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PROVA DIA 02/04/2017

Segunda-feira, 05/02/2018

Processo do Trabalho

Regra competência: ação é proposta onde o serviço é prestado.

Vale o jus postulandi. Mas se buscar advogado tem que ter os fatos, os
fundamentos jurídicos e os pedidos (conclusões). Distribuindo transformará a petição
em um processo, por ela torna prevento o juízo, torna litigiosa a coisa etc.

Na justiça do trabalho é dever dos servidores realizar a notificação da parte


contrária (reclamado), ele receberá, via de regra, por correio. Abriu tomou um susto!
Está notificado, intimado, citado da existência do processo, para se defender busca
advogado, este elabora a defesa (direta: contestação rebatendo os pedidos, ou
indireta: incompetência, impedimento suspensão) agora pode apresentar a
incompetência de território por protocolo 5 dias após receber a intimação.

Na audiência devem estar presentes as partes, audiência uma, o reclamante


não indo o processo é arquivado, hoje não justificando ele vai ter que pagara as custas
do processo, mesmo tendo a justiça gratuita (ponto de ação de inconstitucionalidade),
para entrar novamente tem que provar que pagou, passou a ser condição da ação.

Se for a empresa, ocorre a revelia e confissão quanto aos fatos alegados pelo
reclamante (revelia e confissão ficta), hoje algumas situações não tem revelia
(havendo mais de um réu alguém contestar, direitos indisponíveis, quando as
alegações forem inverossímeis, ex. disse que trabalhava 24 horas por dia, ou seja,
não guarda relação com a realidade, outra quando o preposto não está, mas o
advogado está e está com a defesa, não tendo revelia, mas terá confissão quanto aos
fatos).

Tentativa de conciliação, não tendo acordo vai pra instrução, depoimento


(pessoas) das partes, primeiro autor, quem pergunta é o reclamado, buscando a
confissão (admitindo a verdade de um fato contra meu interesse e a favor do seu).

Rito sumaríssimo até 2 ordinário até 3 (oitiva de testemunhas), atendendo a um


simples convite, convidando e ela não indo eu posso requerer, primeiro será
qualificada, depois presta o compromisso de dizer a verdade, entre esses atos deve
alegar a contradita (ou suspeita, impedida, ou incapaz). Novidade: agora o juiz pode
aplicar a multa de litigância de má-fé para testemunhas.

Perguntas indeferidas devem protestar e constar na ata.

Razões finais e última proposta de conciliação e o processo vai pro julgamento,


o resultado vai por intimação ou nos termos da súmula 197, na data agendada ele tem
que ir lá buscar no site.

Terça-feira, 06/02/2018

Processo está concluso quer dizer que está com o juiz para decidir.
Apresentado no CPC sob 3 formas, os despachos, decisão interlocutória, sentença

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Face cognitiva é a fase de conhecimento, está recebendo informações pra
avaliar o processo, ele põe fim a essa fase quando ele chega a um resultado.

Decisão interlocutória é quando ele se pronuncia por uma decisão, mas não se
encaixa no conceito de sentença, não põe fim a etapa do processo, são decisões de
direcionamento do processo.

Despacho é o que não for nenhum dos dois, ex. fase de cálculo, o juiz diz diga
as partes em 8 dias, não está decidindo nada.

Atos ordinatórios é do dia a dia são praticados de ofício pelo servidor e revisto
pelo juiz, independem de despacho.

Acórdão: decisão tomada por um órgão colegiado, pelo grupo, ou turma, é uma
decisão colegiada. Sorteia o relator, o revisor e o presidente da turma, decidindo o
relator vai para o gabinete do revisor, e se ela for contrária entre um e outro quem
resolve é a presidente.

Art. 203 até 205 - 485 até 488 - 502 ao 506 CPC.

Seção IV

Dos Pronunciamentos do Juiz

Art. 203. Os pronunciamentos do juiz consistirão em sentenças, decisões


interlocutórias e despachos.

§ 1o Ressalvadas as disposições expressas dos procedimentos especiais,


sentença é o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos arts. 485 e
487, põe fim à fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a
execução.

§ 2o Decisão interlocutória é todo pronunciamento judicial de natureza


decisória que não se enquadre no § 1o.

§ 3o São despachos todos os demais pronunciamentos do juiz praticados no


processo, de ofício ou a requerimento da parte.

§ 4o Os atos meramente ordinatórios, como a juntada e a vista obrigatória,


independem de despacho, devendo ser praticados de ofício pelo servidor e revistos
pelo juiz quando necessário.

Art. 204. Acórdão é o julgamento colegiado proferido pelos tribunais.

Art. 205. Os despachos, as decisões, as sentenças e os acórdãos serão


redigidos, datados e assinados pelos juízes.

§ 1o Quando os pronunciamentos previstos no caput forem proferidos


oralmente, o servidor os documentará, submetendo-os aos juízes para revisão e
assinatura.

§ 2o A assinatura dos juízes, em todos os graus de jurisdição, pode ser feita


eletronicamente, na forma da lei.

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§ 3o Os despachos, as decisões interlocutórias, o dispositivo das sentenças e a
ementa dos acórdãos serão publicados no Diário de Justiça Eletrônico.

(ATENÇÃO PARA SÚMULA 197 DO TST – QUE NÃO PÚBLICA A


SENTENÇA, APENAS DISPONIBILIZA NA DATA AGENDADA)

Mérito é a decisão material daquilo que você pediu. Sem resolução é formal,
com resolução é material.

CAPÍTULO XIII

DA SENTENÇA E DA COISA JULGADA

Seção I

Disposições Gerais

Art. 485. O juiz não resolverá o mérito quando: (EXTINÇÃO SEM


RESOLUÇÃO DE MÉRITO)

I - indeferir a petição inicial;

II - o processo ficar parado durante mais de 1 (um) ano por negligência das
partes;

III - por não promover os atos e as diligências que lhe incumbir, o autor
abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias;

IV - verificar a ausência de pressupostos de constituição e de desenvolvimento


válido e regular do processo;

V - reconhecer a existência de perempção, de litispendência ou de coisa


julgada;

VI - verificar ausência de legitimidade ou de interesse processual;

VII - acolher a alegação de existência de convenção de arbitragem ou quando


o juízo arbitral reconhecer sua competência;

VIII - homologar a desistência da ação;

IX - em caso de morte da parte, a ação for considerada intransmissível por


disposição legal; e

X - nos demais casos prescritos neste Código.

§ 1o Nas hipóteses descritas nos incisos II e III, a parte será intimada


pessoalmente para suprir a falta no prazo de 5 (cinco) dias.

§ 2o No caso do § 1o, quanto ao inciso II, as partes pagarão proporcionalmente


as custas, e, quanto ao inciso III, o autor será condenado ao pagamento das despesas
e dos honorários de advogado.

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§ 3o O juiz conhecerá de ofício da matéria constante dos incisos IV, V, VI e IX,
em qualquer tempo e grau de jurisdição, enquanto não ocorrer o trânsito em julgado.

§ 4o Oferecida a contestação, o autor não poderá, sem o consentimento do


réu, desistir da ação.

§ 5o A desistência da ação pode ser apresentada até a sentença.

§ 6o Oferecida a contestação, a extinção do processo por abandono da causa


pelo autor depende de requerimento do réu.

§ 7o Interposta a apelação em qualquer dos casos de que tratam os incisos


deste artigo, o juiz terá 5 (cinco) dias para retratar-se.

Art. 486. O pronunciamento judicial que não resolve o mérito não obsta a que
a parte proponha de novo a ação. (RESOLVEU O PROCESSO MAS NÃO
RESOLVEU O PROBLEMA – MÉRITO)

§ 1o No caso de extinção em razão de litispendência e nos casos dos incisos I,


IV, VI e VII do art. 485, a propositura da nova ação depende da correção do vício que
levou à sentença sem resolução do mérito.

§ 2o A petição inicial, todavia, não será despachada sem a prova do


pagamento ou do depósito das custas e dos honorários de advogado.

§ 3o Se o autor der causa, por 3 (três) vezes, a sentença fundada em


abandono da causa, não poderá propor nova ação contra o réu com o mesmo objeto,
ficando-lhe ressalvada, entretanto, a possibilidade de alegar em defesa o seu direito.

Art. 487. Haverá resolução de mérito quando o juiz: (RESOLVE PROCESSO


E O PROBLEMA – MÉRITO)

I - acolher ou rejeitar o pedido formulado na ação ou na reconvenção;

II - decidir, de ofício ou a requerimento, sobre a ocorrência de decadência ou


prescrição (são questões de direito material);

III - homologar:

a) o reconhecimento da procedência do pedido formulado na ação ou na


reconvenção;

b) a transação; Não comporta recurso da parte decisão de acordo, salvo se


houve um vício de vontade.

c) a renúncia à pretensão formulada na ação ou na reconvenção.

Parágrafo único. Ressalvada a hipótese do § 1o do art. 332, a prescrição e a


decadência não serão reconhecidas sem que antes seja dada às partes oportunidade
de manifestar-se.

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Art. 488. Desde que possível, o juiz resolverá o mérito sempre que a decisão
for favorável à parte a quem aproveitaria eventual pronunciamento nos termos do art.
485.

(SE POSSÍVEL, MESMO NO CASO QUE O JUIZ PUDESSE RESOLVER SEM


JULGAMENTO DO MÉRITO, IRÁ ANALISAR O MÉRITO DESDE QUE EM FAVOR
DO RÉU – EVITA-SE PROPOSITURA DE NOVA AÇÃO) EX. JUIZ IDENTIFICA UMA
INÉPCIA E UMA PRESCRIÇÃO AO MESMO TEMPO, NESTE CASO DEVE
PREFERIR A SEGUNDA E EXTINGUIR COM RESOLUÇÃO DO MÉRITO)

Seção V

Da Coisa Julgada

Art. 502. Denomina-se coisa julgada material a autoridade que torna imutável e
indiscutível a decisão de mérito não mais sujeita a recurso.

Art. 503. A decisão que julgar total ou parcialmente o mérito tem força de lei
nos limites da questão principal expressamente decidida.

§ 1o O disposto no caput aplica-se à resolução de questão prejudicial, decidida


expressa e incidentemente no processo, se:

I - dessa resolução depender o julgamento do mérito;

II - a seu respeito tiver havido contraditório prévio e efetivo, não se aplicando


no caso de revelia;

III - o juízo tiver competência em razão da matéria e da pessoa para resolvê-la


como questão principal.

§ 2o A hipótese do § 1o não se aplica se no processo houver restrições


probatórias ou limitações à cognição que impeçam o aprofundamento da análise da
questão prejudicial.

Art. 504. Não fazem coisa julgada:

I - os motivos, ainda que importantes para determinar o alcance da parte


dispositiva da sentença;

II - a verdade dos fatos, estabelecida como fundamento da sentença.

Art. 505. Nenhum juiz decidirá novamente as questões já decididas relativas à


mesma lide, salvo:

I - se, tratando-se de relação jurídica de trato continuado, sobreveio


modificação no estado de fato ou de direito, caso em que poderá a parte pedir a
revisão do que foi estatuído na sentença;

II - nos demais casos prescritos em lei.

Art. 506. A sentença faz coisa julgada às partes entre as quais é dada, não
prejudicando terceiros.

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Segunda-feira, 19/02/2018

Ler artigos, 489, 502 ao 506/CPC

Art. 832 /CLT

Coisa julgada e estrutura da sentença

Obs.: Decadência e prescrição resolvem o processo com resolução de mérito.

A decisão que homologa o acordo põe fim ao processo com resolução de


mérito.

Coisa julgada: é um efeito que torna uma decisão judicial indiscutível e


imutável. Ela é garantida por uma cláusula pétrea da CF. ela se faz coisa julgada com
o trânsito em julgado, a decisão passa do estágio em julgamento para julgado, se está
sendo discutida em recurso ainda não tenho uma decisão definitiva, quando não se
tiver mais a possibilidade de nenhum recurso tenho o trânsito em julgado, o efeito que
isso produz se chama coisa julgada.

Quando acontece o transito em julgado?

Ou usei tudo que tinha, ou perdi o prazo para o recurso.

A ação rescisória permite, em situações excepcionais, mexer na coisa julgada,


reincidir a coisa julgada.

Dependendo do tipo de sentença eu tenho uma coisa julgada

Coisa julgada material: resolução do mérito M-M.

Coisa julgada formal: não resolveu o mérito, fudeu – F.

Julgada formal os efeitos são intraprocessuais, limitados ao âmbito daquele


processo, aquele processo não se discute mais, mas não tem coisa julgada em cima
do mérito, não impedindo de discutir o mérito numa nova ação, desde que a causa
permita a repropositura. Os efeitos são limitados.

A material envolve o mérito, isso impede que entre com novas ações.

A verdade dos fatos e a motivação não constituem elementos da coisa julgada,


o que vai ser afetado pela coisa julgada é a parte dispositiva da sentença.

Sentença tem 3 partes: relatório, fundamentação e dispositiva. Só a última


sofre efeito da coisa julgada.

Relatório é a narrativa do processo, o que aconteceu, no rito sumaríssimo não


há relatório, para ser mais rápido corta etapas que roubam o tempo.

Fundamentação: começa a análise do mérito, confronta e avalia conforme a


prova produzida (livre avaliação)

CLT o dispositivo é chamado conclusão.

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Como deve tratar a previdência se fizer um acordo na fase de execução.
Súmula ou OJ.

Resposta e uma jurisprudência.

Terça-feira, 05/02/2018

OJ – pode num processo chamar hora extra de indenização? Pode fazer um


acordo?

Além do crédito do trabalhador tem o crédito da previdência, suponhamos que


tem 4 mil do INSS, isso pode levar a ideia de que não pode negociar o crédito, o TST
diz que se houver o acordo o valor pode negociar, o que não pode negociar é a
composição do valor, se ele era composto de horas extras, o acordo tem que ser a
respeito de horas extras.

Pode fazer o acordo quanto ao valor, mas não pode negociar ao tipo de verba
que se refere este valor, não pode colocar tudo indenizatória, só vale para processos
que transitaram em julgado. No acordo pode dar o nome que quiser para parcela, pois
a questão é duvidosa, isso antes do trânsito em julgado, embora a receita reconheça a
justiça do trabalho usa outro critério, o juiz diz que o acordo tem que guardar coerência
com o que pede, por isso se pede o dano moral, para não haver recolhimento, a verba
indenizatória funciona como uma alternativa para ter custo menor, para pagar menos
impostos.

Pode se ter um processo de horas extras e pode fazer uma ação separada
para cobrar dano moral, posso transacionar parcelas que não estão no rol da petição
inicial.

Segunda-feira, 26/02/2018

Feedback: Exercício – De acordo com as leituras realizadas, discorra sobre os


limites da decisão judicial e sua estrutura. Em vista de suas considerações, enfrente a
questão da decisão que defere ao empregado o pagamento de estabilidade, quando
na petição inicial o pedido se restringe à intenção de reintegração.

Quando eles não são obedecidos significa ultra petita, extra etc. era pra
esclarecer o que entendeu sobre estrutura e limites da decisão judicial, copiar o texto
da súmula não é responder, pode citar o texto dentro de uma resposta que está
elaborando. A segunda parte era discutir uma situação que é comum, estou me
recuperando de um acidente e sou demitido, peço que anule a demissão e ao analisar
o contexto verifica que houve muito atrito e entende que não é recomendado retornar
ao trabalho, ao critério do juiz a CLT autoriza ele a converter o período de estabilidade
ao pagamento de uma indenização. O TST emitiu uma súmula que se trata de uma
faculdade legal e que não configura julgamento extra petita, não configura uma ofensa
aos pedidos, está implícito.

No processo do trabalho executo o crédito do trabalhador e as contribuições


previdenciárias desse crédito (INSS). Acordo após a sentença tem que guardar uma
proporcionalidade entre as verbas proferidas do julgado, a composição do valor tem

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que obedecer a sentença, se faço um acordo de 50 mil, 25 tem que ser salarial e 25 a
outra parte.

IN 39/2016 TST – adaptou pontos do CPC para o processo do trabalho,


relaciona os artigos que se podem usar e os que não podem.

Requisitos essenciais da estrutura da sentença

Sumaríssimo se dispensou o relatório.

Relatório – Fundamentação (não faz coisa julgada, é elemento obrigatório, art.


93, IX/CF) – Dispositivo (faz a coisa julgada)

Valor da condenação

832/CLT – valor das custas é uma porcentagem do valor da condenação 2%

Sentença líquida é aquela que o juiz já calculou o valor. Caso não concorde
basta recorrer. A maioria não é líquida.

Princípio da congruência / correlação / simetria

Art. 141 e 492/CPC

Só ganha o que pediu. O juiz tem que dar a sentença na medida exata da
postulação, ou seja, do pedido.

Acima é ultra petita;

Fora é extra petita;

Quando faço 3 pedidos e o juiz só da 1, é citra petita.

Juros e correção incluem-se na liquidação ainda que omisso no pedido da


inicial.

CPC art. 332 – improcedência liminar do pedido (mata no ninho)

Para ações que não dependam da discussão de fatos e produção de provas.


Só matérias exclusivamente de direito.

Aplica-se ao processo trabalhista com as devidas adaptações, como TST etc.


traz uma dinâmica de assuntos trabalhistas. Art. 7 na IN 39/2016.

Princípio da identidade física do juiz – havia uma súmula que dizia que não era
obrigatório, hoje é, em regra obrigatório, pois pela proximidade com a colheita da
prova o ideal é que seja o juiz que colheu as provas.

Duplo grau de jurisdição obrigatório: algumas decisões só produzem efeitos


depois que o tribunal confirma a decisão.

Art. 496/CPC.

Ordem cronológica

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Hoje é preferencialmente.

Comunicação da sentença

Art. 834 – sentença proferida em audiência considera-se publicada na data da


audiência.

Súmula 197.

Mesmo nos casos de revelia o resultado do processo tem que chegar para a
parte, através de Edital.

Terça-feira, 27/02/2018

Embargos de Declaração

Ler artigos 1022/1026 /CPC

897-A/CLT

Súmula 278/TST

OJ 142 SDI-I

Por ele se busca o aperfeiçoamento da decisão judicial. Se os pontos


obrigatórios estão presentes, se a expressão do julgado tem relação com o processo.

Prazo: 5 dias.

Art. 896 – recurso de revista não fala em quanto tempo. Tem uma lei de 1970
que diz que todos os recursos trabalhista terão prazo de 8 dias.

895 – recurso ordinário é de 8 dias o prazo.

Os recurso trabalhistas tem preparo, embargos não tem preparo,

Nos recursos tenho uma verticalização dos processos e nos embargos fico na
mesma autoridade. Recurso é pra reformar uma decisão, embargos não tem esse
objetivo de reformar, os embargos são para sanar pontualmente uma situação na qual
a lei autoriza usar os embargos. Embargos são um incidente horizontal que visa o
aperfeiçoamento da decisão.

Os embargos são para aperfeiçoar pontos omissos, contraditórios, obscuros


etc.

Hipóteses de cabimento:

CPC 1022 – OCO obscuridade, contradição, omissão e corrigir erro material.

Prazo: CPC 5 dias, verbo adequado para utilização da peça.

Para embargos o verbo correto é opor embargos. Recurso é interpor


recurso, reclamação é propor, ou ajuizar uma reclamação trabalhista.

Embargos no processo trabalhista:

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Art. 897-A: não explica as hipóteses, por isso busca-se as hipóteses no CPC,
adaptando. Ficam sendo os mesmos OCO, erro material e manifesto equívoco no
exame dos pressupostos extrínsecos do recurso (é um erro aparente, erro grosseiro
no requisito objetivo).

a) Omissão: ex. o juiz apreciou 2 pedidos, julgou os dois improcedentes, mas


foi omisso em relação ao terceiro; pode ter consequência de totalmente
improcedente ter uma parcela procedente, tornando-se procedente em
parte, é uma situação de efeito modificativo por consequência do
saneamento da omissão.

A decisão de embargar é perigosa, se não embarga pode ocorrer a preclusão,


mas se embarga corre o risco dele entender de que está adotando uma postura
protelatória, visando adiar e me penalizar, aplicando uma multa.

Omissão pura é um ponto que deveria ser decidido e não foi. O processo não é
um lugar de debate entre juiz e advogado, por isso vale a máxima de que o juiz não é
obrigado a responder todas as manifestações da parte. O juiz é obrigado a decidir o
processo.

b) Contradição: pode levar ao efeito modificativo, como consequência, não


como objetivo, pois o objetivo é corrigir a contradição.

A contradição não pode ser confundido com a contrariedade, contrariedade é


ser contrariado, queria algo e ele não deu, aí devo recorrer. A contradição mora entre
a fundamentação e a conclusão, ex. o juiz narra que o autor provou que trabalhava
além dos horários, chega no pedido de hora extra põe improcedente, cabe embargos,
pedindo para ele esclarecer o que está errado, o raciocínio ou a decisão, dependendo
pode alterar o processo.

c) Obscuridade é a sentença confusa que não permite chegar com uma


convicção a uma conclusão.

É mais difícil de aparecer.

d) Manifesto equívoco no exame de pressuposto extrínseco

Os requisitos interiores são subjetivo, e os exteriores tem o nome de


extrínsecos, são objetivos. Os exteriores são os que se analisa antes do julgamento do
recurso, se está no prazo. Ex. contou errado o prazo e não conhece do recurso, antes
de atacar a decisão pra outra instância cabe embargos, convencendo que é erro
manifesto pode resultar em efeito modificativo, o recurso inadmitido será admitido.

Efeito modificativo: não é o objetivo dos embargos, mas pode ser


consequência. Súmula 278 reafirma que ao sanar a omissão pode acontecer um efeito
modificativo no julgado.

Embargos a princípio não exige contraditório, diferente do recurso, pois todo


recurso gera o prazo para o outro lado lutar pela manutenção. Salvo se o juiz perceber
que aqueles embargos podem gerar efeitos modificativos, aí exige que a outra parte

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se manifeste sobre os embargos. Para evitar alegar no futuro cerceamento de defesa
o juiz dá 5 dias para a parte se manifestar. OJ 142 e §2º 1023 e §2º 897-A.

Segunda-feira, 05/03/2018

Embargos de Declaração Protelatórios

A protelação em embargos a multa é de até 2% do valor atualizado da causa.

Se cometer o mesmo erro a multa vai para até 10% do valor da causa.

Se a multa for elevado o recolhimento do valor se torna requisito para se fazer


o próximo recurso.

Da sentença de embargos cabe embargos?

Sim, cabe embargos quantas vezes for necessário até corrigir a contradição e a
omissão, mas na prática pode gerar multa.

O ideal seria pedir pro Tribunal anular o processo com a multa e tudo. Esse
recurso para nulidade chama recurso ordinário.

Prequestionamento

Sum. 297

Os embargos de declaração interrompem o prazo recursal para ambas as


partes, que só será iniciado após julgar os embargos, parte do raciocínio de que a
sentença estava incompleta.

OJ 120 sdi

Dá-se o prazo de 5 dias para sanar o vício, como a falta de assinatura.

O cliente para fazer o recurso tem que fazer o recolhimento de um valor, e ele
não tem o dinheiro agora, mas ele vai ter daqui 10 dias, faz embargos, porque
interrompe o prazo do recurso. Pode gerar a multa dos embargos protelatórios, mas as
vezes vale a pena.

Embargos não tem preparo é de graça.

O recurso é o valor total da condenação. Mas, para não ficar absurdo o TST
fixa um teto, da 1 para 2 instância o teto é de 9 mil e pouco da segunda para terceira é
o dobro, uns 18 mil e pouco. Esse valor é uma garantia da condenação.

Obs. Hoje se tem um seguro que substitui esse valor do recurso.

Recurso

É a possibilidade de questionar uma decisão solicitando que a matéria seja


reapreciada por uma instância superior, instância essa composta por juízes com maior
experiência.

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Não há obrigação de se garantir o duplo grau de jurisdição. Há casos que não
tem o duplo grau de jurisdição.

A reforma diz que só chega no TST se provar que aquilo transcende o seu
interesse individual, vai além, tem interesse de muitos envolvidos, por isso os recurso
hoje são limitados.

Princípios:

Requisitos de admissibilidade:

Espécies de recursos:

Art. 896/CLT 17 § tem o artigo.

Princípios

1 – vigência imediata da lei nova

Regras processuais tem vigência imediata. Lei processual entra em vigor


imediatamente.

2 – Unirrecorribilidade:

Une significa 1, só cabe um recurso de cada vez no processo trabalhista. Cada


decisão comporta só um tipo de recurso de cada vez, não há situação que se usa dois
recursos ao mesmo tempo no processo de trabalho.

3 – Fungibilidade:

Princípio processual genérico, que consiste na possibilidade de se aceitar uma


medida errada como se ela fosse correta, mas pra isso a medida errada deve ter
atendido no mesmo requisito e prazo da medida correta, errou o nome do recurso e
era outro. O juiz, em tese, pode receber a medida errada como se fosse certa.
Aproveita algo que foi apresentado de maneira equivocada como se esse algo foi a
coisa correta, o juiz releva o erro e aceita o ato praticado equivocado como se fosse
certo, desde que a dúvida seja razoável, não pode ser um erro grosseiro, tem que se
feito no mesmo prazo e condição da medida que seria correta.

4 – irrecorribilidade das decisões interlocutórias:

É o que mais cai na OAB, pois dentro dos recursos trabalhistas esse é o ponto
que mais diferencia o processo do trabalho, não pode de imediato fazer o recurso de
decisão interlocutório. Deverá questionar no recurso essa decisão interlocutória,
porém terá que pedir pra fazer protesto em audiência, pede para registrar seus
protestos, chama consignar protestos, pede pela ordem, para interromper a audiência
deve usar a expressão pela ordem, primeiro pede para o juiz voltar atrás e diz que não
concorda, se o juiz mantém pede para consignar os seus protestos, isso significa que
deixou claro que naquele momento não concordou com a decisão, se não protesta
preclui e não vai poder falar sobre esse assunto no recurso.

É um grande diferenciador do processo civil, por isso é questionado na OAB.

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Em regra as decisões interlocutórias são irrecorríveis, não enseja recurso
imediato, tem que aguardar a solução do processo para fazer o recurso,

Deve registrar os seus protestos para no futuro poder alegar isso, do contrário
precluirá. Já que não pode recorrer deve pedir para colocar que não concordou,
aguarda a solução do processo e aí traz a questão interlocutória como matéria do
recurso ex. ouvir testemunha e o juiz negou, peço para registrar os meus protestos e
no recurso ordinário trago preliminar de nulidade dizendo que fui cerceado do meu
direito de produzir provas.

Exceção: Sum 214 decisão interlocutória. Irrecorribilidade. Art. 893, §1º/CLT.

Para essa regra há exceções.

Esta nessa súmula 214. Salvo decisão de TRT contrária a súmula ou oJ; ou se
for decisão ...

Caberá o recurso da decisão interlocutório imediato nessas 3 ocasiões da


súmula.

5 – Inexigibilidade de Fundamentação

Art. 899/CLT

Esse art. Faz referência aos recursos sendo interposto por simples petição, dá
a ideia de que não precisa fundamentação jurídica, isso é só para o empregado sem
advogado. Se tem advogado se cobrará. Limite instâncias ordinárias, dali pra frente só
com advogado. Súmula 425/TST.

No trabalhista até o TRT dá pra ir sem advogado, o limite é as instâncias


ordinárias. Pro TST precisa de advogado, porque é um recurso técnico.

Qual efeito o recurso produz sob uma decisão:

- efeito suspensivo: suspende a eficácia da sentença

- efeito devolutivo: significa a reanálise da sentença.

Recurso trabalhista tem como regra o efeito devolutivo. Significa que pode
executar as decisões de maneira provisória.

Terça-feira, 06/03/2018

Obs. Régua processual do trabalho no google

- Instância única: causa cujo valor seja até 2 salário mínimos não aceita
recurso salvo matéria constitucional, por ser um valor pequeno não deve durar muito.

Eles permitem que se faça uma impugnação do valor da causa, aí muda o rito
e se escapa dessa limitação. - pedido de revisão de valor da causa.

- Efeito Devolutivo: significa que a decisão não vai ser suspensa, ou seja, já
pode cobrar o que foi determinado na sentença, mesmo que ainda esteja recorrendo,

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essa execução é provisória, pode ir até a penhora, o que não pode é dar na mão de
outro.

- Efeito suspensivo: suspendo o efeito das decisões que estou recorrendo

Sum. 414 – é possível conseguir efeito suspensivo no recurso trabalhista, a


regra é que só tem efeito devolutivo, mas se mostrar o risco de dano o relator pode dar
o efeito suspensivo.

Nunca usa mandado de segurança se existe recurso próprio, se tem um


caminho na lei deve primeiro esgotá-lo.

- Uniformidade dos prazos recursais

Recurso ordinário 8 dias, agravo, recurso de revista 8 dias, agravo de petição 8


dias, embargos de declaração é de 5 dias

Segunda-feira, 12/03/2018

Pressupostos de admissibilidade recursal

Art. 789/CLT

Súmula 385/TST

Súmula 25/TST

Art. 899/CLT

Súmula 128/TST

OJ 140 SDI-I

Súmula 86/TST

OJ 13 SDI-I

Súmula 383/TST

Dinheiro, e a quantidade de requisitos para cumprir que a chance de não


cumprir algum existe, de forma propositada, pois se dá o direito de recorrer, mas não
significa que vai conseguir recorrer. A lei cria diversos requisitos que se não forem
atingidos não exercitará seu direito de recurso.

A reforma da decisão hoje é a exceção. Para chegar ao direito de ser julgado


tem que passar por todos os obstáculos dos artigos acima.

O recurso é o exercício de um direito que para ser exercitado deve atender


diversos requisitos.

Esses acima são os requisitos objetivos de admissibilidade dos recursos.

Se o recurso ordinário foi denegado seguimento no juízo a quo uso embargos


de instrumento

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Se ocorre a denegação no juízo ad quem uso aquele outro recurso de nome
grande dito aulas atrás.

Ou seja, tem dois juízos de admissibilidade no juízo a quo e no ad quem.

Recurso não conhecido é porque faltou algum requisito, se teve provimento é


porque conseguiu reformar a sentença, total ou parcialmente. Para ser julgado
primeiro precisa ser conhecido e só é conhecido se preenche os requisitos de
admissibilidade.

Pressupostos objetivos (extrínsecos)

1) Previsão legal (legalidade): tem que estar previsto na lei;


2) Adequação/Cabimento: deve ser o recurso certo;
3) Tempestividade: todos recursos trabalhistas tem prazo de 8 dias, não quer
dizer todo recurso em processo trabalhista, o extraordinário é de 15 dias,
ele não é recurso trabalhista, ele está previsto na CF, embargos de
declaração prazo 5 dias. A contagem dos prazos é feita em dias úteis.

- Súmula 385/TST

Feriado que interfira na contagem do prazo, o ônus de provar o feriado local é


da parte que está recorrendo. Cumpre ao relator conceder o prazo de 5 dias para que
seja sanado o vício (art. 932, § único/NCPC).

Terça-feira, 13/03/2018

4) Preparo: custas + depósito recursal

Custas 789/CLT

As custas fazem parte do preparo, preparo é gênero, dependendo de quem


você é no processo deve se preocupar com um, ou outro, ou ambos.

Custas 2% sobre as ações trabalhistas na fase de conhecimento, o mínimo é


R$ 10, 64 e o máximo é 4 vezes o teto do INSS, da previdência, o teto é 5 e pouco, vai
dar vinte e tantos mil de custas, é o máximo a se recolher.

Se fez um acordo é 2% do acordo, se condenado é 2% da condenação, se foi


arquivado é 2% sobre o valor da causa, sempre vai ter uma base, uma referência.

Quem pagas as custas é quem perde. As custas é pagas por quem perdeu, no
final do processo, após o trânsito em julgado, ficando sobre a responsabilidade de
quem perdeu a ação. No caso de recurso a parte deve no prazo do recurso de 8 dias
antecipar o recolhimento como requisito para poder recorrer, se você ganhar ocorre as
custas em reversão a parte adversária que perdeu tem que te reembolsar.

Hoje se a reclamada perder um ponto do que o reclamante pediu a reclamada


é dada como parte perdedora, ou seja, ela vai ter que recolher as custas.

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O vencedor da ação vai ter que recolher as custas? Não mesmo que o
empregado ganhou uma ele não recolher, sempre vai ser a empresa se ela perder
algum ponto.

§2 se a decisão não for líquida o juiz arbitra um valor provisório de condenação


e sobre esse incide os 2%.

Processo sem recurso o pagamento das custas é feito ao final do processo


pela parte vencida.

Processos com recurso – o pagamento é feito pelo vencido, e comprovadas


dentro do prazo recursal.

União e os outros entes não pagam as custas e o MP

§ único a isenção não vale para órgão de fiscalização de classe, ex. OAB.

O fato de estar isento não exime de fazer reembolso, se a prefeitura perdeu


não paga para recolher, agora se a prefeitura ganhou e a parte pagou as custas e no
final a prefeitura perde deverá reembolsar a parte.

Novidades reforma:

Se a pessoa é pobre a sociedade paga as custas do recurso, requisitos:

Quem merece é o hipossuficiente (pobre).

O NCPC não precisa mais anexar ao processo declaração de pobreza, ele


pede que no processo comum faça a simples afirmação na petição inicial, o motivo
que leva ela conseguir é não ter naquele momento condições de suportar as despesas
do processo sem prejuízo próprio ou da sua família, pois existe a possibilidade do
Estado cobrar esse valor se sua condição financeira mudar.

Ou seja se não tem condição financeira não paga, mas se recuperar condição
paga.

Justiça gratuita quem ganhar até 40% teto previdenciário, quem ganha mais do
que esse valor tem que fazer prova de que não tem recursos para pagar.

- um dos itens é o quanto você ganha;

Súmula 25/TST: inversão das custas, ocorre o reembolso se eu perdi recorro e


ganho no final.

Deserção é defeito no preparo, não caracteriza deserção se o valor da


condenação foi aumentado, mas não houve uma fixação expressa desse valor,
manteve o valor das custas, mas se o valor subir e quero recorrer ainda devo recolher
a diferença;

Continua em 1 depósito recursal:

Segunda-feira, 19/03/2018

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Art. 893/CLT.

São 4 recursos trabalhistas (embargos, recurso ordinário, recurso de revista e


agravo) na seguinte ordem:

1 - Reclamação trabalhista – sentença de 1º grau, recurso que ataca está


sentença levando ao TRT  rec. Ordinário.

2 - No TRT se tem um acórdão – este pode-se discutir ao TST  rec. Revista


896/CLT

3 - Dentro do próprio TST tenho a SDI, para chegar a ela usa-se o recurso 
embargos art. 894/CLT

4 - Acima do TST se for possível, tem-se o STF  rec. Extraordinário na CF.

Vale lembrar que se tem processo que não se começa na Vara, sendo de
competência originária do TRT, um acordão que começa no TRT se tem uma decisão
de 1º instância, para ir pro TST usa-se recurso ordinário. Competência originária, ação
rescisória, mandato de segurança, dissídio coletivo.

Revisão: a parte que perde paga o recurso, se for ente federativo está isento, o
beneficiário da justiça gratuita está dispensado, não é isento, deve receber até 40% do
teto do inss e não ter recurso suficiente.

Quem paga as custas é a parte vencida, se no processo pediu 10 coisas e


ganhou uma, você será considerado como ganhador, no civil quando a sucumbência é
parcial as custas são divididas na proporção do que se perdeu (art. 86/CPC), agora no
trabalhista não, no trabalhista como se tem uma relação desequilibrada se o
empregador perder uma vírgula já será considerado como perdedor, o trabalhador só
paga as custas se a ação for totalmente improcedente, assim está no TST, mas a
reforma pode gerar mudança de entendimento, aplicando-se a regra da
proporcionalidade do processo civil. Hoje ainda prevalece o entendimento majoritário
que a empresa é considerada perdedora.

Se caso recolheu custas e depois ganha a ação a parte contrária deve ressarci-
lo (inversão do ônus da sucumbência em segundo grau).

Depósito recursal:

O preparo são 2 itens: custas + depósito recursal. O dep recursal é obrigatório


só para empresa, o empregado não faz.

Qual o valor?

Valores atuais até 01/08/2018

Data Data de início da Recurso ordinário Recurso de revista


vigência Embargos
Recurso
extraordinário
Dejt – 13/07/2017 01/08/2017 R$ 9.189,00 R$ 18.378,00

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A) Para cada recurso um novo depósito, no máximo até o teto do TST. Ou
será 9 e pouco para recurso ordinário ou 18 para outros recursos.
B) Depósito recursal é igual ao valor da condenação; limitado a estes tetos da
tabela.
C) atingido o valor da condenação não faz novo depósito.

O depósito recursal é uma maneira de se permitir fazer recurso, mas não para
se prolatar, pois poderia vender os bens, parcialmente se garante a dívida.

Finalidade e garantir a dívida que se tem para o empregado.

Atingido o valor da condenação não se faz mais nenhum depósito.

Ex. 5 mil para rec. Ordi, se for fazer outro recurso não deposita mais nada

Ex.2. 15 mil condenação rec. Ord 9 mil e para o outro recurso a diferença 6 mil
e depois mais nada.

Ex. 35 mil rec ord 9 mil, outro recurso 18, até o limite da condenação

Se for 100 mil condenação, paga 9 mil 1º e depois vai sendo 18 mil por vez até
dar o limite da condenação.

O art. Que trata dessa matéria é o 899/CLT.

Isentos: beneficiário da justiça gratuita, entidades filantrópicas e as empresas


em recuperação judicial e a massa falida. União, estado, df, municípios, MP.

A lei tem nova possibilidade, ao invés de depositar o dinheiro a lei permite a


empresa contratar um seguro, uma carta fiança, apólice que a seguradora fornece que
vai ser usada caso o juiz precisar do valor, hoje está na faixa de 300 reais por mês
validade por 2 anos, no valor de 9 mil.

Prazo: assim como nas custas o prazo é o mesmo que o recurso, pode-se
fazer num dia e pagar no outro se acaso não estiver no último dia do prazo, ou seja,
deve estar dentro do prazo.

Situações especiais de despósito recursal:

Agravo de instrumento 899, §7/CLT: quando se usa agravo de


instrumento?

Sentença, para atacar é o rec. Ordinário, a Vara é o juiz a quo, o recurso


é interposto no juízo a quo esse vê a admissibilidade, aí manda ao TRT
Tribunal ad quem, este faz novamente o juízo de admissibilidade que é feito
duas vezes, uma em cada juízo, estando certo chega ao ad quem, terá
seguimento, se acaso não der admissibilidade uso o agravo de instrumento, ele
ataca a decisão que trancou o recurso, que não deixou ele ter seguimento, só o
juízo a quo nega seguimento, agravo de instrumento só para o juízo a quo

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No TRT se barrar admissibilidade será embargos de declaração –
aquele nome longo.

A lei manda pagar 50% do depósito que fez pro recurso que está
trancado, valor condenação 20 mil, primeiro recurso pago 9 mil, se o juiz nega
pago 4500, metade de 9 mil.

Se acaso o a denegação contrariar súmula ou OJ, não se faz nenhum


depósito.

Micro empresa – EPP – empregador doméstico:

Também pagam metade o depósito recursal. Se for me e a condenação for 5


mil pagará 2500, e no agravo metade de 2500, 1250. Pode pagar a amis o problema é
quando se paga menos.

Súmula 128/TST: estão nas letra a, b e c acima.

Inciso III é o que mais aparece. Duas empresa ou mais condenadas de forma
solidária o depósito que uma faz aproveita para outra desde que não seja recurso para
exclusão do processo (sair fora do processo).

Antes se faltava um centavo ocorria deserção, mas agora com o novo CPC se
dá o prazo de 5 dias para recolher a diferença, a complementação o juiz (intima) dá o
prazo de 5 dias (art. 1007/CPC).

Este artigo influenciou a alteração da jurisprudência, OJ 140.

Se acaso não recolher nada o juiz não intima para comprovar o depósito, o juiz
só intima se depositou algum valor.

Como se deve ser realizado?

Antes era na conta do FGTS do empregado. Com a reforma ele deve ser feito
em conta vinculada ao juízo, numa guia de depósito judicial gerada no site do TRT.

5 - Representação

Precisa ter poderes o advogado para fazer, este é a procuração, se for jus
postuland não tem advogado e esse requisito não será avaliado.

Sum. 383/TST: pode mandato tácito, prazo de 5 dias para apresentar


procuração, sem representação não se reconhece o recurso. Se não junta a
procuração a razão ou contrarrazão sai do processo.

Art. 104/CPC: casos excepcionais.

Hipóteses de urgência preclusão, decadência, depois apresenta a procuração.

Recurso sem assinatura OJ 120, processo físico, pois no eletrônico não manda
sem assinatura, o juiz abre prazo para corrigir, se assinou uma parte entende que é
válido e nem intima.

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Para amanhã: Pressupostos subjetivos/ intrínsecos de admissibilidade.

Segunda-feira, 20/03/2018

Resumo extrínseco: previsão legal, adequação, tempestividade, preparo e


representação, são 5 requisitos objetivos de admissibilidade.

Requisitos Subjetivos :

- capacidade processual: menores devem estar representados ou assistidos,


18 anos completos.

- legitimidade: só interpõe recurso aquele que tem legitimidade para tanto,


esses são a parte vencida o terceiro prejudicado e o MP como fiscal ou parte. Deve ter
tido prejuízo na sentença, só recorre do que me prejudicou.

- interesse recursal: o recurso deve ser útil e necessário para parte, o interesse
não necessariamente é uma derrota.

São esses 3 itens os pressupostos subjetivos.

8 – Espécies de recurso no processo do trabalho:

Art. 893/CLT: das decisões são admissíveis os seguintes recursos:

I – Embargos (ao TST) 3 *

II – recurso ordinário 1

III – recurso de revista 2 *

IV – Agravo (agravo de instrumento * e o agravo de petição).

Primeira possibilidade é o recurso ordinário, segunda revista e a terceiro os


recursos de embargos. O agravo de instrumento é em qualquer etapa, o de petição
somente na fase de execução.

Modificações da lei 13.015/2014 ela remodelou os recurso trabalhistas, os itens


com * são os que tiveram alteração.

Recurso ordinário – art. 895/CLT

Duas situações o autorizam o inciso I e II. O I trata de decisões proferidas por


Varas do Trabalho e o II decisões proferidas por TRT.

Usa recurso ordinário para atacar a primeira decisão do processo seja ela da
Vara ou do TRT, pois tem processo que iniciam no TRT, ações de competência
originária, ação rescisório, MS, HC, HD e dissídio coletivo.

Prazo: 8 dias.

Tem preparo?

Sim.

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O rito sumaríssimo até 40 sm a lei tenta fazer mecanismos para ser julgado
amis rápido, uma das formas é dar preferência e esse tipo de ação, sendo
imediatamente distribuída, não precisa de revisor, parecer oral do MP.

Esse recurso se compara com a apelação do processo civil.

O recurso ordinário ataca ou sentença da vara ou acórdão do TRT nas ações


originárias.

Efeito: meramente devolutivo, não tem efeito suspensivo.

Art. 1013/CPC – Apelação.

Efeito devolutivo é a reanálise de todas as questões do capítulo impugnado.


Chamado de efeito devolutivo em profundida, pois verifica o assunto todo.

Súm. 422/TST - recurso

O recurso tem que ser um confronto com a decisão, deve se relacionar com a
decisão, para aquela sentença, não pode faltar diálogo, chamado de dialexidade, o
Tribunal não julgará.

III para o recurso ordinário essa regra é um pouco mais branda, mas não pode
não ter nada haver com a sentença.

Não cabe contra decisão que homologa acordo entre as partes, somente o
INSS que pode usar esse recurso nessa ocasião, pois ele não participou do acordo.
Acordo é uma decisão irrecorrível para as partes, mas não para o INSS.

Recurso de Revista

Mais difícil que o recurso ordinário. Art. 896/CLT

Para atacar decisão trt de julgamento de recurso ordinário.

Quando estão nas alíneas “a, B e C”.

A e B – falando de entendimentos divergentes entre o cara que julgou e outro


tribunal, imagine que o TRT de SP diverge da interpretação de uma lei do TRT do
Paraná. Divergente do que? Lei federal etc.

C – fala de violação.

Assim ou será divergente ou violação a lei federal ou a CF.

A e B – o papel do TST não é ficar julgando recurso, ele deve pacificar a


jurisprudência, uniformizando-a. Vai ter que demonstrar que sua decisão diverge do
posicionamento de outro tribunal ou do TST.

Ler os artigos 896 A, B e C.

Prova: até recurso ordinário

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