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INSTALAÇÕES DE ÁGUA FRIA E

QUENTE

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2
INSTALAÇÕES DE ÁGUA FRIA E QUENTE

3
SISTEMA FIES

CONSELHO REGIONAL DE SERGIPE


Eduardo Prado de Oliveira
Presidente

SUPERINTENDENTE CORPORATIVO
Paulo Sérgio de Andrade Bergamini

SENAI – DEPARTAMENTO REGIONAL


Paulo Sérgio de Andrade Bergamini

GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL - GEP


Silvia Regina Delmondes Freitas Dantas

NÚCLEO RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO


Sérgio Sena

4
FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SERGIPE
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL
DEPARTAMENTO REGIONAL DE SERGIPE

INSTALAÇÕES DE ÁGUA FRIA E QUENTE

5
2010
©2010.SENAI.DR.SE
Qualquer parte desta obra pode ser reproduzida, desde que citada a fonte

SENAI.DR.SE
Centro de Educação e Tecnologia Integrado da Construção Civil - Aracaju

Este trabalho foi elaborado por uma equipe cujos nomes estão relacionados na folha
de crédito

Ficha Catalográfica

INSTALADOR hidráulico de sistema construtivo. Aracaju: SENAI-SE, 2010. 95p.il.

1. INSTALAÇÃO DE ÁGUA FRIA E QUENTE. 2. CONSTRUÇÃO CIVIL I. Título.

CDU: 624

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SENAI.DR.SE
CETAF– AJU - Centro de Educação e Tecnologia Integrado da Construção Civil - Aracaju
Av. Tancredo Neves, 5600 – Bairro América
49.080-190 – Aracaju – SE
Tel.: 0800-728-0303
E-mail: materialdidatico@se.senai.br

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SUMÁRIO

1 INSTALAÇÃO DE ÁGUA FRIA E QUENTE.........................................................9


1.1 DEFINIÇÕES.......................................................................................................10
1.2 FUNÇÕES.........................................................Error: Reference source not found
1.3 SISTEMAS........................................................Error: Reference source not found
1.4 COMPONENTES.................................................................................................17
1.5 NORMALIZAÇÃO.............................................Error: Reference source not found
1.6 FATORES QUE INFLUENCIAM NO DIMENSIONAMENTO.......Error: Reference
source not found
1.7 MATERIAIS..........................................................................................................29
1.8 FERRAMENTAS, EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTOS..................................33
2 TÉCNICAS DE EXECUÇÃO EM PVC, CPVC, PPR, PEX, AÇO GALVANIZADO
E COBRE....................................................................................................................34
2.1 CORTE.................................................................................................................35
2.2 SISTEMA DE ACOPLAMENTO (ROSCA, SOLDA, TERMOFUSÃO E OUTROS
TIPOS EM FUNÇÃO DO MATERIAL)........................................................................36
2.3 TESTE DE ESTANQUEIDADE............................................................................40
2.4 INSTALAÇÃO DE CAIXA DÁGUA RESIDENCIAL..............................................41
2.5 INSTALAÇÃO DE SISTEMA, HIDRAULICO (LAVATÓRIO, VASO SANITÁRIO,
DUCHA, CHUVEIRO, TORNEIRA) KITS....................................................................45
2.6 PRINCIPIOS DE INSTALAÇÕES DE SISTEMAS DE AQUECIMENTO.............47
2.7 INSTALAÇÃO DE SISTEMA HIDRAULICO DE ÁGUA QUENTE.......................50
2.8 INSTALAÇÃO DE LOUÇAS E METAIS SANITARIOS........................................52
REFERÊNCIAS...........................................................................................................56
FOLHA DE CRÉDITOS...............................................................................................57

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1 INSTALAÇÃO DE ÁGUA FRIA E QUENTE

A água é um dos elementos da natureza mais importantes para o homem. Além de


ser utilizada na indústria, na irrigação, em barragens para geração de energia
elétrica, como principal meio de combate a incêndios, entre outros, também é
responsável pela nossa higiene e esta diretamente ligada a nossa saúde. Por isso,
um dos fatores que influenciam na qualidade de vida da população é o
abastecimento de água.

Até chegar às torneiras de nossas casas, a água percorre um longo caminho.


Primeiro, é retida, depois passa por um processo de tratamento para ser purificada.
Em seguida, vai para um reservatório superior para depois ser distribuída a
população. A partir daí, sai uma tubulação do reservatório elevado conduzindo a
água até as residenciais, passando por todas as ruas e avenidas da cidade que
tenham rede de abastecimento de água.

Essa tubulação que percorre as ruas de forma subterrânea, conduzindo a água até
chegar às respectivas edificações, chama-se Rede de Distribuição. Por isso,
entende-se por rede de Distribuição de água o conjunto de peças especiais
destinadas a conduzir a água até os pontos de extremidade das instalações prediais,
ou até os pontos de consumo público, sempre de forma contínua e segura.

Fluxo de abastecimento
Fonte: SENAI, 2013

Na frente de cada edificação, são feitas ligações à rede de distribuição por meio dos
chamados Ramais Prediais. O Ramal Predial é ligado a um medidor de vazão, onde
finalmente, se dará inicio as instalações prediais de água.

As instalações de água fria e quente devem ser executadas de modo que


possibilitem o uso doméstico da água em qualquer edifício. Para isso, no entanto,
devem ser observadas as normas existentes.

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1.1 DEFINIÇÕES

Por se tratar de um sistema complexo, as instalações de água predial são


tratadas em forma de subsistemas, os quais consistem em: água fria, água quente e
de combate a incêndios. No decorrer dos estudos, veremos cada subsistema, seus
itens, sua característica e as normalizações respectivas.

Neste capitulo, estudaremos dessa forma: instalações prediais de água fria e


instalações prediais de água quente, visto que cada uma dessas instalações possui
uma norma especifica: a NBR 5626:1998, que trata de instalação Predial de Água
Fria, e a NBR 7198:1993, que trata do Projeto e Execução de Instalações Prediais
de Água Quente.

A instalação predial de água fria é um sistema composto por tubos,


reservatórios, peças de utilização e equipamentos, destinados a conduzir água fria
da fonte de abastecimento na residência até os pontos de utilização no interior da
edificação. As instalações devem manter um bom funcionamento e garantir a
portabilidade da água, assim como as Instalações de água quente, também
compostas por um conjunto de peças, tubulações e equipamentos que formam um
sistema que deve garantir a segurança e o conforto dos usuários no consumo de
água quente.

Observe na figura a seguir, as instalações iniciam a partir do Hidrômetro e


percorrem toda a edificação, até chegar aos pontos de consumo (chuveiro, vaso
sanitário, tanque etc). Todas essas instalações seguem requisitos de execução,
manutenção e até sobre o mesmo tipo de material.

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No texto anterior, surgiram palavras e situações incomuns ao nosso dia a dia. Por
isso, a partir de agora, serão apresentados termos técnicos, que são aquelas
palavras de uso comum na área profissional.

Veja, a seguir, uma lista com algumas definições de termos técnicos extraída do Item
3 da NBR 5626 (ABNT NBR 5626, 1998). As demais definições importantes para o
seu conhecimento devem ser observadas na mesma norma.

Água fria: Água à temperatura dada pelas condições do ambiente.

Água potável: Água que atende ao padrão de potabilidade determinado pela


Portaria nº 36 do Ministério da Saúde.

Alimentador predial: Tubulação que liga a fonte de abastecimento a um


reservatório de água de uso doméstico.

Aparelho sanitário: Componente destinado ao uso da água ou ao recebimento de


dejetos líquidos e sólidos (na maioria das vezes pertence à instalação predial de
esgoto sanitário). Incluem-se nessa definição aparelhos como bacias sanitárias,
lavatórios, pias e outros, e, também, lavadoras de roupa, lavadoras de prato,
banheiras de hidromassagem, etc.

Barrilete: Tubulação que se origina no reservatório e da qual derivam as colunas de


distribuição, quando o tipo de abastecimento é indireto.

Coluna de distribuição: Tubulação derivada do barrilete e destinada a alimentar


ramais.

Diâmetro nominal (DN): Número que serve para designar o diâmetro de uma
tubulação e que corresponde aos diâmetros definidos nas normas específicas de
cada produto.

Dispositivo de prevenção ao refluxo: Componente, ou disposição construtiva,


destinado a impedir o refluxo de água em uma instalação predial de água fria, ou
desta para a fonte de abastecimento.

Junta: Resultado da união de dois componentes através de um determinado


processo, envolvendo ou não materiais complementares.

Ligação hidráulica: Arranjo pelo qual se conecta a tubulação ao reservatório


domiciliar.

Metal sanitário: Expressão usualmente empregada para designar peças de


utilização e outros componentes utilizados em banheiros, cozinhas, áreas de serviço
e outros ambientes do gênero, fabricados em liga de cobre. Exemplos: torneiras,
registros de pressão e gaveta, misturadores, válvulas de descarga, chuveiros e
duchas, bicas de banheira.

Peça de utilização: Componente na posição a jusante do sub-ramal que, através de


sua operação (abrir e fechar), permite a utilização da água e, em certos casos,
permite também o ajuste da sua vazão.

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Ponto de utilização (da água): Extremidade a jusante do sub-ramal a partir de
onde a água fria passa a ser considerada água servida. Qualquer parte da
instalação predial de água fria, a montante desta extremidade, deve preservar as
características da água para o uso a que se destina.

Ramal: Tubulação derivada da coluna de distribuição e destinada a alimentar os


sub-ramais.

Refluxo de água: Escoamento de água ou outros líquidos e substâncias,


proveniente de qualquer outra fonte, que não a fonte de abastecimento prevista,
para o interior da tubulação destinada a conduzir água desta fonte.

Registro de fechamento: Componente instalado na tubulação e destinado a


interromper a passagem da água. Deve ser usado totalmente fechado ou totalmente
aberto.

Separação atmosférica: Separação física (cujo meio é preenchido por ar) entre o
ponto de utilização ou ponto de suprimento e o nível de transbordamento do
reservatório, aparelho sanitário ou outro componente associado ao ponto de
utilização.

Sub-ramal: Tubulação que liga o ramal ao ponto de utilização.

Tubulação: Conjunto de componente basicamente formado por tubos, conexões,


válvulas e registros, destinado a conduzir água fria.

Tubulação de aviso: Tubulação destinada a alertar os usuários que o nível da água


no interior do reservatório alcançou um nível superior ao máximo previsto. Deve ser
dirigida para desaguar em local habitualmente observável.

Tubulação de extravasão: Tubulação destinada a escoar o eventual excesso de


água de reservatórios onde foi superado o nível de transbordamento.

Tubulação de limpeza: Tubulação destinada ao esvaziamento do reservatório, para


permitir sua limpeza e manutenção.

A Figura abaixo ajudará a compreender melhor as definições referidas na lista


anterior. Tente relacionar a imagem apresentada a alguma outra situação que você
já tenha observado.

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1.2 FUNÇÕES

É fundamental ter conhecimento de cada função das peças, dispositivos e dos


trechos da tubulação que estão sendo executados. Algumas dessas funções já
foram apresentadas anteriormente, mas você sabe dizer qual a função das
instalações de água fria?

A norma 5626:1998 define as funções das instalações de água fria como requisitos
indispensáveis para:

a) preservar a potabilidade da água;


b) garantir o fornecimento de água de forma contínua, em quantidade adequada e
com pressões e velocidades compatíveis com o perfeito funcionamento dos
aparelhos sanitários, peças de utilização e demais componentes;
c) promover economia de água e de energia;
d)possibilitar manutenção fácil e econômica;
e)evitar níveis de ruído inadequados à ocupação de ambiente; e
f) proporcionar conforto aos usuários, prevendo peças de utilização adequadamente
localizados, de fácil operação, com vazões satisfatórias e atendendo às demais
exigências do usuário.

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1.3 SISTEMAS

Veremos, a seguir, os dois sistemas que permeiam as instalações prediais de água fria: sistema
de abastecimento e sistema de distribuição.

SISTEMA DE SISTEMA DE
ABASTECIMENTO DISTRIBUIÇÃO

Sistema de distribuição direta

A alimentação dos aparelhos, torneiras e pecas da instalação predial e feita


diretamente através da rede de distribuição.

• Vantagens: agua de melhor qualidade; maior pressão disponível; menor custo de


instalação.
• Desvantagens: falta de agua no caso de interrupção; grande variação de pressão
ao longo do dia; limitação de vazão; maior consumo etc.

Sistema indireto de distribuição, sem bombeamento

A agua da rede publica e levada diretamente para um reservatório e a alimentação


da edificação será descendente (de cima para baixo), ou seja, o reservatório
abastece por gravidade os pontos de consumo.
Esse sistema e utilizado quando a pressão da rede e sufi ciente, mas sem
continuidade.

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• Vantagens: agua de melhor qualidade; fornecimento continuo de agua; permite a
instalação de válvula de descarga.
• Desvantagens: fica por conta do maior custo de instalação.

Sistema indireto de distribuição, com bombeamento

E utilizado quando a pressão e insuficiente para levar a agua ate o ultimo pavimento
do edifício e ha descontinuidade de fornecimento de agua, que e o caso mais usual
em edifícios, e necessário o uso de bombas de recalque.

• Vantagens: fornecimento de agua continuo; pequena variação de pressão nos


aparelhos; golpe de aríete desprezível; permite a instalação de válvula de descarga;
menor consumo de agua.
• Desvantagens: possibilidade de contaminação da agua reservada; menores
pressões; maior custo de instalação.

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Sistema indireto hidropneumático de distribuição

Este processo dispensa o reservatório superior e a distribuição e ascendente, a


partir de um reservatório de aço onde a agua fica pressurizada.
A escolha por um sistema hidropneumático para distribuição de agua depende de
inúmeros fatores, destacando-se os aspectos arquitetônicos e estruturais, facilidade
de execução e instalação das canalizações e localização do reservatório inferior.

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1.4 COMPONENTES

Os componentes são elementos e trechos que fazem parte do sistema predial de


água fria. Observe os componentes listados e a figura:

a) ramal predial;
b) ramal interno (alimentador predial);
c) reservatório;
d) barrilete;
e) coluna de distribuição;
f) ramais e sub-ramais; e
g) peças de utilização e aparelhos sanitários.

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1.5 NORMALIZAÇÃO

A normalização serve para estabelecer padrões, destinada à utilização comum e


repetitiva, por meio da documentação e regras, diretrizes ou características acerca
de um material, produto ou processo, visando à melhoria da qualidade de vida por
meio de normas relativas à saúde, a segurança e a preservação do meio ambiente.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela
normalização técnica no Brasil.

A NBR 5626:1998 estabelece exigências e recomendações relativas ao projeto,


execução e manutenção da instalação predial. Os requisitos nessa norma provem,
principalmente, do respeito aos princípios de bom desempenho da instalação e da
garantia de potabilidade da água no caso de instalação de água potável e devem ser
observados pelos projetistas, construtores, fabricantes, instaladores,
concessionárias e também pelos usuários.

Para instalações de água quente, devemos seguir a NBR 7198:1993, que fixa as
exigências técnicas em atenção à higiene, a segurança, a economia e ao conforto
dos usuários, pelas quais devem ser projetadas e executadas as instalações
prediais de água quente.

1.6 FATORES QUE INFLUENCIAM NO DIMENSIONAMENTO

De acordo com a Norma NBR 5626, existe uma maneira para definir o tamanho
certo dos reservatórios Inferior e Superior.
A função da caixa d’água é ser um reservatório para dois dias de consumo(por
precaução para eventuais faltas de abastecimento público de água), sendo que o
reservatório inferior deve ser 3/5 e o superior 2/5 do total de consumo para esse
período. No caso de prédios, ainda deve ser acrescentar de 15 a 20% desse total
para reserva de incêndio.

Por exemplo: Vamos supor um prédio com reservatório superior de 5000 litros. Neste
caso teríamos 1000 litros para reserva de incêndio, ou seja:

5000 x 20/100 = 1000 litros

Vamos acompanhar um exemplo para entender melhor esses cálculos. Qual a


capacidade da caixa d’água de uma residência que irá atender 5 pessoas?
De acordo com a tabela de estimativa de consumo predial diário, uma pessoa
consome em média 150 litros de água por dia.
Este dado pode ser obtido através da tabela AF01:

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AF 01 – Estimativa de consumo predial diário

Tipo de construção Consumo médio (litros/dia)


Alojamentos provisórios 80 por pessoa
Casas populares ou rurais 120 por pessoa
Residências 150 por pessoa
Apartamentos 200 por pessoa
Hotéis (s/cozinha e s/ lavanderia) 120 por hóspede
Escolas - internatos 150 por pessoa
Escolas - semi internatos 100 por pessoa
Escolas - externatos 50 por pessoa
Quartéis 150 por pessoa
Edifícios públicos ou comerciais 50 por pessoa
Escritórios 50 por pessoa
Cinemas e teatros 2 por lugar
Templos 2 por lugar
Restaurantes e similares 25 por refeição
Garagens 50 por automóvel
Lavanderias 30 por kg de roupa seca
Mercados 5 por m² de área
Matadouros - animais de grande porte 300 por cabeça abatida
Matadouros - animais de pequeno porte 150 por cabeça abatida
Postos de serviço p/ automóveis 150 por veículo
Cavalariças 100 por cavalo
Jardins 1,5 por m²
Orfanato, asilo, berçário 150 por pessoa
Ambulatório 25 por pessoa
Creche 50 por pessoa
Oficina de costura 50 por pessoa

Importante: Quando não se sabe quantas pessoas vão morar na casa, devemos
utilizar os dados da tabela AF 02:

AF 02 – Número de pessoas por ambiente

Ambiente Número de pessoas


Dormitório 2 pessoas
Dormitório de empregado (a) 1 pessoa

Assim devemos multiplicar:

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5 pessoas vezes 150 litros/dia = 750 litros/dia de consumo de água na casa.
Lembrando que o reservatório deverá atender a casa por dois dias, esse valor
deverá ser multiplicado por 2. Ou seja:

750 x 2 = 1500 litros para 2 dias de consumo para 5 moradores da casa.

Neste caso, o consumidor pode optar por uma caixa de 1500 litros, ou uma de 1000
litros e uma segunda caixa de 500 litros.

Observação: Recomendamos o uso do bom senso nos casos onde a capacidade


calculada da caixa ultrapassar as condições financeiras do consumidor e as
condições técnicas da obra (estrutura por exemplo), que devera resistir ao peso da
caixa. Lembre-se que 1000 litros = 1000 kg.
Na situação do exemplo, como o calculo foi feito para dois dias e em eventuais faltas
de abastecimento de água o consumidor já tem por hábito economizar água, pode
se decidir pelo uso de uma caixa de menor capacidade, que atenda o consumo de
pelo menos 1 dia, que neste exemplo é de 750 litros. Um reservatório de 1000 litros
seria o suficiente.
Com base no valor calculado de 1500 litros, vamos dimensionar as capacidades dos
reservatórios inferior e superior.

Reservatório Inferior:

Para calcular o tamanho da caixa d’água inferior, devemos achar o valor


correspondente a 3/5 de 1500 da seguinte forma:

3/5 x 1500 = 900 litros

Nesse caso, como não se encontra no mercado uma caixa d’água com esse volume,
deve-se instalar a Caixa d’água Tigre 1000 litros.

Reservatório Superior:

Para a caixa d’água superior, o valor que devemos encontrar é de 2/5 do consumo,
ou seja, 2/5 de 1500:

2/5 x 1500 = 600 litros

Também neste caso não encontramos no mercado caixa d’água com 600 litros.

 Dimensionamento das Tubulações de Água Fria

As primeiras informações de precisamos saber para o dimensionamento das


tubulações de água fria são:

- O número de peças de utilização que esta tubulação irá atender;


- A quantidade de água (vazão) que cada peça necessita para funcionar
perfeitamente.

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Esta quantidade de água está relacionada com um numero chamado de “peso das
peças de utilização”.

Esses pesos por sua vez, tem relação direta com os diâmetros mínimos necessários
para o funcionamento das peças.

Portanto, para que possamos determinar os diâmetros das barriletes, colunas,


ramais e sub-ramais, devemos:

Passo 1: Calcule a soma dos pesos das peças de utilização para cada trecho da
tubulação. Estes pesos estão relacionados na tabela AF 03:

AF 03 – Vazões de projeto e pesos relativos dos pontos de utilização

Vazão dePeso
Aparelho sanitário Peça de utilização
projeto L/s relativo
Caixa de descarga 0,15 0,30
Bacia sanitária
Válvula de descarga 1,70 32
Banheira Misturador (água fria) 0,30 1,0
Bebedouro Registro de pressão 0,10 0,1
Bidê Misturador (água fria) 0,10 0,1
Chuveiro ou ducha Misturador (água fria) 0,20 0,4
Chuveiro elétrico Registro de pressão 0,10 0,1
Lavadora de pratos ou de roupas Registro de pressão 0,30 1,0
Torneira ou misturador
Lavatório 0,15 0,3
(água fria)
Com sifão
Válvula de descarga 0,50 2,8
integrado
Mictório cerâmico Caixa de descarga,
Sem sifão registro de pressão ou
0,15 0,3
integrado válvula de descarga
para mictório
Caixa de descarga ou0,15 por metro
Mictório tipo calha 0,3
registro de pressão de calha
Torneira ou
Torneira ou misturador
misturador (água 0,25 0,7
Pia (água fria)
fria)
Torneira elétrica Torneira elétrica 0,10 0,1
Tanque Torneira 0,25 0,7
Torneira de jardim ou lavagem em geral Torneira 0,20 0,4

Passo 2: Verifique no ábaco luneta qual o diâmetro de tubo correspondente ao


resultado desta soma:

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Exemplo:

Vamos determinar os diâmetros das tubulações da instalação das figura a seguir,


que ilustra uma instalação hidráulica básica de uma residência.

Temos a divisão desse sistema em vários trechos: AB, BC, DE, EF EFG.
O cálculo deve ser iniciado partindo do reservatório, ou seja, trechos AB e DE.
Vamos iniciar calculando o trecho AB e os ramais que o mesmo atende.

Trecho AB

A vazão que passa por esse trecho é correspondente à soma dos pesos de todas as
peças alimentadas por esta tubulação, portanto: A vazão de água que passa pelo
trecho AB (1° barrilete), corresponde ao peso da válvula de descarga que atende o
vaso sanitário. Olhando na tabela AF 03, encontramos o peso relativo de 32.

Com esse valor, vamos procurar no ábaco luneta qual o diâmetro indicado para o
trecho AB, que neste caso corresponde a 40mm (para tubulação soldável) ou 1. ¼”
(para tubulação roscável).

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Trecho BC

A vazão de água que passa pelo trecho BC (coluna), é igual ao trecho AB, pois serve
ao mesmo aparelho: A válvula de descarga.
Sendo assim, o trecho BC terá o mesmo valor de peso relativo que o trecho AB:
Peso = 32
Também nesse caso, verificando no ábaco luneta, concluímos que a tubulação
indicada é de 40 mm(para tubulação soldável) ou ¼”(para tubulação roscável).

Observação: Como o diâmetro das válvulas de descarga nem sempre acompanham


os diâmetros dos tubos, a Tigre disponibiliza adaptadores soldáveis curtos para
transição. Normalmente em residências são utilizadas válvulas de descargas de
1.1/2”. Dessa forma o tubo soldável 40mm do exemplo acima pode ser interligado na
válvula através de um Adaptador Soldável Curto com Bolsa e Rosca para Registro
de 40mm x 1.1/2”, ou pode-se adotar o diâmetro de 50mm nas tubulações,
dispensando o uso do Adaptador.

Trecho DE

Vamos calcular agora o diâmetro necessário para a tubulação do trecho DE, ou seja,
o ramal que abastecerá a ducha higiênica, lavatório, chuveiro elétrico, pia da
cozinha(com torneira elétrica), tanque e a torneira de jardim.

Primeiramente então devemos somar os pesos dessas pessoas de utilização,


obtidos através da tabela AF 03:

Ducha higiênica = 0,4


Torneira de lavatório = 0,3
Chuveiro elétrico = 0,1
Pia (torneira elétrica) = 0,1
Tanque = 0,7
Torneira de jardim = 0,4
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Somando todos os pesos, chegamos a um total de 2,0.
Com este valor, vamos procurar no ábaco luneta qual o diâmetro indicado para esse
trecho de tubo.

Esse número está entre 1,1 e 3,5. Portanto os diâmetros correspondentes são:
25mm (para tubulação soldável) ou ¾” (para tubulação roscável) para o trecho DE.
Cálculo dos Trechos EF e FG

A vazão de água que passa pelos trechos EF (coluna) e FG (ramal), é igual a soma
dos pesos dos aparelhos atendidos pelo trecho DE.

Trecho EF = Trecho FG = Trecho DE

Logo, pode-se utilizar o mesmo raciocínio utilizado para o cálculo do trecho DE,
onde a soma dos pesos é igual a 2,0 e o diâmetro correspondente é de 25mm(para
tubulação soldável) ou ¾” (para tubulação roscável).

Cálculo dos Sub-ramais

Vamos calcular agora os sub-ramais, que são os trechos de tubulação


compreendidos entre o ramal é a peça de utilização.

Para tanto, analisa-se individualmente o peso de cada peça de utilização, verificando


em seguida qual será o diâmetro para cada uma no ábaco luneta:
Ducha higiênica = 0,4
Torneira de lavatório = 0.3
Chuveiro elétrico = 0,1
Pia(torneira elétrica) = 0,1
Torneira de jardim = 0,4

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Nota-se que todos estão compreendidos no trecho entre 1,1 e 3,5 no ábaco luneta.
Concluímos então que para esses sub ramais, o diâmetro das tubulações deve ser
25 mm ( para tubulação soldável) ou ¾” (para tubulação roscável).

Conclusão: Para o nosso exemplo, utilizaremos os seguintes diâmetros: Trechos AB


e BC: 40mm ou 1 ¼”, Trechos DE, EF e FG: 25mm ou ¾”, Sub-ramais: 25mm ou ¾”.

Para situações de pequenas instalações, como a que a apresentamos, pode ocorrer


de o diâmetro dos sub-ramais resultar em diâmetro menor que o do ramal. Nestes
casos, pode-se tornar anti-econômico utilizar 3 diâmetros diferentes, por duas
razões:

1- Devido às sobras que normalmente ocorrem em virtude da variedade de


diâmetros;
2- Necessidade, nestes casos, de adquirir um maior número de conexões
(reduções).

O método de cálculo aqui exemplificado é conhecido como método do Consumo


Máximo Possível, que considera o uso de todas as peças atendidas por um mesmo
ramal ao mesmo tempo.

Outra forma de se calcular o dimensionamento das tubulações é pelo método do


Consumo Máximo Provável, normalmente utilizado em construções verticais. Neste
método, deve-se prever quais peças de utilização (do ramal que está sendo
dimensionado) serão utilizadas simultaneamente, somar seus pesos e verificar qual
o diâmetro correspondente na régua a seguir:

Diâmetros de tubos de PVC rígido e vazões em função da soma dos pesos

25
No exemplo anterior, vamos supor que a torneira da pia da cozinha e o chuveiro
fossem atendidos pelo mesmo ramal, e que viessem a ser utilizados ao mesmo
tempo. Para calcular este ramal, somaríamos o peso destas 2 peças:

Chuveiro: 0,1
Torneira de pia: 0,7
Total: 0,8
Tomando este valor e olhando na régua de diâmetros, encontraríamos o diâmetro de
20mm.

Como vimos, o resultado deste cálculo é o mesmo conforme calculado através do


método do Consumo Máximo Possível. No caso de instalações residenciais, não
existem realmente grandes diferenças que possam gerar economia.

Porém, para obras verticais ou horizontais de grande porte, onde o número de peças
de utilização é maio, recomenda-se o uso do Consumo Máximo Provável, pois o
outro método pode resultar em diâmetros maiores que o necessário, visto que
considera a utilização de todas as peças de um mesmo ramal ao mesmo tempo.

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Ventilação da Coluna

A norma NBR 5626 diz que nos caos de instalações que contenham válvulas de
descarga, a coluna de distribuição deverá ser ventilada, porém a Tigre indica que
seja ventilada independente de haver válvula de descarga na rede.

Trata-se de um tubo vertical instalado imediatamente na saída de água fria do


reservatório. Deve-se seguir as seguintes recomendações:

- O tubo de ventilação deverá estar ligado à coluna, após o registro de passagem


existente;
- Ter sua extremidade superior aberta;
- Estar acima do nível máximo d’água do reservatório;
- Ter o diâmetro igual ou superior ao da coluna.
Para o exemplo anterior, o diâmetro do tubo ventilador devera ser de, no mínimo 40
mm ou 1 ¼”.

Golpe de aríete

Ao se acionar ou desligar uma instalação hidráulica, podem acontecer tanto


um aumento de pressão como uma queda de pressão que podem ocasionar danos.
Nos sistemas elevatórios, quando para o bombeamento, a agua que esta
subindo, em razão do impulso da bomba, perde esse impulso e chega ate certo nível
da tubulação de recalque. A partir dai, ela retorna e nessa volta sofre um impacto
com as pecas do sistema, inclusive com a bomba que esta ainda parando de girar.
Ocorre por instantes um aumento de pressão. Esse aumento de pressão pela
abertura e fechamento de válvula e pela parada de bombas chama-se golpe de
ariete.
Isso acontece principalmente nas válvulas de descarga das instalações
prediais e percebido por um ruído característico, muito audível, principalmente a
noite, quando o silencio no ambiente e maior. Ocorre, as vezes, também em quedas
de pressão, quando para o bombeamento e trechos de tubulação podem ficar com
pressões negativas.
Para minimizar o golpe de ariete recomenda-se:

• Usar válvulas de descarga com projeto moderno, nas quais o golpe de ariete e
bastante minimizado;
27
• Em instalações elevatórias usar válvula de retenção na tubulação de recalque
ajuda a amortecer o golpe de ariete, pois a válvula absorve boa parte da energia que
e por ele liberado.
Deve-se sempre considerar a possibilidade do uso de caixa de descarga exposta ou
embutida, que proporcionam reduzido golpe de ariete.

Velocidades

Não ha, nos critérios de projetos, fixação de velocidades mínimas, mas a velocidade
máxima numa tubulação não deve exceder a 2,5m/s. Esta velocidade máxima tem
por finalidade limitar o ruído nas tubulações, especialmente nos locais em que possa
perturbar as atividades do imóvel ou o repouso dos usuários, como em hospitais,
hotéis, residências e prédios de apartamento. Atualmente existe uma tendência para
aumentar essa velocidade limite para 3m/s. Paralelamente, ha problema do golpe de
aríete, que também e minorado pela limitação da velocidade.

Pressão

A pressão e o esforço que a agua impõe sobre as tubulações e os equipamentos


de instalações de agua. A pressão e uma forca que atua em determinada área.
A pressão em uma instalação e gerada pela altura da lamina ou da coluna de agua
em um ponto da instalação. Assim, com o aumento da altura da caixa d’agua haverá
o aumento da pressão. Se só aumentarmos o volume da caixa d’agua, não teremos
pressão maior na instalação. Para a instalação não estourar, deve haver uma
pressão máxima. Porem, para os equipamentos funcionarem, deve haver uma
pressão mínima.
A pressão em instalação e sempre medida em kPa (quilopascal) ou em mca (metro
de coluna d’agua).

A rede de distribuição de agua fria deve ter em qualquer dos seus pontos:

• Pressão estática máxima: 400kPa (40mca);

• Pressão dinâmica mínima: 5kPa (0,5mca).

O valor mínimo de 5kPa (0,5mca) da pressão dinâmica tem por objetivo fazer com
que o ponto critico da rede de distribuição (em geral, o ponto de ligação do barrilete
com a coluna) tenha sempre uma pressão positiva. Quanto a pressão estática, não
pode ser superior a 400kPa (40mca) em nenhum ponto da rede. Essa precaução e
tomada visando limitar a pressão e a velocidade da agua em função de: ruído, golpe
de ariete, manutenção e limite de pressão nas tubulações e nos aparelhos de
consumo. Dessa maneira, não se deve ter mais de 13 pavimentos convencionais
(pé-direito de 3m x 13 = 39m) abastecidos diretamente pelo reservatório superior
sem a devida proteção do sistema.

A NBR 5626 preconiza: “A abertura de qualquer peca de utilização não pode


provocar queda de pressão (subpressão) tal que a pressão instantânea no ponto
critico da instalação fique inferior a 5kPa (0,5mca)”.

28
Vazão

Vazão e o volume de agua que passa em uma tubulação por cada unidade de
tempo. Em geral, e medida em l/s (litros por segundo) ou em m3/s (metros cúbicos
por segundo).

A vazão em toda a rede de agua fria deve ser tal que atenda as condições mínimas
estabelecidas no projeto, evitando que o uso simultâneo de pecas de utilização
possa acarretar desconforto para o usuário.

1.7 MATERIAIS

Os materiais utilizados na instalação predial de água fria e quente devem


estar em conformidade com as indicadas pelas normas brasileiras, pois devem
seguir os princípios de potabilidade da água, durabilidade e desempenho adequado,
quando um uso, mas os materiais não mencionados na norma podem ser usados,
desde que atendam aos princípios exigidos.

Uma das preocupações que devemos ter com os materiais utilizados é com a
corrosão e a degradação, ou seja, com o desgaste que os materiais sofrem durante
a vida útil. As instalações prediais de água devem ser projetadas e executadas de
forma que evitem ou minimizem os problemas de corrosão ou degradação. Para
isso, devem ser observadas as recomendações da norma. Para utilização de
matérias plásticos, deve ser observado o valor máximo de temperatura que esse
material pode resistir e ser dada atenção as recomendações as sua respectivas
normas.

A NBR 5626:1998 também trata a questão do carregamento, transporte e


armazenamento de materiais, os quais devem ser manuseados de forma cuidadosa
com o objeto de reduzir danos. Além disso, devem ser consultadas outras normas e
resoluções que orientam sobre o descarte de resíduos de tubulações prediais.
Conheça, agora, os materiais apresentados pela norma, suas características
e sua funcionalidade:

a) aço-carbono galvanizado: São tubos fabricados em aço-carbono galvanizados,


que podem ser usados para condução de fluidos não corrosivos, como por exemplo,
água, gás, vapor e ar comprimido;

Conexões e tubos de aço-carbono galvanizado


Fonte: SENAI, 2013

29
c) cobre: os tubos fabricados em cobre foram muito utilizados na Brasil, mas aos poucos foram
sendo substituídos por outros materiais. A vantagem é sua resistência, que suporta grandes
temperaturas. No entanto, o material é mais caro que outros no mercado. Para serem utilizados nas
instalações prediais de água fria, devem obedecer a NBR 13206:2010;

Tubo de cobre
Fonte: SENAI, 2013

c) ferro fundido: as tubulações em ferro fundido são utilizadas em redes de água potável,
água quente, água industrial, combate a incêndio, refrigeração, ar comprimido, gás,
gasolina, álcool e de óleo diesel. Para uso de ferro fundido em instalações de água, deve
ser observada a NBR 6943:2000;

Tubo em ferro fundido


Fonte: OUVRAGE, 2014

d) liga de cobre: é um tipo de metal utilizado na fabricação de peças sanitárias po


causa da sua plasticidade. Alguns desses materiais são: misturadores, registro de
pressão, torneira de boia, torneira de pressão, válvula de descarga e válvula de
esfera;

Válvula de liga de cobre


Fonte: OUVRAGE, 2014

e) poliéster reforçado com fibra de vidro: é bem empregado na fabricação de


reservatórios domiciliares, utilizados nas instalações prediais de água fria pela
vantagem de serem um material leve e resistente. Para a correta instalação, deve-se
obedecer às NBR 8220:1983 e NBR 10355:1988;

30
Reservatório Subterrâneo poliéster reforçado
Fonte: ZENITAL, 2016

f) PVC rígido: o Cloreto de Polivilina (PVC) – é dos materiais mais utilizados nas
instalações de água fria, pois é resistente e facilmente manipulado graças ao seu
baixo peso. Evita contaminações externas e previne perdas de fluido por vazamento,
devido à fácil e eficiente soldagem entre os tubos e as conexões. As juntas podem
ser feitas por meio de soldagem ou por rosqueamento e devem obedecer as NBR
5648:2010 e NBR 5680:1977;

Conexões em PVC
Fonte: SENAI, 2013

g) polipropileno: geralmente, as instalações em polipropileno são usadas em


soluções para condução de água quente. Ele também é conhecido como
Polipropileno Randon (PPR) e é um tipo de plástico que pode ser moldado usando
apenas aquecimento, ou seja, é um termoplástico. Quando utilizados nas
instalações prediais de água, devem obedecer à NBR 11304:1990;

Conexões em PPR
Fonte: SENAI, 2013

31
h) polietileno: o Polietileno, ou simplesmente PE, é um material muito utilizado em
água potável, drenagem e uso sanitário. Em residências, o reservatório de
polietileno é muito empregado, pois possui alta resistência e é mais leve que os
reservatórios de fibrocimentos;

Caixa de polietileno
Fonte: SENAI, 2013

i) CPVC: o Cloreto de Polivinila Clorado (CPVC) é um PVC com maior adição de


cloro em sua formulação, propiciando outras características e se diferenciado do
material referido. O CPVC também é utilizado em instalações de água quente. Ele
não sofre corrosão e as juntas podem ser soldadas a frio, havendo conexões com
roscas metálicas disponíveis para as ligações com os aquecedores, registros e
torneiras da instalação;

Tubo e conexões em CPVC


Fonte: AMANCO, 2013

j) PEX: o polietileno reticulado (PEX) é um material resistente à temperatura, possui


desempenho hidráulico e é resistente a deformação. É o mais moderno para
instalação de água quente e fria. A flexibilidade desse material permite a redução de
número de conexões. São fabricados conforme as Normas ISSO 14532, ISSO
17484 e ISSO 18225.

32
Fonte: Tubo da linha PEX
Fonte: AMANCO, 2013

1.8 FERRAMENTAS, EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTOS

Exemplos de Equipamentos e Ferramentas Utilizados

33
2 TÉCNICAS DE EXECUÇÃO EM PVC, CPVC, PPR, PEX, AÇO GALVANIZADO
E COBRE

Todas as técnicas de execução devem ser baseadas conforme recomendações e


exigências das normas respectivas aos tipos de serviço e de material. A NBR 5626
recomenda que para execução da instalação predial de água fria deve ser
estabelecido um procedimento, visando desenvolver as atividades dentre de critérios
de higiene compatíveis com a finalidade da instalação.

Realizar uma instalação hidros sanitária lembra, muitas vezes, um conjunto de


peças para montar. Conteúdo, as instalações de água fria e quente devem ser feitas
por um instalador legalmente habilitado e qualificado.

34
2.1 CORTE

É inevitável a realização de corte na montagem das instalações. Por isso, tudo deve
ser feito com ferramentas em boas condições de uso a fim de evitar deformações.
Qualquer extremidade defeituosa deve ter sua forma original recuperada antes da
execução da junta. Deve-se tomar cuidado também para não deixar rebarbas na
tubulação.

Fonte: Corte de tubos


Fonte: SENAI, 2013

35
2.2 SISTEMA DE ACOPLAMENTO (ROSCA, SOLDA, TERMOFUSÃO E OUTROS
TIPOS EM FUNÇÃO DO MATERIAL)

O sistema de acoplamento se refere ao dispositivo que vai unir uma peça a outra,
permitindo agrupamento dos elementos. Nesse caso, é onde se encontram as
juntas, que são a união de dois componentes por meio de determinado processo,
conforme já foi definido no tópico Definições deste capítulo.

É importante saber que existem vários meios de conectar os tubos. Observe, a


seguir, os sistemas de acoplamento mais comuns para instalações de água:

a) Rosca: a rosca é um tipo de junção que é muito utilizado em tubulações


aparentes e/ou também em instalações que preveem futuras manutenções,
pois facilita a montagem e desmontagem das peças.

Tubo de PVC rosqueado

1 - Após cortar e lixar o tubo, prenda-o na morça. Coloque a tarraxa no tubo,


fazendo pressão com uma das mãos e girando o tubo no sentido horário.
2 – Desenvolva a rosca fazendo uma volta para frente no sentido horário, e
depois faça uma volta ao contrário, dando pouco menos do que meia volta.
3 – Em seguida, aplique a fita veda-rosca no sentido horário.
4 – Execute a junta roscável, realizando o aperto manual.

36
b) Solda: a solda é o procedimento realizado para junção de tubos de PVC e
CPVC. O processo de soldagem acontece por meio da união de tubos e
conexões, com soldagem a frio (colagem entre dois itens que são
combinados em um, por meio de pressão intensa, com ajuda de cola
adesiva.). Observe o processo a seguir:

Sistemas de acoplamento: Soldagem a frio


Fonte: SENAI, 2013

Outros Tipos em Função do Material

Existem outros sistemas de acoplamento, além dos sistemas de solda e rosca, que
variam em função do material utilizado.

a) Soldagem por termofusão (PPR);

Os tubos e conexões em PPR são unidos por processo de termofusão, ou seja,


fundem-se tornando a tubulação contínua, sem riscos de vazamentos e sem uso de
adesivo.

37
Sistemas de acoplamento: Soldagem por termofusão
Fonte: SENAI, 2013

38
b) Acoplamento em PEX:

A montagem das tubulações em PEX utiliza ferramentas especificas. Na junta, é


colocado um anel deslizante que auxilia na vedação da conexão.

Sistema de acoplamento: acoplamento PEX


Fonte:SENAI, 2013

Lembre-se de que, para todos esses processos, você deve estar usando os
Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), além das ferramentas e dos

39
equipamentos adequados. Todas as técnicas de execução devem ser aprimoradas
para que seu serviço tenha sempre qualidade.

2.3 TESTE DE ESTANQUEIDADE

Segundo a NBR 5626:1998, as tubulações devem ser submetidas a teste de


estanqueidade ao final do processo de montagem, enquanto ainda estiverem
expostas. Os pontos de utilização devem estar vedados ou com as peças instaladas.

A execução do teste de estanqueidade é simples

a) Mantenha os pontos de utilização vedados;


b) Abra o registro da ligação da ligação e deixe que as tubulações sejam
preenchidas com água, até ser expelido completamente o ar do seu interior;
c) Deve ser utilizado um equipamento que eleve a pressão da tubulação, o que
deve possibilitar a leitura da pressão por meio de manômetro. O valor da
pressão deve ser 1,5 vez o valor da pressão em condições normais;

Equipamento de teste de estanqueidade


Fonte: SENAI, 2013

d) A partir desse momento, estará sendo executado o teste de estanqueidade


para correção de eventuais vazamentos;
e) Após um período de pressurização de 1h, o trecho da instalação ensaiada
pode ser considerado estanque, caso não ocorra vazamento.

No caso de ser detectado vazamento, ele deve ser reparado e o procedimento deve
ser repetido. Constatado que os componentes do sistema não apresentam
vazamentos, deve ser aberto o registro principal para abastecimento de água na
edificação.

40
2.4 INSTALAÇÃO DE CAIXA DÁGUA RESIDENCIAL

Passo 1: Retire a tampa para começar a instalação da caixa d’agua. O


assentamento deve ser feito somente sobre superfície plana e nivelada.

41
42
Sobre Base Plana

Para todas as capacidades volumétricas de caixas.

Atenção: As Caixas d’agua devem obrigatoriamente ser instaladas sobre base


plana (lisa), rígida e nivelada, sem contato com superfícies pontiagudas. Não devem
ser enterradas.

43
Local de instalação

Devemos instalar as caixas d’agua Amanco em ambientes ventilados, caso contrario


pode ocorrer a condensação da agua e a parede externa da caixa apresentar micro
gotículas (como um copo de agua fria).

a) Em lajes
Para instalações em lajes, o local deve estar nivelado, isento de qualquer
irregularidade e com área superior a base da caixa. O local devera ser limpo,
retirando-se pedras, pedaços de madeira, ferro e quaisquer outros objetos que
possam vir a danificar o fundo do reservatório.

b) Sob o telhado
Sempre que a instalação ocorrer sob telhados, o ideal e efetuar 2 pequenas
aberturas em paredes opostas para circulação e renovação do ar aprisionado sob o
telhado.

Atenção: As massas de ar quente e úmido, em contato com as paredes do


reservatório, provocam condensação da umidade existente no ar (paredes do
reservatório suando), com consequente acumulo de agua na base do reservatório,
causando danos a pintura, forro etc.

c) Circulação ao redor da caixa d’água


Caso o telhado esteja colocado acima da caixa, a distancia entre a boca da caixa e o
telhado deve ser sufi ciente para que uma pessoa de estatura mediana possa entrar
pela abertura da caixa sem sofrer danos. A caixa devera ter uma distancia de no
mínimo 45cm em relação a qualquer outro ponto fixo que possa ser considerado um
obstáculo permanente, seja este de alvenaria, madeira, ou qualquer outro material,
de forma a permitir que a pessoa circunde toda a caixa.

44
2.5 INSTALAÇÃO DE SISTEMA, HIDRAULICO (LAVATÓRIO, VASO SANITÁRIO,
DUCHA, CHUVEIRO, TORNEIRA) KITS

Os aparelhos sanitários são classificados de acordo com o uso ao qual são


destinados. Podem ser de vários tipos para diferentes exigências a que devem
satisfazer, seja pela vida da pequena comunidade familiar, seja pela mais extensa
comunidade social. E possível enumera-los quanto ao tipo em: pias de cozinha,
lavabos, banheiras, vasos sanitários, bidês, mictórios.

Os materiais com os quais são feitos os aparelhos sanitários acima citados são:
porcelana comum, porcelana vitrificada, gres porcelanato e gusa esmaltada.

As colunas são fornecidas com proteção (papel colante) nas partes salientes, para
evitar danos, tais proteções só devem ser removidas, após a louca instalada.

Pia de cozinha

E um aparelho sanitário que serve para lavagem de pratos, loucas, talheres etc. As
pias são construídas nas mais variadas dimensões e podem distinguir-se
principalmente em pias com uma ou duas pecas.
Os materiais mais usados para essas pias são: massa de cascalho, mármore, gusa
esmaltada e aço inoxidável. O aço inoxidável esta sendo usado nas pias de cozinha
do tipo conhecido por americano. O mármore e aplicado nas pias de luxo.
Para evitar que as pias se encham além do determinado limite, algumas são
munidas de um dispositivo denominado “ladrão”, instalado no alto sobre a parede,
uns centímetros abaixo da borda e com comunicação com a descarga de fundo.

Lavabo (ou lavatório)

Entende-se por lavabo um aparelho sanitário que serve para a limpeza pessoal. Os
lavabos podem ser de tipo comum para residências, ou múltiplos para
estabelecimentos públicos. São construídos, geralmente, de aço inoxidável
porcelana ou mármore. Podem ser do tipo para usar suspensos, fixados na parede
ou com suportes metálicos ou apoiados no piso por meio de coluna.
Como algumas pias, também alguns lavabos são munidos de “ladrão” para a
descarga automática da agua se ela encher acima de um determinado nível.
Todos os tipos de lavabos devem ser montados de modo que a borda superior
apresente uma altura mínima do piso de 80 cm e máxima de 83 cm.

Banheira

E um aparelho sanitário que serve para a limpeza pessoal, co possibilidade de


imersão total ou parcial do corpo. As banheiras são construídas com os mesmos
materiais citados anteriormente.

No que se refere a sua forma e ao seu acabamento classificamos em:

45
• Banheiras retangulares com pés de sustentação;
• Banheiras retangulares com revestimento;
• Banheiras retangulares com avental;
• Banheiras com assento.

Quanto à dimensões, são normalmente fabricadas nas medidas de 1,80m x 0,80m;


1,70m x 0,70m e 1,00m x 0,70m.
As banheiras com revestimento são montadas apoiando-se sobre o pavimento
executando a ligação e procedendo em seguida ao revestimento dos lados da
banheira que ficam descobertos. O revestimento executa-se geralmente com
cerâmica.

As ligações devem ser feitas numa posição tal que possa permitir uma
desmontagem fácil e a substituição dos aparelhos.
Nos aparelhos cujas torneiras são fixadas na cerâmica, evita-se o emprego de juntas
de ferro; a ligação devera ser feita com materiais e guarnições capazes de absorver
as dilatações. O sistema de descarga e de “ladrão” das banheiras e o mesmo dos
lavabos e das pias.

Vasos sanitários

São aparelhos que servem para a coleta de descarga de materiais residuais, como
fezes e urina. Os materiais de que são fabricados são os do tipo cerâmico. Os vasos
sanitários podem ser classificados em vasos de assento e vasos a turca. Em geral,
os vasos a turca são utilizados em banheiros públicos.
Os vasos sanitários podem ser equipados com válvulas automáticas de fluxo que
permitem o acionamento da descarga. Uma alternativa e o uso de caixas acopladas.
São dotados de um sifão (fecho-hidrico) em seu interior, o qual impede a passagem
dos gases contidos no esgoto primário, para o meio ambiente.

Bidê

Destina-se a higiene intima do ser humano. E alimentado por agua fria e quente,
cujo escoamento e regulado por registros, sendo a mistura feita pelo misturador. Ha
tipos dotados de uma ducha, cujo jato de agua funciona de baixo para cima, o que
facilita o uso. E dotado de válvula de descarga no fundo, a qual tem finalidade de
escoar as aguas servidas. Atualmente, pela redução do tamanho das casas e
apartamentos, e pouco instalado.

Mictórios

São aparelhos sanitários adequados à expulsão da urina por homens, sendo mais
usados em locais públicos. Podem ser classificados dois tipos de mictórios: o vertical
e o suspenso. Os materiais de que são construídos são do tipo cerâmico ou de aço
inoxidável. A agua de lavagem entra por uma espécie de esguichador colocado na
parte alta, ou furos nas bordas.

46
2.6 PRINCIPIOS DE INSTALAÇÕES DE SISTEMAS DE AQUECIMENTO

A temperatura mínima com que a agua quente devera ser fornecida depende do uso
a que se destina. Nos pontos de consumo poderá ser feita uma dosagem com agua
fria para obter temperaturas menores, de acordo com os níveis de conforto dos
usuários.

Fontes de energia

• Combustão de sólidos (madeira, carvão etc.)


• Combustão de líquidos (óleo, querosene, álcool etc.)
• Combustão gases (gás natural, GLP etc.)
• Eletricidade
• Energia solar

Energia solar
Fonte: SENAI, 2013

Aquecedor solar: O sistema de aquecimento solar e composto por dois elementos


básicos, o coletor solar, que aquece a agua, e o reservatório térmico (boiler), onde
armazena a agua aquecida.

47
A agua circula entre o reservatório térmico e os coletores solares, que possuem
serpentinas onde são aquecidos pela transferência do calor externo gerado pelo sol.
Nesse sistema e necessário um reservatório de agua fria para alimentar este
sistema.

Aquecedor solar
Fonte: SENAI, 2013

Aquecedor de acumulação a gás: a agua fria entra no reservatório, ficando ali


armazenada por determinado tempo, para ser aquecida pelo calor da chama do
queimador a gás.

Aquecedor de acumulação
Fonte: SENAI, 2013

Aquecedor de acumulação elétrico: agua fria e armazenada em um reservatório e


aquecida através do calor gerado pela resistência existente no interior do aquecedor.

48
Aquecedor de acumulação elétrico
Fonte: SENAI, 2013

Aquecedor instantâneo elétrico: este modelo utiliza uma resistência elétrica dentro
de um pequeno reservatório de agua, que transfere todo este calor para esta agua,
aquecendo-a instantaneamente, caso dos chuveiros elétricos.

Aquecedor instantâneo elétrico


Fonte: SENAI, 2013

2.7 INSTALAÇÃO DE SISTEMA HIDRAULICO DE ÁGUA QUENTE

Sistema central privado

Neste sistema se produz agua quente para todos os aparelhos de uma unidade
residencial (casa ou apartamento).

49
Sistema central coletivo

Neste sistema, se produz agua quente para todos os parelhos ou unidades da


edificação. O aparelho de aquecimento e normalmente situado no térreo ou subsolo,
para facilitar a manutenção e o abastecimento de combustível.

50
2.8 INSTALAÇÃO DE LOUÇAS E METAIS SANITARIOS

Torneiras, duchas e misturadores

São dispositivos destinados a propiciar a utilização da agua nos pontos de


alimentação de agua fria e quente.

51
Torneira de Mesa Misturador de Mesa

Linha completa Banheiro

Misturador para Lavatório de Mesa Bica Alta

52
O que fazer: Para a montagem da torneira, aplique massa de vedação, como
indicado no desenho.

Instalação dos acabamentos da torneira:

a) Feche os cartuchos de vedação dos corpos laterais (bases), girando o eixo para
a direita.
b) Instale as canoplas roscando-as sobre os corpos laterais.
Desencaixe os portas letras. Em alguns modelos de torneira, elas se identificam
como F– água fria e Q– água quente.
d) Instale os volantes.

Instalação de Vaso Sanitário

53
1 - Marque no piso uma linha paralela à parede, passando pelo centro da saída
de esgoto. Utilize um nível.
2 - Apoie a bacia sobre uma superfície que a proteja contra riscos (pano ou
tapete macio). Nas laterais do pé da bacia, marque o centro da saída do esgoto
do vaso.
3 - Coloque a bacia na posição de instalação, encaixe no tubo de espera de
esgoto e verifique se as marcações batem. Marque os furos de fixação no piso
com uma canetinha. Retire a bacia.
4 -Com uma broca de widia (Ø 10 mm), faça os furos onde você marcou. Após
isso, coloque as buchas nos furos.
5 -Fixe firmemente o anel de vedação na saída de esgoto da bacia. Encaixe a
bacia, já com o anel de vedação na saída de esgoto. Faça pressão contra o piso
para garantir o encaixe. Fixe os parafusos em cada lado da bacia.
6 -Com a caixa acoplada, coloque a bolsa de vedação na saída d’água. Fixe os
parafusos nos dois furos localizados no fundo da caixa e na plataforma da bacia.
Encaixe a caixa acoplada na bacia.
7 -Instale primeiro o flexível na parede. Em seguida, conecte o engate flexível na
entrada d’água da caixa acoplada. Para vedar bem, passe fita veda rosca.
8 - Para um perfeito acabamento, aplique massa de rejunte na base da bacia.
Depois, instale o assento adequado ao modelo de bacia que você instalou.
54
Instalação de banheira

Neste tipo de instalação, o aquecedor elétrico é responsável pelo aquecimento inicial


da água e também pela manutenção de sua temperatura durante o banho.
A banheira é abastecida com água fria que é posteriormente aquecida pelo
aquecedor elétrico de hidromassagem. Como durante seu banho, devido à própria
agitação dos jatos de hidro, a água esfria, o aquecedor pode ser acionado
novamente para garantir a manutenção da temperatura desejada.

55
REFERÊNCIAS

QUALIDADE NA AQUISIÇÃO DE MATERIAIS E EXECUÇÃO DE OBRAS – SENAI


ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO – Ano II, nº 07 – Julho de 1995.
COMO CONSTRUIR UMA CASA – Eng.° Roberto Chaves – EDIOURO / 88009
SERRANA – Catálogo de produtos.
ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO. Editora Abril: Junho, 1998.
ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO. Editora Abril: Maio, 1997.
ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO. Editora Abril: Janeiro, 1998.
Normas Técnicas da ABNT
CREDER, Hélio – Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 5ª edição. Rio de Janeiro.
Livros Técnicos Científicos Editora. 1991
Laércio, José S. Matos – Manual de Instalações Prediais Hidro-sanitárias .CEFET-
SE 200583p.
Botelho, Manoel Henrique Campos – Instalações hidráulicas prediais: Usando tubos
de PVC e PPR/ 2ª edição – São Paulo: Edgard Blucher, 2006, 344p.
Apostila de Desenho - ALUNO - Curso Construção Civil - MODULAR - 2008 - 155
páginas
http://images.quebarato.com.br/photos/big/0/A/3350A_1.jpg

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