte dos lábios dos mente esperar e receber o poder que Deus se agrada em
povos, mas da Sua majestade na revelação do Seu poder e conceder-nos (cf At 1.4,8).
glória (cf v 4).
3.13 Povo.. . ungido. A salvação de Cristo que quer dizer
3.4 Resplendor. É a mesma glória compartilhada a Moisés "Ungido", ou, em heb Messias.
quando este ficara na presença de Deus durante quarenta
3 .1 6 -1 9 Fé expressa de Habacuque.
dias (Êx 34.29,30). • N. Hom. O Poder de Deus velado:
1) Na natureza. Depois de a ciência descobrir tudo que pode 3.16 O efeito desta visão em Habacuque.
HABACUQUE 3.17 1298
17 Ainda que a figueira não floresça, 3.18o|ó13.15 18 todavia, eu me alegro no Senhor ,0
nem haja fruto na vide; exulto no Deus da minha salvação.
o produto da oliveira minta, 19 0 Senhor Deus é a minha fortaleza,
e os campos não produzam e faz os meus pés
mantimento; como os da corçaP,
as ovelhas sejam arrebatadas e me faz andar altaneiramente.
3.19
do aprisco, p2Sm 22.34; A o mestre de canto. Para instrumentos de
e nos currais não haja gado, S118.33 cordas.

3 .17 -1 9 Venha o que vier, ele se regozijará em seu Deus trazido ao Lar pelo Senhor seu Deus. (Cf Jó 2.10; 19.25;
sabendo que nEle estará a salvo, e quando isto passar, ele será Rm 8.37-39.)