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A atuação da Fisioterapia no tratamento de pacientes com Hérnia de

Disco: uma revisão da literatura


The role of physiotherapy in the treatment of patients with disc herniation: a literature
review

Adriane de Albuquerque Sousa, Ana Paula Costa Lima2, Cristiane da Silva Lima3 e Adrielle
Martins Monteiro Alves4

Resumo: Abstract:

A hérnia de disco é um processo em The disc herniation is a process that


que ocorre a ruptura do anel fibroso, com occurs breakage of the annulus fibrosus,
subsequente deslocamento da massa central with subsequent displacement of the central
do disco nos espaços intervertebrais. A mass of the disc in the intervertebral space.
fisioterapia é usada nesses pacientes com os Physical therapy is used in these patients
objetivos de redução do quadro álgico, with the pain reduction objectives,
aprimoramento da flexibilidade, aumento da flexibility improvement, increased
capacidade funcional e retardo da functional capacity and delay disease
progressão da doença. Foi realizado um progression. A literature review was carried
levantamento bibliográfico no período de out between 2009-2016 through electronic
2009 a 2016 por meio das bases de dados databases Google Scholar, MedLine and
eletrônicas Google Acadêmico, MedLine e Lilacs, using the keywords: "herniated
Lilacs, utilizando as palavras-chave: disk," "physical therapy", "rehabilitation",
“herniated disk”, “physical therapy”, as well as book chapters. This article aims
“rehabilitation”, além de capítulos de livros. to review the literature and address the
O presente artigo tem por objetivo rever a importance of physiotherapy in the
literatura e abordar a relevância da treatment of disc herniation.
fisioterapia no tratamento da hérnia de
disco. Keywords: Intervertebral Disk
Descritores: Deslocamento do Disco Displacement, Pain Management,
Intervertebral, Manejo da Dor, Fisioterapia. Physiotherapy.

1. INTRODUÇÃO:
Durante a evolução da espécie, o homem adotou a postura bípede, expondo
sua coluna a forças em diversos sentidos e direções, na maioria das vezes, opondo-se a
gravidade2, o que vêm acarretando em dores na coluna com frequência em pessoas cada
vez mais jovens, além disso, a diminuição da atividade corporal e as más posturas que a
população vem adotando, são exemplos de sedentarismo que interferem nas estruturas
da coluna vertebral causando patologias.
SIZÍNIO (1998) afirma que a coluna vertebral é composta, em geral, por 33
vértebras, sendo sete cervicais, doze torácicas, cinco lombares, cinco sacrais e quatro
coccígeas. Entre dois corpos vertebrais adjacentes temos os discos intervertebrais,

Acadêmica do 6º período de Fisioterapia na faculdade AESPI


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Acadêmica do 6º período de Fisioterapia na faculdade AESPI
3
Acadêmica do 6º período de Fisioterapia na faculdade AESPI
4
Orientadora, Fisioterapeuta e professora de curso de Fisioterapia da AESPI 1
formados por uma parte central, o núcleo pulposo, rico em água e mucopolissacarídeos,
e outra periférica, o anel fibroso, formado por anéis concêntricos de tecido de colágeno.1
Segundo MILANI (2009) a hérnia de disco é um termo que descreve o
processo de ruptura do anel fibroso do disco, com subsequente deslocamento da massa
central para o espaço intervertebral dorsal ou dorso lateral.2
Conforme MOREIRA & CARVALHO (2001) o diagnóstico clínico de
herniação discal é feito pelas características da dor e sua irradiação, bem como pelos
achados do exame físico, podendo ser topográfico, fazendo supor o nível da lesão. Nos
casos de boa evolução, sem complicações neurológicas, o diagnóstico clínico basta,
devendo ser no máximo acompanhado de radiografias simples da região afetada.
Alguns exames complementares de imagem como a radiografia, tomografia
computadorizada e ressonância magnética, ajudam na localização e determinam o tipo
da degeneração do disco intervertebral e qual a situação das estruturas locais, facilitando
a comparação do inicio do tratamento e sua evolução.3
A literatura demonstra que a fisioterapia tem como objetivos controlar a dor,
reduzir espasmos, reduzir parestesias e contraturas articulares, restabelecer o equilíbrio
da coluna, fortalecer a musculatura paravertebral e acessórios3, bem como o aumento da
capacidade funcional e o retardamento da progressão da doença. Além disso, um
fisioterapeuta também é capaz de dar conselhos específicos quanto à postura e
recomendar alterações ao trabalho e práticas esportivas que contribuam para evitar
problemas na coluna.4
É importante ressaltar que o tratamento cirúrgico é indicado quando não há
melhora do quadro álgico do paciente, ou quando houver persistência ou progressão do
déficit neurológico e aumento de crises incapacitantes. O intuito do tratamento cirúrgico
é a melhora da dor, a descompressão e a estabilização mecânica da coluna vertebral.
(GOTFRYD, 2012)5.
O objetivo desse estudo é através de revisão da literatura, apresentar os
efeitos da abordagem fisioterapêutica e seus recursos no alívio da dor, melhora da
capacidade funcional e qualidade de vida, quando aplicada em pacientes com hérnia de
disco.

2. MATERIAIS E MÉTODOS:
Foi realizado um levantamento bibliográfico nas bases de dados eletrônicas:
MedLine, LILACS e Google Acadêmico no período de 2009 a 2016. As palavras-chave
utilizadas foram: “herniated disk”, “physical therapy”, “rehabilitation” e suas similares
em português. A pesquisa foi limitada às línguas inglesa ou portuguesa, com estudos
realizados com humanos adultos. Foi realizada uma análise de títulos e resumos para a
seleção de artigos de interesse para o estudo, ou seja, aqueles que apresentavam, em seu
conteúdo, aspectos associados aos recursos e métodos fisioterapêuticos relevantes no
tratamento da hérnia de disco.

2
3. ANÁLISE E DISCUSSÃO:
A hérnia de disco corresponde a um deslocamento de parte do disco
intervertebral, revestimento gelatinoso e acolchoado existente entre os ossos da coluna e
que amortece impactos.

Geralmente o problema surge devido a algum traumatismo. A hérnia de


disco é uma doença que pode atingir pessoas em qualquer idade, prevalecendo porém,
em indivíduos entre 30 e 50 anos. Entre jovens ela ocorre mais associada a excesso de
exercícios, com sobrecargas e repetitivos, que causam uma compressão do disco na
região lombar. (MACHADO, 2010)

FALAVIGNA (2010) retifica que a hérnia de disco desencadeia sintomas de


dor na região lombar irradiada para o membro inferior pela compressão nervosa, tendo
implicações na atitude laboral e redução na qualidade de vida.

De acordo com o tipo de hérnia os sintomas podem variar um pouco. As protusões


posteriores são mais comuns. Com uma pequena lesão posterior ou póstero-lateral, pode
haver pressão contra o ligamento longitudinal posterior, contra a dura-máter ou suas
extensões em torno das raízes nervosas. O paciente pode descrever uma dor intensa na
linha média da região lombar, alastrando-se através da coluna para as nádegas e coxas.
Uma protusão posterior larga pode causar sinais medulares como perda de controle da
bexiga e anestesia em sela.6

Uma protusão póstero-lateral larga pode causar sinais parciais de medula


espinhal ou raiz nervosa (KISNER, 2005). Uma protusão anterior pode causar pressão
contra o ligamento longitudinal anterior, resultando em dor na coluna. Pode haver sinais
neurológicos. Os níveis mais comuns de protusão são os segmentos entre a quarta e a
quinta vértebras lombares e entre a quinta vértebra lombar e o sacro, embora possa
ocorrer protusão em qualquer nível. (KISNER, 2005)

Os sintomas mais comuns são dores localizadas nas regiões onde existe a
lesão discal, podendo estas dores serem irradiadas para outras partes do corpo. Os
principais sinais e sintomas são descritos como fraqueza, parestesias, quadro álgico,
perda da amplitude de movimento, rigidez articular e muscular e ausência de alguns
reflexos neurológicos.6,3

3.1 DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO:


O tratamento varia de acordo com a gravidade do caso. Vai desde sessões de
fisioterapia, para acomodar a hérnia e diminuir as dores, até cirurgia.13 O tratamento
fisioterapêutico na hérnia de disco requer primeiramente uma avaliação, visando
detectar o estágio que o paciente se encontra, a intensidade da dor, tipo de lazer e de
trabalho, o paciente irá descrever toda sua história pregressa.

3
A fisioterapia tem como objetivo: controlar a dor, reduzir espasmos, reduzir
parestesias e contraturas articulares, reestabelecer o equilíbrio da coluna, fortalecer a
musculatura paravertebral e acessórios.

Os recursos fisioterapêuticos usados nesses tratamentos incluem a crioterapia,


o TENS que estimula as fibras nervosas A-alfa de condução rápida tendo efeito
analgésico e reduzindo espasmos, ultrassom terapêutico que gera o aumento do fluxo
sanguíneo, tração manual e terapia manual.

SOARES (2010) retifica que as técnicas de mobilização neural têm sido


utilizadas na recuperação de pacientes com distúrbios musculoesqueléticos. O objetivo
desta técnica é melhorar a neurodinâmica, restabelecendo a homeostasia dos tecidos
afetados nas síndromes compressivas. (MAKOFSKY 2006)7

Outro recurso fisioterapêutico utilizado é a quiropraxia; de acordo com


OLIVEIRA (2009), é uma técnica que reconecta os segmentos do corpo com o cérebro,
através de ajustes articulares, que permite a auto-cura de forma natural do corpo,
promove a redução de mialgias, restabelece a função biomecânica da coluna e da
postura do indivíduo. Para Maia o tempo de tratamento e duração vai depender de um
diagnóstico por parte do terapeuta, no qual deverá ser feito uma anamnese e exame
físico. Logo após uma ampla avaliação da mobilidade de cada articulação o profissional
deverá detectar em qual local se encontra uma hipomobilidade e assim estabelecer uma
protocolo de atendimento ao paciente.16

Mckenzie é um método que parte do princípio de que a maioria dos problemas


lombares é causada por desarranjo do disco intervertebral. O objetivo do tratamento é
fazer retornar as estruturas do núcleo pulposo, do disco e as de suporte a um estado
anatômico mais normal, com exercícios específicos.8 O núcleo pulposo que está exposto
à pressão de ambas as superfícies dos corpos vertebrais, toma a forma de uma
articulação esférica. Isto significa que tem a capacidade de executar três movimentos
rotativos em todas as direções e tem 6 graus de liberdade de movimento. O núcleo
pulposo executa os movimentos de flexão, extensão, inclinação lateral (esquerda e
direita), a rotação (direita e esquerda), o deslocamento linear (deslizamento) ao longo do
eixo sagital, linear o deslocamento ao longo do eixo transversal e a separação ou
aproximação ao longo do eixo vertical.9

A dor que a hérnia de disco causa, pode ser incapacitante funcional levando o
individuo ao afastamento do trabalho, das atividades de lazer e do dia a dia. Por isso é
importante que haja mudanças de hábitos desses pacientes, como uma vida mais ativa
com a prática de exercícios físicos diariamente, com intervalos para descanso quando
fizer uso de computadores por longos períodos, e manutenção de posturas corretas.

No estudo de BASÍLIO (2012) conclui-se que o método Pilates tem sido mais
indicado e presente no tratamento das hérnias de disco, pois ele promove a estabilização
da hérnia de disco. Descomprimindo os espaços intervertebrais através da conexão dos
músculos responsáveis pela respiração, de forma a reorganizar a coluna num

4
alongamento axial. A pesquisa mostra que os benefícios são adquiridos através da
essência do método, que promove a estabilização da hérnia de disco, possibilitando uma
vida saudável e sem dor. O método se fundamenta, entre outros, nas forças centrais do
corpo – CORE – que inclui o complexo lombo-pélvico dos quadris, ou seja, esses
grupos musculares centrais vão absorver grande parte do impacto, estabilizando,
sobretudo as articulações da coluna. Além de restabelecer os espaços intervertebrais
através do fortalecimento e alongamento dos grupos musculares, resultando em uma
maior proteção dos discos intervertebrais e alinhamento da postura adequada.
Garantindo melhora do quadro de dor, bem-estar e qualidade de vida.

Já a pesquisa de FREITAS (2014) demonstra que a hidroterapia se apresenta a


melhor opção de tratamento para pacientes com hérnia de disco lombar, devido a água
possuir propriedades físicas que a torna aplicável terapeuticamente como: gravidade
específica, densidade, pressão hidrostática e flutuação. Segundo RUOTI (2001) quando
o indivíduo adentra na água, o seu corpo reage aos efeitos proporcionados por essas
propriedades. Ocorre uma diminuição da força da gravidade, ocasionada pela ação de
empuxo da flutuação, o que permite ao paciente realizar exercícios em um ambiente
onde as cargas compressivas são reduzidas consideravelmente, diminuindo assim o
impacto sobre as articulações, tornando consequentemente a pressão intradiscal também
diminuída.

BRÖTZ, D. (2008) realizou um estudo na clínica ortopédica no Hospital


Universitário Sahlgrenska, Gotemburgo, de novembro de 2003 a janeiro de 2008 com
80 pacientes identificados com potencial de hérnia de disco confirmada com achados
clínicos; sintomas durante pelo menos 6 semanas e Ressonância magnética. Os critérios
de inclusão foram: 18-65 anos de idade; Ressonância magnética confirmando hérnia de
disco (Minimizando os efeitos de cura espontânea) e distribuição da dor com distúrbios
neurológicos concomitantes correlacionados à afetados raiz nervosa. Nesse estudo os
pacientes seguiram um modelo de tratamento de fisioterapia estruturado, incluindo
diagnóstico e terapia. As medidas de resultados de estudo foram o Índice de
Incapacidade Oswestry, uma escala visual analógica para a perna e dores nas costas, o
Tampa Escala para cinesiofobia, o Europeu de Qualidade de Vida, os Zung Escala de
Auto-Avaliação da Depressão, a Self-Efficacy Scale, situação de trabalho, e paciente
satisfação com o tratamento. Os pacientes já tinham melhorado significativamente (p
<0,001) 3 meses após o modelo de tratamento de fisioterapia estruturada em todas as
avaliações: deficiência, pernas e costas dor, cinesiofobia, saúde relacionados com
qualidade de vida, depressão e auto-eficácia.11

O procedimento cirúrgico é a outra opção disponível para o tratamento da


hérnia discal, embora sua indicação ocorra quando o curso natural do processo em
questão segue uma piora significativa após o uso de medidas não agressivas. Há
controvérsias sobre o exato ponto em que conclui-se falha na aplicação de medidas
conservadoras, pois pode variar consideravelmente de um indivíduo para o outro,
dependendo da severidade dos sintomas e das circunstâncias social e econômica dos
pacientes, bem como de sua relação com médico (SCHILTENWOLF, 1999).

5
4. RESULTADOS E CONCLUSÃO:

SVENSSON, Gunilla Limbäck et al. (2013) demonstrou em seu estudo a


importância do tratamento fisioterapêutico na melhora da qualidade de vida em
pacientes com hérnia de disco. O estudo trata-se de relato de experiência da saúde de
pacientes 3 anos depois de terem sido referidos a clínica ortopédica no Hospital
Universitário Sahlgrenska devido a dor ciática a partir de uma hérnia de disco lombar.

O sentimento tema do bem-estar inclui 3 subtemas: estar bem; ter nenhum


sintoma; e ser ativo, apesar de sintomas. No subtema estar bem os pacientes, muitas
vezes descreveram que se sentiam bem ou muito bem. Os doentes relataram que
treinamento físico pode diminuir seus sintomas. O treinamento também levou a energia
positiva e maior resistência. Contudo, alguns relataram que a atividade pode levar a
sintomas, mas que os sintomas não os impediam de ser ativo.

Os pacientes que tiveram a cirurgia em mais de uma ocasião e aqueles que


tinham recebido o primeiro tratamento de fisioterapia, mas, em seguida, tiveram que se
submeter a cirurgia necessária, não foram selecionados para este estudo.

O método Pilates tem sido utilizado em programas de reabilitação,


principalmente, no tratamento de pacientes com dor lombar devido a hérnias de disco.
Porém nos estudo encontrados só foram comprovados efeitos do método Pilates para
pacientes à curto prazo e ainda não é possível observar efeitos ao longo do tempo.

A Mobilização Neural tem se mostrado capaz de diminuir a dor e melhorar a


funcionalidade do paciente, possibilitando a prevenção e o tratamento de pacientes com
hérnia de disco relacionada ao envolvimento neural, através de avaliações utilizando os
testes de tensão neural seguidos da aplicação da técnica. Portanto, é fundamental
lembrar que a fisioterapia não reverte à hérnia de disco, proporciona apenas é um alívio
dos sintomas causados pela patologia.

Estudos mostraram que as pompagens promovem o relaxamento muscular, que


atua na musculatura da área afetada, o que pode explicar a melhora no quadro álgico da
paciente deste estudo. Nesse sentido, foi demonstrado que o tratamento com
pompagem, reduz o quadro da dor da hérnia discal lombar, contudo, se faz necessário a
aplicação deste protocolo de tratamento em uma maior amostra para que se obtenham
resultados mais fidedignos.

A literatura sugere bons resultados do tratamento fisioterapêutico, tanto de pós-


operatório cirúrgico de hérnia discal, quanto de tratamento conservador. A fisioterapia
desempenha um papel importante na recuperação de hérnia de disco. Seus métodos não
só oferecem alívio imediato da dor, mas também ensina-nos a condição de seu corpo
para evitar lesões.

Todos os métodos podem ser eficazes desde que respeitem os limites


fisiológicos e anatômicos. Utilizando vários métodos, o excesso de um pode preencher
o vazio de outro, produzindo no final um tratamento mais eficaz. A prevenção deve ser

6
quanto à má postura, pesos excessivos, obesidade, vícios no trabalho e
comprometimento emocional.

Esta revisão permitiu abordar as técnicas como a eletroterapia, a hidroterapia, a


terapia manual com manobras que permitem a melhora funcional do individuo, e
demonstrou a importância e contribuição da fisioterapia para a reabilitação e prevenção
de pacientes com hérnia de disco. Contudo, observou-se que entre os estudos presentes
nesse trabalho com seus respectivos resultados, existem vários métodos de intervenção
em pacientes com hérnia de disco. O fisioterapeuta irá trabalhar para desenvolver um
plano que melhor convier, de acordo com as necessidades do paciente. Portanto,
conclui-se que a escolha da conduta ficará por conta do quadro clínico, grau da doença e
das características fisiológicas do paciente, sendo a avaliação criteriosa o processo mais
importante na eleição do procedimento adequado.

7
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
1
SIZINIO, Herbert. Ortopedia e Traumatologia: princípios e prática. 2.ed. Porto
Alegre: Artmed, 1998.
2
LIMA, Gabriela Rebouças; MEJIA, Dayana Priscila Maia. Cinesioterapia na Hérnia
de Disco Lombar.
3
MACÊDO, Gabriely do Socorro Garcia; MEJIA, Dayana Priscila Maia. Abordagem
fisioterapêutica na hérnia de disco.
4
PRIMO, Bianca Paiva Maia; MEJIA, Dayana Priscila Maia. Tratamento
fisioterapêutico na hérnia de disco.
5
GOTFRYD, Alberto Ofenhejm, et al. Influência da extensão da artrodese
lombossacra nos resultados clínicos e funcionais. 2012. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/coluna/v11n1/01.pdf> Acesso em: 07 de setembro de 2016.
6
LIMA, Gabriela Rebouças; MEJIA, Dayana Priscila Maia. Cinesioterapia na Hérnia
de Disco Lombar.
7
DOS SANTOS, Odileia Silva; MEJIA, Dayana Priscila Maia. A importância da
mobilização neural na diminuição do quadro álgico na hérnia de disco lombar.
8
CARLOS, Elinéia da Paz Ferreira. Abordagem Fisioterapêutica no Tratamento da
Hérnia de Disco. 2012.
9
SZULC, Paweł et al. Impact of McKenzie Method Therapy Enriched by Muscular
Energy Techniques on Subjective and Objective Parameters Related to Spine Function
in Patients with Chronic Low Back Pain. Medical science monitor: international
medical journal of experimental and clinical research, v. 21, p. 2918, 2015.
10
FREITAS, Eduardo Batalha; MEJIA, Dayana Priscila Maia. Benefícios da
hidroterapia no tratamento da hérnia discal lombar.
11
BRÖTZ, D. A Structured Physiotherapy Treatment Model Can Provide Rapid Relief
to Patients Who Qualify for Lumbar Disc Surgery: A Prospective Cohort
Study. physioscience, v. 10, n. 04, p. 173-173, 2014.
12
SVENSSON, Gunilla Limbäck et al. Patients' experience of health three years after
structured physiotherapy or surgery for lumbar disc herniation.Journal of
rehabilitation medicine, v. 45, n. 3, p. 293-299, 2013.
13
REVISTA Saúde é vital, novembro 1997.
14
SCHILTENWOLF, M. Aspects of Conservative Pain Therapy. Orthopade, 1999.
15
BASÍLIO, Danúbia Rodrigues; PARRA, Matheus Campos Garcia. Os Benefícios
do Pilates na Reabilitação de Hérnia de Disco Lombar: Revisão Bibliográfica.
16MEJIA, Dayana Priscila Maia. A importância das manobras gerais da quiropraxia

em pacientes com hérnia de disco.


17
KISNER, Carolyn; COLBY, Lynn Allen. Exercicíos terapêuticos: fundamentos e
técnicas. 4. ed. São Paulo: Manole, 2005. 841 p