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Processo Penal II

Processo Penal II ( Jota Silva/Estácio/Interlagos)


07/04/2017
Casos concretos
Semana 1
1) Na tentativa de identificar a autoria de vários arrombamentos em residências agrupadas em região de
veraneio, a polícia detém um suspeito, que perambulava pelas redondezas. Após alguns solavancos e tortura
físicopsicológica, o suspeito, de apelido Alfredino, acabou por admitir a autoria de alguns dos crimes,
inclusive de um roubo praticado mediante sevícia consubstanciada em beliscões e cusparadas na cara da
pessoa moradora. Além de admitir a autoria, Alfredinho delatou um comparsa, alcunhado Chumbinho, que
foi logo localizado e indiciado no inquérito policial instaurado. A vítima do roubo, na delegacia, reconheceu
os meliantes, notadamente Chumbinho como aquele que mais a agrediu, apesar de ter ele mudado o corte de
cabelo e raspado um ralo cavanhaque. Deflagrada a ação penal, o advogado dos imputados impetrou habeas
corpus, com o propósito de trancar a persecução criminal, ao argumento de ilicitude da prova de autoria.
Solucione a questão, fundamentadamente, com referência necessária aos princípios constitucionais
pertinentes.
Resposta: A forma expressa do art. 5ª, LVI, da CF/88 e do art. 157 do CPP, que proíbem a utilização das
provas ilícitas no processo, não devem ser interpretadas de forma rígida, pois só na situação e no caso
concreto é que se delimitará a importância dos bens jurídicos envolvidos, sopesando-os, para que desta
forma, se possa chegar ao fim almejado mediante a mais clara e cristalina justiça.
Segundo o Princípio da Proporcionalidade, as provas ilegítimas quando forem usadas em benefício do réu,
será perfeitamente possível a sua aceitação no processo. Nesse sentido, elas devem ser aceitas quando o bem
jurídico alcançado for maior que o direito violado. Esta teoria visa atribuir valor às provas, sendo que na
medida em que se garante um direito, muitas vezes é preciso restringir outro. Este princípio permite uma
ponderação entre direitos e bens violados e assegurados, pois, mediante ele, é que se pode obter um direito
verdadeiramente justo.

Exercício Suplementar
(OAB FGV 2010.2) Em uma briga de bar, Joaquim feriu Pedro com uma faca, causando-lhe sérias lesões no
ombro direito. O promotor de justiça ofereceu denúncia contra Joaquim, imputando-lhe a prática do crime
de lesão corporal grave contra Pedro, e arrolou duas testemunhas que presenciaram o fato. A defesa, por sua
vez, arrolou outras duas testemunhas que também presenciaram o fato. Na audiência de instrução, as
testemunhas de defesa afirmaram que Pedro tinha apontado uma arma de fogo para Joaquim, que, por sua
vez, agrediu Pedro com a faca apenas para desarmá-lo. Já as testemunhas de acusação disseram que não
viram nenhuma arma de fogo em poder de Pedro. Nas alegações orais, o Ministério Público pediu a
condenação do réu, sustentando que a legítima defesa não havia ficado provada. A Defesa pediu a
absolvição do réu, alegando que o mesmo agira em legítima defesa. No momento de prolatar a sentença, o
juiz constatou que remanescia fundada dúvida sobre se Joaquim agrediu Pedro em situação de legítima
defesa. Considerando tal narrativa, assinale a afirmativa correta.
Resposta: (C) O ônus de provar a situação de legítima defesa era da defesa. No caso, como o juiz ficou
em dúvida sobre a ocorrência de legítima defesa, deve absolver o réu.

Semana 2
O Padre José Roberto ouviu, em confissão, Maria admitir que mantém por conta própria estabelecimento
onde ocorre exploração sexual, com intuito de lucro. No local, admitiu Maria ao Vigário que garotas de
programa atendem clientes para satisfazer seus diversos desejos sexuais mediante o pagamento de entrada
no valor de R$100,00 no estabelecimento, e o valor de R$500,00 para a atendente. Maria, efetivamente,
responde a processo crime onde lhe foi imputada a conduta descrita no art. 229 do CP. O Ministério Público
arrolou o Padre José Roberto como testemunha da acusação e pretende ouvi-lo na AIJ, já que trata-se de
testemunha com alto grau de idoneidade. Pergunta-se:
1) Pode o magistrado obrigar o Padre a depor em juízo, sob pena de cometer o crime do art. 342 do CP?
Resposta: Não. O segredo sacramental da confissão é inviolável, mesmo que a pessoa revele um crime. A
relação entre padre e fiel segue as determinações morais e éticas do sigilo profissional. Segundo a
inteligência do art. 207 do Código de Processo Penal, são proibidas de depor as pessoas que em razão de
ministério devam guardar segredo.
2) A prova produzida em juízo nesse caso seria considerada válida?
Resposta: Somente seria possível se a parte interessada desobrigar o confidente a guardar o segredo,
conforme dispõe a parte final do art. 207, CPP, porém, no tocante à confissão sacerdotal, observa-se o
Código de Direito Canônico, aplicável ao ministério católico, também proíbe a revelação de qualquer
conhecimento adquirido por meio de confissão.
Exercício Suplementar
(Ministério Público BA/2010) À luz do Código de Processo Penal, deve-se afirmar que:
a) A prova testemunhal não pode suprir a falta do exame de corpo de delito, ainda que tenham desaparecidos
os vestígios do crime;
b) A confissão será indivisível e retratável, sem prejuízo do livre convencimento do Juiz de Direito, fundado
no exame das provas em conjunto;
c) O ofendido não deve ser comunicado da sentença e respectivos acórdãos que a mantenham ou
modifiquem;
d) As pessoas proibidas de depor em razão da profissão, poderão fazê-lo se, desobrigadas pela parte
interessada, quiserem dar o seu testemunho; neste caso, porém, não deverão prestar compromisso legal;
Resposta: e) Todas as afirmativas estão incorretas.
Semana 3
O MP ofereceu denúncia contra Caio por, em tese, o mesmo ter subtraído o aparelho de telefone celular de
Maria, na Av. Rio Branco, na altura do nº 23, pugnando pela condenação do acusado nas penas do art. 155,
inciso II do CP (furto qualificado pela destreza). No entanto, ao longo da instrução probatória, nas
declarações prestadas pela vítima e pelo depoimento de uma testemunha arrolada pela acusação, constatou-
se que Caio teria, na ocasião dos fatos, dado um forte tapa no rosto da vítima no momento em que arrebatou
o aparelho celular. Assim sendo, diante das provas colhidas na instrução probatória, o magistrado prolatou
sentença condenatória contra Caio, fixando a pena de 4 anos e 6 meses, a ser cumprida em regime semi-
aberto, diante da primariedade e da ausência de antecedentes criminais do acusado, como incurso no art. 157
do CP. Pergunta-se: Agiu corretamente o magistrado? Indique na resposta todos os fundamentos cabíveis ao
caso.
Resposta: Não, pois trata-se o caso concreto de Mutatio Libelli, uma vez que a denúncia trouxe
determinados fatos, os quais foram objetos de ataque da defesa. No final da instrução probatória se verifica a
mudança da narrativa ao qual o defensor não teve oportunidade de se manifestar. Logo, considerando que o
réu se defende dos fatos, seria necessária a formação de novo contraditório, do contrário, fica cerceada a
ampla defesa.
O mutattio libelli exige a emenda da denúncia e a abertura de prazo de 5 dias para manifestação da defesa,
para que, querendo, requeira novas provas e depoimentos pessoais.
Exercício Suplementar
1-(Magistratura/PR-2008) Quanto aos atos jurisdicionais penais, assinale a alternativa correta:
a) As decisões interlocutórias simples são aquelas que encerram a relação processual sem julgamento do
mérito ou, então, põem termo a uma etapa do procedimento. São exemplos desse tipo de decisão a que
recebe a denúncia ou queixa ou rejeita pedido de prisão preventiva;
b) As decisões interlocutórias mistas não se equiparam as decisões interlocutórias simples, pois as primeiras
servem para solucionar questões controvertidas e que digam respeito ao modus procedendi, sem contudo
trancar a relação processual. Enquanto que as decisões interlocutórias simples trancam a relação processual
sem julgar o meritum causae;
c) A decisão que não recebe a denúncia é terminativa de mérito, por isso não pode ser considerada decisão
interlocutória mista;
Resposta: d) As decisões interlocutórias simples servem para solucionar questão controvertida e que diz
respeito ao modus procedendi, sem contudo trancar a relação processual; as interlocutórias mistas, por sua
vez, apresentam um plus em relação àquelas: elas trancam a relação processual sem julgar o meritum causae.
2- A foi denunciado pela prática de furto, tendo a denúncia narrado que ele abordou a vítima e, após
desferir-lheum empurrão, subtraiu para si a bolsa que ela carregava. Nesse caso:
(a) o juiz não poderá condenar o réu pelo roubo, por ser a pena desse crime mais grave que a do furto;
(b) como o fato foi classificado erroneamente, o juiz poderá condenar o réu por roubo, devendo, antes,
proceder ao seu interrogatório;
Resposta: (c) o juiz poderá dar aos fatos classificação jurídica diversa, condenando o réu pela praticado
do roubo;
(d) o juiz poderá dar ao fato classificação jurídica diversa da que constou da denúncia, dando ao Ministério
Público e à Defesa oportunidade para se manifestarem e arrolarem testemunhas.

Semana 4
Huguinho, Zezinho e Luizinho praticaram um roubo na Agência do Banco do Brasil, no centro do Rio de
Janeiro. Os três comparsas, ao se evadirem do local, seguiram em direções diferentes. Luizinho foi
alcançado pela polícia e preso em flagrante e encontra-se preso no Complexo de Bangu, na cidade do Rio.
Os outros dois conseguiram escapar. Huguinho, para não ser encontrado vive se ocultando e Zezinho
encontra-se em local incerto e não sabido. Ao receber a denúncia, o juiz da 10ª vara Criminal da Comarca do
Rio de Janeiro, determinou, diante da situação descrita, que fosse realizada a citação por edital, de acordo
com o art. 363, § 1º, CPP dos três acusados. Foi correta a decisão do magistrado? Justifique sua resposta.
Resposta: Não. Luizinho, nos termos do artigo 360, CPP, deveria ter sido citado pessoalmente, pois
encontra-se preso. Com relação aos outros comparsas, o edital seria o meio eficaz segundo a inteligência do
artigo 363, § 1º, CPP para citar Zezinho e a citação por hora certa para citar huguinho que vive se ocultando.

Exercício Suplementar
Com relação ao tema CITAÇÕES, assinale a alternativa incorreta:
a) No processo penal, o réu que se oculta para não ser citado poderá ser citado por hora certa, na forma
estabelecida no Código de Processo Civil;
Resposta: b) Estando o acusado no estrangeiro, em lugar sabido, a citação far-se-á por carta ou qualquer
meio hábil de comunicação;
c) Se o acusado, citado por edital, não comparecer, nem constituir advogado, ficarão suspensos o processo e
o curso do prazo prescricional;
d) O processo seguirá sem a presença do acusado que, citado ou intimado pessoalmente para qualquer ato,
deixar de comparecer sem motivo justificado;
e) A citação do militar dar-se-á por intermédio do chefe do respectivo serviço, respeitando assim à
hierarquia militar bem como a inviolabilidade do quartel.

Semana 5
Marcílio responde a processo crime com o incurso nas penas do art. 213 do CP pois, em tese, teria
constrangido Lucilha, mediante emprego de arma de fogo, a manter com ele relações sexuais. O Juiz
designou Audiência de Instrução e Julgamento onde ouviu primeiramente Gumercindo, testemunha arrolada
pela defesa, uma vez que as testemunhas arroladas pelo MP ainda não tinham chegado ao Fórum.
Posteriormente, o Magistrado ouviu as demais testemunhas da acusação e da defesa e, por fim, interrogou
Marcilio. Pergunta- se: Você, Defensor Público, arguiria qual tese defensiva em favor do seu assistido
Marcílio?
Resposta: As disposições do artigo 400 do Código de Processo Penal, prevê que serão inquiridas as
testemunhas de acusação, as de defesa, interrogando-se, em seguida, o acusado. Deve-se respeitar a ordem
estabelecida pelo procedimento legal, pois o prejuízo causado ao réu pela inversão da ordem da oitiva das
testemunhas é presumido uma vez que, sendo uma testemunha de acusação ouvida no final, o acusado não
poderia se contrapor a ela.
Exercício Suplementar
(OAB-FGV) Em processo sujeito ao rito ordinário, ao apresentar resposta escrita, o advogado requer a
absolvição sumária de seu cliente e não propõe provas. O juiz, rejeitando o requerimento de absolvição
sumária, designa audiência de instrução e julgamento, destinada à inquirição das testemunhas arroladas pelo
Ministério Público e ao interrogatório do réu. Ao final da audiência, o advogado requer a oitiva de duas
testemunhas de defesa e que o juiz designe nova data para que sejam inquiridas. Considerando tal narrativa,
assinale a afirmativa correta.
(A) O juiz deve deferir o pedido, pois a juntada do rol das testemunhas de defesa pode ser feita até o
encerramento da prova de acusação.
(B) O juiz não deve deferir o pedido, pois o desmembramento da audiência uma causa nulidade absoluta.
Resposta: (C) O juiz só deve deferir a oitiva de testemunhas de defesa arroladas posteriormente ao
momento da apresentação da resposta escrita se ficar demonstrado que a necessidade da oitiva se originou de
circunstâncias ou fatos apurados na instrução.
(D) O juiz deve deferir o pedido, pois apesar de a juntada do rol de testemunhas da defesa não ter sido feita
no momento correto, em nenhuma hipótese do processo penal, o juiz deve indeferir diligências requeridas
pela defesa.

Semana 6
Semprônio, motorista de um Uber, dirigia seu veículo pela pista de esquerda (pista de ultrapassagem), sendo
certo que a sua frente estava o carro de Felizberto, septuagenário, que dirigia a aproximadamente 50 Km/h, o
que impedia, na ocasião, Semprônio de fazer a ultrapassagem. Quando Felizberto parou o seu carro em um
sinal de trânsito, Semprônio desceu de seu Uber e começou a desferir chutes e socos na lataria do carro do
idoso. Uma viatura da PM que passava pelo local autuou Semprônio e o conduziu a sede policial onde foi
lavrado termo circunstanciado, uma vez que a Autoridade Policial entendeu que ocorrera crime do art. 163,
do CP. Semprônio não aceitou a proposta de transação penal oferecida pelo MP, sendo certo que o mesmo
diante da recusa, ofereceu denúncia em face do mesmo. Ocorre que Semprônio ocultou-se para não ser
citado e, diante disso, o Magistrado orientou o oficial de justiça a proceder à citação por hora certa, na forma
do art. 362 do CPP. Pergunta-se: Agiu corretamente o Magistrado no caso em conformidade com o
procedimento sumaríssimo?
Resposta: Segundo o art. 66 da Lei 9099/95, é incabível a citação por hora certa no JeCrim, pois deverá
sempre pessoal e sempre que possível no próprio Juizado ou por mandado. Caso o acusado não seja
encontrado para ser citado, as peças existentes deverão serem encaminhadas ao Juízo comum que adotará as
providências cabíveis.
Exercício Suplementar
Sobre o procedimento dos Juizados Especiais Criminais, considere as seguintes assertivas:
I. A transação penal poderá ser ofertada em relação aos delitos cuja pena máxima não seja superior a 2 (dois)
anos, e a suspensão do processo nos delitos cuja pena mínima for igual ou inferior a 1 (um) ano.
II. Segundo entendimento sumulado do Supremo Tribunal Federal, admite-se a suspensão condicional do
processo por crime continuado, se a soma da pena mínima da infração mais grave com o aumento mínimo
de um sexto for superior a um ano.
III. Embora se aplique o procedimento previsto na Lei no 9.099/95 aos crimes previstos no Estatuto do Idoso
nas hipóteses em que a pena máxima privativa de liberdade não ultrapasse a 4 (quatro) anos, a transação
penal e a suspensão do processo não lhes são aplicáveis.
Quais estão corretas?
a) I;
b) I e II;
c) III;
Resposta: d) I e III;
e) II e III

semana 7
Juninho Boca, jovem de classe média da zona sul do Rio de Janeiro, está respondendo a processo criminal
como incurso nas penas do art. 33 da lei 11.343/06 pois, em tese, seria o responsável pela distribuição de
cocaína em um conhecido bar em Copacabana. Realizada a AIJ, na forma do art. 56 do mesmo diploma
legal, em sede de alegações finais a defesa pugnou pela nulidade do feito, uma vez que o perito que havia
subscrito o laudo definitivo de constatação da substância entorpecente também havia funcionado na
elaboração do laudo prévio. Pergunta-se: Assiste razão a defesa de Juninho Boca?
Resposta: Conforme o Art.50, §2º da lei 11.343/06, não assiste razão à defesa, pois o perito que
subscrever o laudo prévio não ficará impedido de participar da elaboração do laudo definitivo. Porém, a
única ressalva guarda guarida quanto ao laudo definitivo que deverá ser elaborado por dois peritos oficiais,
sob pena de nulidade.
Exercício Suplementar
1-Sobre os crimes da Lei de Drogas (Lei 11.343/06), assinale a opção INCORRETA:
A) aplica-se, subsidiariamente, as disposições do CPP e da LEP B) em caso de crime de porte de drogas para
consumo pessoal, não se imporá prisão em flagrante, devendo o autor do fato ser encaminhado ao Juizado
Especial Criminal
C) É vedada a transação penal para aquele que oferece droga, eventualmente e sem objetivo de lucro, a
pessoa de seu relacionamento para juntos consumirem.
D) O inquérito policial, no caso de crime de tráfico de drogas, será concluído no prazo de 30 dias, se o
indiciado estiver preso, e de 90 dias, quando estiver solto.
E) Todas as alternativas estão incorretas.

2- Matheus foi denunciado pela prática dos crimes de tráfico de drogas (Art. 33, caput, da Lei nº
11.343/2006) e associação para o tráfico (Art. 35, caput da Lei nº 11.343/2006), em concurso material.
Quando da realização da audiência de instrução e julgamento, o advogado de defesa pleiteou que o réu fosse
interrogado após a oitiva das testemunhas de acusação e de defesa, como determina o Código de Processo
Penal (Art. 400 do CPP, com redação dada pela Lei nº 11.719/2008), o que seria mais benéfico à defesa. O
juiz singular indeferiu a inversão do interrogatório, sob a alegação de que a norma aplicável à espécie seria a
Lei nº 11.343/2006, a qual prevê, em seu Art. 57, que o réu deverá ser ouvido no início da instrução. Nesse
caso:
A) o juiz não agiu corretamente, pois o interrogatório do acusado, de acordo com o Código de Processo
Penal, é o último ato a ser realizado.
Resposta: B) o juiz agiu corretamente, eis que o interrogatório, em razão do princípio da especialidade,
deve ser o primeiro ato da instrução nas ações penais instauradas para a persecução dos crimes previstos na
Lei de Drogas.
C) o juiz não agiu corretamente, pois é cabível a inversão do interrogatório, devendo ser automaticamente
reconhecida a nulidade em razão da adoção de procedimento incorreto.
D) o juiz agiu corretamente, já que, independentemente do procedimento adotado, não há uma ordem a ser
seguida em relação ao momento da realização do interrogatório do acusado.
E) o juiz não agiu corretamente, pois indeferiu a inversão da ordem do interrogatório sem a manifestação do
membro do Ministério do Público.

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