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A ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS: IMPORTÂNCIA DO ENFOQUE DE

CUSTOS E A RESPONSABIUDADE DOS PROFISSIONAIS DE SA Ú DE*

Sandra Honorato da Silva··


Rosa Áurea Ouintella Fernandes···
Vera Lúcia Mira Gonçalves····

RES UMO: Elabora considerações gera is sobre elevação dos custos assistenciais à
saúde e as repercussões sobre a qualidade e disponibilidade dos serviços para atender
à popu lação. Discute a problemática da administração dos recursos materia is e seu
s ignificado em termos de custos para as instituições. Demonstra o papel dos profis­
sionais de saúde na administração de materiais e os fatores que devem ser conside­
rados na decisão da compra .

ABSTRACT: This paper shows general considerations made in the raise o f health care
cost a nd the influence on quality and ava ilability of services necessaries to aid the
community.. Discusses the issues on administration of material resources a nd its
meanings in terms of cost for the i nstitutions. Shows the role of health professionals in
administrating material and the factors to be considered in the acquisition decision .

U N I TERMOS: Material - Custos - Administração

CONSIDERAÇÕES GERAIS forma perfunctória de encarar o problema pois a


g ravidade da questão está exigindo, na atualida­
A elevação dos custos da assistência à saú­ de, por parte dos profissionais envolvidos na
de tem contribuído para que o atendimento à prestação de serviços de saúde, a adoção de
população se contextualize num déficit tanto medidas que contemplem u ma rigorosa análise
quantitativo como qualitativo, preocupando não de custos objetivando a adequação dos mes­
só os prestadores quanto os usuários dessa mos .
assistência . Para JOHNSON(6), as preocupaçlJes com
GONÇALVES(5) enfatiza que existe uma os custos crescentes de saúde e particularmente
inevitável tendência à reduçlJo na oferta de ser­ de hospitais, suscitam a adoçlJo de estratégias
viços em decorrência dos custos cada vez mais de controle cada vez maiores, no sentido de
elevados. Acrescenta que o fenômeno não é garantir a viabilidade destas instituiçlJes, asse­
brasile i ro , mas u n iversal, pois toda tecnologia gurando conseqüentemente o direito à toda po­
modemamente aplicada à área da saúde, embo­ pulação de atendimento de saúde n u m contexto
ra a ltamente eficiente , contri bui de maneira no­ de eficiência e eficácia.
tável para a u mentar os custos desse atendimen­ Corroborando com o acima exposto, MEDI­
to. CI(9 ) acrescenta que
No entanto, só a preocupação seria u ma a administraçlJo hospitalar manuseia,

Trabalho a presentado como Tema Livre no 45° Congresso Brasileiro de Enfermagem. Olinda-Recife, 28 de novembro
a 3 de dezembro de 1 993.
Professora Assistente do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem da USP e
Diretora do Depa rtamento de Enfermagem do Hospital Universitário da USP.
Doutora em Enfermagem. Coordenadora do Comitê de Pesquisa-Operacional de Enfe rmagem do Hospital
Universitário da USP.
• •* .
Mestranda em Enfermagem. Diretora do Serviço de Apoio Educacional do Hospital Universitário da USP .

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a cada ano, milhões de dólares em equipamentos.
recursos da comunidade, enquanto
CASTILHO( 1 ), considera que dos insumos
trilha um caminho difícil entre custos
necessários à prestação de assistência à saúde,
em elevação e receitas inadequadas,
os recu rsos materiais representam u m custo da
não podendo sobreviver sem a melhor
ordem de 30 a 45% das despesas das instituiçõ­
posslvel informação de custos e a
es de saúde.
melhor posslvel análise ou apuração
de custos.
Teoricamente as instituições hospitalares
podem até compactuar com as linhas gerenciais
Para que ta l premissa possa ser consolida­
estabelecidas e as estratégias propostas pa ra a
da, mudanças profundas precisam ser realiza­
administração de recursos materiais , mas, so­
das, tanto no que tange a estratég ias adminis­
bretudo no que se refere a custo qua lidade e
trativas quanto a visão e competência técnica
custo benefício , poucos são os hospitais que
dos profissionais da saúde para a abordagem
têm empreendido u ma aná lise crítica do rea l
das q uestões relativas a custos.
sign ificado destes binômios, e o que eles repre­
MATOS(8) coloca que sentam no gerenciamento de recu rsos mate­
o grau de humanismo dos profissio­ riais.
nais de saúde tende a rejeitar qual­ Para MACHLlNE(7 ), a administração de re­
quer aproximação quantitativa neces­ cu rsos materiais tem por objetivo assegurar a
sária à análise de problemas adminis­ presença no momento e local adequado do su­
trativos, o que tem colocado o Hospi­ primento, componentes e equipamentos neces­
tal numa condição altamente delica­ sários para o eficiente funcionamento da institui­
da, com dificuldade de sobrevivência, ção. Visa ainda , adq uirir esses materiais dentro
por não serem adotados cuidados vi­ da qualidade especificada , no prazo exigido e n a
tais na organização. quantidade correta , n u m contexto de men or cus­
O não envolvimento e descon hecimento dos to possível.
profissionais da saúde sobre estas questões , DIAS(2) coloca que a administração de ma­
não se circu nscreve apenas àqueles responsá­ teriais compreende o agrupamento de materiais
veis pela prestação direta da assistência , mas a de várias origens e a coordenação dessa ativi­
todo o corpo administrativo e gerencial dos hos­ dade com a demanda de serviço da institu ição.
pitais. Acrescenta ainda, que a administração de ma­
Para ESTEVES(3 ) , as mudanças ocorridas teriais i nclu i a totalidade das atividades realiza­
no saber técn ico na á rea da saúde, nem sempre das incluindo: planejamento, compras, recebi­
têm sido acompa nhadas de modificações subs­ mento, expedição e estoques.
tanciais no modo de admin istrar e gerenciar as
u n idades d ispensadoras de saúde. Enfatiza que AS PECTOS RELEVANTES NA ADMINIS­
apesar do crescente arsenal de técnicas e ins­ TRAÇÃO DE RECU RSOS MATERIAIS
trumentos administrativos utilizados pelo setor
empresarial, estes não tém sido adotados com A administração de recursos materiais nas
o mesmo rigor pela área hospitalar. instituições hospita lares, ta nto no que se refere
MEDICI(9) a nalisa as tendências e perspec­ a equipamentos como a materiais de consumo
tivas na contenção de custos nas políticas de em geral, tem gerado na prática uma série de
saúde, ressalta ndo que mesmo pa íses como problemas no contexto da operacionalização
Estados U n idos sentem a necessidade de ado­ dos conceitos teóricos envolvidos nessa admi­
ção de estratég ias que objetivem a minimização n istração.
dos custos com a saúde, reforça ndo que os A dificu ldade de implementação dos concei­
ú ltimos anos têm propiciado um ambiente fértil tos teóricos, pode esta r ligada à rá pida evolução
para estudos de economia da saúde. que esses materiais ati ngiram nos ú ltimos cinco
Para GERSDOFF(4) o fator que mais eleva anos, tanto em termos de diversidade como de
os custos hospitalares após os custos de pes­ utilização.
soal é o custo de medicamentos, materiais e Há alguns anos, o perfil dos equ ipamentos e

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dos materiais de consumo estava mu ito distante principalmente em situações de u rgência ; a i m­
do perfil atua l. Estabelecendo-se um paralelo possibilidade de repassar ao cliente o custo do
entre eles pode-se destaca r o aspecto diversida­ material; o hábito cristalizado de aná lise de pre­
de, pois, se a nteriormente a variedade desses ço unitário do produto, que d isvirtua a decisão
bens era bastante limitada , existindo no merca­ de compra , resu ltando em preju ízo para a em­
do poucos fa brica ntes e d istribuidores, na atua­ presa ; e finalmente a ausência de u ma estrutu ra
l idade o mercado oferece u ma gama q uase ini­ ágil de compra , que contemple concomitante­
maginável de produtos. mente os aspectos burocráticos e técn icos.
Esse contigente de materiais que é lançado Outro fator de relevância a ser considerado,
q uase diariamente no mercado , dificu lta sobre­ é o custo dos materiais e eq uipamentos , pois
maneira a aná lise de desempenho e a validação representam uma parte importa nte no processo
de sua q ualidade , complicando a escolha que decisório desta admin istração.
deve contemplar fatores interligados como de­ GONÇALVES(5 ) coloca que os hospitais
sempenho, custos e facilidade de manuseio e passam no deco"er do ano por diversas situa­
manutenção. ções de baixa receita.Sendo assi m, o planeja­
O fato de as empresas oferecerem inúmeros mento de recursos materiais deve ser ela borado
produtos, não garante que a qua lidade desses numa ótica ampliada para todo o período de u ma
produtos seja adeq uada, chegando em algumas determinada previsão orçamentária , para que a
situações a ser q uestionável o conceito de q ua­ qua lidade dos materiais e eq uipamentos não
l idade adotado na fabricação de alg u ns , exigindo seja uma condição sazonal na instituição, no
dos profissionais de saúde esq uemas ma is acu­ sentido de preservar a homogeneidade de um
rados de análise de desempenho. impacto positivo a todos os clientes atend idos
A tomada de decisão relacionada à aquisi­ independentemente da época , das oscilações
ção de materiais de qualidade comprovada re­ de receita e elevação de custo dos materia is.
quer ainda que se considera as normas técnicas O paciente-cliente enquanto consu midor
elaboradas pela I ntemational Standards Organi­ dos serviços de saúde, tem direito à qualidade
zation , Associação Brasileira de Normas Técn i­ da assistência (q ue envolve o adeq uado provi­
cas e Min istério da Saúde do Brasil, que assu­ mento dos recursos materia is) inde­
mem na atua lidade um maior nível de exigência , pendentemente da situação financeira da i nsti­
acompanhando não só a evolução tecnológica , tu ição. Assim, também o profissional de saúde
como o direito de qualidade do consu midor, quer prestador desta assistência precisa dispor, a
seja o profissional ou o cliente . tempo e a hora , dos recu rsos materiais que
Esses aspectos por si só já representam garantam sua atuação n u m contexto de seg u­
uma complexidade considerável, no que tange rança . Nesta ótica , a administração dos recursos
à administração de recu rsos materiais. Entretan­
materiais assu me uma importancia ímpar.
to , alguns outros angulos da q uestão devem ser
questionados , como os relacionados aos aspec­ PAPEL DO PROFISS IONAL DE SAÚDE NA
tos envolvidos no processo de aqu isição de ma­ ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
teriais nas diversas instituições , sobretudo em
instituições públicas hospitalares. O processo Considerando que os materiais e equ ipa­
de compra desses materiais, dada a condição mentos necessários ao desenvolvimento das
atual, na qual faltam dinamismo e eficiência, cria atividades assistenciais em um hospita l , pos­
alguns óbices que acentuam a problemática e suem características técnicas, específicas e
que merecem ser mencionados como: a morosi­ complexas, toma-se necessário que na sua ad­
dade de tramitação, tanto a nível i nterno como ministração seja prevista a inclusão de profissio­
externo; a elevação de custos do produto decor­ nais de saúde, no sentido de exercerem u m
rente dessa morosidade (uma vez que as em­ papel mais ativo n ã o s ó nos aspectos de ordem
presas, tendo em vista o tempo dispendido em técnica , quanto naqueles relacionados a custos.
toda tramitação do processo, embutem no preço Na atualidade, é imprescind ível que os pro­
u n itário, os percentuais inflacionários) ; a exigüi­ fissionais de saúde desenvolva m uma visão cla­
dade de verbas para a reposição dos estoques, ra e ampliada da problemática que esse geren-

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ciamento guarda em seu bojo, empreendendo n h u m outro profissíonal, na área hospitalar está
ações adequadas com vistas à garantia da qua­ tão diretamente ligado a eles. Portanto, consoli­
lidade assistencial. da-se a importância do profissional enfermeiro
A equ ipe de saúde desempenha papel im­ tecnicamente competente e comprometido na
portante na administração dos recursos mate­ busca de novas soluções .
ria is dentro de u ma instituição. Papel esse que As experiências de atuação do' enfermeiro
ocorre e m duas d ireções; uma de envolvi mento como gerenciador de recursos materiais têm se
direto no processo aquisitivo e outra indireta ' mostrado alta mente positivas. Nessa posição,
como usuário desses materiais. ele centraliza todas as atividades relacionadas a
Os profissionais que atuam diretamente no estes insumos, atuando como elo integrador en­
gerenciamento dos recursos materiais, devem tre as equipes de enfermagem e méd ica , i nter­
co nhecer sua problemática e criar mecanismos mediando ainda , todos os contatos necessários
de a n álise crítica do processo de aq uisição, no com os serviços de compra e almoxarifado.
.
sentido de mini mizar os óbices identificados e
dinamizar o processo, seja na fase de desenvol­ FATORES A SEREM CONS IDERADOS NA
vi mento burocrático ou técnico. DECISÃO D E COM PRA
O envolvimento indireto da equipe de saúde
A tomada de decisão em relação ao prod uto
n a administração desses recursos é u ma faceta
a ser adquirido é de vital i mportância . Além dos
pouco explorada e sobretudo, pouco conhecida
�spectos já levantados sobre diversidade e q u'a­
da própria equipe e d iz respeito, principalmente '
IIdade dos produtos existentes no mercado , ou­
à utilização dos materiais no dia a dia.
tros fatores merecem análise acu rada n a deci­
De maneira geral, a equ ipe esq uiva-se da são final de compra .
responsabilidade em relação ao material , reco­
U ma decisão de compra baseada somente
n hece ndo-se apenas como usuário passivo. Em
na aquisição de produtos de menor preço poderá
nosso meio, não é comum a preocu pação do
gerar a entrada na instituição de prm!Jutos qu e,
usuário com os custos do material e observa-se
pelo desempenho técnico inadeq uado, a u men­
q u e profissionais não conscientizados e mal
tem o consumo por demandarem repetidas ten­
orientados, utilizam o material de forma inade­
tativas para sucesso no procedimento, além de
q �� d a , sem o devido cuidado, gerando desper­
outra possibilidade qual seja, a de fica rem a ban­
d lclos e m relação ao material de consumo e
donados no estoq ue pela impossibilidade técn i­
diminuição da vida útil dos equipamentos e,
ca de utilização, provocando também a elevação
conseqüentemente , elevação do custo hospita­
dos custos para a institu ição, além de danos
lar.
ocasionados aos pacientes.
Embora os profissionais de saúde apresen­
A prática de a bandonar a aquisição de pro­
tem ainda mu itas dúvidas e uma série de rejei­
d utos de preço elevado, pode constituir um erro
ções a respeito da q uestão custo , assumem u m
pois, insumos de maior preço, cujas ca racterí;
papel preponderante nesta análise, s e a o con he­
ticas técnicas de qualidade são determinantes
ci m� nto técnico forem aliadas as informações
no processo terapêutiCO , podem diminuir o tem­
pertinentes e n ecessárias às análises de custo
po de tratamento ou de hospitalização e conse­
e fundamentalmente considerada a questã �
qüentemente, os custos hospita lares.
custo-benefício .
A opção de compra por materiais de consu­
Considerando que, a qualidade assistencial
mo não esterilizados, em detrimento de produtos
contempla n ecessariamente o qualitativo e
esteril izados pelo fabricante por apresentarem
quantitativo dos recursos materiais envolvidos
preço unitário maior, tem sido freq üentemente
na assistência e que a enfermagem em sua
observada . Para esta decisão, via de reg ra , não
atuação, vivencia diariamente os problemas re­
se procede u ma análise, considerando os gastos
lacionados a equipamentos e materiais , o enfer­
envolvidos no processo de esterilização hospi­
meiro integra a linha de frente (quando estraté­
talar, como, equ ipamentos , gazes, vapor, e mba­
g ias g � [enciais são i maginadas) , na tentativa de
lagem e mão-de-obra . Assim, o preço de aq u is i­
equaCionar e resolver essas questões , pois ne-
ção desses produtos, em geral, aca ba u ltrapas-

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sando o va lor de aquisição do produto já esteri­ tuição de saúde a assumir um vínculo de asses­
l izado. soria técnica com o fabrica nte ou seu repre­
A par dos aspectos já mencionados o fator sentante legal que, normalmente , propõe contra­
diversidade pode , ainda, representar a possibili­ tos de alto custo. Por outro lado, se o hospital
dade de aq u isição de diferentes produtos com optar por realizar a man utenção na própria insti­
finalidade técnica semelhante . Esta possibilida­ tu ição, poderá incorrer no risco de u ma manu­
de impõe um novo risco de elevação dos custos tenção inadequada, por não possuir mão-de­
hospitalares , visto que a compra de itens com obra qualificada para tal , impossibilitando a ga­
especificação técnica , previsão de consumo e rantia de segurança ao usuário e cliente , oneran­
código de almoxarifado d istintos , poderão ser do desta forma a instituição.
utilizados com critérios técnicos não homogê­
neos , provocando uso indiscriminado, podendo CONSIDERAÇÕES FINAIS
gerar escassez ou sobra de u m dos produtos.
Cabe portanto , aos profissionais de saúde, a o envolvimento e comprometimento dos
padronização técnica dos materiais em confor­ profissionais da saúde na admin istração de ma­
midade com o proced i mento. teriais, com ênfase na análise de custos, é i m­
prescind ível para que as metas de excelência da
Finalmente , é i mpresci nd ível colocar a im­ qualidade assistencial sejam atingidas. Para
portância da anáUse financeira na aquisição de tanto, é mister que con hecimentos sejam apro­
equ ipamentos, pois sua aqu isição sem prévia fundados e habilidades desenvolvidas.
avaliação do custo de man utenção é um outro
fator que contribui para elevação final dos cus­ Os profissionais da saúde além de tecnica­
tos . Considerando que a tecnologia modema se mente prepa rados, devem estar conscientes da
dá n u m contexto de especialização, a realização responsabil idade de que, de sua atuação ade­
de serviços de man utenção preventiva e reparos quada , dependerão não só a qualidade assisten­
do equ i pa mento pelo próprio hospita l fica d ificul­ cial , como a adotação qualitativa e quantitativa
tada . Esta situação praticamente obriga a insti- necessárias à consecução das atividades.

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e eficaz. Vida Hospitalar, n.3, p.1 1 6-23, 1 980 futuras. Rev. Planejamento e Pol/ticas Públicas. nA,
p.83-93, 1 990.

Recebido para publicaçao em 1 3. 1 2.93

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